Saindo do plantão no hospital 2

Ele se aproximou perigosamente de mim, me deixando encurralada entre ele e meu carro. *Tá bem, deixa eu pegar minha bolsa no carro… Ele se afastou sem tirar os olhos de mim, não entrei completamente no carro, me recostei no banco pra pegar minha bolsa, dando uma bela vista da minha bunda pra ele, achei minha bolsa e saí do carro pra pagar ele. -Ufff, com isso já é mais que suficiente, deixa eu te falar que você tem um rabão, com todo respeito, gostosa. Ele disse enquanto se ajustava o pau, não consegui evitar de olhar o quanto marcava, era um homem de uns 35 anos, muito muito alto, talvez 1,90 ou algo assim, moreno e magro, usava boné e roupa gasta, carregava seus panos e cones pra guardar vaga, a mistura de tudo isso somada à brodagem de uns instantes atrás me deixou com muito tesão de novo. Ele era tatuado e tinha vários piercings. -Quê? Cê tá gostando do que vê, né? Mulheres como você, dá pra ver que curtem pau de moreno, vejo muita doutora como você, vêm aqui se achando a última bolacha do pacote, mas por dentro são tudo igual? *Ah, é? E como a gente é? Cê diz que a gente é tudo igual como? -Umas mal comidas que precisam de um pau de verdade, ou vai me dizer que não? Fala que você não tá afim disso… Ele segurava o pau e me olhava desafiador. -Fala… cê quer que eu deixe você chupar meu pau? Vai te custar, mas vai valer a pena. Eu engoli seco e olhando nos olhos dele falei: *Sim, eu tô afim do seu pau, e quero sim que você me deixe chupar ele, mas não vou te pagar por isso… -Não tô falando de dinheiro, eu quero isso… Ele se aproximou e tocou minha bunda, mais que tocar, abusou, apertou bem forte e enfiou a mão entre minhas nádegas, levou a mão ao nariz e cheirou. -Entra no carro, eu te falo pra onde a gente vai, eu não aguentava mais de vontade, o médico me deixou muito puta e o flanelinha tinha razão, eu era muito puta e ver ele mexendo aquele volume enorme me deixou com muito tesão. Eu, entre irritada, com tesão e curiosa, entrei no carro e destravei a porta do passageiro, liguei o carro e ele me guiou até um estacionamento subterrâneo de um supermercado. perto, estacionei o mais longe possível da entrada e desliguei o motor, fiquei em silêncio segurando o volante… -Quer cock slut? Olhei nos olhos dele. *Sim, sim, quero provar. -O que você quer?? *Quero que você me deixe chupar seu cock… -Pode vir, mas você já sabe como tem que me pagar. Ele reclinou o banco e eu me joguei pra desabotoar a calça dele, ele não tava usando cueca então o cock dele semi-ereto tava à mostra, moreno como ele, na verdade mais moreno que ele, bem comprido e grosso, amei o tamanho, uns 23 cm mais ou menos, segurei e me virando pra ele perguntei: *Posso chupar seu cock? -Toda sua, gostosa, me mostra o quanto você quer que eu te coma. Me abaixei pra cheirar e beijar, aquele gosto salgado diferente do do doutor, era como se os dois cocks fossem as representações deles, o do doutor fino e robusto e o dele comprido, grosso e moreno, lambi a glande antes de chupar, ele se contorcia de prazer no banco, -Ufff sim vadia, desde que te vi sabia que você mamava gostoso, ufff continua vadia, mama tudo,Saindo do plantão no hospital 2Suas palavras me excitavam ainda mais, comecei a chupar inteira, cabia até a metade, deixava ela cheia de saliva e tirava pra lamber toda, brincava com as bolas dele enquanto comia, foi um boquete intenso e safado, eu cuspia nela e ele batia nas minhas bochechas com ela. -Ufff puta siiiim, Deus como você chupa, você é experiente, gosta? Gosta de mamar paus? *Eu adoro mamar o seu, obrigada por me deixar fazer isso, você gosta do jeito que eu chupo? -Eu adoro, linda, vem cá... Ele me puxou pros lábios dele e a gente se beijou, as mãos dele percorriam minha bunda e as minhas o pau dele. -Vou te comer, puta, você vai ver o que é transar de verdade, quer que eu meta?? *Ufff sim sim quero, papai, quero você dentro de mim, adoraria te ter até o fundo. Ele baixou minhas calças e me deu um tapa forte na minha bunda esquerda. -Deusss que rabão você tem, vou deixar você bem aberta, puta, tá pronta pra eu meter?! *Sim sim, quero que você me faça sua, por favor... Tirei tudo completamente e com dificuldade coloquei minhas pernas em volta do corpo dele, a gente se beijou de novo e com a mão dele ele colocou o pau na entrada da minha buceta, eu me mexi pra baixo procurando ele entrar. -Que apertadinha você é, loirinha, vou te comer de um jeito que você nem imagina. As mãos dele se colocaram na minha bunda e abriram separando o máximo que podia e começou a meter devagar o pau dele, eu beijava ele enquanto ele metia o pau quente na minha buceta já molhada, tava tão entregue a ele que não me importava com nada, sentia ele me abrindo, tava mais da metade quando ele tirou e meteu de novo com tudo, eu gemi de dor e prazer pela grossura e o comprimento do pau dele. -Ufff sim, que apertadinha você é, puta, gosta, quer que eu continue? *Siiiim sim, papai, continua, mete tudo em mim por favor, tá, tá tão gostoso, me come, meu rei, mete tudo... -toma aqui, puta, o que você tava procurando. Ele meteu por completo e abafou meu grito com um beijo, as mãos dele apertavam minha bunda e as minhas mãos estavam no pescoço dele. *Me dá mais, me dá maaaais, papai, me dá mais forte... -Isso, puta, me pede mais, assim assim, me diz o que você é, me diz o que você é e o que você quer. -Quero sua pica, quero que você me coma sempre, papai, sou sua, sou sua putinha, papai continuaaaa. Eu mexia minha bunda freneticamente pra cima e pra baixo, me empalava sozinha na pica dele, minha buceta escorria, não era meu primeiro orgasmo, a pica dele tava muito molhada e a gente não aguentava mais, eu tava engolindo até o fundo, dava pra ouvir minha bunda batendo nas pernas dele e eu tava gemendo de tão excitada e pelo prazer que ele me dava.vadia

