O inverno moscovita se infiltrava pelas frestas das janelas da mansão, um frio glacial que contrastava com a opulência sufocante do interior. Edu se olhava no espelho do grande closet, ajustando a camisa de seda que lutava para conter seu abdômen proeminente. Sua pele morena, suada apesar do frio, brilhava sob as luzes halógenas. Era um homem que tinha tudo no papel: contas bancárias que fariam um oligarca tremer e um sobrenome que abria portas no Kremlin. No entanto, ao baixar o olhar para sua virilha, uma pontada de insuficiência percorria sua espinha. Ele sabia que sua dotação era insignificante, um pequeno volume que parecia se esconder, envergonhado, entre suas coxas grossas. No quarto ao lado, Katya se deslizava diante do espelho com a graça de um cisne predador. Seu cabelo loiro caía em cascatas perfeitas sobre seus ombros pálidos, e seus olhos azuis, frios como o gelo siberiano, não demonstravam nenhum traço de amor enquanto observavam o reflexo do marido. Para ela, Edu não passava de um caixa eletrônico com pernas, um homem cuja aparência física lhe provocava uma náusea surda que ela reprimia com sorrisos ensaiados. Seus encontros sexuais eram rotinas tediosas, simulacros de paixão onde ela fingia gemer enquanto sentia o pequeno membro de Edu mal roçando a entrada da sua buceta, incapaz de preencher o vazio, tanto físico quanto emocional, que ela sentia. Katya ajustou a lingerie de couro preto que havia comprado em segredo. O material rígido apertava seus quadris, realçando a curva pronunciada da sua bunda empinada e elevando seus seios firmes, cujos mamilos já estavam eretos pela antecipação do seu plano. Vestiu por cima um vestido de alta-costura, um presente caro de Edu, que se colava ao seu corpo como uma segunda pele. — Edu, querido! Você está pronto? — gritou ela, a voz carregada de uma doçura artificial. Edu entrou no quarto, parecendo nervoso. Tinha se banhado três vezes e tinha se passei a colônia mais cara que eu tinha, tentando compensar minha insegurança com fragrâncias fortes. —Estou pronto, Katya. Mas ainda acho isso... incomum. Você tem certeza que ela vai aceitar? Katya se aproximou dele e acariciou sua bochecha, um carinho que para Edu era afeto, mas que para ela era o manejo de um bicho de estimação. —Ah, meu amor, a Anna está ansiosa. Lembra do trato: é um jogo de exploração. Ela é uma mulher especial, uma artista do prazer. Só queremos dar uma apimentada na nossa rotina, não acha? Ela não julga, só quer curtir a nossa companhia. Edu engoliu seco, sentindo a excitação começar a brigar com a timidez. —Bom, se você acha que é o certo... eu adoraria te ver aproveitando. Katya sorriu por dentro. A manipulação tinha sido fácil. Edu, desesperado por qualquer migalha de validação sexual, tinha caído na armadilha sem questionar o verdadeiro propósito da noite. A campainha tocou, ecoando no vazio do grande hall. Katya abriu a porta e Anna entrou como uma tempestade de fogo. Era uma mulher imponente, de uma beleza agressiva e magnética. Seu cabelo ruivo vibrante contrastava com uma pele branca porcelana. Vestia um vestido justo, revelando uns peitos volumosos que ameaçavam escapar do decote e uma bunda que desafiava a gravidade. Edu ficou de queixo caído. Nunca tinha visto uma mulher assim na vida. Na cabeça dele, Anna era simplesmente uma mulher excepcionalmente gostosa. Ele não percebeu, nem desconfiou, que por baixo daquela saia se escondia um segredo que mudaria a dinâmica do casamento dele para sempre. O jantar rolou entre doses de vodka premium e risadas forçadas. O clima ficou carregado de uma eletricidade densa. Anna, seguindo o plano de Katya, começou a lançar olhares sugestivos para Edu, enquanto as mãos dela percorriam a mesa, roçando de propósito no braço do milionário. —Você tem uma energia muito interessante, Edu —disse Anna, a voz dela era um contralto profundo, vibrante, que fazia Edu ficar estremeceu—. A Katya me contou que você é um homem muito generoso.
—Tento ser em todos os sentidos —respondeu Edu, corando.
