Obrigado por acompanhar a história, por ler e dar suas notas. A coisa vai ficando interessante... felizes momentos eróticos para todos! CAPÍTULO IV: Derretida. Essas palavras perfuraram forte a psiquê da Noelia. Chega, não tinha mais o que duvidar! A amiga jurou na cara dela que, diante de qualquer fraqueza, pularia para comer sua boca e tudo o que colocasse nela. Estava despertando seu lado lésbico, bi, ou só aquela mulher esbelta com cara de travessa que a deixava no ponto. -"Só te contei sobre aquela noite. No outro dia, quando o Ezequiel foi procurar trabalho num bar, ficamos sozinhas. Foi só olhar pra cara dela e me jogar em cima. Nos comemos a boca desenfreadamente. Nem precisou dizer uma palavra. Nos olhamos e entendemos tudo na hora. O que essa mulher me fez viver ontem à noite não tinha nome. Olha só!!, ela não me despiu, mas me tocava tão bem, essa filha da puta, que só isso já bastava pra me deixar a mil! Acariciava minhas costas, minhas coxas, meu rosto. Nenhum homem me tinha tratado assim, todos iam direto ao ponto. É compreensível, eles esquentam mais rápido, mas ela me fez viver o sexo de uma maneira nova. Ficamos assim uns 20 minutos. Perguntei desde quando ela era bi e por que eu. Ela disse que desde uns 15 anos (hoje tem 33) e eu, sua amiguinha de infância, sempre causei nela ternura e amor, e a melhor maneira de demonstrar era essa, foi o que veio na hora. Sabia que eu era uma tarada do caralho e pensaria que era o Eze. Fiquei surpresa, só a abracei e disse que estava tudo bem, que ela era uma safada por me masturbar me enganando, mas a perdoava porque me fez ver estrelas. Mas me senti mal pelo Ezequiel e contei pra ela! Sabia que ele estava muito a fim dela e poderia se sentir traído, estranho. Sabe o que ela me disse? Que ele já sabia... Eles sempre falavam bem de mim, tinham tanta confiança que nas noites quentes ficavam na punheta pensando que eu era a terceira entre eles e que um dia ia acontecer. Mas ele não daria o primeiro passo. é verdade, ele me adorava e não queria que uma tesura destruísse tudo (se ele soubesse que por esse tipo de amizade que temos ele tem passe livre, já teria me comido de cima a baixo), então ele concordou em dar o empurrão me deixando com tesão. E conseguiu... O Eze foi hoje de propósito procurar trabalho para que essa conversa acontecesse. A Flor ficava me provocando pra ver se eu topava um ménage. Era algo novo pra mim. O Eze deixava a "namorada" dele comer a amiguinha e isso explodia a cabeça dele. Só de imaginar isso, minha cabeça explodia". Belén acariciava suavemente seus mamilos desnudos, relembrando aquela época. Noelia não desgrudava os olhos e acompanhava atentamente o movimento de suas mãos.
-"Sim, se masturba na minha frente, na minha casa, sem problema hahaha" Era um jeito de Noelia brincar, mas ela curtia cada movimento da sua melhor amiga. Até o perfume de Belén penetrava nela e esquentava ainda mais.
-"Hahaha desculpa se eu me toco um pouco, foi algo muito intenso e também me inspira pra te contar melhor. Sim, aconteceram muitas coisas depois! Vou te contar aos poucos porque vejo que você tá muito interessada. Só vou te dizer que com ela não perdi contato quando nos separamos. Mesmo ela tendo sua vida e indo bem, ela dá umas escapadas pra Espanha onde nos divertimos, falamos da vida adulta, vamos fazer compras e claro, uma boa dose de sexo. O jeito que essa mulher trata minha buceta com a boca não tem igual, até hoje. Depois ela volta pra sua vida de mãe e esposa e eu continuo sendo só mais uma amiga". Noelia estava atônita com as revelações sobre Florencia. Como essa mulher quebrava sua rotina esporadicamente pra chupar a buceta e o cu de Belén e seguia com sua vida normal?
-"Uau, Bel, vocês são muito novelescas. O bom é que parece que essa relação assim mantém vocês unidas e estáveis, e pra ela é uma fuga da rotina".
-"É exatamente como você disse, é!", concordava Belén. Noelia já não sabia mais o que fazer pra apagar esse calor interno que só crescia dentro dela. De tudo o que compartilharam com Belén, era a primeira vez que se pegavam e na cabeça dela tudo bem que acontecesse. Ela olhava para os lábios dela, para os peitos com vontade de tocar, queria saber se a buceta estava tão molhada quanto a sua. Tudo parecia tão espontâneo que pular em cima dela seria ótimo. Até que — "Brrrrrr, brrrrrr" — seu celular vibrou. Pablo avisava que logo chegaria, perguntando se iam comer os três ou se ele comia no caminho ou só em casa. — "Amor, estamos aqui! Te esperamos e pedimos umas pizzas". Essa mensagem chegou para cortar a tensão e a tesão no corpo dela, só por enquanto. Mesmo sabendo o que queria, optou por fazer o que era "correto" e não dar o gostinho para sua… amiga? Pelo menos não tão rápido.
