Foi na saída do treino, a gente se dava bem. É uma mulher de uns 52 anos que tinha um estilo de luta muito forte, baseado nas pernas... Aliás, a gente treinava Kickboxing.
Acho que o que mais me impactou no começo foi como, mesmo sendo magra, com o corpo firme e baixa estatura, ela conseguia dar golpes fortes que derrubavam qualquer um, especialmente chutes potentes.
Não sei exatamente como nem quando a gente começou a se dar bem, mas lembro que num dos treinos a gente fez exercícios de liberação no chão. Eu tive que trabalhar com ela e, num momento, precisei imobilizá-la. Sentir o corpo dela colado no meu e segurá-la com força me deu um tesão enorme, que quando ela começou as técnicas, teve que reagir forte, porque eu tinha ficado duro ao sentir o corpo dela roçando quando ela estava de costas pra mim, apoiada no chão.
Desde aquele dia, fiquei mais pensativo sobre ela e sobre como me aproximar mais. Com o tempo, a gente ganhou mais confiança e treinou mais em dupla, íamos pelo mesmo caminho conversando e assim conseguimos estabelecer uma amizade. Um dia, convidei ela pra fazer sparring, mas ela disse: "Quando eu me recuperar da lesão, a gente faz um forte".
Passou o tempo, um mês mais ou menos, e nesse dia a gente não fez sparring, mas no caminho pra casa ela disse que estava com problemas pra mover um móvel, então me ofereci pra ajudar. Entrei num cômodo onde ela tinha vários equipamentos de treino e uma espécie de escrivaninha que queria mudar de quarto.
– Por que você tá mudando a escrivaninha? – perguntei.
– Pra ter mais espaço pra treinar, quero mais mobilidade.
– Dá até pra fazer luta com esse espaço todo.
– É verdade – respondeu.
– Então me dá o sparring que você me deve.
– Tô muito cansada hoje – disse ela, rindo.
– A gente faz leve.
– Você sempre é meio intenso, mas aceito. Coloca as proteções.
Os dois colocamos as luvas e as caneleiras, ela vestiu o colete e disse:
– Sem Golpes fortes na cabeça.
Então seguro ela pelos ombros e, com uma rasteira, jogo ela no chão, caindo por cima e imobilizando. Sem ela conseguir sair, falo:
- Ganhei o round 1, rindo.
- Ahh, já vi que você tá jogando pesado.
Assim que levanto, ela me acerta um chute nas costelas que não consigo bloquear e um soco na boca do estômago, me deixando dobrado. Ela me pega pelo pescoço e me leva ao chão.
- Você se rende?
Consigo escapar do estrangulamento e aplico uma chave, mas ela se solta e, com um golpe, fica por cima de mim. Tinha esquecido de colocar meu protetor inguinal e, quando ela se apoia, começo a sentir um calor. Lá de cima, ela diz:
- Você se rende?
- Bom, foda-se o round.
- Já imaginava.
- Vejo que você se divertiu. Devíamos deixar isso mais interessante, que tal apostar algo?
- Kkkkk, o que você quer apostar?
- Sei lá, dinheiro acho que não importa pra nenhum de nós.
- E o que pode importar pra você?
- Podemos fazer tipo um jogo: quem perder o round perde uma peça de roupa.
- Kkkkk, você é muito infantil por sugerir isso.
- Mas não tá confiante que vai ganhar?
- Claro que vou te vencer, quer que eu ria de te ver pelado?
- Vamos ver se você ri.
Batemos os punhos fechando o trato e começamos. Acho que ela ficou desconcentrada com a ideia, porque não viu meus dois golpes seguidos nas costelas e no estômago dela, que fizeram eu conseguir derrubá-la e aplicar uma chave pra ela perder.
- Você vai ter que cumprir a aposta.
Ela levanta de cara feia e tira a peitoral e a camiseta, se tapando de novo com a peitoral.
- Acho que assim você não vai conseguir ver nada, se era essa sua intenção.
- Já vamos ver.
Ela começa forte e, depois de uns golpes, consegue quebrar minha guarda. Desnorteado, caio e ela segura meu pescoço.
- Agora que você perdeu, tira a camiseta.
