Grávida do Meu Próprio Filho 2 Final

Grávida do Meu Próprio Filho 2 Final

Parte 1
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Yo nunca habia andado con poca ropa por la casa, esa noche se me ocurrió hacerlo por primera vez, pero como dije, no queria ser demasiado obvia asi que me quite el bra y quede en calzones, me puse una playera de mi marido y me quedaba grande, alcanzaba a cubrir todo el torso pero no me cubria por completo las nalgas, se alcanzaba a notar que andaba en calzones, me pareció el atuendo perfecto, cuando llego Daniel a casa me vio y se quedo unos segundos de pie observandome:
madura— Que foi, filho?
— Nada, mãe. Já não tem roupa limpa ou o quê?
— Ué, tô em casa e tô com calor... além disso, o que você tem a ver com isso?
— Haha, calma, mãe, só tava falando... vou tomar banho.

O plano tinha começado bem, já tinha notado que ela tava com pouca roupa. Ele foi tomar banho como de costume, com a porta aberta. Dava pra perceber que, lá de dentro, ele de vez em quando virava pra me olhar. Então resolvi fazer aquela parada de quando você vira pra olhar alguém e a pessoa se vira na mesma hora, e aí você percebe que tava sendo observada. Fiz a mesma coisa pra ele perceber que eu tava olhando ele enquanto ele tomava banho. Nenhum dos dois falava nada, mas os dois sabiam que a gente tava se olhando. Quando ele saiu do banho, aconteceu uma coisa que me deixou excitada. Enquanto ele vinha saindo, eu virei e ele me viu. A gente se olhou nos olhos, mas de novo ninguém falou nada. Só ficamos nos encarando, e ele me deu um sorrisinho, que eu também retribuí. De algum jeito, eu sentia que ele já sabia que eu também queria ele, e só de pensar...rabao... nisso eu fico excitada, enquanto ele vestia um pouco de roupa eu me sentei no sofá pra ver TV, mais tarde ele voltou e sentou do meu lado direito pra comer cereal, mas de frente e me olhando, eu percebia os olhares dele e virei umas 2 ou 3 vezes pra ver ele e ele não parava de me olhar, tive que quebrar o silêncio:
-Que foi? Por que você fica me olhando tanto?
-Nada, é que você tá muito gostosa, saiu hoje?
-Saí sim, mas não me arrumei.
-Ah! Pois tá bonita
Não falamos mais nada, continuei vendo TV e ele veio sentar do meu lado quando terminou de jantar, me perguntou se podia deitar no meu colo, eu falei "Bom... pode... mas não vai ficar me apalpando, me deixa ver TV sossegada", embora por dentro eu implorasse pra ele fazer isso, ele deitou, colocou a mão na minha perna nua e por cima da mão dele apoiou a cabeça, por uns minutos obedeceu, mas depois começou a percorrer minha perna desde o joelho até onde ele tinha a cabeça apoiada, eu continuava tentando fingir que não gostava, falando coisas tipo "Filho, o que eu te falei?", "Daniel, para pelo amor", "Daniel, já chega!", mas ele não parava e eu adorava que ele não parasse, sentia uma vontade incrível de que ele de repente enfiasse a mão entre minhas pernas e tocasse minha buceta, mas esse não era o plano.

Ficamos assim quase meia hora, tempo em que nossa temperatura foi subindo, ele se levantou e me disse:
-Te amo muito, mãe, posso te dar um abraço?
Eu fiquei uns segundos olhando pra ele e depois abri os braços dizendo:
-Vem, meu bebê!... Enquanto estávamos abraçados, comecei a sentir os lábios dele perto do meu pescoço, o abraço ficou mais longo que o normal, mas nenhum dos dois soltava o outro nem falava nada, meu coração começou a acelerar enquanto sentia a respiração dele no meu pescoço, sentia como ele mexia a cabeça pra cima e pra baixo, como a respiração dele percorria meu pescoço, depois senti um beijo, outro beijo, outro beijo e outro beijo:
-Daniel, o que você tá fazendo?
-Eu gosto do seu pescoço, mãe
Eu não falei nada e me inclinei um pouco pra deixar ele continuar, ele continuou Beijando meu pescoço por uns minutos, de repente senti a língua dele percorrer uma parte da minha pele, não consegui evitar soltar um gemidinho baixo, mas claro. Imediatamente percebi que estava me entregando fácil demais e falei:
— Ahh! Filho, para, por favor.
— Por quê? Você tá gostando?
— Sim, mas a gente não pode fazer isso, você é meu filho.
— Isso não tem nada de errado, você é mulher e eu sou homem. Se os dois tão afim, vamos nos deixar levar.
— Não, Daniel, por favor, para... filho, para, pelo amor de Deus.