Anna se inclinou para frente, deixando os peitos pressionarem o tecido do vestido. De repente, estendeu a mão e, com um movimento ousado, apertou o volume nas calças de Edu. O homem soltou um gemido, metade surpresa, metade prazer.
—Nossa... —sussurrou Anna, olhando para Katya com uma cumplicidade maliciosa—. É um pau bem excitante. Tem algo... compacto, provocante. Adorei.
Edu sentiu o coração pular no peito. Ninguém, nunca, tinha chamado o membro dele de "excitante". A mentira penetrou fundo no ego ferido, inflando-o instantaneamente.
—Você acha mesmo? —perguntou ele, com a voz trêmula.
—Absolutamente —respondeu Katya, aproximando-se para beijá-lo no pescoço—. Por que não vamos pro quarto, querido? Acho que já bebemos vodka demais.
O caminho até o quarto foi um desfile de antecipação. Uma vez lá dentro, o ar parecia ter acabado. Katya, com uma rapidez felina, guiou Edu até uma cadeira de madeira entalhada no centro do aposento.
—Pra deixar o jogo mais emocionante, quero que você seja nosso espectador ativo —sussurrou Katya no ouvido de Edu—. Se deixa levar, amor. Confia em mim.
Antes que Edu pudesse processar a frase, Katya tirou umas algemas de aço brilhante e, com um clique metálico e seco, prendeu os pulsos dele nos braços da cadeira. Edu riu, achando que era parte da fantasia.
—Nossa, Katya, não sabia que você se sentia tão dominadora —disse ele, embora a respiração já estivesse irregular.
Katya não respondeu. Deu um passo para trás e começou a tirar o vestido. A peça caiu no chão como uma pele morta, deixando-a só na lingerie de couro. Anna fez o mesmo, deslizando para fora da roupa com uma lentidão torturante. Edu observava, hipnotizado, a pele branca das duas, a curva dos peitos e a perfeição dos corpos. Katya se posicionou estrategicamente na frente de Anna, bloqueando a vista da zona pélvica da ruiva. —Agora —disse Katya, a voz mudando drasticamente, perdendo toda a doçura e ficando fria e cortante—, olha a realidade, Edu. Katya se afastou com um movimento brusco. Edu arregalou os olhos. Ali, ereto e pulsante, se erguia o pau da Anna. Era uma besta de carne, um falo imponente de vinte e seis centímetros que parecia impossível, com veias marcadas que percorriam o tronco como rios de fogo e uma cabeça larga, molhada de porra, que gotejava lentamente. Edu sentiu o mundo girar. O pânico substituiu a excitação. —O que... o que é isso? Katya, me solta! Isso não é o que combinamos! —gritou Edu, se debatendo contra as algemas, o metal afundando na pele dele. Katya soltou uma gargalhada sonora, uma risada de vilã que encheu o quarto, sem nenhum traço de amor. —Te soltar? —zombou ela, se aproximando dele e acariciando a bochecha dele com desprezo—. Ah, Edu, pobre e patético Edu. Você realmente achou que eu poderia desejar esse grão de arroz que você tem entre as pernas? Você me dá nojo. Cada vez que tentava me comer, eu sentia cócegas. Você não é um homem, é um acessório financeiro. Edu estava paralisado, as lágrimas começando a embaçar a visão dele. —Mas eu te amo! Eu te dei tudo! —Você me deu dinheiro, e é a única coisa que me importa em você —sentenciou Katya. Depois, tirou de uma bolsa uma pequena jaula de castidade de aço inoxidável—. Agora, você vai aprender seu lugar. Você não é o protagonista dessa história; você é o complemento. Você vai ver como é o sexo de verdade, o sexo que um homem de verdade pode proporcionar. Com uma eficiência cruel, Katya manipulou a rola pequena do Edu, forçando-a a entrar no cilindro estreito de metal. O cadeado fechou com um clique definitivo. Edu soltou um gemido de frustração e humilhação; o pau dele estava agora prisioneiro, incapaz de expandir, condenado à restrição total. Anna, que observava a cena com um sorriso predatório, recostou-se na cama, abrindo as pernas para exibir seu pau enorme, que pulsava com força. —Vem cá, garotinha —ordenou Anna. Katya obedeceu na hora. Ajoelhou-se diante de Anna, os olhos brilhando de desejo genuíno. Abriu a boca e envolveu a