- Agora você escolhe que peça eu tiro?
- Aqui quem manda sou eu.
Tirei minha camiseta e dava pra ver a marca dos golpes dela. Ela olhou, lambeu os lábios e, começando o próximo round, mandou dois chutes potentes que não consegui evitar. cobrir e conseguiu quebrar minha guarda, aí com um chute frontal defensivo me derrubou e caiu em cima de mim.
- Agora o short
Tirou meu short e ficou só minha cueca longa, marcando meu pau já bem duro de tesão da luta, vejo que ela olha mas não fala nada. Aí ela dá um chute lateral, que eu esquivo e consigo acertar uma martelada lateral que sigo com um gancho que leva ela ao chão.
- Agora você tira essa legging
Ela tira as caneleiras, deixa de lado, e tira a legging de uma vez, deixando a bunda dela virada pra mim.
- Queria ver isso?
- É uma vista bonita
- Bom, mas ainda não ganhou
E descuidadamente me dá um chute por trás que me desequilibra e acerta um gancho que me deixa caído no chão. Apoiada em cima de mim, pega minhas mãos e aperta com as pernas dela.
- Já era? Perdeu
- Vai tirar minha cueca?
- Fecha os olhos
Quando ouço um som de "clique", abro e vejo que ela colocou umas algemas em mim.
- O que é isso?
- Nesse quarto tenho ferramentas pra outras brincadeiras, mas por enquanto com você vou só fazer isso.
Tira meu pau da cueca e abaixa a calcinha fio-dental dela pra enfiar dentro. Ela tinha me deixado algemado e eu não conseguia me mexer, só sentir como meu pau entrava e sentir o quanto ela tava molhada, de entender pela luta, que tinha deixado ela com tesão.
O movimento ela foi fazendo devagar, circular, gemendo baixinho e aproveitando cada roçada, enquanto eu, imóvel, não podia falar nada. Fazia muito tempo que eu desejava estar nessa posição, sentir ela em cima gemendo baixinho e não ter o controle, fazia meu pau ficar bem duro.
- Nem pense em se mexer, ela fala.
Começou a fazer círculos mais longos até que num momento para de repente e solta um gemido, ficando parada e mordendo o lábio inferior.
Nesse momento que ela se distrai, levanto minha pélvis de lado e ela vira, ficando de costas pro chão e de barriga pra cima. Fico de joelhos e com meu pau ainda dentro, me apoio nela e começo a penetrar nessa posição. Por estar desconfortável por ter as mãos controladas, ela pega minhas nádegas e, abrindo as pernas para me apertar, diz:
- Me come bem forte
Comecei a dar fortes metidas do jeito que dava, os gemidos dela passaram de leves para um pouco mais altos.
Continuei, mas também me esfregando no clitóris dela e fazendo movimentos circulares para roçar. A cada roçada, percebia como ela apertava os lábios e me apertava mais.
Num momento, comecei só a tirar e meter minha pica quando ela me diz com voz forte:
- Não para
Segui assim, aumentando o ritmo, até que de repente ela goza de novo. Ao sentir que ela terminou, tiro minha pica e ela, com um chute, me joga no chão.
- Não se mexe
E depois de dizer isso, com os pés, começa a acariciar minha pica enquanto com os dedos roça o clitóris dela, enfia os dedos, tira e depois chupa.
- Nunca faço isso, mas gostei do que você fez.
Ela se aproximou e colocou minha pica na boca, começou a deixar bem babada e depois começou a me punhetar. Muito forte, cada vez mais forte. Fazia rápido e apertando muito, o que a saliva facilitava.
Até que num momento começaram a sair jatos de porra da minha pica, caindo no chão, no cabelo dela e nos dedos, que ela começou a chupar o sêmen.
- Levanta e me segue.
Fomos ao banheiro, sem tirar as algemas, ela me fez entrar no chuveiro e removeu toda a porra que estava grudada no meu corpo. Pegou uma toalha e disse:
- Se seca
Como pude, me limpei, enquanto ela me olhava esperando.
- Já foi? Bom, agora vem.
Saímos do banheiro e chegamos no quarto dela.
