Como apresentação, meu nome é Ramiro e só. Me atrevo a escrever essa história porque, por ser algo tão inacreditável, mas que me levou a conquistar uma vida de prazer e felicidade, quero compartilhá-la com todos vocês. Garanto para quem quiser continuar lendo que, mais do que um conto erótico, é uma autêntica história de amor, com as conotações passionais que correspondem ao desenfreado ardor amoroso de duas pessoas que chegam a se amar intensamente.
Minha narrativa começa quando eu era um jovem mais ou menos comum, com seus vinte e três anos, cuja vida seguia como a de muitos jovens da mesma idade. Terminava o curso de Economia numa universidade dos Estados Unidos graças a uma bolsa e voltava para minha cidade para curtir um bom período de férias.
Há dois anos eu estava longe de casa e morria de vontade de ver e ficar com minha mãe. Digo só minha mãe, porque, embora ela tenha ficado viúva há anos, casou-se com um homem que conheceu no hospital onde trabalhava, com quem não tenho nenhum tipo de relação. Convivi pouco com ele porque, focado nos estudos e ausente por dois anos, mal o conheci. Só me parecia um gostosão idiota, cheio de lábia. Ele estava há três anos com minha mãe no nosso apartamento e, tirando os primeiros momentos da relação, eu tinha a sensação de que as coisas não iam muito bem entre eles — dormiam em quartos separados e eu duvidava que tivessem relações sexuais. Na época, disse à minha mãe que achava que ela estava errada em se casar com aquele homem, mas respeitei a decisão dela e ele virou meu padrasto.
O fato da minha história começou no mesmo dia em que voltei depois da longa viagem dos Estados Unidos. Era domingo, já no fim da tarde, quando cheguei em casa. Minha mãe estava sozinha naquele momento, e a recepção que ela me deu era a que eu esperava depois de tanto tempo. Ela me encheu de beijos e abraços, além de perguntas transcendentais típicas desses momentos.
Uma vez demonstrado o afeto, e o carinho que tínhamos de ambas partes, me dirigi com as malas para o meu quarto. Fui arrumando a roupa no armário e estava organizando uns papéis quando minha mãe entrou no quarto. Eu tinha naquele momento um pequeno envelope na mão que continha uma fotografia um pouco comprometedora e, por um ato reflexo, levei a mão para trás das costas como se quisesse esconder o envelope.
-O que é essa coisa tão importante que você esconde, meu bem? – disse minha mãe, risonha.
-Nada, não é nada importante – respondi.
-Então me mostra – ela respondeu, se aproximando.
Tirei a mão das costas e, mostrando o envelope, disse:
-Tá vendo, é um envelope sem importância.
Não sei como ela fez, mas num instante o envelope sumiu da minha mão e foi parar na dela. Rindo às gargalhadas, saiu do quarto correndo. Eu fui atrás dela pedindo que devolvesse, mas ela não me dava bola e, seguindo com a risada gostosa, parecia que estávamos brincando de "pega-pega". Num movimento rápido, ela se dirigiu ao quarto dela, mas não deu tempo de fechar a porta porque eu travei com o pé. Dentro do quarto, fiquei na frente dela.
-Me devolve – pedi, sério.
Minha mãe achou graça da brincadeira e, em vez de me dar o envelope, enfiou ele dentro do decote.
-Pega se tiver coragem – me desafiou.
Me joguei nela seguindo a brincadeira. Ela se jogou pra trás de um jeito que bateu na beirada da cama e caiu nela, comigo por cima. Ficamos nos debatendo e minha mão, enfiada dentro da blusa dela, roçando nos peitos, estava quase pegando o envelope quando uma voz da porta do quarto soou como um trovão.
-Que porra vocês tão fazendo?
Era a voz do meu padrasto, que voltava pra casa e, pelo que vi, bem carregado de álcool.
Acabou a brincadeira. Minha mãe ficou séria e nos levantamos rapidamente. Eu estava sem graça, inexplicavelmente meu pau, na luta com a minha mãe na cama por recuperar o envelope, tinha ficado completamente ereto e sentia uma ardência. Era algo incompreensível: como era possível que eu tivesse chegado a tanta excitação? Era minha mãe e aquilo era algo inusitado. Deixei pra lá. Pensei que talvez fosse fruto da agitação da briga com ela.
Estava cansado da viagem e disse a eles que ia pro meu quarto. Já deitado na cama, fiquei pensando que quando nosso padrasto nos interrompeu, não consegui recuperar o envelope e ele continuava com a minha mãe. Umas vozes que vinham da sala, que ficava ao lado do meu quarto, chamaram minha atenção. Dava pra ouvir claramente, ainda mais pelo tom que estavam usando.
– Não me interrompa nunca de novo, ainda mais se eu estiver com meu filho – dizia minha mãe com tom autoritário.
– Você é uma puta – gritava meu padrasto –, não quer dar pra mim e te encontro na cama com seu filho.
– Não admito que me fale assim... E com você você já sabe que o nosso foi um erro e nunca vai me ter.
Começaram a aumentar o tom de voz até que minha mãe exclamou claramente:
– Não te aguento mais, já fiz demais deixando você morar aqui. Some da minha casa e não volte nunca!
Um grito escandaloso saiu da boca do meu padrasto.
– Não me ameace, vagabunda – foram as palavras dele e, logo depois, ouvi um baque forte.
Não aguentei e saí rapidamente do meu quarto. Entrei na sala e não consegui evitar o soco que acertei no rosto do meu padrasto.
Não foi à toa o golpe que dei, vendo minha mãe no chão chorando com o rosto vermelho. Ele não era um homem muito forte e eu era maior que ele, então ele não reagiu à minha agressão.
Se minha mãe tinha exigido que ele fosse embora, eu não fui menos: agarrei ele pelo pescoço e coloquei ele pra fora de casa.
– Não quero te ver mais por aqui. A gente vai acertar as contas, mas não chega perto da minha mãe de novo – foram as palavras que eu disse. acompanharam na despedida.
Voltei para a sala e minha mãe já tinha se levantado do chão e estava recostada no sofá. Fui ao lavabo, umedeci um pano e voltei até onde ela estava para umedecer sua bochecha avermelhada, fruto do tapa que levou.
Tentei acalmá-la e meus lábios secavam as lágrimas que escorriam dos seus olhos. Ela foi se serenando, embora ainda tivesse uma espécie de soluço que fazia seu peito balançar. Ela se abraçou a mim e ficamos assim por um bom tempo até que ela se separou e me deu um beijo na boca para depois me dizer:
– Obrigada, meu filho. Eu queria que você nunca se afastasse de mim.
Ela me beijou de novo, levantou do sofá e foi para o banheiro. Eu fiquei alucinado, de novo meu pau se revelava e tinha endurecido. Eu me perguntava se não era um pervertido que não tinha consideração pelo que minha mãe representava. Não se tratava daquelas garotas que conheci nos Estados Unidos, que se pintasse a gente se soltava com total consentimento entre ambos, se nossos corpos desejassem... Era minha mãe.
Fui para minha cama e, deitado nela, prometi a mim mesmo que me controlaria e que aquilo não deveria acontecer de novo.
