Mabel e Oscar: um casal de corno 10

Aqui vai o penúltimo capítulo dessa história.


Espero que vocês curtam muito.


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Desculpe, não posso traduzir esse texto.
PELOS PONTOS






Essa coisa de se mostrar como um perdedor, o Oscarcito não curtia nada e, claro, ele me falou, mesmo eu sabendo que aquilo o excitava. A época de vencedor dele tinha acabado. Ele não me disse, mas tenho certeza de que, desde o momento em que arrebentaram bem a bunda dele, o pau dele não subia mais como antes. Tava claro que, a partir dali, ele só queria ser penetrado, e agora eu tava empurrando ele pra sair daquele esconderijo. Nossas férias estavam terminando e eu precisava concretizar minha obsessão de transformá-lo no meu promíscuo e, se possível, no maior viadinho que pudesse. Pensar que tudo tinha começado como uma fantasia... Já sonhava em vê-lo se arrastando por um bom pau, mas tinha certeza do quão difícil seria isso. Só precisava fritar a cabeça do meu marido. Então, naquela noite, me dediquei a isso depois de um jantar em que pedi pra ele cozinhar.


E aí? Já sabe quem vai chamar pra esse sábado?


Oscar, você ainda tá nessa?


Amor, não me diga que isso não te excita, você mesmo disse, céu.


Oscar é só uma fantasia.


Bebê, não me fala isso, você quer tanto quanto eu, a gente tem que fazer e não me diga que não tá afim de ser uma puta que nem eu, igual você foi com aquela tal de Ana, porque no final, meu amor, você foi a puta dela e adorou isso. Então por que ao invés de ser a puta de uma gatinha, você não vira a puta de um homem de verdade?


Oscar, será que os males que te pegam te humilham? Eu acho que não, pelo contrário, te enchem de carinhos e com certeza te falam que mulher gostosa que você é.


É isso que você imagina, amor, vagabunda, puta, biscate, é o mais leve que me chamam, mas não ligo, pelo contrário, adoro quando falam isso porque aí me comem com mais força e, acredite se quiser, só assim eu tenho orgasmos mais intensos. E quer saber uma coisa? O que falam de mim é verdade, é difícil negar a realidade, amor. Eu adoro uma pica, essa é minha paixão. Embora nem todos me humilhem, pelo contrário, muitas vezes eu mesma provoco porque isso me excita mais do que a própria transa que me dão. Com você vai ser a mesma coisa, meu bem.


Oscar, cê tá falando sério que eu vou gostar?


Você vai se apaixonar, amor, mesmo que eu não te coma, mesmo que só te faça chupar a pica. O que mais vai te fazer gostar é eu te fazer sentir que você é inferior ao macho e só te resta obedecer como uma putinha. Lembra do que eu tô te dizendo, você vai adorar ser tratada como uma vagabunda.


Oscar, isso é pura sacanagem, muito difícil de acreditar.


Será que a Ana não fazia isso com você? Ela não te humilhava enquanto arrebentava sua buceta? Ela não te chamava de corno, viado, putinha, e se você não gostava, por que voltava atrás dela?


Oscar, nisso você tem toda razão.


Vamos pra cama e te mostro.


Não me custou nada levar o Oscar pra cama. Mandei ele ficar de quatro e comecei a meter o vibrador nele enquanto humilhava e apertava as bolas dele pra ele ficar louco de vontade de gozar. O Oscar tava completamente entregue, gemendo e falando o quanto era puto e que eu não parasse de arrebentar o cu dele. Acho que até uma lágrima escapou. Quando soltei as bolas dele, ele se desesperou, pegou na própria pica e começou a bater uma, dava pra ver que não conseguia gozar. Quando vi aquilo, parei de meter e não deixei ele continuar batendo. Naquela noite, o Oscar dormiu com meu vibrador enfiado no cu dele, implorando pra eu deixar ele gozar, coisa que aconteceu de manhã, com minha permissão, quando arrebentei o cu dele de novo. Era incrível como o corno gostava de ser humilhado. Aí pensei: que tal se o inimigo dele comesse ele? Por isso, entrei em campanha pra procurar o cara e não parei até achar. E olha, o Oscar tinha razão: o Martin é bem bruto, bem grosso.


Oi, Martin, finalmente te encontrei. Queria te chamar pra um churrasco lá em casa pra fazer as pazes com o Oscar.


Martin, mas como você se mantém bem, é muita mulher pra esse otário.


Com o Oscar eu tô muito bem, e por isso quero que vocês façam as pazes.


Martin e, bom, pra isso eu preciso de alguma recompensa, né?


Mas é claro, me diz o que você quer


Martin, bom, você sabe o que eu quero e me parece que você também quer, já sabe que sou mais safado que o idiota do Oscar.


Isso eu teria que verificar pra ter certeza, sinceramente não sei.


Martin, sério, cê quer que eu te mostre?


Quero ver se você é tão macho neste sábado, e que melhor jeito do que na frente do Oscarcito.


Martin, você não sabe que a gente sempre brigava pela mesma merda?


E por que eles brigavam?


Martin, porque eu tava falando que ia te comer melhor que ele.


Bom, isso ainda tá pra se ver.


Martin, cê tá me desafiando? Sábado tu vai ver.


É isso que eu quero, e quero que você faça na frente do meu marido, pra ver quem é que ganha entre nós dois.


Martin sabe muito bem que eu vou ganhar.


E se você ganhar, vai querer? Talvez ganhar do Oscarcito também?


