Aqui vai a sexta parte dessa história picante. Deixem seu 10!
Minha namorada e os colegas de trabalho (6)
A noite tinha sido boa, a experiência tinha sido exaustiva e eu apaguei na cama no meio do suor da minha namorada e dos meus três colegas de trabalho.
Mas quando acordei, as imagens do que rolou me atingiram com força, me dando uma vergonha e um arrependimento enormes. A coisa tinha saído do controle.
Fiquei na cama de olhos abertos, parado pra não acordar a Isa e preparando a conversa que queria ter com ela quando acordasse.
– Bom dia – ela cumprimentou, quase uma hora depois, com um sorriso nos lábios.
– Bom dia – respondi, mais sério, refletindo meu nervosismo e mal-estar.
– O que foi? – ela perguntou ao ver minha cara.
Todo o discurso que eu tinha preparado sumiu da minha cabeça, ficou entalado na garganta.
– Não sei, Isa. A parada de ontem...
– Pensei que a gente já tinha falado sobre isso e que tava resolvido – ela disse, sentando séria na cama.
– Sim, não ligo que você me traia, eu curto. Mas ontem acho que passou dos limites. Aqui, em casa. Eu preparei a comida pra eles. Você recebeu eles quase pelada. Porra, Isa, até comeu a gozada deles num prato. Parecia um filme pornô.
Ela virou pra mim, calma. Se aproximou e sorriu de novo com doçura.
– Eu não fiz nada do que deva me arrepender. Fiz tudo sabendo o que tava fazendo e curtindo cada momento, e acho que você também, mesmo que agora não veja assim.
Ela fez uma pausa e acariciou meu rosto sem eu falar nada.
– Me diverti pra caralho. Gozei como nunca. E não foi só por ter dado pra três caras com três paus enormes que comem como bestas. O mais importante, o que mais me excitou e me deixou com mais tesão, é que fiz por você.
Ela fez outra pausa pra beijar meus lábios com suavidade. Eu, de novo, não falei nada. E o pior é que eu tava sentindo meu pau endurecer, perdendo toda minha convicção.
– Sim, era um filme pornô e eu era a atriz principal. atriz. Mas era um filme pornô só e exclusivamente pra você. E é isso que eu mais gosto, o que mais me deixa com tesão, ser sua atriz pornô favorita, ver como você fica duro e goza me vendo sendo fodida—
Enquanto falava, se aproximava mais do meu ouvido e baixava o volume pra fazer uma voz mais sensual. Eu já tinha perdido. Minha pica tava dura e eu rendido a ela.
—E sim, fui muito puta lambendo a gozada dele de um prato. Mas você comeu a gozada do César da minha buceta— disse pegando na minha pica debaixo do cobertor —Você é um porco— finalizou com um sorriso e enfiando a língua na minha boca.
Já não tinha força pra discutir. Não tinha arrependimento. Não tinha vergonha. A mão da Isa se movia pra cima e pra baixo na minha pica enquanto nossas línguas se enroscavam.
As imagens do dia anterior voltaram na minha cabeça. Mas dessa vez não tinha vergonha nem arrependimento. Tinha excitação e aceitação.
"Você é um porco", pensei.
Isa montou em mim. Cuspiu na mão e passou na minha pica e me olhou.
—Ainda tô com a buceta suja. Você vai meter sua pica no meio dos restos dos meus machos. Tá pronto, porco?—
Eu assenti. Ela me beijou e sentou na minha pica. Entrou sem problema até o fundo. Normal depois dos três pauzões enormes que tinham fodido ela ontem à noite.
—Cê gosta, corno? Gosta da buceta usada da puta da sua namorada? Da sua atriz pornô favorita?—
—Sim, muito— consegui dizer já na beira do orgasmo depois de uns minutos com ela em cima quicando.
—Goza, corno. Goza onde ontem o meu macho gozou—
—Ahhh, porra— gritei.
Caí na cama. Isa saiu de cima e colocou a mão na buceta dela. Empurrou minha gozada, pouca depois das duas da noite anterior, e levou à boca.
—Não é tão ruim. Mas já comi melhores— disse sorrindo pra mim.
Me beijou e levantou da cama.
—E você? Não quer que eu continue?—
—Já tive o suficiente ontem por enquanto. E quem sabe? É sábado, pode ser que hoje à tarde eu aumente esses chifres um pouquinho mais— disse rindo e fazendo o gesto de chifre com a mão.
Passamos a Manhã tranquila, nós dois estávamos cansados e sem muita vontade de sair de casa. Aproveitamos para deixar o apê em dia, recolhemos, limpamos e trocamos os lençóis da cama.
—Que pena, dormi tão bem no cheiro das minhas desgraças— disse Isa ao tirar o lençol.
Depois de comer, sentamos no sofá e vi Isa recebendo mensagens no celular. Pela cara de alegria, não foi difícil perceber que era o César quem tava escrevendo.
Isa ria e respondia as mensagens, até que mudou de expressão, ficou séria, até meio puta ou preocupada.
—O que foi?— perguntei.
—Nada. É o César.
—Já imaginava. Mas por que você ficou tão séria assim?
—Por nada. Besteira.
—Tá, mas não vai me contar mesmo?— perguntei.
—Desculpa. Você tem razão— ela respondeu, baixando o celular e me olhando.
—O que foi?— perguntei de novo.
—É o César. Ele quer se encontrar hoje à tarde.