No dia seguinte, convenci minha mãe a irmos de manhã cedo à delegacia de polícia para denunciar meu padrasto por violência doméstica. Pelo que vi, ele já tinha ameaçado ela antes, mas nunca tinha ousado bater. Eu tinha lido algo sobre isso e uma boa medida era fazer a denúncia para depois conseguir mais facilmente a separação matrimonial.
Passei a manhã inteira com ela e até fomos almoçar num restaurante perto do hospital onde ela trabalhava como enfermeira. Naquela segunda-feira ela tinha turno da tarde e, até ela se despedir de mim para entrar no hospital, não me separei dela. Foi uma manhã diferente. Me senti muito à vontade com minha mãe passeando. Ela agarrada no meu braço, parecíamos um casal de verdade em vez de mãe e filho.
Nunca tinha reparado nela como naquele dia e, embora tentasse afastar mente desejos que se afastavam de uma relação puramente de mãe e filho, o comportamento da minha mãe comigo não obedecia a nada do que éramos, ou pelo menos era o que me parecia. Ela se sentia feliz e por qualquer coisa, por mais simples que fosse, ria apertando meu braço com mais força.
O fato é que ela se conservava divinamente. Ainda era relativamente jovem. Tinha se casado muito cedo e seus quarenta anos daquela época ainda não estavam refletidos no rosto e no corpo. Ela podia muito bem competir com qualquer mulher bem mais nova. Como era possível que antes esse fato tivesse passado despercebido? Sim, eu sempre dizia que ela era muito bonita, mas minhas observações não iam além do simples reconhecimento de um filho para com sua mãe por ela ser tão gostosa.
Deixei minha mãe no hospital, nos dando um beijo de despedida, e embora eu tenha oferecido a bochecha, ela agarrou meu rosto com as duas mãos e nossos lábios se fundiram num doce beijo.
Cada momento que passava, tudo ficava mais difícil para mim. Por um lado, tentava afastar qualquer pensamento incestuoso, mas, por outro, o jeito tão diferente com que minha mãe me tratava me deixava perplexo. Tentei virar a página e fui procurar meus amigos para passar a tarde com eles.
Cheguei em casa por volta das dez. Minha mãe ainda demoraria a chegar, porque, embora seu horário de saída fosse às dez da noite, ainda levaria uma hora para chegar em casa.
Eu estava meio tonto. Tinha conseguido me encontrar com os amigos e aproveitamos para ir a bares tomando vinhos. Apesar de os vinhos serem acompanhados de petiscos, foi tanta a quantidade que tomamos que o álcool não deixava de fazer efeito na minha cabeça.
Deitei na cama para ver se passava e acabei adormecendo. O barulho da porta do meu quarto se abrindo me despertou. O quarto estava meio escuro, mas vi perfeitamente a silhueta da minha mãe. Fingi que estava dormindo, mas com os Olhos semicerrados, acompanhei seus movimentos. Ela se aproximou sorrateiramente, achando que eu estava dormindo, e colocou um envelope pequeno em cima da mesinha de cabeceira. Com tudo o que tinha acontecido, eu já quase tinha esquecido; deduzi naquele momento que era o envelope que ela tinha me tomado no dia anterior. Com certeza ela já tinha visto a foto que continha e resolveu devolvê-la sem que eu percebesse. Não era o tipo de foto que você mostra pra uma mãe, e por isso minha briga com ela pra recuperá-la.
Não sei o que minha mãe deve ter pensado. Era uma foto que tiraram de mim numa festa de faculdade, onde todo mundo estava bêbado até o talo. Eu aparecia quase completamente nu, assim como a garota que me acompanhava, e eu estava mordendo o mamilo dela.
Deixando esse pensamento de lado, voltemos ao que acontecia no meu quarto. Minha mãe, apesar da penumbra, conseguia distinguir perfeitamente que eu estava deitado na cama completamente vestido, e com o calor que fazia no quarto, ela resolveu me aliviar de algumas roupas.
Eu continuava fingindo que dormia, sentindo a mão dela percorrer meu corpo, desabotoando a camisa e tirando minha calça, e foi aí que ela descobriu que minha cueca estava completamente inchada, escondendo a duras penas meu membro totalmente ereto. As mãos dela se afastaram do meu corpo num ato reflexo, e depois ela me contemplou por uns instantes. Ela voltou a colocar a mão na parte saliente da cueca e acariciou suavemente o lugar onde mais sentia a protuberância. Um pequeno movimento que fiz fez com que ela afastasse a mão, se levantasse e saísse rapidamente do meu quarto. Não tive tempo de reagir. Não sabia o que pensar. Ali, o único que tinha certeza era meu pau. O simples contato da minha mãe o excitava de tal maneira que ele se manifestava claramente, sem nenhuma vergonha.
Uma luta se desenrolava na minha mente. Eu não parava de ver minha mãe como uma mulher completamente gostosa, fácil de querer e desejar. Um sentimento por ela... minha mãe tinha renascido em mim de um jeito que me perturbava. Ela tinha todos os atributos que eu esperava de uma mulher. Só havia um grande obstáculo que parecia intransponível.
Algo parecido eu acreditava que devia estar acontecendo com minha mãe. O comportamento dela comigo era diferente, mas algo forte a segurava para ir além. Era visível a reação dela depois das carícias. Por outro lado, segundo ela me contou depois da denúncia na delegacia, sentia-se completamente livre das amarras com meu padrasto, com quem não mantinha nenhuma relação desde quase recém-casados. Ela deixou ele morar em casa, mas cada um vivia sua vida. Um comportamento mais que indevido do meu padrasto a levou a tomar essa decisão.
Eu ficava remoendo essa situação sem parar e sempre chegava à conclusão de que minha mãe não me era indiferente como mulher. Os acontecimentos ocorridos podiam facilitar as coisas pra mim e, de certa forma, eu bem podia suprir os afetos que faltavam pra minha mãe, além dos que já tínhamos como mãe e filho.
Não aguentei mais, deixei os preconceitos incestuosos de lado e, não sei se encorajado pelo álcool que tinha tomado ou pelo tesão que estava sentindo naquele momento, me levantei, me despi completamente, vesti o pijama que estava debaixo do travesseiro e fui até o quarto da minha mãe, que era onde ela devia estar, já que não a sentia em nenhum outro lugar da casa.
O susto que ela levou foi tremendo quando abri a porta e a encontrei completamente nua. Como pôde, colocou na frente do corpo a camisola curta que estava prestes a vestir.
Espetacular, era uma das palavras certas pra definir o que meus olhos estavam vendo. Não lembrava de ter visto Carmina nua antes (naquele momento eu deixava de vê-la como minha mãe pra reconhecê-la simplesmente pelo nome). Dava pra vislumbrar nela um corpo bem torneado da cabeça aos pés. Foi como um relâmpago, antes que ela se protegesse com a camisola, mas também apreciei uns peitos turgentes que acompanhavam divinamente aquele corpo.
Não sabia o que tinha acontecido entre meu padrasto e a Carmina, mas não me surpreendia que ele estivesse furioso se fazia tanto tempo que ele estava proibido de aproveitar aquele corpo.
-O que foi, Ramiro? Você me deu um susto de morte – as palavras dela me despertaram dos meus pensamentos.