Por volta das 20h30, Pablo chegou e prepararam tudo para receber as pizzas. Embora Pablo nunca tivesse interagido muito com Belén antes, parece que o vinho e a tesão a soltaram um pouco mais. Puseram o papo em dia e conversaram sobre coisas do passado. Na hora do jantar, os três se sentaram para comer e Pablo trouxe uma cerveja para tomar com as meninas. As pizzas estavam uma delícia depois de uma conversa e momentos quentes entre as amiguinhas. Belén, malandramente por baixo da mesa com os pés, acariciava as pernas de Noelia. Esta, ao sentir as carícias, ficou com o rosto vermelho de surpresa. Conversavam com Pablo como se nada, enquanto aproveitava as carícias da amiga. O acelerador, tal qual um carro pedindo mais velocidade, o pé de Belén foi direto para a boceta de Noe para ver até onde ela aguentaria. Ela manobrava os pés como uma expert. Noelia não só não se intimidou em fechar as pernas, como abriu mais para que a amiga aproveitasse o que veio buscar. Ficaram assim disfarçadamente por meia hora. Conversaram normalmente com Pablo, os três como se debaixo da mesa não estivesse acontecendo nada de estranho. Depois da pizza e da cerveja, foi hora de levantar pratos e copos. Belén terminou seu joguinho e… ele disse. —"Gente, vou pro quarto terminar de arrumar minhas coisas e depois ajudo a lavar a louça e os copos". —"Sem problema, Belu! A gente já faz, é pouca coisa". Respondeu Pablo. Noelia, com a buceta encharcada, se limitou a suspirar por não ter seu massagem estimulante. —"É, vai tranquila, a gente já resolve". Quando Belén foi para o quarto, Pablo olhou para Noelia e, como se fossem namoradinhos, a abraçou e disse: —"Te vejo e te noto muito feliz, fico muito contente!".
-"Sim, se masturba na minha frente, na minha casa, sem problema hahaha" Era um jeito de Noelia brincar, mas ela curtia cada movimento da sua melhor amiga. Até o perfume de Belén penetrava nela e esquentava ainda mais.
-"Hahaha desculpa se eu me toco um pouco, foi algo muito intenso e também me inspira pra te contar melhor. Sim, aconteceram muitas coisas depois! Vou te contar aos poucos porque vejo que você tá muito interessada. Só vou te dizer que com ela não perdi contato quando nos separamos. Mesmo ela tendo sua vida e indo bem, ela dá umas escapadas pra Espanha onde nos divertimos, falamos da vida adulta, vamos fazer compras e claro, uma boa dose de sexo. O jeito que essa mulher trata minha buceta com a boca não tem igual, até hoje. Depois ela volta pra sua vida de mãe e esposa e eu continuo sendo só mais uma amiga". Noelia estava atônita com as revelações sobre Florencia. Como essa mulher quebrava sua rotina esporadicamente pra chupar a buceta e o cu de Belén e seguia com sua vida normal?
-"Uau, Bel, vocês são muito novelescas. O bom é que parece que essa relação assim mantém vocês unidas e estáveis, e pra ela é uma fuga da rotina".
-"É exatamente como você disse, é!", concordava Belén. Noelia já não sabia mais o que fazer pra apagar esse calor interno que só crescia dentro dela. De tudo o que compartilharam com Belén, era a primeira vez que se pegavam e na cabeça dela tudo bem que acontecesse. Ela olhava para os lábios dela, para os peitos com vontade de tocar, queria saber se a buceta estava tão molhada quanto a sua. Tudo parecia tão espontâneo que pular em cima dela seria ótimo. Até que — "Brrrrrr, brrrrrr" — seu celular vibrou. Pablo avisava que logo chegaria, perguntando se iam comer os três ou se ele comia no caminho ou só em casa. — "Amor, estamos aqui! Te esperamos e pedimos umas pizzas". Essa mensagem chegou para cortar a tensão e a tesão no corpo dela, só por enquanto. Mesmo sabendo o que queria, optou por fazer o que era "correto" e não dar o gostinho para sua… amiga? Pelo menos não tão rápido.
Por volta das 20h30, Pablo chegou e prepararam tudo para receber as pizzas. Embora Pablo nunca tivesse interagido muito com Belén antes, parece que o vinho e a tesão a soltaram um pouco mais. Puseram o papo em dia e conversaram sobre coisas do passado. Na hora do jantar, os três se sentaram para comer e Pablo trouxe uma cerveja para tomar com as meninas. As pizzas estavam uma delícia depois de uma conversa e momentos quentes entre as amiguinhas. Belén, malandramente por baixo da mesa com os pés, acariciava as pernas de Noelia. Esta, ao sentir as carícias, ficou com o rosto vermelho de surpresa. Conversavam com Pablo como se nada, enquanto aproveitava as carícias da amiga. O acelerador, tal qual um carro pedindo mais velocidade, o pé de Belén foi direto para a boceta de Noe para ver até onde ela aguentaria. Ela manobrava os pés como uma expert. Noelia não só não se intimidou em fechar as pernas, como abriu mais para que a amiga aproveitasse o que veio buscar. Ficaram assim disfarçadamente por meia hora. Conversaram normalmente com Pablo, os três como se debaixo da mesa não estivesse acontecendo nada de estranho. Depois da pizza e da cerveja, foi hora de levantar pratos e copos. Belén terminou seu joguinho e… ele disse. —"Gente, vou pro quarto terminar de arrumar minhas coisas e depois ajudo a lavar a louça e os copos". —"Sem problema, Belu! A gente já faz, é pouca coisa". Respondeu Pablo. Noelia, com a buceta encharcada, se limitou a suspirar por não ter seu massagem estimulante. —"É, vai tranquila, a gente já resolve". Quando Belén foi para o quarto, Pablo olhou para Noelia e, como se fossem namoradinhos, a abraçou e disse: —"Te vejo e te noto muito feliz, fico muito contente!".
0 comentários - La Mejor Amiga ▪︎ Capítulo 4