Luchona do jardim e um coroa

Meu nome é Karen, tenho 20 anos e um filho. Sempre gostei de curtir o sexo, como vocês podem perceber, e isso acabou fazendo com que eu não saiba ao certo quem é o pai do menino. Sou uma mina de quebrada, e mesmo com meu filho, sempre dou um jeito de dar umas escapadas pra transar com algum cara que tente me conquistar, digamos assim — o que não é tarefa muito difícil. Às vezes, quando tô sem tempo, ainda assim dou um jeito de matar a vontade, tipo transar de madrugada em lugares como o quintal de casa, só de pé mesmo, ou nuns cantinhos da cozinha enquanto meu filho dorme. Quando a vontade bate, não penso muito nas consequências na hora, só quero é aliviar e pronto. Ter um filho tão cedo fez meu corpo não ser tão perfeito, mas o que me falta nesse lado, eu compenso com uma atitude que ninguém resiste. Se quero ficar com alguém, faço de tudo pra conseguir, mesmo que a pessoa tenha parceira. Isso aconteceu comigo com o Lucas, o pai de um coleguinha do meu filho. Tenho uma boa relação com a mulher dele, mas um dia rolei uma treta no jardim de infância por causa do meu filho, que é um pestinha, e fiquei com uma certa raiva dela. Isso me deu o empurrão final que faltava pra fazer do marido dela minha próxima vítima. Sempre me vesti tentando roubar os olhares e sabia que um deles era do Lucas. Ele nunca passou do limite, nem eu, mas eu sabia que os olhos dele grudavam na minha bunda, então tinha que aproveitar. Há um tempo, outro pai, mas esse solteiro, já tinha sido vítima de um boquete que fiz no carro dele digno de um quadro, só pela gentileza de me levar em casa num dia de chuva em que levei meu filho pro jardim. Ele era muito amigo do Lucas, então sabia que ia contar a experiência pra ele. O filho dele ainda continuava vindo na minha casa, porque, mesmo eu tendo brigado com a mãe, os meninos eram muito amigos e não tinham culpa. No dia anterior, o filho dele veio. Vamos brincar, tava muito calor, então ficaram na piscina o dia todo, fiz uns hambúrgueres pra eles, curtiram o dia inteiro, mas ela esqueceu umas coisas e no dia seguinte, como sou muito distraída, esqueci de levar pra ela. Na porta do jardim de infância, falei pro Lucas que à tarde eu levava, mas ele disse pra não me preocupar, que precisava buscar uma peça pro carro e depois passava pra pegar, assim eu não ia carregada até o jardim depois. Claro que aceitei e, ao mesmo tempo, minha calcinha ficou molhada, era a oportunidade, eu tinha certeza. Tinha lavado umas roupas, então quando cheguei, estendi e deixei em cima da mesa, fui tomar banho. Quando saí, passaram 5 minutos e de repente uma buzina, era ele. Gritei pra ele entrar, e saí do quarto de chinelo, um shortinho curto, muito curto, tanto que dava pra ver mais de 1/4 da bunda e claro, marcava bem a racha do cu, e uma camiseta sem sutiã. Ofereci algo pra beber porque tava muito calor, convidei ele pra sentar e me desculpei pela bagunça na mesa. Quando me aproximei, vi que ele olhava pra roupa, não dei muita importância, mas a gente conversava e ele meio que se distraía olhando pro monte de roupa. Quando olhei também pra ver qual era a curiosidade dele, eram minhas calcinhas fio dental, tinha umas 3 ou 4, óbvio que eram calcinhas fio dental normais, eu acho, mas ele tava hipnotizado. K: Desculpa, nem percebi, que vergonha. Falei tentando me levantar pra pegar elas. L: Relaxa, são bonitas, são sexy. K: Ah, mano, são só calcinhas fio dental, também não é tudo isso. Sua mulher deve usar assim também. L: Nem perto, ela é mais sem graça, sabe há quanto tempo não vejo uma calcinha fio dental assim? K: Como assim não usa? Assim como? L: Não usa assim, nem