—E você não quer?— perguntei com uma sensação entre estranheza e alívio.
—Claro que quero— ela disse, destruindo o alívio que eu sentia.
—Então?
—É que ele quer me comer no cu.
Isa não era virgem no cu. Ela já tinha me contado que com o ex fazia de vez em quando e que gostava, embora não tanto quanto ser comida na buceta. E como eu não aguento muito, a gente deixou o sexo anal de lado desde o começo, então ela tava há mais de cinco anos sem receber uma pica no cu.
Me mexi desconfortável no sofá, tentando disfarçar a pequena ereção que me deu ao imaginar a pica enorme do César entrando no cu da minha mina.
—E você não quer? Então fala que não e pronto.
—Não quero. Bom, não sei. Sinto falta de ser comida no cu, mas aquele filho da puta tem uma pica enorme, nunca meteram uma assim no meu cu.
—É, entendo— falei de novo, tentando esconder como tava ficando duro.
Isa me olhou com uma cara interrogativa e esticou a mão pro meu volume.
—Você é um porco do caralho. Ficou duro.
—Não... Não é por isso.
—Tá, claro— disse irônica.
—Desculpa, não sei por que aconteceu.
—Porque você é um porco e Quer ver como aquele filho da puta come a sua namorada e arrebenta o cu dela com aquela vara?
Olhei para baixo, envergonhado, porque ele tinha razão e eu me sentia mal.
— Mas se você não quiser, não precisa, amor. Entendo que ele tem uma pica muito grande, é demais —
Isa fez uma pausa, me olhando séria no rosto.
— Quero que fique bem claro pra você: você nunca vai meter em meu cu —
— Tudo bem. Não me importa, você sabe. Se o César ficar muito insistente nisso, podemos procurar outro —
— Você não entendeu, amor — Ela fez uma pausa, me olhando de novo — Vou dizer ao César pra vir. Ele vai me foder de novo na sua cama. E vai me dar no cu, vai me arrebentar, vai rasgar e vai fazer na sua cara. Você vai ver como me abrem ao meio por um buraco que seu pintinho nunca vai entrar. Entendeu? —
A cara de Isa refletia uma mistura de tesão e raiva que me aterrorizou. Engoli seco e concordei.
— Então vou chamar meu homem pra vir foder meu cu, cuck — disse agora com um sorriso.
Isa escreveu a mensagem e César respondeu quase na hora.
— Daqui a umas horas ele tá aqui. Vou me preparar —
Ela me beijou com um sorriso e se levantou do sofá. Eu fiquei ali, com a televisão ligada mas sem olhar pra ela. Toda minha atenção no barulho da água do chuveiro, na Isa indo pro quarto nua e voltando pro banheiro.
— Como você me vê? Acha que ele vai gostar? —
Ela saiu do quarto com o cabelo preso em duas marias-chiquinhas, maquiada com uns lábios vermelhos lindos, uma camisa branca aberta deixando ver o sutiã preto de renda que usava e amarrada debaixo dos peitos, mostrando as cadeiras. Uma saia colegial, vermelha e preta, e umas meias brancas até os joelhos. Ela estava uma gostosa.
— Ele seria louco se não gostasse — falei
— Obrigada, amor — disse me beijando — Então tô pronta pra levar uma pirocada no cu na sua cara — completou com os lábios colados nos meus.
A campainha tocou bem naquela hora.
— Lá está meu homem. Você abre? —
— Vou —
Abri o portão e esperei junto à porta. César subiu no elevador. Isa esperava atrás de mim, na sala.
— Oi — cumprimentei, nervoso, ao ver o César.
— Beleza? Pronto pra ver eu foder o cu da sua namorada, corno? — ele falou, ainda no patamar, bem mais alto do que eu gostaria.
— Sim. Entra — falei, querendo que ele se mandasse logo dali.
— Tá com pressa pra eu fazer esses chifres crescerem, hein? — disse ao passar do meu lado.
Ele entrou e foi pra sala, onde Isa esperava em pé.
— Uff, gata, você tá incrível — ele disse, chegando perto dela e dando um beijão, enfiando as mãos por baixo da saia pra agarrar a bunda dela com força.
— Muito obrigada — respondeu Isa depois do beijo, se afastando dele — Gostou? — falou, se virando pra César ver o look todo.
— Você tá uma gostosa — ele disse, levando a mão no próprio pau — Acho que minha amiga também gostou. Ela ficou dura.
— Sua amiga tá sempre dura — Isa falou, passando a mão na rola do César por cima da calça.
— Não tem tanta pressa, putinha. Primeiro vamos tomar algo, né?
— Claro — ela disse.
— Traz duas cervejas — César falou, olhando pra mim.
Fui pra cozinha e voltei com as duas cervejas. César tinha sentado no sofá, e minha namorada tava sentada no colo dele, se comendo de boca.
— Aqui estão — falei, me sentindo um idiota com as cervejas na mão, esperando eles terminarem de se beijar.
— Deixa aí e senta no seu lugar — Isa me disse, apontando pra poltrona.
César não conseguiu segurar a risada ao ver como eu obedecia minha namorada.
— Tira a roupa. Tudo.
Me despi, envergonhado por estar com o pau duro enquanto eles ainda nem tinham tirado a roupa. Os dois me olharam e riram ao ver minha ereção.
