Isso é ficção, mas inspirado em fatos reais.Juan estava de férias e passava o verão com os pais na casa deles, à beira de um lago no norte. A sobrinha dele, Anna, tinha morado com os avós no último ano pra se afastar da mãe, uma mulher com sérios problemas com álcool.
Anna era uma garota de olhos lindos, cabelo castanho, lábios doces e pernas fortes e bem torneadas. Juan não morava ali há uns quinze anos e todos os amigos dele tinham ido embora, então ele e Anna passavam a maior parte dos dias na beira do lago, deitados em redes, nadando e velejando.
Anna adorava descansar na proa do pequeno veleiro, tomando sol, sentindo a brisa no corpo com o som suave da vela e das ondas nos ouvidos, e o melhor de tudo: ter o tio favorito dela agindo como capitão particular, levando ela por todo o lago.
Juan adorava ser o timoneiro dela; Anna era uma jovem encantadora e ele tinha orgulho de ser tio dela. Ela era muito gostosa e tinha um ótimo senso de humor. Enquanto navegavam pelo lago ou depois de um dos mergulhos diários no lago quentinho, era difícil pro Juan não ficar olhando fixo pro corpo da Anna: pés, pernas, barriga, ombros, braços e a carinha doce com os olhos gentis. Mais difícil ainda era não olhar pros peitinhos dela, pequenos mas alegres, especialmente quando a brisa fazia os biquinhos ficarem durinhos. Juan se perguntava se eram rosados ou morenos e queria muito descobrir.
Uma manhã, eles estavam tomando sol no convés e o sol quente animava eles a ficarem mais um pouco antes de voltar pra beira do lago pro almoço. Juan deixava os olhos passearem pelo corpo da Anna, especialmente pelos quadris e pela parte de baixo do biquíni. Anna estava deitada de barriga pra cima, com os braços cruzados atrás da cabeça, os olhos fechados e o cabelo longo e brilhante espalhado sobre os braços e em volta da cabeça. Ela adorava pegar um bronzeado e, como a pele dela era tão clara, era difícil conseguir um bronzeado bem escuro sem se queimar. As pernas longas dela... As pernas dela estavam levemente abertas e Juan tinha se posicionado perto dos pés dela, de frente pra ela, fingindo que olhava pra água.
Juan acariciava mentalmente o corpo da Anna, beijava a barriga dela, traçava os contornos do biquíni dela, respirava a fragrância inebriante de pêssego doce da buceta dela.
O contorno leve da vulva dela tava delicadamente marcado pela fenda que separava os lábios macios. Juan conseguia até ver vários pentelhos escapando do biquíni e queria poder pegar neles, não que ele achasse errado desejar a sobrinha, mas não sabia como se expressar sem assustar ou ofender ela. Ele tinha trinta e seis anos, um pouco de cabelo grisalho e uma barriguinha, e duvidava que fosse nisso que ela pensava quando tava na cama sonhando com o príncipe encantado dela.
— Tio Juan — ela disse, trazendo ele de volta ao presente —, você passa um pouco de protetor solar nas minhas pernas?
— Puta merda, claro! — pensou ele, e pegou o bronzeador. Juan se mexeu pra sentar onde conseguisse alcançar a Anna dos muslos até os dedos dos pés. Enquanto Juan passava o bronzeador nas mãos, Anna disse: — Não muito, por favor. Mas espalha bem.
— Claro, gostosa.
Com isso, Juan começou a espalhar suavemente o bronzeador na coxa mais próxima dela e depois começou a massagear a perna dela com mais firmeza, do joelho pra cima até a borda da parte de baixo do biquíni. Juan aplicou o bronzeador na pele quente da sobrinha com uma mistura de pressão dos polegares e a área larga das palmas. Anna respondeu com suspiros leves e Juan curtiu a sensação do corpo dela e o prazer que tava dando a ela.
Juan terminou a perna direita da Anna e depois começou com a esquerda. Pra facilitar uma massagem forte na Anna, Juan se ajoelhou perto dos pés dela e começou a subir, agora montado na parte de baixo das pernas dela, depois montado nos joelhos enquanto passava por cima. suas coxas e finalmente se concentrou na parte superior delas. Com uma mão na parte externa de ambas as coxas, Juan aplicou a loção na pele bronzeada dela. Os polegares de Juan desviaram bem perto daqueles pelinhos pubianos perdidos que ele tinha visto antes, mas ele se conteve sem ir longe demais.
Anna soltou um suspiro forte — Ooohhh tio Juan, isso é tão gostoso. Você faria na minha barriga agora?
Juan não se imaginava dizendo não para Anna, que ainda estava de olhos fechados, e ele ficava feliz que ela não pudesse ver o volume grande do pau dele na sunga. Quando terminou de esfregar bem devagar a barriga, os ombros e os braços de Anna, e antes que ela pudesse ver o volume dele, Juan pulou na água dizendo — Corrida até a margem.
Anna reclamou — Isso não é justo! — mas pulou atrás dele. Quando chegaram na margem, o pau de Juan já tinha voltado ao normal, e isso o aliviou.
Naquela noite, estavam vendo TV, juntos no sofá, depois que os pais dela tinham ido dormir. Estavam sentados bem juntinhos e ele tinha um braço em volta dos ombros dela. Anna tinha apoiado a cabeça nele e, casualmente, deixou uma mão descansar na coxa dele. De repente, ela virou para ele e disse — Fico muito feliz de você estar na minha vida.
Isso surpreendeu Juan, já que a família dele não era muito de demonstrar esse tipo de sentimento, mas ele disse — Eu também, sabe que te amo muito.
— Eu também — disse ela, voltando a cabeça para o ombro dele.