Era a primeira vez depois de muito tempo que ela me chamava pelo nome. O que eu pensava parecia estar certo, ela via algo diferente em mim.
-Você se assustou porque me viu pelada?
-Me assustei porque não esperava ver ninguém.
-Pois aqui tem alguém... Quero falar com você.
Continuando na mesma posição, com a camisola como escudo, ela respondeu:
-E não pode esperar até amanhã?
-Não, o que quero falar tem que ser agora.
-Tá bom, vai, vira de costas pra eu vestir a camisola.
-Mas se eu já te vi pelada?
-Vai, se vira um momento que você me fez passar muita vergonha.
Me virei enquanto dizia:
-Não sei que vergonha você tem que ter tendo o corpo que tem, mais de uma novinha queria passar por essa vergonha.
-Já! – exclamou pra eu me virar.
-Você continua radiante – falei vendo que ela continuava encantadora com a camisola curta.
Acompanhada de um sorriso, ela girou dando uma voltinha.
-Você gosta?
-Gosto muito de você.
-Bobo, tô falando da camisola.
-Continuo dizendo a mesma coisa.
O sorriso dela sumiu, como se quisesse evitar meu elogio, ela sentou na cama e me perguntou:
-Do que você quer falar que é tão urgente?
Me aproximei da cama. Ela estava sentada, apoiada na cabeceira, e eu sentei ao lado, com os pés no chão.
-De você e de mim – respondi assim que fiquei perto dela.
-De você e de mim?... E o que a gente vai falar? Não me assusta!
-Por que eu ia te assustar?
-Não sei, você acabou de... chegar e pode ser que você me diga que vai embora porque tem algum compromisso.
- Não tenho nenhum compromisso. Meu único compromisso é com você e é sobre isso que quero falar.
Minha mão se aproximou de uma das pernas dela e comecei a acariciá-la. Carmina não dizia nada e eu continuei:
- Você se sente bem comigo?
- Que coisa que você tem. Como não vou me sentir bem com você se você é o que eu mais quero no mundo.
- Além disso. Quero dizer se como mulher você sente algo diferente por mim.
Alguma coisa nas minhas palavras mexeu com ela, porque ela começou a corar.
- Não continua, por favor, Ramiro.
- Por quê?
- Porque não pode ser.
- Pelo que eu percebo, você sente o mesmo que eu.
- O que você sente?
- Que não consigo tirar você da cabeça e te desejo.
- Mas isso é uma loucura.
- Se loucura é desejar te acariciar e me entregar a você, você está certa.
- Mas Ramiro, eu sou sua mãe!
- Carmina, não esqueço que você é minha mãe, mas estou sentindo algo diferente por você e acho que você também sente por mim.
Me aproximei dela e a puxei para mim, unindo meus lábios aos dela num beijo prolongado.
- Isso é uma loucura – disse Carmina ao se afastar.
Ela me olhava fixamente enquanto balançava a cabeça negativamente, como se não concordasse com o que estávamos dizendo ou fazendo.
- Carmina, sei que é uma loucura o que sinto por você, mas se você realmente não sente o mesmo por mim e não quer que eu continue, vou entender.
- Ramiro…, de verdade eu quero que você continue, mas algo me diz que não devo. Te vejo diferente, e ainda mais desde ontem, quando vi em você um homem que podia sair em minha defesa. Você deixou de ser meu menino e passou a ocupar o lugar do seu pai, mas não sei até que ponto estou disposta.
Eu não tinha pressa, ansiava que ela chegasse a me desejar tanto quanto eu a desejava e, suavemente, a abracei, unindo novamente os lábios dela aos meus. Dessa vez, nossas línguas brincaram entre si e nos separamos quando quase nos ficamos sem fôlego.
- Por favor, não continue, Ramiro...
Não dei ouvidos, continuei beijando o rosto dela para descer pelo pescoço enquanto meus dedos tentavam soltar as alças da camisola.
Ela não me deixou terminar. Se afastou de mim para dizer:
- Ramiro... Você sabe bem o que estamos fazendo?... Se continuarmos, podemos acabar cometendo incesto. Não deveríamos seguir.
- Eu sei o que é incesto – respondi -, mas não passa de uma mera palavra que podemos ignorar se os dois sentimos a mesma coisa. Eu não quero que isso seja um desejo de um dia só. Quero me entregar a você para sempre e viver com você como casal, com todas as consequências.
- Você realmente pensa isso?
- Claro. Não tenho por que mentir pra você.
Ela me abraçou com força, como se quisesse que eu não escapasse dela, e nossos lábios se procuraram para se fundir num novo e ardente beijo. Sem me soltar, mas separando os lábios, exclamou:
- Me ama, Ramiro, me ama pra sempre!
Dessa vez ela não me impediu de tirar a camisola, que era mais um body, e ela fez o mesmo com meu pijama.
Dois seios esplendorosos ficaram à mostra, além do corpo magnífico dela. Se quando entrei pela porta ela me pareceu espetacular, naquele momento, com ela tão perto, me pareceu soberba.
- Deixa eu admirar seu corpo lindo, Carmina – falei fascinado, enquanto ela, por puro instinto, colocou as mãos nos seios como sinal de pudor.
Eu, suavemente, afastei as mãos dela e os deixei à mostra. Eram seios firmes, nem grandes nem pequenos demais, que tinham sido meus na infância e agora se apresentavam para eu possuí-los de novo.
- Eles não são tão bonitos quanto os da foto que você tem – disse Carmina, vendo que meus olhos não se desviavam deles.
- O que você tá dizendo?... Quem dera aquela ter esses seios.
- Quem é ela? – quis saber.
- Uma colega inglesa.
- Vocês chegaram a se amar.
- Chegamos a fazer amor, mas não a nos amar. — Como é que você me escolhe, tendo essas novinhas?
— Porque já tive outros relacionamentos e sei o que quero, e não tem outra como você. Não se preocupa, não tem ninguém que possa te substituir.
Me inclinei em direção a ela e meus lábios voltaram a se fundir nos dela, pra depois ir descendo pelo pescoço, chegar nos seios firmes e macios, procurando os bicos completamente eretos que pediam com avidez pra serem chupados.
As mãos de Carmina se perdiam na minha cabeça, agarrando com força meu cabelo, enquanto a cabeça dela caía pra trás e da boca dela escapavam uns gemidinhos.
Com meus lábios fui percorrendo o corpo todo dela até alcançar a parte mais cobiçada. Uns pelinhos finos tentavam esconder os lábios da buceta dela, que guardavam ciumentos a entrada da vagina e o clitóris. Minha língua não parou de percorrer a região até chegar no clitóris, onde me deliciei dando pequenas mordidinhas que deixaram Carmina tão excitada que as mãos dela, agarradas no meu cabelo, apertavam com força, dando a impressão de que queria arrancar ele de mim.
Carmina se contorcia e com as coxas apertava meu rosto. Minhas mãos espalmadas nas nádegas firmes dela só ajudavam ainda mais no choque da buceta dela na minha boca, e os gemidos de Carmina ecoavam pelo quarto inteiro.
Não demorou pra escorrer da vagina dela um líquido que inundou minha boca com um gosto entre doce e azedo. Soube que era glória.