— Sabe de uma coisa? Não tava certa se queria que você fodesse meu cu. Foi ele quem me convenceu.
— Sério?
— Sim, assim que comentei, ele ficou de pau duro, igual agora. Aí pensei que, se meu namorado queria que você me comesse pelo cu, eu devia fazer isso por ele.
— Então valeu, corno — disse César.
— Ele nunca meteu lá e nunca vai. Jamais. Na vida dela, essa piroquinha pequena que ela tem vai entrar onde você vai meter esse rabão enorme hoje.
Queria me envergonhar, me sentir mal e magoado. Mas não dava, a excitação me dominava. Porra, de verdade eu preferia ver o César foder o cu da minha namorada do que fazer eu mesmo.
— Tudo pra deixar o chefão feliz. Por que você não começa me fazendo um boquete? Pra seu namorado ver como você chupa uma pica de verdade.
Isa beijou ele e se deixou cair no chão até ficar de joelhos entre as pernas do César. Abriu a calça dele e puxou até os tornozelos. Ele não tava de cueca, então a pica dele ficou livre, balançando na cara da Isa, que olhava com devoção e fome.
— Olha, amor, não acha que é uma pica maravilhosa? — ela disse, me encarando e segurando a pica do César com a mão.
— Sim, é — eu falei.
— Uma pica linda, grande e grossa que vai entrar no cu da sua namorada.
— Sim — eu disse, engolindo saliva, imaginando o cu da minha namorada sendo perfurado por aquela ferramenta.
Isa voltou a atenção pro César e enfiou a pica dele na boca, quase toda, olhando nos olhos dele enquanto fazia isso. Dava pra ver que já tava acostumada com ela e se virava bem, conseguindo enfiar quase todo aquele rabo na boca com conforto.
César curtia o boquete da minha namorada, com uma cara que mostrava autoridade e superioridade. Olhava nos olhos da Isa como quem aprova o trabalho e dava umas olhadas na minha direção pra garantir que eu tava prestando atenção em como minha namorada chupava a pica dele.
Eu sentia uma certa raiva, ciúme e vergonha dentro de mim. Mas a excitação era muito maior que o resto dos sentimentos. Brigava comigo mesmo pra não me masturbar, e não por vergonha, mas porque queria aproveitar mais tempo o espetáculo e sabia que não aguentaria muito se começasse a me tocar.
— Cada dia você chupa melhor, gata.
— Obrigada.
— Dá pra ver que você tá aprendendo a lidar com pica preta.
— Sim, adoro pica preta — disse Isa com a pica do César colada nos lábios. lábios.
—Mais do que a piroquinha branca do teu namorado?
—Sim, muito mais. Eu só quero pica preta.
—Que puta você é.
César puxou o cabelo da minha namorada até colocá-la de pé. Virou ela, deixando Isa de frente pra mim, e agarrou os peitos dela por trás.
—Senta, gata, deixa teu namorado ver a cara que você faz quando enfia uma pica preta.
Isa concordou me olhando e sorriu. Agarrou a pica do César com a mão, abriu as pernas e foi sentando devagar nela, enchendo a buceta sem parar de me encarar.
—Tô amando, amor. Essa pica me preenche e me deixa louca — disse ela.
Eu concordei feito um idiota e levei a mão na minha pica, sem aguentar mais a tentação. Isa sorriu por isso, feliz por me dar um espetáculo tão bom que eu não conseguia resistir.
—Com certeza sua buceta já é feita pra pica preta. Vamos ver o que rola com teu cu hoje, gata.
—Mmm — gemeu minha namorada com a pica do César enfiada toda na buceta dela — Me fode.
Ela mesma começou a subir e descer, a se foder na pica do César. Tentava manter o olhar em mim, mas os olhos dela fechavam e viravam branco. Tava curtindo pra caralho mesmo.
—Fala pro teu namorado o que você sente, gata. Deixa ele saber o quanto você ama minha pica.
—Tô amando, amor. É a melhor pica que já enfiaram em mim, tão grande, tão grossa. É perfeita, meu amor — disse ela, agora sim me olhando fixo.
Acelerei o ritmo da minha punheta sem perceber, tava excitante demais.
—Não para, amor. Bate uma. Goza vendo ela ser fodida.
Isa se mexia cada vez mais rápido pra cima e pra baixo. Tava curtindo, gozando e não parava de gemer.
Eu não aguentei mais e gemi avisando que ia gozar. Isa abriu os olhos e me olhou. Viu eu gozar no meu umbigo e sorriu pra mim sem parar de quicar na pica do macho dela.
—Não para, meu amor, continua te tocando. Ainda tem muita coisa pra ver.
Isa continuou quicando. Eu continuei mexendo minha pica até ela ficar dura de novo, com minha gozada ainda escorrendo pelas minhas pernas.
—Chegou a hora, gata. — Preparada? — disse César.
— Sim, fode meu cu. Deixa meu namorado ver o que ele nunca vai provar.
César tirou minha namorada de cima dele e a colocou no sofá de quatro, com a cabeça encostada no encosto. Cuspiu no cu dela e começou enfiando um dedo pra dilatar.
— Uff — gemeu Isa.
— Se isso já dói, acho que não tá preparada pra minha pica.
— Tô sim. Não para, abre meu cu — pediu Isa, magoada com o comentário.
Depois de algumas penetrações com um dedo, César passou a enfiar dois. Isa tinha relaxado e parecia aceitar cada vez melhor. Como se o cu dela tivesse se acostumado de novo a ser penetrado.
