Nem toda jogadora de futebol é sapatão

Ariana é uma excelente jogadora de futebol. Ainda não teve a chance de se testar num clube federado, mas não perde o futebol 5 misto das quintas-feiras. Eu também não perco. Sempre caí no preconceito de que ela era sapatão, não só porque gostava de futebol, mas pelo jeito mais masculinizado, não se preocupava muito com a estética, por exemplo as unhas bem curtas, às vezes sem esmalte, e pela proximidade demais com as minas. Convenhamos que ela brincava de ser a namorada da Pia, a goleira, mas enfim. No final não era, e vou contar o motivo. Joguei a ideia de um churrasco em casa e só responderam cinco, metade. Entre elas a Ari. Todos os outros tinham carro ou como voltar pra casa, a Ariana não, porque vinha de longe e o último ônibus era 01:15, o churrasco terminou às 03:00. Pra não deixar ela constrangida, ofereci que ela dormisse no quarto que tenho vazio. Bom, vazio, é meio depósito de coisas, mas arrumei sabendo que alguém ia ficar, mais pela questão das visitas, tem que ser bom anfitrião. Vestida com uma regata do Aguada, clube de basquete pra quem não conhece clubes, um short esportivo, ela foi pra aquele quarto. O banheiro ficava tanto na frente daquele quarto quanto na diagonal de onde eu dormia. Lá pelas 05:00 da manhã, toca meu despertador, que tinha esquecido de desligar, já que era domingo. Corto na hora, mas ouço barulhos do quarto ao lado. Era a Ari, com o short puxado pra baixo, uma mão se masturbando, e com a outra segurando o celular, vendo pornô com fones de ouvido. Um vídeo onde o JMac, um dos carecas mais pirocudos da indústria pornô, detonava a loirinha baixinha da Piper Perri. Me fiz de sonso, abri um pouco a porta de entrada do quarto/depósito, entrei devagar no banheiro e ao sair, procurei sair com a cueca de lado, meio por acaso, pra que, se ela me visse, me visse com a pica dura. Fiz barulho com a porta do banheiro, ela levanta o olhar e se vira assustada, como que "por acidente" eu vi aquela situação, tentando esconder o celular e se cobrir com o lençol que tinha deixado pra ela. "Desculpa, Ari", e ela "Não, não, me desculpa você. Que vergonha", enquanto escondia o rosto com a mão ainda cheia de fluidos. Pra ela não se sentir mal, eu me aproximo, falo que não era nada, ela começa a rir de nervoso. Pra acalmar a situação, eu pego o celular dela, vejo a cena onde a Piper Perri está "voando" na pica do JMac, e falo "Cê tá afim de ficar assim?", enquanto as risadas de nervoso viraram um silêncio mais profundo. Naquele momento ela começou a olhar pra minha pica dura no boxer e não hesitou em agarrar. Aí a gente se beijou de língua, peguei a mão dela que tava com fluidos e comecei a chupar os dedos dela. Depois disso, comecei a chupar a buceta dela enquanto ela segurava minha cabeça com força contra ela. Mãos pra cá, mãos pra lá, chupei os peitinhos pequenos que ela tem por ser magrinha, até que ela começou a me chupar. Passei minha pica na boca dela com aparelho, igual o JMac faz no vídeo que ela tava vendo. "Além disso, cê quer que eu te coma no ar?" Falei como um desafio que eu achava que não ia rolar, mas sim, a gente conseguiu. Depois, com a resistência das pernas dela de jogadora de futebol, ela sentou em cima de mim, se agachou, reboleou, dominando ela o jogo. "E eu achando que cê era sapatão", falei enquanto ela ria e me respondia "eu gosto mais de pica do que de fazer gol", a gente riu junto, mas não parava de curtir a transa foda da magrinha. Na posição de missionário, não aguentei ver aqueles abdominais definidos e enchi eles de porra, em três gozadas enquanto ela acariciava minhas bolas. A gente se beijou e dormiu pelados, de vez em quando acordava e se masturbava, até cair no sono. Será que fui um bom anfitrião?Nem toda jogadora de futebol é sapatão
vadia

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