Sexta-feira amanheceu com uma atmosfera carregada de uma eletricidade quase insuportável. Não havia mais volta. O áudio do Pedro ainda ecoava na minha cabeça e, pelo jeito que a Laura se movia pelo quarto, sabia que na dela também. O jogo das mensagens tinha detonado a última barreira de contenção. Aquele homem, que até uns dias atrás era só um funcionário calado, agora circulava pela nossa casa sabendo exatamente o formato das tetas da minha esposa e o quanto ela ficava molhada só de ouvi-lo. Passou das dez da manhã, enquanto o barulho da furadeira ecoava da biblioteca, o celular da Laura vibrou de novo em cima da mesa da sala. Eu estava do lado dela, fingindo pegar um copo d'água, mas meus olhos pularam pra tela antes dos dela. Mensagem do Pedro: Senhora, o patrão me disse que hoje sai ao meio-dia pra resolver uns contratos. Me diz que é verdade. Não aguento mais de vontade de terminar o que a gente começou no banheiro. Hoje não vou ficar na vontade de meter inteiro. Senti uma descarga de adrenalina tão forte que minhas mãos tremeram. Olhei pra Laura. Ela tinha ficado paralisada, com o garfo no meio do caminho até a boca, lendo a mensagem. Os olhos dela mostravam pânico, mas os biquinhos, visíveis através da blusa fina, endureceram na hora. A grosseria do Pedro estava devorando ela por dentro. Deixei o copo na mesa com um baque seco. Me inclinei pra ela, segurando seu queixo pra forçá-la a me olhar. Minha própria pica já estava dolorida dentro da calça. Anjo: (Com a voz rouca, decidida) É verdade. Vou falar pra ele que tenho que sair pra uma reunião ao meio-dia. Mas não vou embora, Laura. Vou ficar no armário embutido no fundo da biblioteca, aquele com as grelhas de ventilação. Vou ver tudo. Laura: (Com a voz trêmula, me segurando pelas mãos com desespero) Anjo... por favor, isso já é passar do limite de vez. Uma coisa é ele me olhar ou me tocar, pouco, mas... ele quer se deitar comigo! Vai rolar de verdade. Tem certeza de que vai aguentar ver outro homem enfiando em mim? Anjo: (Beijando os lábios dela com urgência, transmitindo minha obsessão) É o que eu desejei toda noite nos últimos meses, gostosa. Quero ver aquele animal te comendo, quero ver sua bunda branca quicando enquanto ele te dá a melhor fodida da sua vida. Responde pra ele. Diz que meio-dia e meia ele desce pra biblioteca com a desculpa de limpar a poeira do chão. E fala pra ele não usar camisinha, que você adora sentir o calor direto. Vamos levar isso ao limite. Laura soltou um suspiro trêmulo, um gemido de pura rendição psicológica. Os dedos dela, dóceis diante da minha perversão, digitaram a resposta exata. Mensagem da Laura: Meu marido sai ao meio-dia. Meio-dia e meia desce pra biblioteca. Não fecha a porta completamente. E mais vale você cumprir o que prometeu naquele áudio, Pedro. A resposta dele foi imediata, um simples: "Você vai pro céu, senhora". Ao meio-dia em ponto, montei o cenário. Saí de casa fazendo barulho, arrastando as chaves e me despedindo em voz alta pra que Pedro, lá de baixo, ouvisse perfeitamente que "o patrão" tava indo embora. Dei a volta pelo jardim dos fundos, entrei em silêncio pela porta de serviço e me enfiei até a biblioteca. O espaço era grande, cheio de poeira de tijolo e andaimes. No fundo, perto da janela coberta com lonas, estava o armário de madeira onde guardávamos as ferramentas velhas e os livros antigos. Entrei lá dentro. O cheiro de mofo e madeira velha me envolveu, mas pelas frestas da porta eu tinha uma visão perfeita, na primeira fila, do colchão inflável improvisado que Pedro usava pra descansar e da mesa de trabalho. Meu coração batia tão forte que eu temia que o pedreiro ouvisse do corredor. Tirei a pica das calças, segurando ela firme, pronto pro espetáculo. Exatamente meio-dia e meia, a porta da biblioteca se abriu. Laura entrou. Ela Tinha caprichado na roupa: vestia um vestido vermelho de botões na frente, curto, justinho na cintura. Caminhava devagar, fingindo revisar uns papéis, mas o tremor das mãos entregava seu estado.
