Li por aí que algo que te faz feliz e algo que te dá prazer são coisas diferentes. A gente pode ser feliz conversando com um ente querido, e a lembrança desse evento fica na nossa mente. Mas a gente pode sentir prazer comendo um bolo de chocolate ou um sorvete, e essa lembrança é de curto prazo, porque só vamos sentir de novo quando repetirmos ou melhorarmos o evento. Desde que nascemos, estamos num aprendizado constante de coisas que nos dão prazer. Um bebê sente prazer quando coçam a cabeça dele e ele dorme, e assim, com o tempo, conforme vamos crescendo, encontramos novas sensações de prazer. No caso dos homens, a primeira vez que tocamos na pika e depois gozamos, começa uma nova jornada de sensações novas. Assim, de repente, alguns de nós passamos para o que chamamos de punheta cruzada, e aos poucos a curiosidade nos leva a quebrar limites que não sei quem impôs. Na maioria das vezes, o que nos dá prazer nos rende um rótulo, geralmente dado por quem aponta o diferente. Esse rótulo pode ser: heterossexual, homossexual, bissexual, travesti, lésbica, cross e muitos outros que inventaram nesses tempos. Por que colocar um rótulo em alguém pelo gosto que lhe dá prazer? Um cantor conhecido uma vez foi perguntado se era gay, porque muitas vezes o ligavam a homens. Ele respondeu que, se às vezes curtia ficar com homens, mantinha um tipo de relação que não conseguia definir, sentia saudades, sentia falta quando não estava com ele, curtia a companhia dele e fazer coisas juntos, em outras palavras, sentia borboletas no estômago quando pensava nele, mas que em nenhum momento passava pela cabeça dele ter um encontro carnal com aquele homem. Não se imaginava na cama com alguém que tinha entre as pernas um pênis igual ao dele. Então, acabou respondendo que não era homossexual, mas sentia prazer em estar com outra pessoa de quem gostava, mas não carnalmente, e isso ele não sabia definir. tinha, mas tinha certeza de que não era gay. Toda essa introdução me leva a contar algo que me aconteceu em algum momento e que lembro sempre. Há um tempo, numa viagem que fiz sozinho pra Buenos Aires, numa noite muito, muito fria de julho, ia pela rota 7 e, uns quilômetros antes de chegar em Villa Mercedes, em San Luis, vejo duas pessoas correndo pela estrada. Uma pelada, só de calcinha, e a outra com uma minissaia e uma camiseta. Diminui a velocidade e, quando passei do lado, elas me fizeram sinal pra parar. Aí vi bem que eram duas travestis bem novinhas. A que estava de calcinha tinha um corpo bem feminino; a outra tinha um peitão, mas a bunda era magra e chata. Parei o carro e elas me disseram que tinham sido roubadas, se eu podia levá-las até o posto de gasolina. Ofereci chamar a polícia, e elas disseram que queriam ir até a entrada do posto pra pedir o celular de uma amiga e pedir ajuda. Subiram no carro e as duas choravam. Aí percebi, olhando bem, que elas estavam com o rosto todo inchado e sangrando da boca e do nariz, porque tinham levado uma surra de socos. Liguei o aquecedor no máximo e fui devagar até o posto. Então elas me contaram que uma caminhonete parou se passando por cliente e, quando as duas subiram, foram roubadas. Tentaram se defender, mas eram três caras, que deram vários socos, a ponto de a que estava pelada desmaiar, e jogaram elas pra fora da caminhonete na estrada e foram embora. Roubaram as bolsas delas com os celulares, as jaquetas e o casaco. A que estava pelada tinha sentado do meu lado e estava pálida de frio; lá fora fazia vários graus abaixo de zero, então peguei, tirei o moletom que estava usando e dei pra ela vestir. Quando chegamos no posto, elas esperavam que a amiga estivesse na entrada, mas a fogueira que tinham aceso do lado da estrada estava sozinha; aparentemente, ela tinha ido com algum cliente. Como fazia um frio do caralho, não ia deixar elas lá, e Ofereci pra levar elas pra casa e me disseram que não, porque era num bairro meio perigoso pra ir de noite. Aí peguei e ofereci um café quente que tava levando numa garrafa térmica. Quando entreguei a xícara de café pra que tava do meu lado, ela pegou das mãos dela e disse pra ela se acalmar, e dei uns lenços de papel pra limpar um pouco o sangue do rosto dela. Aí, sem saber o que fazer, uma das trans me perguntou se podia emprestar o celular pra fazer uma ligação. Com essa história de celular moderno, ninguém decora número de ninguém, às vezes nem o próprio. Enquanto tomavam o café quente, tentavam lembrar o número que queriam ligar. Até que lembraram qual era. Uma delas ligou pra mãe dela pra vir buscá-las e trazer um agasalho. Minutos depois, de um carro, desceu a amiga que elas procuravam. Pisquei o farol e ela veio na direção do meu carro, pensando que era um cliente. Quando chegou perto, percebi que era uma mulher, uma baixinha, peituda e de rabão, uns 30/35 anos. Abri o vidro e ela se assustou ao ver as amigas todas machucadas. Aí contaram o que tinha acontecido, e a gostosa agradeceu por não estar naquele momento, porque talvez também tivesse subido na caminhonete. Depois de conversar um pouco, decidiram não chamar a polícia e saíram do carro pra esperar a mãe de uma das trans. Quando ela desceu, quis me devolver o moletom, e eu falei pra ela ficar, porque tava muito frio e mesmo com a fogueira que tinham lá fora, não ia ser suficiente pra amenizar o frio. Depois que foram pro lado do fogo, procurei na minha roupa outro agasalho, vesti e segui viagem. Uns dias depois, já em Buenos Aires, recebo um WhatsApp de um número de San Luis. Só dizia: - Oi. E uma foto do meu moletom dobrado. Na hora não pude responder, então deixei pra lá. Muito mais tarde, respondi a mensagem achando que era a mãe da travesti que tinham ligado, porque era o único jeito de terem meu número. Só Respondi com um "oi", achando que a mensagem