Quis continuar fazendo de tudo com ela, e sabia que era mútuo. Pedi que ela se levantasse e terminasse de tirar o vestido, ficando só de sutiã e salto alto. Quando ela se levantou, um fio do fluido dela e da minha porra ligava a buceta dela ao meu pau; peguei e levei à boca. Para não deixá-la sem nada, enfiei minha mão na buceta dela, esfregando bem, e dei pra ela chupar. "Essa é a minha puta", falei.
Queria colocá-la de novo contra o banco pra bater naquele rabo de novo; ela adorava levar palmadas e eu adorava bater forte na bunda dela, sabendo que ela sentia mais prazer do que dor. Dessa vez ela fez sem hesitar. Se colocou atrás do banco, apoiou os braços e se inclinou pra frente. Bati bem forte, ecoou no parque inteiro; ela se jogou pra frente e soltou um gemido leve. Ela estava gemendo depois de eu ter batido tão forte, tava claro que ela estava mais tesuda do que nunca.
Eu: "Então você gostou, sua puta nojenta?"
Alicia: "Sim"
Eu: "Quer mais?"
Alicia: "Quero que você me foda a noite toda sem parar, faz de tudo comigo, sou uma puta."
Isso me deixou ainda mais excitado. Bati mais umas duas vezes na bunda dela e pedi que se inclinasse totalmente sobre o banco, pra deixar o rabo completamente à minha mercê. Ela fez rápido, sem dizer uma palavra. Ela tinha um rabão mesmo, qualquer um ia querer fazer de tudo naquele rabo a qualquer momento, mas a vista naquela hora era um espetáculo. Eu podia ficar horas admirando, queria que mais gente pudesse ver naquele momento (e em qualquer outro). "Bem, puta", falei. Eu já tinha comido o cu dela, com gosto pra ambos várias vezes, mas naquela noite ainda não. A gente não tinha percebido ainda, mas as vozes que tinham sido ouvidas antes eram de uns moleques que tinham acabado de chegar na área do parque onde a gente estava, e que, atônitos e cheios de tesão, iam contemplar a cena a uns 15 metros.
Baixei completamente minha calças, coloquei meu pau na frente do cu dela sem chegar a meter e comecei a esfregar. Ela adorava sentir um pau acariciando a bunda dela, e eu gosto de saber que tenho ele no cu dela e que ela curte. Esfreguei meu pau por toda a racha dela e fiz ela abrir o cu com as mãos pra continuar colocando no ânus sem o obstáculo das nádegas grandes dela. Peguei meu pau e bati repetidamente no cu dela enquanto ela mantinha aberto. Dei umas palmadas com ele na buceta por baixo. Passar assim pelo cu deixou ela louca de tesão. Ela precisava de algo, qualquer coisa dentro do cu dela.
Alicia: Você vai me foder agora? – perguntou impaciente pra ser comida analmente.
Eu: Cala a boca, puta de cu aberto.
Alicia: Abre mais – respondeu puta e provocante. Coisa que eu adorei.
Coloquei meu pau de novo no cu dela, esfregando e empurrando, mas sem meter. Queria brincar mais com ela, queria deixar ela louca de tesão, e queria que meu pau ficasse impregnado do cu dela. O cu dela sempre cheirava bem, quando você chegava perto pra lamber, era tipo um cheiro de puta. O gosto era igual, queria que ela provasse como tantas outras vezes.
Eu: Vem, vadiazinha. Você vai saborear seu cu, e se fizer direito eu meto.
Ela queria que eu fodesse o cu dela, não queria esperar mais e deixou claro, mas não teve escolha. Beijei ela na boca, ainda com nossos sabores nelas, e terminei de convencer. Sentei, e ela sozinha se ajoelhou na minha frente. Começou a fazer um boquete foda. Ela é toda uma expert, e é porque faz com muito gosto. Me deixei levar e olhei pro lado e vi que tinha dois caras jovens olhando, eram mais novos que a gente, uns 20 anos. Me assustei na hora e não soube o que fazer. Ela, alheia à situação, continuava chupando. De repente, me excitou muito a situação, já que a gente tinha falado de foder alguma vez com gente olhando, ou de ménage e mais, com meu namorada com várias rolas pra ela.