— Você vai me matar, Ramiro... vai me matar... — suspirava Carmina entre os gemidos.
Ela pegou meu rosto com as mãos e continuou:
— Vem, Ramiro, me beija... eu te quero... te quero só pra mim — dizia entre suspiros.
Minha boca tinha restos do líquido que a vagina dela tinha soltado, mas isso não importou nem um pouco quando nossos lábios se encontraram.
Voltamos a nos abraçar e nos beijar. Carmina estava radiante, o rosto dela refletia um estado de prazer que denunciava uma felicidade tremenda.
— Nunca me senti assim como agora — dizia com aquela voz embargada. Ramiro…, me faz totalmente seu…, por favor.
Voltei a beijá-la e meu pau completamente ereto, como se estivesse esperando essas palavras, se pôs em ação, indo em direção à gruta úmida que momentos antes minha boca havia abandonado. Foi uma entrada suave. Dava pra notar que fazia tempo que ninguém explorava aquela caverna.
O fluxo que umedecia a buceta dela ajudou meu membro a entrar aos poucos até o fundo. Comecei com movimentos curtos pra frente e pra trás até ganhar mais velocidade. Sentia as unhas de Carmina cravando nas minhas costas, enquanto a boca dela soltava uns gemidos impressionantes, acompanhados pelos meus. As coxas de Carmina me prendiam como se quisessem me impedir de sair da buceta dela. A excitação era tão grande que eu pressentia a próxima gozada, e foi quando eu disse:
— Carmina, tô quase gozando, deixa eu sair.
— Se você não se importa…, eu queria que você me invadisse com seu semen…, quero sentir o calor do seu esperma no fundo da minha buceta. — foi o que ela respondeu com a voz sussurrando.
Não precisei ouvir mais nada. Sentia que chegava o ápice da nossa transa e, ao grito de prazer de Carmela, juntou-se o meu. Nossos orgasmos vieram quase ao mesmo tempo. Enquanto a buceta dela soltava uma quantidade enorme de fluxo, meu pau a enchia de porra, que se depositava com força no fundo da vagina dela.
Não encontrava palavras pra definir aquele momento, "sensacional" era pouco. Nunca tinha me sentido tão solto fazendo amor e agindo com tanta espontaneidade. Eu tinha me entregado por completo e Carmela devia estar sentindo o mesmo. Nossos peitos subiam e desciam com uma respiração intensa, e nossos corpos estavam completamente suados.
Deitamos um ao lado do outro na cama e nos demos as mãos. Carmela foi a primeira a quebrar o silêncio.
— Ramiro, você me fez sentir o maior prazer da minha vida inteira. Nunca Eu podia imaginar que ia chegar a ter essa sensação, e ainda mais com meu próprio filho.
— Você se arrepende? — perguntei, caso ela lamentasse o que tínhamos feito.
— Eu deveria, mas me sinto tão feliz que a única coisa que me preocupa é se você sente o mesmo.
— Você quer dizer se eu me arrependo.
— Não, não, quero dizer se você se sente tão feliz quanto eu… ou será que você se arrepende de verdade?
Me virei, peguei o rosto dela com as duas mãos e dei um beijo, pra depois dizer:
— Se você me aceitar como seu homem, vai me fazer o mais feliz dos mortais. Da minha parte, quero que a gente repita isso todas as vezes que a gente quiser e monte nossa vida do jeito que nos satisfizer, sem nenhum preconceito.
— Como é que eu não vou te aceitar, se você é tudo pra mim? A única coisa é que eu ainda me sinto atordoada. Isso é maravilhoso, é como um sonho e eu não queria acordar, mas aqui estou com você. Você é meu amor, meu tesouro, você é meu tudo e quero te fazer muito feliz.
Carmela, assim como eu tinha feito antes, pegou meu rosto com as duas mãos e me encheu de beijos. Não parou por aí. Ela subiu em cima de mim e continuou me beijando pelo corpo todo. O trajeto dela chegou no meu pau, que já começava a ficar duro, e sem nenhum pudor, se ajudando com uma mão, pegou ele com suavidade e foi introduzindo na boca, chupando como se fosse um picolé. Quando viu que ele estava no auge, tirou a boca do pau, mesmo eu tendo dito:
— Continua…, minha vida…, continua.
Ela não me deu ouvidos. Ficou de joelhos, envolvendo meu corpo com as coxas dela e, pegando o pau com a mão, guiou até a entrada da buceta dela. Com um movimento suave do corpo, fez ele penetrar lá dentro até nossas pelves se chocarem.
— Me perdoa, meu tesouro… mas hoje eu quero que você descarregue seu semen nas minhas entranhas, quero ter tudo de você dentro de mim — disse pra justificar ter tirado meu pau da boca dela.
Não falei nada. Tava entrando numa excitação tão grande que eu não conseguia me segurar. Meu as mãos se agarravam aos seus peitos como se fossem uma boia salva-vidas e Carmina continuava com seus movimentos para cima e para baixo sem freio. Minhas nádegas acompanhavam seus movimentos até chegar o momento culminante. Um grito acompanhou a tremenda ejaculação que despejei dentro da sua buceta.
Assim como aconteceu na vez anterior, como se estivéssemos de acordo, o grito de Carmina acompanhou o meu. Nossos orgasmos tremendo tinham coincidido. Se meu esperma banhava suas entranhas, seu fluxo escorria pelo meu pau para se perder entre os pelos pubianos.
Como se desfalecesse, Carmina caiu em cima de mim. Seus peitos afundaram nos meus e, apesar de estar ofegante, sua boca procurou avidamente a minha. Seus lábios apertavam com intensidade os meus até que sua língua foi suavemente se introduzindo na minha boca, dando voltas e se enlaçando com a minha. Enquanto isso, minhas mãos aproveitavam para acariciar seu cabelo, seu pescoço, suas costas até chegar às suas nádegas macias e lisas para me agarrar nelas.
Algum momento de respiração a gente pegava para voltar a se entregar a um autêntico gozo e prazer. Não aguentávamos mais e, exaustos, ficamos estirados em cima da cama.
-Vou explodir de felicidade…, bendita a hora em que você reparou em mim…, você é minha vida, meu amor, meu céu… Me repete de novo que você me quer.
-Se eu te quero? – respondi-. Você é o amor da minha vida e nunca senti com ninguém o que estou sentindo com você.
-Obrigada, meu amor… Uma coisa queria te dizer: te incomodou antes eu ter tirado minha boca do seu pau?
-Não, mas achei que você ia me deixar gozar na sua boca.
-Não se preocupa, tesouro, vou ter de novo na minha boca o seu pau e você poderá gozar nela quanto quiser, assim vou poder saborear seu semen. Se você não sabe, nunca tive na minha boca o membro de um homem, tinha certa repulsa, mas com você perdi todos os escrúpulos e se não deixei você gozar na minha boca, é porque desejava que seu pau penetrasse de novo na minha buceta e seu esperma impregnando o que há de mais íntimo em mim.
- Se isso fizer com que algo meu se crie no seu corpo, eu vou me sentir satisfeito.
- Você realmente gostaria que eu ficasse grávida?
