Naquela mesma noite, recebo uma mensagem da mãe, Ana.
Ana: Que merda aconteceu com a minha filha?
Eu: Um pouco mais de respeito, não acha?
Ana: Me fala logo o que aconteceu.
Eu: Deixa ela te contar, vocês não contam tudo uma pra outra? Não fazem tudo juntas?
Ana: Ela me contou, por que você terminou com ela? Ela te ama.
Eu: Eu também amo ela, mas a sua cabeça foi longe demais e eu não terminei, mas não posso garantir que quero voltar a ficar junto.
Ana: O que você vai me dizer, que não gostou?
Eu: Se eu gostei ou não, não é o problema, o problema é o que você fez e fez ela fazer.
Ana: Fiz pelo bem dela, pra ela encontrar um homem de verdade.
Eu: Se é pelo bem dela, então não se meta. Até logo.
Eu sentia pena da Luz, sabia que ela estava sofrendo, mas ao mesmo tempo queria dar o troco nos dois, especialmente na Ana. Achei que eles foram longe demais, e se eu fosse fazer, tinha que ser igual ou pior do que fizeram, mas vingança é um prato que se come frio, então eu precisava pensar bem num plano. Passaram dois dias e a Luz falou comigo de novo.
Luz: Oi, meu amor, tô com muita saudade e preciso de você. Fala comigo, por favor, quero saber como você tá pelo menos.
Eu: Tô bem, Luz, e espero que você também.
Luz: Fala um pouco comigo, vai, vamos nos ver um pouquinho.
Eu: Não, Luz, ainda não. E nem sei se vamos conseguir nos ver do mesmo jeito de novo.
Luz: Vamos tentar como amigos, começando de novo e vendo como as coisas se desenrolam. Que horas você chega do trabalho?
Eu: De tarde, pra quê?
Luz: Me avisa assim que chegar que eu vou com o mate, e se você quiser, cozinho algo pra você à noite.
Eu: Entende que não, e quanto mais você insistir, pior vai ser. Não consigo pensar assim.
Luz: Tá bom, desculpa. Te amo.
Não respondi, e tava morrendo de vontade de ver ela, transar e passar o tempo juntos, mas tava cego pela vingança contra a Ana, até que me veio o plano e na sexta-feira falei com a Luz.
Eu: Luz
Luz: Oi, meu amor, como você tá? Que alegria você falar comigo.
Eu: Tenho uma proposta pra você e sua mãe. Vocês fizeram Algo muito ruim, e se você quer que a gente se veja de novo e tente ficar junto, foi o único jeito que pensei pra vocês me devolverem algo pelo que fizeram.
Luz: Sim, meu amor, faço qualquer coisa. O que você quer?
Eu: Que sejam minhas putas neste fim de semana, e não podem desobedecer nada do que eu pedir ou mandar.
Luz: Amor, eu quero que você faça isso comigo, não tem como eu pagar sozinha?
Eu: Não, conversa com ela e me avisem.
Naquela mesma noite, a Ana me escreveu bem puta da vida.
Ana: Que ideia você colocou na cabeça da Luz? Que a gente seja suas putas e não sei mais o quê. Para com isso, pelo amor.
Eu: Eu não pude dar um basta em momento nenhum, e não tenho muito mais o que falar com você. Se for sim, fala pra Luz me chamar que vou explicar tudo. Se for não, resolve com ela e não me escrevam mais.
A Luz me escreveu e contou que, depois de uma longa discussão, a Ana finalmente aceitou. Eu especifiquei que elas tinham que vir vestidas como duas putas pra minha casa no sábado à tarde/noite e iam embora no domingo. E que se eu não gostasse do jeito que viessem vestidas, nem abria a porta.