Ele ignorou e continuou beijando e passando a língua na minha pele, me deixando mais excitada do que já tava. Começou a fazer chupões no meu pescoço. Mesmo sem ter as mãos amarradas, era como se estivesse, não conseguia fazer nada, o desejo me prendia. Com a outra mão, ele começou a acariciar o resto do meu corpo, enfiando a mão por baixo da camiseta que eu tava usando e passando as pontas dos dedos na minha pele. Era uma sensação de tesão máximo. Eu não parava de repetir: "Daniel, por favor, eu te imploro, para", mas ele continuava na dele. Desceu a mão entre minhas pernas e começou a subir, passando a mão pela minha buceta, o que me fez ficar com a pele toda arrepiada. Continuou subindo até chegar nos meus peitos, agarrou e amassou com vontade. Os beijos dele começaram a mudar de posição, beijando meu rosto até chegar na minha boca. A gente ficou se olhando por uns segundos e eu falei de novo: "Por favor, Daniel, eu te imploro, para agora"... Ele continuava amassando meus peitos, de repente desceu a mão, enfiou por baixo da minha calcinha, tocando minha buceta quente e melada. Enfiou um dedo entre meus lábios vaginais, roçando meu clitóris, depois desceu um pouco mais, enfiando um pouco dentro da minha buceta e falou: "Se você não quer, por que tá com as pernas abertas?" Eu só via a cara de tarado e de prazer dele enquanto me tocava. Nem tinha percebido que tinha aberto as pernas pra dar passagem livre pra minha buceta. Quando ele enfiou o dedo na minha buceta, não consegui evitar soltar outro gemidinho, e finalmente cedi de vez. Respondi:incesto- Tá bom, se eu quero, sim, mas vamos pra minha cama. Entramos no quarto e o Daniel se jogou em cima de mim, me derrubou na cama e começou a me beijar de cima a baixo, enquanto com uma das mãos ele amassava meus peitos. Eu tava com a pele arrepiada, tremendo, e não era de frio. Até agora não sei exatamente por quê, mas acho que era o fato de que eu tava prestes a transar com meu filho. Sentia um nervosismo, mesmo estando sozinhos em casa, tinha medo de sermos descobertos. Passava tudo pela minha cabeça: quem poderia nos ouvir, quem poderia chegar em casa e nos pegar de surpresa. Daniel não parava de fazer o dele, eu já tava toda melada, tocava na minha buceta e minha mão saía completamente molhada.mae e filhoDaniel abriu minhas pernas e enfiou o rosto entre elas, metendo a língua na minha racha. Ele queria tudo de mim. Tentei afastá-lo e falei:
— Não, Daniel, isso não, por favor.
— Por que não, mãe?
— Bem... não, não quero que você me veja aí.
— Eu quero te comer todinha, mãe.
— Não me chama de mãe, por favor, me dá vergonha.
— Como eu te chamo? Meu amor?
— Só me chama de Nancy.
— Ok, Nancy, agora tira as mãos e deixa eu comer sua buceta gostosa.vadia  rabudaCom aquela última frase, notei um tom diferente no meu filho. Agora ele parecia um macho alfa dando ordens pra sua mulher. Passou os braços por baixo dos meus joelhos, fazendo com que minhas pernas ficassem nos ombros dele, me segurou pelos pulsos e enfiou a língua na minha racha de novo. Não consegui evitar me contorcer quando ele tocou meu clitóris, isso pareceu deixá-lo mais excitado, porque ele começou a chupar toda a minha buceta como um louco, passava a língua de cima até o meu cu, de vez em quando enfiava na minha vagina. Eu sentia algo descomunal, com meu marido nunca tinha me sentido assim, sentia como se estivesse ficando mole da cintura pra baixo, com as mãos agarrava e esticava mais cobertores. De repente, senti que cheguei ao meu primeiro orgasmo (não feito por mim mesma) em vários anos, mas Daniel não parava, continuava chupando igual um doido. Eu falava pra ele que já tinha gozado e que parasse, mas ele não dizia nada e continuava. Eu sentia algo meio desconfortável porque o clitóris tava muito estimulado, mas como ele não parava, chegou um ponto que senti uma descarga mais forte, senti tocar as estrelas, era algo que nunca tinha sentido na vida. Sempre que eu tinha meu orgasmo, parava por ali, mas agora meu filho tava me dando um orgasmo duplo. Minhas pernas não paravam de tremer. Peguei Daniel pelo rosto e o puxei pra deitar em cima de mim, enquanto dizia:

— Meu amor, meu amor, você é maravilhoso! Te amo, te amo, te amoooo!
— Eu também te amo, Nancy.
— Mete em mim, coração, mete até o fundo!

A partir de agora, tenho que confessar que, por causa de informação errada que recebi, fiquei confiante de que não podia mais engravidar. Sou uma idiota, eu sei. Tive meu filho aos 16, quando fizemos amor eu tinha 38 e me disseram que, como fazia muito tempo que não tinha filhos, com certeza já não podia engravidar, porque nesse tempo todo já teria tido outro. Não foi nenhuma médica, foram crenças de pessoas conhecidas. Então, falei pro Daniel me penetrar sem medo nenhum:

— Mas, eu posso te engravidar, deixa eu pegar um preservativo. -Não! Vem, meu amor, enfia em mim, não posso engravidar, não se preocupa -Tem certeza? -Sim, amorzinho, enterra até o fundo. Ele se aproximou e se acomodou entre minhas pernas, eu sentia a cabeça dele procurando minha entrada. Assim que se encaixou bem, meteu tudo de uma vez, entrou como faca na manteiga. Minha buceta toda molhada se abriu e permitiu a passagem completa do seu membro duro. Nós dois nos fundimos num gemido, ele ficou imóvel com a estaca dentro de mim. Nos olhamos por alguns segundos e nos entregamos apaixonadamente um ao outro. Daniel dava umas metidas muito gostosas, além de me beijar de um jeito mais lascivo do que antes. Eu já não sabia mais de mim, me entreguei completamente a ele. Parecíamos marido e mulher. Eu nunca tinha usado aquela palavra, mas naquela noite, eu a disse:Grávida do Meu Próprio Filho 2 Final-Mmmm.. aaaahhh! Que pau gostoso você tem, Daniel
-Ahhh! Você tem uma buceta deliciosa e quente

Ele assumiu o papel de macho alfa e fez o que quis comigo, me arrumou do jeito dele na cama pra me penetrar de todas as formas que conhecia. Quando me colocou de quatro, me deu umas metidas brutais, parecia um bicho. Tive que enfiar a cara no travesseiro pra abafar os gritos que eu soltava com cada bombada que ele me dava, mas gritos de prazer. Dava pra ouvir minha bunda batendo na barriga dele, ele me comia tão gostoso que os tapas clássicos ecoavam.maduramas agora eu tava tão ardendo que queria montar nele, tirei a roupa e mandei ele deitar de costas, ele me obedeceu sem hesitar, subi em cima dele e comecei a beijar ele de novo, já não sentia ele como meu filho, via ele como um macho com uma boa buceta pra mim, peguei a pica dele que tava duríssima e levei até minha entrada, de uma sentada enfiei tudo, comecei a rebolar como a puta gostosa que sou, enquanto falava pro meu próprio filho:rabao- Você gosta, bebê?
- Sim, adoro
- Você gosta do que a sua puta faz?
- Siim, porra sua puta, continua mexendo essa bunda gostosa que você tem
- Ahhh siiiim! Que pauzão delicioso você tem, meu amor!

Surpreendentemente, depois de tanta conversa suja e movimento, ele me fez gozar uma terceira vez. Gozei em cima do pau dele que ainda estava dentro de mim. Eu já não aguentava mais, me joguei em cima dele e nossos suores se misturaram. A gente tinha encharcado a cama, mas eu nem sabia se era de suor ou dos nossos fluidos.