— Me fode — pediu ela.
— Tem certeza, gostosa?
— Sim, quero que você arrebente meu cu.
— Vamos nessa.
— Espera — disse Isa quando a pica de César já estava na entrada do cu dela.
— Já se arrependeu? — disse César rindo.
— Não. Amor, vem cá, quero que você veja de perto como ele arrebenta meu cu.
César riu da ideia, e eu me levantei do sofá pra chegar perto deles.
— De joelhos. Coloca tua cara bem grudada no meu cu. Queria ver como te comiam? Vai ver em primeiríssimo plano.
Obedeci. Minha cara ficou a centímetros do cu da Isa e, portanto, da pica do César. Dali, ela parecia tão grande, tão grossa, dava pra ver as veias. Parecia impossível que aquilo coubesse no cuzinho da minha namorada.
— Ah, porra! — protestou Isa quando César empurrou a pica no cu dela — Não para.
César continuou empurrando. Isa respirava fundo e tentava relaxar, embora a cara dela mostrasse mais dor que prazer.
— É isso que você queria ver? — disse Isa me puxando pelo cabelo — Você é um porco do caralho, um pervertido, um safado.
Eu queria, mas não conseguia me sentir mal. Levei a mão na minha pica e comecei a me tocar enquanto Isa puxava meu cabelo pra grudar minha cara no cu dela e eu via César ganhando centímetro por centímetro lá dentro.
— Porra, você me mata, filho da puta — disse ela — Não para.
— Que gostosa você é — disse César rindo.
Finalmente, a pica do César entrou completamente no cu da Isa. Foi devagar e, com certeza, doloroso pra ela. Mas foi incrível e muito excitante pra mim, que tinha acelerado o ritmo da minha punheta.
– Já tá dentro, foxy –
– Ah, porra, muito obrigada – disse minha namorada – Você gosta de ser cuck? Gosta de como abriram meu cu na sua cara de puta? Responde –
– Sim, eu gosto – falei pateticamente sem soltar meu pau.
– Você é um porco. Agora vão me foder onde você nunca vai meter –
Ela olhou pro César e assentiu. Ele começou então a tirar o pau devagar e a penetrar ela de novo. Isa não conseguiu evitar mostrar um pouco de dor no rosto.
Aos poucos, César foi aumentando o ritmo, Isa foi relaxando e a cara dela começou a mostrar mais prazer que dor.
– Mais – pediu
– Que foxy você é – respondeu César dando um tapa na bunda dela antes de acelerar.
– Sim, sou muito foxy –
César aumentou o ritmo. Logo tava fodendo o cu da minha namorada como se fosse a buceta dela e ela curtia quase igual.
Isa levou a mão na própria buceta pra se masturbar enquanto recebia as estocadas do César no cu e gemia igual uma louca pedindo mais.
Eu gozei de novo, de joelhos no chão, tentando disfarçar. Gozei e continuei batendo uma no meu pau que já tava amolecendo.
– Cuck filho da puta – disse Isa, que tinha visto eu gozar.
Continuaram fodendo. Isa gozou esfregando a buceta e recebendo a dureza do César no cu. Meu pau endureceu de novo e eu quase gozei pela terceira vez antes do César anunciar a gozada dele. Que diferença entre aquele homem e eu.
– Onde você quer a gozada, cuck? Quer que eu deixe no cu dela pra você lamber de novo? – disse César me olhando e rindo.
– Sim, goza no meu cu. O cuck tá morrendo de vontade de provar sua porra de novo, não tá? –
– Tô, sim – falei sabendo que era o que a Isa queria ouvir.
– Porco – ela me disse.
– Então aí tem sua comida, cuck – disse César acelerando até gozar dentro da minha namorada.
– Ai, Deus – gemeu minha namorada sentindo a gozada no cu. Acelerou os movimentos da mão e gozou de novinha caindo no sofá exausta.
—Parabéns, putinha, poucas aguentam tanto essa pica no cu assim.
—Muito obrigada— respondeu Isa quase sem voz—Tá esperando o quê, corno? Vai comer.
César riu de novo e eu me aproximei da bunda da minha namorada sem parar de me masturbar. Lambi as nádegas dela, ela as abriu pra me dar acesso ao cu dela. Era inacreditável o quanto ele tinha ficado aberto, e ainda mais com a gozada do César escorrendo aos poucos do buraco dela. A imagem foi muito forte e excitante. Isso, somado ao tesão de lamber a porra do macho dela, foi demais e eu gozei no chão pela terceira vez.
—Vou indo, casal. Foi muito divertido.
—Muito obrigada. Valeu por foder meu cu— respondeu Isa enquanto eu continuava comendo a gozada do cu dela.
César vestiu a roupa e foi embora. Eu e Isa ficamos largados, ela no sofá e eu no chão com o rosto apoiado na bunda dela.
—Tá bem? Doeu muito?— perguntei depois de alguns minutos.
—Tô ótima. Foi incrível. Você gostou?
—Sim, muito— falei meio envergonhado.
Isa me puxou pra perto dela e me beijou.
—Mmm, que gostosa sua boca— disse rindo.
Eu abaixei a cabeça, mais envergonhado, mas ela a levantou com um dedo no meu queixo.
—Eu te amo— disse com outro beijo.
—Eu amo você mais— respondi.
