AVISO LEGAL E DE CONTEÚDO:
O texto a seguir é uma obra de ficção erótica para adultos.
Contém temas de dominação, submissão e fantasia Gender Bender.
Todos os personagens são fictícios e as situações narradas fazem parte de um jogo de papéis literário.
Recomenda-se discrição.
Camilo era o típico "esquisitão" da faculdade.
Sempre com seus livros, escondido nos cantos, tentando ser invisível para evitar minha atenção.
Tinha 1,75m, era magro, de ombros caídos e pele pálida.
Um desperdício de espaço que eu me divertia em pisar.
Mas agora, como Camila, é totalmente diferente.
Seus quadris alargaram de forma obscena e brotaram uns peitos firmes, grandes, com bicos sensíveis que imploram para serem mordidos.
Sua pele agora é de seda e sua voz, antes cortada pelo medo, agora é um gemido agudo de mulher.
Mas o que mais mudou e se destaca em Camila é a mentalidade.
Passou daquela mentalidade de "esquisitão" para uma putinha que precisa de um dono para ser dominada.
Tudo começou numa sexta-feira depois da aula, com a sala vazia.
Camilo tinha me chamado pra "negociar".
— O que você quer, Camilo? — perguntei com arrogância.
— Já tô cansado... Alejandro... tô cansado das suas piadas e de você sempre me encher o saco. — ele disse com a voz tremendo.
— Sério, Camilo? — falei.
— E o que você vai fazer? Chorar? — perguntei.
— Quero fazer um trato... Qualquer coisa pra você me deixar em paz. — ele disse, seguro.
— Qualquer coisa... é? — falei.
Enquanto pensava no que podia pedir, me veio uma ideia que sabia que ia agradar nós dois, hahaha.
— Ok, aceito... Vem no meu apartamento às 22:00. — ordenei.
— Pra quê? — ele perguntou, assustado.
— Não faz pergunta... Vem ou se prepara pra esse ano ser um inferno. — falei enquanto saía da sala pra ir pro meu apê.
Enquanto me afastava, olhei de canto pro Camilo, pensando por que diabos chamei ele pro meu apê e de noite. Notei ele assustado e preocupado.
Mas antes, tinha que fazer uns "preparativos" pra noite.
Naquela mesma noite, a campainha tocou na hora certa.
Abri a porta e lá estava Camilo, tremendo.
— Sabia que você viria. — falei com um sorriso arrogante.
— Entra, Camilo. — falei.
— Ok, já tô aqui... O que você quer pra me deixar em paz? — ele disse, assustado.
— Calma, Camilo. O que eu tenho em mente vai ser muito divertido... Nós dois vamos curtir... Vai mudar sua vida, mais a sua, hahaha. — falei arrogante, rindo sabendo o que vinha.
— Só quero que você faça duas coisas. — falei.
— Pega. — falei enquanto passava uma sacola pra ele.
— O que é isso, Alejandro? Por que é uma sacola de sexshop? — ele perguntou, assustado e meio curioso.
— Não é óbvio? É seu passe pra liberdade. — falei.
— Primeiro, quero que você vista o que tem dentro da sacola. — ordenei.
— Você é louco? Não vou vestir isso. — ele disse enquanto olhava o que tinha dentro.
— Olha, Camilo, você tem duas opções... Veste o que tem dentro da sacola ou vai embora e eu te fodo a vida. Eu falei pra ele.
— É... é uma humilhação. Ele disse.
— Parece que temos um trato... não, Camilo. Perguntei.
— Sim, temos um trato. Ele disse.
— Posso ir no seu banheiro... Por favor. Ele disse, tímido.
— Pode. Falei, arrogante.
Ele engoliu seco, pegou a bolsa e se trancou no banheiro.
Enquanto Camilo foi ao banheiro, eu não conseguia acreditar na minha sorte. No começo do dia, eu tinha um "esquisitinho" que sempre perturbava, e agora ia ter algo ainda melhor do que só encher o saco dele todo dia.
Também lembrei do que veio na minha cabeça quando ouvi:
"O que você quiser do Camilo."
O que me veio naquele exato momento foi transformar o Camilo no seu verdadeiro ser.
O que ninguém sabe sobre mim é que eu tenho 3 "Dons" ou "Poderes".
Meus "Dons" ou "Poderes" são:
1) Visão de Essência: Tenho a habilidade de ver o "verdadeiro ser" de qualquer pessoa.
2) Transmutação: Tenho a habilidade de transformar qualquer pessoa no seu "verdadeiro ser".
3) Confidencial: Essa terceira habilidade é um segredo por enquanto.
Deixem nos comentários o que vocês acham que é esse terceiro poder.
Só vou adiantar que vai ser uma habilidade muito útil e interessante para minhas próximas histórias.
Mas como todos os "Dons" ou "Poderes" têm seus requisitos, prós e contras — senão seria fácil demais, não acham? Kkkk.
Nessa história, vamos explorar uma das formas de usar a Transmutação.
Tem muitos jeitos de usar a Transmutação, mas nessa história vou usar "Impregnação de Objeto".
Impregnação de Objeto me permite usar a Transmutação do seguinte jeito:
Passar meu "Dom" ou "Poder" para um objeto, nesse caso, para uma fantasia de colegial que eu já tinha preparado.
Mas a Transmutação tem seus prós e contras.
Contras: O efeito da Transmutação só dura 24 horas.
Prós: O efeito da Transmutação é PERMANENTE só se, e somente se, pelo menos uma gota do meu SEMEN terminar dentro da pessoa.
Isso quer dizer que se tiver creampie, a mudança é PERMANENTE.
Na verdade, tem mais alguns prós e contras e jeitos de usar. Transmutação. Mas não são relevantes por enquanto.
Passaram uns 15 minutos.
A porta do banheiro abriu e meu "Dom" ou "Poder" fez o resto.
Camilo desapareceu e agora apareceu Camila.
Não consegui evitar dar um sorriso.
— O que aconteceu... Alejandro, o que você me fez? — ela perguntou.
— O que eu fiz... nada, a única coisa que fiz foi libertar sua verdadeira natureza — falei, enquanto a olhava de cima a baixo.
Não dava pra acreditar no que a Transmutação tinha transformado ela.
Quase sempre a Visão da Essência me deixa ver como é o "verdadeiro ser" dela.
Sabia que dentro do Camilo se escondia uma mulher. Mas não pensei que seria a mulher que estava na minha frente.
Mais ou menos com a Visão da Essência fui comprar o "novo uniforme" dela. Mas dessa vez errei nas medidas e no corpo novo.
O uniforme ficou ridiculamente gostoso: a saia mal tapava a bunda dela e a blusa estava prestes a explodir com os novos peitos.
O uniforme era tão apertado que destacava cada uma das novas curvas dela.
A minissaia mal cobria a bunda nova, e a blusa estava prestes a explodir com os peitos novos.
Eram tão grandes que, se ela tivesse colocado o sutiã que deixei dentro da bolsa, a blusa não teria fechado.
A única coisa que salvou aquela pobre blusa foi que os peitões enormes estavam escapando por baixo.
Isso me fez pensar se debaixo da saia ela tinha colocado a tanga que deixei ou não, mas em pouco tempo eu ia saber a resposta kkkk.
— Olha só você, Camilo, ou melhor, Camila — falei rindo enquanto me aproximava dela.
— Não... não pode ser! Eu tenho peitos, minha bunda cresceu e meu pau... meu pau virou uma buceta — ela disse.
Enquanto Camila se tocava nas novas curvas, nos peitos e na bunda, vi os olhos dela começarem a mudar e brilhar. A "puta interior" dela estava começando a despertar.
— A... Ale — ela disse, excitada.
— Me chama de dono — ordenei, me aproximando do rosto novo dela.
— Dono — ela sussurrou.
Segurei a cintura fina e delicada dela. Ela soltou um gemido muito gostoso e sensual assim que toquei nela. Qual é a segunda coisa... que você queria pra me deixar em paz. Pergunto excitada e com a voz trêmula.
— A única coisa que eu quero é que você seja seu verdadeiro eu... quero que você seja minha putinha. Ordenei, me aproximando dela.
Pra minha surpresa, ela me pegou pelo pescoço e me beijou com uma paixão e desespero que quase me assustou. A língua dela procurava a minha com desespero.
— Amo... é tão gostoso... tão bom... tão natural. Ela disse com a voz trêmula.
— Vamos pro quarto. Ordenei.
Subindo as escadas, fiquei atrás.
Camila subia rebolando de um jeito exagerado e sensual, sabendo que eu tava olhando ela de baixo.
Um sorriso escapou quando vi que ela não tinha colocado a calcinha fio dental que deixei na bolsa.
Entramos no meu quarto.
Sentei na beira da cama.
— Vem cá, Camila. De joelhos, agora. Ordenei.
Ela obedeceu na hora.
