Deixei ela dormir mais um pouco no sofá, meu amigo tinha me mandado mensagem pra trazer algo pra beber, mas falei que talvez amanhã e que não se preocupasse, era mais pelo momento na verdade a questão de "vender ela". Acordei ela e fomos deitar, ela me pediu por favor se deixava ela descansar, que no outro dia realizaria todos os meus caprichos. Era só sexta-feira e a verdade é que eu tava bem satisfeito, então não tive problema, além disso eu também tava cansado, vinha do trabalho, com a soneca não tinha descansado o suficiente. Ela tomou um banho rápido e deitou fresquinha, me pediu pra abraçar ela, encostar bem a pica na bunda dela e a gente dormiu tranquilamente. Ao acordar, ela já não tava mais na cama, tava preparando o café. Depois de ir ao banheiro, cheguei nela por trás, dei um beijo e sentamos pra tomar café vendo TV, um de cada lado, a gente tinha descansado bem, eu acordei renovado e ela também. Quando terminamos o café, ela veio sentar em cima de mim, olhando na minha cara. A gente se deu uns beijos suaves, enquanto isso minhas mãos acariciavam a bunda dela, ninguém falava nada, mas aos poucos o tesão aumentava. Minha pica ia acordando devagar até chegar num ponto que "L" percebeu, nossos lábios cada vez se fundiam mais e as línguas pareciam amarradas, prontas pra não se soltar. Quase sem parar de se beijar, ela se levantou na minha frente só pra tirar o short que tava vestindo, enquanto eu fazia o mesmo, ficando completamente pelado. Ela puxou a calcinha começando pela raba pra frente, cuspiu na mão e bateu uma pra mim duas ou três vezes pra molhar bem, sentou de novo e começou o sexo. Ela pulava um pouco, me dando a visão de como quase ¾ da minha pica saíam e no próximo movimento sumiam de novo dentro dela, os peitos dela balançando acompanhando o corpo de baixo pra cima, o cabelo caía no rosto e de vez em quando ela soltava uma das mãos que tinha no meu peito pra arrumar ele pro lado. Peguei as Passei as coxas e fiz força com minhas pernas para levantar nós dois e conseguir sentar ela na beirada da mesa. Ela se agarrava no meu pescoço com os dois braços como se não quisesse se soltar de mim, eu baixava o olhar pra ver como meu pau entrava nela. L: Essa mesa aguenta se eu deitar? Eu: Pode deitar tranquila. Esperava que aguentasse e que os movimentos não fizessem barulho, mas não fazia ideia. Ela apoiou o cotovelo esquerdo na mesa, se deitando pra trás, com a mão direita se massageava o clitóris enquanto a perna do mesmo lado ela tinha colocado no meu ombro. Ela pedia mais e mais, pra eu meter forte, fiquei com medo pela mesa por um momento, mas não parei. Ela gemia abafado, tipo respirações fundas e curtas, os dedos dela pareciam invisíveis de tão rápido que se masturbava. Gozou olhando nos meus olhos, deixava a cabeça cair pra trás e voltava a me olhar, a boca dela ficava aberta o tempo todo, eu continuei comendo ela o mais forte que podia e, mesmo com vontade de gozar, tentava atrasar ao máximo pra esvaziar minhas bolas. Quando não aguentei mais, a barriga e o umbigo dela receberam a descarga quente de porra. A gente se recuperou um pouco e ia continuar tomando mais um mate, pra depois comer. L: Tenho uma ideia pra fazer depois, na hora da sesta. Eu: Por que na hora da sesta? Não pode ser agora? L: Não seja ansioso, confia em mim. Eu: Tá bom, vou tentar, mas não prometo conseguir. A gente comeu, a hora da ideia da "L" tinha chegado, ela foi um tempo pro quarto pedindo pra eu não ir. Ela deve estar tramando algo. O que será?, pensei. Talvez aparecer vestida de algum jeito ou algo específico, mas depois de um tempo, ela saiu vestida como estava. Que estranho tudo isso, pensei. Mas não liguei muito. L: Tenho uma ideia que com certeza vai ser super relaxante pra você, ou não. Eu: Bom, vamos ver então. L: Vamos fazer um trato. Eu: Tô ouvindo. L: Ontem fui sua