O sol da manhã passava pelas persianas do apartamento de Puerto Madero, desenhando linhas douradas na pele bronzeada da mãe de Agustina. Aos quarenta anos, ela era um monumento à perfeição mantida: 92-60-90 que desafiavam a biologia, olhos verdes como esmeraldas líquidas e uma boca que aprendera a mentir com a mesma facilidade com que sussurrava promessas de prazer.
— Agus, meu amor, se não se apressar, a gente vai se atrasar — disse ela, ajustando o decote de um vestido que custava mais que o salário mensal de um office boy. Os peitos dela se mantinham firmes, desafiadores, como duas promessas de paraíso.
Agus apareceu na moldura da porta, uma versão adolescente da mãe: mesma carinha de anjo pecador, mesmo cabelo castanho caindo em cascata sobre os ombros, mas com um corpo que ainda estava se descobrindo. Aos catorze anos, seus 89-60-90 eram uma prévia da mulher em que se tornaria, e seu uniforme escolar atual — uma saia plissada que terminava bem onde começavam suas bundinhas perfeitas — era uma amostra involuntária dos tesouros que escondia.
— Já vou, mãe. Não entendo por que temos que mudar de colégio se no San Jorge eu tô bem — disse Agus, embora soubesse a resposta. Era sempre a mesma: "conhecidos" que ofereciam "oportunidades".
— Porque este é melhor, querida. E além disso, os diretores são... amigos dos seus admiradores — respondeu a mãe com um sorriso cúmplice, pensando nas noites que Dom Ricardo passara no apartamento dela, explorando cada centímetro do seu corpo com a dedicação de um colecionador de arte.
O colégio "Los Andes" se erguia no Barrio Parque como uma fortaleza de privilégio, paredes de tijolo vermelho cobertas de hera, grades forjadas com brasões de famílias aristocráticas. Na entrada, as esperavam dois caras que encarnavam o poder discreto: Dom Ricardo, com mais de sessenta, num terno de lã que devia custar o que uma família precisava para viver um ano, e Dom Federico, um homem de Cinquenta e poucos anos, com o brilho insaciável de um predador nos olhos.
— Que gostosa! — exclamou Dom Ricardo, abrindo os braços. O abraço na mãe foi uma obra-prima de apropriação, as mãos descendo com naturalidade de predador até a curva perfeita da bunda, onde os dedos afundaram um pouquinho, como se quisessem deixar uma marca invisível de dono.
— E essa deve ser a pequena Agustina — disse Dom Federico, aproximando-se da mocinha. O abraço dele foi igualmente íntimo, a mão direita "escorregando" para as bundinhas da Agus, onde apertou de propósito, sentindo a firmeza juvenil através do tecido do uniforme. Agus prendeu a respiração, sentindo um calor que subia pela espinha como um choque elétrico.
— Eu mesma guio vocês — ofereceu Dom Ricardo com um sorriso que não chegava aos olhos —. Federico, por que não mostra as instalações esportivas enquanto eu levo as damas à biblioteca?
Enquanto caminhavam pelos corredores escuros de madeira, Dom Ricardo ficava estrategicamente atrás, deixando a mão roçar de vez em quando nas bundas da mãe e da filha, como se fossem acidentes no caminho. A mãe não só permitia, como recuava sutilmente em cada "acidente", uma dança de consentimento tácito.Cena 1: A Biblioteca e o BibliotecárioA biblioteca cheirava a couro velho e segredos bem guardados. Estantes de mogno escuro subiam até um teto com afrescos art nouveau, e o silêncio era tão denso que dava pra cortar com uma faca. O bibliotecário, um cara de uns quarenta e cinco anos com óculos de aro grosso e calvície começando, recebeu as duas com um olhar que varreu o corpo delas de cima a baixo, parando com tesão nas tetas da Agus, que marcavam por baixo da blusa do uniforme.
— Senhoritas, permitam-me mostrar nossa seção de literatura clássica — disse, se dirigindo principalmente pra Agus com uma voz que tremia um pouco de luxúria contida —. Temos exemplares muito... valiosos nas estantes de cima.
Agus, com sua saia cinza que mal cobria as bundinhas perfeitas, seguiu o homem até uma escada de madeira. Enquanto ele subia uns degraus pra pegar um livro, Agus subiu atrás. Foi nesse momento que ela sentiu algo duro e quente apertando sua bunda.
— Desculpe — murmurou o bibliotecário, mas não se mexeu pra se afastar. O pau dele ficou firme contra a fresta do rabo dela, se esfregando sutilmente enquanto supostamente procurava o livro.
Agus não se mexeu. Na verdade, empurrou um pouquinho pra trás, sentindo aquele pedaço de carne pulsando contra a bunda virgem. Pela primeira vez, entendeu o poder que o corpo dela tinha sobre os homens.
— Aqui está — disse finalmente, descendo com um tomo antigo encadernado em couro —. Quer dar uma olhada?
Quando Agus estendeu a mão, ele segurou ela suavemente, os dedos acariciando a pele do pulso dela antes de soltar.
— Você tem umas mãos muito finas — comentou em voz baixa, os olhos cravados nos peitos dela —. Devia... cuidar delas.
A mãe observava a cena de baixo, com um sorrisinho quase invisível. Sabia perfeitamente o que estava rolando, e aprovava.Cena 2: O Corredor e o "AcidenteAo sair da biblioteca, eles cruzaram com um grupo de caras que vinham no outro sentido. Dom Ricardo ficou perto de Agus, e quando um dos garotos — um cara de uns dezessete com cara de bonzinho e corpo de atleta — passou perto, Dom Ricardo "tropeçou" sutilmente, empurrando Agus contra o rapaz.
O contato foi inevitável: o corpo de Agus colidiu com o do cara, e naquela fração de segundo, a mão dele "escorregou" e se apoiou firme em um dos peitos dela.
— Desculpa! — exclamou o garoto, tirando a mão como se tivesse se queimado, mas não sem apertar um pouquinho aquela carne jovem e firme.
— Fica tranquila, meu amor — disse Dom Ricardo com um sorriso indulgente. — Esses acidentes acontecem.
Agus sentiu o coração acelerar, não pelo susto, mas pela eletricidade daquele contato furtivo, aquela mão desconhecida apalpando o peito dela por um instante que pareceu eterno.Cena 3: O Laboratório e os "ExperimentosO laboratório de ciências cheirava a formaldeído e hormônios adolescentes. Seu Ricardo as esperava junto com dois jovens que se apresentaram como seus filhos: Ricardo Jr., de dezesseis anos, e Federico Jr., de quinze, versões mais novas e mais safadas dos pais.
— Meus filhos estudam aqui e ajudam com as visitas — explicou Seu Ricardo, enquanto a mão dele "casualmente" deslizava pelas costas de Ricardo Jr., descendo até apertar uma nádega com uma familiaridade paterna que era tudo menos paternal.