Os espectadores estavam com o pau de fora, parecia que estavam se punhetando e a cena não era pra menos. Finalmente me decidi, e falei pra minha namorada me chupar um pouco do banco. Ela ficou de quatro, me chupando. Ela aproveitou a posição pra se tocar na buceta enquanto me chupava. Os espectadores ficaram atrás dela. Era perfeito, ela não via eles, e eles tinham uma vista do caralho pra bunda dela e pro boquete que ela tava me fazendo. Eu pegava na bunda dela enquanto ela me chupava. Adoro apalpar ela, e nessa posição, mato dois coelhos com uma cajadada só. Chupei um dedo e acariciei o cu dela, cobrindo de saliva várias vezes. Enfiei meu dedo indicador no cu dela.
Fiz sinal pros olheiros chegarem mais perto, tanto que ficaram do lado do banco olhando o cu aberto da minha namorada. Enquanto isso, ela tava adorando, tinha trabalho pros três lados: pau na boca, dedo no cu e a mão dela na buceta. Ela começou a chupar com mais vontade por causa da tesão de se ver assim. O dedo no cu dela não encontrava resistência nenhuma e entrava sozinho. Tirei o dedo e enfiei dois de uma vez, ela levantou um pouco a cabeça, abafou um gemido e virou os olhos quase de prazer. Era a hora.
Eu: Você gosta de rolas?
Alicia: Adoro – disse tirando meu pau da boca, mas apoiando ele nos lábios.
Levantei a cabeça dela e beijei ela, sentindo o gosto do meu pau na língua dela, ela descia pro meu pau e começava a me beijar.
Eu: Você é uma puta foxy engolidora de rola. – Ela continuou no que tava fazendo e se dedicou a chupar.
Eu: Você gostaria de chupar mais rolas, né?
Alicia: Sim – disse gemendo.
Eu: Você faria isso de verdade agora? – Falei enquanto enfiava e tirava rápido meus dedos do cu dela e meu pau tava prestes a explodir na boca dela.
Alicia: Sim
Eu: O que você faria com mais rolas?
Alicia: Chupar muito, enfiar no cu, provar o leite e derramar ele. pela minha cara.
Nossos espectadores aproveitaram e se posicionaram na frente dela com os paus pra fora. "Que gostosa" disse um deles. Minha namorada se levantou de repente sobre os joelhos, olhando pra eles, mas com meu pau na mão. Ficou muda por um momento sem saber o que fazer. Não esperava que a vissem nua chupando um pau num parque. Me olhou como quem pergunta o que fazer, eu disse pra ela ficar tranquila e levar a cabeça pro meu pau. "Você é uma delícia", disse o mesmo que tinha acabado de chamar ela de gostosa. Parece que ela se excitou, porque não parou de chupar, mas olhando pra eles e sem tirar os olhos dos paus deles. Um era maior que o outro, devia ter uns 19 cm, o outro mais ou menos igual.
— "É sua namorada?" – perguntou o que ainda não tinha falado.
Eu: Sim, mas é uma puta – falei enquanto meu pau tava na boca da Alicia.
— "A gente pode foder ela?" – perguntou.
Eu super de boa, ela me olhou, eu concordei com a cabeça e ela mesma respondeu "Sim", sem parar de olhar pro pau grande. Ela adora paus grandes, sempre fantasiou em chupar um, e nessa noite de loucura, finalmente ia realizar.
Eu: essas são as regras: só pode foder o cu e a boca dela.
Os caras ficaram loucos com isso, porque só a boca já bastaria pra eles. Minha namorada me olhou pelo que acabei de falar. "Putas só se fodem pelo cu" falei pra ela. Ela mesma se ajoelhou e nós três chegamos perto de pé com o pau apontado pra ela. O primeiro que ela chupou foi o grande, enquanto segurava com a outra mão o pau do outro, deixando o meu de fora. A putinha tava sentindo prazer em chupar paus tão excitada, olhava pro cara com os olhos virados como nunca tinha feito comigo. Esfregamos nossos paus na cara toda dela. O do pauzão fodía a boca dela como eu tinha feito antes. Mal cabia na boca dela, era muito excitante ver. Ela abriu os olhos arregalados. Ele tava metendo fundo. na garganta, e não cabia. Ela pegou a outra rola e levou à boca, enquanto a grande e a minha ficaram no rosto dela. "Chupa, puta", ele disse.
