
Era uma tarde tranquila, eu tava dirigindo pela estrada do deserto quando, de repente, o carro morreu. Tentei dar a partida, mas nada. Fiquei muito nervosa, já tava escurecendo. O que eu faço sozinha na estrada? Lá longe, vi um caminhão vindo. Acenei pra ele. Por sorte, ele parou.

Começamos a conversar e, dentro de mim, um fogo acendeu na minha buceta. Meus bicos dos peitos ficaram duros. Deixei minhas pernas à mostra.

Ele percebeu e começou a acariciá-las, começou pelos joelhos e foi subindo devagar. Eu quase não conseguia respirar. Meu coração estava saindo pela boca. Ele continuou com seus dedos suaves até chegar na calcinha. Começou a percorrê-la, e eu quase soltei um grito, aquele grito de quando enfiam dentro de você. Os dedos dele continuavam acariciando, sem tocar na minha buceta. Ele sabia bem o que estava fazendo. Estava me levando a um estado de erupção. Pegou o elástico da calcinha e levantou, soltando de volta. Aí eu gritei. Ele sorriu. Por alguns quilômetros seguimos assim, até que os dedos dele finalmente tocaram minha buceta. Aaaaaaa, eu gritei. Eu já estava no ponto. Ele tirou minha calcinha e se dedicou a acariciar meu clitóris, meus gemidos ecoavam por todos os lados.

Não aguentei mais. Subi em cima e ele me penetrou até o fundo enquanto dirigia, o pau dele era enorme, senti que demorou uma eternidade pra chegar no fundo.

Ele parou o caminhão no acostamento da estrada. E me comeu igual um bicho, sentia a piroca dele entrando e saindo da minha buceta molhada como nunca. Depois da segunda gozada, quis retribuir um pouco do que ele tava me fazendo.

Comecei a beijar ela toda, por todo o corpo. Até chegar no pau duro e molhado. Com uns toques de porra bem fresquinha.

Me joguei e comecei a chupar ele. Era tão grande que quase não cabia inteiro na minha boca. Tive que prender a respiração pra enfiar na garganta. Assim, mamãe, ele me chamava. Continuei assim. Precisou de 30 minutos pra chupar ele, até conseguir que me enchesse a boca de porra. Engoli tudo.

ele se deitou na cama da cabine. Agitado, cansado. E não parava de repetir: ninguém nunca chupou minha pica igual a você. Vendo que ele ainda tava duro, olhei pra ele e falei: quero que você arrebente meu cu com essa carreta. Ele não deu desculpa nenhuma. Se jogou e meteu até o fundo. Entrava e entrava e entrava. Se você vir um caminhoneiro, pede pra ele te comer. Você não faz ideia do bom que eles são.
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