Milf da banca 3

Depois de receber a mensagem, perguntando se eu queria que ela usasse algo específico, fiquei pensando e no dia seguinte respondi. Eu: Uma fantasia de colegial, quero que você vista. L: Tá bom, nesses dias vou comprar uma. Eu: Você não tem nenhuma outra? L: Nunca usei, e a lingerie mais ousada que tenho, você viu no outro dia. Não me chamava atenção, nem achava que ficaria bem em mim, além disso C (o marido) também nunca pedia. Eu: Bom, isso mudou, comigo você vai usar várias coisas. Depois a gente combina e te levo pra comprar. L: Bom, me dá um pouco de vergonha mesmo, não sei se vai ficar bem, não quero parecer ridícula. Talvez a época dessas coisas já passou pra mim, tava meio excitada no outro dia e acabei te propondo isso, mas tenho minhas dúvidas. Eu: Você já me deu a ideia, e fiquei a noite toda imaginando você com aquilo vestido, tava com a pica explodindo. Agora não volta atrás. L: Tá bom, a gente vai tentar. Passaram 2 dias, e fui de manhã cedo no negócio. Ela me atendeu bem, mas não tava como sempre, eu a via desanimada e triste. Eu: O que que cê tem? L: Nada, tá tudo bem (tentou disfarçar um sorriso). Eu: O que que cê tem, me conta, vai. L: Discuti com C, ele sempre faz a mesma coisa comigo. Eu: O quê? L: Falei que a gente tinha que ir no jardim de infância que a professora chamou por causa do comportamento do menino, e ele não quer ir. Além disso, depois do trabalho ele vai jogar bola, não liga pra nada. Eu: Não se preocupa, eu te acompanho e daí a gente vai fazer compras. Você vai se distrair, vai ver. L: Acho que não é algo que te cabe. Eu: Posso esperar lá fora, ou entro com você dizendo que sou tio dele, como você quiser. L: Bom, vou pensar e te aviso. Eu: Fechou, a gente se vê daqui a pouco. Cheguei, passei o comprovante, ela viu e esperei. Não queria pressionar ela. L: Gostaria que você me acompanhasse, mas tem que parecer coincidência, senão o menino vai contar pro C. E você não pode entrar. Eu: Bom, me avisa quando vocês saírem. Eu vou tirando o carro e te pergunto pra onde vão, e encontro vocês. L: Ok. Depois de um tempo ela me avisou, então saí, perguntei pra onde iam e falei pro menino que eu tinha que passar perto do jardim de infância dele, que podia dar uma carona se ele quisesse. Ele aceitou feliz, não gosto de andar de ônibus, até deixei ele escolher a música que queria ouvir no caminho. Chegamos, "me despedi" e fingi que ia embora. Esperei uns minutos e falei que tava ali na esquina. Vi ela vindo andando, de frente já dava pra ver as cadeiras, ela tinha uma bunda gostosa pra caralho. L: Você fica bravo se a gente for comprar algo na próxima? Não tô num humor muito bom pra ir em lugar cheio de gente, quero sossego. Eu: Sem problema, fica tranquila. A gente volta? (Não tava bravo, mas tava com uma vontade do caralho de transar, e achei que não ia rolar nada) L: Posso te pagar pelo trabalho de nos trazer (ela apoiou a mão esquerda na minha perna direita, deslizando até meu pau) Talvez ajude a gente a aliviar um pouco o estresse. Eu: Se você precisa, é todo seu. E lá estávamos nós, com o carro estacionado debaixo de uma árvore, na hora da sesta, do lado do jardim de infância do filho dela. Olhando nos meus olhos, ela puxou meu pau pra fora da calça e, meio sonolenta como tava, enfiou ele inteiro na boca. Chupava com uma vontade desgraçada, tava alucinada no meu pau. Eu só relaxei e aproveitei, nem tocava em nenhuma parte do corpo dela. L: Isso é uma fantasia que eu tenho, quando "C" me trazia de Santiago ou quando a gente ia, sempre quis chupar o pau dele na estrada, enquanto ele dirigia, e ele nunca deixou, tinha medo até de algum caminhoneiro olhar minha bunda enquanto eu chupava o pau dele. Eu: Eu não tenho esse medo, falei. Com as duas mãos, puxei a legging dela pra baixo, enquanto a bunda dela apontava pra calçada. Ela tava com uma fio dental bem enfiada, do meu lado era uma vista linda, e eu nem queria imaginar se alguém passasse e visse aquela bunda de quatro lá de fora, isso me excitou ainda mais. Eu acariciava as nádegas dela, o cu e a buceta, tudo por cima da fio dental, acendi um cigarro e me deixei levar pelo prazer. L: Você tá gostando, né? Eu: Não te Você dá uma ideia. L: Você me faz sentir uma puta, chupando seu pau no carro, com a bunda de fio dental pra qualquer um olhar e ainda por cima enquanto acende um cigarro. Eu: Você é uma puta, é minha puta. E agora eu sou seu macho, faz seu homem feliz. Ela continuou chupando, até que em um momento passaram 2 caras, adolescentes, andavam devagar pra não perder nada, eu só vigiava eles pra não fazerem nada demais, só levarem a lembrança na retina. Eu: Tem 2 caras que olharam toda a sua bunda. Sabe as punhetas que vão bater pensando em você. L: Mmm que gostoso, queria ver a porra que eles tiram por minha causa. Eu: Tira minha porra, e pensa que é deles também. Ela começou a fazer garganta profunda e me bater uma com muito tesão, até eu gozar. Enchi toda a boca dela de porra que sem pensar ela engoliu, algumas gotas caíram na minha barriga e ela voltou pra lamber também. L: Que porra gostosa que você tem, podia tomar todo dia. Eu: Por sorte moro do lado da sua casa, pode pedir quando quiser. Voltamos, chegamos e cada um pra sua casa. Passaram 5 minutos, e ela me mandou mensagem, que tinha esquecido de me dar umas coisas, se eu podia ir, e que entrasse como sempre. Entrei pela garagem, ela não estava lá, olhei no escritório e também não. Fui entrando na casa devagar, falando "olá, olá". L: Entra, me espera no sofá, já vou. Esperei, não entendia o que tava rolando, mas obedeci o que ela pediu. De repente ela apareceu, nua e com o fio dental que tava usando há pouco. Não falou nada, se aproximou, deixou meu pau de fora e sentou nele. Pediu pra eu abrir a boca. L: Esse fio dental é seu (colocando na minha boca) é do primeiro boquete que fiz num carro. Fica com ele ou dá pros caras. Eu olhava atônito enquanto ela enfiava na minha boca e começava a cavalgar. L: Tinha que te dar o fio dental, e uma boa fodida. Achei que o boquete não foi suficiente. Meu pau ficou duríssimo na hora, isso fez com que na cavalgada forte ela gozasse logo, mas ainda faltava eu, e ela não largou o trabalho, pelo contrário, se esforçou ainda mais pra tirar meu leite, até que conseguiu e eu enchi ela de novo, mas dessa vez a buceta dela. Ela ficou largada no sofá, enquanto eu me arrumava de novo, agradeci pela calcinha fio dental e fui pra minha casa.

3 comentários - Milf da banca 3

gran relato loco!!!
Gracias loco, seguí la saga que hay más !
Sos un crack genio, me hace acordar a una ex compañera de colegio.