Olá, queridos amig@s do poringa.net.
Continuamos nessa loucura de contar minhas histórias.
graças aos pedidos de vocês, seguimos com a 3ª parte.
pra quem viu, aqui vai o link.
https://www.poringa.net/posts/relatos/6236346/Samanta-la-mama-de-mi-amigo-queria-salir-en-poringa.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/6240223/Samanta-la-mama-de-mi-amigo-queria-salir-en-poringa-2.html
Espero que vocês gostem e quem sabe continuar mais pra frente. Como sempre, peço pra continuar melhorando.
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V
Sem mais delongas, vamos começar.Como contei no relato anterior, essa história começa com a primeira briga, que não foi a última.
Mas foi a mais longa.
Ela percebeu com o tempo que eu não era alguém fácil de dominar.
Muito menos um cara confiável e fiel.
Era óbvio que, com a minha idade, não dava pra ser um homem fiel como ela queria.
Eu ia aproveitar todas as oportunidades que aparecessem.
A amiga dela, que trepou comigo de graça como uma puta,
disse que eu a seduzi.
Elas se reconciliaram, e eu fiquei como o babaca que se aproveitou delas.
Coisas de mulher que eu nunca entendi.
Os meses passaram, e eu dei tudo por encerrado.
Não fui mais na casa dela, mas continuei saindo com o filho dela como sempre.
Passaram-se meses. A única coisa que eu sabia dela era que ela tinha mudado, não saía mais e parecia entre triste e puta da vida.
Por isso mesmo, perdi o interesse de vê-la ou cruzar com ela.
Até que um dia, enquanto eu estava no meu trampo,
o telefone tocou sem parar.
Pensando que era um cliente, larguei tudo e atendi.
Uma voz de mulher conhecida me perguntou se eu podia atendê-la.
Surpreso com a ligação dela, respondi que podia falar à vontade.
No começo, foi bem cordial, perguntando como a gente tava e outras coisas comuns depois de meses sem se ver.
Mas depois ficou mais pessoal.
Samanta: Neném... Nós dois somos muito orgulhosos.
Pensei que você fosse me ligar... Esperei todo esse tempo...
Será que você não sente minha falta?
Por isso hoje resolvi dar o primeiro passo.
EU: Não leva a mal, Sami. Mas depois do que aconteceu,
achei que você não queria mais me ver.
Você foi bem clara: eu te fodi e te fiz sofrer.
E ainda te traí com sua melhor amiga.
Não fui eu quem te deu os remédios pra dormir,
mas vocês duas me culparam por tudo.
Samanta: É, aquilo me deixou furiosa, você não me tratou bem.
Mas também descobri que você não teve nada a ver com eu ter apagado.
Sei de tudo.
Com alguns dias me ligando no telefone,
a vontade era maior de verme que não aguento mais e fui me ver na minha oficina.
Fazia meses que não nos víamos e ela estava muito mudada.
O cabelo mais comprido, bem magra, mas gostosa como sempre.
Como não tinha ninguém na minha oficina, quase na hora de fechar.
Quando me viu, veio direto e me comeu a boca de beijo.
Samanta: Mmm... seu merda...
Quanto tempo sem te ver...
Seu filho da puta, não sentia minha falta?
Eu: Já te falei... Você se ofendeu...
Claro que sim... Já passou a raiva?
Apertei ela contra um carro e comecei a beijar com paixão, passando a mão nela toda.
Não... espera, aqui não...
Ela falou, me deixando duro pra caralho.
Vem o feriadão, que tal você vir comigo?
Tenho uma ideia genial que você vai adorar.
EU: Fechou, mas aonde a gente vai?
Samanta: Ah... Surpresa... ok... Amanhã a gente se vê no bar do Tino.
Leva uma muda de roupa e a gente vai, sim?
Deixa tudo comigo.
Na sexta à tarde a gente se encontrou num bar.
Brindamos pelo reencontro e fomos pro porto do Tigre, onde me esperava uma surpresa.