era da mãe do travesti. "Sou a Jéssica, como faço pra te devolver o moletom?", ela respondeu. Aí eu falo que quando eu voltar a gente combina e se encontra em algum lugar, e você me devolve. Quando ela percebeu que era eu, já mudou o tom da mensagem e disse: "Não sabia se era você ou sua colega, por isso não arriscava te mandar mensagem. Claro, quando você passar por aqui, foda-se o moletom, foda-se o que você quiser, já que você salvou a gente de morrer de frio na estrada." Depois me mandou uma foto da bunda dela com uma legging bem apertada. A bunda era perfeita, tipo um pêsseguinho. "Essa eu vou te dar com o moletom, se você também quiser." "Claro que quero", respondi. Cada vez as mensagens ficavam mais quentes. Ela me mandava foto dos peitinhos com o sutiã. "Esses também te dou?", perguntava. "Tiro o sutiã com os dentes", falei. Depois me mandou uma foto da virilha de fio dental. "E essa você tira com os dentes também? Olha que vem com surpresinha se você gostar", perguntou. Respondi: "Óbvio que também tiro com os dentes." "E você, o que vai me dar?", disse ela. Aí mandei uma foto da minha pica bem dura. "Nossa, como você me excita, não vejo a hora de você passar aqui e me deixar toda cheia de porra", ela terminou dizendo. A partir daí, trocamos mensagens várias vezes, e no dia que eu ia voltar, ela perguntou a que horas eu passaria por Villa Mercedes. Falei umas 20h, pra dormir por lá e no outro dia seguir viagem. Então ela disse: "Passa um pouco mais tarde, assim eu fico pra dormir com você. Trabalho um pouco e saio cedo." Combinamos que umas 0h eu passaria pra buscá-la no mesmo lugar onde tinha deixado. Saí um pouco mais tarde de Buenos Aires e fui tranquilo pra chegar na hora combinada. Logo cedo ela mandou uma foto do moletom e da raba dela, dizendo: "Estamos te esperando." Quando faltavam uns quilômetros pra chegar, ela mandou uma mensagem: "Saí com um cliente, me espera um pouquinho que volto já." A noite Estava bem frio e com um pouco de neblina. Quando cheguei no local, a neblina estava mais densa. Mal dava pra ver a fogueira acesa do lado da estrada. Não tinha ninguém na fogueira. Enquanto esperava, recebo uma mensagem: — Chego em 10 minutos. Daí a pouco, vejo alguém descendo de um carro e parando do lado da fogueira. Chego perto com o carro, pensando que era a Jéssica. Mas era a garota que eu tinha visto no outro dia. Ela se aproximou do carro e eu abaixei o vidro. — Oi, me chamo Carla. A Jéssica já vem, ela me disse pra você esperar. — Quer que eu fique com você até ela chegar, assim não espera sozinho? — me disse a Carla. Abri a porta pra ela e fomos esperar na marginal. Sentada do meu lado, dava pra ver as pernonas que a Carla tinha por causa da minissaia que ela usava. Ela colocava as mãos na saída do aquecedor pra esquentar. Enquanto se aquecia, me contava que estava na estrada desde as 19h e só tinha feito um cliente. — Tá muito frio e com muita neblina. Quando a Jéssica chegar, vou pra casa — me disse a Carla. De repente, não sei de onde, apareceu uma caminhonete e desceu uma garota com um casacão. Era a Jéssica. — Aí chegou — me disse a Carla. Ela veio direto pro meu carro e, quando ia entrar na frente, se deparou com a amiga sentada. Então sentou atrás. Depois que entrou, passou por entre os bancos e me comeu a boca na hora. Aí pude ver ela direito e, verdade seja dita, era muito gostosa. Sem o rosto inchado e sangrando, dava pra ver que ela tinha traços faciais bem femininos. As lentes de contato verdes não combinavam com ela, pareciam muito artificiais, mas o cabelo curto me lembrava muito a transexual Deisy Taylor. Depois que me cumprimentou, tirou da bolsa o meu moletom, bem limpinho e passado. Entregou nas minhas mãos e, de novo, passou por entre os bancos e me comeu a boca de novo, enquanto me agradecia. Quando sentou de novo atrás, a Carla disse que estava me acompanhando até ela chegar e que já ia embora. Então a Jéssica disse: — Quer vir com a gente? Depois ela me olha e diz:
— Topa um menage?
Antes que eu pudesse responder, a Carla fala:
— Bora, vamos pra um lugar onde não faça frio. Quando eu for embora, me dá uma gorjeta.
— Ok, vamos — respondi.
E fui direto pro hotel, que não ficava muito longe. Pedi um quarto pra pernoitar, e a Carla me diz:
— Eu vou ficar um pouco e depois vou embora, porque amanhã meu filho vai pra escola.
Quando a gente tava entrando no quarto, por segurança, falei que ia voltar no carro pegar uma coisa. Deixei carteira e celular lá dentro, fechei o carro e escondi a chave em um dos pneus.
Quando entrei no quarto, as duas estavam paradas na frente do aquecedor, parecendo duas velhas. Como vi que tavam com frio, perguntei se queriam um café. As duas responderam ao mesmo tempo:
— O café desse lugar é muito ruim.
Depois, como se já tivessem um show ensaiado, me disseram:
— Senta na cama e vai se acomodando.
A Yessica foi até um sofá, tirou o casaco e, por baixo, tava só de lingerie. Ela usava um conjunto rosa que mal cobria o volume da buceta na frente. Depois, se colocou na frente de um espelho e começou a passar batom nos lábios, enquanto a Carla tirava as botas, a jaqueta e o casaco, ficando só de sutiã e minissaia. Ela tinha dois peitões enormes, meio caídos, sustentados por um sutiã gigante.
Elas se posicionaram no meio do quarto e começaram a dançar abraçadas, se beijando e se tocando. Na hora, eu levantei e me juntei a elas. A Jessica segurou meu rosto e, com os lábios bem vermelhos, recém-pintados, me beijava como se fôssemos namorados. Ela enfiava a língua na minha boca como se tivesse procurando algo. A Carla não me beijou na boca, mas foi descendo pelo meu corpo, beijando tudo, até chegar na minha cueca, que ela puxou pra baixo de uma vez.
Quando viu minha pica, falou pra Jessica:
— Cê tinha razão, é igual à sua.
