Esta série de relatos que compartilho são 100% reais e são, acima de tudo, para que alguém entenda meu desejo sexual, minha vida e minhas experiências. Com sorte, isso vai servir pra que alguém "normal" me escreva e quem sabe role algo. Vamos começar:
Tudo estava, de certa forma, normal. Alguém conseguia uma revista pornô, a gente se masturbava em grupo, cada um na sua. Depois, num certo momento, já entrando na adolescência, passou a ser algo privado. Começaram as namoradinhas, mas só de beijo. Isso sim, tinha amigos que começavam a ter aproximações mais íntimas com as namoradinhas e me contavam.
Digamos que quando eu tinha uns treze anos, tinha um grande amigo que namorava uma colega da minha escola (ele estudava em outra) e essa mina tinha fama de ser rápida, no sentido que os adolescentes falam, talvez muitos namorados e muitos beijos.
Uma noite fiquei pra dormir na casa do meu amigo porque os pais tinham viajado. Acho que jogamos no computador até tarde e fomos dormir na cama dos pais dele. Com a luz apagada, mas com a luz da lua iluminando a gente, ele começou a me contar algo que tinha rolado com minha colega. Ali começou a mudar um pouco dessa normalidade.
Ele me contou que uma tarde ela foi na casa dele e, na mesma cama que a gente tava, começaram a se beijar e ele, seguindo o conselho do irmão mais velho, começou a tirar a calça e a calcinha dela. Ela não resistiu e, sem lembrar direito como ele disse, meu amigo ficou de quatro e me explicava que colocou ela assim e que empurrou tão forte que ela bateu no encosto da cama. Como eu não entendia, ele falou – "Olha, fica atrás de mim, me segura pela cintura e faz de conta que tá metendo forte".
Acho que ele tentava genuinamente me explicar, mas eu comecei a me confundir por dentro. Ele tava vestido, mas de quatro, eu segurando ele pela cintura e apoiando na cama dos pais dele enquanto ele me mostrava como ela tinha batido.
Não passou disso, foi uma história que durou uns 10 minutos, mas algo tinha sido plantado. em mim.
Fiquei com essa ideia na cabeça. Fui ao banheiro e bati uma punheta, lembro… e peguei uma espécie de camisola da mãe pra segurar o pau enquanto me masturbava. Foi rápido e voltei a dormir. Tudo ficou por ali até o fim de semana seguinte, quando eu seria o protagonista.
Tinha outro amigo de infância que dormia na minha casa desde que me entendo por gente e com quem eu compartilhava aquelas punhetas em grupo. Quando estávamos no meu quarto, deitados na mesma cama como sempre, comecei a perceber que sabia exatamente como era o pau dele, porque quando ele batia uma, eu sempre olhava. Era daquelas picas cabeçudas que não saem completamente da capa e, quando saem, ficam bem vermelhas. Nenhuma curvatura, subia reta e batia no umbigo de tão reta que era. Já o meu, por outro lado, é curvado pra baixo, também tenho ele mais grosso e um pouco maior que o dele.
A questão é que estávamos na minha cama e eu tinha ficado tão excitado durante a semana lembrando do que rolou com meu outro amigo que falei pra esse aqui que me contaram uma história e que ele bateu a cabeça da namorada quando a colocou de quatro… expliquei bem mal… vocês imaginam o porquê. Fiquei de quatro e falei: “olha, fica aí e vê”.
Foi diferente. Quando chegou a minha vez de ficar atrás, fiquei com vergonha, meio tímido. Mas esse amigo interpretou que tinha a chance de encostar uma bunda pela primeira vez e que eu, que “não percebia nada”, estava contando uma história. Então, quando ele ficou atrás de mim, começou a esfregar o pau, como se estivesse batendo uma, e não escutava o que eu falava da história. O pau dele subiu e ele encostou em mim. Foram dois segundos, mas ele ficou mudo de tesão, e eu estava completamente excitado com o que tinha acontecido. Terminamos de conversar e dormimos.
