Depois daquela primeira vez, a coisa não parou. Héctor e eu continuávamos transando escondido sempre que dava: no banheiro de visitas enquanto a Alejandra tava na cozinha, no carro no estacionamento do supermercado, na minha casa quando ela saía pra fazer compras. Mas a tensão só aumentava. Eu queria mais. Queria que ele soubesse que não era só eu que tava afim dele… e que minha irmãzinha, no fundo, também sentia curiosidade. Alejandra sempre foi a “boazinha” da família: mais magra que eu, peitos um pouco menores que os meus, mas ainda grandes e durinhos, raba empinada e redonda, cabelo preto comprido e aquela carinha de menina inocente que engana. Mas eu conheço ela. Já ouvi ela gemer quando o Héctor come ela, já vi ela se tocando disfarçado quando vê pornô no celular. E depois que Héctor e eu começamos, percebi que ela me olhava diferente: com inveja, com curiosidade, com um brilho quente nos olhos quando eu entrava com o vestido justo e os peitos balançando. Uma noite, uns dias atrás, tudo explodiu. Era sexta, Alejandra convidou pra “tomar um drink” na casa dela. Eu cheguei com um top decotado sem sutiã, saia curta e fio dental vermelho. Héctor abriu a porta e os olhos dele grudaram nos meus bicos duros. Me deu um beijo na bochecha que durou um segundo a mais, e senti o pau dele roçando na minha coxa. Entrei. Alejandra tava no sofá com um shortinho e regata, sem sutiã também. O clima tava pesado. Bebemos tequila, dançamos um pouco com reggaeton antigo. Eu me encostei no Héctor “pra dançar”, esfregando a bunda na virilha dele. Ele endureceu rápido. Alejandra olhava pra gente, não com raiva… com um sorriso estranho, como se soubesse de tudo. Num momento, fui ao banheiro. Quando saí, Héctor tava me esperando no corredor escuro. Me agarrou pela cintura, me beijou com força e enfiou a mão por baixo da minha saia. “Cunhada… sua irmã tá ali…” ele sussurrou no meu ouvido, mas eu já tava toda molhada. “Eu sei… mas não aguento.” Empurrei ele contra a parede e me ajoelhei. Abri o zíper, puxei Pau grossa dele e enfiei na boca fundo. Chupei com gosto, saliva escorrendo pelo tronco, lambendo as veias inchadas. Ele gemia baixinho, segurando meu cabelo. Do nada, luz no corredor. Alejandra estava ali, apoiada no batente da porta, olhando pra gente. Não gritou. Não foi embora. Só falou, com voz rouca: “Desde quando, Erika?” Tirei a pau da boca, ainda brilhando de saliva, e encarei ela. “Desde umas semanas. Mas você já desconfiava, né, irmãzinha?” Ela engoliu seco. Os bicos dos peitos marcaram na camiseta. “Sim… e me dava tesão imaginar isso.” Héctor ficou com a pau de fora, pulsando. Alejandra chegou devagar, ajoelhou do meu lado e olhou pra pau do marido. “Quer dividir?” perguntei, com voz de puta. Ela concordou, devagar. “Sim… mas quero ver você primeiro, Erika. Quero ver como você dá.” Levantei, tirei a calcinha molhada e subi a saia. Apoiei na parede, abri as pernas e separei meus lábios grossos com os dedos. Minha buceta tava escorrendo, clitóris inchado. Héctor entrou de uma vez. Gemi alto. Alejandra chegou perto, me beijou na boca – beijo de irmãs, mas sujo, línguas se enrolando –. Depois desceu e chupou um bico do meu peito enquanto Héctor me comia gostoso. Os peitos dela roçavam nos meus, bicos duros se chocando. “Mais forte, Héctor… arrebenta ela igual você me arrebenta…” disse Alejandra, enfiando uma mão entre minhas pernas pra esfregar meu clitóris enquanto ele me metia. Gozei rápido, esguichando na mão dela, jorros quentes caindo no chão. Héctor não parou. Tirou a pau e me virou. Me colocou de quatro no corredor. Alejandra sentou na minha frente, abriu as pernas e baixou o short. A buceta dela era mais depilada que a minha, lábios rosados, molhados. “Me lambe, Erika… enquanto ele te come.” Me joguei. Enfiei a língua na buceta dela, sentindo a umidade doce, chupando o clitóris pequeno mas duro. Ela gemia alto, segurando meu cabelo. Héctor entrou por trás, dessa vez na buceta, fundo, batendo nas minhas nádegas com as bolas dele. "Vadia... olha como eu tenho as duas..." ele grunhiu. Alejandra gozou na minha boca, tremendo, esfregando a buceta dela no meu rosto. Eu continuei lambendo ela, engolindo os sucos dela. Héctor acelerou, agarrou meus peitos por trás e apertou forte. "Vou gozar... onde vocês querem que eu jogue meu leite?" Alejandra respondeu: "Dentro dela... e depois eu limpo você." Ele gozou dentro de mim, jatos quentes enchendo minha buceta, escorrendo pelas minhas coxas. Quando ele saiu, Alejandra se ajoelhou e lambeu minha buceta, chupando a mistura do marido dela e eu. Eu gemi de novo, gozando na boca dela. Depois fomos para o sofá. Nós três pelados. Héctor sentado no meio. Eu e Alejandra de cada lado, nos revezando para chupar ele. Primeiro eu, fundo, até a garganta. Depois ela, lambendo devagar, beijando a cabeça. A gente se beijava com o pau dele no meio, línguas se roçando no tronco. Héctor ficou duro de novo. Alejandra montou nele, cavalgando devagar, os peitos dela balançando. Eu sentei na cara dele, esfregando minha buceta molhada na boca dele. Ele chupava meu clitóris enquanto a mulher dele montava ele. "Come sua esposa, cunhado... e depois eu de novo..." eu falei. A gente trocou. Eu montei de costas, rabo empinado pra ele, subindo e descendo no pau dele. Alejandra ficou na minha frente, me beijando, chupando meus peitos, enfiando dedos no meu cu enquanto Héctor me comia. No final, as duas de joelhos, bocas abertas. Héctor bateu uma e gozou nas nossas caras: jatos grossos nos meus peitos, na boca da Alejandra, na minha língua. A gente se beijou, compartilhando o leite dele, lambendo a cara uma da outra. Ficamos largadas no sofá, suadas, grudadas, rindo baixinho. Alejandra olhou pra mim: "Isso não foi a última vez, né?" Eu sorri: "Não, irmãzinha. Agora somos três... e vamos trepar todas as noites que der." Héctor só suspirou, com um sorriso de mexicano satisfeito: "Porras de colombianas... vão me matar." E eu pensei: que morte boa.
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