Os joelhos dela tocaram o chão e as mãos, pequenas e finas, tremiam sobre as coxas.
Ela parecia ridícula e excitante com aquela blusa que deixava metade da teta de fora.
— Sabe o que vai rolar agora, né? Perguntei, puxando ela pelo cabelo pra me olhar nos olhos.
— Você vai chupar minha pica até esquecer que um dia foi homem. Falei.
— Amo... por favor... é demais... não sei se consigo. Ela balbuciou, com os olhos vidrados.
— Não sei se consigo? Escuta bem, sua puta, você aceitou o trato. Agora abre essa boca e me mostra que essa língua serve pra algo mais do que pedir piedade. Ordenei.
Camila engoliu seco.
Aproximou o rosto da minha virilha e, com uma timidez que deixou minha pica dura feito pedra, começou a desabotoar minha calça.
Quando minha pica saltou na cara dela, ela soltou um gemido de surpresa pura.
— É... é gigante, Amo... Sussurrou Camila.
— Acho que não vai caber... Ela disse, olhando pra minha pica com adoração.
— Vai caber inteira porque eu tô mandando. Começa. Ordenei.
No começo, ela foi tímida, só roçando a ponta com os lábios, tremendo.
De repente, as mãos dela agarraram a base da minha pica com firmeza e ela começou a chupar com uma fome que me fez pirar a cabeça.
Deixou de ser o "Excluído" pra ser o que realmente é: uma "puta submissa adoradora de pica".
— Isso, puta! Engole ela toda! Falei, colocando a mão na nuca dela, passando os dedos pelo cabelo e empurrando a cabeça dela com força ritmada.
— MMMGH... GLUP! Ela engasgava, mas não se afastava.
Os sons de sucção dela enchiam o quarto enquanto ela me olhava pra cima com olhos suplicantes e safados.
— Amo... sua pica... é tão gostosa... Ela disse, com um fio de baba escorrendo.
— Sabe o que eu quero agora, Camila... Quero arrebentar uma puta de verdade. Minha pica já tá bem lubrificada com sua baba, e acho que sua buceta nova e virgem tá pedindo por um homem de verdade. Falei com arrogância.
Me levantei, ainda com ela ajoelhada.
Camila me olhou de baixo com terror puro.
— Não, Amo! Por favor! — disse ela, se desesperando, tentando voltar a me chupar pra me distrair.
— Deixa eu continuar com a boca! Não enfia em mim... você vai me partir ao meio... Olha o tamanho disso e eu sou nova nisso! — falou ela suplicando.
— Chega de implorar! — falei enquanto agarrei ela pelos ombros e forcei ela a se levantar.
— Levanta, puta. — ordenei.
Coloquei ela na beira da cama, de costas, e eu me sentei de novo.
— Vai, Camila. Você mesma vai sentar. Pega na minha pica e guia ela pra dentro da sua buceta. — ordenei.
— Não consigo! Tô com medo... Amo, por favor... — ela choramingava.
— Faz agora ou amanhã você é a piada da universidade inteira! — gritei.
— Senta na minha pica agora mesmo! — ordenei.
Camila, tremendo e soluçando, levantou um pouco a saia e guiou a ponta da minha pica até a entrada rosada dela.
Ela desceu milímetro por milímetro, soltando um grito agudo seguido de um gemido suave, misturando dor e prazer.
— AIHHH! DÓI! TÁ MUITO DENTRO! — gritava ela, apoiando uma mão no criado-mudo pra não cair, enquanto com a outra abria uma nádega pra eu entrar melhor.
— Que apertada você tá, puta! — falei enquanto ria, agarrando ela pela cintura fina pra ajudar a subir e descer.
— Olha só, você mesma tá enfiando. É uma ninfomaníaca, Camila. Adora que o cara que te batia agora tá enchendo seu útero. — falei com arrogância.
— S-sim, Amo! Dói mas é incrível! — disse ela.
Enquanto ela começou a subir e descer com mais ritmo, se empurrando contra mim.
— Me arrebenta! Faz eu esquecer quem eu era! Não sou mais o Camilo, sou sua puta! — disse ela entre gemidos e gritos. Grita mais alto! Você é a putinha do Bully!. Falei com arrogância.
Dei um tapa nela que ecoou por todo o quarto enquanto ela pulava no meu pau, entregue completamente à sua nova natureza.
Adorava ver a cara de putinha dela enquanto ela se mexia pra enfiar cada centímetro da minha pica dentro dela.
Mas era hora de mostrar quem mandava aqui e que o corpo novo dela não era pra brincadeira, mas pra ser usado.
Dei uma estocada pra cima, ainda sentado na cama, tão funda que senti bater no útero novo dela.
Camila soltou um grito agudo que virou um gemido abafado enquanto os olhos dela reviravam por um segundo.
— S-Senhor! Isso foi... alto demais! — gritou Camila, perdendo o equilíbrio.
Sem dar tempo pra ela respirar, segurei firme na cintura dela e empurrei pra frente. Joguei ela de peito contra minha escrivaninha de madeira, sem tirar minha pica de dentro dela nem um centímetro. O barulho seco do corpo dela batendo no móvel se misturou com o som molhado da nossa junção.
— AIH!! Senhor, devagar! Vou me machucar! — gritou Camila, enquanto as mãos dela procuravam desesperadamente onde se segurar na madeira fria.
— Devagar? Se você vestiu essa fantasia, é pra eu te usar como a putinha que você é, Camila. Puta não pede leveza, pede pra ser preenchida. — falei com frieza enquanto apertava meus dedos no quadril dela.
O atrito era perfeito.
Camila, em vez de agarrar a borda da escrivaninha, se virou e segurou meus pulsos, apertando com força como se tentasse frear o impacto, mas os gemidos dela diziam outra coisa.
— Não... por favor... é grande demais!! Senhor, para... ahhh... mmmgh! — falou com dificuldade, enquanto a cabeça dela balançava pra trás.
— Dói ser usada na mesma escrivaninha onde ontem você fazia suas tarefas de nerd? — perguntei com arrogância enquanto aumentava o ritmo.
— Dói... dói muito... mas não para! — implorou ela, se traindo.
— Olha como suas pernas tremem. Você não é mais o magrelo que se escondia nos cantos. Agora é uma menininha de uniforme rasgado. — falei enquanto dava uma batida seca com meu quadril.
— S-Sim! Sou sua menininha! Sou sua Brinquedo! — gritava Camila, enquanto a escrivaninha rangia sob o peso dela.
— Grita mais alto, puta! Quem diria que o esquisitão que lia livros no canto ia acabar assim, gemendo igual uma puta enquanto a sua Bully te usa como a vadia que você é? — falei enquanto ria, adorando ver como os peitos novos dela se espremiam contra a madeira.
— Ahhh! Amo, adoro quando você me humilha assim! — balbuciou ela, perdendo a sanidade.
— Se eu soubesse que você tinha essa buceta tão apertada e safada, teria te dominado no primeiro dia de aula. Olha como você aperta! Você é uma puta nata! — falei com superioridade.
— Não sou uma rabuda... ahhh... sim, sou! Sou sua putinha! — ela se corrigiu sozinha entre espasmos.
— Você é um desperdício de homem, mas é uma puta de primeira. Gosta de me sentir aí dentro, Camila? — perguntei no ouvido dela.
— Adoro! Me preenche toda! — respondeu ela, arqueando as costas pra eu entrar ainda mais fundo.
— Fala: Amo, obrigada por me fazer sua puta. — ordenei enquanto segurava o cabelo dela.
— Amo... obrigada... obrigada por me fazer sua puta... Ahhh! — repetiu ela, completamente quebrada.
— Amanhã, quando você for pra aula e me ver, vai lembrar desse momento. Vai sentir a dor na sua buceta e saber que você me pertence. — falei com autoridade.
— S-sim, Amo! Sempre serei sua! — gritava ela, enquanto as unhas arranhavam o verniz da escrivaninha.
— Olha como você escorre. Tá encharcando minhas anotações com seus sucos de puta. — falei rindo da degradação dela.
— Desculpa, Amo! Não consigo evitar! Você me deixa assim! — se desculpou Camila entre gemidos de prazer.
— Não pede desculpa, continua apertando. Quero sentir como seu corpo de mulher se rende ao meu. — ordenei, dando uma estocada que fez ela gritar o nome do dono mais uma vez.
Num movimento só, levantei ela no ar e sentei direto em cima da mesa, dei um beijo nela e empurrei ela de costas.
Camila ficou exposta, com a saia enrolada na cintura e ofegando como se faltasse ar.
Levantei a blusa dela pra soltar aqueles peitos que já tavam pedindo hacía um tempão pra ficar livres.
Os peitos novos dela apareceram na hora, enormes, brancos e com os bicos durinhos como pedra.