Minha namorada e os colegas de trabalho (6)
A noite tinha sido boa, a experiência tinha sido exaustiva e eu apaguei na cama no meio do suor da minha namorada e dos meus três colegas de trabalho.
Mas quando acordei, as imagens do que rolou me atingiram com força, me dando uma vergonha e um arrependimento enormes. A coisa tinha saído do controle.
Fiquei na cama de olhos abertos, parado pra não acordar a Isa e preparando a conversa que queria ter com ela quando acordasse.
– Bom dia – ela cumprimentou, quase uma hora depois, com um sorriso nos lábios.
– Bom dia – respondi, mais sério, refletindo meu nervosismo e mal-estar.
– O que foi? – ela perguntou ao ver minha cara.
Todo o discurso que eu tinha preparado sumiu da minha cabeça, ficou entalado na garganta.
– Não sei, Isa. A parada de ontem...
– Pensei que a gente já tinha falado sobre isso e que tava resolvido – ela disse, sentando séria na cama.
– Sim, não ligo que você me traia, eu curto. Mas ontem acho que passou dos limites. Aqui, em casa. Eu preparei a comida pra eles. Você recebeu eles quase pelada. Porra, Isa, até comeu a gozada deles num prato. Parecia um filme pornô.
Ela virou pra mim, calma. Se aproximou e sorriu de novo com doçura.
– Eu não fiz nada do que deva me arrepender. Fiz tudo sabendo o que tava fazendo e curtindo cada momento, e acho que você também, mesmo que agora não veja assim.
Ela fez uma pausa e acariciou meu rosto sem eu falar nada.
– Me diverti pra caralho. Gozei como nunca. E não foi só por ter dado pra três caras com três paus enormes que comem como bestas. O mais importante, o que mais me excitou e me deixou com mais tesão, é que fiz por você.
Ela fez outra pausa pra beijar meus lábios com suavidade. Eu, de novo, não falei nada. E o pior é que eu tava sentindo meu pau endurecer, perdendo toda minha convicção.
– Sim, era um filme pornô e eu era a atriz principal. atriz. Mas era um filme pornô só e exclusivamente pra você. E é isso que eu mais gosto, o que mais me deixa com tesão, ser sua atriz pornô favorita, ver como você fica duro e goza me vendo sendo fodida—
Enquanto falava, se aproximava mais do meu ouvido e baixava o volume pra fazer uma voz mais sensual. Eu já tinha perdido. Minha pica tava dura e eu rendido a ela.
—E sim, fui muito puta lambendo a gozada dele de um prato. Mas você comeu a gozada do César da minha buceta— disse pegando na minha pica debaixo do cobertor —Você é um porco— finalizou com um sorriso e enfiando a língua na minha boca.
Já não tinha força pra discutir. Não tinha arrependimento. Não tinha vergonha. A mão da Isa se movia pra cima e pra baixo na minha pica enquanto nossas línguas se enroscavam.
As imagens do dia anterior voltaram na minha cabeça. Mas dessa vez não tinha vergonha nem arrependimento. Tinha excitação e aceitação.
"Você é um porco", pensei.
Isa montou em mim. Cuspiu na mão e passou na minha pica e me olhou.
—Ainda tô com a buceta suja. Você vai meter sua pica no meio dos restos dos meus machos. Tá pronto, porco?—
Eu assenti. Ela me beijou e sentou na minha pica. Entrou sem problema até o fundo. Normal depois dos três pauzões enormes que tinham fodido ela ontem à noite.
—Cê gosta, corno? Gosta da buceta usada da puta da sua namorada? Da sua atriz pornô favorita?—
—Sim, muito— consegui dizer já na beira do orgasmo depois de uns minutos com ela em cima quicando.
—Goza, corno. Goza onde ontem o meu macho gozou—
—Ahhh, porra— gritei.
Caí na cama. Isa saiu de cima e colocou a mão na buceta dela. Empurrou minha gozada, pouca depois das duas da noite anterior, e levou à boca.
—Não é tão ruim. Mas já comi melhores— disse sorrindo pra mim.
Me beijou e levantou da cama.
—E você? Não quer que eu continue?—
—Já tive o suficiente ontem por enquanto. E quem sabe? É sábado, pode ser que hoje à tarde eu aumente esses chifres um pouquinho mais— disse rindo e fazendo o gesto de chifre com a mão.
Passamos a Manhã tranquila, nós dois estávamos cansados e sem muita vontade de sair de casa. Aproveitamos para deixar o apê em dia, recolhemos, limpamos e trocamos os lençóis da cama.
—Que pena, dormi tão bem no cheiro das minhas desgraças— disse Isa ao tirar o lençol.
Depois de comer, sentamos no sofá e vi Isa recebendo mensagens no celular. Pela cara de alegria, não foi difícil perceber que era o César quem tava escrevendo.
Isa ria e respondia as mensagens, até que mudou de expressão, ficou séria, até meio puta ou preocupada.
—O que foi?— perguntei.
—Nada. É o César.
—Já imaginava. Mas por que você ficou tão séria assim?
—Por nada. Besteira.
—Tá, mas não vai me contar mesmo?— perguntei.
—Desculpa. Você tem razão— ela respondeu, baixando o celular e me olhando.
—O que foi?— perguntei de novo.
—É o César. Ele quer se encontrar hoje à tarde.
—E você não quer?— perguntei com uma sensação entre estranheza e alívio.
