Isso aconteceu em 2016, eu tinha acabado de fazer 15 anos. Eu estudava karatê, e minha mãe sempre me levava e buscava. No vestiário, eu conseguia ouvir alguns dos que treinavam comigo, entre adultos e jovens, falando sobre o corpo da minha mãe e fazendo piadas de duplo sentido. Até o sensei dava opinião sobre ela quando ela entrava no escritório pra pagar a mensalidade do curso.
Umas duas semanas depois do meu aniversário, eu tava treinando à tarde até a noite, mas naquele dia minha mãe não foi me ver, então voltei sozinho pra casa. Não era a primeira vez, sabia que ela não vinha por causa do trabalho com meu pai ou porque tava doente. Entrei em casa e notei uns barulhos estranhos, como se alguém tivesse forçando. Vinham do meu quarto. Quando cheguei perto, a porta tava fechada, mas eu abri um pouco e vi minha mãe com minha faixa amarela nos olhos e a verde na boca. Ela tava nua, montada em cima de um cara. Dava pra ver ela pulando naquela pica, subindo até aparecer a ponta da glande e enfiando de novo até o fundo. O cara bufava cada vez que ela descia e dava uns tapões na bunda dela que faziam minha mãe soltar gemidos mais agudos. "Cê tá gostando?", ele perguntava, e ela só balançava a cabeça enquanto continuava gemendo.
Ele tirou ela de cima e mandou ela ficar de quatro. Ela, como se fosse mola, virou na hora. "Que puta você é, com as faixas do seu filho na cara e na cama dele", ele meteu de uma vez, e eu vi minha mãe enterrar a cara no meu travesseiro. Ele tava comendo ela gostoso. Eu já não aguentava mais e tava me masturbando vendo ele foder minha mãe na minha cama. Ele tirou a faixa da boca dela e colocou as pernas dela no ombro. Minha mãe gritava que nem uma louca, se agarrava nas costas dele e abraçava com as pernas. Ele falava: "Isso, putinha, recebe tudo". Minha mãe: "Me dá essa pica toda", "Enche meu corviche". Ele começou a meter mais forte e abriu as pernas dela. minha mãe, tipo tentando fazer as pontas tocarem o colchão, "que piranha você é, fala pra sua buceta corviche, dá pena, foxy" peguei ela pelos cabelos, fiz ela ficar de joelhos e se masturbou, deixando cair todo o sêmen no rosto dela, no meu cinto amarelo, nos peitos dela, minha mãe tava com a boca aberta tentando pegar alguma coisa, ele enfiou "limpa meu pau, estúpida" fodia a boca dela, eu tinha gozado no chão, ele tirou o pau da boca da minha mãe já todo molhado, ela se deixou cair na minha cama e ele começou a se vestir, "amanhã todo mundo no dojo vai saber que você é uma piranha" ele começou a rir, eu saí de casa e fui pro parque, voltei uns vinte minutos depois, entrei fazendo barulho mas minha mãe já tinha tomado banho e tava na cozinha preparando a comida, a gente conversou e dava pra ver que ela ainda tava meio agitada. Fui pro meu quarto e tudo cheirava a suor, sêmen e aquele cheiro característico de buceta molhada, minha cama tinha marcas de sêmen, igual meu cinto, limpei tudo e fui tomar banho.
Umas duas semanas depois do meu aniversário, eu tava treinando à tarde até a noite, mas naquele dia minha mãe não foi me ver, então voltei sozinho pra casa. Não era a primeira vez, sabia que ela não vinha por causa do trabalho com meu pai ou porque tava doente. Entrei em casa e notei uns barulhos estranhos, como se alguém tivesse forçando. Vinham do meu quarto. Quando cheguei perto, a porta tava fechada, mas eu abri um pouco e vi minha mãe com minha faixa amarela nos olhos e a verde na boca. Ela tava nua, montada em cima de um cara. Dava pra ver ela pulando naquela pica, subindo até aparecer a ponta da glande e enfiando de novo até o fundo. O cara bufava cada vez que ela descia e dava uns tapões na bunda dela que faziam minha mãe soltar gemidos mais agudos. "Cê tá gostando?", ele perguntava, e ela só balançava a cabeça enquanto continuava gemendo.
Ele tirou ela de cima e mandou ela ficar de quatro. Ela, como se fosse mola, virou na hora. "Que puta você é, com as faixas do seu filho na cara e na cama dele", ele meteu de uma vez, e eu vi minha mãe enterrar a cara no meu travesseiro. Ele tava comendo ela gostoso. Eu já não aguentava mais e tava me masturbando vendo ele foder minha mãe na minha cama. Ele tirou a faixa da boca dela e colocou as pernas dela no ombro. Minha mãe gritava que nem uma louca, se agarrava nas costas dele e abraçava com as pernas. Ele falava: "Isso, putinha, recebe tudo". Minha mãe: "Me dá essa pica toda", "Enche meu corviche". Ele começou a meter mais forte e abriu as pernas dela. minha mãe, tipo tentando fazer as pontas tocarem o colchão, "que piranha você é, fala pra sua buceta corviche, dá pena, foxy" peguei ela pelos cabelos, fiz ela ficar de joelhos e se masturbou, deixando cair todo o sêmen no rosto dela, no meu cinto amarelo, nos peitos dela, minha mãe tava com a boca aberta tentando pegar alguma coisa, ele enfiou "limpa meu pau, estúpida" fodia a boca dela, eu tinha gozado no chão, ele tirou o pau da boca da minha mãe já todo molhado, ela se deixou cair na minha cama e ele começou a se vestir, "amanhã todo mundo no dojo vai saber que você é uma piranha" ele começou a rir, eu saí de casa e fui pro parque, voltei uns vinte minutos depois, entrei fazendo barulho mas minha mãe já tinha tomado banho e tava na cozinha preparando a comida, a gente conversou e dava pra ver que ela ainda tava meio agitada. Fui pro meu quarto e tudo cheirava a suor, sêmen e aquele cheiro característico de buceta molhada, minha cama tinha marcas de sêmen, igual meu cinto, limpei tudo e fui tomar banho.
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