Camila soltou uma risadinha nervosa, quase histérica, enquanto se cobria um pouco com as mãos, mas eu baixei os braços dela de uma vez.
— Amo... espera... me deixa descansar! — implorou ela, com a cara vermelha de tesão.
— Putas não descansam, obedecem. — falei enquanto agarrava ela e puxava pra perto de mim.
— Se olha! Se te vissem agora! — falei dando gargalhada enquanto levantava uma das pernas brancas dela no meu ombro, abrindo ela toda.
— Olha como sua buceta nova tá pulsando. Tá pedindo aos berros pra eu encher de novo. — falei enquanto aproximava meu pau de novo da buceta dela.
— S-sim! Eu preciso! Amo, por favor, mete logo! — ela dizia, já totalmente fora de si, com os olhos virados enquanto se acariciava os próprios peitos pra me provocar.
— Olha como você adora ser minha putinha, Camilita. — falei.
O "excluído" acabou sendo a puta mais dada e fácil de toda a faculdade, pensei.
— AHHHH!!! SIM! ME USA! SOU SUA! — ela gritava.
— Diz de quem você é a putinha. — ordenei.
— Eu sou... a putinha do Alejandro! Sou a colegial do meu Bully! Sou a colegial do meu Amo! Ahhh... mais forte! Me bate mais forte! — ela dizia entre gritos e gemidos.
Agarrei ela pela cintura.
A mesa rangia a cada estocada e o eco dos gemidos dela ecoava pelo apartamento inteiro.
Ela tava totalmente entregue, curtindo a humilhação de ter perdido a masculinidade dela na frente do cara que mais odiava.
A intensidade na mesa do escritório tinha sido demais pro corpo novo dela.
Camila ofegava, com o olhar perdido e o corpo tremendo.
Decidi que já era hora de tirar o pouco que restava de "estudante" nela.
Peguei pelas abas da blusa branca e, com um puxão seco e violento, fiz os botões voarem.
O tecido rasgou, deixando os peitos novos dela totalmente no ar, balançando pesado.
— Ahhh! Amo, minha blusa! — gritou Camila, tentando se cobrir inutilmente com as mãozinhas.
— Por favor... Amo... me deixa descansar um pouco... Minha buceta tá doendo muito, não tá acostumada com o senhor... — implorou ela.
— Sua buceta tá dolorida porque é virgem, mas você ainda tem outro buraco que tá intacto. — falei com arrogância.
— Não! O cu não! Eu imploro, Amo! — balbuciou desesperada.
— Pode continuar me comendo pela buceta se quiser, aguento a dor... mas por trás não... vai me destruir. — suplicava.
— Foda-se escolher, putinha. Ou a gente continua na sua buceta até você não conseguir andar, ou você me entrega seu cu agora mesmo. — propus com um sorriso arrogante.
Camila engoliu seco.
Olhou pro meu pau, que ainda pingava a própria baba e os sucos da buceta dela, brilhando sob a luz do quarto.
— Se... se eu escolher o cu... o senhor vai deixar minha buceta descansar? — perguntou com a voz trêmula.
— Só se você entregar com vontade. Começa lubrificando meu pau. — falei com frieza enquanto puxava ela pra baixo da mesa de uma vez.
Ela caiu de joelhos, exausta.
Ela não hesitou.
Se aproximou de joelhos e envolveu meu pau com a boca.
Peguei ela pelo cabelo e ela começou a chupar, enfiando meu pau até o fundo da garganta dela.
— Até o fundo. — falei empurrando a cabeça dela, fazendo ela engolir fundo.
— GLUP... MMMGH! — ela gemia, enquanto os peitos balançavam a cada estocada da minha cintura contra a cara dela.
— Isso! Lubrifica bem, que essa saliva vai me ajudar a arrombar você. — falei enquanto via as lágrimas escaparem de prazer e humilhação.
Camila me Segurava firme nas coxas dela, entregue ao vício.
A baba escorria pelos cantos da boca dela, deixando minha pica encharcada e pronta pro próximo alvo.
Tirei meu pau da boca dela com um som molhado e nojento.
Camila ficou de joelhos, com o olhar perdido e um fio de baba escorrendo do lábio inferior.
Ela parecia patética, com os peitos novos subindo e descendo por causa da agitação.
— Acho que já está lubrificada o suficiente com sua saliva de putinha. — Falei, olhando pra ela de cima com desprezo.
— Amo... por favor... tenha piedade... meu corpo tá muito estranho. — Disse Camila com a voz trêmula, tentando recuperar o fôlego.
— Piedade é pra fracos, e agora você é só um buraco pro meu prazer. Fica de quatro na cama. Agora. — Ordenei com frieza.
Camila obedeceu, engatinhando com dificuldade até o centro do colchão.
Ela ficou de quatro, afundando as mãos nos lençóis enquanto levantava aquela bunda redonda e rosada pra mim.
Me posicionei atrás dela e encostei a ponta do meu pau, encharcado na própria baba dela, na entrada do cu dela.
— Não! Amo, me arrependi! Volta a me comer pela buceta ou usa minha boca! Te imploro! — Gritou ela suplicando.
A agarrei pela minissaia e puxei pra trás, cravando meus dedos nela.
— Fica quieta! — Gritei pra ela.
— Você vai me rasgar! — Ela choramingou.
Devagar, comecei a empurrar meu pau pra dentro do cu dela.
Entrei com uma estocada só, seca e profunda.
— AIHHHHHHHHHHHH!!! TÁ DOENDO! TIRA, AMO! — O grito de Camila rasgou o silêncio do quarto.
Ela colocou a mão pra me parar, mas isso só fez eu querer empurrar cada centímetro cada vez mais pra dentro.
— Como você é apertada, pedaço de puta! — Falei, curtindo como o cu virgem dela tentava me expulsar.
— POR FAVOR! TIRA! SINTO QUE TÔ PARTINDO NO MEIO! — Gritava ela, enquanto as unhas arranhavam os lençóis desesperadamente.
— Se acostuma, porque daqui eu não saio até deixar esse cu bem aberto! — Respondi, começando a dar estocadas curtas, mas brutais.
— A-Ahhh... Amo... dói muito... mmmgh! — Ela gemia entre soluços, enquanto os As nádegas tremiam debaixo das minhas mãos.
— Tá doendo, Camilita? Ou cê gosta que seu Bully esteja tirando o que sobrou de homem em você? — perguntei com arrogância.
— D-dói... mas... ahhh... é tão bom...! — ela disse, começando a ceder ao prazer sujo que a invasão causava.
— Olha como sua bunda se abre pra me receber! Você é uma puta ninfomaníaca anal. — falei enquanto dava um tapa que deixou minha mão marcada na pele branca dela.
— S-sim! Sou sua puta anal! Arrebenta meu cu, Amo! — ela gritou finalmente, rendendo o último resquício de dignidade.
— Isso! Grita mais alto pra todo mundo saber que você não é nada sem minha pica dentro! — ordenei, aumentando a velocidade das estocadas.
Camila já não resistia mais.
O corpo dela de mulher foi feito pra isso, e a mente de submissa finalmente tinha aceitado.
Cada batida do meu quadril contra a bunda dela fazia os peitos balançarem selvagemente, lembrando a cada segundo que agora ela era uma mulher propriedade do pior pesadelo dela.
A cama não parava de chiar sob o impacto das minhas estocadas.
Camila estava de quatro, afundando o rosto nos travesseiros enquanto minha pica abria caminho pelo cu estreito e agora ultra-sensível dela.
Cada vez que meu quadril batia na bunda dela, os peitos novos balançavam pra frente e pra trás num ritmo hipnótico.
— Olha como esses peitos pulam, Camila! Parece que têm vida própria! — falei enquanto dava um tapa na bunda dela que a fez arquear.
— AIH! Amo... por favor... eles se mexem sozinhos... é tão pesado! — ela gritou com a voz entrecortada.
— É o peso da sua nova realidade, putinha. Gosta de sentir como eles balançam enquanto eu te arrebento por trás? — perguntei com arrogância.
— S-sim! Adoro... é tão excitante... me faz sentir tão puta! — ela confessou entre gemidos.
— Grita mais alto. Quero que todo mundo ouça que o excluído agora adora que o Bully bata nos peitos dele com força. — ordenei, aumentando a velocidade.
— EU SOU UMA PUTA! OLHA COMO MEUS PEITOS BALANÇAM PRO MEU AMO! — ela gritou, perdendo o controle.
— Isso aí! Você é uma ninfomaníaca. Não consegue parar de gemer toda vez que enfio a pica, né? — falei enquanto apertava a cintura dela com força.
— Não consigo... é gostoso demais... sinto que meu cu nasceu pra ser destruído pelo senhor! — ela disse com os olhos revirados.
— Você nasceu pra isso, Camila. Camilo era só uma máscara chata. Essa puta que quica na minha cama é a verdadeira. — falei com desprezo e desejo.
