tinha discutido pela manhã com minha mulher por um motivo bobo, e ela me disse que preferia ir passar o dia na casa dos meus sogros pra espairecer um pouco, descomprimir o clima da nossa casa. Eu aproveitei pra descansar, e não tive notícias da minha mulher até as 19h, quando ela me disse que estava voltando pra casa e me perguntou se à noite podia sair pra tomar alguma coisa com uma amiga. Achei uma boa ideia ela se distrair! Chegou em casa, ela foi tomar banho e quando saiu passou creme no corpo todo e vi que estava toda depilada a 0. Fiz um comentário sobre isso, e ela me disse que na segunda tinha ginecologista e estava muito desleixada. Colocou uma thong animal print, um sutiã de renda e se vestiu muito bem. Muito na moda, e o necessário pra provocar sem chegar a ser vulgar ou ordinária. Se maquiou um pouco, muito perfume, nos deu um beijo e saiu.
Por volta da meia-noite recebi uma mensagem da minha mulher, perguntando se podia ir a uma festa pra acompanhar a amiga dela. Respondi que sim, que não tinha problema, que fosse, se divertisse e que me acordasse quando chegasse. Não tive resposta e acabei dormindo. Acordei de novo lá pelas 3 da manhã, e continuava sem resposta e sem notícias. Mandei uma mensagem, só pedindo que ela me respondesse que estava bem, e que não precisava voltar já.
Se divirta e volte pra casa na hora que quiser, mas me confirma que tava tudo bem. Eu acabei dormindo de novo, e acordei às 7 da manhã e não tinha novidade nenhuma. Naquele momento eu me preocupei, comecei a mandar mensagem, fui na casa da amiga dela. No caminho eu pensava no pior, mas não pelo lado sexual. Eu pensava que elas poderiam ter sofrido um acidente.
No caminho insisti ligando. Chegando na casa da amiga dela, Delfina, avistei o carro da amiga, e isso me deixou um pouco mais tranquilo. Quando desci do carro pela primeira vez, meu coração acelerou. Apoiei minha mão no carro da amiga dela pra ver se o motor estava frio ou quente. Possivelmente, se o motor estivesse quente, eu não teria me animado a tocar a campainha e fazer uma cena de ciúmes. Mas o carro estava gelado. Toquei a campainha umas duas vezes até que apareceu a amiga dela, com cara de dormida, assustada, preocupada e só de calcinha e camiseta. Perguntei se ela tinha estado com a minha mulher, e ela me disse que não.
Naquele momento meu coração disparou de novo. Naquele momento confirmei que eles nem tinham se visto, nem tinham ido tomar nada. Quando percebi o que estava acontecendo, me chega uma mensagem da minha mulher dizendo que a amiga dela estava muito bêbada e que ela ia dormir na casa dela pra ajudar.
Naquele momento eu mandei a localização pra ela, mostrando que eu tava na casa da amiga dela, seguido de uns insultos. Propus a gente se ver em casa em 15 minutos. A amiga dela se ofereceu pra ficar com as nossas crianças e ela foi pra minha casa e eu achei que era o melhor. Achei que a amiga dela não tinha percebido que tinha ficado todo aquele tempo de calcinha um pouco transparente na minha frente, mas isso vai ser outro relato. Quando cheguei em casa, ela já tava lá. Tava com cheiro de álcool e de sexo. Chorava e me dizia que não tinha acontecido nada, que me amava. Pedi pra ela se despir e ela disse que não. Discutimos um pouco e pedi de novo pra ela se despir. Ela se recusou e naquele momento eu abaixei a calça dela de um puxão e percebi que ela não tava com a sua calcinha fio-dental de oncinha. Tapou com uma mão a buceta, e com a outra subiu a calça como deu e foi embora.
Discutimos por mensagem, por ligação, por e-mail, até que ela me disse que não tinha acontecido 'quase' nada, que eu a perdoasse, que ela era uma idiota que me amava. Esse 'quase' ficou ecoando na minha cabeça, mas principalmente no meu pau. Automaticamente começou a ficar duro. Falei que se ela queria que eu a perdoasse, teria que me contar o que tinha acontecido. Eu precisava saber de tudo. A resposta dela foi que, se me contasse tudo, eu nunca a perdoaria, ao que respondi que, se não me contasse, eu nunca a perdoaria. Começou a sair líquido pré-seminal só de ler isso e me ajeitei para me masturbar.