- Naturalmente. Seria o fruto da nossa união.
- Eu tinha pensado em tomar a pílula do dia seguinte no hospital, mas se você quer que eu carregue nosso próprio filho, isso me faz sentir a mulher mais feliz do mundo.
Minha narrativa começa quando eu era um jovem mais ou menos comum, com seus vinte e três anos, cuja vida seguia como a de muitos jovens da mesma idade. Terminava o curso de Economia numa universidade dos Estados Unidos graças a uma bolsa e voltava para minha cidade para curtir um bom período de férias.
Há dois anos eu estava longe de casa e morria de vontade de ver e ficar com minha mãe. Digo só minha mãe, porque, embora ela tenha ficado viúva há anos, casou-se com um homem que conheceu no hospital onde trabalhava, com quem não tenho nenhum tipo de relação. Convivi pouco com ele porque, focado nos estudos e ausente por dois anos, mal o conheci. Só me parecia um gostosão idiota, cheio de lábia. Ele estava há três anos com minha mãe no nosso apartamento e, tirando os primeiros momentos da relação, eu tinha a sensação de que as coisas não iam muito bem entre eles — dormiam em quartos separados e eu duvidava que tivessem relações sexuais. Na época, disse à minha mãe que achava que ela estava errada em se casar com aquele homem, mas respeitei a decisão dela e ele virou meu padrasto.
O fato da minha história começou no mesmo dia em que voltei depois da longa viagem dos Estados Unidos. Era domingo, já no fim da tarde, quando cheguei em casa. Minha mãe estava sozinha naquele momento, e a recepção que ela me deu era a que eu esperava depois de tanto tempo. Ela me encheu de beijos e abraços, além de perguntas transcendentais típicas desses momentos.
Uma vez demonstrado o afeto, e o carinho que tínhamos de ambas partes, me dirigi com as malas para o meu quarto. Fui arrumando a roupa no armário e estava organizando uns papéis quando minha mãe entrou no quarto. Eu tinha naquele momento um pequeno envelope na mão que continha uma fotografia um pouco comprometedora e, por um ato reflexo, levei a mão para trás das costas como se quisesse esconder o envelope.
-O que é essa coisa tão importante que você esconde, meu bem? – disse minha mãe, risonha.
-Nada, não é nada importante – respondi.
-Então me mostra – ela respondeu, se aproximando.
Tirei a mão das costas e, mostrando o envelope, disse:
-Tá vendo, é um envelope sem importância.
Não sei como ela fez, mas num instante o envelope sumiu da minha mão e foi parar na dela. Rindo às gargalhadas, saiu do quarto correndo. Eu fui atrás dela pedindo que devolvesse, mas ela não me dava bola e, seguindo com a risada gostosa, parecia que estávamos brincando de "pega-pega". Num movimento rápido, ela se dirigiu ao quarto dela, mas não deu tempo de fechar a porta porque eu travei com o pé. Dentro do quarto, fiquei na frente dela.
-Me devolve – pedi, sério.
Minha mãe achou graça da brincadeira e, em vez de me dar o envelope, enfiou ele dentro do decote.
-Pega se tiver coragem – me desafiou.
Me joguei nela seguindo a brincadeira. Ela se jogou pra trás de um jeito que bateu na beirada da cama e caiu nela, comigo por cima. Ficamos nos debatendo e minha mão, enfiada dentro da blusa dela, roçando nos peitos, estava quase pegando o envelope quando uma voz da porta do quarto soou como um trovão.
-Que porra vocês tão fazendo?
Era a voz do meu padrasto, que voltava pra casa e, pelo que vi, bem carregado de álcool.
Acabou a brincadeira. Minha mãe ficou séria e nos levantamos rapidamente. Eu estava sem graça, inexplicavelmente meu pau, na luta com a minha mãe na cama por recuperar o envelope, tinha ficado completamente ereto e sentia uma ardência. Era algo incompreensível: como era possível que eu tivesse chegado a tanta excitação? Era minha mãe e aquilo era algo inusitado. Deixei pra lá. Pensei que talvez fosse fruto da agitação da briga com ela.
Estava cansado da viagem e disse a eles que ia pro meu quarto. Já deitado na cama, fiquei pensando que quando nosso padrasto nos interrompeu, não consegui recuperar o envelope e ele continuava com a minha mãe. Umas vozes que vinham da sala, que ficava ao lado do meu quarto, chamaram minha atenção. Dava pra ouvir claramente, ainda mais pelo tom que estavam usando.
– Não me interrompa nunca de novo, ainda mais se eu estiver com meu filho – dizia minha mãe com tom autoritário.
– Você é uma puta – gritava meu padrasto –, não quer dar pra mim e te encontro na cama com seu filho.
– Não admito que me fale assim... E com você você já sabe que o nosso foi um erro e nunca vai me ter.
Começaram a aumentar o tom de voz até que minha mãe exclamou claramente:
– Não te aguento mais, já fiz demais deixando você morar aqui. Some da minha casa e não volte nunca!
Um grito escandaloso saiu da boca do meu padrasto.
– Não me ameace, vagabunda – foram as palavras dele e, logo depois, ouvi um baque forte.
Não aguentei e saí rapidamente do meu quarto. Entrei na sala e não consegui evitar o soco que acertei no rosto do meu padrasto.
Não foi à toa o golpe que dei, vendo minha mãe no chão chorando com o rosto vermelho. Ele não era um homem muito forte e eu era maior que ele, então ele não reagiu à minha agressão.
Se minha mãe tinha exigido que ele fosse embora, eu não fui menos: agarrei ele pelo pescoço e coloquei ele pra fora de casa.
– Não quero te ver mais por aqui. A gente vai acertar as contas, mas não chega perto da minha mãe de novo – foram as palavras que eu disse. acompanharam na despedida.
Voltei para a sala e minha mãe já tinha se levantado do chão e estava recostada no sofá. Fui ao lavabo, umedeci um pano e voltei até onde ela estava para umedecer sua bochecha avermelhada, fruto do tapa que levou.
Tentei acalmá-la e meus lábios secavam as lágrimas que escorriam dos seus olhos. Ela foi se serenando, embora ainda tivesse uma espécie de soluço que fazia seu peito balançar. Ela se abraçou a mim e ficamos assim por um bom tempo até que ela se separou e me deu um beijo na boca para depois me dizer:
– Obrigada, meu filho. Eu queria que você nunca se afastasse de mim.
Ela me beijou de novo, levantou do sofá e foi para o banheiro. Eu fiquei alucinado, de novo meu pau se revelava e tinha endurecido. Eu me perguntava se não era um pervertido que não tinha consideração pelo que minha mãe representava. Não se tratava daquelas garotas que conheci nos Estados Unidos, que se pintasse a gente se soltava com total consentimento entre ambos, se nossos corpos desejassem... Era minha mãe.
Fui para minha cama e, deitado nela, prometi a mim mesmo que me controlaria e que aquilo não deveria acontecer de novo.
No dia seguinte, convenci minha mãe a irmos de manhã cedo à delegacia de polícia para denunciar meu padrasto por violência doméstica. Pelo que vi, ele já tinha ameaçado ela antes, mas nunca tinha ousado bater. Eu tinha lido algo sobre isso e uma boa medida era fazer a denúncia para depois conseguir mais facilmente a separação matrimonial.