Juan apertou ela, e ela se aproximou mais, puxando a perna dele. Então ela começou a passar os dedos pelos pelos da perna dele. Ele pensou que ela não podia saber o efeito que estava causando, mas Juan estava tão excitado pela sobrinha que aquela pequena estimulação fez o pau dele subir, e o desejo e a dor nas bolas dele afastaram todos os outros pensamentos da mente dele.
Ele queria mover a mão dela para a virilha dele para que ela pudesse sentir o que estava provocando nele, mas o que ela faria... ela? Queria passar as mãos nos peitos dela, mas isso seria um erro grave. Ou não seria? Afinal, de manhã ele passou protetor solar em quase todas as partes do corpo dela e ela adorou. Ela podia ceder à luxúria sexual que ele sabia que ela tinha; que ela curtiria as carícias íntimas que o tio dela daria, que as mãos dele no corpo quente dela dariam tanta alegria a ela quanto a ele.
Naquele momento, o barulho do pai dele roncando no quarto ao lado da sala o trouxe de volta à realidade e ele disse— Acho melhor a gente ir pra cama agora, né?
— Tão cedo? — disse Anna com um tom perceptível de decepção. Eles desligaram a TV e foram pros seus quartos separados. As visões de Anna encheram a cabeça de João e, antes que ele dormisse, começou a acariciar o pau, de cima pra baixo, puxando e apertando até a cabeça roxa inchar o dobro do tamanho normal na posição ereta e, enquanto gozava, imaginou que estava enchendo de porra a buceta doce dela, dizendo— Anna, tô gozando —As palavras dele saíram um pouco alto demais e ele percebeu no final. Só uma parede fina separava os quartos deles.
Na manhã seguinte, eles saíram de novo pra passar o dia no lago.
Aquela área do lago em agosto pode ser muito quente e úmida, então João montou uma barraca pra duas pessoas na beira do lago. Lá seria mais fresco e, como ficava bem longe da casa e dos vizinhos, era um lugar bem privado. Lá ele podia fantasiar com a sobrinha e se masturbar sem se preocupar com alguém ouvir. Depois de um dia muito quente, João e Anna estavam sentados na margem olhando o lago enquanto o sol se punha, dando um show lindo. Infelizmente, os mosquitos também apareceram.
Em vez de voltar pra casa, João, com o coração na boca, perguntou a Anna se ela queria ir pra barraca, já que ainda era cedo e fazia muito calor na casa. Estariam melhor ali, com o frescor da água.
Ficou excitado com o que poderia acontecer se tivesse coragem de tentar.
— Eu gostaria, é muito gostoso ficar perto da água — disse Anna. João abriu o zíper da barraca pequena e deixou Anna entrar primeiro. Enquanto ela descia de mãos e joelhos para entrar na barraca, ele imaginou ajoelhar-se atrás dela e como seu pau e suas bolas se sentiriam ao empurrar contra as coxas e a bunda dela. A excitação das coisas possíveis que viriam o deixou tonto e, com o coração acelerado, seguiu-a até a barraca.
No começo, descansaram tranquilamente sentindo o ar fresco que entrava do lago. Então João se atreveu mais do que nunca e disse a Anna: — Ainda estou muito suado por causa do calor sufocante; você se importa se eu tirar isso? — Sem esperar resposta, tirou o short e a camiseta.
A barraca estava escura e Anna se aproximou dele e tocou seu peito: — Tio João, você está pelado?
— Sim, fica muito melhor. Você devia experimentar — disse João, tentando soar o mais despreocupado possível.
— Tio João?... — disse Anna —... você poderia desamarrar meus tênis?
João sentou e começou a desatar os sapatos de Anna. Enquanto fazia isso, ouviu ela se remexer para tirar a camiseta sem se sentar. Virando-se para Anna, João estendeu a mão e ajudou-a a se levantar. Enquanto ela colocava os braços sobre a cabeça, ele a ajudou a tirar a camiseta e pôde sentir o calor do corpo dela. João terminou de desatar os cadarços, tirou as meias dela e fez cócegas nos pés dela, o que a fez rir.
Ouviu ela desabotoar o sutiã e, jogando-o de lado, deitar-se no travesseiro: — Tira meu short, tio João... por favor. — Nessa altura, o sangue corria nas veias de João e seu rosto estava quente, mas era o pau dele que parecia estar absorvendo a maior parte do sangue do corpo. João nunca o tinha sentido tão duro e sabia que aquela seria uma noite para lembrar pelo resto da vida. Com dedos Trêmulos, Juan começou a desabotoar o shortinho da Anna. Dava pra sentir o calor da pele dela enquanto abria devagar o primeiro botão. Depois, puxou o zíper, soltando a parte de cima do short e, enquanto puxava ele pelas coxas dela, ela levantou o quadril pra ajudar. Deixando o short de lado, Juan se mexeu até ficar sentado de frente pra ela, com as pernas dela abertas de cada lado dele; as próprias pernas esticadas na frente, uma de cada lado da Anna. Devagar, as mãos dele deslizaram pelo corpo dela, das coxas pra cintura, passando pelos lados dos peitos, pelos ombros, até o rosto, que ele segurou com cuidado e disse— Quero fazer amor com você. Você topa?
Anna assentiu, falando— Ah, sim! Quero que você faça —E Juan soube que os sonhos dele estavam prestes a se realizar.
Os peitos da Anna eram firmes e se erguiam orgulhosos no peito dela; os biquinhos endureceram enquanto as mãos de Juan acariciavam os seios dela, fazendo círculos largos ao redor dos mamilos. Os dedos dele beliscaram cada mamilo e puxavam de leve; isso fez ela respirar rápido e ela percebeu que tinha ficado sem fôlego. Pensou— Ele tá tão excitado quanto eu! —e dava pra sentir o coração dele batendo tão fácil quanto o dela. Tudo na Anna deixava ele no limite do impossível. Ela cobriu as mãos dele com as dela e apertou contra os próprios peitos, dizendo— Nossa! Tio Juan, isso é tão gostoso. Me acaricia, me acaricia inteira.
