Mara, minha prima: cronologia completa 2019-2026

Mara, minha prima: cronologia completa 2019-2026instagram: hiphop911ok 🔥 CRONOLOGIA COMPLETA – UNIVERSO “MINHA PRIMA, MARA” 🔥 Depois de anos de escrita, reescrita e expansão, a história de Minha prima, Mara deixou de ser só uma novela pra se tornar um universo narrativo com múltiplas linhas do tempo. Essa imagem reúne pela primeira vez a cronologia total: a linha canônica e as duas histórias alternativas, cada uma com sua própria lógica, tom e evolução emocional. 📌 CANON É a história principal. A linha oficial. Onde tudo começou em 2019 e foi crescendo com camadas de desejo, culpa, paixão e consequências reais. Aqui estão os eventos definitivos, as decisões que pesam e a jornada emocional mais crua e profunda dos personagens. 📌 1ª HISTÓRIA ALTERNATIVA Uma versão onde certos fatos tomam outro rumo. Mudam perspectivas, amplificam alguns olhares secundários e exploram arestas psicológicas que na linha principal ficam mais implícitas. É uma reinterpretação mais introspectiva e experimental. 📌 2ª HISTÓRIA ALTERNATIVA A linha mais disruptiva. Onde os limites se apertam ao máximo e as decisões geram um efeito dominó diferente. Aqui o desejo, a transgressão e a construção do vínculo ganham outra intensidade, outro ritmo, outra consequência. De Minha prima, Mara até Mara: um mundo juntos, passando pelas versões 2.5, 2.6, 2.8 e os olhares paralelos como Um olhar diferente ou O desejo de Franco, cada peça faz parte de uma trama que se expande ano após ano. Isso não é só uma ordem cronológica. É o mapa completo de uma história que muda, se bifurca e se reinventa. Bem-vindos ao universo completo de Minha prima, Mara.peitosCAPÍTULO I: Mara
Tudo começou numa tarde de verão. Ou pelo menos, naquele momento, a mudança aconteceu. Sempre fomos unidos com a Mara, minha prima, desde crianças. Tinha horas que a gente se juntava mais, outras menos. Sempre houve confiança e muitas vezes fomos cúmplices. Mas dessa vez, aconteceu algo diferente. Nem bom nem ruim, diferente.

Antes de tudo, vou esclarecer: apesar de ela ser minha prima, ou seja, filha biológica da minha tia, não é assim em relação ao meu tio, que casou com ela em segundas núpcias e é irmão da minha mãe. Por isso, tirando alguns anos de história, não compartilhamos nada de outro tipo. Ela sempre foi "confianzuda" comigo. Não era exagerada, mas se virava com muita intimidade, por causa do respeito mútuo que a gente tinha.

Muitas vezes a vi de biquíni ou de calcinha e sutiã, principalmente na piscina ou na praia. A gente zoava. Ela me perguntava: "Tô bem?" ou "Como é que fica isso, aquilo em mim?" Ela cansou de passar a mão na minha bunda várias vezes, e eu também, de vez em quando (SIC). Não tinha problema. Se eu tava na casa dela, ela saía do banho só de toalha e andava por lá na minha frente. Mas, preciso deixar claro: essas atitudes não tinham nenhuma segunda intenção. Era só o jeito dela. Não se importava. A gente praticamente cresceu junto.

Ela é uma gostosa. Bem alta, uns 1,68 m, com um rostinho branco, cheio de sardas claras e uns olhos verdes de sonho. O cabelo dela é comprido até a cintura. Um castanho que brilha só de olhar. Mas não para por aí. Desde novinha ela tem uns peitos voluptuosos que deixam qualquer um doido só de olhar, e a mesma coisa com a bunda. Simplesmente é perfeita, assim como a frente. Aos 25 anos, continua igual aos 18, só que acho que um pouco mais soltinha, e em pouco tempo vai se formar em contabilidade.