Chegou o sábado e, na hora combinada, a Luz me avisou que estavam a caminho. Ouvi a campainha, olhei pela janela, pedi pra darem uma volta e abri a porta. A Luz era uma gostosa e, com um corpo daqueles, qualquer coisa que vestisse ia ficar espetacular, ainda mais se mostrasse demais como fez: saia curta deixando ver um pouco da bunda, barriga de fora e um top curtinho. Quem me surpreendeu foi a Ana. Definitivamente, ela sabia o que era ser uma vadia e se vestir como tal: vestido justo, preto e decotado, as pernas apertadas, mas a bunda dela fazia parecer que, no menor esforço, o tecido ia rasgar.
Elas entraram, e a Luz me beijou, enquanto a Ana observava de perto. Minha mão esquerda parou de roçar o corpo da Luz e foi pelo ar em busca do da Ana. Quando encontrei, tentei puxá-la pra perto, mas ela não se deixou, fez um pouco de resistência. A Luz esticou a mão direita pra segurá-la também e, parando de me beijar por um instante, embora nossas bocas ainda estivessem grudadas. "Vem", ele disse e, olhando de esguelha pra ela, enfiou a língua no fundo da minha boca. A mãe dela se aproximou devagar e, com a mão esquerda, fiz o braço direito dela abraçar meu pescoço. Ao soltar a mão, fui direto pras nádegas dela, uma milf, dava pra sentir umas irregularidades na pele, mas eram grandes e eu sabia como eram suculentas. Enquanto isso, na mão direita, eu tinha as da Luz, pele macia e lisa como veludo, bem torneadas e meio durinhas. Era como ter o antes e o depois de uma mulher em cada mão. Luz beijava cada vez mais fundo, abria mais a boca e a língua dela parecia mais comprida. Ana só olhava, sem se meter nem falar nada. Soltei a boca da Luz pra procurar a da Ana, enquanto a filha dela continuava me beijando o pescoço. Nós dois puxamos a Ana pra mais perto, que se deixou levar e, quase na hora, quando arranquei o beijo, ela soltou um gemido, esfregando as partes na minha perna. Luz tava tocando meu abdômen, descendo até o botão da minha bermuda e depois pro zíper. Enfiou a mão dentro da cueca pra deixar meu pau sair, tocar e massagear ele. A mãe dela arregalou um pouco os olhos, viu o que a filha tava fazendo e decidiu ajudar, mas a Luz sabia que aquele pau era dela e resolveu mostrar, abaixando de repente pra admirar ele por uns instantes e meter ele dentro da boca dela. Parei de beijar a Ana pra olhar pra baixo e levantei o olhar pro teto, soltando um gemido. Acompanhei o prazer com um tapa na bunda da Ana, que sorriu e continuou me beijando. A Ana tava com o vestido levantado por cima das nádegas. Toquei a calcinha fio dental na cintura dela e segui o caminho do cordão até o fundo da raba, cheguei no lugar que eu queria, o cu dela. Passei a mão e cuspi nos meus dedos pra começar a massagear. Ela gostou, porque os beijos ficaram mais intensos. Ela se separou de mim pra perguntar: "Cê gosta do jeito que minha filha chupa?" "Adoro", respondi. Ela baixou o olhar e perguntou pra Luz: "Posso, filha?" "Claro, mãe, vem." Ao ouvir essa resposta, ela me olhou com os olhos cheios de desejo e desceu sem tirar os olhos dos meus. Fizeram um passa-mão. e ela se engasgou com ele lá no fundo mesmo, uns engasgos gostosos saíam. Luz: E aí, meu amor, como ela chupa? Eu: Muito, muito bem. Luz: Melhor que eu? Eu: Tá brigado, não consigo decidir. Luz quis tirar meu pau da boca da mãe dela pra chupar ela, Ana não deixou e continuou, tentou de novo e dessa vez conseguiu, também se engasgou com ele na hora e ficou uns segundos encostando o rosto na minha barriga. Luz: E agora? Eu: Acho que você. Ana voltou pro ataque e fez a mesma coisa. Ana: Tem certeza que ela? Eu: Para, não