No meio da noite, acordo e percebo que ele estava encostado em mim. Não reagi, fingi que estava dormindo e ajustei minha bunda de adolescente, de cueca, bem posicionada pra ele poder mexer. Ele, tentando não me acordar, começou a puxar com o dedo indicador o elástico da cueca e a descer, e eu, com movimentos como se estivesse dormindo, me mexia pra ele conseguir. Lembro que fingi que roncava pra ele ficar bem seguro de que eu tava dormindo. Ele conseguiu puxar e pela primeira vez na minha vida senti uma rola lisa, molhada e bem dura entrando entre minhas bandas. Comecei a ficar duro e lembro que pensava que ele ia perceber que eu tava acordado. (Escrevo isso e me masturbo só de lembrar).
Quando ele cansou de me comer, (lembra que a gente não fazia ideia de nada), eu fiz um movimento meio estranho pra colocar minha mão na altura da minha bunda e tocar nela. Ele pegou minha mão e colocou na rola, segurei bem… ele colocou a mão dele sobre a minha e começou a se masturbar, moveu meu braço e fez com que eu enfiasse a rola dele no meu rabo. Depois de um tempo, ele fez a coisa mais excitante que já experimentei na vida. Se masturbou e quando ia gozar, enfiou entre minhas bandas. Assim que terminou, COLOCOU O DEDO e começou a passar de cima pra baixo espalhando o gozo dele por toda a fenda. A cada movimento eu tremia, estremecia, de um jeito que nunca mais repeti.
A gente dormiu, no outro dia como se nada tivesse acontecido. Ele não morava mais no bairro, então foi pra casa dele e disse que no fim de semana seguinte voltava… obviamente ele gostou do que rolou.
Eu durante a semana fiquei pensando e convidei um vizinho, também da nossa idade, pra minha casa, pra jogar um pouco no computador.
Esse outro amigo, vamos chamar de G, era muito tarado abertamente, ele tinha canais pornô em casa e contava como se masturbava. Então, pra mim era um candidato óbvio pra tentar de novo a história da namorada do meu amigo, mas nesse caso foi BEM EXPLÍCITO.
Se você gostou, continuo contando...
Tudo estava, de certa forma, normal. Alguém conseguia uma revista pornô, a gente se masturbava em grupo, cada um na sua. Depois, num certo momento, já entrando na adolescência, passou a ser algo privado. Começaram as namoradinhas, mas só de beijo. Isso sim, tinha amigos que começavam a ter aproximações mais íntimas com as namoradinhas e me contavam.
Digamos que quando eu tinha uns treze anos, tinha um grande amigo que namorava uma colega da minha escola (ele estudava em outra) e essa mina tinha fama de ser rápida, no sentido que os adolescentes falam, talvez muitos namorados e muitos beijos.
Uma noite fiquei pra dormir na casa do meu amigo porque os pais tinham viajado. Acho que jogamos no computador até tarde e fomos dormir na cama dos pais dele. Com a luz apagada, mas com a luz da lua iluminando a gente, ele começou a me contar algo que tinha rolado com minha colega. Ali começou a mudar um pouco dessa normalidade.
Ele me contou que uma tarde ela foi na casa dele e, na mesma cama que a gente tava, começaram a se beijar e ele, seguindo o conselho do irmão mais velho, começou a tirar a calça e a calcinha dela. Ela não resistiu e, sem lembrar direito como ele disse, meu amigo ficou de quatro e me explicava que colocou ela assim e que empurrou tão forte que ela bateu no encosto da cama. Como eu não entendia, ele falou – "Olha, fica atrás de mim, me segura pela cintura e faz de conta que tá metendo forte".
Acho que ele tentava genuinamente me explicar, mas eu comecei a me confundir por dentro. Ele tava vestido, mas de quatro, eu segurando ele pela cintura e apoiando na cama dos pais dele enquanto ele me mostrava como ela tinha batido.
Não passou disso, foi uma história que durou uns 10 minutos, mas algo tinha sido plantado. em mim.