Nunca me senti tão quente e excitado. Ela me contou que há semanas, um colega de trabalho chamado Pedro, vinha se aproximando dela, convidando-a para almoçar, ajudando-a com coisas do trabalho e dando presentes da lojinha e elogios sutis. No sábado de manhã ele tinha mandado mensagem por algo do trabalho, e ela respondeu que não podia ajudá-lo naquele momento nem ligar o PC porque estava discutindo comigo. Ele não escreveu mais até a tarde, quando propôs sair para beber algo e se distrair… se ela tivesse coragem! Ela encarou como um desafio e viu como uma travessura. Ele a buscou em casa, foram comer e beber algo. Tomaram vários drinks, falaram de vários assuntos, inclusive de mim, até que começaram a falar de sexo.
Ele me disse que naquele momento, foi ao banheiro e, quando voltou, não se sentou na frente dela, mas sim ao lado, deixando-a encurralada entre a parede, a mesa, seu corpo, e perguntou se ela tinha aceitado o convite só para conversar, e lhe deu um beijo. Minha mulher respondeu com outro beijo mais profundo, intenso e interminável. Suas línguas se tornaram uma só, ele colocou uma das mãos no joelho da minha mulher, onde a calça tinha furos, e acariciou sua pele pela primeira vez, destacando sua suavidade. Minha mulher, já totalmente desinibida e excitada, disse que ele teria que comprovar que todo o seu corpo era macio para dizer aquilo, não só o joelho. Aí ele quis tocar a buceta dela naquele mesmo momento, e ela o freou, já que era um lugar público e ela era casada. Ela ia me mandando mensagens contando tudo isso, e eu já estava pelado no sofá me masturbando como um louco. Pedi que continuasse me contando tudo com riqueza de detalhes... Ela continuou me dizendo que pediram a conta, e quando estavam saindo do bar, ele deu um tapa na bunda dela e vários olharam. Antes de subir no carro, se beijaram selvagemente e combinaram de ir a outro lugar. Foi aí que ela me mandou a mensagem dizendo que ia acompanhar a amiga dela a uma festa, e como um iludido respondi que sim. Pedro não morava nessa região, por isso ela, para ganhar tempo, propôs irem a um hotel que conhecia.
Chegaram ao hotel, foram para o quarto e pediram vinho branco. O vinho branco deixa minha mulher louca. Segundo ela conta, tomou 2 taças rápido e foi ao banheiro. Quando saiu do banheiro, ele estava deitado na cama, apoiado na cabeceira, coberto com o lençol até a cintura e parecia estar pelado. Ainda bem que ele tinha tomado essa iniciativa porque ela tinha saído do banheiro de fio-dental, sutiã e estava muito excitada.
Ela se levantou na cama, e caminhou até onde ele estava e ele, sentado, abaixou a thong dela e se surpreendeu ao ver sua buceta totalmente depilada e molhada de excitação. Ela confessou que tinha se depilado para ele, que tocasse para ver se a pele dela ali era tão macia e que ele se jogou com a boca para chupá-la. Eu não podia acreditar no que estava lendo, nem o quanto aquilo me excitava. Minha mulher estava num hotel, bêbada, pelada e com um colega de trabalho. Ele se deitou e ela sentou na cara dele para que ele continuasse chupando enquanto ela se segurava com as mãos no encosto para se mover à vontade. Ela me disse que depois de alguns minutos fantásticos, quis retribuir o favor, e se dispôs a chupar o pau dele. Perguntei o tamanho, e ela não quis me responder. Perguntei de novo e ela me disse que não era enorme, mas era mais comprido e bem mais grosso que o meu.
Seria eterno se eu contasse cada detalhe. Mas posso dizer que ela se entregou completamente, e que foi uma verdadeira maratona de sexo. Ela me contou que nem eu, nem nenhum dos ex dela, aguentaram dar tanto sexo e prazer pra ela. Ela me confessou que por momentos o pau do Pedro precisava de um descanso, e ele continuava penetrando ela com os dedos. Enquanto penetrava com dois dedos, ele dava beijinhos no clitóris dela, até encontrar o ponto G. Naquele momento ela gritava de prazer, e se agarrava forte nos lençóis, até gozar na boca dele. Pela primeira vez ela gozava na boca de alguém e pela primeira vez os líquidos dela jorravam da buceta uma e outra vez. Em apenas algumas horas ele fez ela gozar mais do que eu nos últimos meses.