—Claro que quero— ela disse, destruindo o alívio que eu sentia.
—Então?
—É que ele quer me comer no cu.
Isa não era virgem no cu. Ela já tinha me contado que com o ex fazia de vez em quando e que gostava, embora não tanto quanto ser comida na buceta. E como eu não aguento muito, a gente deixou o sexo anal de lado desde o começo, então ela tava há mais de cinco anos sem receber uma pica no cu.
Me mexi desconfortável no sofá, tentando disfarçar a pequena ereção que me deu ao imaginar a pica enorme do César entrando no cu da minha mina.
—E você não quer? Então fala que não e pronto.
—Não quero. Bom, não sei. Sinto falta de ser comida no cu, mas aquele filho da puta tem uma pica enorme, nunca meteram uma assim no meu cu.
—É, entendo— falei de novo, tentando esconder como tava ficando duro.
Isa me olhou com uma cara interrogativa e esticou a mão pro meu volume.
—Você é um porco do caralho. Ficou duro.
—Não... Não é por isso.
—Tá, claro— disse irônica.
—Desculpa, não sei por que aconteceu.
—Porque você é um porco e Quer ver como aquele filho da puta come a sua namorada e arrebenta o cu dela com aquela vara?
Olhei para baixo, envergonhado, porque ele tinha razão e eu me sentia mal.
— Mas se você não quiser, não precisa, amor. Entendo que ele tem uma pica muito grande, é demais —
Isa fez uma pausa, me olhando séria no rosto.
— Quero que fique bem claro pra você: você nunca vai meter em meu cu —
— Tudo bem. Não me importa, você sabe. Se o César ficar muito insistente nisso, podemos procurar outro —
— Você não entendeu, amor — Ela fez uma pausa, me olhando de novo — Vou dizer ao César pra vir. Ele vai me foder de novo na sua cama. E vai me dar no cu, vai me arrebentar, vai rasgar e vai fazer na sua cara. Você vai ver como me abrem ao meio por um buraco que seu pintinho nunca vai entrar. Entendeu? —
A cara de Isa refletia uma mistura de tesão e raiva que me aterrorizou. Engoli seco e concordei.
— Então vou chamar meu homem pra vir foder meu cu, cuck — disse agora com um sorriso.
Isa escreveu a mensagem e César respondeu quase na hora.
— Daqui a umas horas ele tá aqui. Vou me preparar —
Ela me beijou com um sorriso e se levantou do sofá. Eu fiquei ali, com a televisão ligada mas sem olhar pra ela. Toda minha atenção no barulho da água do chuveiro, na Isa indo pro quarto nua e voltando pro banheiro.
— Como você me vê? Acha que ele vai gostar? —
Ela saiu do quarto com o cabelo preso em duas marias-chiquinhas, maquiada com uns lábios vermelhos lindos, uma camisa branca aberta deixando ver o sutiã preto de renda que usava e amarrada debaixo dos peitos, mostrando as cadeiras. Uma saia colegial, vermelha e preta, e umas meias brancas até os joelhos. Ela estava uma gostosa.
— Ele seria louco se não gostasse — falei
— Obrigada, amor — disse me beijando — Então tô pronta pra levar uma pirocada no cu na sua cara — completou com os lábios colados nos meus.
A campainha tocou bem naquela hora.
— Lá está meu homem. Você abre? —
— Vou —
Abri o portão e esperei junto à porta. César subiu no elevador. Isa esperava atrás de mim, na sala.
— Oi — cumprimentei, nervoso, ao ver o César.
— Beleza? Pronto pra ver eu foder o cu da sua namorada, corno? — ele falou, ainda no patamar, bem mais alto do que eu gostaria.
— Sim. Entra — falei, querendo que ele se mandasse logo dali.
— Tá com pressa pra eu fazer esses chifres crescerem, hein? — disse ao passar do meu lado.
Ele entrou e foi pra sala, onde Isa esperava em pé.
— Uff, gata, você tá incrível — ele disse, chegando perto dela e dando um beijão, enfiando as mãos por baixo da saia pra agarrar a bunda dela com força.
— Muito obrigada — respondeu Isa depois do beijo, se afastando dele — Gostou? — falou, se virando pra César ver o look todo.
— Você tá uma gostosa — ele disse, levando a mão no próprio pau — Acho que minha amiga também gostou. Ela ficou dura.
— Sua amiga tá sempre dura — Isa falou, passando a mão na rola do César por cima da calça.
— Não tem tanta pressa, putinha. Primeiro vamos tomar algo, né?
— Claro — ela disse.
— Traz duas cervejas — César falou, olhando pra mim.
Fui pra cozinha e voltei com as duas cervejas. César tinha sentado no sofá, e minha namorada tava sentada no colo dele, se comendo de boca.
— Aqui estão — falei, me sentindo um idiota com as cervejas na mão, esperando eles terminarem de se beijar.
— Deixa aí e senta no seu lugar — Isa me disse, apontando pra poltrona.
César não conseguiu segurar a risada ao ver como eu obedecia minha namorada.
— Tira a roupa. Tudo.
Me despi, envergonhado por estar com o pau duro enquanto eles ainda nem tinham tirado a roupa. Os dois me olharam e riram ao ver minha ereção.
— Sabe de uma coisa? Não tava certa se queria que você fodesse meu cu. Foi ele quem me convenceu.