Eu, por outro lado, me considero um cara normal, mas com muito carisma, isso sim (SIC). Magro normal e com porte. Tenho 1,80 m. Estudo Direito. Como vocês Digo, nunca tinha rolado nada tão estranho assim. Eram situações próprias da confiança que existia entre a gente. Só isso. Mas rolavam umas "brincadeiras" que eu curtia pra caralho. Lembro uma vez que ela ia sair com alguém e queria que o sutiã valorizasse bem os peitos pra impressionar o cara, e me pediu ajuda pra trocar. Eu tava lá na hora. Mesmo sem pensar nada de sacanagem com ela, eu adorava essa intimidade que ela tinha comigo e, nessa ocasião, ajudando ela, entrei no banheiro junto. Ela tava vestindo uma calça jeans justa que marcava toda a raba e só de sutiã. Eu via pelo espelho como os peitos dela inchavam quando ela ajustava por trás. Era preto e pequeno, mal cobria os bicos. A pressão que o sutiã fazia nos peitos dela era impressionante. Senti um calor subindo por mim. E a centímetros de distância, a rabuda dela quase roçando na minha calça. Era divertido fazer aquilo, e eu ficava pensando no que meus amigos diriam, todos queriam pegar ela, iam morrer de inveja se me vissem naquela situação. Depois eu contava pra eles, e eles ficavam de cabeça quente. Falavam que eu era sortudo, pra contar mais e tal. Acho que ela também curtia. Ela sorria, toda corada, como quem diz "tá gostando, né, mano?" Mas não falava nada com palavras. Só ficava meio vermelhinha. Outra vez, também rolou uma sequência bem safada. Ela ia sair à noite e, pela "urgência" da situação, me pediu se eu podia dar minha opinião sobre uma peça de roupa. — Qual fio dental eu visto? Esse ou esse? Rápido, primo, tô super atrasada! Eu me surpreendi, mas falei que não tinha problema. Aí ela me mostrou duas calcinhas fio dental. Uma vermelha e uma preta. Mas não eram só duas calcinhas. Eram praticamente fios dentais... Lembro que na hora subiu um calor sufocante pelo meu corpo todo, não tanto por ser minha prima, mas pela situação. Todos que morreriam pra estar no meu lugar... Lugar! Esse tesão me deixava louco, mas jamais ia cruzar a linha. Acho… Ela tava vestida só com uma camiseta comprida, que terminava uns centímetros abaixo da raba. Os bicos dos peitos marcavam pra caralho por baixo da camiseta. Sim, era uma imagem foda. Mas com meu senso de humor, só consegui falar que a preta eu gostava mais, mas que pra uma opinião melhor fundamentada, precisava vê-las vestidas. E eu ri. Falei aquilo pra me pagar de esperto, pra zuar ela. Mesmo curtindo essas situações, não esperava uma resposta positiva. Ela me olhou, olhou pro lado e disse: — Ah, deixa eu ver… Não, mas tô super na correria, tenho que vazar, John, escolhe uma pra mim. Mais surpreso eu fiquei, tava falando na brincadeira. Se tivesse tempo suficiente, será que ia fazer? Na minha frente? Meu pau começou a endurecer devagar. Eu sorri pra ela, como sempre, como se nada tivesse acontecido, e falei “a preta, Mara”. E acabou ali. Depois, fui cuidar da minha vida, embora meio excitado, tenho que admitir. Se tivesse rolado, teria sido algo inédito até então. Naquela noite, quando tava deitado, fiquei imaginando se tivesse acontecido. Ver a raba inteira dela, mal coberta pelas tiras da calcinha fio-dental preta minúscula. Um sonho… Essas situações eram uma loucura. Depois eu ia embora e seguia minha vida. Saía também… Mas insisto, eu curtia muito esse “joguinho”, mas nunca pensei em outra coisa. Minha