Sábado 22:30 recebo uma mensagem dela, ela estava na casa de um amigo numa típica resenha, a gente tinha ficado tomando fernet e acabamos de comer um churrasco, um pouco alegres pelo álcool e com a ideia de ir até tarde, como sempre que a gente se encontra.
L: E aí? Vi que você saiu com seus amigos.
Eu: Não sou o único, vi que tem festa na sua casa também.
L: Tem festa sim, mas eu não fui convidada e ainda por cima tive que cozinhar.
Eu: Como assim não foi convidada e ainda cozinhou?
L: O babaca do "C" (lembrando que é o marido dela) convidou uns amigos dele pra jogar cartas e me fez cozinhar pra eles que nem uma burra de carga. E ainda tem uns que são uns tarados.
Eu: Não sei como você aguenta, como assim tarados? Eles falam alguma coisa?
L: Agora eu aguento porque você tá perto pra me visitar hahaha. Eles não falam nada, mas fazem sinais, ficam olhando minha bunda o tempo todo, me despem com o olhar e um pouco mais.
Eu: Posso te visitar em qualquer lugar haha, e ele não percebe? Não fala nada?
L: Ele percebe, mas não fala nada. Fica se fazendo de machão na frente deles ou me aperta a bunda, como se dissesse "olha o que eu como". Dá vontade de dar um soco nele haha, já falei pra ele não fazer mais isso.
Eu: Se eu fosse ele... meu Deus, melhor não falar nada.
L: Fala.
Eu: Não, melhor não haha, é muito pesado.
L: Me conta, vai.
Eu: Eu te faria vestir bem provocante, te sentaria nas minhas pernas, apertaria sua bunda, te apoiaria e mais.
L: Bem provocante como? Eu deixaria você fazer isso comigo e mais.
Eu: Com leggings que deixassem um pouco transparente, saias bem curtinhas pra ver suas pernas, shorts bem justos. Por que você deixaria eu fazer isso e ele não?
L: Nem precisa dessa pergunta, porque você já sabe a resposta. Me daria muito tesão você escolher minha roupa e também deixaria você fazer isso com minhas calcinhas.
Eu: Quero que você me diga a resposta da pergunta, e só de escolher a roupa já estaria bom, você já sabe que calcinhas tem que usar pra mim.
L: Hahaha sim, eu sei, as menores que eu tiver e que fiquem o mais coladas possível. Você não vai ficar mostrando isso pros seus amigos, né??
Eu: Não, pra ninguém. E sim, eu adoro como ficam em você, responde minha pergunta.
L: Eu ficaria com você porque você me dá umas fodas boas, já esse aqui finge que me fode e não tem nada a ver, como eu disse, ele quer bancar o machão pros amigos.
Eu: Que lindo, como eu faria você rebolando essa bunda de saia entre a gente. E que foda eu te daria depois.
L: Saia? Pra tocar no fio dental que eu tiver usando? Você não sabe o bem que me faria um tempinho com esse pau, nem que seja um pouco.
Eu: Siiiim, e se fosse de dia com esse calor, eu te botaria pra tomar sol de micro biquíni, passaria creminho, protetor solar, tudo. Vou te emprestar ele um tempinho, ia fazer bem você dar uns carinhos nele.
L: Creminho ou porra você me passaria? Haha. Você me fala isso e eu fico excitada só de pensar. Aqui tá cheio de gente, você tá louco? E eu não posso sair.
Eu: Eu vou, você sabe que a gente sempre toca a campainha quando você fecha pra comprar alguma coisa. E depois a gente vê se dá pra fazer algo, senão pelo menos um beijo e uma pegada na bunda.
L: Espera que eu vou tomar um banho e te aviso. (FOTO)
L: Tô pronta.
Esperei alguns minutos e fui, toquei a campainha e ela abriu a porta um pouquinho pra ver se era eu. "Tá sozinho?" ela perguntou, eu balancei a cabeça, ela olhou pra trás pra ver se o marido tava vindo e abriu a porta. Ela tava de chinelo, uma saia bem curta de jeans com uma regata fúcsia. Só consegui olhar ela de cima a baixo várias vezes, mordendo o lábio.
L: Gostou? É o que você disse que me botaria ou não?
Eu: Gostei, como eu te comeria com essa saiazinha.
Ela riu, deu uma voltinha pra mim e respondeu: "Se você gosta tanto, vou levar em conta então."
Eu: Você se vestiu completa do jeito que eu gosto?
L: Descobre.