Juan tava super feliz em ajudar. Amava a sobrinha e queria fazer tudo que pudesse imaginar pra agradar ela, e a imaginação dele era bem fértil. O cheiro do perfume dela vinha até ele e confundia, porque a Anna não usava perfume sempre. Aí ele percebeu que era o cheiro natural dela e que parte daquele cheiro maravilhoso vinha de entre as pernas dela, então, deixando os peitos dela de lado, começou a acariciar o torso e a barriga dela. Ficou parado no umbigo dela por um momento, bebendo da emoção de estar numa situação tão íntima com sua jovem sobrinha.
— Jesus! O que eu tô fazendo? — ele pensou consigo mesmo. Mas esse pensamento não durou muito e ele lembrou o que o próprio tio Alfredo tinha lhe dito — Uma pica dura não tem consciência! — Juan riu sozinho e sentiu o estômago apertado de Anna, alcançando a borda superior da calcinha dela com os dedos, como tinha feito mil vezes na imaginação, mas isso era muito melhor. Seus dedos eram tão sensíveis que sentiram cada crista da renda que contornava a parte de cima da calcinha dela. A respiração dele estava rápida e ele sabia que ela estava gostando, mesmo sendo tímida demais pra falar sobre o que ele tava fazendo.
Ele passou a mão por baixo das coxas dela pra agarrar cada nádega e levantou os quadris dela ao mesmo tempo em que se inclinava pra frente pra poder aspirar o cheiro dela, que agora era ainda mais intenso e fez a cabeça dele voar.
— Posso? — perguntou Juan. Anna, em resposta, levantou um pouco mais os quadris e esfregou a virilha no rosto dele. Juan apertou o rosto contra a calcinha dela. O tecido macio acariciou o rosto de Juan e o calor da buceta dela disse que Anna tava tão excitada quanto ele. A parte interna da coxa de Anna era a coisa mais macia que Juan já tinha notado. Com o nariz e os lábios, Juan explorou a virilha de Anna, se excitando com o calor, a maciez e a intimidade da conexão deles.
Através do tecido fino da calcinha dela, Juan beijou e acariciou a área mais privada de Anna por vários minutos antes de deixar ela relaxar. Enquanto fazia isso, Juan se aproximou dela pra que a pica bem dura dele ficasse debaixo dela enquanto ela relaxava. Essa posição levou Anna a uma situação extremamente íntima com Juan, e a excitação dela continuou aumentando. A pressão da bunda dela no pau dele era maravilhosa; encaixava perfeitamente entre as nádegas dela e ele sabia que ela podia sentir o calor dele enquanto o pressionava entre as nádegas dela. Anna apoiou a bunda ainda coberta pela calcinha no pau dele, dizendo — Ah, adoro isso!
Ela respirava com dificuldade enquanto enfiava os dedos na cintura da calcinha e fazia uma pausa. Anna disse — Tio João, tira minha calcinha e coloca sua boca na minha buceta! — A garota se levantou um pouco e João começou a puxar a calcinha sobre os quadris dela. Quando a peça se soltou da bunda macia dela, Anna juntou as pernas e os pés até o topo da barraca. Os joelhos dela ficaram na frente do rosto de João, e ele terminou de tirar a pequena e sedosa peça. João colocou a calcinha dela de lado e pegou as duas pernas de Anna nas mãos, segurando-as juntas enquanto acariciava as panturrilhas firmes e as coxas, cobrindo-as de beijos.
Depois de devolver as pernas dela para os lados, João levantou os quadris de Anna de volta ao rosto e começou a cobrir a buceta dela com beijinhos. Anna não tinha aparado a linha do biquíni, e os pelos pubianos jovens, cor de mogno, estavam exatamente como Deus os fez. Como ela ainda era bem jovem, não eram muito grossos nem largos, mas João sabia que era a coisa mais doce que já tinha visto e beijado. A boca de João continuou acariciando as coxas dela, o púbis e a parte de baixo da barriga com beijos, beijos de língua e lambidas.
Com uma mão, João sustentava os quadris erguidos de Anna, e com a outra, ele tocava e acariciava as nádegas do cu dela e o pequeno buraco escondido entre elas, as coxas macias mas fortes, a parte inferior da barriga com os pelinhos finos e diminutos, e os pelos pubianos suaves e perfumados. João sabia que aquilo era o paraíso; queria que a vida pudesse ser sempre tão maravilhosa. Apesar de tudo isso, ele ainda não tinha se aprofundado entre os delicados lábios internos da buceta dela. Estava guardando para o momento certo, e esse momento finalmente tinha chegado. Anna colocou as mãos atrás da cabeça dele, e ele separou os lábios internos dela com o nariz e depois com os lábios e a língua. O doce... Os sucos escorreram e cobriram o rosto dela enquanto ele acariciava os lábios da buceta com a língua. Ele até meteu a cara no buraquinho doce dela e provou o gosto da própria buceta e a emoção dela escorrendo na boca dele, mas ainda não tinha tocado no clitóris dela.
Enquanto comia a buceta mais gostosa da vida dele, Juan ouvia os gemidos dela mostrando a vontade crescente de ser comida. Quando Anna empurrava o quadril na boca do Juan com mais força, ele sabia que era hora de atacar o clitóris dela com os lábios. Os lábios do Juan envolveram delicadamente a bucetinha da Anna e quando ele chupou de leve, Anna sussurrou — Jesus, isso é muito bom! Não para, não para, tio Juan — e começou a esfregar a buceta na boca dele com força de verdade.