- Dorme aqui e algemado. Amanhã de manhã vou ter vontade de te comer de novo e só aí vou deixar você tirar as algemas.
Acho que o que mais me impactou no começo foi como, mesmo sendo magra, com o corpo firme e baixa estatura, ela conseguia dar golpes fortes que derrubavam qualquer um, especialmente chutes potentes.
Não sei exatamente como nem quando a gente começou a se dar bem, mas lembro que num dos treinos a gente fez exercícios de liberação no chão. Eu tive que trabalhar com ela e, num momento, precisei imobilizá-la. Sentir o corpo dela colado no meu e segurá-la com força me deu um tesão enorme, que quando ela começou as técnicas, teve que reagir forte, porque eu tinha ficado duro ao sentir o corpo dela roçando quando ela estava de costas pra mim, apoiada no chão.
Desde aquele dia, fiquei mais pensativo sobre ela e sobre como me aproximar mais. Com o tempo, a gente ganhou mais confiança e treinou mais em dupla, íamos pelo mesmo caminho conversando e assim conseguimos estabelecer uma amizade. Um dia, convidei ela pra fazer sparring, mas ela disse: "Quando eu me recuperar da lesão, a gente faz um forte".
Passou o tempo, um mês mais ou menos, e nesse dia a gente não fez sparring, mas no caminho pra casa ela disse que estava com problemas pra mover um móvel, então me ofereci pra ajudar. Entrei num cômodo onde ela tinha vários equipamentos de treino e uma espécie de escrivaninha que queria mudar de quarto.
– Por que você tá mudando a escrivaninha? – perguntei.
– Pra ter mais espaço pra treinar, quero mais mobilidade.
– Dá até pra fazer luta com esse espaço todo.
– É verdade – respondeu.
– Então me dá o sparring que você me deve.
– Tô muito cansada hoje – disse ela, rindo.
– A gente faz leve.
– Você sempre é meio intenso, mas aceito. Coloca as proteções.
Os dois colocamos as luvas e as caneleiras, ela vestiu o colete e disse:
– Sem Golpes fortes na cabeça.
Então seguro ela pelos ombros e, com uma rasteira, jogo ela no chão, caindo por cima e imobilizando. Sem ela conseguir sair, falo:
- Ganhei o round 1, rindo.
- Ahh, já vi que você tá jogando pesado.
Assim que levanto, ela me acerta um chute nas costelas que não consigo bloquear e um soco na boca do estômago, me deixando dobrado. Ela me pega pelo pescoço e me leva ao chão.
- Você se rende?
Consigo escapar do estrangulamento e aplico uma chave, mas ela se solta e, com um golpe, fica por cima de mim. Tinha esquecido de colocar meu protetor inguinal e, quando ela se apoia, começo a sentir um calor. Lá de cima, ela diz:
- Você se rende?
- Bom, foda-se o round.
- Já imaginava.
- Vejo que você se divertiu. Devíamos deixar isso mais interessante, que tal apostar algo?
- Kkkkk, o que você quer apostar?
- Sei lá, dinheiro acho que não importa pra nenhum de nós.
- E o que pode importar pra você?
- Podemos fazer tipo um jogo: quem perder o round perde uma peça de roupa.
- Kkkkk, você é muito infantil por sugerir isso.
- Mas não tá confiante que vai ganhar?
- Claro que vou te vencer, quer que eu ria de te ver pelado?
- Vamos ver se você ri.
Batemos os punhos fechando o trato e começamos. Acho que ela ficou desconcentrada com a ideia, porque não viu meus dois golpes seguidos nas costelas e no estômago dela, que fizeram eu conseguir derrubá-la e aplicar uma chave pra ela perder.
- Você vai ter que cumprir a aposta.
Ela levanta de cara feia e tira a peitoral e a camiseta, se tapando de novo com a peitoral.
- Acho que assim você não vai conseguir ver nada, se era essa sua intenção.
- Já vamos ver.
Ela começa forte e, depois de uns golpes, consegue quebrar minha guarda. Desnorteado, caio e ela segura meu pescoço.
- Agora que você perdeu, tira a camiseta.
- Agora você escolhe que peça eu tiro?
- Aqui quem manda sou eu.