briguem. Venham. Caminhei até o sofá, me despi e sentei. Peguei meu pau pela base e mexi, venham agora. As duas se ajoelharam, e chuparam um tempinho cada uma até às vezes as duas ao mesmo tempo, ou quando uma chupava a outra segurava o pau, uma imagem do caralho. Ana subiu no sofá, ficou de quatro e continuou chupando, me olhou e mexeu a raba, entendi a indireta, dei um tapa, cuspi nos meus dedos e continuei massageando o cu dela. Luz me olhou e, puta, me perguntou "por que você não faz isso comigo?", "Porque você ainda tá de saia curta". Ela levantou e puxou a saia pra cima, mostrando a raba, era perfeita. Subiu no sofá do mesmo jeito que a mãe e fiz exatamente a mesma coisa. Elas continuavam chupando e brigando pelo meu pau, enquanto eu curtia e massageava os cus delas, agora com uma falange dentro de cada uma, já tavam desesperadas pra sentar no meu pau, pediam mas eu não deixava e meu pau já não aguentava mais. Eu: Aí vem a porra, um pouco pra cada uma, não quero briga nenhuma, e não engulam ainda. Chuparam e me masturbaram mais forte, eu fazia o mesmo com os cus delas. Quando chegou a hora, dividiram um pouco de porra cada uma e no final me olharam pra mostrar. Eu: Se beijem, e brinquem com a porra. Se olharam, e olharam pra mim de novo, parecia pedir demais, eram mãe e filha mas não liguei e ordenei de novo. Se beijaram e ficaram passando a porra de boca em boca, era tão excitante ver aquilo que não queria que parassem. Algumas gotas caíam sobre elas. Eu: Mostrem a boca. Elas abriram e colocaram a língua pra fora, bastante porra e muita saliva misturada entre elas. Eu: Engulam. Obedeceram. Eu: Gostoso? Elas concordaram com a cabeça. Eu: Vocês, passa a língua nos peitos da sua filha e ela em você, não quero ver nenhum vestígio da minha porra em lugar nenhum. Elas se olharam de novo, não tiveram escolha senão fazer, eu não tava brincando, elas fizeram e engoliram. Eu: Muito bem, descansem um pouco. A noite tá só começando.
Ana: Que merda aconteceu com a minha filha?
Eu: Um pouco mais de respeito, não acha?
Ana: Me fala logo o que aconteceu.
Eu: Deixa ela te contar, vocês não contam tudo uma pra outra? Não fazem tudo juntas?
Ana: Ela me contou, por que você terminou com ela? Ela te ama.
Eu: Eu também amo ela, mas a sua cabeça foi longe demais e eu não terminei, mas não posso garantir que quero voltar a ficar junto.
Ana: O que você vai me dizer, que não gostou?
Eu: Se eu gostei ou não, não é o problema, o problema é o que você fez e fez ela fazer.
Ana: Fiz pelo bem dela, pra ela encontrar um homem de verdade.
Eu: Se é pelo bem dela, então não se meta. Até logo.
Eu sentia pena da Luz, sabia que ela estava sofrendo, mas ao mesmo tempo queria dar o troco nos dois, especialmente na Ana. Achei que eles foram longe demais, e se eu fosse fazer, tinha que ser igual ou pior do que fizeram, mas vingança é um prato que se come frio, então eu precisava pensar bem num plano. Passaram dois dias e a Luz falou comigo de novo.
Luz: Oi, meu amor, tô com muita saudade e preciso de você. Fala comigo, por favor, quero saber como você tá pelo menos.
Eu: Tô bem, Luz, e espero que você também.
Luz: Fala um pouco comigo, vai, vamos nos ver um pouquinho.
Eu: Não, Luz, ainda não. E nem sei se vamos conseguir nos ver do mesmo jeito de novo.
Luz: Vamos tentar como amigos, começando de novo e vendo como as coisas se desenrolam. Que horas você chega do trabalho?
Eu: De tarde, pra quê?
Luz: Me avisa assim que chegar que eu vou com o mate, e se você quiser, cozinho algo pra você à noite.
Eu: Entende que não, e quanto mais você insistir, pior vai ser. Não consigo pensar assim.