Passei a manhã inteira com ela e até fomos almoçar num restaurante perto do hospital onde ela trabalhava como enfermeira. Naquela segunda-feira ela tinha turno da tarde e, até ela se despedir de mim para entrar no hospital, não me separei dela. Foi uma manhã diferente. Me senti muito à vontade com minha mãe passeando. Ela agarrada no meu braço, parecíamos um casal de verdade em vez de mãe e filho.
Nunca tinha reparado nela como naquele dia e, embora tentasse afastar mente desejos que se afastavam de uma relação puramente de mãe e filho, o comportamento da minha mãe comigo não obedecia a nada do que éramos, ou pelo menos era o que me parecia. Ela se sentia feliz e por qualquer coisa, por mais simples que fosse, ria apertando meu braço com mais força.
O fato é que ela se conservava divinamente. Ainda era relativamente jovem. Tinha se casado muito cedo e seus quarenta anos daquela época ainda não estavam refletidos no rosto e no corpo. Ela podia muito bem competir com qualquer mulher bem mais nova. Como era possível que antes esse fato tivesse passado despercebido? Sim, eu sempre dizia que ela era muito bonita, mas minhas observações não iam além do simples reconhecimento de um filho para com sua mãe por ela ser tão gostosa.
Deixei minha mãe no hospital, nos dando um beijo de despedida, e embora eu tenha oferecido a bochecha, ela agarrou meu rosto com as duas mãos e nossos lábios se fundiram num doce beijo.
Cada momento que passava, tudo ficava mais difícil para mim. Por um lado, tentava afastar qualquer pensamento incestuoso, mas, por outro, o jeito tão diferente com que minha mãe me tratava me deixava perplexo. Tentei virar a página e fui procurar meus amigos para passar a tarde com eles.
Cheguei em casa por volta das dez. Minha mãe ainda demoraria a chegar, porque, embora seu horário de saída fosse às dez da noite, ainda levaria uma hora para chegar em casa.
Eu estava meio tonto. Tinha conseguido me encontrar com os amigos e aproveitamos para ir a bares tomando vinhos. Apesar de os vinhos serem acompanhados de petiscos, foi tanta a quantidade que tomamos que o álcool não deixava de fazer efeito na minha cabeça.
Deitei na cama para ver se passava e acabei adormecendo. O barulho da porta do meu quarto se abrindo me despertou. O quarto estava meio escuro, mas vi perfeitamente a silhueta da minha mãe. Fingi que estava dormindo, mas com os Olhos semicerrados, acompanhei seus movimentos. Ela se aproximou sorrateiramente, achando que eu estava dormindo, e colocou um envelope pequeno em cima da mesinha de cabeceira. Com tudo o que tinha acontecido, eu já quase tinha esquecido; deduzi naquele momento que era o envelope que ela tinha me tomado no dia anterior. Com certeza ela já tinha visto a foto que continha e resolveu devolvê-la sem que eu percebesse. Não era o tipo de foto que você mostra pra uma mãe, e por isso minha briga com ela pra recuperá-la.
Não sei o que minha mãe deve ter pensado. Era uma foto que tiraram de mim numa festa de faculdade, onde todo mundo estava bêbado até o talo. Eu aparecia quase completamente nu, assim como a garota que me acompanhava, e eu estava mordendo o mamilo dela.
Deixando esse pensamento de lado, voltemos ao que acontecia no meu quarto. Minha mãe, apesar da penumbra, conseguia distinguir perfeitamente que eu estava deitado na cama completamente vestido, e com o calor que fazia no quarto, ela resolveu me aliviar de algumas roupas.
Eu continuava fingindo que dormia, sentindo a mão dela percorrer meu corpo, desabotoando a camisa e tirando minha calça, e foi aí que ela descobriu que minha cueca estava completamente inchada, escondendo a duras penas meu membro totalmente ereto. As mãos dela se afastaram do meu corpo num ato reflexo, e depois ela me contemplou por uns instantes. Ela voltou a colocar a mão na parte saliente da cueca e acariciou suavemente o lugar onde mais sentia a protuberância. Um pequeno movimento que fiz fez com que ela afastasse a mão, se levantasse e saísse rapidamente do meu quarto. Não tive tempo de reagir. Não sabia o que pensar. Ali, o único que tinha certeza era meu pau. O simples contato da minha mãe o excitava de tal maneira que ele se manifestava claramente, sem nenhuma vergonha.
Uma luta se desenrolava na minha mente. Eu não parava de ver minha mãe como uma mulher completamente gostosa, fácil de querer e desejar. Um sentimento por ela... minha mãe tinha renascido em mim de um jeito que me perturbava. Ela tinha todos os atributos que eu esperava de uma mulher. Só havia um grande obstáculo que parecia intransponível.
Algo parecido eu acreditava que devia estar acontecendo com minha mãe. O comportamento dela comigo era diferente, mas algo forte a segurava para ir além. Era visível a reação dela depois das carícias. Por outro lado, segundo ela me contou depois da denúncia na delegacia, sentia-se completamente livre das amarras com meu padrasto, com quem não mantinha nenhuma relação desde quase recém-casados. Ela deixou ele morar em casa, mas cada um vivia sua vida. Um comportamento mais que indevido do meu padrasto a levou a tomar essa decisão.
Eu ficava remoendo essa situação sem parar e sempre chegava à conclusão de que minha mãe não me era indiferente como mulher. Os acontecimentos ocorridos podiam facilitar as coisas pra mim e, de certa forma, eu bem podia suprir os afetos que faltavam pra minha mãe, além dos que já tínhamos como mãe e filho.
Não aguentei mais, deixei os preconceitos incestuosos de lado e, não sei se encorajado pelo álcool que tinha tomado ou pelo tesão que estava sentindo naquele momento, me levantei, me despi completamente, vesti o pijama que estava debaixo do travesseiro e fui até o quarto da minha mãe, que era onde ela devia estar, já que não a sentia em nenhum outro lugar da casa.
O susto que ela levou foi tremendo quando abri a porta e a encontrei completamente nua. Como pôde, colocou na frente do corpo a camisola curta que estava prestes a vestir.
Espetacular, era uma das palavras certas pra definir o que meus olhos estavam vendo. Não lembrava de ter visto Carmina nua antes (naquele momento eu deixava de vê-la como minha mãe pra reconhecê-la simplesmente pelo nome). Dava pra vislumbrar nela um corpo bem torneado da cabeça aos pés. Foi como um relâmpago, antes que ela se protegesse com a camisola, mas também apreciei uns peitos turgentes que acompanhavam divinamente aquele corpo.
Não sabia o que tinha acontecido entre meu padrasto e a Carmina, mas não me surpreendia que ele estivesse furioso se fazia tanto tempo que ele estava proibido de aproveitar aquele corpo.
-O que foi, Ramiro? Você me deu um susto de morte – as palavras dela me despertaram dos meus pensamentos.
Era a primeira vez depois de muito tempo que ela me chamava pelo nome. O que eu pensava parecia estar certo, ela via algo diferente em mim.
-Você se assustou porque me viu pelada?