Eu: Posso tirar uma foto? Quero ver sempre o rosto dela cercado de paus.
— "Claro, ela tá pagando com boquetes e ainda falta."
O dono do pauzão enfiou de novo na boca dela, enquanto pegava minha rola e a do outro e aproximava do rosto dela. Tirei a foto na hora. O dono do pauzão deu um tapa na cara dela, pra dar vez ao amigo e a mim. Ela chupava nós dois, passando a língua e saboreando. Fodi a boca dela. "Olha que puta que você é, como você gosta", falei. "Sim, adoro, pelo amor de Deus, façam de tudo comigo." Ela chupava com mais vontade do que nunca. Focou na do outro. Ele cuspiu na cara dela enquanto ela chupava. Disse que ia gozar e, de fato, gozou na boca dela rapidinho. Encheu a boca. A puta da minha namorada abriu pra mostrar o esperma. "Engole, puta", ele disse. E a safada engoliu, e olha que ela não era de engolir, tinha virado uma puta de verdade. "Fode essa puta", ela disse sobre si mesma.
A gente obedeceu. Sentei no banco e ela montou na minha rola. O dono do pauzão se aproximou e ela já sabia o que fazer. Começou a pular na minha rola enquanto chupava aquela. O outro descansava da gozada, admirando a cena. A puta não parava de pular na minha rola. Tava uma tesão, não conseguia gemer porque tinha a boca ocupada, enquanto olhava o outro nos olhos. "Você gosta de grandes, né? Se entretém um pouco, puta, depois você vai ver", ele disse. Minha rola tava estourando, entre o jeito que ela se mexia e a imagem que eu tava vendo. Essa vadia tava se divertindo como nunca, e ainda tinha muito mais pela frente...
O que tinha gozado na boca dela tirava o sutiã dela, dizendo "quero ver esses peitos pularem". Não conseguiu tirar de primeira, e ela, excitada por ser vista totalmente nua com os peitos pulando, desabotoou sozinha. "Safada. Obediente, a gente vai se divertir com você." Ela olhou pra ele de forma safada com o pau do amigo na boca e piscou o olho.
Eu: Ei, puta
Alicia: Sim, porco?
Eu: Você não tinha me pedido uma fodida de cu antes?
Da buceta molhada dela começou a escorrer fluido no meu pau, sujando minhas pernas e o banco. Ela tinha se molhado muito só de perguntar. Parece que ela tava na mente que o pauzão que ela tava chupando fosse furar o cu dela.
A puta se levantou e mandou o dono do pauzão sentar, pra ficar na mesma posição que acharam ela: cu pra cima e boca no pau. Cuspi no cu dela e enfiei meu pau no ânus dela, dessa vez entrando. Assim que entrei, ela gritou.
"Caralho, que puta gostosa que você tem, como ela goza pelo cu" – disse o cara que tinha gozado na boca dela, já partindo pra ação. Ele aproveitou a posição da minha namorada pra apalpar as nádegas abertas e fodidas. Ela achava que não podia aproveitar mais do sexo. O dono do pauzão começou a foder a boca dela, segurando a cabeça dela. O outro aproveitou pra tocar a buceta dela e enfiar os dedos. "Isso eu posso fazer, né?" – perguntou. Antes que eu dissesse qualquer coisa, ela mesma respondeu "sim, sim, sim" engasgada com o pau, que não deixava ela responder.
Acelerei a fodida no cu apertado dela, do jeito que ela gostava. Ela abafava os gemidos no pau que tava na boca dela.
Eu: Você gosta disso, gostosa? Você gosta de paus?
Alicia tirou o pau da boca e falou com voz de puta doce: "Deus, sim, adoro esse, é uma delícia e me deixa muito porca." – O dono do pauzão sorriu enquanto curtia a puta da minha namorada.
Alicia: Quero chupar ele a noite toda.
Tirei meu pau do cu dela porque tava a mil e ia gozar na hora se não fizesse isso. Tirei de uma vez, e ela gemeu. "Que venha o próximo", disse ela, puta e provocante.