— S-sim... Amo... me arrebenta mais... quero que meus peitos não parem de pular pro senhor! — ela implorou.
— Então aguenta o ritmo, porque agora vou fundo! — gritei, dando uma estocada que a fez colapsar contra o colchão.
— AAAAHHHH! ME ENCHE TODA! MAIS... ME DÁ MAIS, AMO! — ela gemia enquanto os peitos continuavam sacudindo violentamente.
Camila caiu de boca no colchão, sem forças pra se segurar de quatro, mas com a bunda ainda empinada, me convidando a continuar.
As mãos dela se agarravam nos lençóis com tanta força que os nós dos dedos ficavam brancos.
— Já não aguenta mais nem se segurar, né, Camila? — perguntei enquanto não parava de me mexer dentro dela.
— Não... minhas pernas... parecem gelatina... Amo, é forte demais... — respondeu ela, gaguejando.
— Olha só como você tá. Babando o lençol, com a bunda vermelha e aberta, pedindo mais castigo. — falei com frieza.
— É que... é tão gostoso quando você me penetra assim... sinto que você lê minha alma com essa pica... — disse ela com um sorriso perdido.
— Sua alma agora é minha. Cada vez que enfio a pica no seu cu, apago uma lembrança da sua vida passada. — falei enquanto acariciava as costas dela com desprezo.
— S-sim! Apaga tudo! Não quero lembrar do Camilo... só quero ser seu brinquedo! — gritou ela, entregue.
— Você é uma puta barata, Camila. Olha como aperta meu pau toda vez que falo sacanagem. — falei rindo.
— É que me deixa tão puta ser humilhada! Fala mais... fala o que eu sou! — implorou ela, rebolando a bunda pra trás pra me encontrar.
— Você é o depósito do meu prazer. É a colegial que vai pra aula com o cu arrombado pelo seu Bully. — lembrei com maldade.
— Sim... vou pra aula e todo mundo vai ver minha cara de puta e saber que você me usou! — disse ela, excitada com a ideia.
— Exato! E agora você vai sentir como vou lacrar esse buraquinho pra sempre. — falei, dando uma estocada final que fez ela tremer inteira.
Sem tirar meu pau do cu apertado dela, agarrei ela pelas axilas e virei.
Sentei na cama e coloquei ela por cima de mim, de costas.
As pernas dela ficaram bem abertas, deixando a buceta nova dela exposta enquanto meu pau continuava enterrado no cu dela.
— Olha que pose chique, Camila. Seus dois buracos expostos pra mim. — falei enquanto segurava as coxas dela.
— Ahhh! Amo... assim entra mais fundo! Sinto que tá tocando meu estômago! — gritou ela, jogando a cabeça pra trás.
— Quero que você sinta cada centímetro. Olha como sua buceta pulsa de inveja porque eu tô comendo seu cu. — falei com arrogância.
— É verdade... minha buceta também quer... mas o cu é tão proibido! — disse ela, se deixando cair contra meu corpo.
— É proibido porque é meu. Eu decido por onde te arrebento. — lembrei enquanto abria mais as pernas dela.
— S-sim, Amo! O senhor é o dono dos meus buracos! — gritou ela enquanto começava a pular em cima de mim.
— Isso aí! Monta no meu pau como a putinha que você é. Me mostra como uma colegial se mexe quando tá bem empalada. — ordenei com um sorriso.
— Olha, Amo! Olha como eu enfio tudo! Sou sua putinha favorita! — dizia ela, gemendo a cada descida.
— Você é uma expert, Camila. Quem diria que o esquisito dos livros tinha esse talento pra montar em paus. — falei zoando o passado dela.
— Camilo não sabia de nada! Camila nasceu pra isso! Ahhh... tá doendo... mas continua! — gritou ela, perdendo a noção da realidade.
— Então não para! Me prova que aguenta todo o meu peso! — falei enquanto segurava ela firme pela cintura pra não escapar.
Tirei ela de cima de mim e levei até os pés da cama, na frente do espelho de corpo inteiro.
Coloquei ela de quatro de novo, mas obrigando ela a olhar o próprio reflexo.
— Se olha, Camila. Não fecha os olhos. Olha no que você se transformou. Ordenei segurando ela pelo pescoço pra levantar o olhar dela.
— Não... não quero me ver... tô com vergonha! Ela disse, tentando esconder o rosto.
— Se olha, falei! Olha essa cara de puta, os lábios inchados, a maquiagem borrada e esse uniforme todo destruído. Gritei, forçando ela a encarar o espelho.
— Ahhh... eu... eu sou uma vadia...! Ela admitiu ao ver a própria bunda engolindo meu pau no reflexo.
— Você é a vadia da faculdade. Olha como você adora ver eu arrombando seu cu. Olha como seus olhos mudam quando você vê meu pau entrando e saindo de você. Falei com arrogância.
— S-sim... me vejo tão puta... e me excita tanto me ver assim! Ela confessou, acariciando o espelho com uma mão.
— Você é doente, Camila. Você curte sua própria humilhação. Olha como seu Bully te domina. Falei enquanto dava um tapa na bunda dela que nós dois vimos no espelho.
— Sou o brinquedo dele! Olhem todos como o Alejandro arromba meu cu! Ela gritou, como se falasse pra uma plateia imaginária no reflexo.
— Isso aí! Você não tem mais dignidade. É só uma imagem de prazer pra mim. Falei enquanto aumentava a força, vendo a cara de luxúria pura dela no vidro.
Arranquei o que restava da minissaia, deixando ela completamente nua e vulnerável em cima da cama.
Sussurrei no ouvido dela meu segredo:
A mudança seria permanente se eu gozasse dentro.
— Quer ser minha putinha pra sempre, Camila? Quer que o Camilo desapareça de vez hoje mesmo? — perguntei com uma voz carregada de intenção.
— S-sim! Não quero mais ser aquele garoto triste! Quero ser sua Camila pra sempre! — ela implorou, abrindo as pernas de livre e espontânea vontade.
— Então se prepara, porque vou te encher tanto que você não vai conseguir nem fechar as pernas. — falei, entrando de novo na buceta dela, dessa vez com toda a fúria acumulada.
— SIM! ME ENCHE! ME MARCA PRA SEMPRE! — ela gritava enquanto a gente se movia num frenesi selvagem.
— SIM! SIM! AMOR, TO GOZANDO! ME ENCHE! — ela gritava enquanto o corpo dela se arqueava e os peitos batiam no colchão.
— Toma seu presente, putinha! — gritei enquanto chegava no clímax.
Despejei jatos de porra quente no fundo do útero novo dela.
Ela gritava e gemia, sentindo o líquido selar o destino dela.
Quando tirei meu pau, um rio branco começou a escorrer de dentro dela.
— Porra, quanto que eu tava acumulado! — falei enquanto abria um pouco as nádegas dela e via minha porra misturada com os fluidos dela continuar saindo.
— É... é muito... parece tão quente... — ela disse, completamente perdida, com o olhar vazio de prazer.
Dei um último tapa violento na bunda dela que ecoou no quarto.
— Bem-vinda à sua nova vida, Camila. Você é minha putinha oficial.
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O "Marginal" do Camilo é passado.
Agora a Camila é minha putinha fixa, marcada e selada com meu esperma.
A dignidade dela ficou naquele uniforme rasgado, mas o prazer dela só tá começando.
A transformação foi só o começo, agora vem a educação.
Querem ver como eu educo minha nova mascote?
Se esse post receber o apoio dos meus seguidores, vou publicar a segunda parte:
Alejandro e Camila: A Nova Rotina da Colegial
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Parte N°2:
Alejandro e Camila: A Nova Putinha do Valentão:
(Em Breve)
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História Anterior:
Alejandro e Bruna: De Treinador de Cachorro a Puta Domada:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Relato:
(Em breve)
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Mandamento Anterior:
Alejandro: Meu Mandamento 1:https://www.poringa.net/posts/gif/6242558/Alejandro-Mi-Mandamiento-1.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Mandamento:
Alejandro: Meu Mandamento 2:https://www.poringa.net/posts/gif/6251192/Alejandro-Mi-Mandamiento-2.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Outros Contos Gender Bender:
● Alejandro e Gimena: Irmã Protetora:https://www.poringa.net/posts/relatos/6084875/Alejandro-Y-Gimena-Hermana-Protectora.html● Alejandro e Sasha: A Empregada da Aposta:https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-De-La-Apuesta.html● Alejandro e Martina: A Última Noite do Ano:https://www.poringa.net/posts/relatos/6219616/Alejandro-Y-Martina-La-Ultima-Noche-Del-Ano.html● Alejandro e Bruna: De Treinador de Cachorro a Puta Domada:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html● Alejandro e Camila: De Zé Ninguém a Colegial Vadia do Bullyhttps://www.poringa.net/posts/relatos/6250725/Alejandro-Y-Camila-De-Marginado-A-Colegiala-Puta-Del-Bully.html
O texto a seguir é uma obra de ficção erótica para adultos.