cabeça do pau de Anna, soltando um gemido de satisfação ao sentir a plenitude. Começou a chupar com avidez, os lábios se apertando contra a pele quente, a língua percorrendo o sulco abaixo da glande. O som era obsceno: um *shlicking* rítmico e molhado, o barulho da saliva se misturando com a porra pré-gozo enquanto Katya afundava a cabeça, tentando engolir o máximo possível daquela rola colossal. Edu observava a cena, a respiração ofegante. O horror lutava contra uma faísca escura de prazer. Ver sua esposa, a mulher que sempre o rejeitara em silêncio, se entregar com tanta fome àquela pica, despertava nele uma excitação masoquista. Apesar da jaula, sentiu seu pau tentando endurecer, batendo contra as paredes de metal, provocando uma dor aguda que se transformava em prazer elétrico. Anna soltou um grunhido profundo e agarrou Katya pelos cabelos, tirando-a da boca. —Chega de brincadeira. Agora quero te sentir. Anna pegou Katya e a colocou de quatro na cama, com o rosto apontando direto para Edu. Katya olhou para o marido, os olhos cheios de deboche e luxúria. —Olha bem, Edu. Olha como alguém que sabe o que é um pau me preenche —sussurrou ela. Anna se posicionou atrás. Sem aviso, empurrou seu pau contra a entrada da buceta de Katya. O som foi um *squelch* molhado e potente. Katya soltou um grito agudo, um gemido de puro prazer enquanto a rola de vinte e seis centímetros abria caminho pelas paredes vaginais, esticando-a até o limite. Anna não teve piedade; começou a meter com força bruta, cada estocada fazendo o corpo de Katya pular para frente e seus peitos balançaram violentamente. *Plap, plap, plap.* O som das bolas da Anna batendo na bunda da Katya era como uma percussão carnal. Katya gemendo, chamando a Anna de "mestra", "deus", enquanto a buceta dela se agarrava desesperadamente àquela intrusão massiva. Edu estava em transe. A negação inicial tinha evaporado, substituída por uma ereção forçada que fazia a jaula de castidade apertar dolorosamente. O contraste entre a dor do metal e a visão do prazer absoluto da esposa estava enlouquecendo ele. Katya, sentindo a pressão da Anna contra o colo do útero, virou a cabeça para o Edu e viu a tensão no rosto dele, o jeito que o corpo tremia na cadeira. — Tá gostando, né, seu gordo nojento? — ela provocou, enquanto a Anna dava uma estocada especialmente profunda que fez ela arquear as costas. — Olha como ela me come! Olha como ela me destrói! Naquele momento, a estimulação chegou ao clímax. Katya, levada pela brutalidade da Anna e pela humilhação do Edu, sentiu o interior dela colapsar numa explosão de prazer. Os músculos vaginais começaram a se contrair em espasmos violentos, apertando o pau da Anna com uma força inacreditável. De repente, um jato de líquido transparente saiu disparado da buceta dela, um squirt potente que molhou os lençóis e respingou na cama. — Ai, meu Deus, sim! Continua, Anna, não para! — gritou Katya, se contorcendo. Anna, sentindo as paredes da Katya sugando o membro dela com uma intensidade frenética, soltou um rugido animal. Os músculos tensaram, as costas arquearam e, com uma última estocada profunda, gozou uma quantidade massiva de porra quente dentro da Katya. O orgasmo da Anna foi barulhento, uma liberação que deixou as duas mulheres ofegantes, entrelaçadas num mar de fluidos e suor. Edu, exausto e desesperado, desabou em choro, mas não eram lágrimas de tristeza, e sim de uma necessidade avassaladora. — Por favor... por favor, clemência — suplicou Edu, com a voz quebrada. — Deixa eu participar... que seja, farei o que quiserem, mas não me deixem de fora. Quero sentir isso... quero ser parte disso. Katya se separou lentamente de Anna, olhando para Edu com uma expressão de superioridade absoluta. Limpou um fio de saliva no canto dos lábios e sorriu. —Você poderia gozar com a gente, Edu... se se comportar bem. Se aceitar que não é mais o dono desta casa, mas nosso escravo sexual. Se obedecer cada ordem, sem reclamar, sem perguntar. —Aceito... aceito