Juan não tinha intenção nenhuma de parar; na verdade, ele ficaria feliz em lamber e chupar a buceta dela o resto da noite ou até a mandíbula cair, o que viesse primeiro. Com a mão livre, Juan começou a explorar o túnel secreto da Anna e enfiou a mão na vagina dela e, bem de leve, acariciou e puxou os dedos. Isso fez Anna gemer cada vez mais — Sim, sim, sim... — Juan virou a palma da mão para cima e com os dedos varreu a parte de cima da vagina da Anna. Quando encontrou o ponto G, ela respirou fundo e ofegou — Tio Juan, eu, euuu...
Anna estava gozando e Juan se sentia muito feliz por ter levado ela a esse pico de prazer sexual. Enquanto Anna passava pelo clímax, Juan continuou mordiscando de leve os lábios dela e a virilha. Finalmente, Anna relaxou completamente e o quadril dela afundou de novo. Juan se recostou sobre as mãos e descansou, mas o pau dele não descansava nem um pouco. O pau dele estava duro pra caralho e agora estava bem na frente da buceta molhada da Anna. Ele sentia o calorão que vinha dela e só pensava em meter dentro da Anna e ter ela enrolando os braços e as pernas nele enquanto ele... mexia dentro da buceta doce dela.
Anna se meteu entre as pernas dele e pegou suavemente a rola de Juan nas mãos. Sentiu a pele apertada e depois a cabeça em formato de cogumelo, onde encontrou um monte de líquido escorregadio que pingava da rola dele. Juan mudou de posição, ficando de joelhos entre as pernas dela, o que facilitou pra Anna alcançar e, com os dedos, acariciou as bolas dele com uma mão enquanto seguia o rastro dos dedos desde o pelo pubiano até a ponta da rola e de volta. As mãos dela excitavam Juan ainda mais do que o fato de ele chupar a buceta dela, e ele decidiu que não dava mais pra esperar pra meter na buceta dela.
Tudo que ele conseguiu dizer foi— Agora, Anna, quero foder sua buceta agora!
Em vez de responder, Anna envolveu as pernas em volta das costas de Juan e puxou ele pra baixo, contra o peito dela, depois colocou as mãos atrás da cabeça dele, aproximou a boca dele da dela e deixou as línguas dançarem na boca um do outro. O corpo de Juan tava sobrecarregado de tesão com a língua e os lábios da boca de Anna, ele sentia os peitos dela pressionados contra o peito dele, o calor da barriga dela contra a dele, mas ainda tinha mais por vir.
Juan sentia a ponta da rola roçando Anna entre as coxas dela e, com uma mão, molhou a ponta do pau com um pouco de saliva que colocou na ponta dos dedos e deslizou suavemente a rola pra cima e pra baixo nos lábios quentes de Anna até que eles se separaram e espalharam a umidade toda pela cabeça da rola dele. Juan se apoiou nos dois braços e Anna assumiu o controle da rola dele. Anna empurrou, pressionando os lábios da buceta contra a rola dele, enquanto Juan começou a bombar e deslizar pra cima e pra baixo contra a parte de fora da buceta dela. Isso fez Anna exclamar— Isso é fantástico!... tio Juan, por favor, me fode agora! —Anna pressionou a cabeça do pau de Juan na abertura pequena dela e Juan começou a apertar firme lá dentro. Quando Juan enfiou a rola na buceta apertada de Anna ofegou, e Juan quase desmaiou quando o calor da buceta dela fez o pau dele parecer que estava em chamas.
Anna se divertiu e gozou tanto que em um momento encharcou o pau dentro da buceta dela. Ele sentiu a tensão do próprio pau e cada pedacinho do seu comprimento dentro da buceta da Anna. Sentiu os pelinhos pubianos apertados e o resto dos corpos deles, até as bocas que se beijavam com um fervor que Juan nunca tinha conhecido antes. Sabia que Anna o queria tanto quanto ele a queria, e Juan ia dar a ela tudo o que pudesse. A respiração pesada de Anna era todo o estímulo que ele precisava; ele se apoiou nas mãos, quebrou o contato com a boca dela e começou a bombear o pau na buceta quente e acolhedora de Anna com toda a paixão. Era um prazer que ele queria que durasse para sempre, e teria tentado fazer exatamente isso se Anna não tivesse abaixado as pernas e as juntado, depois de fazer Juan sentar-se montado nela, com o pau ainda dentro da buceta. Juan tinha acabado de começar a acariciar Anna de novo quando ela apertou as coxas e a buceta, agarrou a bunda de Juan e puxou ele para perto, dizendo: — Agora, tio Juan, goza dentro da minha buceta.
Isso era demais para resistir; Juan podia imaginar a visão da vara dura deslizando entre as coxas dela e se esfregando contra o pequeno capuz que cobria o clitóris dela, que era dominado pelo montinho da buceta peluda. Juan amava essa posição e sabia que nunca durava muito quando fodiam assim. Ouvir ela pedindo para ele gozar dentro dela o levou ao limite, e o próprio orgasmo o arrastou; tudo o que ele conhecia era o prazer intenso que corria das bolas até a espinha e o sêmen quente e ardente que jorrava dele para dentro do túnel escuro e quente que Anna lhe dava para aproveitar. Quando ele entrou na buceta doce e escura de Anna, pôde ouvi-la dizendo: — Tio Juan... estou gozando de novo... não para... não para... Me come... me come... ¡¡¡Me come… me come!!!!
Por um tempo, os arrepios nas bolas dele fizeram o Juan soltar um pouco mais de porra dentro da Anna e, com os braços e pernas dela enroscados nele, o Juan queria ficar ali pra sempre. Depois de vários minutos, bem na hora que o pau do Juan tava escorregando pra fora da buceta da Anna, ela sussurrou— Quando a gente pode fazer de novo, tio Juan?