Fiquei com essa ideia na cabeça. Fui ao banheiro e bati uma punheta, lembro… e peguei uma espécie de camisola da mãe pra segurar o pau enquanto me masturbava. Foi rápido e voltei a dormir. Tudo ficou por ali até o fim de semana seguinte, quando eu seria o protagonista.
Tinha outro amigo de infância que dormia na minha casa desde que me entendo por gente e com quem eu compartilhava aquelas punhetas em grupo. Quando estávamos no meu quarto, deitados na mesma cama como sempre, comecei a perceber que sabia exatamente como era o pau dele, porque quando ele batia uma, eu sempre olhava. Era daquelas picas cabeçudas que não saem completamente da capa e, quando saem, ficam bem vermelhas. Nenhuma curvatura, subia reta e batia no umbigo de tão reta que era. Já o meu, por outro lado, é curvado pra baixo, também tenho ele mais grosso e um pouco maior que o dele.
A questão é que estávamos na minha cama e eu tinha ficado tão excitado durante a semana lembrando do que rolou com meu outro amigo que falei pra esse aqui que me contaram uma história e que ele bateu a cabeça da namorada quando a colocou de quatro… expliquei bem mal… vocês imaginam o porquê. Fiquei de quatro e falei: “olha, fica aí e vê”.
Foi diferente. Quando chegou a minha vez de ficar atrás, fiquei com vergonha, meio tímido. Mas esse amigo interpretou que tinha a chance de encostar uma bunda pela primeira vez e que eu, que “não percebia nada”, estava contando uma história. Então, quando ele ficou atrás de mim, começou a esfregar o pau, como se estivesse batendo uma, e não escutava o que eu falava da história. O pau dele subiu e ele encostou em mim. Foram dois segundos, mas ele ficou mudo de tesão, e eu estava completamente excitado com o que tinha acontecido. Terminamos de conversar e dormimos.
No meio da noite, acordo e percebo que ele estava encostado em mim. Não reagi, fingi que estava dormindo e ajustei minha bunda de adolescente, de cueca, bem posicionada pra ele poder mexer. Ele, tentando não me acordar, começou a puxar com o dedo indicador o elástico da cueca e a descer, e eu, com movimentos como se estivesse dormindo, me mexia pra ele conseguir. Lembro que fingi que roncava pra ele ficar bem seguro de que eu tava dormindo. Ele conseguiu puxar e pela primeira vez na minha vida senti uma rola lisa, molhada e bem dura entrando entre minhas bandas. Comecei a ficar duro e lembro que pensava que ele ia perceber que eu tava acordado. (Escrevo isso e me masturbo só de lembrar).
Quando ele cansou de me comer, (lembra que a gente não fazia ideia de nada), eu fiz um movimento meio estranho pra colocar minha mão na altura da minha bunda e tocar nela. Ele pegou minha mão e colocou na rola, segurei bem… ele colocou a mão dele sobre a minha e começou a se masturbar, moveu meu braço e fez com que eu enfiasse a rola dele no meu rabo. Depois de um tempo, ele fez a coisa mais excitante que já experimentei na vida. Se masturbou e quando ia gozar, enfiou entre minhas bandas. Assim que terminou, COLOCOU O DEDO e começou a passar de cima pra baixo espalhando o gozo dele por toda a fenda. A cada movimento eu tremia, estremecia, de um jeito que nunca mais repeti.
A gente dormiu, no outro dia como se nada tivesse acontecido. Ele não morava mais no bairro, então foi pra casa dele e disse que no fim de semana seguinte voltava… obviamente ele gostou do que rolou.
Eu durante a semana fiquei pensando e convidei um vizinho, também da nossa idade, pra minha casa, pra jogar um pouco no computador.
Esse outro amigo, vamos chamar de G, era muito tarado abertamente, ele tinha canais pornô em casa e contava como se masturbava. Então, pra mim era um candidato óbvio pra tentar de novo a história da namorada do meu amigo, mas nesse caso foi BEM EXPLÍCITO.
Se você gostou, continuo contando...
7 comentários - Início gay... 1º Relato 100% real