prima tava uma gostosa, mas não ia rolar nada, jamais. Pensar no proibido me deixava louco, e ainda mais porque não era qualquer uma que topava esses “momentos”. Ela é gente boa, mas super reservada com os outros, ou seja, não dava moleza se alguém enchesse o saco, desse em cima ou tentasse pegar ela. Mas acima de tudo, a confiança que ela tinha em mim, sempre senti como um privilégio… No dia seguinte, ela me mandou uma mensagem dizendo que meus tios iam viajar uns dias, e que se eu quisesse, podia fazer companhia pra ela nesse tempo, já que a casa era muito grande e não gostava muito de ficar completamente sozinha por tanto tempo. Eu, como estava mais parado que buzina de avião, topei na hora. Além disso, gostava de passar tempo com ela, era muito legal, a gente se divertia pra caralho. Não era só de masturbação. Uma coisa que ajudava essas coisas abençoadas a acontecerem era que a Mara era filha única e os pais dela, com uma situação financeira boa, viviam saindo e viajando, então quase nunca estavam em casa. Naquele dia cheguei, ela me cumprimenta com um beijo suave na bochecha como sempre e me diz: - Toma uma cópia das chaves! - Pra quê? - Pra você entrar e sair quando quiser. É sua casa, haha - Ah, beleza, show… - Respondi, feliz. Achei muito foda esse gesto. - Vou tomar um banho e te mostrar uma coisa que quero comprar. - Falou e foi pro banheiro. Eu pensava "tomara que seja um baby doll" haha. Meu cérebro era um lixo. Demorou um pouco e saiu. Tinha o cabelão molhado. De shortinho jeans e regata rosa. Por baixo, um sutiã preto que não aparecia muito. O vale que se formava entre os peitos dela era lindo. Dava vontade de mergulhar ali. - Vou te mostrar o que quero comprar… - Manda ver! - Falei. E minha mente começou a trabalhar. Ela foi pro quarto e voltou com o celular na mão, procurando alguma coisa nele. Sentou do meu lado no sofá. Os peitões enormes dela encostavam no meu braço. Era lindo como eles caíam pra frente. - Olha, o que você acha? - Deixa eu ver… Não era o que eu imaginava. Voltei à realidade na hora. Era uma câmera fotográfica, bem boa. - Ah, que câmera foda! - Sim, um pouco cara, mas é, muito boa, sabe que adoro tirar fotos… E começa a me mostrar as imagens, com especificações. Tudo normal. Até que num momento acabou e ela passou uma última foto e aconteceu algo divino. Ao deslizar o dedo na galeria, tinha uma foto dela. De lingerie, tirada na frente do espelho. Estava de costas e mostrando a raba. Com os lábios fazendo biquinho. Nunca na vida vou esquecer aquele momento. A raba estava exuberante. Bem grande. O sutiã era preto e a calcinha fio-dental também. Mas o mais lindo de tudo era que era o mesmo fio-dental que dias atrás eu mandei ela usar. As tiras entravam no meio da bunda dela. Mal dava pra ver. Era foda. Só de pensar que era a que eu mandei ela usar e que depois ela tirou a foto… Fiquei de pau duro na hora… Foi só um segundo, porque quando percebeu, ela trocou rápido e falou: -Ai, desculpa! – E ficou vermelha. Tomate. -Haha, tudo bem! – Respondi como deu. Aquela foto era surreal. -Que vergonha, meu Deus! -Por quê? Não tem problema… -Você me viu muito? Não mente, hein! -Vi, mas você não me deu muito tempo… Você tirou na hora haha. Era mentira, naquele pouco tempo eu memorizei cada curva do corpo dela. -Sério? -Sim, prima! Só achei que notei uma coisa… -O quê? – Perguntou toda corada. -Essa que você tá usando…? -O que eu tô