O Juan sabia que ia ser um verão maravilhoso e sussurrou pra Anna— Vamos voltar e começar agora mesmo! —A Anna disse— Ah, que bom —e começaram de novo.
Anna era uma garota de olhos lindos, cabelo castanho, lábios doces e pernas fortes e bem torneadas. Juan não morava ali há uns quinze anos e todos os amigos dele tinham ido embora, então ele e Anna passavam a maior parte dos dias na beira do lago, deitados em redes, nadando e velejando.
Anna adorava descansar na proa do pequeno veleiro, tomando sol, sentindo a brisa no corpo com o som suave da vela e das ondas nos ouvidos, e o melhor de tudo: ter o tio favorito dela agindo como capitão particular, levando ela por todo o lago.
Juan adorava ser o timoneiro dela; Anna era uma jovem encantadora e ele tinha orgulho de ser tio dela. Ela era muito gostosa e tinha um ótimo senso de humor. Enquanto navegavam pelo lago ou depois de um dos mergulhos diários no lago quentinho, era difícil pro Juan não ficar olhando fixo pro corpo da Anna: pés, pernas, barriga, ombros, braços e a carinha doce com os olhos gentis. Mais difícil ainda era não olhar pros peitinhos dela, pequenos mas alegres, especialmente quando a brisa fazia os biquinhos ficarem durinhos. Juan se perguntava se eram rosados ou morenos e queria muito descobrir.
Uma manhã, eles estavam tomando sol no convés e o sol quente animava eles a ficarem mais um pouco antes de voltar pra beira do lago pro almoço. Juan deixava os olhos passearem pelo corpo da Anna, especialmente pelos quadris e pela parte de baixo do biquíni. Anna estava deitada de barriga pra cima, com os braços cruzados atrás da cabeça, os olhos fechados e o cabelo longo e brilhante espalhado sobre os braços e em volta da cabeça. Ela adorava pegar um bronzeado e, como a pele dela era tão clara, era difícil conseguir um bronzeado bem escuro sem se queimar. As pernas longas dela... As pernas dela estavam levemente abertas e Juan tinha se posicionado perto dos pés dela, de frente pra ela, fingindo que olhava pra água.
Juan acariciava mentalmente o corpo da Anna, beijava a barriga dela, traçava os contornos do biquíni dela, respirava a fragrância inebriante de pêssego doce da buceta dela.
O contorno leve da vulva dela tava delicadamente marcado pela fenda que separava os lábios macios. Juan conseguia até ver vários pentelhos escapando do biquíni e queria poder pegar neles, não que ele achasse errado desejar a sobrinha, mas não sabia como se expressar sem assustar ou ofender ela. Ele tinha trinta e seis anos, um pouco de cabelo grisalho e uma barriguinha, e duvidava que fosse nisso que ela pensava quando tava na cama sonhando com o príncipe encantado dela.
— Tio Juan — ela disse, trazendo ele de volta ao presente —, você passa um pouco de protetor solar nas minhas pernas?
— Puta merda, claro! — pensou ele, e pegou o bronzeador. Juan se mexeu pra sentar onde conseguisse alcançar a Anna dos muslos até os dedos dos pés. Enquanto Juan passava o bronzeador nas mãos, Anna disse: — Não muito, por favor. Mas espalha bem.
— Claro, gostosa.
Com isso, Juan começou a espalhar suavemente o bronzeador na coxa mais próxima dela e depois começou a massagear a perna dela com mais firmeza, do joelho pra cima até a borda da parte de baixo do biquíni. Juan aplicou o bronzeador na pele quente da sobrinha com uma mistura de pressão dos polegares e a área larga das palmas. Anna respondeu com suspiros leves e Juan curtiu a sensação do corpo dela e o prazer que tava dando a ela.
Juan terminou a perna direita da Anna e depois começou com a esquerda. Pra facilitar uma massagem forte na Anna, Juan se ajoelhou perto dos pés dela e começou a subir, agora montado na parte de baixo das pernas dela, depois montado nos joelhos enquanto passava por cima. suas coxas e finalmente se concentrou na parte superior delas. Com uma mão na parte externa de ambas as coxas, Juan aplicou a loção na pele bronzeada dela. Os polegares de Juan desviaram bem perto daqueles pelinhos pubianos perdidos que ele tinha visto antes, mas ele se conteve sem ir longe demais.
Anna soltou um suspiro forte — Ooohhh tio Juan, isso é tão gostoso. Você faria na minha barriga agora?
Juan não se imaginava dizendo não para Anna, que ainda estava de olhos fechados, e ele ficava feliz que ela não pudesse ver o volume grande do pau dele na sunga. Quando terminou de esfregar bem devagar a barriga, os ombros e os braços de Anna, e antes que ela pudesse ver o volume dele, Juan pulou na água dizendo — Corrida até a margem.
Anna reclamou — Isso não é justo! — mas pulou atrás dele. Quando chegaram na margem, o pau de Juan já tinha voltado ao normal, e isso o aliviou.
Naquela noite, estavam vendo TV, juntos no sofá, depois que os pais dela tinham ido dormir. Estavam sentados bem juntinhos e ele tinha um braço em volta dos ombros dela. Anna tinha apoiado a cabeça nele e, casualmente, deixou uma mão descansar na coxa dele. De repente, ela virou para ele e disse — Fico muito feliz de você estar na minha vida.
Isso surpreendeu Juan, já que a família dele não era muito de demonstrar esse tipo de sentimento, mas ele disse — Eu também, sabe que te amo muito.
— Eu também — disse ela, voltando a cabeça para o ombro dele.
Juan apertou ela, e ela se aproximou mais, puxando a perna dele. Então ela começou a passar os dedos pelos pelos da perna dele. Ele pensou que ela não podia saber o efeito que estava causando, mas Juan estava tão excitado pela sobrinha que aquela pequena estimulação fez o pau dele subir, e o desejo e a dor nas bolas dele afastaram todos os outros pensamentos da mente dele.