— Por que vocês não mostram o laboratório pra elas enquanto eu converso um pouco com a mãe delas? — sugeriu Seu Ricardo, os olhos já brilhando de luxúria antecipada.
Ricardo Jr. se aproximou na hora de Agus.
— Então você se interessa por ciência — disse ele, se posicionando atrás dela enquanto ela fingia examinar um microscópio —. É uma matéria muito... prática.
As mãos dele desceram sobre os ombros dela, depois para as costas, até parar bem em cima da bunda dela. Agus sentiu ele endurecer contra ela, o pau duro do moleque pressionando o rabo dela através da calça do uniforme.
— Tá vendo? — sussurrou ele no ouvido dela, o hálito quente contra a pele —. Tem uns fenômenos naturais bem interessantes pra estudar. A atração, por exemplo.Cena 4: A Mesa de DissecaçãoEnquanto isso, num outro canto do laboratório, o Federico Jr. tinha convencido a mãe do Agus a ajudar ele com um "experimento" que exigia que ela se inclinasse sobre uma mesa de aço inoxidável.
— Preciso que você me ajude a identificar esses espécimes — disse o adolescente, colocando uma bandeja com órgãos conservados na frente dela.
A mãe se inclinou, o decote caindo naturalmente, dando uma visão espetacular das tetas perfeitas dela. Federico Jr. se aproximou, a mão direita "escorregando" sutilmente por baixo da saia da mulher, encontrando o contorno firme das nádegas dela, onde começou a massagear com movimentos circulares.
— Você tem uma postura excelente para a experimentação — sussurrou o jovem no ouvido dela, a respiração quente contra o pescoço da mulher, enquanto a outra mão "ajeitava" o próprio pau duro dele por dentro da calça —. A precisão é chave na ciência.
A mãe respondeu arqueando levemente as costas, permitindo um acesso mais completo às suas curvas. Os olhos dela se encontraram com os da filha no reflexo do metal, e naquele olhar compartilharam um segredo, um pacto silencioso de cumplicidade.Cena 5: O Corredor dos ArmáriosO caminho para a academia passava por um corredor estreito ladeado por armários de metal. Seu Ricardo andava na frente das mulheres, mas parou de repente na frente de um dos lockers, fazendo com que elas parassem bem atrás dele.
—Desculpem, esqueci minha chave —disse ele, virando-se para elas. Nesse movimento, a mão dele "escorregou" e acabou firmemente plantada na bunda da Agus, os dedos se enfiando na fresta do rabo dela por cima da saia do uniforme.
Agus prendeu a respiração, sentindo aqueles dedos experientes explorando a carne jovem dela. Seu Ricardo manteve a posição por um segundo a mais do que o necessário, os olhos dele cravados nos dela com uma intensidade que falava de promessas não ditas.
—Pronto —disse ele por fim, tirando a mão com uma lentidão que era quase um carinho—. Vamos continuar.Cena 6: O Vestiário MasculinoChegando na academia, o Dom Federico sugeriu mostrar as instalações "completas" pra elas.
—Os vestiários são parte importante da experiência educativa —disse ele com um sorriso safado—. Que tal dar uma olhadinha rápida?
O vestiário masculino cheirava a suor, desinfetante e testosterona. Vários chuveiros estavam abertos, e num deles, um moleque de uns dezoito anos se ensaboava sem a menor vergonha, o corpo jovem e musculoso exibido com a arrogância da juventude.
—Como podem ver, a gente incentiva um ambiente de... conforto com o corpo —explicou Dom Federico, enquanto os olhos dele se cravavam nas tetas da mãe do Agus.
O moleque do chuveiro olhou pra elas, sem tentar esconder o interesse. O pau dele começou a crescer devagar, endurecendo debaixo da água quente, até ficar uma ereção impressionante que ele não fez questão nenhuma de esconder.
—Os garotos são bem... expressivos por aqui —comentou Dom Federico com um sorriso.
Agus sentiu um calor subindo pelo corpo, os olhos fixos naquele pau jovem e duro, o primeiro que via ao vivo e a cores. Sentiu a bucetinha ficar molhada, uma resposta involuntária àquela exibição de masculinidade.Cena 7: A Piscina e o "AcidenteA piscina cheirava a cloro e a dinheiro. A água azul brilhava sob a luz do sol que entrava pelas janelas, e vários alunos nadavam ou descansavam nas cadeiras ao redor.
— Temos uma equipe de natação excelente — explicou Dom Ricardo, enquanto seus olhos percorriam o corpo de Agus, que se marcava sob o uniforme úmido por causa do calor do ambiente.
Ricardo Jr. se aproximou de Agus.
— Você gosta de nadar? — perguntou, e sem esperar resposta, acrescentou —. Devia experimentar nosso trampolim. É... emocionante.
Ele a levou até o trampolim mais alto, uma plataforma de três metros sobre a água. Quando chegaram ao topo, Ricardo Jr. se posicionou atrás dela, "para ajudá-la a pular".
— É assim que se faz — disse, com as mãos apoiadas na cintura dela, descendo depois até a bunda, onde apertou firme —. Precisa de impulso.
Agus sentiu o pau jovem dele endurecer contra o rabo dela, enquanto as mãos a guiavam sutilmente para a frente. Naquele momento de contato íntimo, suspensos sobre a água azul, Agus entendeu que estava prestes a cruzar um limite do qual não poderia voltar.
— Agora pula — ele sussurrou no ouvido dela, e ela pulou, caindo na água com um mergulho que não conseguiu apagar o fogo que ardia dentro dela.Cena 8: A Sala de Música e o "MestreA sala de música era um santuário de madeira escura e absorção sonora, com um piano de cauda preto brilhando no centro como um altar secular. O professor de música, um homem de uns cinquenta anos com cabelo grisalho comprido e mãos de dedos longos e sensíveis, as esperava.
— Seu Dom Ricardo me disse que vocês viriam — disse o homem, seus olhos avaliadores percorrendo os corpos de mãe e filha —. É sempre um prazer receber... alunas talentosas.
Ele se dirigiu ao piano.
— Tocar exige sensibilidade nos dedos — disse, sentando-se no banco. Olhou para Agus —. Você tem mãos sensíveis, pequena?
Agus assentiu, aproximando-se do piano.
— Me mostre — disse ele, dando um tapinha no espaço ao lado dele.
Quando Agus se sentou, o homem se aproximou, seu braço envolvendo os ombros dela para "guiar" suas mãos sobre as teclas. Nessa posição, a mão direita dele descansava casualmente sobre a coxa dela, e enquanto seus dedos "ajudavam" os de Agus a encontrar as notas certas, seu polegar deslizava sutilmente para dentro, em direção ao calor da buceta dela.
— Sinta a vibração — sussurrou ele no ouvido dela, seu hálito quente contra a pele —. Música é tudo sobre vibrações... e respostas.
