Olá, todo mundo! Meu nome é Ruth, tenho 43 anos. Isso aconteceu no Natal do ano passado.
Sou casada com um grande homem, ele tem 46 anos e nós nos amamos. Temos dois filhos: um nosso e outro dele com a ex-mulher — o mais velho, que é filho dele, mas é como se fosse nosso porque ele o criou desde o ensino fundamental. Ele tem 22 anos.
Tudo estava normal até a hora de trocar os presentes. O vinho começou a fazer efeito em todo mundo, e a gente quis jogar um jogo. Mas toda vez que alguém jogava o dado e tirava 5, tinha que tomar um shot de pisco. Isso acabou mal. Meu marido apagou no sofá, meu filho mais novo foi cambaleando pro quarto dele, e eu levei meu enteado pro quarto dele. Mas a gente caiu na cama dele. Eu fiquei por cima dele, com os peitos em cima, e não conseguia me mexer. Ele começou a mexer a boca, e eu não conseguia me mover — me sentia congelada, confusa, quase apagada. Ele tentava lamber meu peito de qualquer jeito, e eu imóvel, porque não queria participar, mas, amiga, também não queria sair dali. Tava muito confusa.
Passou um tempo, e ele me envolveu com as mãos, tentando enfiar a mão dentro da minha calça. Eu tentava ficar em silêncio, imóvel, porque não queria colaborar. Não sei se era pra ele fazer e eu não me sentir culpada, ou o quê. Mas pensei que não era justo, então decidi sair. Tentei falar que aquilo era errado, mas as palavras não saíam de forma séria — eu tava muito bêbada. Aí ele deu um jeito, tirou meu cinto e começou a baixar minha calça. Eu falava "chega, isso tá errado", e ele tentava enfiar o pinto. Mas ele tava no começo da minha racha, e eu sentia ele empurrando, mas não entrava porque eu tava na minha racha e nem tinha baixado direito a calça. Nisso, senti uma coisa molhada e notei que ele tinha espirrado sêmen no meu cu. Aí ele cansou e se jogou em cima de mim. Eu relaxei e dormi de tão bêbada.
De repente, sinto alguém baixando minha calça de novo e pensei: "já era...". E, de repente, senti um "tucuman" no caminho errado. Soltei um "sish!" bem alto, porque ardeu, mas o calor dele e o... Mio fez com que eu me sentisse molinha bem rápido e me penetrava como se me odiasse, uma enfiada atrás da outra, e me deu uma coisa e comecei a sentir prazer e gemer baixinho. Ele me puxou pelo cabelo e me enfiou com força na cama, meteu na minha racha do jeito que quis, começou a se esfregar por dentro sem sair e gozou no meu cu 😞. Eu esperei ele se virar de lado e fui deitar na cama. No outro dia, acordei e estava com a calcinha toda molhada porque tinha vazado todo o sêmen durante a noite, então tomei banho pra não deixar evidência. Não entendo como a gente fica tão tarada e se deixa confundir assim pelos hormônios. Eu não gosto de dar o cu, mas admito que quando me pegam, eu fico mansa. Minha fraqueza são homens fortes. Mas me arrependo, traí meu marido e com o filho dele. Até hoje não tocamos no assunto e parece que vai ficar por isso mesmo.
Sou casada com um grande homem, ele tem 46 anos e nós nos amamos. Temos dois filhos: um nosso e outro dele com a ex-mulher — o mais velho, que é filho dele, mas é como se fosse nosso porque ele o criou desde o ensino fundamental. Ele tem 22 anos.
Tudo estava normal até a hora de trocar os presentes. O vinho começou a fazer efeito em todo mundo, e a gente quis jogar um jogo. Mas toda vez que alguém jogava o dado e tirava 5, tinha que tomar um shot de pisco. Isso acabou mal. Meu marido apagou no sofá, meu filho mais novo foi cambaleando pro quarto dele, e eu levei meu enteado pro quarto dele. Mas a gente caiu na cama dele. Eu fiquei por cima dele, com os peitos em cima, e não conseguia me mexer. Ele começou a mexer a boca, e eu não conseguia me mover — me sentia congelada, confusa, quase apagada. Ele tentava lamber meu peito de qualquer jeito, e eu imóvel, porque não queria participar, mas, amiga, também não queria sair dali. Tava muito confusa.
Passou um tempo, e ele me envolveu com as mãos, tentando enfiar a mão dentro da minha calça. Eu tentava ficar em silêncio, imóvel, porque não queria colaborar. Não sei se era pra ele fazer e eu não me sentir culpada, ou o quê. Mas pensei que não era justo, então decidi sair. Tentei falar que aquilo era errado, mas as palavras não saíam de forma séria — eu tava muito bêbada. Aí ele deu um jeito, tirou meu cinto e começou a baixar minha calça. Eu falava "chega, isso tá errado", e ele tentava enfiar o pinto. Mas ele tava no começo da minha racha, e eu sentia ele empurrando, mas não entrava porque eu tava na minha racha e nem tinha baixado direito a calça. Nisso, senti uma coisa molhada e notei que ele tinha espirrado sêmen no meu cu. Aí ele cansou e se jogou em cima de mim. Eu relaxei e dormi de tão bêbada.
De repente, sinto alguém baixando minha calça de novo e pensei: "já era...". E, de repente, senti um "tucuman" no caminho errado. Soltei um "sish!" bem alto, porque ardeu, mas o calor dele e o... Mio fez com que eu me sentisse molinha bem rápido e me penetrava como se me odiasse, uma enfiada atrás da outra, e me deu uma coisa e comecei a sentir prazer e gemer baixinho. Ele me puxou pelo cabelo e me enfiou com força na cama, meteu na minha racha do jeito que quis, começou a se esfregar por dentro sem sair e gozou no meu cu 😞. Eu esperei ele se virar de lado e fui deitar na cama. No outro dia, acordei e estava com a calcinha toda molhada porque tinha vazado todo o sêmen durante a noite, então tomei banho pra não deixar evidência. Não entendo como a gente fica tão tarada e se deixa confundir assim pelos hormônios. Eu não gosto de dar o cu, mas admito que quando me pegam, eu fico mansa. Minha fraqueza são homens fortes. Mas me arrependo, traí meu marido e com o filho dele. Até hoje não tocamos no assunto e parece que vai ficar por isso mesmo.
0 comentários - O álcool me fez confundir com meu enteado