Era a vez do cara que tinha gozado na boca dela, que depois de... contemplar a cena e ter ficado passando a mão na bunda dela e enfiando os dedos na buceta dela, já tava dura. Ele se abaixou e deu uma lambida na buceta dela, subindo devagar até o cu dela, que devia estar com gosto da minha pica. Repetiu isso várias vezes. Minha namorada gemeu como nunca. Não só tava louca de tesão, mas também tava curtindo como nunca. Chegou a hora, ele pegou na pica, bateu umas duas vezes na buceta dela, e enfiou no cu dela de uma vez. Minha namorada sentiu um pouco de dor, mas pareceu gostar, não reclamou nadinha, e olha que ela sempre pede pra meter devagar no começo.
Eu me coloquei do lado do corpo da minha namorada, contemplando a cena. Ela tava com uma pica na boca e outra dentro do cu. Eu tava louco de tesão olhando.
Eu: Tá vendo como você é uma puta gostosa?
Alicia tirou a pica da boca e disse: Simmmmm, sou uma vagabunda, adoro pica. Não sei como passei tanto tempo sem fazer isso, mas não quero parar. Sou uma puta.
Isso deixou todo mundo a mil. Nenhum de nós nunca tinha fodido uma gostosa assim, e foi o que o cara que tava metendo no cu dela disse. A pica dele entrava e saía completamente do cu da minha namorada, pra prazer dos dois. Ele dava uns tapas fortes na bunda dela de vez em quando, entre gemidos abafados da minha namorada. A boca dela cansou, e ela só usava a língua passando pela pica toda. Também beijava ela.
Sem pedir, ele acelerou o ritmo da foda no cu, metia rápido e forte. Minha namorada começou a gemer sem parar, com a cara apoiada nas pernas do outro cara, e a língua dela nas bolas dele. Ele gozou no cu dela sem pedir nem falar nada. "Agora você é uma puta cheia de porra" ele disse rindo dela. Ela não falou nada, tava com porra dentro do cu, mas um pouco escorria descendo pela bunda, buceta e pernas dela. Sem ninguém mandar, ela levou o dedo até o cu e, passando pelo cu pra pegar porra, levou o dedo à boca sozinha e comeu o que caía. "Valeu" disse a vagabunda. Nós três ficamos alucinados com ela. Ela adora ser humilhada.Chegou a vez de enfiar um pauzão no cu dela. Ocupei o lugar dela sentado pra ela me chupar, e ele se posicionou atrás dela, mirando na bunda dela.
Queria colocá-la de novo contra o banco pra bater naquele rabo de novo; ela adorava levar palmadas e eu adorava bater forte na bunda dela, sabendo que ela sentia mais prazer do que dor. Dessa vez ela fez sem hesitar. Se colocou atrás do banco, apoiou os braços e se inclinou pra frente. Bati bem forte, ecoou no parque inteiro; ela se jogou pra frente e soltou um gemido leve. Ela estava gemendo depois de eu ter batido tão forte, tava claro que ela estava mais tesuda do que nunca.
Eu: "Então você gostou, sua puta nojenta?"
Alicia: "Sim"
Eu: "Quer mais?"
Alicia: "Quero que você me foda a noite toda sem parar, faz de tudo comigo, sou uma puta."
Isso me deixou ainda mais excitado. Bati mais umas duas vezes na bunda dela e pedi que se inclinasse totalmente sobre o banco, pra deixar o rabo completamente à minha mercê. Ela fez rápido, sem dizer uma palavra. Ela tinha um rabão mesmo, qualquer um ia querer fazer de tudo naquele rabo a qualquer momento, mas a vista naquela hora era um espetáculo. Eu podia ficar horas admirando, queria que mais gente pudesse ver naquele momento (e em qualquer outro). "Bem, puta", falei. Eu já tinha comido o cu dela, com gosto pra ambos várias vezes, mas naquela noite ainda não. A gente não tinha percebido ainda, mas as vozes que tinham sido ouvidas antes eram de uns moleques que tinham acabado de chegar na área do parque onde a gente estava, e que, atônitos e cheios de tesão, iam contemplar a cena a uns 15 metros.