Apoiei ela contra a parte de trás do carro que tava estacionado na garagem, beijei ela e comecei a meter a mão desesperado, agarrando a bunda dela, até conseguir tocar no fio dental dela completamente, entre as nádegas durinhas se perdia um fio e em cima virava um triângulo pequeno. Me excitou tanto que o pau ficou duro e implorando pra ser solto. Da cueca e da minha calça, ela sentiu e esfregava a buceta ainda com a calcinha por cima do meu pau, ofegando um pouco, mas sem parar os movimentos, ela me dizia. L: Você tem que parar, não podemos fazer isso aqui, é perigoso demais, o C pode nos pegar. Eu: Não tô nem aí, não posso ir embora assim, deixa eu meter só um pouquinho, eu gozo rápido, por favor. L: Não fala assim, com a vontade que eu tô de você me comer ou de experimentar sua porra. Você vai me tentar a fazer uma coisa que não dá. Eu: Por favor, vai, tira meu leite. Ela meteu as duas mãos na minha calça pra puxar meu pau, parei de beijá-la e tocá-la pra olhar o que ela fazia. Quando conseguiu soltá-lo com a mão esquerda, puxou toda a pele pra trás, deixando a cabeça toda exposta e apertando com força a base do tronco, doeu um pouco, olhei pra ela e ela estava levando os dedos perto da boca e, enquanto sorria olhando nos meus olhos, cuspiu nos dedos, começou a passá-los na cabeça, só na cabeça, e voltou a pegar saliva quando era necessário. Ninguém falava, só nos olhávamos nos olhos, ela com um sorriso e eu de vez em quando fechava um pouco os olhos, ela aumentou o ritmo da punheta e passou de tocar só com os dedos na cabeça a apertar com um pouco de força pra me masturbar. L: Tá gostando? Não respondi, não conseguia. L: Que duro que você tá, dói um pouquinho que eu toque assim, né? Assenti. L: Não importa, você que quis, tem que me dar sua porra agora. Assenti de novo. L: Você não sabe como eu queria que esse corno aparecesse e visse o que eu tô fazendo, ele nunca tocou num pau. Por que a gente não entra e você me come na frente de todo mundo em cima da mesa? Eu: Faço o que você quiser. Claramente não ia rolar, mas me excitava demais ela falando desse jeito, bem promíscua, bem puta. L: Por que não estoura minha bunda como no outro dia? Lembra? Você me deixou a bunda cheia de porra, minha raba ardia de tão quente que tava aquele leite, e ainda por cima me deixou toda aberta, meu cuzinho. Eu: Filha da puta que socorro, da próxima vez eu arrebento pior, e você vai dormir um tempinho com o pau dentro.
L: Ah é? Vamos dormir uma sonequinha e você vai deixar o pau na minha bundinha? Que sujo você é, mas eu adoro. Vai logo, pai, você tá demorando muito e meu gozo não sai.
Eu: Já vai vir, você continua. Vai se preparando que durante a semana eu faço outra visita.
L: Eu adoraria, porque agora você vai me deixar toda esquentada. Mas eu gosto de ficar assim porque sinto mais sua falta e penso nesse pau toda hora. O bom é que isso me faz pensar em coisas que quero fazer quando estivermos sozinhos.
Eu: É bom que você seja mais putinha da próxima vez que eu vier. O gozo já tá vindo, continua.
L: Vou pensar em alguma coisa, fica tranquilo, queria te dizer também que gostei muito quando você me castigou no outro dia, me deixou morta e toda dolorida, acho que quero uns corretivos de novo. Não sei em que momento, mas a saia tinha subido um pouco mais do que antes, eu tinha deixado por cima da bunda, abaixei um pouco a calcinha e fiz com que minha cabeça roçasse toda a sua buceta, que estava completamente molhada. Ao sentir esse calor, eu gozei, melbei a buceta toda e caiu tudo na calcinha. Olhei pra ela e ajeitei bem, não limpei nada.
L: Agora sim, espero que “C” queira me tocar por baixo da saia na frente dos amigos dele, e a mão dele encha do seu leite.
Eu: Não seja assim, filha da puta hahaha. Pedi o que ela tinha ido comprar, beijei-a e, antes de abrir a porta para ir embora, ela levantou a saia, mostrou a bunda rebolando pra mim e disse: “Um castiguinho, pai, antes de você ir?”. Mão esquerda nas costas dela e com a direita dei uma palmada que ficou vermelha instantaneamente. “Ai, que duro você foi, mas pelo menos por um tempo é suficiente. Se eu precisar de mais, te aviso”. Com muito prazer, putinha, respondi, beijei-a e fui embora. Obviamente, ao chegar na casa do meu amigo novamente, enviei o comprovante de pagamento que dizia: “Continua assim, putinha, gosto de te castigar”.