— Sério?
— Sim, assim que comentei, ele ficou de pau duro, igual agora. Aí pensei que, se meu namorado queria que você me comesse pelo cu, eu devia fazer isso por ele.
— Então valeu, corno — disse César.
— Ele nunca meteu lá e nunca vai. Jamais. Na vida dela, essa piroquinha pequena que ela tem vai entrar onde você vai meter esse rabão enorme hoje.
Queria me envergonhar, me sentir mal e magoado. Mas não dava, a excitação me dominava. Porra, de verdade eu preferia ver o César foder o cu da minha namorada do que fazer eu mesmo.
— Tudo pra deixar o chefão feliz. Por que você não começa me fazendo um boquete? Pra seu namorado ver como você chupa uma pica de verdade.
Isa beijou ele e se deixou cair no chão até ficar de joelhos entre as pernas do César. Abriu a calça dele e puxou até os tornozelos. Ele não tava de cueca, então a pica dele ficou livre, balançando na cara da Isa, que olhava com devoção e fome.
— Olha, amor, não acha que é uma pica maravilhosa? — ela disse, me encarando e segurando a pica do César com a mão.
— Sim, é — eu falei.
— Uma pica linda, grande e grossa que vai entrar no cu da sua namorada.
— Sim — eu disse, engolindo saliva, imaginando o cu da minha namorada sendo perfurado por aquela ferramenta.
Isa voltou a atenção pro César e enfiou a pica dele na boca, quase toda, olhando nos olhos dele enquanto fazia isso. Dava pra ver que já tava acostumada com ela e se virava bem, conseguindo enfiar quase todo aquele rabo na boca com conforto.
César curtia o boquete da minha namorada, com uma cara que mostrava autoridade e superioridade. Olhava nos olhos da Isa como quem aprova o trabalho e dava umas olhadas na minha direção pra garantir que eu tava prestando atenção em como minha namorada chupava a pica dele.
Eu sentia uma certa raiva, ciúme e vergonha dentro de mim. Mas a excitação era muito maior que o resto dos sentimentos. Brigava comigo mesmo pra não me masturbar, e não por vergonha, mas porque queria aproveitar mais tempo o espetáculo e sabia que não aguentaria muito se começasse a me tocar.
— Cada dia você chupa melhor, gata.
— Obrigada.
— Dá pra ver que você tá aprendendo a lidar com pica preta.
— Sim, adoro pica preta — disse Isa com a pica do César colada nos lábios. lábios.
—Mais do que a piroquinha branca do teu namorado?
—Sim, muito mais. Eu só quero pica preta.
—Que puta você é.
César puxou o cabelo da minha namorada até colocá-la de pé. Virou ela, deixando Isa de frente pra mim, e agarrou os peitos dela por trás.
—Senta, gata, deixa teu namorado ver a cara que você faz quando enfia uma pica preta.
Isa concordou me olhando e sorriu. Agarrou a pica do César com a mão, abriu as pernas e foi sentando devagar nela, enchendo a buceta sem parar de me encarar.
—Tô amando, amor. Essa pica me preenche e me deixa louca — disse ela.
Eu concordei feito um idiota e levei a mão na minha pica, sem aguentar mais a tentação. Isa sorriu por isso, feliz por me dar um espetáculo tão bom que eu não conseguia resistir.
—Com certeza sua buceta já é feita pra pica preta. Vamos ver o que rola com teu cu hoje, gata.
—Mmm — gemeu minha namorada com a pica do César enfiada toda na buceta dela — Me fode.
Ela mesma começou a subir e descer, a se foder na pica do César. Tentava manter o olhar em mim, mas os olhos dela fechavam e viravam branco. Tava curtindo pra caralho mesmo.
—Fala pro teu namorado o que você sente, gata. Deixa ele saber o quanto você ama minha pica.
—Tô amando, amor. É a melhor pica que já enfiaram em mim, tão grande, tão grossa. É perfeita, meu amor — disse ela, agora sim me olhando fixo.
Acelerei o ritmo da minha punheta sem perceber, tava excitante demais.
—Não para, amor. Bate uma. Goza vendo ela ser fodida.
Isa se mexia cada vez mais rápido pra cima e pra baixo. Tava curtindo, gozando e não parava de gemer.
Eu não aguentei mais e gemi avisando que ia gozar. Isa abriu os olhos e me olhou. Viu eu gozar no meu umbigo e sorriu pra mim sem parar de quicar na pica do macho dela.
—Não para, meu amor, continua te tocando. Ainda tem muita coisa pra ver.
Isa continuou quicando. Eu continuei mexendo minha pica até ela ficar dura de novo, com minha gozada ainda escorrendo pelas minhas pernas.
—Chegou a hora, gata. — Preparada? — disse César.
— Sim, fode meu cu. Deixa meu namorado ver o que ele nunca vai provar.
César tirou minha namorada de cima dele e a colocou no sofá de quatro, com a cabeça encostada no encosto. Cuspiu no cu dela e começou enfiando um dedo pra dilatar.
— Uff — gemeu Isa.
— Se isso já dói, acho que não tá preparada pra minha pica.
— Tô sim. Não para, abre meu cu — pediu Isa, magoada com o comentário.
Depois de algumas penetrações com um dedo, César passou a enfiar dois. Isa tinha relaxado e parecia aceitar cada vez melhor. Como se o cu dela tivesse se acostumado de novo a ser penetrado.