Pegamos a lancha e descemos numa casa na ilha, só pra nós dois.
Ao chegar na casinha, arrumamos as coisas.
Começamos a nos beijar, mas ela me parou.
Samanta: Isso é pra esquecer tudo de ruim que passou.
Pra voltar a ter aqueles momentos gostosos que a gente tinha.
Te amo e não quero te perder...
Tenho uma surpresa, me espera aqui que já volto.
Ela foi pro quarto, eu esperei um pouco enquanto olhava a casa.
Do quarto, ela falou:
Samanta: Tá pronto?
Prepara a câmera...
Eu respondi: Pronto e preparado, quando quiser.
Ela abriu a porta do quarto e veio na minha direção.
Com a carinha de puta dela.
O cabelo loiro mais comprido do que antes da briga.
O corpo maduro e gostoso, vestido com um vestido branco bem justo que ficava lindo nela e meia preta.
Enquanto ela me perguntava se eu gostava da surpresa dela, meus olhos percorriam o corpo dela de cima a baixo.
Enquanto ela posava, minha câmera tirava fotos.
EU: Você sempre está linda...
Mas hoje tá tão puta do jeito que eu gosto.
Os peitos lindos dela se destacavam naquele vestido.
Ela posava e se mexia muito bem, me provocando e vendo minha reação. Enquanto eu tirava fotos, ela dançava e repetia sem cara de amor.
É só pra você lembrar desse momento.
Bem devagar, ela se virou e, com uma dancinha sexy, me mostrava aquela bunda linda.
Me aproximei dançando também e peguei ela pela cintura, esfregando meu volume nas nádegas dela. Ela sentiu a dureza do meu pacote.
Samanta: Ah... Ah... Meu machinho já tá durinho, Mmm...
Uff... como sentia falta disso... Parece que meu conjunto funcionou.
EU: Sabe que teu machinho gosta de te ver assim...
Você tá toda putinha, como quer que eu fique...
Sabe que essa dançadinha vai dar problema pra você, né? Porque vou te comer de novo.
Melhor dessa vez não ficar brava...
Samanta: Ah, então não bastou ter rasgado, não?
Fiquei dias com dor, não conseguia nem sentar...
Nem te conto como te xingava quando ia no banheiro...
Como você gosta de me fazer mal... Parece que me odeia...
EU: Não te odeio, mamãe... Só quero te aproveitar toda.
Com essa bunda gostosa que você tem, como não querer aproveitar.
A gente se beijou e eu levei ela até a mesa da sala.
Sentei ela em cima, abaixei o vestido dela, deixando os peitos lindos dela de fora...
Com a mão esquerda, eu tocava os peitos dela enquanto beijava a boca dela.
Depois, meus beijos foram descendo, até chupar os peitos dela e minha mão desceu pra buceta dela.
Ela começou a gemer ao sentir minha língua brincando com os bicos dela.
Enquanto minha mão puxava a calcinha dela pra sentir a umidade.
Ela desabotoou minha calça e, com cuidado, tirou meu pau e acariciou ele com muito carinho.
Entregues às nossas carícias e beijos. A gente se curtia, esquecendo a raiva que meu engano causou e todas as merdas que eu fiz.
Ela me despiu ali mesmo na sala e, enquanto se ajoelhava, com aquela carinha de puta gostosa, começou a brincar com a língua por todo o meu pau.
Samanta: Mmm.... Como tava com vontade de te saborear.... Mmm....
Como senti falta de te ter assim e do teu pau....
Me diz que você também sentiu a mesma coisa, amor....
Tava com saudade de estar assim com você.
Eu: Claro... Coração, como não ia sentir falta.... Mmm....
Cê é muito gostosa, linda, e ainda tem essa linguinha tão gostosa.
Não vamos mais brigar, tá?
Ela chupava meu pau me fazendo gozar de tudo.
A língua e a boca dela faziam maravilhas na minha pica. Não deixava nem um centímetro de pele sem molhar e chupar.