Depois, enfiou ela na boca e começou a chupar com muita saliva. Devagar, as duas foram me levando até a cama. Enquanto faziam isso, eu apertava a bunda da Jessica com uma mão e, com a outra... Eu passei a mão na pica dela, que já começava a aparecer por cima da calcinha. A Jessica nunca parou de me beijar enquanto me fazia sentar na cama. E a Carla continuava chupando minha pica e minhas bolas. — Dá-lhe com os peitos, — disse a Jessica pra Carla. E ela tirou o sutiã e envolveu minha pica com os peitos, mas antes cuspiu bem neles. Não sei se era por causa do Viagra que eu tinha tomado ou do momento gostoso que eu tava vivendo, mas minha pica tava enorme e deslizava pelo canal dos peitos enquanto a Carla subia e descia, e de vez em quando parava e beijava a ponta da minha pica. Depois a Jessica também se ajoelhou e colocou a boca entre os peitos da Carla, e quando minha pica subia, ela chupava a cabeça. Eu continuava apalpando a bunda da Jessica e, quando dava, enfiava o dedo no cu dela. Também tentava puxar a pica dela pra fora, e a Jessica me diz: — Espera um pouco que vai demorar pra subir, o cliente de agora era um velhinho promíscuo que comeu ela toda. Mesmo assim, eu a fiz ficar de pé e meti a cabeça na virilha dela, mordendo a pica por cima da calcinha. Como me excita ver as picas dos travestis por baixo das tangas! Quando começou a endurecer, eu puxei pra fora e coloquei na boca. Ela logo começou a rebolar, acompanhando o boquete que eu fazia. A Carla parou de fazer o boobs fuck e, com a mão, segurou minha cabeça e empurrou pra eu enfiar a pica inteira na boca. Eu segurei o rosto da Carla e quis colocá-la pra chupar a pica junto comigo. Mas ela se levantou, tirou a calcinha e ficou nua. Enquanto ela se deitava na cama, a Jessica continuava de pé, metendo a pica na minha boca. Eu continuava devorando a pica dela, que, verdade seja dita, era igual à minha. A Carla pegou uma camisinha e deu pra Jessica, que me fez ficar de pé e colocou em mim. — Come ela, que eu já vou me juntar, — ordenou Jessica, enquanto a Carla me esperava no meio da cama, de barriga pra cima, com as pernas abertas. Quando eu fui meter, ela colocou um travesseiro debaixo da bunda pra levantar a buceta. pelvis Enquanto eu me aproximava pra penetrar ela, enfiava uns dedos na buceta dela. Apontei meu pau e enfiei devagar, me jogando por cima pra sentir os peitões enormes no meu peito. Eu abraçava ela enquanto comia ela bem devagar. De vez em quando chupava um peito e tentava beijar ela, mas ela desviava minha boca. Enquanto isso, Jessica, já totalmente nua, pintava a boca de novo com batom bem vermelho. Já completamente nua, pude ver uns peitinhos só começando a crescer. Depois ela veio pra cama, deitou do nosso lado e ficava nos tocando, e me beijava de novo fundo com aqueles lábios bem vermelhos. A mão dela apoiada na minha bunda acompanhava o ritmo do meu corpo. Cada vez ela foi descendo mais e começou a tocar meu cu — abre mais as pernas, ordenou pra Carla, e se ajoelhou atrás de mim. Me fez abrir mais as pernas e começou a beijar minha raba. Descia pelas minhas nádegas beijando até chegar no meu cu, e ali tentava enfiar a língua. Cada vez que fazia isso, eu ficava parado, imóvel, com meu pau dentro da buceta da Carla. Aí pegou lubrificante e começou a enfiar primeiro um dedo, depois outro, até que foram três dentro do meu cu. Enquanto me comia o cu com os dedos, me beijava as bolas e com a outra mão às vezes batia uma pra mim quando tirava da buceta da Carla. Eu não aguentava mais a vontade de ser comido. Então falei — me come enquanto você fode ela. — Vira, ordenou pra Carla. Ela ficou de quatro e encheu a barriga de travesseiros. Eu fiquei atrás e penetrei ela de novo. Jessica ficou do meu lado e colocou meu pau na boca dela pra eu deixar bem duro. Quando consegui, ela já tinha uma camisinha na mão, pronta. Colocou e rapidamente, antes que amolecesse, se posicionou atrás de mim. Apoiou a mão na minha raba e enfiou o pau de uma vez dentro do meu cu. Não senti dor porque já tava dilatado pelos dedos que ela tinha enfiado antes. Ficou uns segundos parada e depois começou a me comer devagar. Se jogava por cima de mim. E ela me sussurrava no ouvido: "Você gosta, vadia, que eu te coma enquanto você come minha amiga?"
"Sim, sim, sim, me come todinho enquanto fode sua amiga", eu respondia.
Depois ela disse: "Vou te comer gostoso porque já não tenho tanta porra hoje à noite."
Eu estava em êxtase. Carla chupava minha buceta com a boca, e Jessica enterrava o pau dela até o fundo.
Que prazer que eu estava sentindo.
Com as investidas que Jessica me dava, quase caímos da cama.
Então, quando nos acomodamos de novo, falei para as duas ficarem bem quietinhas.
Comecei a mexer minha cintura pra frente e pra trás, enfiando o pau na buceta da Carla enquanto tirava o pau da Jessica do meu cu, e depois fazia o contrário.
Comecei a pegar o ritmo, e foi a primeira vez na noite que ouvi Carla gemer. Enquanto isso, Carla, atrás de mim, puxava meu cabelo pra jogar minha cabeça pra trás e, me beijando apaixonadamente, dizia:
— Tira toda a porra de mim, vadia. Continua me comendo, continua, mais rápido.
Segundos depois, percebi que Carla começou a empurrar a bunda dela pra trás com muita força e teve um orgasmo.
Depois, continuando na posição enquanto eu só era comido pelas investidas da Jessica, ela virou a cabeça, olhou pra Jessica e disse:
— Vai, enche o cu dele de porra que eu não aguento mais. Que puta gostoso esse cara.
Meu êxtase era tão grande que eu não conseguia gozar.
O prazer daquele pedaço de carne dentro do meu cu me fazia esquecer que eu tinha o pau dentro de uma buceta.
Então Carla se virou de novo de barriga pra cima, e eu penetrei ela de novo. Jessica também me penetrou de novo, me agarrou pela cintura e começou a me comer com muita força.
Tão forte que eu nem precisava me mexer pra comer a Carla.