tudo —respondeu Edu sem hesitar um segundo. Katya se levantou e, com uma chave pequena, abriu a jaula de castidade. O pau de Edu saltou para fora, vermelho e congestionado pela pressão. Depois, tirou as algemas dele. —Deita na cama. Agora —ordenou ela. Edu obedeceu na hora, deitando de bruços, vulnerável e exposto. Katya se posicionou na frente dele, abrindo as pernas e expondo o clitóris, que ainda vibrava do orgasmo anterior. —Me limpa, Edu. Usa sua língua até eu mandar parar. Não pare, não respire, só lambe. Edu se jogou nela com uma fome desesperada. Começou a lamber o clitóris de Katya com uma intensidade quase religiosa, chupando os lábios da buceta dela, bebendo o resto do gozo de Anna que escorria dela. Estava totalmente entregue à tarefa, perdido no sabor salgado e metálico do sexo. Naquele instante, Katya fez um sinal para Anna. A ruiva se posicionou atrás de Edu. Com uma lentidão calculada, Anna começou a lamber o cu de Edu. O homem soltou um grito de surpresa, um espasmo que percorreu todo o corpo, mas não se mexeu. A língua de Anna era experiente, dilatando o esfíncter de Edu, preparando-o, brincando com a borda do buraco até o músculo relaxar por completo. Edu estava num estado de êxtase sensorial: o sabor de Katya na boca e a língua de Anna no cu. Era uma sobrecarga de prazer que ele nunca tinha experimentado nas noites entediantes de casamento. Quando Anna sentiu que o caminho estava livre, aplicou uma quantidade generosa de lubrificante e, com um empurrão firme e lento, começou a penetrar o cu do Edu. —Aaaah! —gritou o Edu, o som se misturando com o gemido que ele soltava enquanto continuava chupando a Katya. A sensação era avassaladora. A pica da Anna era tão grande que o Edu sentia o corpo se partir ao meio. Mas a dor inicial rapidamente se transformou numa pressão gostosa, um preenchimento total que chegava até o fundo da pelve dele. A Anna começou a aumentar a intensidade, metendo num ritmo constante e poderoso. *Squelch, squelch, squelch.* Cada estocada da Anna empurrava o Edu para cima, fazendo os lábios dele pressionarem com mais força o clitóris da Katya. O Edu estava preso num ciclo de prazer perfeito: recebia a potência da Anna enquanto entregava prazer pra Katya. —Olha como ele aguenta, Anna — sussurrou a Katya, acariciando o cabelo do Edu enquanto ele continuava trabalhando na buceta dela —. Olha como esse gordo adora ser um brinquedo. O Edu não conseguia responder, só podia gemer contra a pele da Katya. A fricção na próstata dele era insuportável; sentia um fogo acendendo por dentro. A Anna acelerou o ritmo, as metidas ficando brutais, fazendo o corpo do Edu quicar contra o colchão. Num crescendo de sensações, a Katya teve um segundo orgasmo, os músculos vaginais se apertando enquanto ela gritava o nome da Anna. Quase ao mesmo tempo, o Edu, sem nem tocar no próprio pau, gozou. Um jato de porra saiu disparado da pica pequena dele, ejaculando por pura estimulação prostática, um orgasmo visceral que o deixou tremendo e sem fôlego. Finalmente, a Anna soltou um último rugido e gozou fundo dentro do cu do Edu, enchendo ele de calor e plenitude. O silêncio voltou ao quarto, quebrado só pelas respirações pesadas dos três. Estavam cobertos de suor, fluidos e uma satisfação que transcendia o físico. A Katya se apoiou no peito do Edu, olhando pra ele com um brilho de carinho, embora ainda fosse um carinho baseado na dominação. —Acho que a Anna vai ficar com a gente, Edu. Como minha amante principal. E você... você vai ser nosso assistentinho. —Edu, olhando para a figura imponente da Anna e a beleza cruel da Katya, sorriu com uma felicidade genuína. O sexo chato, convencional e mediano tinha morrido naquela noite. No lugar dele, tinha nascido uma dinâmica sombria, explícita e perfeita, onde ele finalmente tinha encontrado seu lugar no mundo: aos pés de duas deusas que sabiam exatamente como quebrá-lo e remontá-lo de novo.
—Tento ser em todos os sentidos —respondeu Edu, corando.