-Me assustei porque não esperava ver ninguém.
-Pois aqui tem alguém... Quero falar com você.
Continuando na mesma posição, com a camisola como escudo, ela respondeu:
-E não pode esperar até amanhã?
-Não, o que quero falar tem que ser agora.
-Tá bom, vai, vira de costas pra eu vestir a camisola.
-Mas se eu já te vi pelada?
-Vai, se vira um momento que você me fez passar muita vergonha.
Me virei enquanto dizia:
-Não sei que vergonha você tem que ter tendo o corpo que tem, mais de uma novinha queria passar por essa vergonha.
-Já! – exclamou pra eu me virar.
-Você continua radiante – falei vendo que ela continuava encantadora com a camisola curta.
Acompanhada de um sorriso, ela girou dando uma voltinha.
-Você gosta?
-Gosto muito de você.
-Bobo, tô falando da camisola.
-Continuo dizendo a mesma coisa.
O sorriso dela sumiu, como se quisesse evitar meu elogio, ela sentou na cama e me perguntou:
-Do que você quer falar que é tão urgente?
Me aproximei da cama. Ela estava sentada, apoiada na cabeceira, e eu sentei ao lado, com os pés no chão.
-De você e de mim – respondi assim que fiquei perto dela.
-De você e de mim?... E o que a gente vai falar? Não me assusta!
-Por que eu ia te assustar?
-Não sei, você acabou de... chegar e pode ser que você me diga que vai embora porque tem algum compromisso.
- Não tenho nenhum compromisso. Meu único compromisso é com você e é sobre isso que quero falar.
Minha mão se aproximou de uma das pernas dela e comecei a acariciá-la. Carmina não dizia nada e eu continuei:
- Você se sente bem comigo?
- Que coisa que você tem. Como não vou me sentir bem com você se você é o que eu mais quero no mundo.
- Além disso. Quero dizer se como mulher você sente algo diferente por mim.
Alguma coisa nas minhas palavras mexeu com ela, porque ela começou a corar.
- Não continua, por favor, Ramiro.
- Por quê?
- Porque não pode ser.
- Pelo que eu percebo, você sente o mesmo que eu.
- O que você sente?
- Que não consigo tirar você da cabeça e te desejo.
- Mas isso é uma loucura.
- Se loucura é desejar te acariciar e me entregar a você, você está certa.
- Mas Ramiro, eu sou sua mãe!
- Carmina, não esqueço que você é minha mãe, mas estou sentindo algo diferente por você e acho que você também sente por mim.
Me aproximei dela e a puxei para mim, unindo meus lábios aos dela num beijo prolongado.
- Isso é uma loucura – disse Carmina ao se afastar.
Ela me olhava fixamente enquanto balançava a cabeça negativamente, como se não concordasse com o que estávamos dizendo ou fazendo.
- Carmina, sei que é uma loucura o que sinto por você, mas se você realmente não sente o mesmo por mim e não quer que eu continue, vou entender.
- Ramiro…, de verdade eu quero que você continue, mas algo me diz que não devo. Te vejo diferente, e ainda mais desde ontem, quando vi em você um homem que podia sair em minha defesa. Você deixou de ser meu menino e passou a ocupar o lugar do seu pai, mas não sei até que ponto estou disposta.
Eu não tinha pressa, ansiava que ela chegasse a me desejar tanto quanto eu a desejava e, suavemente, a abracei, unindo novamente os lábios dela aos meus. Dessa vez, nossas línguas brincaram entre si e nos separamos quando quase nos ficamos sem fôlego.
- Por favor, não continue, Ramiro...
Não dei ouvidos, continuei beijando o rosto dela para descer pelo pescoço enquanto meus dedos tentavam soltar as alças da camisola.
Ela não me deixou terminar. Se afastou de mim para dizer:
- Ramiro... Você sabe bem o que estamos fazendo?... Se continuarmos, podemos acabar cometendo incesto. Não deveríamos seguir.
- Eu sei o que é incesto – respondi -, mas não passa de uma mera palavra que podemos ignorar se os dois sentimos a mesma coisa. Eu não quero que isso seja um desejo de um dia só. Quero me entregar a você para sempre e viver com você como casal, com todas as consequências.
- Você realmente pensa isso?
- Claro. Não tenho por que mentir pra você.
Ela me abraçou com força, como se quisesse que eu não escapasse dela, e nossos lábios se procuraram para se fundir num novo e ardente beijo. Sem me soltar, mas separando os lábios, exclamou:
- Me ama, Ramiro, me ama pra sempre!
Dessa vez ela não me impediu de tirar a camisola, que era mais um body, e ela fez o mesmo com meu pijama.
Dois seios esplendorosos ficaram à mostra, além do corpo magnífico dela. Se quando entrei pela porta ela me pareceu espetacular, naquele momento, com ela tão perto, me pareceu soberba.
- Deixa eu admirar seu corpo lindo, Carmina – falei fascinado, enquanto ela, por puro instinto, colocou as mãos nos seios como sinal de pudor.
Eu, suavemente, afastei as mãos dela e os deixei à mostra. Eram seios firmes, nem grandes nem pequenos demais, que tinham sido meus na infância e agora se apresentavam para eu possuí-los de novo.
- Eles não são tão bonitos quanto os da foto que você tem – disse Carmina, vendo que meus olhos não se desviavam deles.
- O que você tá dizendo?... Quem dera aquela ter esses seios.
- Quem é ela? – quis saber.
- Uma colega inglesa.
- Vocês chegaram a se amar.
- Chegamos a fazer amor, mas não a nos amar. — Como é que você me escolhe, tendo essas novinhas?
— Porque já tive outros relacionamentos e sei o que quero, e não tem outra como você. Não se preocupa, não tem ninguém que possa te substituir.
Me inclinei em direção a ela e meus lábios voltaram a se fundir nos dela, pra depois ir descendo pelo pescoço, chegar nos seios firmes e macios, procurando os bicos completamente eretos que pediam com avidez pra serem chupados.
As mãos de Carmina se perdiam na minha cabeça, agarrando com força meu cabelo, enquanto a cabeça dela caía pra trás e da boca dela escapavam uns gemidinhos.
Com meus lábios fui percorrendo o corpo todo dela até alcançar a parte mais cobiçada. Uns pelinhos finos tentavam esconder os lábios da buceta dela, que guardavam ciumentos a entrada da vagina e o clitóris. Minha língua não parou de percorrer a região até chegar no clitóris, onde me deliciei dando pequenas mordidinhas que deixaram Carmina tão excitada que as mãos dela, agarradas no meu cabelo, apertavam com força, dando a impressão de que queria arrancar ele de mim.
Carmina se contorcia e com as coxas apertava meu rosto. Minhas mãos espalmadas nas nádegas firmes dela só ajudavam ainda mais no choque da buceta dela na minha boca, e os gemidos de Carmina ecoavam pelo quarto inteiro.
Não demorou pra escorrer da vagina dela um líquido que inundou minha boca com um gosto entre doce e azedo. Soube que era glória.
— Você vai me matar, Ramiro... vai me matar... — suspirava Carmina entre os gemidos.