Daniel me virou de barriga pra cima, jogou minhas pernas nos ombros dele e me enfiou de novo. Começou uma bombada intensa que me fazia continuar gemendo, mesmo depois de já ter gozado três vezes. Logo ouvi ele dizer:incesto



mae e filho- Já já! Uff ahhh - Isso, bebê, me enche todinha. Senti o gozo quente dele sendo depositado dentro de mim, ele se esvaziou por completo lá dentro, se jogou em cima de mim e ficamos abraçados por vários minutos.vadia  rabudaDepois disso, continuamos agindo como se não fôssemos mãe e filho, foi muito excitante. Nos dias seguintes, repetimos tudo de novo, e ele encheu minha buceta de leite de novo. Parecíamos namorados, a semana toda a gente transava umas 2 ou 3 vezes por dia. Depois a coisa acalmou um pouco, mas continuamos fazendo amor. Eu já era a mulher dele, e ele, meu homem.

O grande problema veio quando, umas 3 ou 4 semanas depois, comecei a ter sintomas. Como eu tinha certeza de que não podia engravidar, pensei que fosse outra doença, que tivesse algo errado. Comecei a ter uns mareios leves, e alguém me disse que podia ser um tumor na cabeça. Fiquei com medo pra caralho, marquei consulta com o médico. Pra não prolongar essa história, quando me disseram que não era doença nenhuma, que o que eu tinha era uma gravidez, quase desmaiei. Pedi pro médico fazer novos exames, mas como era exame de sangue, ele disse que não precisava, que tava confirmadíssimo. Ele não conseguiu disfarçar quando viu a cara que eu fiz, e falou:

— Quando contar pro seu marido, vai ver que ele vai ficar muito feliz.

Haha, meu marido... haha. Se ele soubesse, com certeza matava nós dois. Fui pra casa e contei pro Daniel. Tenho que admitir que ele foi muito homem, disse que a gente ia embora junto pra outro lugar, que ele ia sustentar eu e o filho-irmão dele. Mas a verdade é que eu sabia que a culpa era toda minha, por ter cedido pra ele. Não ia deixar ele carregar esse peso sozinho. A única coisa que me veio à cabeça foi falar com meu marido e tentar fazer ele acreditar que o filho era dele. Contei o plano pro Daniel e chamei o pai dele. Marquei ele em casa, e o Daniel tinha saído, como eu tinha mandado. Quando ficamos sozinhos, comecei a agir feito uma putinha, dizendo que sentia muita falta dele, que sentia falta de fazer amor. Como todo homem, ele caiu em questão de minutos. A gente transou, mas enquanto rolava, eu não conseguia parar de lembrar do meu filho Daniel me comendo. Enfim, acabou e ele foi embora. Depois de umas duas semanas, liguei pra ele e falei. que tava grávida, ela chegou em casa na hora e me abraçou, aí o Daniel tava lá e a gente se abraçou os três.Grávida do Meu Próprio Filho 2 FinalA verdade é que o plano deu melhor do que eu esperava. Meu marido chegou falando que aquele menino foi enviado por Deus pra salvar nosso casamento, e ele voltou pra casa pra morar com a gente. Obviamente, Daniel e eu continuamos tendo nosso caso secreto por mais um tempo, até que ele decidiu sair de casa e ficamos só nós três: meu marido, meu filho pequeno e eu. Quando chegou a hora de escolher o nome, como meu marido também se chama Daniel, os dois estavam presentes e eu falei:
— Quero que ele tenha o nome do pai dele, José Daniel.
— Obrigado por colocar meu nome no menino, meu amor, apesar do que eu te fiz (disse meu marido).
— Te amo, Daniel.
Obviamente, vocês já sabem pra quem essa mensagem era dirigida. Hoje em dia, quando meu filho mais velho nos visita, ele é super carinhoso com o menino, até exagerado, eu diria. E claro que sim, ele é o pai dele. Um segredo que nós dois vamos levar pro túmulo.maduraEste relato pertence a Segredos Obscuros, Fonte: Relatos-Eroticos-Club-X

3 comentários - Grávida do Meu Próprio Filho 2 Final

Buen relato, pero al final me hubiera gustado el plan de fuga jajaj, ahí te van 10