Nós deitamos no sofão onde nos fundimos num gostoso 69.
Onde eu chupava a bucetinha gostosa dela e ela o meu pau.
Os dois gemíamos de loucura e prazer.
Quando ficávamos satisfeitos, brincávamos cada um com o que tinha na mão.
Pra preparar uma boa foda.
Fomos nos despindo e fomos pro quarto.Onde ela assumiu o controle do sexo.
Ela me jogou na cama e virou de costas, pegando minha pica com a mão.
Com muita excitação, abriu as pernas e levou meu pau até a entrada da buceta dela.
Virando de costas, foi se sentando e, aos poucos, fomos sentindo meu pau entrando.
Devagar e apertado, meu pau prisioneiro daquela buraquinha molhada e estreita.
Ela gemia dizendo assim....
Samanta: Ai... buceta... Mmm... que pau gostoso...
Não sei se minha buceta tá menor ou seu pau cresceu... ufs...
Como eu te sinto, filho da puta...
Você me faz virar uma puta, algo que meu marido nunca provocou em mim.
Eu: Mmm... É?
Melhor, porque você é minha puta... Mmm...
Essa sua buceta apertada e pequena me deixa louco.
Ela engoliu tudo, gritando que nem uma louca.
Bem devagar, com cara de dor, ela curtia o pau grande e grosso do seu jovem amante.
Ela se movia pra frente e pra trás, pra cima e pra baixo com a minha ajuda.Engolindo tudo, deixando só minhas bolas de fora.
Os gemidos dela e o tesão na voz me deixavam louco.
Com malícia, ela subia e descia, fazendo as tetas dela balançarem e a bunda dela estralar ao bater em mim.
Ela se empalava sozinha, com gritos de dor e prazer.
Parecia que queria que eu enchesse a buceta dela de porra.
Os orgasmos dela eram deliciosos, e a umidade molhava minhas bolas e a cama.
Eu me segurei — não ia deixar ela me fazer gozar.
Calmo, pensando em outra coisa, me acalmei e aproveitei ela.
Mudei de posição, ela queria evitar que eu colocasse ela de quatro.
Tentando se esquivar de eu arrebentar o cu dela de novo.
Com mais malícia do que antes, ela buscava me fazer perder a calma e encher a buceta dela de porra.
Eu, como se nada, deixava ela me montar com tudo, enquanto ela cavalgava bem forte em mim.
Eu ficava acariciando a bunda dela e chupando os peitos dela, fazendo ela gozar jorrando. A vontade dela de me foder até o talo não me afetava em nada.
A única coisa que ela conseguia era se cansar e ir secando.
Samanta: Ai... love, não aguento mais...
Como você consegue aguentar tanta foda... Ufs, não dá mais... Ai...
Enche minha buceta de porra, love, já tô pronta...
Ah... ha... Ah...
Por favor, love, já não aguento...
Finalmente era minha vez e eu não ia perder essa oportunidade.
Ela se deitou e abriu as pernas.
Pra despistar, eu fodi ela um tempo assim.
Quando vi ela exausta e distraída, fiz minha jogada.
Coloquei ela de quatro e fiquei atrás dela.
Samanta: Pelo cu não, né?
Deixa pra outro dia, hoje vamos aproveitar...
Enche minha buceta antes que eu seque de vez...
EU: Seu macho tá no comando agora, mami...
Mmmm... Fica tranquila, aproveita...
A bucetinha apertada dela tava seca e mesmo assim era uma delícia.
Fui fodendo devagar pra não machucar ela.
Não sei se foi devagar que eu tava comendo ela ou se ela começou a se molhar de novo. O cu dela parecia dar beijinhos quando meu pau entrava e saía.
Meus dedos começaram a brincar com ele.
Com o susto de sentir dor, a buceta dela virou água de novo.
Samanta: Não basta, você vai me fazer ficar brava...
Deixa meu cu em paz... Ai...