Contém temas de dominação, submissão e fantasia Gender Bender.
Todos os personagens são fictícios e as situações narradas fazem parte de um jogo de papéis literário.
Recomenda-se discrição.
Camilo era o típico "esquisitão" da faculdade.
Sempre com seus livros, escondido nos cantos, tentando ser invisível para evitar minha atenção.
Tinha 1,75m, era magro, de ombros caídos e pele pálida.
Um desperdício de espaço que eu me divertia em pisar.
Mas agora, como Camila, é totalmente diferente.
Seus quadris alargaram de forma obscena e brotaram uns peitos firmes, grandes, com bicos sensíveis que imploram para serem mordidos.
Sua pele agora é de seda e sua voz, antes cortada pelo medo, agora é um gemido agudo de mulher.
Mas o que mais mudou e se destaca em Camila é a mentalidade.
Passou daquela mentalidade de "esquisitão" para uma putinha que precisa de um dono para ser dominada.
Tudo começou numa sexta-feira depois da aula, com a sala vazia.Camilo tinha me chamado pra "negociar".
— O que você quer, Camilo? — perguntei com arrogância.
— Já tô cansado... Alejandro... tô cansado das suas piadas e de você sempre me encher o saco. — ele disse com a voz tremendo.
— Sério, Camilo? — falei.
— E o que você vai fazer? Chorar? — perguntei.
— Quero fazer um trato... Qualquer coisa pra você me deixar em paz. — ele disse, seguro.
— Qualquer coisa... é? — falei.
Enquanto pensava no que podia pedir, me veio uma ideia que sabia que ia agradar nós dois, hahaha.
— Ok, aceito... Vem no meu apartamento às 22:00. — ordenei.
— Pra quê? — ele perguntou, assustado.
— Não faz pergunta... Vem ou se prepara pra esse ano ser um inferno. — falei enquanto saía da sala pra ir pro meu apê.
Enquanto me afastava, olhei de canto pro Camilo, pensando por que diabos chamei ele pro meu apê e de noite. Notei ele assustado e preocupado.
Mas antes, tinha que fazer uns "preparativos" pra noite.
Naquela mesma noite, a campainha tocou na hora certa.
Abri a porta e lá estava Camilo, tremendo.
— Sabia que você viria. — falei com um sorriso arrogante.
— Entra, Camilo. — falei.
— Ok, já tô aqui... O que você quer pra me deixar em paz? — ele disse, assustado.
— Calma, Camilo. O que eu tenho em mente vai ser muito divertido... Nós dois vamos curtir... Vai mudar sua vida, mais a sua, hahaha. — falei arrogante, rindo sabendo o que vinha.
— Só quero que você faça duas coisas. — falei.
— Pega. — falei enquanto passava uma sacola pra ele.
— O que é isso, Alejandro? Por que é uma sacola de sexshop? — ele perguntou, assustado e meio curioso.
— Não é óbvio? É seu passe pra liberdade. — falei.
— Primeiro, quero que você vista o que tem dentro da sacola. — ordenei.
— Você é louco? Não vou vestir isso. — ele disse enquanto olhava o que tinha dentro.
— Olha, Camilo, você tem duas opções... Veste o que tem dentro da sacola ou vai embora e eu te fodo a vida. Eu falei pra ele.
— É... é uma humilhação. Ele disse.
— Parece que temos um trato... não, Camilo. Perguntei.
— Sim, temos um trato. Ele disse.
— Posso ir no seu banheiro... Por favor. Ele disse, tímido.
— Pode. Falei, arrogante.
Ele engoliu seco, pegou a bolsa e se trancou no banheiro.
Enquanto Camilo foi ao banheiro, eu não conseguia acreditar na minha sorte. No começo do dia, eu tinha um "esquisitinho" que sempre perturbava, e agora ia ter algo ainda melhor do que só encher o saco dele todo dia.
Também lembrei do que veio na minha cabeça quando ouvi:
"O que você quiser do Camilo."
O que me veio naquele exato momento foi transformar o Camilo no seu verdadeiro ser.
O que ninguém sabe sobre mim é que eu tenho 3 "Dons" ou "Poderes".
Meus "Dons" ou "Poderes" são:
1) Visão de Essência: Tenho a habilidade de ver o "verdadeiro ser" de qualquer pessoa.
2) Transmutação: Tenho a habilidade de transformar qualquer pessoa no seu "verdadeiro ser".
3) Confidencial: Essa terceira habilidade é um segredo por enquanto.
Deixem nos comentários o que vocês acham que é esse terceiro poder.
Só vou adiantar que vai ser uma habilidade muito útil e interessante para minhas próximas histórias.
Mas como todos os "Dons" ou "Poderes" têm seus requisitos, prós e contras — senão seria fácil demais, não acham? Kkkk.
Nessa história, vamos explorar uma das formas de usar a Transmutação.
Tem muitos jeitos de usar a Transmutação, mas nessa história vou usar "Impregnação de Objeto".
Impregnação de Objeto me permite usar a Transmutação do seguinte jeito:
Passar meu "Dom" ou "Poder" para um objeto, nesse caso, para uma fantasia de colegial que eu já tinha preparado.
Mas a Transmutação tem seus prós e contras.
Contras: O efeito da Transmutação só dura 24 horas.
Prós: O efeito da Transmutação é PERMANENTE só se, e somente se, pelo menos uma gota do meu SEMEN terminar dentro da pessoa.
Isso quer dizer que se tiver creampie, a mudança é PERMANENTE.
Na verdade, tem mais alguns prós e contras e jeitos de usar. Transmutação. Mas não são relevantes por enquanto.
Passaram uns 15 minutos.
A porta do banheiro abriu e meu "Dom" ou "Poder" fez o resto.
Camilo desapareceu e agora apareceu Camila.
Não consegui evitar dar um sorriso.
— O que aconteceu... Alejandro, o que você me fez? — ela perguntou.
— O que eu fiz... nada, a única coisa que fiz foi libertar sua verdadeira natureza — falei, enquanto a olhava de cima a baixo.
Não dava pra acreditar no que a Transmutação tinha transformado ela.
Quase sempre a Visão da Essência me deixa ver como é o "verdadeiro ser" dela.
Sabia que dentro do Camilo se escondia uma mulher. Mas não pensei que seria a mulher que estava na minha frente.
Mais ou menos com a Visão da Essência fui comprar o "novo uniforme" dela. Mas dessa vez errei nas medidas e no corpo novo.
O uniforme ficou ridiculamente gostoso: a saia mal tapava a bunda dela e a blusa estava prestes a explodir com os novos peitos.
O uniforme era tão apertado que destacava cada uma das novas curvas dela.
A minissaia mal cobria a bunda nova, e a blusa estava prestes a explodir com os peitos novos.
Eram tão grandes que, se ela tivesse colocado o sutiã que deixei dentro da bolsa, a blusa não teria fechado.
A única coisa que salvou aquela pobre blusa foi que os peitões enormes estavam escapando por baixo.
Isso me fez pensar se debaixo da saia ela tinha colocado a tanga que deixei ou não, mas em pouco tempo eu ia saber a resposta kkkk.
— Olha só você, Camilo, ou melhor, Camila — falei rindo enquanto me aproximava dela.
— Não... não pode ser! Eu tenho peitos, minha bunda cresceu e meu pau... meu pau virou uma buceta — ela disse.
Enquanto Camila se tocava nas novas curvas, nos peitos e na bunda, vi os olhos dela começarem a mudar e brilhar. A "puta interior" dela estava começando a despertar.
— A... Ale — ela disse, excitada.
— Me chama de dono — ordenei, me aproximando do rosto novo dela.
— Dono — ela sussurrou.
Segurei a cintura fina e delicada dela. Ela soltou um gemido muito gostoso e sensual assim que toquei nela. Qual é a segunda coisa... que você queria pra me deixar em paz. Pergunto excitada e com a voz trêmula.
— A única coisa que eu quero é que você seja seu verdadeiro eu... quero que você seja minha putinha. Ordenei, me aproximando dela.
Pra minha surpresa, ela me pegou pelo pescoço e me beijou com uma paixão e desespero que quase me assustou. A língua dela procurava a minha com desespero.
— Amo... é tão gostoso... tão bom... tão natural. Ela disse com a voz trêmula.
— Vamos pro quarto. Ordenei.
Subindo as escadas, fiquei atrás.
Camila subia rebolando de um jeito exagerado e sensual, sabendo que eu tava olhando ela de baixo.
Um sorriso escapou quando vi que ela não tinha colocado a calcinha fio dental que deixei na bolsa.
Entramos no meu quarto. Sentei na beira da cama.
— Vem cá, Camila. De joelhos, agora. Ordenei.
Ela obedeceu na hora.