Ela estava tão excitada que me abraçava forte e falava com os lábios colados nos meus:
— Goza em mim, me enche de porra, me come mais — ela dizia.
Minha boca tocava os lábios dela enquanto ela falava, mas eu não a beijava.
Eu podia sentir a respiração dela entrando pelo meu nariz.
Às vezes, restos da minha saliva caíam na boca dela. ela não parava de me falar pra eu gozar. Até que de repente ela me abraçou mais forte e me beijava quase sem me deixar respirar, enquanto a Jessica percorria toda a minha bunda com o pau dela. E aí eu gozei, e meu corpo meio que desvaneceu em cima da Carla. Ficamos os dois um tempão assim, exaustos, com nossas bocas encostando os lábios, enquanto a Jessica continuava me metendo na bunda até que ela também se jogou em cima de mim e disse: — Não aguento mais, não consigo gozar, que delícia de trepada que a gente deu. Depois disso, sentamos na cama e a Jessica, mesmo com o frio que fazia lá fora, abriu uma janela pra fumar um cigarro com a Carla quando ela saiu do banheiro. Enquanto fumavam, eu estava largado na cama, olhando o pau meio dormindo da Jessica pendurado e a Carla se vestindo. De repente, a Carla diz: — São quase 5 da manhã. Me pede um reme na portaria, ela fala, e avisa que eu vou sair. Assim que terminou de se vestir, depois de se despedir, ficou parada do lado da cama como se esperasse alguma coisa. Aí lembrei que ela tinha vindo com a gente por uma gorjeta. Ainda bem que tinha deixado um dinheiro na calça por precaução. Dei tudo pra ela. Não pareceu muito, já que ela disse, olhando pra Jessica: — Dá pro reme. Depois saiu em silêncio. Tanto tempo com a janela aberta tinha esfriado o quarto, e eu me cobri com o edredom. A Jessica terminou o cigarro e fechou a janela, e os mamilos dela pareciam duas campainhas, e o pau dela estava encolhido de frio. Antes de voltar pra cama, ela se colocou na frente do espelho e passou batom de novo. Parece que essa garota era obcecada por isso. Deitou comigo debaixo do edredom, e eu abracei ela porque o corpo dela estava gelado. De novo, começou a me beijar como se fôssemos namorados. A verdade é que ela fazia muito bem e eu curtia pra caramba. Ela levou a mão fria pro meu pau e começou a bater uma punheta pra mim. Eu fiz o mesmo. Quando ficou bem duro, ela enfiou a cabeça debaixo do edredom e começou a me fazer um boquete descomunal. Lambeu minhas bolas, meu pau, minha pélvis. meu umbigo e eu enfiava meu pau de volta na boca dela. Ela ficou um tempo assim, aí saiu de novo debaixo do cobertor e me beijou de novo, com o gosto do meu pau na boca dela. Enquanto fazia isso, continuava me masturbando e levou a mão dela pro meu cu e enfiou um dedo. Depois pegou uma camisinha e colocou em mim sem olhar, enquanto continuava me beijando. Aí ela se levantou e sentou no sofá erótico, inclinando o corpo pra frente, com as pernas abertas de cada lado e a bunda bem pra trás. — Vem, arromba meu cu como você prometeu, ela disse. Então fiquei atrás dela e, bem devagarinho, comecei a enfiar meu pau dentro do cu apertado dela. Quando entrou tudo, ela relaxou o corpo pra frente e esticou os braços pra cima. Depois disse: — Fica quieto. E começou a mexer os quadris e devorar meu pau. Eu esticava meu corpo sobre o dela e beijava o pescoço e as costas dela. Às vezes, ela virava a cabeça pra trás como podia e me beijava. Mas eu queria sentir aquela bunda de outro jeito. Então envolvi a cintura dela com as mãos, levantei ela e fiquei de pé com ela, sem tirar meu pau do cu dela. — O que você quer fazer? — ela perguntou. Eu, sem dizer nada, levei ela até o espelho grande na parede e, assim de pé, fiz ela apoiar as mãos e comecei a comer ela com força. No espelho, dava pra ver o corpo dela sendo comido pelo meu. O pau dela, meio duro, balançava pra todo lado. Ela gritava que nem uma louca, pedindo pra eu comer mais forte. E foi o que eu fiz. A ponto de o corpo dela já estar todo esmagado contra o espelho. Ela empinava bem a bundinha dela pra trás, e as nádegas dela se encaixavam perfeitamente na minha pélvis. Peguei o cabelo curto dela e mantive a cabeça dela contra o vidro, a ponto de a boca dela deixar a marca do batom no espelho. Fiquei na ponta dos pés pra fazer as investidas mais fortes e gozei. Assim, sem tirar o pau, andei pra trás e me deixei cair na cama com o corpo dela em cima. No espelho do teto, dava pra ver as pernas abertas dela com o pau dela. Dormida virada pra um lado, e a minha já dormindo dentro do cu dela. Nós dois respirando pesado, todos suados. Uns minutos antes, a gente tava morrendo de frio. Ela se levantou e foi no banheiro enquanto eu pedia uma Coca pra beber. Quando saiu do banheiro, a gente tomou nossos drinks e conversou um pouco sobre como foi gostoso o que a gente tinha feito, e contou umas coisas das nossas vidas. A gente voltou pra cama, mas antes ela passou batom de novo. A gente se cobriu pra dormir um pouco, e enquanto continuava a conversa, a gente tava de frente um pro outro. Ela encostou o corpo no meu, pegou meu pau e o dela, e começou a bater uma pros dois bem devagar. A gente continuou conversando enquanto ela não parava de bater pra ambas as pirocas. Eu amava sentir o calor e a dureza do pau dela junto do meu. Eu aproximei meu rosto e a gente se beijava enquanto ela continuava batendo pros dois paus. Aos poucos, ela começou a acelerar. Eu beijava ela e falava: — Assim, assim, continua assim, goza pra mim. Já que eu via que ela tava muito excitada. Comecei a beijar ela mais, e com minhas mãos envolvi as dela e ajudei a bater pros dois paus. De repente, o corpo dela tremeu e ela gozou. Nas minhas mãos, senti tudo molhado do esperma dela. Meu pau tava todo melado da gozada dela. Ela levou meus dedos à boca e chupou, e