Não quero pelo cu, Maury... Ai... dói, tira o dedo...
EU: De novo, Mami?... Relaxa, não vai ser como da outra vez.
Foi pra isso que você me trouxe aqui?
Samanta: Não... dói, tira o dedo, não quero...
Você vai rasgar ele de novo... Não quero... Ai...
Preparado como um escoteiro.
Tirei um gel íntimo da minha bolsa.
Meus dedos com lubrificante acariciavam a bunda dela.
Deixando tudo bem preparado e lubrificado.
Com o gel no cu, comecei a meter o dedo nela..... Ela tentava resistir, mas não tinha chance....
Samanta: Não..... Para, não quero....
Assim não..... Ai, para, já chega. Ai....
Não quero passar o fim de semana toda dolorida..... Ai......
Filho da puta .....Não.....Ai....A....
EU: Sami.... Para com isso e relaxa....
Já te fiz isso..... Não vai ser igual da primeira vez.
Não seja burra...... vai, relaxa....
Dá pra parar?......
Vai, só o dedo, só relaxa.... Ou prefere que eu meta a pica de uma vez?
Samanta: Não.... a pica não.......
Tá bom, devagar, se doer você para, sim?
Como me arrependo disso..... Uy......
Ela tentava aguentar enquanto meus dedos fodiam o cu dela e minha pica entrava e saía da buceta dela toda molhada.
Aos poucos, ela foi se acalmando e a dor passando.
Os gemidos dela eram quentes e a dor já não era tanta.
EU: Mmm.... gostosa, assim que eu gosto......
Não é tão ruim, né.....
Se você não tivesse se comportado igual uma menina, na primeira vez eu não teria rasgado você.
Isso, assim, gostosa.... Mmm....
Viu, já tá aproveitando.... Mmm....
Samanta: Dói, não vou mentir, mas é melhor que no começo.....
O que tem no gel? Alguma coisa pra dor, porque parece diferente....
Uf.... ha.... Deus.....
EU: Não tem nada, é só que você tá mais relaxada....
Logo vai sentir menos e mais prazer.....
Se você tivesse me ouvido da primeira vez, não teria passado pelo que passou....
Não é o primeiro cu que eu como e você sabe....
Samanta: Sim, eu sei, por isso você come tantas putas.... Uy.... ai....
Até na minha melhor amiga você meteu o cu.....
Não me faz lembrar, filho da puta.....
EU: Eu sou o filho da puta?
Sua amiga te fez dormir e se entregou sozinha pra mim....
Sabia que ela adora pelo cu e o marido não come ela....
Ela começou a se irritar e me xingar pela minha confissão tão descarada.
Me empurrou e quis parar de foder.
Furiosa de ciúmes e raiva.
Com a mão esquerda, peguei ela pelo cabelo e com a direita, com dois dedos na buceta dela.
Trazendo ela de volta pra mim.
EU: Onde cê pensa que vai?
Quer parar de novo aqui?
Quer trazer a puta da sua amiga pra ver o que acontece...
Samanta: Seu filho da puta...
Me conta suas merdas e quer que eu não fique puta?
Faço mil coisas por você e é assim que me paga?
Eu: O que cê faz por mim é porque cê gosta.
Não te devo nada... Agora você quem quis isso.
Enfiei meu pau no cu dela, já dilatado pelos meus dedos e bem lubrificado.
Fui enfiando meu pau devagar.
Dava pra sentir os músculos do cu apertando meu pau.
Samanta: Ai... Não... Ai...
Seu filho da puta... Te falei que não...
Ai...
Depois que entrou, não pensei em tirar.
Ela tentava evitar, mas meu pau se enterrava mais fundo. Seus gritos de dor se misturavam com gemidos de prazer.
Meu pau enterrado pela metade, recebia um pouco mais de gel.
Pra lubrificar mais um pouco e seguir seu caminho até o fundo da sua entrada.
Até ela ficou surpresa como sentia gostoso no cu.