Agus sentiu o polegar dele pressionar a borda da calcinha dela e, pela primeira vez, não recuou. Em vez disso, abriu ligeiramente as pernas, permitindo um acesso mais profundo àquele toque experiente.Cena 9: O Salão de Festas e as "PoltronasO salão de festas era um espaço majestoso, com poltronas de veludo vermelho e um palco iluminado por refletores. Dom Federico as levou até a fileira do meio.
— Vocês têm os melhores lugares — disse ele, sentando-se entre a mãe e Agus —. Perfeitos para... apreciar o espetáculo.
Enquanto falava sobre as produções escolares, a mão direita dele pousou na coxa da mãe de Agus, acariciando sutilmente a pele exposta pela saia que tinha subido ao sentar. A mão esquerda, por sua vez, encontrou a coxa de Agus, onde começou a massageá-la com movimentos lentos e deliberados.
— A arte exige imersão total — disse ele, com a voz baixa e sedutora enquanto as mãos exploravam os dois corpos —. É preciso se deixar levar pela experiência.
A mãe respondeu abrindo ligeiramente as pernas, permitindo que a mão de Dom Federico deslizasse mais para dentro, em direção ao calor que já emanava da sua buceta. Agus, por sua vez, sentiu o corpo responder com uma umidade crescente àquele toque experiente, aquela mão que explorava sua carne jovem com a segurança de alguém que sabe exatamente o que quer.Cena 10: O Escritório do Diretor e as "BolsasO escritório do Dom Ricardo era um ninho de pecados com vista pros jardins do colégio. Móveis de mogno escuro, uma escrivaninha de mármore e sofás de couro que pareciam feitos pra serem lambuzados com os sucos da transgressão.
— Acho que já vimos o suficiente do colégio — disse Dom Ricardo, fechando a porta com um clique audível. — Que tal discutirmos as bolsas num ambiente mais... privado?
A mãe do Agus sorriu, aquele sorriso que tinha aberto tantas portas e pernas. Foi até o minibar de mogno, servindo sete taças de champanhe. Sete, porque naquele momento entrou um terceiro garoto, o mais novo de todos, Martín, de apenas doze anos, com o mesmo olhar ganancioso do pai e dos irmãos, mas com uma inocência que mal começava a ser corrompida.
— Vamos brindar às novas oportunidades — propôs a mãe, os olhos já brilhando de luxúria, entregando uma taça pra cada um.
O clima mudou sutilmente. O champanhe borbulhava nas taças e no sangue. Dom Ricardo se aproximou da mãe, as mãos encontrando imediatamente os peitos dela, acariciando aquelas tetas perfeitas através da seda antes de desabotoar a blusa pra soltá-las.
— Você sempre soube como levar as coisas — murmurou ele, os dedos torcendo uns mamilos já duros. — Mas agora vamos falar de benefícios... mútuos.
Enquanto isso, Federico tinha se sentado junto do Agus num dos sofás de couro. A mão dele deslizou por baixo da saia cinza, encontrando o calor da buceta, onde os dedos começaram a acariciar a borda da calcinha já molhada.
— Você tem o mesmo talento que sua mãe — disse ele, a voz rouca de desejo. — Mas com potencial pra superar ela.
Agus sentiu como se Os dedos deslizaram por baixo do tecido, encontrando o clitóris já duro, e pela primeira vez, ela abriu as pernas completamente, dando acesso total. Um gemido escapou dos lábios dela quando um daqueles dedos penetrou a buceta virgem.
Ricardo Jr. e Federico Jr. se aproximaram, os paus já duros e saltando por baixo das calças. Martín, o pequeno, observava de olhos arregalados, a mão esfregando o volume sem perceber.
— Entra, Martín — ordenou Dom Ricardo, enquanto a mão dele "sem querer" roçava a bunda do filho mais novo —. É hora da sua lição.
O garoto de doze anos se aproximou tímido, o pau já duro como uma vara, formando parte do círculo íntimo em volta de mãe e filha.
A roupa começou a cair como folhas no outono. A mãe ficou de peitos de fora e sutiã, os seios perfeitos à mostra, enquanto Agus, com a ajuda de Federico, foi despida do uniforme até ficar só de calcinha de renda.
— Ajoelha, meu amor — sussurrou a mãe pra filha, e ela obedeceu.
Dom Ricardo se aproximou, puxando o pau já duro, grosso e cheio de veias. Agarrou a base e esfregou contra os lábios de Agus.
— Abre essa boca, pequena. É hora de aprender a usar essa boquinha tão linda.
Agus abriu a boca, e Dom Ricardo penetrou devagar, sentindo aquela língua jovem e inexperiente começar a se mexer em volta da glande. A mãe observava com orgulho, a mão enfiada entre as pernas, esfregando a própria buceta.
— Isso, meu amor. Chupa bem. Faz fundo — instruía a mãe, enquanto Federico Jr. se aproximava por trás de Agus, deslizando os dedos pela fenda da bunda dela.
O ambiente ficou carregado de cheiros de tesão, champanhe, perfume caro e suor. Os três filhos de Dom Ricardo e Federico rodeavam as mulheres, os paus duros e prontos.
— Ricardo, vem cá — ordenou Dom Ricardo ao filho mais velho —. Sua mãe precisa de atenção.
Ricardo Jr. se aproximou da mãe, que já estava de quatro no sofá, a bunda no ar, convidativa. O garoto Ele se ajoelhou atrás dela, o pau jovem e duro encontrando a entrada da buceta já molhada.
—Enfia tudo, cara —gemeu a mãe—. Me dá toda sua porra.
Enquanto isso, Federico tinha feito o mesmo com Agus, penetrando ela por trás enquanto ela continuava chupando o pau do Dom Ricardo. A dor inicial se misturou com um prazer que ela nunca tinha sentido antes, e logo ela tava rebocando a raba pra trás, pedindo mais.
Martín, o pequeno, observava tudo de olhos bem abertos, com o pau na mão.
—Chega mais, Martín —disse Federico, a mão dele acariciando a bunda do garoto—. Sua tia tá te esperando.
O menino de doze anos se aproximou de Agus, que olhou pra ele com uma mistura de carinho e safadeza. Pegou o pau dele, menor mas igualmente duro, na mão dela, guiando até a boca.
—Chupa ele também, meu amor —sussurrou a mãe—. Tem que ser generosa com todos os nossos anfitriões.
O escritório virou um banquete de carnes, onde as idades se misturavam numa celebração de desejos sem limites. Os coroas tarados e os adolescentes no cio formavam uma entidade só de prazer, um organismo de luxúria onde cada membro se alimentava do outro.
—Vamos fazer um círculo —sugeriu Dom Ricardo, tirando o pau da boca de Agus.
As mulheres se ajoelharam no centro, enquanto os cinco homens rodeavam elas, com as picas na mão, se masturbando por cima.