Anna se inclinou para frente, deixando os peitos pressionarem o tecido do vestido. De repente, estendeu a mão e, com um movimento ousado, apertou o volume nas calças de Edu. O homem soltou um gemido, metade surpresa, metade prazer.
—Nossa... —sussurrou Anna, olhando para Katya com uma cumplicidade maliciosa—. É um pau bem excitante. Tem algo... compacto, provocante. Adorei.
Edu sentiu o coração pular no peito. Ninguém, nunca, tinha chamado o membro dele de "excitante". A mentira penetrou fundo no ego ferido, inflando-o instantaneamente.
—Você acha mesmo? —perguntou ele, com a voz trêmula.
—Absolutamente —respondeu Katya, aproximando-se para beijá-lo no pescoço—. Por que não vamos pro quarto, querido? Acho que já bebemos vodka demais.
O caminho até o quarto foi um desfile de antecipação. Uma vez lá dentro, o ar parecia ter acabado. Katya, com uma rapidez felina, guiou Edu até uma cadeira de madeira entalhada no centro do aposento.
—Pra deixar o jogo mais emocionante, quero que você seja nosso espectador ativo —sussurrou Katya no ouvido de Edu—. Se deixa levar, amor. Confia em mim.
Antes que Edu pudesse processar a frase, Katya tirou umas algemas de aço brilhante e, com um clique metálico e seco, prendeu os pulsos dele nos braços da cadeira. Edu riu, achando que era parte da fantasia.
—Nossa, Katya, não sabia que você se sentia tão dominadora —disse ele, embora a respiração já estivesse irregular.
Katya não respondeu. Deu um passo para trás e começou a tirar o vestido. A peça caiu no chão como uma pele morta, deixando-a só na lingerie de couro. Anna fez o mesmo, deslizando para fora da roupa com uma lentidão torturante. Edu observava, hipnotizado, a pele branca das duas, a curva dos peitos e a perfeição dos corpos. Katya se posicionou estrategicamente na frente de Anna, bloqueando a vista da zona pélvica da ruiva. —Agora —disse Katya, a voz mudando drasticamente, perdendo toda a doçura e ficando fria e cortante—, olha a realidade, Edu. Katya se afastou com um movimento brusco. Edu arregalou os olhos. Ali, ereto e pulsante, se erguia o pau da Anna. Era uma besta de carne, um falo imponente de vinte e seis centímetros que parecia impossível, com veias marcadas que percorriam o tronco como rios de fogo e uma cabeça larga, molhada de porra, que gotejava lentamente. Edu sentiu o mundo girar. O pânico substituiu a excitação. —O que... o que é isso? Katya, me solta! Isso não é o que combinamos! —gritou Edu, se debatendo contra as algemas, o metal afundando na pele dele. Katya soltou uma gargalhada sonora, uma risada de vilã que encheu o quarto, sem nenhum traço de amor. —Te soltar? —zombou ela, se aproximando dele e acariciando a bochecha dele com desprezo—. Ah, Edu, pobre e patético Edu. Você realmente achou que eu poderia desejar esse grão de arroz que você tem entre as pernas? Você me dá nojo. Cada vez que tentava me comer, eu sentia cócegas. Você não é um homem, é um acessório financeiro. Edu estava paralisado, as lágrimas começando a embaçar a visão dele. —Mas eu te amo! Eu te dei tudo! —Você me deu dinheiro, e é a única coisa que me importa em você —sentenciou Katya. Depois, tirou de uma bolsa uma pequena jaula de castidade de aço inoxidável—. Agora, você vai aprender seu lugar. Você não é o protagonista dessa história; você é o complemento. Você vai ver como é o sexo de verdade, o sexo que um homem de verdade pode proporcionar. Com uma eficiência cruel, Katya manipulou a rola pequena do Edu, forçando-a a entrar no cilindro estreito de metal. O cadeado fechou com um clique definitivo. Edu soltou um gemido de frustração e humilhação; o pau dele estava agora prisioneiro, incapaz de expandir, condenado à restrição total. Anna, que observava a cena com um sorriso predatório, recostou-se na cama, abrindo as pernas para exibir seu pau enorme, que pulsava com força. —Vem cá, garotinha —ordenou Anna. Katya obedeceu na hora. Ajoelhou-se diante de Anna, os olhos brilhando de desejo genuíno. Abriu a boca e envolveu a