Luz: Tá bom, desculpa. Te amo.
Não respondi, e tava morrendo de vontade de ver ela, transar e passar o tempo juntos, mas tava cego pela vingança contra a Ana, até que me veio o plano e na sexta-feira falei com a Luz.
Eu: Luz
Luz: Oi, meu amor, como você tá? Que alegria você falar comigo.
Eu: Tenho uma proposta pra você e sua mãe. Vocês fizeram Algo muito ruim, e se você quer que a gente se veja de novo e tente ficar junto, foi o único jeito que pensei pra vocês me devolverem algo pelo que fizeram.
Luz: Sim, meu amor, faço qualquer coisa. O que você quer?
Eu: Que sejam minhas putas neste fim de semana, e não podem desobedecer nada do que eu pedir ou mandar.
Luz: Amor, eu quero que você faça isso comigo, não tem como eu pagar sozinha?
Eu: Não, conversa com ela e me avisem.
Naquela mesma noite, a Ana me escreveu bem puta da vida.
Ana: Que ideia você colocou na cabeça da Luz? Que a gente seja suas putas e não sei mais o quê. Para com isso, pelo amor.
Eu: Eu não pude dar um basta em momento nenhum, e não tenho muito mais o que falar com você. Se for sim, fala pra Luz me chamar que vou explicar tudo. Se for não, resolve com ela e não me escrevam mais.
A Luz me escreveu e contou que, depois de uma longa discussão, a Ana finalmente aceitou. Eu especifiquei que elas tinham que vir vestidas como duas putas pra minha casa no sábado à tarde/noite e iam embora no domingo. E que se eu não gostasse do jeito que viessem vestidas, nem abria a porta.
Chegou o sábado e, na hora combinada, a Luz me avisou que estavam a caminho. Ouvi a campainha, olhei pela janela, pedi pra darem uma volta e abri a porta. A Luz era uma gostosa e, com um corpo daqueles, qualquer coisa que vestisse ia ficar espetacular, ainda mais se mostrasse demais como fez: saia curta deixando ver um pouco da bunda, barriga de fora e um top curtinho. Quem me surpreendeu foi a Ana. Definitivamente, ela sabia o que era ser uma vadia e se vestir como tal: vestido justo, preto e decotado, as pernas apertadas, mas a bunda dela fazia parecer que, no menor esforço, o tecido ia rasgar.
Elas entraram, e a Luz me beijou, enquanto a Ana observava de perto. Minha mão esquerda parou de roçar o corpo da Luz e foi pelo ar em busca do da Ana. Quando encontrei, tentei puxá-la pra perto, mas ela não se deixou, fez um pouco de resistência. A Luz esticou a mão direita pra segurá-la também e, parando de me beijar por um instante, embora nossas bocas ainda estivessem grudadas. "Vem", ele disse e, olhando de esguelha pra ela, enfiou a língua no fundo da minha boca. A mãe dela se aproximou devagar e, com a mão esquerda, fiz o braço direito dela abraçar meu pescoço. Ao soltar a mão, fui direto pras nádegas dela, uma milf, dava pra sentir umas irregularidades na pele, mas eram grandes e eu sabia como eram suculentas. Enquanto isso, na mão direita, eu tinha as da Luz, pele macia e lisa como veludo, bem torneadas e meio durinhas. Era como ter o antes e o depois de uma mulher em cada mão. Luz beijava cada vez mais fundo, abria mais a boca e a língua dela parecia mais comprida. Ana só olhava, sem se meter nem falar nada. Soltei a boca da Luz pra procurar a da Ana, enquanto a filha dela continuava me beijando o pescoço. Nós dois puxamos a Ana pra mais perto, que se deixou levar e, quase na hora, quando arranquei o beijo, ela soltou um gemido, esfregando as partes na minha perna. Luz tava tocando meu abdômen, descendo até o botão da minha bermuda e depois pro zíper. Enfiou a mão dentro da cueca pra deixar meu pau sair, tocar e massagear ele. A mãe dela arregalou