Liguei pro Ricardo, falei que queria vê-lo pra conversar sobre o Miguel, meu marido, e pedi pra ele passar lá em casa, mas sem contar nada pro Miguel. O Ricardo era o melhor amigo do meu marido, foi ele quem nos apresentou e a gente também foi criando um carinho enorme. Naquele momento, não sabia mais a quem recorrer. Quinze minutos depois, o Ricardo já tinha chegado na minha casa. Eu tava tão desanimada que nem me arrumei naquele dia, não ligava pra minha aparência, tava de pijama, tinha chorado a noite inteira. "Oi, Ricardo, entra, senta aí. Quer um copo de suco ou algo mais forte?" falei enquanto sentava do lado dele. "O que houve, Dany? Cê não tá nada bem." Olhei bem nos olhos dele e pedi que fosse sincero comigo, se sabia que o Miguel tava tendo um caso com uma colega do trabalho. Ele respondeu que não sabia de nada, que não acreditava que o Miguel faria isso, porque a gente parecia tão apaixonado. Expliquei que tinha olhado o celular do Miguel na noite anterior, que encontrei umas mensagens com uma tal de Paola, e até fotos e vídeos deles transando. O Ricardo ficou surpreso, perguntou se eu já tinha falado algo pro Miguel. Falei que não, que pra quê? Não ia mudar nada. Disse que me sentia mal comigo mesma, que achava que já tava velha, que não atraía mais o Miguel. Levantei do sofá pra pegar um lenço, e o Ricardo se levantou e me abraçou. Pediu pra eu me acalmar, que ele realmente achava que eu não era o problema, que talvez fosse o Miguel, que não acreditava como ele podia fazer isso comigo, sendo que até ele tinha inveja do Miguel por ter uma esposa como eu: inteligente, linda e, principalmente, gostosa. Olhei pra ele: "Cê acha mesmo?" perguntei enquanto ele me apertava mais. "Claro, é uma burrice o Miguel preferir outra mina tendo você." "Então prova. Me faz sentir que eu valho como mulher." Ele me olhou surpreso. Peguei o rosto dele e puxei pra perto pra beijá-lo. "Espera, o Miguel pode chegar" ele falou, tentando se afastar. "Ele Chego ao anoitecer, não se preocupa" — falei enquanto tirava a parte de cima da minha pijama. Não tava de sutiã, então meus peitos ficaram à mostra. Ricardo me olhava com desejo, chegou perto e me beijou. Com as mãos, ele massageava meus seios e apertava meus mamilos, já duros de tesão. Minha mão foi até a virilha dele, acariciei o pau já duro por cima da calça, desabotoei pra sentir com a mão, baixei a cueca dele e comecei a bater uma pra ele. Me ajoelhei na frente dele, fiquei surpresa com o tamanho, maior que o do Miguel. Passei a língua por todo o pau duro dele, até enfiar na minha boca. Chupei com tanta vontade que Ricardo pediu pra eu parar, disse que ia gozar e que agora era a vez dele. Tirei a calça da pijama e a calcinha fio dental, me deitei na beirada do sofá e abri as pernas. Minha buceta já tava bem molhada. Ricardo se ajoelhou, enfiou o rosto entre minhas pernas e começou a lamber. A língua dele brincava com meu clitóris inchado. Nunca tinha sentido algo assim, não aguentei e enchi a boca do Ricardo com meu orgasmo. Ele se levantou, tirou a calça de vez e mandou eu virar de costas e ficar de quatro. Fiz isso. Senti as mãos dele abrindo minhas nádegas, procurando a entrada da minha buceta. Senti ele me penetrando devagar e sem parar. Me segurou pela cintura e começou a se mover de um jeito maravilhoso. "Me faz tua, me faz sentir mulher, por favor" — eu dizia entre gemidos de prazer. Ricardo aumentava a velocidade das investidas, sentia as bolas dele batendo na minha bunda. "Preciso gozar, não aguento mais" — falei. Pedi pra ele gozar dentro de mim, queria sentir o desejo dele, a paixão nas minhas entranhas. Senti os jatos de sêmen inundando minha buceta, foi alucinante. Depois disso, ficamos abraçados um tempo. Falei pra ele que agora, toda vez que Miguel se encontrasse com a amante, ele viria me consolar. Ele aceitou o trato, se vestiu e saiu de casa. Eu sentia as gotas de sêmen escorrendo entre minhas pernas.