usando, primo? -Nada, uma besteira haha, não esquenta. -Agora você vai me falar. Não seja ruim. -Tá bom. Essa calcinha que você tá na foto é a que…? Nessa hora vi o nervosismo dela. Violeta estava, e rápido ela fala: -Sim, primo. É a que eu vesti outro dia quando você mandou. Tô morrendo de vergonha. – Falava toda envergonhada. Simplesmente, lindo. -Fica tranquila… Além do mais, como se nunca tivesse te visto de biquíni… -Mas não é biquíni. Tô pelada, nenezinho. Aí meu pau subiu na hora. Não acreditei no que ela tava falando. Só consegui dizer que quase não vi a foto, que não tinha problema. Ela sorriu como quem diz "mentiroso, vai!". -Além disso, o que teria de errado… – Respondi. -Sei lá, não sei. Você nunca me viu tão sem roupa! – Falou meio sem jeito. -É, pode ser, mas foi um microssegundo. – Me fiz de besta. -E ainda por cima, tava assim, do jeito que sou. Desastre! -Desastre por quê? -Assim. Bem de manhã. Nem arrumada… Eu adorava sentir aquela sensação de tesão. Me levava pro céu. -E não vi muito, mas você é linda, Mara, por que se preocupar? -Porque nem penteada eu tava, de cara lavada. Horror. -Não me Gosta das que se maquiam o tempo todo. Além disso, você nem precisa. — Cê acha? — Sim, pode crer. Você é uma gostosa… — E me olhou com uns olhinhos lindos. Uff… — Fico com muita vergonha, mas valeu pelo que cê disse, você é muito fofo. — E me deu um beijo na bochecha. Depois continuamos conversando normalmente sobre a câmera que ela queria comprar e como ela gostava de tirar fotos. Eu, ao mesmo tempo, continuava pensando naquela imagem. Aquela bunda enorme pelada, praticamente à mostra. Era só uma foto. Mas tava tipo dizendo "essa é minha bunda e eu adoro como ela fica". Fiquei de pau duro por um tempão naquele dia. Não sei se ela percebeu. Mas tudo seguiu normal. A gente conversava um do lado do outro e várias vezes eu encostava o cotovelo ou o braço nos peitos dela. Uma única vez, ela me olhou bem na hora que eu tava admirando descaradamente os peitos dela e deu um sorriso, não sei se porque percebeu que eu tava olhando ou porque eu desviei o olhar rápido. Mas era impossível não olhar. Ela sabia muito bem, e acho que também gostava de ser olhada. — Ai, esqueci. — Ela fala de repente. — O que foi? — Daqui a pouco as meninas vão chegar. Mas se quiser, pode ficar. — Nada, muito sem jeito eu aqui. Vou embora e depois volto se quiser. Sem problema… — Tem certeza? Sinto que tô te expulsando kkk — Não, se eu voltar depois. Além disso, tenho a chave kkk — É verdade, e você também tem que me ajudar a decidir qual câmera comprar! — Sim, beleza. Depois você continua me mostrando as fotos e a gente vê. — Ok, mas dessa vez vou separar em pastas pra você não me ver pelada. Pra que ela falou isso? A ereção que tava indo embora voltou na hora. Que prazer me dava ela falar assim comigo. — Pra mim não tem problema kkk. — Falei zoando ela. — Sim, sim, claro que não tem problema… — E me olhou com um olhar cúmplice, mesmo corada. — Que que cê tá olhando assim? — Me atrevi a perguntar. — Nada não, pervertido. Você quer me ver pelada… — A cabeça da pica já tava doendo de tão apertada contra a calça. — Kkk cê é maluca. Respondi me fazendo de bobo. —Como se fosse a morte, me ver, né? —De jeito nenhum, qualquer um morreria pra estar no meu lugar agora haha —Sério? —Ela exclamou com um olhar safado. Voei. —Esquece, tu tá gostosa pra caralho. É a verdade… —Haha valeu, primo, me deixa toda vermelha