L: E aí? Vi que você saiu com seus amigos.
Eu: Não sou o único, vi que tem festa na sua casa também.
L: Tem festa sim, mas eu não fui convidada e ainda por cima tive que cozinhar.
Eu: Como assim não foi convidada e ainda cozinhou?
L: O babaca do "C" (lembrando que é o marido dela) convidou uns amigos dele pra jogar cartas e me fez cozinhar pra eles que nem uma burra de carga. E ainda tem uns que são uns tarados.
Eu: Não sei como você aguenta, como assim tarados? Eles falam alguma coisa?
L: Agora eu aguento porque você tá perto pra me visitar hahaha. Eles não falam nada, mas fazem sinais, ficam olhando minha bunda o tempo todo, me despem com o olhar e um pouco mais.
Eu: Posso te visitar em qualquer lugar haha, e ele não percebe? Não fala nada?
L: Ele percebe, mas não fala nada. Fica se fazendo de machão na frente deles ou me aperta a bunda, como se dissesse "olha o que eu como". Dá vontade de dar um soco nele haha, já falei pra ele não fazer mais isso.
Eu: Se eu fosse ele... meu Deus, melhor não falar nada.
L: Fala.
Eu: Não, melhor não haha, é muito pesado.
L: Me conta, vai.
Eu: Eu te faria vestir bem provocante, te sentaria nas minhas pernas, apertaria sua bunda, te apoiaria e mais.
L: Bem provocante como? Eu deixaria você fazer isso comigo e mais.
Eu: Com leggings que deixassem um pouco transparente, saias bem curtinhas pra ver suas pernas, shorts bem justos. Por que você deixaria eu fazer isso e ele não?
L: Nem precisa dessa pergunta, porque você já sabe a resposta. Me daria muito tesão você escolher minha roupa e também deixaria você fazer isso com minhas calcinhas.
Eu: Quero que você me diga a resposta da pergunta, e só de escolher a roupa já estaria bom, você já sabe que calcinhas tem que usar pra mim.
L: Hahaha sim, eu sei, as menores que eu tiver e que fiquem o mais coladas possível. Você não vai ficar mostrando isso pros seus amigos, né??
Eu: Não, pra ninguém. E sim, eu adoro como ficam em você, responde minha pergunta.
L: Eu ficaria com você porque você me dá umas fodas boas, já esse aqui finge que me fode e não tem nada a ver, como eu disse, ele quer bancar o machão pros amigos.
Eu: Que lindo, como eu faria você rebolando essa bunda de saia entre a gente. E que foda eu te daria depois.
L: Saia? Pra tocar no fio dental que eu tiver usando? Você não sabe o bem que me faria um tempinho com esse pau, nem que seja um pouco.
Eu: Siiiim, e se fosse de dia com esse calor, eu te botaria pra tomar sol de micro biquíni, passaria creminho, protetor solar, tudo. Vou te emprestar ele um tempinho, ia fazer bem você dar uns carinhos nele.
L: Creminho ou porra você me passaria? Haha. Você me fala isso e eu fico excitada só de pensar. Aqui tá cheio de gente, você tá louco? E eu não posso sair.
Eu: Eu vou, você sabe que a gente sempre toca a campainha quando você fecha pra comprar alguma coisa. E depois a gente vê se dá pra fazer algo, senão pelo menos um beijo e uma pegada na bunda.
L: Espera que eu vou tomar um banho e te aviso. (FOTO)
L: Tô pronta.
Esperei alguns minutos e fui, toquei a campainha e ela abriu a porta um pouquinho pra ver se era eu. "Tá sozinho?" ela perguntou, eu balancei a cabeça, ela olhou pra trás pra ver se o marido tava vindo e abriu a porta. Ela tava de chinelo, uma saia bem curta de jeans com uma regata fúcsia. Só consegui olhar ela de cima a baixo várias vezes, mordendo o lábio.
L: Gostou? É o que você disse que me botaria ou não?
Eu: Gostei, como eu te comeria com essa saiazinha.
Ela riu, deu uma voltinha pra mim e respondeu: "Se você gosta tanto, vou levar em conta então."
Eu: Você se vestiu completa do jeito que eu gosto?
L: Descobre.
