Contra el suelo del callejón (otra historia de Sole)

Te segurei firme pela cintura e te beijei sem cuidado, como se fosse rasgar sua boca. Senti como você se entregou na hora. Desci beijando do teu pescoço até seus peitos. Peguei eles por baixo do top, puxei pra cima e comecei a beijá-los enquanto minha outra mão enfiava por baixo da saia, acariciando sua raba.


Passei o dedo no seu clitóris por cima da calcinha fio dental que combinava. Senti como você reagia. Afastei ela um pouco sem parar de te beijar e te fiz se inclinar contra o chão do beco.


Quando senti que você tava depilada, me deu ainda mais vontade. Com a tanga de lado, comecei a deslizar a língua entre seus lábios. A cada movimento, sentia como você ia ficando mais molhada. Levantei um pouco sua saia e continuei, não só roçando, mas também enfiando a língua devagar.


Quando você já tava bem molhadinha, tirei o top. Enfiei os dedos enquanto beijava seus peitos. Você se tocava enquanto eu abaixava a calça e encaixava a pica entre seus lábios. Queria molhar a cabeça com o que você tava jorrando.



Contra el suelo del callejón (otra historia de Sole)


Depois de esfregar um pouco, comecei a empurrar devagar pra dentro de você enquanto te beijava. Falei alguma coisa sobre camisinha e você respondeu que queria me sentir assim, no pelo. Entrei devagar, até o fundo. Te segurei pela cintura e você me apertou com as pernas.


Depois saí, virei você contra a mesa e abri suas pernas pra chupar sua buceta, mordendo um pouco as nádegas. Antes de meter de novo, você se virou, pegou no meu pau, se ajoelhou e colocou na boca. Você me olhou enquanto chupava e eu não consegui evitar de te puxar pelo cabelo e empurrar um pouco mais. Comecei a foder sua boca e aquilo me deixava louco.


Te virei de novo e meti de uma vez. Te dei um tapa na bunda. Você pediu mais forte. Ver sua buceta vermelha me deixava ainda mais excitado. Passei um dedo na sua buceta, enfiei um pouco, e senti como você ficava mais quente. O meu pau ficou ainda mais duro.

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