putinha, bom, melhor dizendo... uma putinha, porque você me dividiu. Sim Hoje você faz e deixa eu fazer tudo que eu quiser, amanhã vou ser mais puta do que ontem. Eu: Muito mais puta? L: Muito, você vai se surpreender. Vou fazer tudo que você mandar, papai. Disse passando a língua no meu rosto. Eu: Não tenho medo de você, vamos ver o que você pode fazer. L: Então vem comigo pro quarto. Me levou e fez eu deitar na cama "tira a roupa" ela disse. Me deitou de barriga pra cima e tapou meus olhos, com a mesma venda que eu usei nela, algemou minhas mãos na cabeceira da cama, fez tão rápido que me pegou de surpresa. Ouvi ela tirando a roupa e quando tentei levar as mãos pro peito, percebi que não conseguia, estavam presas em alguma coisa, aí notei que quando ela tinha ido pro quarto, tinha preparado algo, tentei tocar pra ver o que era, descobri que era uma corda meio grossa "Tá bem amarrada, vai ser impossível me soltar". Ela sentou na minha barriga e começou a massagear braços, cabeça e um pouco o peito, me deu uns beijos nessas partes sem beijar minha boca e depois a língua dela percorria pequenas distâncias no meu corpo, foi descendo até a pélvis e depois a virilha. "Pelo amor de Deus, chupa minha pica de uma vez" eu pensava, mas ela não fez. Me virou, fiquei de bruços e fez a mesma coisa de antes, massageou, beijou e passou a língua. Fez eu levantar as pernas um pouco como se fosse ficar de quatro e sem hesitar chupou minhas bolas, molhou a mão direita com saliva e começou a me punhetar devagar. Até que num momento senti a boca dela e depois a língua no meu cu, me mexi pra não deixar, achei estranho. L: O trato era que você ia deixar eu fazer o que quisesse, ou não quer que eu seja mais puta? Eu: Sim, mas.. L: Mas nada, você tem que deixar. Não respondi e me levantei de novo, ela continuou me masturbando enquanto enfiava minhas bolas na boca e de vez em quando, passava a língua no meu cu, no começo foi difícil me acostumar, mas depois o prazer era imenso, a língua entrava só um pouco e cada vez que fazia isso meu pau ficava mais duro, parecia que ia explodir. L: Te Gostou? Eu: Um pouco. L: Não mente pra mamãe, seu pau diz o contrário. Já entendi por que você gosta de chupar minha bunda, é gostosa e muito excitante. Eu: Vou gozar, não aguento mais. L: Não ouse se mexer por nada nesse mundo, fica aí que eu cuido disso. Ela deitou de barriga pra cima, colocando o pau na altura da boca, subia e descia a cabeça, mantinha meu membro na garganta por uns segundos, tendo vários engasgos até não aguentar mais e tirar. Enquanto isso, com uma mão apertava e massageava minhas bolas, algum dedo roçava meu cu. Eu: Tô gozando Ela continuou chupando meu pau de cima pra baixo, rápido e sem parar, enquanto os jatos quentes de porra inundavam a boca dela, mas isso não era impedimento pra continuar. Ela se ajoelhou na lateral da cama, ficando perto dos nossos rostos, embora eu ainda estivesse com a venda e não pudesse vê-la… L: Isso ainda não acabou, mas quero te mostrar uma coisa… olha pra mim. Virei a cabeça e ela descobriu meus olhos, demorei uns segundos pra minha visão se ajustar, mas quando aconteceu, a paisagem era espetacular. Ela tinha a cara literalmente toda cheia de saliva e porra, até os olhos meio grudados. O que se chama de "swallow" ou "swallowed", se não me engano, fechou a boca e fez uma bolha grande, cheia de saliva e porra que, ao estourar, respingou no meu rosto, junto com um pouco do que estava na cara dela pra engolir. Tapou meus olhos de novo e disse: L: Ainda temos que continuar… Virou meu corpo de barriga pra cima de novo e dessa vez senti que era uma corda que colocava nos meus tornozelos, me esticando em direção aos pés da cama, fiquei completamente indefeso, não conseguia nem tirar as vendas. Dessa vez sim, estava um pouco mais nervoso.
4 comentários - Milf gostosa da banca 17
ese?