Os joelhos dela tocaram o chão e as mãos, pequenas e finas, tremiam sobre as coxas.
Ela parecia ridícula e excitante com aquela blusa que deixava metade da teta de fora.
— Sabe o que vai rolar agora, né? Perguntei, puxando ela pelo cabelo pra me olhar nos olhos.
— Você vai chupar minha pica até esquecer que um dia foi homem. Falei.
— Amo... por favor... é demais... não sei se consigo. Ela balbuciou, com os olhos vidrados.
— Não sei se consigo? Escuta bem, sua puta, você aceitou o trato. Agora abre essa boca e me mostra que essa língua serve pra algo mais do que pedir piedade. Ordenei.
Camila engoliu seco.
Aproximou o rosto da minha virilha e, com uma timidez que deixou minha pica dura feito pedra, começou a desabotoar minha calça.
Quando minha pica saltou na cara dela, ela soltou um gemido de surpresa pura.
— É... é gigante, Amo... Sussurrou Camila.
— Acho que não vai caber... Ela disse, olhando pra minha pica com adoração.
— Vai caber inteira porque eu tô mandando. Começa. Ordenei.
No começo, ela foi tímida, só roçando a ponta com os lábios, tremendo.
De repente, as mãos dela agarraram a base da minha pica com firmeza e ela começou a chupar com uma fome que me fez pirar a cabeça.
Deixou de ser o "Excluído" pra ser o que realmente é: uma "puta submissa adoradora de pica".
— Isso, puta! Engole ela toda! Falei, colocando a mão na nuca dela, passando os dedos pelo cabelo e empurrando a cabeça dela com força ritmada.
— MMMGH... GLUP! Ela engasgava, mas não se afastava.
Os sons de sucção dela enchiam o quarto enquanto ela me olhava pra cima com olhos suplicantes e safados.
— Amo... sua pica... é tão gostosa... Ela disse, com um fio de baba escorrendo.
— Sabe o que eu quero agora, Camila... Quero arrebentar uma puta de verdade. Minha pica já tá bem lubrificada com sua baba, e acho que sua buceta nova e virgem tá pedindo por um homem de verdade. Falei com arrogância. Me levantei, ainda com ela ajoelhada.
Camila me olhou de baixo com terror puro.
— Não, Amo! Por favor! — disse ela, se desesperando, tentando voltar a me chupar pra me distrair.
— Deixa eu continuar com a boca! Não enfia em mim... você vai me partir ao meio... Olha o tamanho disso e eu sou nova nisso! — falou ela suplicando.
— Chega de implorar! — falei enquanto agarrei ela pelos ombros e forcei ela a se levantar.
— Levanta, puta. — ordenei.
Coloquei ela na beira da cama, de costas, e eu me sentei de novo.
— Vai, Camila. Você mesma vai sentar. Pega na minha pica e guia ela pra dentro da sua buceta. — ordenei.
— Não consigo! Tô com medo... Amo, por favor... — ela choramingava.
— Faz agora ou amanhã você é a piada da universidade inteira! — gritei.
— Senta na minha pica agora mesmo! — ordenei.
Camila, tremendo e soluçando, levantou um pouco a saia e guiou a ponta da minha pica até a entrada rosada dela.
Ela desceu milímetro por milímetro, soltando um grito agudo seguido de um gemido suave, misturando dor e prazer.
— AIHHH! DÓI! TÁ MUITO DENTRO! — gritava ela, apoiando uma mão no criado-mudo pra não cair, enquanto com a outra abria uma nádega pra eu entrar melhor.
— Que apertada você tá, puta! — falei enquanto ria, agarrando ela pela cintura fina pra ajudar a subir e descer.
— Olha só, você mesma tá enfiando. É uma ninfomaníaca, Camila. Adora que o cara que te batia agora tá enchendo seu útero. — falei com arrogância.
— S-sim, Amo! Dói mas é incrível! — disse ela.
Enquanto ela começou a subir e descer com mais ritmo, se empurrando contra mim.
— Me arrebenta! Faz eu esquecer quem eu era! Não sou mais o Camilo, sou sua puta! — disse ela entre gemidos e gritos. Grita mais alto! Você é a putinha do Bully!. Falei com arrogância.
Dei um tapa nela que ecoou por todo o quarto enquanto ela pulava no meu pau, entregue completamente à sua nova natureza.
Adorava ver a cara de putinha dela enquanto ela se mexia pra enfiar cada centímetro da minha pica dentro dela. Mas era hora de mostrar quem mandava aqui e que o corpo novo dela não era pra brincadeira, mas pra ser usado.
Dei uma estocada pra cima, ainda sentado na cama, tão funda que senti bater no útero novo dela.
Camila soltou um grito agudo que virou um gemido abafado enquanto os olhos dela reviravam por um segundo.
— S-Senhor! Isso foi... alto demais! — gritou Camila, perdendo o equilíbrio.
Sem dar tempo pra ela respirar, segurei firme na cintura dela e empurrei pra frente. Joguei ela de peito contra minha escrivaninha de madeira, sem tirar minha pica de dentro dela nem um centímetro. O barulho seco do corpo dela batendo no móvel se misturou com o som molhado da nossa junção.
— AIH!! Senhor, devagar! Vou me machucar! — gritou Camila, enquanto as mãos dela procuravam desesperadamente onde se segurar na madeira fria.
— Devagar? Se você vestiu essa fantasia, é pra eu te usar como a putinha que você é, Camila. Puta não pede leveza, pede pra ser preenchida. — falei com frieza enquanto apertava meus dedos no quadril dela.
O atrito era perfeito.
Camila, em vez de agarrar a borda da escrivaninha, se virou e segurou meus pulsos, apertando com força como se tentasse frear o impacto, mas os gemidos dela diziam outra coisa.
— Não... por favor... é grande demais!! Senhor, para... ahhh... mmmgh! — falou com dificuldade, enquanto a cabeça dela balançava pra trás.
— Dói ser usada na mesma escrivaninha onde ontem você fazia suas tarefas de nerd? — perguntei com arrogância enquanto aumentava o ritmo.
— Dói... dói muito... mas não para! — implorou ela, se traindo.
— Olha como suas pernas tremem. Você não é mais o magrelo que se escondia nos cantos. Agora é uma menininha de uniforme rasgado. — falei enquanto dava uma batida seca com meu quadril.
— S-Sim! Sou sua menininha! Sou sua Brinquedo! — gritava Camila, enquanto a escrivaninha rangia sob o peso dela.
— Grita mais alto, puta! Quem diria que o esquisitão que lia livros no canto ia acabar assim, gemendo igual uma puta enquanto a sua Bully te usa como a vadia que você é? — falei enquanto ria, adorando ver como os peitos novos dela se espremiam contra a madeira.
— Ahhh! Amo, adoro quando você me humilha assim! — balbuciou ela, perdendo a sanidade.
— Se eu soubesse que você tinha essa buceta tão apertada e safada, teria te dominado no primeiro dia de aula. Olha como você aperta! Você é uma puta nata! — falei com superioridade.
— Não sou uma rabuda... ahhh... sim, sou! Sou sua putinha! — ela se corrigiu sozinha entre espasmos.
— Você é um desperdício de homem, mas é uma puta de primeira. Gosta de me sentir aí dentro, Camila? — perguntei no ouvido dela.
— Adoro! Me preenche toda! — respondeu ela, arqueando as costas pra eu entrar ainda mais fundo.
— Fala: Amo, obrigada por me fazer sua puta. — ordenei enquanto segurava o cabelo dela.
— Amo... obrigada... obrigada por me fazer sua puta... Ahhh! — repetiu ela, completamente quebrada.
— Amanhã, quando você for pra aula e me ver, vai lembrar desse momento. Vai sentir a dor na sua buceta e saber que você me pertence. — falei com autoridade.
— S-sim, Amo! Sempre serei sua! — gritava ela, enquanto as unhas arranhavam o verniz da escrivaninha.
— Olha como você escorre. Tá encharcando minhas anotações com seus sucos de puta. — falei rindo da degradação dela.
— Desculpa, Amo! Não consigo evitar! Você me deixa assim! — se desculpou Camila entre gemidos de prazer.
— Não pede desculpa, continua apertando. Quero sentir como seu corpo de mulher se rende ao meu. — ordenei, dando uma estocada que fez ela gritar o nome do dono mais uma vez.
Num movimento só, levantei ela no ar e sentei direto em cima da mesa, dei um beijo nela e empurrei ela de costas. Camila ficou exposta, com a saia enrolada na cintura e ofegando como se faltasse ar.
Levantei a blusa dela pra soltar aqueles peitos que já tavam pedindo hacía um tempão pra ficar livres.
Os peitos novos dela apareceram na hora, enormes, brancos e com os bicos durinhos como pedra.