um pouco os olhos, viu o que a filha tava fazendo e decidiu ajudar, mas a Luz sabia que aquele pau era dela e resolveu mostrar, abaixando de repente pra admirar ele por uns instantes e meter ele dentro da boca dela. Parei de beijar a Ana pra olhar pra baixo e levantei o olhar pro teto, soltando um gemido. Acompanhei o prazer com um tapa na bunda da Ana, que sorriu e continuou me beijando. A Ana tava com o vestido levantado por cima das nádegas. Toquei a calcinha fio dental na cintura dela e segui o caminho do cordão até o fundo da raba, cheguei no lugar que eu queria, o cu dela. Passei a mão e cuspi nos meus dedos pra começar a massagear. Ela gostou, porque os beijos ficaram mais intensos. Ela se separou de mim pra perguntar: "Cê gosta do jeito que minha filha chupa?" "Adoro", respondi. Ela baixou o olhar e perguntou pra Luz: "Posso, filha?" "Claro, mãe, vem." Ao ouvir essa resposta, ela me olhou com os olhos cheios de desejo e desceu sem tirar os olhos dos meus. Fizeram um passa-mão. e ela se engasgou com ele lá no fundo mesmo, uns engasgos gostosos saíam. Luz: E aí, meu amor, como ela chupa? Eu: Muito, muito bem. Luz: Melhor que eu? Eu: Tá brigado, não consigo decidir. Luz quis tirar meu pau da boca da mãe dela pra chupar ela, Ana não deixou e continuou, tentou de novo e dessa vez conseguiu, também se engasgou com ele na hora e ficou uns segundos encostando o rosto na minha barriga. Luz: E agora? Eu: Acho que você. Ana voltou pro ataque e fez a mesma coisa. Ana: Tem certeza que ela? Eu: Para, não briguem. Venham. Caminhei até o sofá, me despi e sentei. Peguei meu pau pela base e mexi, venham agora. As duas se ajoelharam, e chuparam um tempinho cada uma até às vezes as duas ao mesmo tempo, ou quando uma chupava a outra segurava o pau, uma imagem do caralho. Ana subiu no sofá, ficou de quatro e continuou chupando, me olhou e mexeu a raba, entendi a indireta, dei um tapa, cuspi nos meus dedos e continuei massageando o cu dela. Luz me olhou e, puta, me perguntou "por que você não faz isso comigo?", "Porque você ainda tá de saia curta". Ela levantou e puxou a saia pra cima, mostrando a raba, era perfeita. Subiu no sofá do mesmo jeito que a mãe e fiz exatamente a mesma coisa. Elas continuavam chupando e brigando pelo meu pau, enquanto eu curtia e massageava os cus delas, agora com uma falange dentro de cada uma, já tavam desesperadas pra sentar no meu pau, pediam mas eu não deixava e meu pau já não aguentava mais. Eu: Aí vem a porra, um pouco pra cada uma, não quero briga nenhuma, e não engulam ainda. Chuparam e me masturbaram mais forte, eu fazia o mesmo com os cus delas. Quando chegou a hora, dividiram um pouco de porra cada uma e no final me olharam pra mostrar. Eu: Se beijem, e brinquem com a porra. Se olharam, e olharam pra mim de novo, parecia pedir demais, eram mãe e filha mas não liguei e ordenei de novo. Se beijaram e ficaram passando a porra de boca em boca, era tão excitante ver aquilo que não queria que parassem. Algumas gotas caíam sobre elas. Eu: Mostrem a boca. Elas abriram e colocaram a língua pra fora, bastante porra e muita saliva misturada entre elas. Eu: Engulam. Obedeceram. Eu: Gostoso? Elas concordaram com a cabeça. Eu: Vocês, passa a língua nos peitos da sua filha e ela em você, não quero ver nenhum vestígio da minha porra em lugar nenhum. Elas se olharam de novo, não tiveram escolha senão fazer, eu não tava brincando, elas fizeram e engoliram. Eu: Muito bem, descansem um pouco. A noite tá só começando.
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