— Me fode — pediu ela.
— Tem certeza, gostosa?
— Sim, quero que você arrebente meu cu.
— Vamos nessa.
— Espera — disse Isa quando a pica de César já estava na entrada do cu dela.
— Já se arrependeu? — disse César rindo.
— Não. Amor, vem cá, quero que você veja de perto como ele arrebenta meu cu.
César riu da ideia, e eu me levantei do sofá pra chegar perto deles.
— De joelhos. Coloca tua cara bem grudada no meu cu. Queria ver como te comiam? Vai ver em primeiríssimo plano.
Obedeci. Minha cara ficou a centímetros do cu da Isa e, portanto, da pica do César. Dali, ela parecia tão grande, tão grossa, dava pra ver as veias. Parecia impossível que aquilo coubesse no cuzinho da minha namorada.
— Ah, porra! — protestou Isa quando César empurrou a pica no cu dela — Não para.
César continuou empurrando. Isa respirava fundo e tentava relaxar, embora a cara dela mostrasse mais dor que prazer.
— É isso que você queria ver? — disse Isa me puxando pelo cabelo — Você é um porco do caralho, um pervertido, um safado.
Eu queria, mas não conseguia me sentir mal. Levei a mão na minha pica e comecei a me tocar enquanto Isa puxava meu cabelo pra grudar minha cara no cu dela e eu via César ganhando centímetro por centímetro lá dentro.
— Porra, você me mata, filho da puta — disse ela — Não para.
— Que gostosa você é — disse César rindo.
Finalmente, a pica do César entrou completamente no cu da Isa. Foi devagar e, com certeza, doloroso pra ela. Mas foi incrível e muito excitante pra mim, que tinha acelerado o ritmo da minha punheta.
– Já tá dentro, foxy –
– Ah, porra, muito obrigada – disse minha namorada – Você gosta de ser cuck? Gosta de como abriram meu cu na sua cara de puta? Responde –
– Sim, eu gosto – falei pateticamente sem soltar meu pau.
– Você é um porco. Agora vão me foder onde você nunca vai meter –
Ela olhou pro César e assentiu. Ele começou então a tirar o pau devagar e a penetrar ela de novo. Isa não conseguiu evitar mostrar um pouco de dor no rosto.
Aos poucos, César foi aumentando o ritmo, Isa foi relaxando e a cara dela começou a mostrar mais prazer que dor.
– Mais – pediu
– Que foxy você é – respondeu César dando um tapa na bunda dela antes de acelerar.
– Sim, sou muito foxy –
César aumentou o ritmo. Logo tava fodendo o cu da minha namorada como se fosse a buceta dela e ela curtia quase igual.
Isa levou a mão na própria buceta pra se masturbar enquanto recebia as estocadas do César no cu e gemia igual uma louca pedindo mais.
Eu gozei de novo, de joelhos no chão, tentando disfarçar. Gozei e continuei batendo uma no meu pau que já tava amolecendo.
– Cuck filho da puta – disse Isa, que tinha visto eu gozar.
Continuaram fodendo. Isa gozou esfregando a buceta e recebendo a dureza do César no cu. Meu pau endureceu de novo e eu quase gozei pela terceira vez antes do César anunciar a gozada dele. Que diferença entre aquele homem e eu.
– Onde você quer a gozada, cuck? Quer que eu deixe no cu dela pra você lamber de novo? – disse César me olhando e rindo.
– Sim, goza no meu cu. O cuck tá morrendo de vontade de provar sua porra de novo, não tá? –
– Tô, sim – falei sabendo que era o que a Isa queria ouvir.
– Porco – ela me disse.
– Então aí tem sua comida, cuck – disse César acelerando até gozar dentro da minha namorada.
– Ai, Deus – gemeu minha namorada sentindo a gozada no cu. Acelerou os movimentos da mão e gozou de novinha caindo no sofá exausta.
—Parabéns, putinha, poucas aguentam tanto essa pica no cu assim.
—Muito obrigada— respondeu Isa quase sem voz—Tá esperando o quê, corno? Vai comer.
César riu de novo e eu me aproximei da bunda da minha namorada sem parar de me masturbar. Lambi as nádegas dela, ela as abriu pra me dar acesso ao cu dela. Era inacreditável o quanto ele tinha ficado aberto, e ainda mais com a gozada do César escorrendo aos poucos do buraco dela. A imagem foi muito forte e excitante. Isso, somado ao tesão de lamber a porra do macho dela, foi demais e eu gozei no chão pela terceira vez.
—Vou indo, casal. Foi muito divertido.
—Muito obrigada. Valeu por foder meu cu— respondeu Isa enquanto eu continuava comendo a gozada do cu dela.
César vestiu a roupa e foi embora. Eu e Isa ficamos largados, ela no sofá e eu no chão com o rosto apoiado na bunda dela.
—Tá bem? Doeu muito?— perguntei depois de alguns minutos.
—Tô ótima. Foi incrível. Você gostou?
—Sim, muito— falei meio envergonhado.
Isa me puxou pra perto dela e me beijou.
—Mmm, que gostosa sua boca— disse rindo.
Eu abaixei a cabeça, mais envergonhado, mas ela a levantou com um dedo no meu queixo.
—Eu te amo— disse com outro beijo.
—Eu amo você mais— respondi.
2 comentários - Minha namorada e os colegas de trabalho (parte 6)