doutora gostosa-puta, tô quase gozando, onde você quer meu leite, quer que eu te encha? Hesitei por um segundo, se eu queria que ele gozasse onde vai, mas sabia o quanto era arriscado. *Quero comer tudo, papi, me dá na boca. -Ufff que ordem gostosa, vem mamar. Saí de cima dele e voltei pro meu assento, peguei o pau dele com as duas mãos e comecei a bater uma, meus lábios beijavam a cabeça. -Já vai sair, já vai sair... oooohh sim, abre a boca puta, já vai sair pra você, quentinho ufff sim, engole tudo. Abri minha boca e engoli o pau dele, as veias pulsavam e começaram a sair os jatos disparados, direto pra minha garganta, eu engolia mas era demais, escorria pelos meus lábios e caía pelo pau dele até o assento e o console até parar de sair, engoli e tirei pra poder respirar. -Não pode ser... é o melhor boquete que já me fizeram, Deus, que delícia, você é boa demais, loirinha. Lambi o pau dele, tudo que deixei cair, beijei e continuei segurando enquanto limpava todo o sêmen pra engolir e deixar ele limpinho. Ele me olhou nos olhos. -Gostou? *Adorei, obrigada por deixar eu chupar você... -Quando você quiser, minha rainha, vou descer aqui mas já sabe onde me encontrar. Peguei minha bolsa e dei os $80 pesos pra ele cuidar do carro, ele riu e saiu do meu carro. Depois do meu boquete com o doutor e a foda com o flanelinha no estacionamento, fiquei uns dias corrida com o trabalho, de volta à rotina da vida cotidiana no hospital, dando consultas e coisas de medicina, meus sintomas já tinham sumido completamente e eu me sentia muito plena, recebi mensagens do doutor Manuel nos dias seguintes ao boquete que fiz pra ele, não tinha visto ele. Me diga, senhorita Dani, como a senhora está? Não hesite em me contar qualquer sintoma, por mais mínimo que pareça. *Doutor, na verdade ainda estou com febre, me sinto muito quente, quando acha que posso ir pra revisão? -Hoje mesmo, Dani, você está de plantão? Me avisa que horas pode vir que eu arrumo um espaço pra ninguém nos incomodar, vou te dar um tratamento especial. -Não, doutor, não estou de plantão. guardião, mas vou com gosto. Combinamos de nos ver às 6, nesse dia não era meu plantão, então pude ir com a roupa que eu quisesse. Nesse dia, eu estava usando um vestido meio transparente, um pouco soltinho, mas bem curtinho kkkk, um pouquinho abaixo da minha bunda, acho que acima do meio da coxa ficava o vestido, cor bege, e uns saltos não tão altos, mas que me faziam parecer mais formal, suponho, e não tão promíscua.sexo no hospital
Hospital do prazerEsse vestido eu tava usando, aí parece mais um shorts porque eu coloquei entre as pernas pra não aparecer a calcinha kkkkk meu dia tava passando normal e lembrei que provavelmente ia ver também o homem que cuidava dos carros, não tinha planejado isso, saí rumo ao hospital e quando cheguei notei que dessa vez não tinha ninguém cuidando dos carros, fiquei um pouco decepcionada mas sabia que ainda poderia vê-lo depois. A recepcionista do doutor tava lendo uma revista sem prestar muita atenção em mim, me perguntou se eu tinha vindo entregar algo pro doutor, respondi que sim, que ele já tava me esperando, ela ligou pro doutor e me mandou entrar sem dar atenção pra nada que não fosse a revista dela, andei por aquele corredor de novo, bati na porta como da última vez e ele me mandou entrar com aquela voz grossa. *Oi doutor, posso entrar? -Pode entrar Dani, tava doido pra você chegar. Entrei e ele logo se apressou pra me beijar, eu respondi o beijo intensamente, nossas línguas brigando, ele desceu as mãos pra minhas bundas pra apertar, as mãos dele subiram pelas minhas costas por baixo do vestido e destravou meu sutiã e ele ia desabotoando a camisa enquanto eu fazia o mesmo com a calça dele. -A senhorita fez bem em vir, ainda tá com febre. Parte 3

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