Ele queria mover a mão dela para a virilha dele para que ela pudesse sentir o que estava provocando nele, mas o que ela faria... ela? Queria passar as mãos nos peitos dela, mas isso seria um erro grave. Ou não seria? Afinal, de manhã ele passou protetor solar em quase todas as partes do corpo dela e ela adorou. Ela podia ceder à luxúria sexual que ele sabia que ela tinha; que ela curtiria as carícias íntimas que o tio dela daria, que as mãos dele no corpo quente dela dariam tanta alegria a ela quanto a ele.
Naquele momento, o barulho do pai dele roncando no quarto ao lado da sala o trouxe de volta à realidade e ele disse— Acho melhor a gente ir pra cama agora, né?
— Tão cedo? — disse Anna com um tom perceptível de decepção. Eles desligaram a TV e foram pros seus quartos separados. As visões de Anna encheram a cabeça de João e, antes que ele dormisse, começou a acariciar o pau, de cima pra baixo, puxando e apertando até a cabeça roxa inchar o dobro do tamanho normal na posição ereta e, enquanto gozava, imaginou que estava enchendo de porra a buceta doce dela, dizendo— Anna, tô gozando —As palavras dele saíram um pouco alto demais e ele percebeu no final. Só uma parede fina separava os quartos deles.
Na manhã seguinte, eles saíram de novo pra passar o dia no lago.
Aquela área do lago em agosto pode ser muito quente e úmida, então João montou uma barraca pra duas pessoas na beira do lago. Lá seria mais fresco e, como ficava bem longe da casa e dos vizinhos, era um lugar bem privado. Lá ele podia fantasiar com a sobrinha e se masturbar sem se preocupar com alguém ouvir. Depois de um dia muito quente, João e Anna estavam sentados na margem olhando o lago enquanto o sol se punha, dando um show lindo. Infelizmente, os mosquitos também apareceram.
Em vez de voltar pra casa, João, com o coração na boca, perguntou a Anna se ela queria ir pra barraca, já que ainda era cedo e fazia muito calor na casa. Estariam melhor ali, com o frescor da água.
Ficou excitado com o que poderia acontecer se tivesse coragem de tentar.
— Eu gostaria, é muito gostoso ficar perto da água — disse Anna. João abriu o zíper da barraca pequena e deixou Anna entrar primeiro. Enquanto ela descia de mãos e joelhos para entrar na barraca, ele imaginou ajoelhar-se atrás dela e como seu pau e suas bolas se sentiriam ao empurrar contra as coxas e a bunda dela. A excitação das coisas possíveis que viriam o deixou tonto e, com o coração acelerado, seguiu-a até a barraca.
No começo, descansaram tranquilamente sentindo o ar fresco que entrava do lago. Então João se atreveu mais do que nunca e disse a Anna: — Ainda estou muito suado por causa do calor sufocante; você se importa se eu tirar isso? — Sem esperar resposta, tirou o short e a camiseta.
A barraca estava escura e Anna se aproximou dele e tocou seu peito: — Tio João, você está pelado?
— Sim, fica muito melhor. Você devia experimentar — disse João, tentando soar o mais despreocupado possível.
— Tio João?... — disse Anna —... você poderia desamarrar meus tênis?
João sentou e começou a desatar os sapatos de Anna. Enquanto fazia isso, ouviu ela se remexer para tirar a camiseta sem se sentar. Virando-se para Anna, João estendeu a mão e ajudou-a a se levantar. Enquanto ela colocava os braços sobre a cabeça, ele a ajudou a tirar a camiseta e pôde sentir o calor do corpo dela. João terminou de desatar os cadarços, tirou as meias dela e fez cócegas nos pés dela, o que a fez rir.
Ouviu ela desabotoar o sutiã e, jogando-o de lado, deitar-se no travesseiro: — Tira meu short, tio João... por favor. — Nessa altura, o sangue corria nas veias de João e seu rosto estava quente, mas era o pau dele que parecia estar absorvendo a maior parte do sangue do corpo. João nunca o tinha sentido tão duro e sabia que aquela seria uma noite para lembrar pelo resto da vida. Com dedos Trêmulos, Juan começou a desabotoar o shortinho da Anna. Dava pra sentir o calor da pele dela enquanto abria devagar o primeiro botão. Depois, puxou o zíper, soltando a parte de cima do short e, enquanto puxava ele pelas coxas dela, ela levantou o quadril pra ajudar. Deixando o short de lado, Juan se mexeu até ficar sentado de frente pra ela, com as pernas dela abertas de cada lado dele; as próprias pernas esticadas na frente, uma de cada lado da Anna. Devagar, as mãos dele deslizaram pelo corpo dela, das coxas pra cintura, passando pelos lados dos peitos, pelos ombros, até o rosto, que ele segurou com cuidado e disse— Quero fazer amor com você. Você topa?
Anna assentiu, falando— Ah, sim! Quero que você faça —E Juan soube que os sonhos dele estavam prestes a se realizar.
Os peitos da Anna eram firmes e se erguiam orgulhosos no peito dela; os biquinhos endureceram enquanto as mãos de Juan acariciavam os seios dela, fazendo círculos largos ao redor dos mamilos. Os dedos dele beliscaram cada mamilo e puxavam de leve; isso fez ela respirar rápido e ela percebeu que tinha ficado sem fôlego. Pensou— Ele tá tão excitado quanto eu! —e dava pra sentir o coração dele batendo tão fácil quanto o dela. Tudo na Anna deixava ele no limite do impossível. Ela cobriu as mãos dele com as dela e apertou contra os próprios peitos, dizendo— Nossa! Tio Juan, isso é tão gostoso. Me acaricia, me acaricia inteira.