assim… —Tô só falando. E não sou nenhum tarado, hein —Brincadeira, brincadeira. Vou me trocar! —Fala sério, vou dar uma volta. —E levantei do sofá onde estávamos sentados. Naquele momento, aconteceu algo inesperado. Por um segundo, esqueci da excitação que tava sentindo e do volume enorme que aparecia na minha calça. Ela olhou direto pra lá. Não tinha como não olhar. Era escancarado. Chamava muita atenção. Eu não sabia o que fazer. Ela ficou olhando fixamente por dois segundos e se levantou pra ir embora. Sem falar nada. Eu, me fazendo de muito sonso, dei um beijo nela e falei que voltava depois. —Fala sério, John, a gente se vê à noite! —Ela disse como se nada tivesse acontecido. —Falou. —E ela me acompanhou até a porta. Notei algo estranho no rosto dela. Parecia que tava com vontade de rir. —Até mais, Mar! —Falei, saindo. —Até mais… Tarado!! —Ela exclamou me olhando. E deu um sorriso maroto, tipo “percebi, hein”. E rapidamente entrou pra dentro. Fiquei paralisado. Que delícia o que eu tava vivendo. Que sortudo. Mil sensações percorreram meu corpo. Não conseguia acreditar que ela tinha entrado no jogo que eu amava fazer. Nem preciso dizer que fui pra casa com a piroca tão dura que parecia que ia explodir. Ficava pensando se ela, depois de entrar, ia ficar pensando no que tinha dito. Que loucura! E agora, eu ia ficar excitado o resto do dia… Em casa, esperava a noite e o que pudesse rolar. Tava com uma vontade de bater uma punheta inacreditável. Mas sabia que depois ia me sentir mal. Era a Mara… Não fiz. Naquela noite, cheguei na casa da minha prima, avisando antes pelo whatsapp que tava indo. Nenhum dos dois tocou no assunto. Comemos pizza e o sorvete tava quase chegando. Tudo corria normal. Ela tava me dizendo que num fim de semana tinha tirado umas fotos de umas paisagens e que precisava de opiniões. Claro que me ofereci pra ajudar. Eu adorava ela. Fomos pro quarto dela e sentamos no computador. Era tão bom ficar perto da Mara. Além disso, ela tinha um tipo de atração natural que te puxava pra ela. Não sei se era o corpo divino dela ou o perfume do cabelão liso. Mas estar do lado dela era, simplesmente, mágico. Enquanto eu olhava pra ela, besta, a campainha tocou. — Ai, o sorvete! Já volto! — Ela exclamou e foi até a porta receber. — Fala! — Respondi. Quando ela levantou rápido da cadeira, o cabelo dela balançou em cima de mim e, como uma rajada, me envolveu com o cheirinho gostoso dela. Deus… Como aquilo foi gostoso! Acho que já tava começando a ficar vermelho… O quarto dela tava bem arrumado, menos o PC. Milhões de pastas abertas, arquivos soltos, janelas de navegador, programas. Não dava pra entender nada. Esperando ela voltar, comecei a fechar as coisas. Só de ansioso. “Click, click” fechava as pastas e programas que tavam abertos à toa. Até que aconteceu algo impensável. Senti um arrepio na pele. Meu coração acelerou pra caralho. Não dava pra acreditar no que meus olhos tavam vendo. Era uma foto da Mara…

2 comentários - Mara, minha prima: cronologia completa 2019-2026

Seguí mucho esta historia. Creo que hasta 2022 aprox. Hubo un capitulo excepcional donde franco le acababa adentro a Mara por primera vez.
cual es ese capitulo?
@Guroguro32 pasate por mi IG hiphop911ok y averigualo!! 😁
dd397 +1
Está demasiado buena la historia, pero sería bueno que lo pobliques con links para no perder la continuidad, felicitaciones exelente relato majas bastante bien los recursos