cabeça do pau de Anna, soltando um gemido de satisfação ao sentir a plenitude. Começou a chupar com avidez, os lábios se apertando contra a pele quente, a língua percorrendo o sulco abaixo da glande. O som era obsceno: um *shlicking* rítmico e molhado, o barulho da saliva se misturando com a porra pré-gozo enquanto Katya afundava a cabeça, tentando engolir o máximo possível daquela rola colossal. Edu observava a cena, a respiração ofegante. O horror lutava contra uma faísca escura de prazer. Ver sua esposa, a mulher que sempre o rejeitara em silêncio, se entregar com tanta fome àquela pica, despertava nele uma excitação masoquista. Apesar da jaula, sentiu seu pau tentando endurecer, batendo contra as paredes de metal, provocando uma dor aguda que se transformava em prazer elétrico. Anna soltou um grunhido profundo e agarrou Katya pelos cabelos, tirando-a da boca. —Chega de brincadeira. Agora quero te sentir. Anna pegou Katya e a colocou de quatro na cama, com o rosto apontando direto para Edu. Katya olhou para o marido, os olhos cheios de deboche e luxúria. —Olha bem, Edu. Olha como alguém que sabe o que é um pau me preenche —sussurrou ela. Anna se posicionou atrás. Sem aviso, empurrou seu pau contra a entrada da buceta de Katya. O som foi um *squelch* molhado e potente. Katya soltou um grito agudo, um gemido de puro prazer enquanto a rola de vinte e seis centímetros abria caminho pelas paredes vaginais, esticando-a até o limite. Anna não teve piedade; começou a meter com força bruta, cada estocada fazendo o corpo de Katya pular para frente e seus peitos balançaram violentamente. *Plap, plap, plap.* O som das bolas da Anna batendo na bunda da Katya era como uma percussão carnal. Katya gemendo, chamando a Anna de "mestra", "deus", enquanto a buceta dela se agarrava desesperadamente àquela intrusão massiva. Edu estava em transe. A negação inicial tinha evaporado, substituída por uma ereção forçada que fazia a jaula de castidade apertar dolorosamente. O contraste entre a dor do metal e a visão do prazer absoluto da esposa estava enlouquecendo ele. Katya, sentindo a pressão da Anna contra o colo do útero, virou a cabeça para o Edu e viu a tensão no rosto dele, o jeito que o corpo tremia na cadeira. — Tá gostando, né, seu gordo nojento? — ela provocou, enquanto a Anna dava uma estocada especialmente profunda que fez ela arquear as costas. — Olha como ela me come! Olha como ela me destrói! Naquele momento, a estimulação chegou ao clímax. Katya, levada pela brutalidade da Anna e pela humilhação do Edu, sentiu o interior dela colapsar numa explosão de prazer. Os músculos vaginais começaram a se contrair em espasmos violentos, apertando o pau da Anna com uma força inacreditável. De repente, um jato de líquido transparente saiu disparado da buceta dela, um squirt potente que molhou os lençóis e respingou na cama. — Ai, meu Deus, sim! Continua, Anna, não para! — gritou Katya, se contorcendo. Anna, sentindo as paredes da Katya sugando o membro dela com uma intensidade frenética, soltou um rugido animal. Os músculos tensaram, as costas arquearam e, com uma última estocada profunda, gozou uma quantidade massiva de porra quente dentro da Katya. O orgasmo da Anna foi barulhento, uma liberação que deixou as duas mulheres ofegantes, entrelaçadas num mar de fluidos e suor. Edu, exausto e desesperado, desabou em choro, mas não eram lágrimas de tristeza, e sim de uma necessidade avassaladora. — Por favor... por favor, clemência — suplicou Edu, com a voz quebrada. — Deixa eu participar... que seja, farei o que quiserem, mas não me deixem de fora. Quero sentir isso... quero ser parte disso. Katya se separou lentamente de Anna, olhando para Edu com uma expressão de superioridade absoluta. Limpou um fio de saliva no canto dos lábios e sorriu. —Você poderia gozar com a gente, Edu... se se comportar bem. Se aceitar que não é mais o dono desta casa, mas nosso escravo sexual. Se obedecer cada ordem, sem reclamar, sem perguntar. —Aceito... aceito