Camila soltou uma risadinha nervosa, quase histérica, enquanto se cobria um pouco com as mãos, mas eu baixei os braços dela de uma vez.
— Amo... espera... me deixa descansar! — implorou ela, com a cara vermelha de tesão.
— Putas não descansam, obedecem. — falei enquanto agarrava ela e puxava pra perto de mim.
— Se olha! Se te vissem agora! — falei dando gargalhada enquanto levantava uma das pernas brancas dela no meu ombro, abrindo ela toda.
— Olha como sua buceta nova tá pulsando. Tá pedindo aos berros pra eu encher de novo. — falei enquanto aproximava meu pau de novo da buceta dela.
— S-sim! Eu preciso! Amo, por favor, mete logo! — ela dizia, já totalmente fora de si, com os olhos virados enquanto se acariciava os próprios peitos pra me provocar.
— Olha como você adora ser minha putinha, Camilita. — falei.
O "excluído" acabou sendo a puta mais dada e fácil de toda a faculdade, pensei.
— AHHHH!!! SIM! ME USA! SOU SUA! — ela gritava.
— Diz de quem você é a putinha. — ordenei.
— Eu sou... a putinha do Alejandro! Sou a colegial do meu Bully! Sou a colegial do meu Amo! Ahhh... mais forte! Me bate mais forte! — ela dizia entre gritos e gemidos.
Agarrei ela pela cintura.
A mesa rangia a cada estocada e o eco dos gemidos dela ecoava pelo apartamento inteiro.
Ela tava totalmente entregue, curtindo a humilhação de ter perdido a masculinidade dela na frente do cara que mais odiava.
A intensidade na mesa do escritório tinha sido demais pro corpo novo dela. Camila ofegava, com o olhar perdido e o corpo tremendo.
Decidi que já era hora de tirar o pouco que restava de "estudante" nela.
Peguei pelas abas da blusa branca e, com um puxão seco e violento, fiz os botões voarem.
O tecido rasgou, deixando os peitos novos dela totalmente no ar, balançando pesado.
— Ahhh! Amo, minha blusa! — gritou Camila, tentando se cobrir inutilmente com as mãozinhas.
— Por favor... Amo... me deixa descansar um pouco... Minha buceta tá doendo muito, não tá acostumada com o senhor... — implorou ela.
— Sua buceta tá dolorida porque é virgem, mas você ainda tem outro buraco que tá intacto. — falei com arrogância.
— Não! O cu não! Eu imploro, Amo! — balbuciou desesperada.
— Pode continuar me comendo pela buceta se quiser, aguento a dor... mas por trás não... vai me destruir. — suplicava.
— Foda-se escolher, putinha. Ou a gente continua na sua buceta até você não conseguir andar, ou você me entrega seu cu agora mesmo. — propus com um sorriso arrogante.
Camila engoliu seco.
Olhou pro meu pau, que ainda pingava a própria baba e os sucos da buceta dela, brilhando sob a luz do quarto.
— Se... se eu escolher o cu... o senhor vai deixar minha buceta descansar? — perguntou com a voz trêmula.
— Só se você entregar com vontade. Começa lubrificando meu pau. — falei com frieza enquanto puxava ela pra baixo da mesa de uma vez.
Ela caiu de joelhos, exausta.
Ela não hesitou.
Se aproximou de joelhos e envolveu meu pau com a boca.
Peguei ela pelo cabelo e ela começou a chupar, enfiando meu pau até o fundo da garganta dela.
— Até o fundo. — falei empurrando a cabeça dela, fazendo ela engolir fundo.
— GLUP... MMMGH! — ela gemia, enquanto os peitos balançavam a cada estocada da minha cintura contra a cara dela.
— Isso! Lubrifica bem, que essa saliva vai me ajudar a arrombar você. — falei enquanto via as lágrimas escaparem de prazer e humilhação.
Camila me Segurava firme nas coxas dela, entregue ao vício.
A baba escorria pelos cantos da boca dela, deixando minha pica encharcada e pronta pro próximo alvo.
Tirei meu pau da boca dela com um som molhado e nojento. Camila ficou de joelhos, com o olhar perdido e um fio de baba escorrendo do lábio inferior.
Ela parecia patética, com os peitos novos subindo e descendo por causa da agitação.
— Acho que já está lubrificada o suficiente com sua saliva de putinha. — Falei, olhando pra ela de cima com desprezo.
— Amo... por favor... tenha piedade... meu corpo tá muito estranho. — Disse Camila com a voz trêmula, tentando recuperar o fôlego.
— Piedade é pra fracos, e agora você é só um buraco pro meu prazer. Fica de quatro na cama. Agora. — Ordenei com frieza.
Camila obedeceu, engatinhando com dificuldade até o centro do colchão.
Ela ficou de quatro, afundando as mãos nos lençóis enquanto levantava aquela bunda redonda e rosada pra mim.
Me posicionei atrás dela e encostei a ponta do meu pau, encharcado na própria baba dela, na entrada do cu dela.
— Não! Amo, me arrependi! Volta a me comer pela buceta ou usa minha boca! Te imploro! — Gritou ela suplicando.
A agarrei pela minissaia e puxei pra trás, cravando meus dedos nela.
— Fica quieta! — Gritei pra ela.
— Você vai me rasgar! — Ela choramingou.
Devagar, comecei a empurrar meu pau pra dentro do cu dela.
Entrei com uma estocada só, seca e profunda.
— AIHHHHHHHHHHHH!!! TÁ DOENDO! TIRA, AMO! — O grito de Camila rasgou o silêncio do quarto.
Ela colocou a mão pra me parar, mas isso só fez eu querer empurrar cada centímetro cada vez mais pra dentro.
— Como você é apertada, pedaço de puta! — Falei, curtindo como o cu virgem dela tentava me expulsar.
— POR FAVOR! TIRA! SINTO QUE TÔ PARTINDO NO MEIO! — Gritava ela, enquanto as unhas arranhavam os lençóis desesperadamente.
— Se acostuma, porque daqui eu não saio até deixar esse cu bem aberto! — Respondi, começando a dar estocadas curtas, mas brutais.
— A-Ahhh... Amo... dói muito... mmmgh! — Ela gemia entre soluços, enquanto os As nádegas tremiam debaixo das minhas mãos.
— Tá doendo, Camilita? Ou cê gosta que seu Bully esteja tirando o que sobrou de homem em você? — perguntei com arrogância.
— D-dói... mas... ahhh... é tão bom...! — ela disse, começando a ceder ao prazer sujo que a invasão causava.
— Olha como sua bunda se abre pra me receber! Você é uma puta ninfomaníaca anal. — falei enquanto dava um tapa que deixou minha mão marcada na pele branca dela.
— S-sim! Sou sua puta anal! Arrebenta meu cu, Amo! — ela gritou finalmente, rendendo o último resquício de dignidade.
— Isso! Grita mais alto pra todo mundo saber que você não é nada sem minha pica dentro! — ordenei, aumentando a velocidade das estocadas.
Camila já não resistia mais.
O corpo dela de mulher foi feito pra isso, e a mente de submissa finalmente tinha aceitado.
Cada batida do meu quadril contra a bunda dela fazia os peitos balançarem selvagemente, lembrando a cada segundo que agora ela era uma mulher propriedade do pior pesadelo dela.
A cama não parava de chiar sob o impacto das minhas estocadas. Camila estava de quatro, afundando o rosto nos travesseiros enquanto minha pica abria caminho pelo cu estreito e agora ultra-sensível dela.
Cada vez que meu quadril batia na bunda dela, os peitos novos balançavam pra frente e pra trás num ritmo hipnótico.
— Olha como esses peitos pulam, Camila! Parece que têm vida própria! — falei enquanto dava um tapa na bunda dela que a fez arquear.
— AIH! Amo... por favor... eles se mexem sozinhos... é tão pesado! — ela gritou com a voz entrecortada.
— É o peso da sua nova realidade, putinha. Gosta de sentir como eles balançam enquanto eu te arrebento por trás? — perguntei com arrogância.
— S-sim! Adoro... é tão excitante... me faz sentir tão puta! — ela confessou entre gemidos.
— Grita mais alto. Quero que todo mundo ouça que o excluído agora adora que o Bully bata nos peitos dele com força. — ordenei, aumentando a velocidade.
— EU SOU UMA PUTA! OLHA COMO MEUS PEITOS BALANÇAM PRO MEU AMO! — ela gritou, perdendo o controle.
— Isso aí! Você é uma ninfomaníaca. Não consegue parar de gemer toda vez que enfio a pica, né? — falei enquanto apertava a cintura dela com força.
— Não consigo... é gostoso demais... sinto que meu cu nasceu pra ser destruído pelo senhor! — ela disse com os olhos revirados.
— Você nasceu pra isso, Camila. Camilo era só uma máscara chata. Essa puta que quica na minha cama é a verdadeira. — falei com desprezo e desejo.