—Abram as bocas, putinhas —ordenou Federico, a voz rouca de tesão.
A mãe e Agus inclinaram a cabeça pra trás, bocas abertas, línguas pra fora, esperando. Um por um, os homens começaram a gozar, os jatos de porra quente caindo nas caras e bocas das mulheres, enchendo elas, marcando elas como propriedade.
Dom Ricardo foi o primeiro, o esperma grosso dele escorrendo pelos peitos da mãe. O filho dele veio na sequência, cobrindo a cara de Agus com a porra jovem e abundante. Federico e o filho dele fizeram o mesmo, até que as duas mulheres estavam cobertas de sêmen, as bocas cheias, os corpos lambuzados. brilhando sob a luz do escritório.
—Engulam tudo —ordenou Dom Ricardo, e elas obedeceram, engolindo aquela mistura de leites de diferentes idades, saboreando o prêmio delas.
Mas a festa não terminava ali.
—Agora algo especial —disse Dom Ricardo com um sorriso perverso—. Uma despedida inesquecível.
Os homens formaram um círculo de novo ao redor das mulheres, mas dessa vez, as picas deles estavam murchas, porém prontas pra outra função.
—Pensem nisso como um batismo —disse Frederico—. Um jeito de marcar território.
Um por um, começaram a mijar nas mulheres ajoelhadas. O jato quente e dourado caía sobre os corpos delas, sobre os peitos, os rostos, os cabelos. Agus sentiu aquele líquido quente escorrendo pelo corpo, uma humilhação que se transformava no maior êxtase que já tinha experimentado.
A mãe recebeu o mesmo tratamento, a boca aberta pra receber aquele jato dourado, engolindo com a mesma devoção que tinha engolido o esperma. Martinho, o pequeno, foi o último, o mijo dele caindo nos peitos de Agus, marcando ela como a mais nova, a mais recente integrante desse clube de perversões.
Quando terminaram, as mulheres estavam encharcadas, brilhando sob a luz, uma mistura de esperma, mijo, champanhe e suor. Mas os olhos delas brilhavam de satisfação, de conquista.
—Excelente escolha de colégio —gemeu a mãe, enquanto Dom Ricardo chupava uns peitos cobertos do próprio mijo dela—. Acho que a Agustina vai se adaptar perfeitamente.
Agus, por sua vez, já não pensava em colégios nem bolsas. O mundo dela tinha se reduzido às sensações, aos cheiros, aos sabores dessa iniciação. Olhou pra mãe e viu nos olhos dela o mesmo reflexo de prazer desenfreado.A Cerimônia de EncerramentoQuando o último jato de urina se dissipou, um silêncio denso e úmido tomou conta do escritório. O cheiro de sexo, champanhe e mijo se misturava num perfume de transgressão que parecia impregnar até as paredes de mogno. As mulheres, ajoelhadas no centro, brilhavam sob a luz, cobertas pelos fluidos de cinco homens, um testemunho vivo da sua submissão e poder.
— Já estamos quase acabando — disse Dom Ricardo com uma voz que era quase um rugido de satisfação —. Mas falta o selo final. O contrato.
Ele se aproximou da escrivaninha, abriu uma gaveta e tirou duas pastas de couro vermelho. Jogou-as no sofá de couro, ao lado dos corpos exaustos das mulheres.
— As bolsas, meu amor. Garantidas. Por três anos — disse, olhando para a mãe da Agus —. E com todas as "comodidades" que precisarem.
A mãe sorriu, um sorriso de triunfo que se misturava com o esperma que ainda escorria do seu queixo.
— Você sempre cumpre sua palavra, Ricardo — disse ela, a voz rouca de prazer e cansaço.
— Mas tem uma cláusula especial — acrescentou Dom Federico, aproximando-se e agarrando Agus pelo cabelo, forçando-a a olhar para ele —. Uma cláusula de... manutenção.
Ele olhou para os três filhos, que ainda observavam com olhos brilhando de luxúria.
— Quinzenalmente, vocês vêm aqui. Depois da aula. Para... tutorias especiais — disse, a mão acariciando a bochecha de Agus, ainda molhada de urina —. Entendido, pequena?
Agus assentiu, o corpo tremendo numa mistura de medo e antecipação. Ela sabia que aquilo não era o fim, mas o começo. O começo da sua nova vida, uma vida onde seu corpo era seu maior ativo, seu passaporte para um mundo de privilégios e perversões.
— E você — disse Dom Ricardo à mãe, a mão encontrando sua buceta ainda molhada —. Continuamos com nossos encontros... mensais. Mas agora, com a companhia da sua filha.
A mãe sorriu, um sorriso de cumplicidade e consentimento.
— Claro, Ricardo. Será um prazer.
Elas se levantaram devagar, os corpos doloridos, mas satisfeitos. Se vestiram com uma lentidão que era quase uma cerimônia, cada peça uma camada que cobria mas não escondia o que tinha acontecido.
—Até a próxima, meninas —disse Dom Ricardo na porta, a mão dele "casualmente" roçando a bunda da Agus pela última vez—. Bem-vindas ao colégio.
Enquanto andavam pelo corredor, a mãe parou e olhou pra filha.
—Tá bem, meu amor? —perguntou, a voz suave, quase maternal.
Agus olhou pra ela, e pela primeira vez, viu nos olhos da mãe algo mais que luxúria, algo mais que ambição. Viu orgulho. Viu cumplicidade. Viu amor.
—Sim, mãe. Tô bem —disse Agus, e pela primeira vez, era verdade.
Saíram do colégio sob o sol da tarde, duas mulheres transformadas, iniciadas num novo mundo de prazeres e poder. A mãe, uma mestra na arte da sedução, e a filha, sua aluna mais promissora, pronta pra seguir seus passos, pra explorar os limites do prazer e da transgressão.
—Da próxima vez, vai ser você quem lidera —sussurrou a mãe no ouvido de Agus enquanto entravam no táxi—. Te prometo.
Agus sorriu, um sorriso que prometia pecados futuros, um sorriso que anunciava o nascimento de uma nova deusa do prazer, pronta pra reinar no seu novo reino de perversões e privilégios.
—Eu sei, mãe —disse, e naquela frase, havia todo um futuro de transgressões compartilhadas, de segredos guardados sob a aparência de respeitabilidade, de corpos vendidos e almas compradas no mercado dos desejos proibidos.
O táxi se afastou do colégio, deixando pra trás as paredes que tinham sido testemunhas da sua iniciação, mas levando consigo as lembranças, os cheiros, os sabores de uma tarde que mudaria tudo pra sempre.
E enquanto a cidade passava diante delas, mãe e filha se olharam, e naquele olhar, havia um pacto silencioso, uma promessa de futuras transgressões, um compromisso de explorar juntas os limites do prazer, de vender seus corpos pelo preço mais alto, de aproveitar cada minuto daquela vida de luxo e luxúria que as esperava.