Ela pegou meu rosto com as mãos e continuou:
— Vem, Ramiro, me beija... eu te quero... te quero só pra mim — dizia entre suspiros.
Minha boca tinha restos do líquido que a vagina dela tinha soltado, mas isso não importou nem um pouco quando nossos lábios se encontraram.
Voltamos a nos abraçar e nos beijar. Carmina estava radiante, o rosto dela refletia um estado de prazer que denunciava uma felicidade tremenda.
— Nunca me senti assim como agora — dizia com aquela voz embargada. Ramiro…, me faz totalmente seu…, por favor.
Voltei a beijá-la e meu pau completamente ereto, como se estivesse esperando essas palavras, se pôs em ação, indo em direção à gruta úmida que momentos antes minha boca havia abandonado. Foi uma entrada suave. Dava pra notar que fazia tempo que ninguém explorava aquela caverna.
O fluxo que umedecia a buceta dela ajudou meu membro a entrar aos poucos até o fundo. Comecei com movimentos curtos pra frente e pra trás até ganhar mais velocidade. Sentia as unhas de Carmina cravando nas minhas costas, enquanto a boca dela soltava uns gemidos impressionantes, acompanhados pelos meus. As coxas de Carmina me prendiam como se quisessem me impedir de sair da buceta dela. A excitação era tão grande que eu pressentia a próxima gozada, e foi quando eu disse:
— Carmina, tô quase gozando, deixa eu sair.
— Se você não se importa…, eu queria que você me invadisse com seu semen…, quero sentir o calor do seu esperma no fundo da minha buceta. — foi o que ela respondeu com a voz sussurrando.
Não precisei ouvir mais nada. Sentia que chegava o ápice da nossa transa e, ao grito de prazer de Carmela, juntou-se o meu. Nossos orgasmos vieram quase ao mesmo tempo. Enquanto a buceta dela soltava uma quantidade enorme de fluxo, meu pau a enchia de porra, que se depositava com força no fundo da vagina dela.
Não encontrava palavras pra definir aquele momento, "sensacional" era pouco. Nunca tinha me sentido tão solto fazendo amor e agindo com tanta espontaneidade. Eu tinha me entregado por completo e Carmela devia estar sentindo o mesmo. Nossos peitos subiam e desciam com uma respiração intensa, e nossos corpos estavam completamente suados.
Deitamos um ao lado do outro na cama e nos demos as mãos. Carmela foi a primeira a quebrar o silêncio.
— Ramiro, você me fez sentir o maior prazer da minha vida inteira. Nunca Eu podia imaginar que ia chegar a ter essa sensação, e ainda mais com meu próprio filho.
— Você se arrepende? — perguntei, caso ela lamentasse o que tínhamos feito.
— Eu deveria, mas me sinto tão feliz que a única coisa que me preocupa é se você sente o mesmo.
— Você quer dizer se eu me arrependo.
— Não, não, quero dizer se você se sente tão feliz quanto eu… ou será que você se arrepende de verdade?
Me virei, peguei o rosto dela com as duas mãos e dei um beijo, pra depois dizer:
— Se você me aceitar como seu homem, vai me fazer o mais feliz dos mortais. Da minha parte, quero que a gente repita isso todas as vezes que a gente quiser e monte nossa vida do jeito que nos satisfizer, sem nenhum preconceito.
— Como é que eu não vou te aceitar, se você é tudo pra mim? A única coisa é que eu ainda me sinto atordoada. Isso é maravilhoso, é como um sonho e eu não queria acordar, mas aqui estou com você. Você é meu amor, meu tesouro, você é meu tudo e quero te fazer muito feliz.
Carmela, assim como eu tinha feito antes, pegou meu rosto com as duas mãos e me encheu de beijos. Não parou por aí. Ela subiu em cima de mim e continuou me beijando pelo corpo todo. O trajeto dela chegou no meu pau, que já começava a ficar duro, e sem nenhum pudor, se ajudando com uma mão, pegou ele com suavidade e foi introduzindo na boca, chupando como se fosse um picolé. Quando viu que ele estava no auge, tirou a boca do pau, mesmo eu tendo dito:
— Continua…, minha vida…, continua.
Ela não me deu ouvidos. Ficou de joelhos, envolvendo meu corpo com as coxas dela e, pegando o pau com a mão, guiou até a entrada da buceta dela. Com um movimento suave do corpo, fez ele penetrar lá dentro até nossas pelves se chocarem.
— Me perdoa, meu tesouro… mas hoje eu quero que você descarregue seu semen nas minhas entranhas, quero ter tudo de você dentro de mim — disse pra justificar ter tirado meu pau da boca dela.
Não falei nada. Tava entrando numa excitação tão grande que eu não conseguia me segurar. Meu as mãos se agarravam aos seus peitos como se fossem uma boia salva-vidas e Carmina continuava com seus movimentos para cima e para baixo sem freio. Minhas nádegas acompanhavam seus movimentos até chegar o momento culminante. Um grito acompanhou a tremenda ejaculação que despejei dentro da sua buceta.
Assim como aconteceu na vez anterior, como se estivéssemos de acordo, o grito de Carmina acompanhou o meu. Nossos orgasmos tremendo tinham coincidido. Se meu esperma banhava suas entranhas, seu fluxo escorria pelo meu pau para se perder entre os pelos pubianos.
Como se desfalecesse, Carmina caiu em cima de mim. Seus peitos afundaram nos meus e, apesar de estar ofegante, sua boca procurou avidamente a minha. Seus lábios apertavam com intensidade os meus até que sua língua foi suavemente se introduzindo na minha boca, dando voltas e se enlaçando com a minha. Enquanto isso, minhas mãos aproveitavam para acariciar seu cabelo, seu pescoço, suas costas até chegar às suas nádegas macias e lisas para me agarrar nelas.
Algum momento de respiração a gente pegava para voltar a se entregar a um autêntico gozo e prazer. Não aguentávamos mais e, exaustos, ficamos estirados em cima da cama.
-Vou explodir de felicidade…, bendita a hora em que você reparou em mim…, você é minha vida, meu amor, meu céu… Me repete de novo que você me quer.
-Se eu te quero? – respondi-. Você é o amor da minha vida e nunca senti com ninguém o que estou sentindo com você.
-Obrigada, meu amor… Uma coisa queria te dizer: te incomodou antes eu ter tirado minha boca do seu pau?
-Não, mas achei que você ia me deixar gozar na sua boca.
-Não se preocupa, tesouro, vou ter de novo na minha boca o seu pau e você poderá gozar nela quanto quiser, assim vou poder saborear seu semen. Se você não sabe, nunca tive na minha boca o membro de um homem, tinha certa repulsa, mas com você perdi todos os escrúpulos e se não deixei você gozar na minha boca, é porque desejava que seu pau penetrasse de novo na minha buceta e seu esperma impregnando o que há de mais íntimo em mim.
- Se isso fizer com que algo meu se crie no seu corpo, eu vou me sentir satisfeito.
- Você realmente gostaria que eu ficasse grávida?
- Naturalmente. Seria o fruto da nossa união.
- Eu tinha pensado em tomar a pílula do dia seguinte no hospital, mas se você quer que eu carregue nosso próprio filho, isso me faz sentir a mulher mais feliz do mundo.
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