depois se enfiou debaixo das cobertas e limpou meu pau com a boca. Quando voltou a sair de baixo dos lençóis, me pediu desculpas: — Essa gozada era pra você, me desculpa — e me beijou. Depois disso, ela foi no banheiro e, quando voltou, a gente apagou as luzes e a TV, que tinha ficado ligada sem som a noite toda à toa. Eu tava exausto, então dormi na hora. Na manhã seguinte, ouço uns barulhos e vejo a Jessica saindo de novo, na frente do espelho do banheiro, passando batom, vestida com uma roupa íntima diferente da que ela tava usando ontem à noite. Ela voltou pra cama e me disse: — São 9 horas, a gente tem mais uma hora. Vira de costas que eu te abraço. Aí, meio dormindo, eu virei e ela me abraçou por trás. Uns minutos depois... mais tarde, se pá, eu desci a mão e fiquei massageando minha pica, aí parei e comecei a tocar minha bunda. Eu fiquei parado um tempo, depois estiquei a mão pra trás, puxei a tanga dela pra baixo e agarrei a pica dela, que tava dura igual um cacete. — Vira pra cá — ela ordenou. E quando virei, ela levou minha cabeça pra debaixo do lençol e enfiou a pica dela dentro da minha boca. Tinha cheiro e gosto de sabão. Vi que ela tinha lavado bem na hora. Ela comeu minha boca por um tempo e mandou eu virar de novo. Obedeci sem reclamar. E sinto ela abrir minha bunda e encostar a pica no meu cu. Viro a cabeça e falo que sem camisinha não. Ela diz: — Fica tranquilo, só vou encostar até você implorar pra eu te comer. E foi assim. Ela encostou a pica e foi deslizando pra cima e pra baixo na minha bunda toda, encostava na entrada do meu cu e empurrava pra frente sem penetrar. Enfiava entre minhas coxas e fazia movimentos como se tivesse me comendo. Ficou nisso por um bom tempo até que eu não aguentei mais e, como ela tinha dito, implorei pra ela me comer. Peguei uma camisinha e dei pra ela. Enquanto ela colocava, mandou eu ficar de frente pra ela. Pensei que ia me comer por trás. Ela fica na minha frente e diz: — Quero ver sua cara quando eu te foder. Assim de frente, de lado, me fez abrir bem as pernas e ela se enfiou entre as minhas. Depois disso, ela falou: — Enterra a pica. Fiz isso bem devagar porque tava doendo. Ela me olhava e me beijava enquanto mexia só a bacia pra frente pra ajudar a entrar tudo. Enquanto me beijava, olhava nos meus olhos e perguntava: — Você gosta, sente, dói, você gosta, safado, sente ela bem dura? Respondia sim pra tudo enquanto ela começava a me comer devagar. O que eu pensei que ia ser uma posição desconfortável acabou sendo o contrário. Ela conseguia me comer bem à vontade. A pica dela enterrava até o fundo. Minha pica ficava encostada na barriga dela. Depois de um tempo, a ardência e a dor foram embora e viraram um prazer enorme. Minha pica ficou duríssima e ela molhava a ponta dos dedos com saliva. e passava a cabeça do meu pau nela. De vez em quando ela parava quieta e me beijava, e eu só sentia o pau dela pulsando dentro do meu cu. Num momento, a gente começou a se mexer os dois, e eu sentia o pau dela entrando até a base no meu cu. Meu pau começou a soltar pequenos jatos de porra sozinho. Aí ela falou: "Fica de quatro". E se colocou atrás de mim e começou a meter forte. Ela quicava no meu cu como se eu fosse a putinha dela. Até que apertou com força minhas nádegas e eu senti que ela estava gozando grandes jatos de porra. Quando tirou o pau, meu cu ficou doendo e com a sensação de que eu estava me cagando. Bem na hora, tocou a campainha avisando que nosso tempo tinha acabado. A gente tinha 15 minutos pra tomar banho e se vestir. Tomamos banho juntos e, antes de sair do chuveiro, ela chupou meu pau de novo e rapidamente eu joguei toda a porra na boca dela, que engoliu tudo. Depois disso, deixei ela no posto de gasolina e segui viagem tomando um café enquanto dirigia. Meu cu continuava doendo e pulsando. Depois daquele dia, às vezes quando passo por Villa Mercedes, procuro por ela, mas agora pago pelo serviço. Tentei um par de vezes fazer outro menage com a Carla, mas as exigências financeiras dela não estavam à altura do serviço. Voltando ao começo da história, não sei por que alguém deveria me dar um título. Até porque sou hétero, mas curto um pau às vezes, gosto de ser penetrado às vezes, gosto de chupar um pau às vezes, adoro as trans. Só quem já foi penetrado enquanto penetrava outra pessoa sabe o prazer que é isso, e nem por isso precisa dar um título pros próprios gostos. E, consequentemente, quem dá esse título é quem nunca passou por essa experiência. Espero muitas opiniões sobre esse relato, e se alguém já teve alguma experiência igual, que compartilhe. Como já disse em outros relatos meus, não compartilho dados de quem está na história. Se quiserem contatar a Jéssica ou a Carla, não são os nomes reais delas, mas pela descrição dá pra encontrá-las. encontrar do lado da estrada em Villa Mercedes
— Topa um menage?
Antes que eu pudesse responder, a Carla fala:
— Bora, vamos pra um lugar onde não faça frio. Quando eu for embora, me dá uma gorjeta.
— Ok, vamos — respondi.
E fui direto pro hotel, que não ficava muito longe. Pedi um quarto pra pernoitar, e a Carla me diz:
— Eu vou ficar um pouco e depois vou embora, porque amanhã meu filho vai pra escola.
Quando a gente tava entrando no quarto, por segurança, falei que ia voltar no carro pegar uma coisa. Deixei carteira e celular lá dentro, fechei o carro e escondi a chave em um dos pneus.
Quando entrei no quarto, as duas estavam paradas na frente do aquecedor, parecendo duas velhas. Como vi que tavam com frio, perguntei se queriam um café. As duas responderam ao mesmo tempo:
— O café desse lugar é muito ruim.
Depois, como se já tivessem um show ensaiado, me disseram:
— Senta na cama e vai se acomodando.