perto. Assim tão pequenininhas, tão sexy, tão de... K: Essas você acha pequenininhas? Tão o quê? L: Sim, acho pequenininhas, tão de puta, não me excita as que ela usa. K: Se essas você acha pequenininhas, nem quero imaginar. L: O quê? Você usa menores? K: HAHAHAHA L: Fala, vaca, o que você não quer imaginar? K: Se você visse a que eu tô usando agora, caía de bunda no chão HAHAHA L: Como é? K: Como é que vou te dizer? Você tem mulher, né? L: Fala logo, não seja assim. K: Olha, na frente é um triângulo pequenininho, depois o resto é uma tirinha fina e em cima da bunda tem um lacinho, tudo vermelho. L: Uff, deve ficar um tesão em você, me mostra. K: Não acha que é demais? Fingia que não queria, mas tava morrendo de vontade... L: Por favor, fica aqui. Tento imaginar e não consigo. K: Só um pouquinho, mas fica aqui. Fiquei perto dele e me virei, desabotoei o short e comecei a rebolar de um lado pro outro, tentando puxar pra baixo até o lacinho aparecer de leve. Juntei as pernas, inclinei o corpo pra frente, empinei a bunda e olhei fixo nos olhos dele. Ele nem ligava pra minha cara, tava vidrado no meu rabo e no jeito que a calcinha sumia no fundo das nádegas pra aparecer no final, terminando no laço, como se fosse um presente — e pra ele era. Ele me pegou pela cintura e me puxou pra perto enquanto se ajoelhava, admirou tudo que tinha na frente, abriu minhas nádegas e quando encontrou a tirinha lá no fundo, suspirou e enfiou o nariz. Cheirou minha buceta e ficava cada vez mais louco, tentando ir mais e mais fundo. Ele puxou a calcinha de lado, separou as nádegas com tanta força que doeu, então peguei no cabelo dele e senti a língua no meu cu — que prazer. Me abaixei pra abrir mais a bunda e ele enfiar a língua mais fundo, ele tava num transe, chupando e lambendo. Tô contando isso tentando ser o menos nojenta e vulgar possível, mas já cansei. Vou escrever do jeito que eu falo. Agora era minha vez. Fiz ele levantar e quem se ajoelhou fui eu. Só abaixei um pouco a bermuda e a cueca dele. Tinha um matagal de pelos pretos, longos e duros, o filho da puta, mas eu gostava assim — bem homem, nada de depiladinho. Vocês não têm ideia da porra de pau que ele tinha, com uns ovos pretos tão grandes e pesados que minha boca enchia d’água. “Quanto tempo que esse cara não goza? A mulher dele nem um boquete deve dar.” Peguei ele pelo... cu e comecei a chupar toda a porra da pica dele, tenho uma garganta muito aguentadora, então tava mamando sozinha, as bolas dele batendo forte no meu queixo e os pelos entrando no meu nariz e incomodando meus olhos, quando minha cara batia no corpo dele sentia os pelos me picando. Ele se segurava na mesa e curtia, me xingando. L: Que bem que tu manda na buceta, filha da puta. Adoro quando falam assim comigo, bem ordinário. K: Cê gosta, pai? Tremenda pica que tu tem. L: O Javi me contou que você mamou muito bem a pica dele no carro, mas não imaginava que era tanto assim. K: Pra você eu chupo com mais vontade, mas a pica dele tava uma delícia também. L: Que puta que você é. K: Sou puta mesmo, ele te contou que encheu minha boca de leite? L: Sim, ele me disse. K: Tomei tudo, sabia? L: Uff não sabia, comigo vai fazer o mesmo? Minha mulher nunca deixa. K: Ela é uma idiota, se quiser que eu tome, vai ter que me obrigar. Quando falei isso, fiz biquinho com a boca com a cara mais de puta que consegui. Levantei, ele me jogou de bruços na mesa, puxou minha calcinha fio dental e enrolou na mão dele, machucou minha pussy de tão bruto e de uma vez enfiou a pica até o fundo da pussy, reclamei "Ai, dói", mas ele começou a meter mais forte "Ai não, para, para, dói muito, é muito grande", claro que era