—Bem-vinda ao mundo real, meu amor —disse a mãe, e Agus sorriu, porque pela primeira vez, se sentia em casa.
continua
— Agus, meu amor, se não se apressar, a gente vai se atrasar — disse ela, ajustando o decote de um vestido que custava mais que o salário mensal de um office boy. Os peitos dela se mantinham firmes, desafiadores, como duas promessas de paraíso.
Agus apareceu na moldura da porta, uma versão adolescente da mãe: mesma carinha de anjo pecador, mesmo cabelo castanho caindo em cascata sobre os ombros, mas com um corpo que ainda estava se descobrindo. Aos catorze anos, seus 89-60-90 eram uma prévia da mulher em que se tornaria, e seu uniforme escolar atual — uma saia plissada que terminava bem onde começavam suas bundinhas perfeitas — era uma amostra involuntária dos tesouros que escondia.
— Já vou, mãe. Não entendo por que temos que mudar de colégio se no San Jorge eu tô bem — disse Agus, embora soubesse a resposta. Era sempre a mesma: "conhecidos" que ofereciam "oportunidades".
— Porque este é melhor, querida. E além disso, os diretores são... amigos dos seus admiradores — respondeu a mãe com um sorriso cúmplice, pensando nas noites que Dom Ricardo passara no apartamento dela, explorando cada centímetro do seu corpo com a dedicação de um colecionador de arte.
O colégio "Los Andes" se erguia no Barrio Parque como uma fortaleza de privilégio, paredes de tijolo vermelho cobertas de hera, grades forjadas com brasões de famílias aristocráticas. Na entrada, as esperavam dois caras que encarnavam o poder discreto: Dom Ricardo, com mais de sessenta, num terno de lã que devia custar o que uma família precisava para viver um ano, e Dom Federico, um homem de Cinquenta e poucos anos, com o brilho insaciável de um predador nos olhos.
— Que gostosa! — exclamou Dom Ricardo, abrindo os braços. O abraço na mãe foi uma obra-prima de apropriação, as mãos descendo com naturalidade de predador até a curva perfeita da bunda, onde os dedos afundaram um pouquinho, como se quisessem deixar uma marca invisível de dono.
— E essa deve ser a pequena Agustina — disse Dom Federico, aproximando-se da mocinha. O abraço dele foi igualmente íntimo, a mão direita "escorregando" para as bundinhas da Agus, onde apertou de propósito, sentindo a firmeza juvenil através do tecido do uniforme. Agus prendeu a respiração, sentindo um calor que subia pela espinha como um choque elétrico.
— Eu mesma guio vocês — ofereceu Dom Ricardo com um sorriso que não chegava aos olhos —. Federico, por que não mostra as instalações esportivas enquanto eu levo as damas à biblioteca?
Enquanto caminhavam pelos corredores escuros de madeira, Dom Ricardo ficava estrategicamente atrás, deixando a mão roçar de vez em quando nas bundas da mãe e da filha, como se fossem acidentes no caminho. A mãe não só permitia, como recuava sutilmente em cada "acidente", uma dança de consentimento tácito.Cena 1: A Biblioteca e o BibliotecárioA biblioteca cheirava a couro velho e segredos bem guardados. Estantes de mogno escuro subiam até um teto com afrescos art nouveau, e o silêncio era tão denso que dava pra cortar com uma faca. O bibliotecário, um cara de uns quarenta e cinco anos com óculos de aro grosso e calvície começando, recebeu as duas com um olhar que varreu o corpo delas de cima a baixo, parando com tesão nas tetas da Agus, que marcavam por baixo da blusa do uniforme.
— Senhoritas, permitam-me mostrar nossa seção de literatura clássica — disse, se dirigindo principalmente pra Agus com uma voz que tremia um pouco de luxúria contida —. Temos exemplares muito... valiosos nas estantes de cima.
Agus, com sua saia cinza que mal cobria as bundinhas perfeitas, seguiu o homem até uma escada de madeira. Enquanto ele subia uns degraus pra pegar um livro, Agus subiu atrás. Foi nesse momento que ela sentiu algo duro e quente apertando sua bunda.
— Desculpe — murmurou o bibliotecário, mas não se mexeu pra se afastar. O pau dele ficou firme contra a fresta do rabo dela, se esfregando sutilmente enquanto supostamente procurava o livro.
Agus não se mexeu. Na verdade, empurrou um pouquinho pra trás, sentindo aquele pedaço de carne pulsando contra a bunda virgem. Pela primeira vez, entendeu o poder que o corpo dela tinha sobre os homens.
— Aqui está — disse finalmente, descendo com um tomo antigo encadernado em couro —. Quer dar uma olhada?
Quando Agus estendeu a mão, ele segurou ela suavemente, os dedos acariciando a pele do pulso dela antes de soltar.
— Você tem umas mãos muito finas — comentou em voz baixa, os olhos cravados nos peitos dela —. Devia... cuidar delas.
A mãe observava a cena de baixo, com um sorrisinho quase invisível. Sabia perfeitamente o que estava rolando, e aprovava.Cena 2: O Corredor e o "AcidenteAo sair da biblioteca, eles cruzaram com um grupo de caras que vinham no outro sentido. Dom Ricardo ficou perto de Agus, e quando um dos garotos — um cara de uns dezessete com cara de bonzinho e corpo de atleta — passou perto, Dom Ricardo "tropeçou" sutilmente, empurrando Agus contra o rapaz.
O contato foi inevitável: o corpo de Agus colidiu com o do cara, e naquela fração de segundo, a mão dele "escorregou" e se apoiou firme em um dos peitos dela.
— Desculpa! — exclamou o garoto, tirando a mão como se tivesse se queimado, mas não sem apertar um pouquinho aquela carne jovem e firme.
— Fica tranquila, meu amor — disse Dom Ricardo com um sorriso indulgente. — Esses acidentes acontecem.
Agus sentiu o coração acelerar, não pelo susto, mas pela eletricidade daquele contato furtivo, aquela mão desconhecida apalpando o peito dela por um instante que pareceu eterno.Cena 3: O Laboratório e os "ExperimentosO laboratório de ciências cheirava a formaldeído e hormônios adolescentes. Seu Ricardo as esperava junto com dois jovens que se apresentaram como seus filhos: Ricardo Jr., de dezesseis anos, e Federico Jr., de quinze, versões mais novas e mais safadas dos pais.
— Meus filhos estudam aqui e ajudam com as visitas — explicou Seu Ricardo, enquanto a mão dele "casualmente" deslizava pelas costas de Ricardo Jr., descendo até apertar uma nádega com uma familiaridade paterna que era tudo menos paternal.
— Por que vocês não mostram o laboratório pra elas enquanto eu converso um pouco com a mãe delas? — sugeriu Seu Ricardo, os olhos já brilhando de luxúria antecipada.