A Yessica foi até um sofá, tirou o casaco e, por baixo, tava só de lingerie. Ela usava um conjunto rosa que mal cobria o volume da buceta na frente. Depois, se colocou na frente de um espelho e começou a passar batom nos lábios, enquanto a Carla tirava as botas, a jaqueta e o casaco, ficando só de sutiã e minissaia. Ela tinha dois peitões enormes, meio caídos, sustentados por um sutiã gigante.
Elas se posicionaram no meio do quarto e começaram a dançar abraçadas, se beijando e se tocando. Na hora, eu levantei e me juntei a elas. A Jessica segurou meu rosto e, com os lábios bem vermelhos, recém-pintados, me beijava como se fôssemos namorados. Ela enfiava a língua na minha boca como se tivesse procurando algo. A Carla não me beijou na boca, mas foi descendo pelo meu corpo, beijando tudo, até chegar na minha cueca, que ela puxou pra baixo de uma vez.
Quando viu minha pica, falou pra Jessica:
— Cê tinha razão, é igual à sua.
Depois, enfiou ela na boca e começou a chupar com muita saliva. Devagar, as duas foram me levando até a cama. Enquanto faziam isso, eu apertava a bunda da Jessica com uma mão e, com a outra... Eu passei a mão na pica dela, que já começava a aparecer por cima da calcinha. A Jessica nunca parou de me beijar enquanto me fazia sentar na cama. E a Carla continuava chupando minha pica e minhas bolas. — Dá-lhe com os peitos, — disse a Jessica pra Carla. E ela tirou o sutiã e envolveu minha pica com os peitos, mas antes cuspiu bem neles. Não sei se era por causa do Viagra que eu tinha tomado ou do momento gostoso que eu tava vivendo, mas minha pica tava enorme e deslizava pelo canal dos peitos enquanto a Carla subia e descia, e de vez em quando parava e beijava a ponta da minha pica. Depois a Jessica também se ajoelhou e colocou a boca entre os peitos da Carla, e quando minha pica subia, ela chupava a cabeça. Eu continuava apalpando a bunda da Jessica e, quando dava, enfiava o dedo no cu dela. Também tentava puxar a pica dela pra fora, e a Jessica me diz: — Espera um pouco que vai demorar pra subir, o cliente de agora era um velhinho promíscuo que comeu ela toda. Mesmo assim, eu a fiz ficar de pé e meti a cabeça na virilha dela, mordendo a pica por cima da calcinha. Como me excita ver as picas dos travestis por baixo das tangas! Quando começou a endurecer, eu puxei pra fora e coloquei na boca. Ela logo começou a rebolar, acompanhando o boquete que eu fazia. A Carla parou de fazer o boobs fuck e, com a mão, segurou minha cabeça e empurrou pra eu enfiar a pica inteira na boca. Eu segurei o rosto da Carla e quis colocá-la pra chupar a pica junto comigo. Mas ela se levantou, tirou a calcinha e ficou nua. Enquanto ela se deitava na cama, a Jessica continuava de pé, metendo a pica na minha boca. Eu continuava devorando a pica dela, que, verdade seja dita, era igual à minha. A Carla pegou uma camisinha e deu pra Jessica, que me fez ficar de pé e colocou em mim. — Come ela, que eu já vou me juntar, — ordenou Jessica, enquanto a Carla me esperava no meio da cama, de barriga pra cima, com as pernas abertas. Quando eu fui meter, ela colocou um travesseiro debaixo da bunda pra levantar a buceta. pelvis Enquanto eu me aproximava pra penetrar ela, enfiava uns dedos na buceta dela. Apontei meu pau e enfiei devagar, me jogando por cima pra sentir os peitões enormes no meu peito. Eu abraçava ela enquanto comia ela bem devagar. De vez em quando chupava um peito e tentava beijar ela, mas ela desviava minha boca. Enquanto isso, Jessica, já totalmente nua, pintava a boca de novo com batom bem vermelho. Já completamente nua, pude ver uns peitinhos só começando a crescer. Depois ela veio pra cama, deitou do nosso lado e ficava nos tocando, e me beijava de novo fundo com aqueles lábios bem vermelhos. A mão dela apoiada na minha bunda acompanhava o ritmo do meu corpo. Cada vez ela foi descendo mais e começou a tocar meu cu — abre mais as pernas, ordenou pra Carla, e se ajoelhou atrás de mim. Me fez abrir mais as pernas e começou a beijar minha raba. Descia pelas minhas nádegas beijando até chegar no meu cu, e ali tentava enfiar a língua. Cada vez que fazia isso, eu ficava parado, imóvel, com meu pau dentro da buceta da Carla. Aí pegou lubrificante e começou a enfiar primeiro um dedo, depois outro, até que foram três dentro do meu cu. Enquanto me comia o cu com os dedos, me beijava as bolas e com a outra mão às vezes batia uma pra mim quando tirava da buceta da Carla. Eu não aguentava mais a vontade de ser comido. Então falei — me come enquanto você fode ela. — Vira, ordenou pra Carla. Ela ficou de quatro e encheu a barriga de travesseiros. Eu fiquei atrás e penetrei ela de novo. Jessica ficou do meu lado e colocou meu pau na boca dela pra eu deixar bem duro. Quando consegui, ela já tinha uma camisinha na mão, pronta. Colocou e rapidamente, antes que amolecesse, se posicionou atrás de mim. Apoiou a mão na minha raba e enfiou o pau de uma vez dentro do meu cu. Não senti dor porque já tava dilatado pelos dedos que ela tinha enfiado antes. Ficou uns segundos parada e depois começou a me comer devagar. Se jogava por cima de mim. E ela me sussurrava no ouvido: "Você gosta, vadia, que eu te coma enquanto você come minha amiga?"
"Sim, sim, sim, me come todinho enquanto fode sua amiga", eu respondia.
Depois ela disse: "Vou te comer gostoso porque já não tenho tanta porra hoje à noite."
Eu estava em êxtase. Carla chupava minha buceta com a boca, e Jessica enterrava o pau dela até o fundo.
Que prazer que eu estava sentindo.
Com as investidas que Jessica me dava, quase caímos da cama.
Então, quando nos acomodamos de novo, falei para as duas ficarem bem quietinhas.
Comecei a mexer minha cintura pra frente e pra trás, enfiando o pau na buceta da Carla enquanto tirava o pau da Jessica do meu cu, e depois fazia o contrário.