Baixei completamente minha calças, coloquei meu pau na frente do cu dela sem chegar a meter e comecei a esfregar. Ela adorava sentir um pau acariciando a bunda dela, e eu gosto de saber que tenho ele no cu dela e que ela curte. Esfreguei meu pau por toda a racha dela e fiz ela abrir o cu com as mãos pra continuar colocando no ânus sem o obstáculo das nádegas grandes dela. Peguei meu pau e bati repetidamente no cu dela enquanto ela mantinha aberto. Dei umas palmadas com ele na buceta por baixo. Passar assim pelo cu deixou ela louca de tesão. Ela precisava de algo, qualquer coisa dentro do cu dela.
Alicia: Você vai me foder agora? – perguntou impaciente pra ser comida analmente.
Eu: Cala a boca, puta de cu aberto.
Alicia: Abre mais – respondeu puta e provocante. Coisa que eu adorei.
Coloquei meu pau de novo no cu dela, esfregando e empurrando, mas sem meter. Queria brincar mais com ela, queria deixar ela louca de tesão, e queria que meu pau ficasse impregnado do cu dela. O cu dela sempre cheirava bem, quando você chegava perto pra lamber, era tipo um cheiro de puta. O gosto era igual, queria que ela provasse como tantas outras vezes.
Eu: Vem, vadiazinha. Você vai saborear seu cu, e se fizer direito eu meto.
Ela queria que eu fodesse o cu dela, não queria esperar mais e deixou claro, mas não teve escolha. Beijei ela na boca, ainda com nossos sabores nelas, e terminei de convencer. Sentei, e ela sozinha se ajoelhou na minha frente. Começou a fazer um boquete foda. Ela é toda uma expert, e é porque faz com muito gosto. Me deixei levar e olhei pro lado e vi que tinha dois caras jovens olhando, eram mais novos que a gente, uns 20 anos. Me assustei na hora e não soube o que fazer. Ela, alheia à situação, continuava chupando. De repente, me excitou muito a situação, já que a gente tinha falado de foder alguma vez com gente olhando, ou de ménage e mais, com meu namorada com várias rolas pra ela.
Os espectadores estavam com o pau de fora, parecia que estavam se punhetando e a cena não era pra menos. Finalmente me decidi, e falei pra minha namorada me chupar um pouco do banco. Ela ficou de quatro, me chupando. Ela aproveitou a posição pra se tocar na buceta enquanto me chupava. Os espectadores ficaram atrás dela. Era perfeito, ela não via eles, e eles tinham uma vista do caralho pra bunda dela e pro boquete que ela tava me fazendo. Eu pegava na bunda dela enquanto ela me chupava. Adoro apalpar ela, e nessa posição, mato dois coelhos com uma cajadada só. Chupei um dedo e acariciei o cu dela, cobrindo de saliva várias vezes. Enfiei meu dedo indicador no cu dela.
Fiz sinal pros olheiros chegarem mais perto, tanto que ficaram do lado do banco olhando o cu aberto da minha namorada. Enquanto isso, ela tava adorando, tinha trabalho pros três lados: pau na boca, dedo no cu e a mão dela na buceta. Ela começou a chupar com mais vontade por causa da tesão de se ver assim. O dedo no cu dela não encontrava resistência nenhuma e entrava sozinho. Tirei o dedo e enfiei dois de uma vez, ela levantou um pouco a cabeça, abafou um gemido e virou os olhos quase de prazer. Era a hora.
Eu: Você gosta de rolas?
Alicia: Adoro – disse tirando meu pau da boca, mas apoiando ele nos lábios.
Levantei a cabeça dela e beijei ela, sentindo o gosto do meu pau na língua dela, ela descia pro meu pau e começava a me beijar.
Eu: Você é uma puta foxy engolidora de rola. – Ela continuou no que tava fazendo e se dedicou a chupar.
Eu: Você gostaria de chupar mais rolas, né?
Alicia: Sim – disse gemendo.
Eu: Você faria isso de verdade agora? – Falei enquanto enfiava e tirava rápido meus dedos do cu dela e meu pau tava prestes a explodir na boca dela.
Alicia: Sim
Eu: O que você faria com mais rolas?
Alicia: Chupar muito, enfiar no cu, provar o leite e derramar ele. pela minha cara.