Ricardo Jr. se aproximou na hora de Agus.
— Então você se interessa por ciência — disse ele, se posicionando atrás dela enquanto ela fingia examinar um microscópio —. É uma matéria muito... prática.
As mãos dele desceram sobre os ombros dela, depois para as costas, até parar bem em cima da bunda dela. Agus sentiu ele endurecer contra ela, o pau duro do moleque pressionando o rabo dela através da calça do uniforme.
— Tá vendo? — sussurrou ele no ouvido dela, o hálito quente contra a pele —. Tem uns fenômenos naturais bem interessantes pra estudar. A atração, por exemplo.Cena 4: A Mesa de DissecaçãoEnquanto isso, num outro canto do laboratório, o Federico Jr. tinha convencido a mãe do Agus a ajudar ele com um "experimento" que exigia que ela se inclinasse sobre uma mesa de aço inoxidável.
— Preciso que você me ajude a identificar esses espécimes — disse o adolescente, colocando uma bandeja com órgãos conservados na frente dela.
A mãe se inclinou, o decote caindo naturalmente, dando uma visão espetacular das tetas perfeitas dela. Federico Jr. se aproximou, a mão direita "escorregando" sutilmente por baixo da saia da mulher, encontrando o contorno firme das nádegas dela, onde começou a massagear com movimentos circulares.
— Você tem uma postura excelente para a experimentação — sussurrou o jovem no ouvido dela, a respiração quente contra o pescoço da mulher, enquanto a outra mão "ajeitava" o próprio pau duro dele por dentro da calça —. A precisão é chave na ciência.
A mãe respondeu arqueando levemente as costas, permitindo um acesso mais completo às suas curvas. Os olhos dela se encontraram com os da filha no reflexo do metal, e naquele olhar compartilharam um segredo, um pacto silencioso de cumplicidade.Cena 5: O Corredor dos ArmáriosO caminho para a academia passava por um corredor estreito ladeado por armários de metal. Seu Ricardo andava na frente das mulheres, mas parou de repente na frente de um dos lockers, fazendo com que elas parassem bem atrás dele.
—Desculpem, esqueci minha chave —disse ele, virando-se para elas. Nesse movimento, a mão dele "escorregou" e acabou firmemente plantada na bunda da Agus, os dedos se enfiando na fresta do rabo dela por cima da saia do uniforme.
Agus prendeu a respiração, sentindo aqueles dedos experientes explorando a carne jovem dela. Seu Ricardo manteve a posição por um segundo a mais do que o necessário, os olhos dele cravados nos dela com uma intensidade que falava de promessas não ditas.
—Pronto —disse ele por fim, tirando a mão com uma lentidão que era quase um carinho—. Vamos continuar.Cena 6: O Vestiário MasculinoChegando na academia, o Dom Federico sugeriu mostrar as instalações "completas" pra elas.
—Os vestiários são parte importante da experiência educativa —disse ele com um sorriso safado—. Que tal dar uma olhadinha rápida?
O vestiário masculino cheirava a suor, desinfetante e testosterona. Vários chuveiros estavam abertos, e num deles, um moleque de uns dezoito anos se ensaboava sem a menor vergonha, o corpo jovem e musculoso exibido com a arrogância da juventude.
—Como podem ver, a gente incentiva um ambiente de... conforto com o corpo —explicou Dom Federico, enquanto os olhos dele se cravavam nas tetas da mãe do Agus.
O moleque do chuveiro olhou pra elas, sem tentar esconder o interesse. O pau dele começou a crescer devagar, endurecendo debaixo da água quente, até ficar uma ereção impressionante que ele não fez questão nenhuma de esconder.
—Os garotos são bem... expressivos por aqui —comentou Dom Federico com um sorriso.
Agus sentiu um calor subindo pelo corpo, os olhos fixos naquele pau jovem e duro, o primeiro que via ao vivo e a cores. Sentiu a bucetinha ficar molhada, uma resposta involuntária àquela exibição de masculinidade.Cena 7: A Piscina e o "AcidenteA piscina cheirava a cloro e a dinheiro. A água azul brilhava sob a luz do sol que entrava pelas janelas, e vários alunos nadavam ou descansavam nas cadeiras ao redor.
— Temos uma equipe de natação excelente — explicou Dom Ricardo, enquanto seus olhos percorriam o corpo de Agus, que se marcava sob o uniforme úmido por causa do calor do ambiente.
Ricardo Jr. se aproximou de Agus.
— Você gosta de nadar? — perguntou, e sem esperar resposta, acrescentou —. Devia experimentar nosso trampolim. É... emocionante.
Ele a levou até o trampolim mais alto, uma plataforma de três metros sobre a água. Quando chegaram ao topo, Ricardo Jr. se posicionou atrás dela, "para ajudá-la a pular".
— É assim que se faz — disse, com as mãos apoiadas na cintura dela, descendo depois até a bunda, onde apertou firme —. Precisa de impulso.
Agus sentiu o pau jovem dele endurecer contra o rabo dela, enquanto as mãos a guiavam sutilmente para a frente. Naquele momento de contato íntimo, suspensos sobre a água azul, Agus entendeu que estava prestes a cruzar um limite do qual não poderia voltar.
— Agora pula — ele sussurrou no ouvido dela, e ela pulou, caindo na água com um mergulho que não conseguiu apagar o fogo que ardia dentro dela.Cena 8: A Sala de Música e o "MestreA sala de música era um santuário de madeira escura e absorção sonora, com um piano de cauda preto brilhando no centro como um altar secular. O professor de música, um homem de uns cinquenta anos com cabelo grisalho comprido e mãos de dedos longos e sensíveis, as esperava.
— Seu Dom Ricardo me disse que vocês viriam — disse o homem, seus olhos avaliadores percorrendo os corpos de mãe e filha —. É sempre um prazer receber... alunas talentosas.
Ele se dirigiu ao piano.
— Tocar exige sensibilidade nos dedos — disse, sentando-se no banco. Olhou para Agus —. Você tem mãos sensíveis, pequena?
Agus assentiu, aproximando-se do piano.
— Me mostre — disse ele, dando um tapinha no espaço ao lado dele.
Quando Agus se sentou, o homem se aproximou, seu braço envolvendo os ombros dela para "guiar" suas mãos sobre as teclas. Nessa posição, a mão direita dele descansava casualmente sobre a coxa dela, e enquanto seus dedos "ajudavam" os de Agus a encontrar as notas certas, seu polegar deslizava sutilmente para dentro, em direção ao calor da buceta dela.
— Sinta a vibração — sussurrou ele no ouvido dela, seu hálito quente contra a pele —. Música é tudo sobre vibrações... e respostas.
Agus sentiu o polegar dele pressionar a borda da calcinha dela e, pela primeira vez, não recuou. Em vez disso, abriu ligeiramente as pernas, permitindo um acesso mais profundo àquele toque experiente.Cena 9: O Salão de Festas e as "PoltronasO salão de festas era um espaço majestoso, com poltronas de veludo vermelho e um palco iluminado por refletores. Dom Federico as levou até a fileira do meio.