Juan tava super feliz em ajudar. Amava a sobrinha e queria fazer tudo que pudesse imaginar pra agradar ela, e a imaginação dele era bem fértil. O cheiro do perfume dela vinha até ele e confundia, porque a Anna não usava perfume sempre. Aí ele percebeu que era o cheiro natural dela e que parte daquele cheiro maravilhoso vinha de entre as pernas dela, então, deixando os peitos dela de lado, começou a acariciar o torso e a barriga dela. Ficou parado no umbigo dela por um momento, bebendo da emoção de estar numa situação tão íntima com sua jovem sobrinha.
— Jesus! O que eu tô fazendo? — ele pensou consigo mesmo. Mas esse pensamento não durou muito e ele lembrou o que o próprio tio Alfredo tinha lhe dito — Uma pica dura não tem consciência! — Juan riu sozinho e sentiu o estômago apertado de Anna, alcançando a borda superior da calcinha dela com os dedos, como tinha feito mil vezes na imaginação, mas isso era muito melhor. Seus dedos eram tão sensíveis que sentiram cada crista da renda que contornava a parte de cima da calcinha dela. A respiração dele estava rápida e ele sabia que ela estava gostando, mesmo sendo tímida demais pra falar sobre o que ele tava fazendo.
Ele passou a mão por baixo das coxas dela pra agarrar cada nádega e levantou os quadris dela ao mesmo tempo em que se inclinava pra frente pra poder aspirar o cheiro dela, que agora era ainda mais intenso e fez a cabeça dele voar.
— Posso? — perguntou Juan. Anna, em resposta, levantou um pouco mais os quadris e esfregou a virilha no rosto dele. Juan apertou o rosto contra a calcinha dela. O tecido macio acariciou o rosto de Juan e o calor da buceta dela disse que Anna tava tão excitada quanto ele. A parte interna da coxa de Anna era a coisa mais macia que Juan já tinha notado. Com o nariz e os lábios, Juan explorou a virilha de Anna, se excitando com o calor, a maciez e a intimidade da conexão deles.
Através do tecido fino da calcinha dela, Juan beijou e acariciou a área mais privada de Anna por vários minutos antes de deixar ela relaxar. Enquanto fazia isso, Juan se aproximou dela pra que a pica bem dura dele ficasse debaixo dela enquanto ela relaxava. Essa posição levou Anna a uma situação extremamente íntima com Juan, e a excitação dela continuou aumentando. A pressão da bunda dela no pau dele era maravilhosa; encaixava perfeitamente entre as nádegas dela e ele sabia que ela podia sentir o calor dele enquanto o pressionava entre as nádegas dela. Anna apoiou a bunda ainda coberta pela calcinha no pau dele, dizendo — Ah, adoro isso!
Ela respirava com dificuldade enquanto enfiava os dedos na cintura da calcinha e fazia uma pausa. Anna disse — Tio João, tira minha calcinha e coloca sua boca na minha buceta! — A garota se levantou um pouco e João começou a puxar a calcinha sobre os quadris dela. Quando a peça se soltou da bunda macia dela, Anna juntou as pernas e os pés até o topo da barraca. Os joelhos dela ficaram na frente do rosto de João, e ele terminou de tirar a pequena e sedosa peça. João colocou a calcinha dela de lado e pegou as duas pernas de Anna nas mãos, segurando-as juntas enquanto acariciava as panturrilhas firmes e as coxas, cobrindo-as de beijos.
Depois de devolver as pernas dela para os lados, João levantou os quadris de Anna de volta ao rosto e começou a cobrir a buceta dela com beijinhos. Anna não tinha aparado a linha do biquíni, e os pelos pubianos jovens, cor de mogno, estavam exatamente como Deus os fez. Como ela ainda era bem jovem, não eram muito grossos nem largos, mas João sabia que era a coisa mais doce que já tinha visto e beijado. A boca de João continuou acariciando as coxas dela, o púbis e a parte de baixo da barriga com beijos, beijos de língua e lambidas.
Com uma mão, João sustentava os quadris erguidos de Anna, e com a outra, ele tocava e acariciava as nádegas do cu dela e o pequeno buraco escondido entre elas, as coxas macias mas fortes, a parte inferior da barriga com os pelinhos finos e diminutos, e os pelos pubianos suaves e perfumados. João sabia que aquilo era o paraíso; queria que a vida pudesse ser sempre tão maravilhosa. Apesar de tudo isso, ele ainda não tinha se aprofundado entre os delicados lábios internos da buceta dela. Estava guardando para o momento certo, e esse momento finalmente tinha chegado. Anna colocou as mãos atrás da cabeça dele, e ele separou os lábios internos dela com o nariz e depois com os lábios e a língua. O doce... Os sucos escorreram e cobriram o rosto dela enquanto ele acariciava os lábios da buceta com a língua. Ele até meteu a cara no buraquinho doce dela e provou o gosto da própria buceta e a emoção dela escorrendo na boca dele, mas ainda não tinha tocado no clitóris dela.
Enquanto comia a buceta mais gostosa da vida dele, Juan ouvia os gemidos dela mostrando a vontade crescente de ser comida. Quando Anna empurrava o quadril na boca do Juan com mais força, ele sabia que era hora de atacar o clitóris dela com os lábios. Os lábios do Juan envolveram delicadamente a bucetinha da Anna e quando ele chupou de leve, Anna sussurrou — Jesus, isso é muito bom! Não para, não para, tio Juan — e começou a esfregar a buceta na boca dele com força de verdade.
