Don Alberto: Segunda Parte

Aqui vai a segunda parte dessa história.


espero que vocês aproveitem bastante




valeu pelos pontos que vocês dão de prêmio pelo meu trampo


espero comentários






Depois da festa que os peões me fizeram, transar com o Oscarcito já não me satisfazia nem metade do que os peões tinham me satisfeito, e mesmo com a buceta bem aberta, eu não dava pro Oscarcito. E claro, eu tava muito tarada atrás de um orgasmo sem limites. O corno adorava me ver assim, e depois de me comer, já era costume eu brincar com o cu dele. No sábado seguinte, o Dom Alberto veio nos visitar. O sem-vergonha chegou de tarde, sabendo que ia encontrar o Oscarcito. Eu fiquei nervosa, mas minha vontade de várias picas falou mais alto. Sentamos à mesa e ofereci uma cerveja pra ele.


Alberto, como é que tá, corno? Desculpa, mas acho que posso te chamar assim, não é mesmo?
Oscar, sim, seu Alberto. Se o senhor gosta de me chamar assim, tudo bem, eu mereço. Verdade, muito obrigado pelos consertos, a cozinha ficou muito boa agora. Com certeza veio por isso.
Alberto não, só vim comer sua esposa mesmo, essa bunda é irresistível e olha como ela mostra bem. Vem cá, sua gostosa.
Ela olha pro Oscarcito como quem pede permissão, ele só baixou a cabeça, o velho nojento já tinha ele totalmente dominado.
Oscar, o senhor tem razão, minha esposa tem uma bunda divina, mas também uns peitos lindos.
Alberto, ela me disse que nunca te deu, isso é verdade?
Oscar sim, senhor, nunca consegui tocar nele.
Alberto, e também nunca vou deixar você tocar nela, corno, ficou claro.
Oscar, é isso mesmo, senhor, ficou bem claro.
Alberto, que tal a gente fazer uma coisa: vamos pra sua cama, já que é de casal, e ali mesmo, na sua cama, eu dou uma boa foda nela.
Oscar sim, tá bom, o que o senhor disser, eu espero vocês aqui.
Alberto não, corno, você vem com a gente, quero que veja como vou tomar conta da sua mulher e se você se comportar bem vai poder comer ela também, não se preocupa, ela já tá acostumada a dar pra dois paus ao mesmo tempo.
Fomos pro quarto, quando chegamos, seu Alberto mandou o corno tirar a calça dele. O Oscarcito se ajoelhou e, ao abaixar, percebeu que o velho sujo não tava de cueca, então levou uma porrada de pau na cara.
Alberto, você gosta de corno, gosta da pica que vai comer a sua mulher?
Oscar, eu adoro você.
Alberto então dá um beijo nela, corno, dá um beijo e enfia a buceta na boca.
Ver o Oscarcito abrir a boca e engolir aquela pica foi lindo pra mim, tava vendo como o grande inimigo dele vencia totalmente meu maridinho, que não só meteu a pica do dom Alberto na boca, mas também começou a chupar ela feito uma putinha gostosa.
Alberto, olha essa puta, olha como ela chupa bem o corneta. Se continuar assim, hoje vou arrebentar o cu dos dois. Vai, puta, vem você também chupar minha pica.
Ali a gente tava, nós dois de joelho na frente da pica daquele velho nojento que foi ficando cada vez mais duro até o Alberto falar


Alberto, tomem, seus putinhos, ahhhhhhh que delíciaaa... não deixem uma gotinha sequer
O velho tinha enchido nossa cara com a porra nojenta dele, beijei o corno e pedi pra ele tirar da minha cara, e como bom corno que é, não hesitou um segundo, engoliu tudo, até a que tava nos meus peitos.


Alberto, acho que o corno já tá pronto pra receber minha pica no cu.
Ah sim, meu amorzinho, deixa ele coroar a vitória dele, bebê, já somos as putinhas dele.
Com lágrimas nos olhos, o Oscarcito confirmou com a cabeça, ficou de quatro e começou a chupar minha buceta, esperando ser desvirginado pelo seu inimigo de sempre. Alberto abriu suas nádegas e cuspiu no ânus dele, apoiou seu pauzão no buraco a ser destruído e empurrou. Oscarcito apertava minha buceta com a boca fechada, sinal do que estava sofrendo. O pau do Alberto demorou bastante para entrar, mas quando entrou, de um só empurrão foi até as bolas no meu maridinho e começou a comê-lo sem dar tempo para o cu se acostumar com aquele pau. Oscarcito tentou aguentar aquela porrada, mas não conseguiu. Embora Alberto nunca tenha visto nem ouvido o cuck chorar enterrado na minha buceta, assim Oscarcito foi relaxando e, depois da décima metida, a dor foi se transformando em prazer.
Alberto, eu sabia que isso ia acontecer, não adiantou nada ele se fazer de durão comigo. Olha só como ele terminou, agora é um putinho submisso aos meus pés, o babaca. Isso que dá ser viadinho, agora é um grande piranhão. Como esse corno tem o cu apertado, meu Deus, vou vir sempre aqui arrebentar ele.


De repente, Alberto tirou a pica do cu dele e jogou ele com desprezo pro lado, chegou perto de mim e falou


Alberto, agora é sua vez. Não vou desperdiçar porra no cu do corno.


Lá estava eu ainda com minha saia curta vestida, de pernas abertas na cama. Alberto me virou com minha ajuda e, sem hesitar um segundo, enfiou no meu cu.


Me perdoa, amor, me perdoa, mas eu amo essa pica, eu sei que é sua inimiga, mas tem uma pica muito boa, olha como ela arrebenta minha bunda ahhhh ahhh ahhhh


Oscarcito não parava de se masturbar. O velho nojento do inimigo dele não só tinha vencido ele, como também tinha tomado a bunda da mulher dele e comido ela na própria cama dele. Mas o mais humilhante é que até tinha arrombado o cu do corno. Por sorte pra ele, ainda não tinha engravidado ela — isso sim seria o fim da picada. O velho não parou de me dar prazer pelo cu até me encher de porra, o que custou um bocado pra ele. No fim, tudo tinha começado com muito tesão e safadeza, mas eu terminei implorando pra ele gozar dentro e parar de me meter a pica. Quando isso aconteceu, dom Alberto mandou o Oscarcito me limpar. Quando viu como o corno obedecia, ele se levantou, foi no banheiro lavar a pica e vazou. Isso foi o melhor: Oscarcito não só me limpou toda, como também me comeu a noite inteira. E finalmente ele teve minha bunda à disposição dele — o que ele tanto queria. Graças ao inimigo dele, ele conseguiu.





2 comentários - Don Alberto: Segunda Parte