— Vocês têm os melhores lugares — disse ele, sentando-se entre a mãe e Agus —. Perfeitos para... apreciar o espetáculo.
Enquanto falava sobre as produções escolares, a mão direita dele pousou na coxa da mãe de Agus, acariciando sutilmente a pele exposta pela saia que tinha subido ao sentar. A mão esquerda, por sua vez, encontrou a coxa de Agus, onde começou a massageá-la com movimentos lentos e deliberados.
— A arte exige imersão total — disse ele, com a voz baixa e sedutora enquanto as mãos exploravam os dois corpos —. É preciso se deixar levar pela experiência.
A mãe respondeu abrindo ligeiramente as pernas, permitindo que a mão de Dom Federico deslizasse mais para dentro, em direção ao calor que já emanava da sua buceta. Agus, por sua vez, sentiu o corpo responder com uma umidade crescente àquele toque experiente, aquela mão que explorava sua carne jovem com a segurança de alguém que sabe exatamente o que quer.Cena 10: O Escritório do Diretor e as "BolsasO escritório do Dom Ricardo era um ninho de pecados com vista pros jardins do colégio. Móveis de mogno escuro, uma escrivaninha de mármore e sofás de couro que pareciam feitos pra serem lambuzados com os sucos da transgressão.
— Acho que já vimos o suficiente do colégio — disse Dom Ricardo, fechando a porta com um clique audível. — Que tal discutirmos as bolsas num ambiente mais... privado?
A mãe do Agus sorriu, aquele sorriso que tinha aberto tantas portas e pernas. Foi até o minibar de mogno, servindo sete taças de champanhe. Sete, porque naquele momento entrou um terceiro garoto, o mais novo de todos, Martín, de apenas doze anos, com o mesmo olhar ganancioso do pai e dos irmãos, mas com uma inocência que mal começava a ser corrompida.
— Vamos brindar às novas oportunidades — propôs a mãe, os olhos já brilhando de luxúria, entregando uma taça pra cada um.
O clima mudou sutilmente. O champanhe borbulhava nas taças e no sangue. Dom Ricardo se aproximou da mãe, as mãos encontrando imediatamente os peitos dela, acariciando aquelas tetas perfeitas através da seda antes de desabotoar a blusa pra soltá-las.
— Você sempre soube como levar as coisas — murmurou ele, os dedos torcendo uns mamilos já duros. — Mas agora vamos falar de benefícios... mútuos.
Enquanto isso, Federico tinha se sentado junto do Agus num dos sofás de couro. A mão dele deslizou por baixo da saia cinza, encontrando o calor da buceta, onde os dedos começaram a acariciar a borda da calcinha já molhada.
— Você tem o mesmo talento que sua mãe — disse ele, a voz rouca de desejo. — Mas com potencial pra superar ela.
Agus sentiu como se Os dedos deslizaram por baixo do tecido, encontrando o clitóris já duro, e pela primeira vez, ela abriu as pernas completamente, dando acesso total. Um gemido escapou dos lábios dela quando um daqueles dedos penetrou a buceta virgem.
Ricardo Jr. e Federico Jr. se aproximaram, os paus já duros e saltando por baixo das calças. Martín, o pequeno, observava de olhos arregalados, a mão esfregando o volume sem perceber.
— Entra, Martín — ordenou Dom Ricardo, enquanto a mão dele "sem querer" roçava a bunda do filho mais novo —. É hora da sua lição.
O garoto de doze anos se aproximou tímido, o pau já duro como uma vara, formando parte do círculo íntimo em volta de mãe e filha.
A roupa começou a cair como folhas no outono. A mãe ficou de peitos de fora e sutiã, os seios perfeitos à mostra, enquanto Agus, com a ajuda de Federico, foi despida do uniforme até ficar só de calcinha de renda.
— Ajoelha, meu amor — sussurrou a mãe pra filha, e ela obedeceu.
Dom Ricardo se aproximou, puxando o pau já duro, grosso e cheio de veias. Agarrou a base e esfregou contra os lábios de Agus.
— Abre essa boca, pequena. É hora de aprender a usar essa boquinha tão linda.
Agus abriu a boca, e Dom Ricardo penetrou devagar, sentindo aquela língua jovem e inexperiente começar a se mexer em volta da glande. A mãe observava com orgulho, a mão enfiada entre as pernas, esfregando a própria buceta.
— Isso, meu amor. Chupa bem. Faz fundo — instruía a mãe, enquanto Federico Jr. se aproximava por trás de Agus, deslizando os dedos pela fenda da bunda dela.
O ambiente ficou carregado de cheiros de tesão, champanhe, perfume caro e suor. Os três filhos de Dom Ricardo e Federico rodeavam as mulheres, os paus duros e prontos.
— Ricardo, vem cá — ordenou Dom Ricardo ao filho mais velho —. Sua mãe precisa de atenção.
Ricardo Jr. se aproximou da mãe, que já estava de quatro no sofá, a bunda no ar, convidativa. O garoto Ele se ajoelhou atrás dela, o pau jovem e duro encontrando a entrada da buceta já molhada.
—Enfia tudo, cara —gemeu a mãe—. Me dá toda sua porra.
Enquanto isso, Federico tinha feito o mesmo com Agus, penetrando ela por trás enquanto ela continuava chupando o pau do Dom Ricardo. A dor inicial se misturou com um prazer que ela nunca tinha sentido antes, e logo ela tava rebocando a raba pra trás, pedindo mais.
Martín, o pequeno, observava tudo de olhos bem abertos, com o pau na mão.
—Chega mais, Martín —disse Federico, a mão dele acariciando a bunda do garoto—. Sua tia tá te esperando.
O menino de doze anos se aproximou de Agus, que olhou pra ele com uma mistura de carinho e safadeza. Pegou o pau dele, menor mas igualmente duro, na mão dela, guiando até a boca.
—Chupa ele também, meu amor —sussurrou a mãe—. Tem que ser generosa com todos os nossos anfitriões.
O escritório virou um banquete de carnes, onde as idades se misturavam numa celebração de desejos sem limites. Os coroas tarados e os adolescentes no cio formavam uma entidade só de prazer, um organismo de luxúria onde cada membro se alimentava do outro.
—Vamos fazer um círculo —sugeriu Dom Ricardo, tirando o pau da boca de Agus.
As mulheres se ajoelharam no centro, enquanto os cinco homens rodeavam elas, com as picas na mão, se masturbando por cima.
—Abram as bocas, putinhas —ordenou Federico, a voz rouca de tesão.
A mãe e Agus inclinaram a cabeça pra trás, bocas abertas, línguas pra fora, esperando. Um por um, os homens começaram a gozar, os jatos de porra quente caindo nas caras e bocas das mulheres, enchendo elas, marcando elas como propriedade.