Liguei pro Ricardo, falei que queria vê-lo pra conversar sobre o Miguel, meu marido, e pedi pra ele passar lá em casa, mas sem contar nada pro Miguel. O Ricardo era o melhor amigo do meu marido, foi ele quem nos apresentou e a gente também foi criando um carinho enorme. Naquele momento, não sabia mais a quem recorrer. Quinze minutos depois, o Ricardo já tinha chegado na minha casa. Eu tava tão desanimada que nem me arrumei naquele dia, não ligava pra minha aparência, tava de pijama, tinha chorado a noite inteira. "Oi, Ricardo, entra, senta aí. Quer um copo de suco ou algo mais forte?" falei enquanto sentava do lado dele. "O que houve, Dany? Cê não tá nada bem." Olhei bem nos olhos dele e pedi que fosse sincero comigo, se sabia que o Miguel tava tendo um caso com uma colega do trabalho. Ele respondeu que não sabia de nada, que não acreditava que o Miguel faria isso, porque a gente parecia tão apaixonado. Expliquei que tinha olhado o celular do Miguel na noite anterior, que encontrei umas mensagens com uma tal de Paola, e até fotos e vídeos deles transando. O Ricardo ficou surpreso, perguntou se eu já tinha falado algo pro Miguel. Falei que não, que pra quê? Não ia mudar nada. Disse que me sentia mal comigo mesma, que achava que já tava velha, que não atraía mais o Miguel. Levantei do sofá pra pegar um lenço, e o Ricardo se levantou e me abraçou. Pediu pra eu me acalmar, que ele realmente achava que eu não era o problema, que talvez fosse o Miguel, que não acreditava como ele podia fazer isso comigo, sendo que até ele tinha inveja do Miguel por ter uma esposa como eu: inteligente, linda e, principalmente, gostosa. Olhei pra ele: "Cê acha mesmo?" perguntei enquanto ele me apertava mais. "Claro, é uma burrice o Miguel preferir outra mina tendo você." "Então prova. Me faz sentir que eu valho como mulher." Ele me olhou surpreso. Peguei o rosto dele e puxei pra perto pra beijá-lo. "Espera, o Miguel pode chegar" ele falou, tentando se afastar. "Ele Chego ao anoitecer, não se preocupa" — falei enquanto tirava a parte de cima da minha pijama. Não tava de sutiã, então meus peitos ficaram à mostra. Ricardo me olhava com desejo, chegou perto e me beijou. Com as mãos, ele massageava meus seios e apertava meus mamilos, já duros de tesão. Minha mão foi até a virilha dele, acariciei o pau já duro por cima da calça, desabotoei pra sentir com a mão, baixei a cueca dele e comecei a bater uma pra ele. Me ajoelhei na frente dele, fiquei surpresa com o tamanho, maior que o do Miguel. Passei a língua por todo o pau duro dele, até enfiar na minha boca. Chupei com tanta vontade que Ricardo pediu pra eu parar, disse que ia gozar e que agora era a vez dele. Tirei a calça da pijama e a calcinha fio dental, me deitei na beirada do sofá e abri as pernas. Minha buceta já tava bem molhada. Ricardo se ajoelhou, enfiou o rosto entre minhas pernas e começou a lamber. A língua dele brincava com meu clitóris inchado. Nunca tinha sentido algo assim, não aguentei e enchi a boca do Ricardo com meu orgasmo. Ele se levantou, tirou a calça de vez e mandou eu virar de costas e ficar de quatro. Fiz isso. Senti as mãos dele abrindo minhas nádegas, procurando a entrada da minha buceta. Senti ele me penetrando devagar e sem parar. Me segurou pela cintura e começou a se mover de um jeito maravilhoso. "Me faz tua, me faz sentir mulher, por favor" — eu dizia entre gemidos de prazer. Ricardo aumentava a velocidade das investidas, sentia as bolas dele batendo na minha bunda. "Preciso gozar, não aguento mais" — falei. Pedi pra ele gozar dentro de mim, queria sentir o desejo dele, a paixão nas minhas entranhas. Senti os jatos de sêmen inundando minha buceta, foi alucinante. Depois disso, ficamos abraçados um tempo. Falei pra ele que agora, toda vez que Miguel se encontrasse com a amante, ele viria me consolar. Ele aceitou o trato, se vestiu e saiu de casa. Eu sentia as gotas de sêmen escorrendo entre minhas pernas.
4 comentários - O melhor amigo do meu marido