Tirei minha camiseta e dava pra ver a marca dos golpes dela. Ela olhou, lambeu os lábios e, começando o próximo round, mandou dois chutes potentes que não consegui evitar. cobrir e conseguiu quebrar minha guarda, aí com um chute frontal defensivo me derrubou e caiu em cima de mim.
- Agora o short
Tirou meu short e ficou só minha cueca longa, marcando meu pau já bem duro de tesão da luta, vejo que ela olha mas não fala nada. Aí ela dá um chute lateral, que eu esquivo e consigo acertar uma martelada lateral que sigo com um gancho que leva ela ao chão.
- Agora você tira essa legging
Ela tira as caneleiras, deixa de lado, e tira a legging de uma vez, deixando a bunda dela virada pra mim.
- Queria ver isso?
- É uma vista bonita
- Bom, mas ainda não ganhou
E descuidadamente me dá um chute por trás que me desequilibra e acerta um gancho que me deixa caído no chão. Apoiada em cima de mim, pega minhas mãos e aperta com as pernas dela.
- Já era? Perdeu
- Vai tirar minha cueca?
- Fecha os olhos
Quando ouço um som de "clique", abro e vejo que ela colocou umas algemas em mim.
- O que é isso?
- Nesse quarto tenho ferramentas pra outras brincadeiras, mas por enquanto com você vou só fazer isso.
Tira meu pau da cueca e abaixa a calcinha fio-dental dela pra enfiar dentro. Ela tinha me deixado algemado e eu não conseguia me mexer, só sentir como meu pau entrava e sentir o quanto ela tava molhada, de entender pela luta, que tinha deixado ela com tesão.
O movimento ela foi fazendo devagar, circular, gemendo baixinho e aproveitando cada roçada, enquanto eu, imóvel, não podia falar nada. Fazia muito tempo que eu desejava estar nessa posição, sentir ela em cima gemendo baixinho e não ter o controle, fazia meu pau ficar bem duro.
- Nem pense em se mexer, ela fala.
Começou a fazer círculos mais longos até que num momento para de repente e solta um gemido, ficando parada e mordendo o lábio inferior.
Nesse momento que ela se distrai, levanto minha pélvis de lado e ela vira, ficando de costas pro chão e de barriga pra cima. Fico de joelhos e com meu pau ainda dentro, me apoio nela e começo a penetrar nessa posição. Por estar desconfortável por ter as mãos controladas, ela pega minhas nádegas e, abrindo as pernas para me apertar, diz:
- Me come bem forte
Comecei a dar fortes metidas do jeito que dava, os gemidos dela passaram de leves para um pouco mais altos.
Continuei, mas também me esfregando no clitóris dela e fazendo movimentos circulares para roçar. A cada roçada, percebia como ela apertava os lábios e me apertava mais.
Num momento, comecei só a tirar e meter minha pica quando ela me diz com voz forte:
- Não para
Segui assim, aumentando o ritmo, até que de repente ela goza de novo. Ao sentir que ela terminou, tiro minha pica e ela, com um chute, me joga no chão.
- Não se mexe
E depois de dizer isso, com os pés, começa a acariciar minha pica enquanto com os dedos roça o clitóris dela, enfia os dedos, tira e depois chupa.
- Nunca faço isso, mas gostei do que você fez.
Ela se aproximou e colocou minha pica na boca, começou a deixar bem babada e depois começou a me punhetar. Muito forte, cada vez mais forte. Fazia rápido e apertando muito, o que a saliva facilitava.
Até que num momento começaram a sair jatos de porra da minha pica, caindo no chão, no cabelo dela e nos dedos, que ela começou a chupar o sêmen.
- Levanta e me segue.
Fomos ao banheiro, sem tirar as algemas, ela me fez entrar no chuveiro e removeu toda a porra que estava grudada no meu corpo. Pegou uma toalha e disse:
- Se seca
Como pude, me limpei, enquanto ela me olhava esperando.
- Já foi? Bom, agora vem.
Saímos do banheiro e chegamos no quarto dela.
- Dorme aqui e algemado. Amanhã de manhã vou ter vontade de te comer de novo e só aí vou deixar você tirar as algemas.
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