Dom Ricardo foi o primeiro, o esperma grosso dele escorrendo pelos peitos da mãe. O filho dele veio na sequência, cobrindo a cara de Agus com a porra jovem e abundante. Federico e o filho dele fizeram o mesmo, até que as duas mulheres estavam cobertas de sêmen, as bocas cheias, os corpos lambuzados. brilhando sob a luz do escritório.
—Engulam tudo —ordenou Dom Ricardo, e elas obedeceram, engolindo aquela mistura de leites de diferentes idades, saboreando o prêmio delas.
Mas a festa não terminava ali.
—Agora algo especial —disse Dom Ricardo com um sorriso perverso—. Uma despedida inesquecível.
Os homens formaram um círculo de novo ao redor das mulheres, mas dessa vez, as picas deles estavam murchas, porém prontas pra outra função.
—Pensem nisso como um batismo —disse Frederico—. Um jeito de marcar território.
Um por um, começaram a mijar nas mulheres ajoelhadas. O jato quente e dourado caía sobre os corpos delas, sobre os peitos, os rostos, os cabelos. Agus sentiu aquele líquido quente escorrendo pelo corpo, uma humilhação que se transformava no maior êxtase que já tinha experimentado.
A mãe recebeu o mesmo tratamento, a boca aberta pra receber aquele jato dourado, engolindo com a mesma devoção que tinha engolido o esperma. Martinho, o pequeno, foi o último, o mijo dele caindo nos peitos de Agus, marcando ela como a mais nova, a mais recente integrante desse clube de perversões.
Quando terminaram, as mulheres estavam encharcadas, brilhando sob a luz, uma mistura de esperma, mijo, champanhe e suor. Mas os olhos delas brilhavam de satisfação, de conquista.
—Excelente escolha de colégio —gemeu a mãe, enquanto Dom Ricardo chupava uns peitos cobertos do próprio mijo dela—. Acho que a Agustina vai se adaptar perfeitamente.
Agus, por sua vez, já não pensava em colégios nem bolsas. O mundo dela tinha se reduzido às sensações, aos cheiros, aos sabores dessa iniciação. Olhou pra mãe e viu nos olhos dela o mesmo reflexo de prazer desenfreado.A Cerimônia de EncerramentoQuando o último jato de urina se dissipou, um silêncio denso e úmido tomou conta do escritório. O cheiro de sexo, champanhe e mijo se misturava num perfume de transgressão que parecia impregnar até as paredes de mogno. As mulheres, ajoelhadas no centro, brilhavam sob a luz, cobertas pelos fluidos de cinco homens, um testemunho vivo da sua submissão e poder.
— Já estamos quase acabando — disse Dom Ricardo com uma voz que era quase um rugido de satisfação —. Mas falta o selo final. O contrato.
Ele se aproximou da escrivaninha, abriu uma gaveta e tirou duas pastas de couro vermelho. Jogou-as no sofá de couro, ao lado dos corpos exaustos das mulheres.
— As bolsas, meu amor. Garantidas. Por três anos — disse, olhando para a mãe da Agus —. E com todas as "comodidades" que precisarem.
A mãe sorriu, um sorriso de triunfo que se misturava com o esperma que ainda escorria do seu queixo.
— Você sempre cumpre sua palavra, Ricardo — disse ela, a voz rouca de prazer e cansaço.
— Mas tem uma cláusula especial — acrescentou Dom Federico, aproximando-se e agarrando Agus pelo cabelo, forçando-a a olhar para ele —. Uma cláusula de... manutenção.
Ele olhou para os três filhos, que ainda observavam com olhos brilhando de luxúria.
— Quinzenalmente, vocês vêm aqui. Depois da aula. Para... tutorias especiais — disse, a mão acariciando a bochecha de Agus, ainda molhada de urina —. Entendido, pequena?
Agus assentiu, o corpo tremendo numa mistura de medo e antecipação. Ela sabia que aquilo não era o fim, mas o começo. O começo da sua nova vida, uma vida onde seu corpo era seu maior ativo, seu passaporte para um mundo de privilégios e perversões.
— E você — disse Dom Ricardo à mãe, a mão encontrando sua buceta ainda molhada —. Continuamos com nossos encontros... mensais. Mas agora, com a companhia da sua filha.
A mãe sorriu, um sorriso de cumplicidade e consentimento.
— Claro, Ricardo. Será um prazer.
Elas se levantaram devagar, os corpos doloridos, mas satisfeitos. Se vestiram com uma lentidão que era quase uma cerimônia, cada peça uma camada que cobria mas não escondia o que tinha acontecido.
—Até a próxima, meninas —disse Dom Ricardo na porta, a mão dele "casualmente" roçando a bunda da Agus pela última vez—. Bem-vindas ao colégio.
Enquanto andavam pelo corredor, a mãe parou e olhou pra filha.
—Tá bem, meu amor? —perguntou, a voz suave, quase maternal.
Agus olhou pra ela, e pela primeira vez, viu nos olhos da mãe algo mais que luxúria, algo mais que ambição. Viu orgulho. Viu cumplicidade. Viu amor.
—Sim, mãe. Tô bem —disse Agus, e pela primeira vez, era verdade.
Saíram do colégio sob o sol da tarde, duas mulheres transformadas, iniciadas num novo mundo de prazeres e poder. A mãe, uma mestra na arte da sedução, e a filha, sua aluna mais promissora, pronta pra seguir seus passos, pra explorar os limites do prazer e da transgressão.
—Da próxima vez, vai ser você quem lidera —sussurrou a mãe no ouvido de Agus enquanto entravam no táxi—. Te prometo.
Agus sorriu, um sorriso que prometia pecados futuros, um sorriso que anunciava o nascimento de uma nova deusa do prazer, pronta pra reinar no seu novo reino de perversões e privilégios.
—Eu sei, mãe —disse, e naquela frase, havia todo um futuro de transgressões compartilhadas, de segredos guardados sob a aparência de respeitabilidade, de corpos vendidos e almas compradas no mercado dos desejos proibidos.
O táxi se afastou do colégio, deixando pra trás as paredes que tinham sido testemunhas da sua iniciação, mas levando consigo as lembranças, os cheiros, os sabores de uma tarde que mudaria tudo pra sempre.
E enquanto a cidade passava diante delas, mãe e filha se olharam, e naquele olhar, havia um pacto silencioso, uma promessa de futuras transgressões, um compromisso de explorar juntas os limites do prazer, de vender seus corpos pelo preço mais alto, de aproveitar cada minuto daquela vida de luxo e luxúria que as esperava.
—Bem-vinda ao mundo real, meu amor —disse a mãe, e Agus sorriu, porque pela primeira vez, se sentia em casa.
continua
1 comentários - Agus, a Mamãe e a Escola