tudo —respondeu Edu sem hesitar um segundo. Katya se levantou e, com uma chave pequena, abriu a jaula de castidade. O pau de Edu saltou para fora, vermelho e congestionado pela pressão. Depois, tirou as algemas dele. —Deita na cama. Agora —ordenou ela. Edu obedeceu na hora, deitando de bruços, vulnerável e exposto. Katya se posicionou na frente dele, abrindo as pernas e expondo o clitóris, que ainda vibrava do orgasmo anterior. —Me limpa, Edu. Usa sua língua até eu mandar parar. Não pare, não respire, só lambe. Edu se jogou nela com uma fome desesperada. Começou a lamber o clitóris de Katya com uma intensidade quase religiosa, chupando os lábios da buceta dela, bebendo o resto do gozo de Anna que escorria dela. Estava totalmente entregue à tarefa, perdido no sabor salgado e metálico do sexo. Naquele instante, Katya fez um sinal para Anna. A ruiva se posicionou atrás de Edu. Com uma lentidão calculada, Anna começou a lamber o cu de Edu. O homem soltou um grito de surpresa, um espasmo que percorreu todo o corpo, mas não se mexeu. A língua de Anna era experiente, dilatando o esfíncter de Edu, preparando-o, brincando com a borda do buraco até o músculo relaxar por completo. Edu estava num estado de êxtase sensorial: o sabor de Katya na boca e a língua de Anna no cu. Era uma sobrecarga de prazer que ele nunca tinha experimentado nas noites entediantes de casamento. Quando Anna sentiu que o caminho estava livre, aplicou uma quantidade generosa de lubrificante e, com um empurrão firme e lento, começou a penetrar o cu do Edu. —Aaaah! —gritou o Edu, o som se misturando com o gemido que ele soltava enquanto continuava chupando a Katya. A sensação era avassaladora. A pica da Anna era tão grande que o Edu sentia o corpo se partir ao meio. Mas a dor inicial rapidamente se transformou numa pressão gostosa, um preenchimento total que chegava até o fundo da pelve dele. A Anna começou a aumentar a intensidade, metendo num ritmo constante e poderoso. *Squelch, squelch, squelch.* Cada estocada da Anna empurrava o Edu para cima, fazendo os lábios dele pressionarem com mais força o clitóris da Katya. O Edu estava preso num ciclo de prazer perfeito: recebia a potência da Anna enquanto entregava prazer pra Katya. —Olha como ele aguenta, Anna — sussurrou a Katya, acariciando o cabelo do Edu enquanto ele continuava trabalhando na buceta dela —. Olha como esse gordo adora ser um brinquedo. O Edu não conseguia responder, só podia gemer contra a pele da Katya. A fricção na próstata dele era insuportável; sentia um fogo acendendo por dentro. A Anna acelerou o ritmo, as metidas ficando brutais, fazendo o corpo do Edu quicar contra o colchão. Num crescendo de sensações, a Katya teve um segundo orgasmo, os músculos vaginais se apertando enquanto ela gritava o nome da Anna. Quase ao mesmo tempo, o Edu, sem nem tocar no próprio pau, gozou. Um jato de porra saiu disparado da pica pequena dele, ejaculando por pura estimulação prostática, um orgasmo visceral que o deixou tremendo e sem fôlego. Finalmente, a Anna soltou um último rugido e gozou fundo dentro do cu do Edu, enchendo ele de calor e plenitude. O silêncio voltou ao quarto, quebrado só pelas respirações pesadas dos três. Estavam cobertos de suor, fluidos e uma satisfação que transcendia o físico. A Katya se apoiou no peito do Edu, olhando pra ele com um brilho de carinho, embora ainda fosse um carinho baseado na dominação. —Acho que a Anna vai ficar com a gente, Edu. Como minha amante principal. E você... você vai ser nosso assistentinho. —Edu, olhando para a figura imponente da Anna e a beleza cruel da Katya, sorriu com uma felicidade genuína. O sexo chato, convencional e mediano tinha morrido naquela noite. No lugar dele, tinha nascido uma dinâmica sombria, explícita e perfeita, onde ele finalmente tinha encontrado seu lugar no mundo: aos pés de duas deusas que sabiam exatamente como quebrá-lo e remontá-lo de novo.
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