Comecei a pegar o ritmo, e foi a primeira vez na noite que ouvi Carla gemer. Enquanto isso, Carla, atrás de mim, puxava meu cabelo pra jogar minha cabeça pra trás e, me beijando apaixonadamente, dizia:
— Tira toda a porra de mim, vadia. Continua me comendo, continua, mais rápido.
Segundos depois, percebi que Carla começou a empurrar a bunda dela pra trás com muita força e teve um orgasmo.
Depois, continuando na posição enquanto eu só era comido pelas investidas da Jessica, ela virou a cabeça, olhou pra Jessica e disse:
— Vai, enche o cu dele de porra que eu não aguento mais. Que puta gostoso esse cara.
Meu êxtase era tão grande que eu não conseguia gozar.
O prazer daquele pedaço de carne dentro do meu cu me fazia esquecer que eu tinha o pau dentro de uma buceta.
Então Carla se virou de novo de barriga pra cima, e eu penetrei ela de novo. Jessica também me penetrou de novo, me agarrou pela cintura e começou a me comer com muita força.
Tão forte que eu nem precisava me mexer pra comer a Carla.
Ela estava tão excitada que me abraçava forte e falava com os lábios colados nos meus:
— Goza em mim, me enche de porra, me come mais — ela dizia.
Minha boca tocava os lábios dela enquanto ela falava, mas eu não a beijava.
Eu podia sentir a respiração dela entrando pelo meu nariz.
Às vezes, restos da minha saliva caíam na boca dela. ela não parava de me falar pra eu gozar. Até que de repente ela me abraçou mais forte e me beijava quase sem me deixar respirar, enquanto a Jessica percorria toda a minha bunda com o pau dela. E aí eu gozei, e meu corpo meio que desvaneceu em cima da Carla. Ficamos os dois um tempão assim, exaustos, com nossas bocas encostando os lábios, enquanto a Jessica continuava me metendo na bunda até que ela também se jogou em cima de mim e disse: — Não aguento mais, não consigo gozar, que delícia de trepada que a gente deu. Depois disso, sentamos na cama e a Jessica, mesmo com o frio que fazia lá fora, abriu uma janela pra fumar um cigarro com a Carla quando ela saiu do banheiro. Enquanto fumavam, eu estava largado na cama, olhando o pau meio dormindo da Jessica pendurado e a Carla se vestindo. De repente, a Carla diz: — São quase 5 da manhã. Me pede um reme na portaria, ela fala, e avisa que eu vou sair. Assim que terminou de se vestir, depois de se despedir, ficou parada do lado da cama como se esperasse alguma coisa. Aí lembrei que ela tinha vindo com a gente por uma gorjeta. Ainda bem que tinha deixado um dinheiro na calça por precaução. Dei tudo pra ela. Não pareceu muito, já que ela disse, olhando pra Jessica: — Dá pro reme. Depois saiu em silêncio. Tanto tempo com a janela aberta tinha esfriado o quarto, e eu me cobri com o edredom. A Jessica terminou o cigarro e fechou a janela, e os mamilos dela pareciam duas campainhas, e o pau dela estava encolhido de frio. Antes de voltar pra cama, ela se colocou na frente do espelho e passou batom de novo. Parece que essa garota era obcecada por isso. Deitou comigo debaixo do edredom, e eu abracei ela porque o corpo dela estava gelado. De novo, começou a me beijar como se fôssemos namorados. A verdade é que ela fazia muito bem e eu curtia pra caramba. Ela levou a mão fria pro meu pau e começou a bater uma punheta pra mim. Eu fiz o mesmo. Quando ficou bem duro, ela enfiou a cabeça debaixo do edredom e começou a me fazer um boquete descomunal. Lambeu minhas bolas, meu pau, minha pélvis. meu umbigo e eu enfiava meu pau de volta na boca dela. Ela ficou um tempo assim, aí saiu de novo debaixo do cobertor e me beijou de novo, com o gosto do meu pau na boca dela. Enquanto fazia isso, continuava me masturbando e levou a mão dela pro meu cu e enfiou um dedo. Depois pegou uma camisinha e colocou em mim sem olhar, enquanto continuava me beijando. Aí ela se levantou e sentou no sofá erótico, inclinando o corpo pra frente, com as pernas abertas de cada lado e a bunda bem pra trás. — Vem, arromba meu cu como você prometeu, ela disse. Então fiquei atrás dela e, bem devagarinho, comecei a enfiar meu pau dentro do cu apertado dela. Quando entrou tudo, ela relaxou o corpo pra frente e esticou os braços pra cima. Depois disse: — Fica quieto. E começou a mexer os quadris e devorar meu pau. Eu esticava meu corpo sobre o dela e beijava o pescoço e as costas dela. Às vezes, ela virava a cabeça pra trás como podia e me beijava. Mas eu queria sentir aquela bunda de outro jeito. Então envolvi a cintura dela com as mãos, levantei ela e fiquei de pé com ela, sem tirar meu pau do cu dela. — O que você quer fazer? — ela perguntou. Eu, sem dizer nada, levei ela até o espelho grande na parede e, assim de pé, fiz ela apoiar as mãos e comecei a comer ela com força. No espelho, dava pra ver o corpo dela sendo comido pelo meu. O pau dela, meio duro, balançava pra todo lado. Ela gritava que nem uma louca, pedindo pra eu comer mais forte. E foi o que eu fiz. A ponto de o corpo dela já estar todo esmagado contra o espelho. Ela empinava bem a bundinha dela pra trás, e as nádegas dela se encaixavam perfeitamente na minha pélvis. Peguei o cabelo curto dela e mantive a cabeça dela contra o vidro, a ponto de a boca dela deixar a marca do batom no espelho. Fiquei na ponta dos pés pra fazer as investidas mais fortes e gozei. Assim, sem tirar o pau, andei pra trás e me deixei cair na cama com o corpo dela em cima. No espelho do teto, dava pra ver as pernas abertas dela com o pau dela. Dormida virada pra um lado, e a minha já dormindo dentro do cu dela. Nós dois respirando pesado, todos suados. Uns minutos antes, a gente tava morrendo de frio. Ela se levantou e foi no banheiro enquanto eu pedia uma Coca pra beber. Quando saiu do banheiro, a gente tomou nossos drinks e conversou um pouco sobre como foi gostoso o que a gente tinha feito, e contou umas coisas das nossas vidas. A gente voltou