parte do jogo, embora fosse verdade que doía. L: Que rabo gostoso que você tem, filha da puta. Não respondi, ele cuspiu no dedão e enfiou no meu cu, que sensação gostosa ter uma pica enorme na pussy e um dedão no cu, relaxei, ele começou a tirar e colocar, desenfreadamente, tava rasgando meu cu literalmente só com o dedo. Não parava, era uma besta, cada vez que batia na minha bunda parecia que a casa inteira tremia, tava muito tesuda ter um macho daquele, tão desesperado pra me comer, sentir os pelos dele me tocando e ainda por cima ser o marido de uma idiota com quem eu não me dava bem, me fazia gozar ainda mais, apertei os dentes e minhas mãos com força e comecei a gozar, gemendo. enquanto eu enchia o pau todo dele com meu suco. Tava orgulhoso de ter me feito gozar daquele jeito, e também tava chegando no limite dele, claramente vinha o esperado banho de porra. Ele tirou o pau e gozou um metro "vem, ajoelha", eu ainda tava apoiada na mesa, sem me mexer, com os peitos apoiados, olhei ele por cima do ombro. K: Pra quê? L: Você vai tomar toda a porra K: Não, não quero. Joga no chão L: Vem e ajoelha, eu falei. Ele me pegou pelos cabelos de um jeito muito violento, a mão dele quase que segurava minha cabeça inteira e com a outra mão me puxou pela calcinha fio dental, fez um barulho como se tivesse rasgado um pouco, e me fez ajoelhar. L: Chupa, abre a boca. K: Não, não quero, sai. Ainda me segurando pelo cabelo, ele se abaixou chegando o rosto dele perto do meu, cuspiu e me deu um tapa. "Eu falei pra chupar e abrir a boca". Olhei ele com cara de coitadinha, abri só um pouco a boca. L: Abre grande Abri só mais um pouco, e levei outro tapa. "Eu falei pra abrir grande ou quer outro tapa?" Abri de vez e ele enfiou a pica até a garganta de uma vez, me segurava a cabeça no ar praticamente, a única coisa que importava era foder minha boca e esvaziar os ovos dele ali, os pelos dele voltaram a pinicar minha cara toda. L: O que você pensa? Que ia tomar a porra do outro otário e de mim não? sua puta de merda Não conseguia responder. L: Vou te afogar com toda a porra que tenho nos ovos. Sua putinha Consegui tirar o pau dele da minha boca, mas agora coloquei os ovos dele e um punhado de pelos. L: Assim, chupa gostoso, assim, vai vai. K: Me dá, papai L: Lá vem Sim, diria que foi como tomar um copo de porra, acho que seria pouco, a quantidade de sêmen que aquele homem tirou era incrível, parecia que ia sair pelo meu nariz, tava tentando tossir e também não conseguia por causa do pau dele. L: Aguenta, aguenta aí. Tomei todo o sêmen que consegui, verdade não era gostoso, mas não deixei uma gota. Quando terminou, ele subiu a roupa e pegou as coisas do filho dele, enquanto eu ainda tava Ajoelhada, recuperando o fôlego. L: Depois de amanhã, vou levar meu filho pro jardim de infância. Depois te falo onde te espero, pra você vir me chupar a rola no carro, sua puta. Eu olhei pra ele toda suja e ainda de joelhos, concordei com a cabeça, ainda juntando umas gotas de sêmen pra engolir, e ele foi embora. Fiquei com um tesão do caralho, fui pro chuveiro e deitei pra descansar, entre o sono lembrei da foda que tinha levado, tinha alguma coisa na boca que me incomodava, tentei tirar e era um pelo dele. Fiquei tão excitada que comecei a me tocar, me molhei na hora, abri a gaveta e tirei um consolo enorme, praticamente do tamanho da pica que eu tinha chupado agora pouco, fiz uma punheta da porra e dormi.

5 comentários - Luchona do jardim e um coroa

Nada más rico que una mamá luchona traga pijas muy rico relato esperando al siguiente
Sos absolutamente increíble. Encontrar una pendeja como vos es un paraíso. Excelente anécdota