Nossos espectadores aproveitaram e se posicionaram na frente dela com os paus pra fora. "Que gostosa" disse um deles. Minha namorada se levantou de repente sobre os joelhos, olhando pra eles, mas com meu pau na mão. Ficou muda por um momento sem saber o que fazer. Não esperava que a vissem nua chupando um pau num parque. Me olhou como quem pergunta o que fazer, eu disse pra ela ficar tranquila e levar a cabeça pro meu pau. "Você é uma delícia", disse o mesmo que tinha acabado de chamar ela de gostosa. Parece que ela se excitou, porque não parou de chupar, mas olhando pra eles e sem tirar os olhos dos paus deles. Um era maior que o outro, devia ter uns 19 cm, o outro mais ou menos igual.
— "É sua namorada?" – perguntou o que ainda não tinha falado.
Eu: Sim, mas é uma puta – falei enquanto meu pau tava na boca da Alicia.
— "A gente pode foder ela?" – perguntou.
Eu super de boa, ela me olhou, eu concordei com a cabeça e ela mesma respondeu "Sim", sem parar de olhar pro pau grande. Ela adora paus grandes, sempre fantasiou em chupar um, e nessa noite de loucura, finalmente ia realizar.
Eu: essas são as regras: só pode foder o cu e a boca dela.
Os caras ficaram loucos com isso, porque só a boca já bastaria pra eles. Minha namorada me olhou pelo que acabei de falar. "Putas só se fodem pelo cu" falei pra ela. Ela mesma se ajoelhou e nós três chegamos perto de pé com o pau apontado pra ela. O primeiro que ela chupou foi o grande, enquanto segurava com a outra mão o pau do outro, deixando o meu de fora. A putinha tava sentindo prazer em chupar paus tão excitada, olhava pro cara com os olhos virados como nunca tinha feito comigo. Esfregamos nossos paus na cara toda dela. O do pauzão fodía a boca dela como eu tinha feito antes. Mal cabia na boca dela, era muito excitante ver. Ela abriu os olhos arregalados. Ele tava metendo fundo. na garganta, e não cabia. Ela pegou a outra rola e levou à boca, enquanto a grande e a minha ficaram no rosto dela. "Chupa, puta", ele disse.
Eu: Posso tirar uma foto? Quero ver sempre o rosto dela cercado de paus.
— "Claro, ela tá pagando com boquetes e ainda falta."
O dono do pauzão enfiou de novo na boca dela, enquanto pegava minha rola e a do outro e aproximava do rosto dela. Tirei a foto na hora. O dono do pauzão deu um tapa na cara dela, pra dar vez ao amigo e a mim. Ela chupava nós dois, passando a língua e saboreando. Fodi a boca dela. "Olha que puta que você é, como você gosta", falei. "Sim, adoro, pelo amor de Deus, façam de tudo comigo." Ela chupava com mais vontade do que nunca. Focou na do outro. Ele cuspiu na cara dela enquanto ela chupava. Disse que ia gozar e, de fato, gozou na boca dela rapidinho. Encheu a boca. A puta da minha namorada abriu pra mostrar o esperma. "Engole, puta", ele disse. E a safada engoliu, e olha que ela não era de engolir, tinha virado uma puta de verdade. "Fode essa puta", ela disse sobre si mesma.
A gente obedeceu. Sentei no banco e ela montou na minha rola. O dono do pauzão se aproximou e ela já sabia o que fazer. Começou a pular na minha rola enquanto chupava aquela. O outro descansava da gozada, admirando a cena. A puta não parava de pular na minha rola. Tava uma tesão, não conseguia gemer porque tinha a boca ocupada, enquanto olhava o outro nos olhos. "Você gosta de grandes, né? Se entretém um pouco, puta, depois você vai ver", ele disse. Minha rola tava estourando, entre o jeito que ela se mexia e a imagem que eu tava vendo. Essa vadia tava se divertindo como nunca, e ainda tinha muito mais pela frente...
O que tinha gozado na boca dela tirava o sutiã dela, dizendo "quero ver esses peitos pularem". Não conseguiu tirar de primeira, e ela, excitada por ser vista totalmente nua com os peitos pulando, desabotoou sozinha. "Safada. Obediente, a gente vai se divertir com você." Ela olhou pra ele de forma safada com o pau do amigo na boca e piscou o olho.
Eu: Ei, puta
Alicia: Sim, porco?
Eu: Você não tinha me pedido uma fodida de cu antes?