Óbvio que não ia confessar.
Seu corpo reagia diferente do que sua boca dizia.
Samanta: Ai... que merda que você é...
Sabe que dói, mas mesmo assim me come... Ai...
Não sei por que tenho que passar por isso... Ai, a puta que te pariu... Ai...
Percebi que ela tava fingindo uma resistência ou uma fuga.
Os insultos dela eram pra eu tratar ela mal.
Eu: Sou muito merda, puta...
Seu cu engole todo meu pau e adora ser comido... Mmm...
Gosto mais da sua bunda apertada do que da puta da sua amiga.
Queria ser minha puta, agora vai ser. Mmm...
Com o cabelo dela enroscado nos meus dedos, puxei a cabeça dela pra trás.
Cravando meu pau bem fundo.
Enquanto beijava ela com toda a luxúria.
Dei umas palmadas nela e fiz ela explodir de tesão.
Entre insultos, palmadas e desenfreado.
Ela começou a se mexer sozinha, curtindo como o cu dava prazer, dor e muito mais.
Não era o sexo anal que eu procurava, mas aparentemente era o que ela mais curtia. Se entregar com fúria e raiva. Quanto mais forte eu comia ela, mais ela gostava e se entregava.
Ela mesma separava as próprias nádegas pra eu meter fundo e com força. Naquela casinha só se ouvia seus gemidos e gritos no ritmo das minhas palmadas e do som do meu corpo batendo na bunda dela.
EU: Que puta você é, como gosta dessa pica... Mmmm...
Você gosta de me irritar pra eu te comer com raiva, não é?
Assim, putinha, que eu te quero, mami... Mmmm...
Samanta: Uii... buceta... Sim, eu gosto disso...
Gosto que me tratem mal e não sei por quê...
HA... Ah... ai...
Não sei o que tá acontecendo, tenho uma mistura de sensações...
Tenho orgasmos incontroláveis...
Ai... A... Ah... Ha...
Entre gemidos e gritos dos dois, o sexo ficou cada vez mais duro e excitante.
Foi um tempão de sexo pesado e prazer total.
Já exaustos, era minha vez de terminar com chave de ouro.
Minha pica tava dura e inchada.
Bem enfiada no cu dela.
Minha porra começou a ter espasmos e jorrou toda a cum das minhas bolas.
Ao sentir meu esperma quente e grosso inundar o cu dela.
Ela gritava como uma louca.
Samanta: Ai... filho da puta, como sua pica ficou... Mmm...
Que gostoso que é... Ah... Ufs... Sim, buceta...
Me enche toda... Ah... a... Ah... sim...
Você vai me fazer gozar... Uii...
Enquanto eu gozava, ela teve outro orgasmo.
Não conseguia parar de foder ela até perder minha ereção.
Feliz por se sentir como nunca, até posou pra mim.
Com orgulho, ela mostrava a bunda explodida e transbordando de porra.EU: Viu que puta que você é... uffs, que transa gostosa, puta... Mmmm...
Agora me diz que não gostou...
Samanta: Adorei... uffs, tô exausta.
Obrigada por tanto prazer, amor...
Mas vou continuar resistindo, mesmo você me tratando assim, nem sempre, mas eu gosto.
Você é meu macho e eu adoro...
Nunca pensei que fosse tão gostoso ser tão passiva e dominada.
Te amo, meu amor.
Foi assim que passamos o fim de semana.
Transando o tempo todo e curtindo tudo de novo que eu dava pra ela.
Esse foi o começo de mil aventuras que talvez eu conte.
-----------FIM? OU NÃO. Depende de vocês.---------
P.S.: Espero que vocês gostem dessa história linda. Até a próxima e valeu pela boa vibe de sempre, leio vocês nos comentários.
Atenciosamente,
Maury-solo-yo.
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3 comentários - Samanta, a mãe gostosa do meu amigo, queria sair no Poringa
pero la verdad el celu no ayuda jjaajaaj😜