Juan não tinha intenção nenhuma de parar; na verdade, ele ficaria feliz em lamber e chupar a buceta dela o resto da noite ou até a mandíbula cair, o que viesse primeiro. Com a mão livre, Juan começou a explorar o túnel secreto da Anna e enfiou a mão na vagina dela e, bem de leve, acariciou e puxou os dedos. Isso fez Anna gemer cada vez mais — Sim, sim, sim... — Juan virou a palma da mão para cima e com os dedos varreu a parte de cima da vagina da Anna. Quando encontrou o ponto G, ela respirou fundo e ofegou — Tio Juan, eu, euuu...
Anna estava gozando e Juan se sentia muito feliz por ter levado ela a esse pico de prazer sexual. Enquanto Anna passava pelo clímax, Juan continuou mordiscando de leve os lábios dela e a virilha. Finalmente, Anna relaxou completamente e o quadril dela afundou de novo. Juan se recostou sobre as mãos e descansou, mas o pau dele não descansava nem um pouco. O pau dele estava duro pra caralho e agora estava bem na frente da buceta molhada da Anna. Ele sentia o calorão que vinha dela e só pensava em meter dentro da Anna e ter ela enrolando os braços e as pernas nele enquanto ele... mexia dentro da buceta doce dela.
Anna se meteu entre as pernas dele e pegou suavemente a rola de Juan nas mãos. Sentiu a pele apertada e depois a cabeça em formato de cogumelo, onde encontrou um monte de líquido escorregadio que pingava da rola dele. Juan mudou de posição, ficando de joelhos entre as pernas dela, o que facilitou pra Anna alcançar e, com os dedos, acariciou as bolas dele com uma mão enquanto seguia o rastro dos dedos desde o pelo pubiano até a ponta da rola e de volta. As mãos dela excitavam Juan ainda mais do que o fato de ele chupar a buceta dela, e ele decidiu que não dava mais pra esperar pra meter na buceta dela.
Tudo que ele conseguiu dizer foi— Agora, Anna, quero foder sua buceta agora!
Em vez de responder, Anna envolveu as pernas em volta das costas de Juan e puxou ele pra baixo, contra o peito dela, depois colocou as mãos atrás da cabeça dele, aproximou a boca dele da dela e deixou as línguas dançarem na boca um do outro. O corpo de Juan tava sobrecarregado de tesão com a língua e os lábios da boca de Anna, ele sentia os peitos dela pressionados contra o peito dele, o calor da barriga dela contra a dele, mas ainda tinha mais por vir.
Juan sentia a ponta da rola roçando Anna entre as coxas dela e, com uma mão, molhou a ponta do pau com um pouco de saliva que colocou na ponta dos dedos e deslizou suavemente a rola pra cima e pra baixo nos lábios quentes de Anna até que eles se separaram e espalharam a umidade toda pela cabeça da rola dele. Juan se apoiou nos dois braços e Anna assumiu o controle da rola dele. Anna empurrou, pressionando os lábios da buceta contra a rola dele, enquanto Juan começou a bombar e deslizar pra cima e pra baixo contra a parte de fora da buceta dela. Isso fez Anna exclamar— Isso é fantástico!... tio Juan, por favor, me fode agora! —Anna pressionou a cabeça do pau de Juan na abertura pequena dela e Juan começou a apertar firme lá dentro. Quando Juan enfiou a rola na buceta apertada de Anna ofegou, e Juan quase desmaiou quando o calor da buceta dela fez o pau dele parecer que estava em chamas.
Anna se divertiu e gozou tanto que em um momento encharcou o pau dentro da buceta dela. Ele sentiu a tensão do próprio pau e cada pedacinho do seu comprimento dentro da buceta da Anna. Sentiu os pelinhos pubianos apertados e o resto dos corpos deles, até as bocas que se beijavam com um fervor que Juan nunca tinha conhecido antes. Sabia que Anna o queria tanto quanto ele a queria, e Juan ia dar a ela tudo o que pudesse. A respiração pesada de Anna era todo o estímulo que ele precisava; ele se apoiou nas mãos, quebrou o contato com a boca dela e começou a bombear o pau na buceta quente e acolhedora de Anna com toda a paixão. Era um prazer que ele queria que durasse para sempre, e teria tentado fazer exatamente isso se Anna não tivesse abaixado as pernas e as juntado, depois de fazer Juan sentar-se montado nela, com o pau ainda dentro da buceta. Juan tinha acabado de começar a acariciar Anna de novo quando ela apertou as coxas e a buceta, agarrou a bunda de Juan e puxou ele para perto, dizendo: — Agora, tio Juan, goza dentro da minha buceta.
Isso era demais para resistir; Juan podia imaginar a visão da vara dura deslizando entre as coxas dela e se esfregando contra o pequeno capuz que cobria o clitóris dela, que era dominado pelo montinho da buceta peluda. Juan amava essa posição e sabia que nunca durava muito quando fodiam assim. Ouvir ela pedindo para ele gozar dentro dela o levou ao limite, e o próprio orgasmo o arrastou; tudo o que ele conhecia era o prazer intenso que corria das bolas até a espinha e o sêmen quente e ardente que jorrava dele para dentro do túnel escuro e quente que Anna lhe dava para aproveitar. Quando ele entrou na buceta doce e escura de Anna, pôde ouvi-la dizendo: — Tio Juan... estou gozando de novo... não para... não para... Me come... me come... ¡¡¡Me come… me come!!!!
Por um tempo, os arrepios nas bolas dele fizeram o Juan soltar um pouco mais de porra dentro da Anna e, com os braços e pernas dela enroscados nele, o Juan queria ficar ali pra sempre. Depois de vários minutos, bem na hora que o pau do Juan tava escorregando pra fora da buceta da Anna, ela sussurrou— Quando a gente pode fazer de novo, tio Juan?
O Juan sabia que ia ser um verão maravilhoso e sussurrou pra Anna— Vamos voltar e começar agora mesmo! —A Anna disse— Ah, que bom —e começaram de novo.
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