Esse dado me doeu. Não só acabei de prazer, mas em determinado momento ela fez xixi na cama de tanto prazer e cócegas que sentia. Ela até me contou que em um momento eles adormeceram exaustos, e que depois de um tempo ela acordou com ele tocando nela e tentando penetrá-la. Ela ainda estava excitada, então a buceta dela cedeu facilmente e eles transaram de conchinha até que ela sentiu algo estranho. A buceta dela estava muito molhada, mas não era só por ter gozado, e sim porque ele, aproveitando que ela estava meio dormindo, não tinha colocado camisinha. Ela me contou que quando percebeu começou a xingá-lo, mas que ele continuou penetrando com mais força, transformando os gritos de insulto em gritos de prazer.
Ele perguntou se ela realmente queria que ele parasse, e ela não respondeu e tapou a boca com as mãos. Diante da falta de resposta, ele acelerou o ritmo e perguntou de novo, e minha mulher não hesitou. Disse pra ele que nem pense em tirar. Ele, aproveitando o tesão dela, perguntou onde podia gozar, e ela sem pensar soltou «Dentro, dentro… bem dentro». No meio de tudo isso, o celular dela começou a tocar. Sim, era eu ligando pra ela. Ela me confessou que quis atender, mas quando se esticou pra pegar o celular na bolsa que estava no chão, ficou de quatro e o Pedro aproveitou a situação pra continuar metendo fundo e ela não conseguiu me atender. Depois que os dois gozaram, ela pegou o celular e viu todas as chamadas e mensagens, e naquele momento decidiu me escrever que a amiga dela estava muito bêbada e que ela estava acompanhando pra ajudar.
Foi aí que eu mandei a localização da amiga dele e ela começou a chorar. Se vestiu tão puta da vida, e tão rápido que esqueceu de colocar a tanga. Foi aí que ela começou a me pedir perdão, e a dizer que precisava que eu a perdoasse. Eu só pedi uma foto da buceta dela e ela disse que não. Diante da minha insistência ela cedeu. A buceta dela estava um tanto dilatada e de uma cor mais rosada do que o normal. Sem dúvida o Pedro tinha comido muito ela e por isso quando abaixei a calça dela ela tinha tapado a buceta. Eu estava quase gozando, e ela me disse que tinha uma foto melhor. E me reenviou a foto que o Pedro tinha acabado de mandar. Era uma foto da tanga que eu tinha dado de presente, repleta de porra do Pedro e ele dizendo que na segunda-feira ia entregar pra ela no trabalho.
Por volta da meia-noite recebi uma mensagem da minha mulher, perguntando se podia ir a uma festa pra acompanhar a amiga dela. Respondi que sim, que não tinha problema, que fosse, se divertisse e que me acordasse quando chegasse. Não tive resposta e acabei dormindo. Acordei de novo lá pelas 3 da manhã, e continuava sem resposta e sem notícias. Mandei uma mensagem, só pedindo que ela me respondesse que estava bem, e que não precisava voltar já.
Se divirta e volte pra casa na hora que quiser, mas me confirma que tava tudo bem. Eu acabei dormindo de novo, e acordei às 7 da manhã e não tinha novidade nenhuma. Naquele momento eu me preocupei, comecei a mandar mensagem, fui na casa da amiga dela. No caminho eu pensava no pior, mas não pelo lado sexual. Eu pensava que elas poderiam ter sofrido um acidente.
No caminho insisti ligando. Chegando na casa da amiga dela, Delfina, avistei o carro da amiga, e isso me deixou um pouco mais tranquilo. Quando desci do carro pela primeira vez, meu coração acelerou. Apoiei minha mão no carro da amiga dela pra ver se o motor estava frio ou quente. Possivelmente, se o motor estivesse quente, eu não teria me animado a tocar a campainha e fazer uma cena de ciúmes. Mas o carro estava gelado. Toquei a campainha umas duas vezes até que apareceu a amiga dela, com cara de dormida, assustada, preocupada e só de calcinha e camiseta. Perguntei se ela tinha estado com a minha mulher, e ela me disse que não.