Apoiei ela contra a parte de trás do carro que tava estacionado na garagem, beijei ela e comecei a meter a mão desesperado, agarrando a bunda dela, até conseguir tocar no fio dental dela completamente, entre as nádegas durinhas se perdia um fio e em cima virava um triângulo pequeno. Me excitou tanto que o pau ficou duro e implorando pra ser solto. Da cueca e da minha calça, ela sentiu e esfregava a buceta ainda com a calcinha por cima do meu pau, ofegando um pouco, mas sem parar os movimentos, ela me dizia. L: Você tem que parar, não podemos fazer isso aqui, é perigoso demais, o C pode nos pegar. Eu: Não tô nem aí, não posso ir embora assim, deixa eu meter só um pouquinho, eu gozo rápido, por favor. L: Não fala assim, com a vontade que eu tô de você me comer ou de experimentar sua porra. Você vai me tentar a fazer uma coisa que não dá. Eu: Por favor, vai, tira meu leite. Ela meteu as duas mãos na minha calça pra puxar meu pau, parei de beijá-la e tocá-la pra olhar o que ela fazia. Quando conseguiu soltá-lo com a mão esquerda, puxou toda a pele pra trás, deixando a cabeça toda exposta e apertando com força a base do tronco, doeu um pouco, olhei pra ela e ela estava levando os dedos perto da boca e, enquanto sorria olhando nos meus olhos, cuspiu nos dedos, começou a passá-los na cabeça, só na cabeça, e voltou a pegar saliva quando era necessário. Ninguém falava, só nos olhávamos nos olhos, ela com um sorriso e eu de vez em quando fechava um pouco os olhos, ela aumentou o ritmo da punheta e passou de tocar só com os dedos na cabeça a apertar com um pouco de força pra me masturbar. L: Tá gostando? Não respondi, não conseguia. L: Que duro que você tá, dói um pouquinho que eu toque assim, né? Assenti. L: Não importa, você que quis, tem que me dar sua porra agora. Assenti de novo. L: Você não sabe como eu queria que esse corno aparecesse e visse o que eu tô fazendo, ele nunca tocou num pau. Por que a gente não entra e você me come na frente de todo mundo em cima da mesa? Eu: Faço o que você quiser. Claramente não ia rolar, mas me excitava demais ela falando desse jeito, bem promíscua, bem puta. L: Por que não estoura minha bunda como no outro dia? Lembra? Você me deixou a bunda cheia de porra, minha raba ardia de tão quente que tava aquele leite, e ainda por cima me deixou toda aberta, meu cuzinho. Eu: Filha da puta que socorro, da próxima vez eu arrebento pior, e você vai dormir um tempinho com o pau dentro.
L: Ah é? Vamos dormir uma sonequinha e você vai deixar o pau na minha bundinha? Que sujo você é, mas eu adoro. Vai logo, pai, você tá demorando muito e meu gozo não sai.
Eu: Já vai vir, você continua. Vai se preparando que durante a semana eu faço outra visita.
L: Eu adoraria, porque agora você vai me deixar toda esquentada. Mas eu gosto de ficar assim porque sinto mais sua falta e penso nesse pau toda hora. O bom é que isso me faz pensar em coisas que quero fazer quando estivermos sozinhos.
Eu: É bom que você seja mais putinha da próxima vez que eu vier. O gozo já tá vindo, continua.
L: Vou pensar em alguma coisa, fica tranquilo, queria te dizer também que gostei muito quando você me castigou no outro dia, me deixou morta e toda dolorida, acho que quero uns corretivos de novo. Não sei em que momento, mas a saia tinha subido um pouco mais do que antes, eu tinha deixado por cima da bunda, abaixei um pouco a calcinha e fiz com que minha cabeça roçasse toda a sua buceta, que estava completamente molhada. Ao sentir esse calor, eu gozei, melbei a buceta toda e caiu tudo na calcinha. Olhei pra ela e ajeitei bem, não limpei nada.
L: Agora sim, espero que “C” queira me tocar por baixo da saia na frente dos amigos dele, e a mão dele encha do seu leite.
Eu: Não seja assim, filha da puta hahaha. Pedi o que ela tinha ido comprar, beijei-a e, antes de abrir a porta para ir embora, ela levantou a saia, mostrou a bunda rebolando pra mim e disse: “Um castiguinho, pai, antes de você ir?”. Mão esquerda nas costas dela e com a direita dei uma palmada que ficou vermelha instantaneamente. “Ai, que duro você foi, mas pelo menos por um tempo é suficiente. Se eu precisar de mais, te aviso”. Com muito prazer, putinha, respondi, beijei-a e fui embora. Obviamente, ao chegar na casa do meu amigo novamente, enviei o comprovante de pagamento que dizia: “Continua assim, putinha, gosto de te castigar”.
1 comentários - Milf kiosquera 8