Assim que o Martin falar alguma coisa, eu arrebento a bunda dele também.


Você me promete?


Nunca gostei de viadinhos, mas arrebentar a bunda desse corno manso eu consigo de boa.


Naquela tarde, quando cheguei em casa, só pensava em como aquela besta ia comer meu marido. E de tão excitada que tava, peguei ele de novo. Ele não sabia por que eu tava tão bruta, mas mesmo reclamando, a putinha não parava de gemer que nem uma vagabunda. No dia seguinte, confessei que meu plano já tava rolando.


Oscar, como é que tu convidou o Martin pra comer um churrasco amanhã?


Bem, amorzinho, sua esposa precisa de uma deliciosa pica e você sabe muito bem que ele tem uma gostosona.


Oscar, mas ele vai te partir ao meio, céus.


Quer dizer que ela vai nos partir ao meio, meu amor.


Oscar, não faz isso comigo, meu amor.


Ei, bebê, já tá pronto, cê vai negar essa pica?


Oscar, se já sabe que bebe, por isso tô falando pra não fazer isso, amor. Ele vai me comer na sua frente e, pior, vai me humilhar como ninguém nunca me humilhou.


Exatamente isso é o que eu tanto quero, essa é minha grande fantasia promíscua, ver como você se entrega feito um corno viadinho.


Naquela sexta, o Oscar ficou responsável por comprar o churrasco, dava pra ver que ele tava resignado, adorava ver ele derrotado. Naquela noite não toquei nele, só lembrei que aquela bunda tinha um novo dono enquanto passava a mão nela. No sábado, quando o Martin chegou em casa, nem quis esperar o churrasco, mandou o Oscarcito abrir um vinho e começou a bater um papo com a gente.


Martin, bom cuck, tua mulher veio me ver pra saber qual de nós dois fode melhor ela. E como ela é tão gostosa, não quero esperar o churrasco, então vamos pro quarto enquanto você vai preparando ela pra mim.


Oscar não disse uma palavra, só obedeceu. Devagar foi me despindo e quando eu vi a pica do Martin, entendi que o que o Oscar falava era a mais pura verdade. Ela não era tão comprida quanto eu imaginava, mas era o dobro da grossura da do corneteiro. Quando ele tirou minha calcinha fio dental, coloquei ela na cabeça da pica como se fosse uma touquinha. O Martin empurrou ela de lado, me segurou pelos ombros e me fez sentar na cama. Do jeito que deu, comecei a chupar ele.


Martin, meu amigo, sua esposa tem mesmo experiência em chupar pica, olha como ela se esforça.


Oscar é que ele é pau demais pra ela sozinha.


Martin, por que você não vem ajudar ela então?


O que você disse me deixou tão excitada que não acreditei que o corno desse bola, o cuck tava tão entregue que em segundos já tava ajoelhado do meu lado, lambendo as bolas do maior inimigo dele. Tirei a pica da boca e enfiei na boca do Oscarcito, que na hora engoliu tudo.


Ele tá desesperado pra você arrebentar a bunda dele, por favor, faz isso, sua gostosa.


Martin, mas depois é sua vez, vadia. Vai, sobe na cama que quero comer essa buceta.


Oscar não disse nada, obedeceu de novo totalmente resignado. Chupei ele pra lubrificar, mas a fera do Martin mal me deixou, me tirou e falou pra ele


Martin, olha aqui, filho da puta, abre bem essa bunda que vou te arrebentar.


Oscar, por favor, vai devagar, não esquece que você é meu amigo.


Martin sim, claro


Martin primeiro apoiou a pica no buraco do Oscarcito enquanto ele mantinha as nádegas bem abertas com as mãos e, do jeito que estava, enfiou até o fundo. Até eu senti dor, Oscar quase desmaiou. Martin não deu tempo pra nada, porque assim que enfiou, começou a meter com força, sem deixar o puto escapar. O pobre do Oscar ficava o mais imóvel que podia, até que suas perninhas começaram a tremer e aí vieram os gemidos dele.


Oscar, mais devagar, para, para, paraaa, você tá me matando.


Martin, assim que eu gosto, sua putinha. Te falei que ia te arrebentar, viado. Olha como sua mulher tá gostando. Você quer que eu alivie pra ela?


Nem louca, dá mais forte que ela gosta.


A besta metia mais forte, me obedecendo enquanto eu falava um monte de putaria, e não parou até encher a bunda dela de porra. Na hora, me mandou ficar do lado dele e disse que agora era minha vez. A verdade é que comigo ele foi mais cuidadoso, arrombou meu cu me fazendo gozar cada centímetro da pica dele. Num momento, vi a cara do Oscarcito, o corno tava chorando. Do jeito que deu, dei um beijinho nele enquanto o Martin tirava a pica do meu cu pra meter na minha buceta. Não dá pra explicar em palavras o que senti naquela hora, o ar entrando no meu cu aberto junto com a dor da pica entrando e saindo da minha buceta, me fazendo ter um orgasmo que me fazia tremer como nunca. Não queria que parasse, pela primeira vez tive dois orgasmos seguidos, tudo era uma loucura. Quando ele terminou, riu pra caralho do Oscar e foi pro banheiro. Aí beijei ele bem fundo e deixei o Oscar me comer. O Martin apareceu no quarto, nos viu e me disse:


Martin, quando você quiser, eu volto de novo, você sabe onde me encontrar, mas da próxima vez vai ser só com você, esse filho da puta que arrume outro macho.

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