Naquele momento meu coração disparou de novo. Naquele momento confirmei que eles nem tinham se visto, nem tinham ido tomar nada. Quando percebi o que estava acontecendo, me chega uma mensagem da minha mulher dizendo que a amiga dela estava muito bêbada e que ela ia dormir na casa dela pra ajudar.
Naquele momento eu mandei a localização pra ela, mostrando que eu tava na casa da amiga dela, seguido de uns insultos. Propus a gente se ver em casa em 15 minutos. A amiga dela se ofereceu pra ficar com as nossas crianças e ela foi pra minha casa e eu achei que era o melhor. Achei que a amiga dela não tinha percebido que tinha ficado todo aquele tempo de calcinha um pouco transparente na minha frente, mas isso vai ser outro relato. Quando cheguei em casa, ela já tava lá. Tava com cheiro de álcool e de sexo. Chorava e me dizia que não tinha acontecido nada, que me amava. Pedi pra ela se despir e ela disse que não. Discutimos um pouco e pedi de novo pra ela se despir. Ela se recusou e naquele momento eu abaixei a calça dela de um puxão e percebi que ela não tava com a sua calcinha fio-dental de oncinha. Tapou com uma mão a buceta, e com a outra subiu a calça como deu e foi embora.
Discutimos por mensagem, por ligação, por e-mail, até que ela me disse que não tinha acontecido 'quase' nada, que eu a perdoasse, que ela era uma idiota que me amava. Esse 'quase' ficou ecoando na minha cabeça, mas principalmente no meu pau. Automaticamente começou a ficar duro. Falei que se ela queria que eu a perdoasse, teria que me contar o que tinha acontecido. Eu precisava saber de tudo. A resposta dela foi que, se me contasse tudo, eu nunca a perdoaria, ao que respondi que, se não me contasse, eu nunca a perdoaria. Começou a sair líquido pré-seminal só de ler isso e me ajeitei para me masturbar.
Nunca me senti tão quente e excitado. Ela me contou que há semanas, um colega de trabalho chamado Pedro, vinha se aproximando dela, convidando-a para almoçar, ajudando-a com coisas do trabalho e dando presentes da lojinha e elogios sutis. No sábado de manhã ele tinha mandado mensagem por algo do trabalho, e ela respondeu que não podia ajudá-lo naquele momento nem ligar o PC porque estava discutindo comigo. Ele não escreveu mais até a tarde, quando propôs sair para beber algo e se distrair… se ela tivesse coragem! Ela encarou como um desafio e viu como uma travessura. Ele a buscou em casa, foram comer e beber algo. Tomaram vários drinks, falaram de vários assuntos, inclusive de mim, até que começaram a falar de sexo.
Ele me disse que naquele momento, foi ao banheiro e, quando voltou, não se sentou na frente dela, mas sim ao lado, deixando-a encurralada entre a parede, a mesa, seu corpo, e perguntou se ela tinha aceitado o convite só para conversar, e lhe deu um beijo. Minha mulher respondeu com outro beijo mais profundo, intenso e interminável. Suas línguas se tornaram uma só, ele colocou uma das mãos no joelho da minha mulher, onde a calça tinha furos, e acariciou sua pele pela primeira vez, destacando sua suavidade. Minha mulher, já totalmente desinibida e excitada, disse que ele teria que comprovar que todo o seu corpo era macio para dizer aquilo, não só o joelho. Aí ele quis tocar a buceta dela naquele mesmo momento, e ela o freou, já que era um lugar público e ela era casada. Ela ia me mandando mensagens contando tudo isso, e eu já estava pelado no sofá me masturbando como um louco. Pedi que continuasse me contando tudo com riqueza de detalhes... Ela continuou me dizendo que pediram a conta, e quando estavam saindo do bar, ele deu um tapa na bunda dela e vários olharam. Antes de subir no carro, se beijaram selvagemente e combinaram de ir a outro lugar. Foi aí que ela me mandou a mensagem dizendo que ia acompanhar a amiga dela a uma festa, e como um iludido respondi que sim. Pedro não morava nessa região, por isso ela, para ganhar tempo, propôs irem a um hotel que conhecia.
Chegaram ao hotel, foram para o quarto e pediram vinho branco. O vinho branco deixa minha mulher louca. Segundo ela conta, tomou 2 taças rápido e foi ao banheiro. Quando saiu do banheiro, ele estava deitado na cama, apoiado na cabeceira, coberto com o lençol até a cintura e parecia estar pelado. Ainda bem que ele tinha tomado essa iniciativa porque ela tinha saído do banheiro de fio-dental, sutiã e estava muito excitada.