— S-sim... Amo... me arrebenta mais... quero que meus peitos não parem de pular pro senhor! — ela implorou.
— Então aguenta o ritmo, porque agora vou fundo! — gritei, dando uma estocada que a fez colapsar contra o colchão.
— AAAAHHHH! ME ENCHE TODA! MAIS... ME DÁ MAIS, AMO! — ela gemia enquanto os peitos continuavam sacudindo violentamente.
Camila caiu de boca no colchão, sem forças pra se segurar de quatro, mas com a bunda ainda empinada, me convidando a continuar.As mãos dela se agarravam nos lençóis com tanta força que os nós dos dedos ficavam brancos.
— Já não aguenta mais nem se segurar, né, Camila? — perguntei enquanto não parava de me mexer dentro dela.
— Não... minhas pernas... parecem gelatina... Amo, é forte demais... — respondeu ela, gaguejando.
— Olha só como você tá. Babando o lençol, com a bunda vermelha e aberta, pedindo mais castigo. — falei com frieza.
— É que... é tão gostoso quando você me penetra assim... sinto que você lê minha alma com essa pica... — disse ela com um sorriso perdido.
— Sua alma agora é minha. Cada vez que enfio a pica no seu cu, apago uma lembrança da sua vida passada. — falei enquanto acariciava as costas dela com desprezo.
— S-sim! Apaga tudo! Não quero lembrar do Camilo... só quero ser seu brinquedo! — gritou ela, entregue.
— Você é uma puta barata, Camila. Olha como aperta meu pau toda vez que falo sacanagem. — falei rindo.
— É que me deixa tão puta ser humilhada! Fala mais... fala o que eu sou! — implorou ela, rebolando a bunda pra trás pra me encontrar.
— Você é o depósito do meu prazer. É a colegial que vai pra aula com o cu arrombado pelo seu Bully. — lembrei com maldade.
— Sim... vou pra aula e todo mundo vai ver minha cara de puta e saber que você me usou! — disse ela, excitada com a ideia.
— Exato! E agora você vai sentir como vou lacrar esse buraquinho pra sempre. — falei, dando uma estocada final que fez ela tremer inteira.
Sem tirar meu pau do cu apertado dela, agarrei ela pelas axilas e virei. Sentei na cama e coloquei ela por cima de mim, de costas.
As pernas dela ficaram bem abertas, deixando a buceta nova dela exposta enquanto meu pau continuava enterrado no cu dela.
— Olha que pose chique, Camila. Seus dois buracos expostos pra mim. — falei enquanto segurava as coxas dela.
— Ahhh! Amo... assim entra mais fundo! Sinto que tá tocando meu estômago! — gritou ela, jogando a cabeça pra trás.
— Quero que você sinta cada centímetro. Olha como sua buceta pulsa de inveja porque eu tô comendo seu cu. — falei com arrogância.
— É verdade... minha buceta também quer... mas o cu é tão proibido! — disse ela, se deixando cair contra meu corpo.
— É proibido porque é meu. Eu decido por onde te arrebento. — lembrei enquanto abria mais as pernas dela.
— S-sim, Amo! O senhor é o dono dos meus buracos! — gritou ela enquanto começava a pular em cima de mim.
— Isso aí! Monta no meu pau como a putinha que você é. Me mostra como uma colegial se mexe quando tá bem empalada. — ordenei com um sorriso.
— Olha, Amo! Olha como eu enfio tudo! Sou sua putinha favorita! — dizia ela, gemendo a cada descida.
— Você é uma expert, Camila. Quem diria que o esquisito dos livros tinha esse talento pra montar em paus. — falei zoando o passado dela.
— Camilo não sabia de nada! Camila nasceu pra isso! Ahhh... tá doendo... mas continua! — gritou ela, perdendo a noção da realidade.
— Então não para! Me prova que aguenta todo o meu peso! — falei enquanto segurava ela firme pela cintura pra não escapar.
Tirei ela de cima de mim e levei até os pés da cama, na frente do espelho de corpo inteiro. Coloquei ela de quatro de novo, mas obrigando ela a olhar o próprio reflexo.
— Se olha, Camila. Não fecha os olhos. Olha no que você se transformou. Ordenei segurando ela pelo pescoço pra levantar o olhar dela.
— Não... não quero me ver... tô com vergonha! Ela disse, tentando esconder o rosto.
— Se olha, falei! Olha essa cara de puta, os lábios inchados, a maquiagem borrada e esse uniforme todo destruído. Gritei, forçando ela a encarar o espelho.
— Ahhh... eu... eu sou uma vadia...! Ela admitiu ao ver a própria bunda engolindo meu pau no reflexo.
— Você é a vadia da faculdade. Olha como você adora ver eu arrombando seu cu. Olha como seus olhos mudam quando você vê meu pau entrando e saindo de você. Falei com arrogância.
— S-sim... me vejo tão puta... e me excita tanto me ver assim! Ela confessou, acariciando o espelho com uma mão.
— Você é doente, Camila. Você curte sua própria humilhação. Olha como seu Bully te domina. Falei enquanto dava um tapa na bunda dela que nós dois vimos no espelho.
— Sou o brinquedo dele! Olhem todos como o Alejandro arromba meu cu! Ela gritou, como se falasse pra uma plateia imaginária no reflexo.
— Isso aí! Você não tem mais dignidade. É só uma imagem de prazer pra mim. Falei enquanto aumentava a força, vendo a cara de luxúria pura dela no vidro.
Arranquei o que restava da minissaia, deixando ela completamente nua e vulnerável em cima da cama. Sussurrei no ouvido dela meu segredo:
A mudança seria permanente se eu gozasse dentro.
— Quer ser minha putinha pra sempre, Camila? Quer que o Camilo desapareça de vez hoje mesmo? — perguntei com uma voz carregada de intenção.
— S-sim! Não quero mais ser aquele garoto triste! Quero ser sua Camila pra sempre! — ela implorou, abrindo as pernas de livre e espontânea vontade.
— Então se prepara, porque vou te encher tanto que você não vai conseguir nem fechar as pernas. — falei, entrando de novo na buceta dela, dessa vez com toda a fúria acumulada.
— SIM! ME ENCHE! ME MARCA PRA SEMPRE! — ela gritava enquanto a gente se movia num frenesi selvagem.
— SIM! SIM! AMOR, TO GOZANDO! ME ENCHE! — ela gritava enquanto o corpo dela se arqueava e os peitos batiam no colchão.
— Toma seu presente, putinha! — gritei enquanto chegava no clímax.
Despejei jatos de porra quente no fundo do útero novo dela.
Ela gritava e gemia, sentindo o líquido selar o destino dela.
Quando tirei meu pau, um rio branco começou a escorrer de dentro dela.
— Porra, quanto que eu tava acumulado! — falei enquanto abria um pouco as nádegas dela e via minha porra misturada com os fluidos dela continuar saindo.
— É... é muito... parece tão quente... — ela disse, completamente perdida, com o olhar vazio de prazer.
Dei um último tapa violento na bunda dela que ecoou no quarto.
— Bem-vinda à sua nova vida, Camila. Você é minha putinha oficial.
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Agora a Camila é minha putinha fixa, marcada e selada com meu esperma.
A dignidade dela ficou naquele uniforme rasgado, mas o prazer dela só tá começando.
A transformação foi só o começo, agora vem a educação.
Querem ver como eu educo minha nova mascote?
Se esse post receber o apoio dos meus seguidores, vou publicar a segunda parte:
Alejandro e Camila: A Nova Rotina da Colegial
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Parte N°2:
Alejandro e Camila: A Nova Putinha do Valentão:
(Em Breve)
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História Anterior:
Alejandro e Bruna: De Treinador de Cachorro a Puta Domada:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Relato:
(Em breve)
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Mandamento Anterior:
Alejandro: Meu Mandamento 1:https://www.poringa.net/posts/gif/6242558/Alejandro-Mi-Mandamiento-1.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Mandamento:
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Outros Contos Gender Bender:
● Alejandro e Gimena: Irmã Protetora:https://www.poringa.net/posts/relatos/6084875/Alejandro-Y-Gimena-Hermana-Protectora.html● Alejandro e Sasha: A Empregada da Aposta:https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-De-La-Apuesta.html● Alejandro e Martina: A Última Noite do Ano:https://www.poringa.net/posts/relatos/6219616/Alejandro-Y-Martina-La-Ultima-Noche-Del-Ano.html● Alejandro e Bruna: De Treinador de Cachorro a Puta Domada:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html● Alejandro e Camila: De Zé Ninguém a Colegial Vadia do Bullyhttps://www.poringa.net/posts/relatos/6250725/Alejandro-Y-Camila-De-Marginado-A-Colegiala-Puta-Del-Bully.html
1 comentários - Alejandro Y Camila: De Marginado A Colegiala Puta Del Bully
Ojalá una segunda parte