Da buceta molhada dela começou a escorrer fluido no meu pau, sujando minhas pernas e o banco. Ela tinha se molhado muito só de perguntar. Parece que ela tava na mente que o pauzão que ela tava chupando fosse furar o cu dela.
A puta se levantou e mandou o dono do pauzão sentar, pra ficar na mesma posição que acharam ela: cu pra cima e boca no pau. Cuspi no cu dela e enfiei meu pau no ânus dela, dessa vez entrando. Assim que entrei, ela gritou.
"Caralho, que puta gostosa que você tem, como ela goza pelo cu" – disse o cara que tinha gozado na boca dela, já partindo pra ação. Ele aproveitou a posição da minha namorada pra apalpar as nádegas abertas e fodidas. Ela achava que não podia aproveitar mais do sexo. O dono do pauzão começou a foder a boca dela, segurando a cabeça dela. O outro aproveitou pra tocar a buceta dela e enfiar os dedos. "Isso eu posso fazer, né?" – perguntou. Antes que eu dissesse qualquer coisa, ela mesma respondeu "sim, sim, sim" engasgada com o pau, que não deixava ela responder.
Acelerei a fodida no cu apertado dela, do jeito que ela gostava. Ela abafava os gemidos no pau que tava na boca dela.
Eu: Você gosta disso, gostosa? Você gosta de paus?
Alicia tirou o pau da boca e falou com voz de puta doce: "Deus, sim, adoro esse, é uma delícia e me deixa muito porca." – O dono do pauzão sorriu enquanto curtia a puta da minha namorada.
Alicia: Quero chupar ele a noite toda.
Tirei meu pau do cu dela porque tava a mil e ia gozar na hora se não fizesse isso. Tirei de uma vez, e ela gemeu. "Que venha o próximo", disse ela, puta e provocante.
Era a vez do cara que tinha gozado na boca dela, que depois de... contemplar a cena e ter ficado passando a mão na bunda dela e enfiando os dedos na buceta dela, já tava dura. Ele se abaixou e deu uma lambida na buceta dela, subindo devagar até o cu dela, que devia estar com gosto da minha pica. Repetiu isso várias vezes. Minha namorada gemeu como nunca. Não só tava louca de tesão, mas também tava curtindo como nunca. Chegou a hora, ele pegou na pica, bateu umas duas vezes na buceta dela, e enfiou no cu dela de uma vez. Minha namorada sentiu um pouco de dor, mas pareceu gostar, não reclamou nadinha, e olha que ela sempre pede pra meter devagar no começo.
Eu me coloquei do lado do corpo da minha namorada, contemplando a cena. Ela tava com uma pica na boca e outra dentro do cu. Eu tava louco de tesão olhando.
Eu: Tá vendo como você é uma puta gostosa?
Alicia tirou a pica da boca e disse: Simmmmm, sou uma vagabunda, adoro pica. Não sei como passei tanto tempo sem fazer isso, mas não quero parar. Sou uma puta.
Isso deixou todo mundo a mil. Nenhum de nós nunca tinha fodido uma gostosa assim, e foi o que o cara que tava metendo no cu dela disse. A pica dele entrava e saía completamente do cu da minha namorada, pra prazer dos dois. Ele dava uns tapas fortes na bunda dela de vez em quando, entre gemidos abafados da minha namorada. A boca dela cansou, e ela só usava a língua passando pela pica toda. Também beijava ela.
Sem pedir, ele acelerou o ritmo da foda no cu, metia rápido e forte. Minha namorada começou a gemer sem parar, com a cara apoiada nas pernas do outro cara, e a língua dela nas bolas dele. Ele gozou no cu dela sem pedir nem falar nada. "Agora você é uma puta cheia de porra" ele disse rindo dela. Ela não falou nada, tava com porra dentro do cu, mas um pouco escorria descendo pela bunda, buceta e pernas dela. Sem ninguém mandar, ela levou o dedo até o cu e, passando pelo cu pra pegar porra, levou o dedo à boca sozinha e comeu o que caía. "Valeu" disse a vagabunda. Nós três ficamos alucinados com ela. Ela adora ser humilhada.Chegou a vez de enfiar um pauzão no cu dela. Ocupei o lugar dela sentado pra ela me chupar, e ele se posicionou atrás dela, mirando na bunda dela.
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