Ela se levantou na cama, e caminhou até onde ele estava e ele, sentado, abaixou a thong dela e se surpreendeu ao ver sua buceta totalmente depilada e molhada de excitação. Ela confessou que tinha se depilado para ele, que tocasse para ver se a pele dela ali era tão macia e que ele se jogou com a boca para chupá-la. Eu não podia acreditar no que estava lendo, nem o quanto aquilo me excitava. Minha mulher estava num hotel, bêbada, pelada e com um colega de trabalho. Ele se deitou e ela sentou na cara dele para que ele continuasse chupando enquanto ela se segurava com as mãos no encosto para se mover à vontade. Ela me disse que depois de alguns minutos fantásticos, quis retribuir o favor, e se dispôs a chupar o pau dele. Perguntei o tamanho, e ela não quis me responder. Perguntei de novo e ela me disse que não era enorme, mas era mais comprido e bem mais grosso que o meu.
Seria eterno se eu contasse cada detalhe. Mas posso dizer que ela se entregou completamente, e que foi uma verdadeira maratona de sexo. Ela me contou que nem eu, nem nenhum dos ex dela, aguentaram dar tanto sexo e prazer pra ela. Ela me confessou que por momentos o pau do Pedro precisava de um descanso, e ele continuava penetrando ela com os dedos. Enquanto penetrava com dois dedos, ele dava beijinhos no clitóris dela, até encontrar o ponto G. Naquele momento ela gritava de prazer, e se agarrava forte nos lençóis, até gozar na boca dele. Pela primeira vez ela gozava na boca de alguém e pela primeira vez os líquidos dela jorravam da buceta uma e outra vez. Em apenas algumas horas ele fez ela gozar mais do que eu nos últimos meses.
Esse dado me doeu. Não só acabei de prazer, mas em determinado momento ela fez xixi na cama de tanto prazer e cócegas que sentia. Ela até me contou que em um momento eles adormeceram exaustos, e que depois de um tempo ela acordou com ele tocando nela e tentando penetrá-la. Ela ainda estava excitada, então a buceta dela cedeu facilmente e eles transaram de conchinha até que ela sentiu algo estranho. A buceta dela estava muito molhada, mas não era só por ter gozado, e sim porque ele, aproveitando que ela estava meio dormindo, não tinha colocado camisinha. Ela me contou que quando percebeu começou a xingá-lo, mas que ele continuou penetrando com mais força, transformando os gritos de insulto em gritos de prazer.
Ele perguntou se ela realmente queria que ele parasse, e ela não respondeu e tapou a boca com as mãos. Diante da falta de resposta, ele acelerou o ritmo e perguntou de novo, e minha mulher não hesitou. Disse pra ele que nem pense em tirar. Ele, aproveitando o tesão dela, perguntou onde podia gozar, e ela sem pensar soltou «Dentro, dentro… bem dentro». No meio de tudo isso, o celular dela começou a tocar. Sim, era eu ligando pra ela. Ela me confessou que quis atender, mas quando se esticou pra pegar o celular na bolsa que estava no chão, ficou de quatro e o Pedro aproveitou a situação pra continuar metendo fundo e ela não conseguiu me atender. Depois que os dois gozaram, ela pegou o celular e viu todas as chamadas e mensagens, e naquele momento decidiu me escrever que a amiga dela estava muito bêbada e que ela estava acompanhando pra ajudar.
Foi aí que eu mandei a localização da amiga dele e ela começou a chorar. Se vestiu tão puta da vida, e tão rápido que esqueceu de colocar a tanga. Foi aí que ela começou a me pedir perdão, e a dizer que precisava que eu a perdoasse. Eu só pedi uma foto da buceta dela e ela disse que não. Diante da minha insistência ela cedeu. A buceta dela estava um tanto dilatada e de uma cor mais rosada do que o normal. Sem dúvida o Pedro tinha comido muito ela e por isso quando abaixei a calça dela ela tinha tapado a buceta. Eu estava quase gozando, e ela me disse que tinha uma foto melhor. E me reenviou a foto que o Pedro tinha acabado de mandar. Era uma foto da tanga que eu tinha dado de presente, repleta de porra do Pedro e ele dizendo que na segunda-feira ia entregar pra ela no trabalho.
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