pra cama, mas antes ela passou batom de novo. A gente se cobriu pra dormir um pouco, e enquanto continuava a conversa, a gente tava de frente um pro outro. Ela encostou o corpo no meu, pegou meu pau e o dela, e começou a bater uma pros dois bem devagar. A gente continuou conversando enquanto ela não parava de bater pra ambas as pirocas. Eu amava sentir o calor e a dureza do pau dela junto do meu. Eu aproximei meu rosto e a gente se beijava enquanto ela continuava batendo pros dois paus. Aos poucos, ela começou a acelerar. Eu beijava ela e falava: — Assim, assim, continua assim, goza pra mim. Já que eu via que ela tava muito excitada. Comecei a beijar ela mais, e com minhas mãos envolvi as dela e ajudei a bater pros dois paus. De repente, o corpo dela tremeu e ela gozou. Nas minhas mãos, senti tudo molhado do esperma dela. Meu pau tava todo melado da gozada dela. Ela levou meus dedos à boca e chupou, e depois se enfiou debaixo das cobertas e limpou meu pau com a boca. Quando voltou a sair de baixo dos lençóis, me pediu desculpas: — Essa gozada era pra você, me desculpa — e me beijou. Depois disso, ela foi no banheiro e, quando voltou, a gente apagou as luzes e a TV, que tinha ficado ligada sem som a noite toda à toa. Eu tava exausto, então dormi na hora. Na manhã seguinte, ouço uns barulhos e vejo a Jessica saindo de novo, na frente do espelho do banheiro, passando batom, vestida com uma roupa íntima diferente da que ela tava usando ontem à noite. Ela voltou pra cama e me disse: — São 9 horas, a gente tem mais uma hora. Vira de costas que eu te abraço. Aí, meio dormindo, eu virei e ela me abraçou por trás. Uns minutos depois... mais tarde, se pá, eu desci a mão e fiquei massageando minha pica, aí parei e comecei a tocar minha bunda. Eu fiquei parado um tempo, depois estiquei a mão pra trás, puxei a tanga dela pra baixo e agarrei a pica dela, que tava dura igual um cacete. — Vira pra cá — ela ordenou. E quando virei, ela levou minha cabeça pra debaixo do lençol e enfiou a pica dela dentro da minha boca. Tinha cheiro e gosto de sabão. Vi que ela tinha lavado bem na hora. Ela comeu minha boca por um tempo e mandou eu virar de novo. Obedeci sem reclamar. E sinto ela abrir minha bunda e encostar a pica no meu cu. Viro a cabeça e falo que sem camisinha não. Ela diz: — Fica tranquilo, só vou encostar até você implorar pra eu te comer. E foi assim. Ela encostou a pica e foi deslizando pra cima e pra baixo na minha bunda toda, encostava na entrada do meu cu e empurrava pra frente sem penetrar. Enfiava entre minhas coxas e fazia movimentos como se tivesse me comendo. Ficou nisso por um bom tempo até que eu não aguentei mais e, como ela tinha dito, implorei pra ela me comer. Peguei uma camisinha e dei pra ela. Enquanto ela colocava, mandou eu ficar de frente pra ela. Pensei que ia me comer por trás. Ela fica na minha frente e diz: — Quero ver sua cara quando eu te foder. Assim de frente, de lado, me fez abrir bem as pernas e ela se enfiou entre as minhas. Depois disso, ela falou: — Enterra a pica. Fiz isso bem devagar porque tava doendo. Ela me olhava e me beijava enquanto mexia só a bacia pra frente pra ajudar a entrar tudo. Enquanto me beijava, olhava nos meus olhos e perguntava: — Você gosta, sente, dói, você gosta, safado, sente ela bem dura? Respondia sim pra tudo enquanto ela começava a me comer devagar. O que eu pensei que ia ser uma posição desconfortável acabou sendo o contrário. Ela conseguia me comer bem à vontade. A pica dela enterrava até o fundo. Minha pica ficava encostada na barriga dela. Depois de um tempo, a ardência e a dor foram embora e viraram um prazer enorme. Minha pica ficou duríssima e ela molhava a ponta dos dedos com saliva. e passava a cabeça do meu pau nela. De vez em quando ela parava quieta e me beijava, e eu só sentia o pau dela pulsando dentro do meu cu. Num momento, a gente começou a se mexer os dois, e eu sentia o pau dela entrando até a base no meu cu. Meu pau começou a soltar pequenos jatos de porra sozinho. Aí ela falou: "Fica de quatro". E se colocou atrás de mim e começou a meter forte. Ela quicava no meu cu como se eu fosse a putinha dela. Até que apertou com força minhas nádegas e eu senti que ela estava gozando grandes jatos de porra. Quando tirou o pau, meu cu ficou doendo e com a sensação de que eu estava me cagando. Bem na hora, tocou a campainha avisando que nosso tempo tinha acabado. A gente tinha 15 minutos pra tomar banho e se vestir. Tomamos banho juntos e, antes de sair do chuveiro, ela chupou meu pau de novo e rapidamente eu joguei toda a porra na boca dela, que engoliu tudo. Depois disso, deixei ela no posto de gasolina e segui viagem tomando um café enquanto dirigia. Meu cu continuava doendo e pulsando. Depois daquele dia, às vezes quando passo por Villa Mercedes, procuro por ela, mas agora pago pelo serviço. Tentei um par de vezes fazer outro menage com a Carla, mas as exigências financeiras dela não estavam à altura do serviço. Voltando ao começo da história, não sei por que alguém deveria me dar um título. Até porque sou hétero, mas curto um pau às vezes, gosto de ser penetrado às vezes, gosto de chupar um pau às vezes, adoro as trans. Só quem já foi penetrado enquanto penetrava outra pessoa sabe o prazer que é isso, e nem por isso precisa dar um título pros próprios gostos. E, consequentemente, quem dá esse título é quem nunca passou por essa experiência. Espero muitas opiniões sobre esse relato, e se alguém já teve alguma experiência igual, que compartilhe. Como já disse em outros relatos meus, não compartilho dados de quem está na história. Se quiserem contatar a Jéssica ou a Carla, não são os nomes reais delas, mas pela descrição dá pra encontrá-las. encontrar do lado da estrada em Villa Mercedes
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