Um minuto depois, a silhueta imponente do Pedro apareceu na porta. Ele tinha tirado a camisa de trabalho; estava completamente nu da cintura pra cima, mostrando uns ombros largos cobertos de suor e pelo, e uns braços fortes marcados pelas veias. A calça jeans dele estava baixa, pendurada no quadril, deixando ver o elástico da cueca. Ele tinha o olhar de um caçador que finalmente encurralou a presa. Pedro não disse uma palavra. Caminhou até ela com passo firme, fazendo Laura recuar até a bunda dela bater na beirada da mesa de madeira. O cara prendeu ela ali, colocando as mãos enormes dos lados do quadril dela. Pedro: (Com uma voz grave, que ecoou no meu esconderijo) Pensei que a senhora tinha desistido. Te vi muito segura na mensagem. Vamos ver se você aguenta o que pede. Laura: (Olhando pra cima, com o peito subindo e descendo violentamente, os peitos quase pulando pra fora do vestido) Cê já tá aqui, Pedro... Não fala tanto e me mostra se é tão forte quanto se gaba. Pedro soltou uma risada rouca, uma amostra de puro domínio. Sem a menor delicadeza, enfiou as mãos no decote do vestido vermelho e puxou pros lados. Os botões voaram, quicando no chão de madeira. O vestido abriu por completo, deixando à mostra o corpo nu da minha esposa. Ela não tava de sutiã nem calcinha; tava toda exposta, com os peitos perfeitos e a buceta molhada brilhando sob a luz fraca das lonas. Do armário, a visão me cegou. Vi como Pedro ficou mudo por um segundo, devorando ela com os olhos, antes de jogar as mãos direto nos peitos dela. Agarrou com brutalidade, apertando a carne branca com os dedos sujos de cimento, amassando os bicos até Laura soltar um grito de dor e prazer misturados.
Pedro: Que puta gostosa você é, Laura! Olha só como você tá molhada... tá deixando o chão todo escorrendo aqui. Vou te abrir toda. O pedreiro desabotoou a calça jeans desesperado e puxou o pau pra fora, enorme, cheio de veias e durinho, brilhando de porra. Agarrou Laura pelas coxas, levantando as pernas dela com uma facilidade impressionante pra deitar ela em cima da mesa. Laura se agarrou nos ombros suados do cara, cravando as unhas nas costas dele enquanto abria a buceta toda pra ele. Pedro se ajeitou entre as pernas dela, colando o peito peludo nos peitos da minha mulher, e com uma metida bruta e direta, enfiou tudo até o fundo.
Laura: (Soltando um gemido ensurdecedor, arqueando as costas toda) Ahhh! Pedro! Meu Deus, você me parte... é enorme... me dá uma delícia! Vi como os corpos se chocavam com um som molhado e constante que inundou a biblioteca. A bunda da minha esposa batia na madeira da mesa a cada estocada selvagem do pedreiro, que a comia sem piedade, completamente alheio que eu, da escuridão do armário, me masturbava com uma raiva descontrolada, vendo minha fantasia se realizar da forma mais obscena possível.
Um minuto depois, a silhueta imponente do Pedro apareceu na porta. Ele tinha tirado a camisa de trabalho; estava completamente nu da cintura pra cima, mostrando uns ombros largos cobertos de suor e pelo, e uns braços fortes marcados pelas veias. A calça jeans dele estava baixa, pendurada no quadril, deixando ver o elástico da cueca. Ele tinha o olhar de um caçador que finalmente encurralou a presa. Pedro não disse uma palavra. Caminhou até ela com passo firme, fazendo Laura recuar até a bunda dela bater na beirada da mesa de madeira. O cara prendeu ela ali, colocando as mãos enormes dos lados do quadril dela. Pedro: (Com uma voz grave, que ecoou no meu esconderijo) Pensei que a senhora tinha desistido. Te vi muito segura na mensagem. Vamos ver se você aguenta o que pede. Laura: (Olhando pra cima, com o peito subindo e descendo violentamente, os peitos quase pulando pra fora do vestido) Cê já tá aqui, Pedro... Não fala tanto e me mostra se é tão forte quanto se gaba. Pedro soltou uma risada rouca, uma amostra de puro domínio. Sem a menor delicadeza, enfiou as mãos no decote do vestido vermelho e puxou pros lados. Os botões voaram, quicando no chão de madeira. O vestido abriu por completo, deixando à mostra o corpo nu da minha esposa. Ela não tava de sutiã nem calcinha; tava toda exposta, com os peitos perfeitos e a buceta molhada brilhando sob a luz fraca das lonas. Do armário, a visão me cegou. Vi como Pedro ficou mudo por um segundo, devorando ela com os olhos, antes de jogar as mãos direto nos peitos dela. Agarrou com brutalidade, apertando a carne branca com os dedos sujos de cimento, amassando os bicos até Laura soltar um grito de dor e prazer misturados.
Pedro: Que puta gostosa você é, Laura! Olha só como você tá molhada... tá deixando o chão todo escorrendo aqui. Vou te abrir toda. O pedreiro desabotoou a calça jeans desesperado e puxou o pau pra fora, enorme, cheio de veias e durinho, brilhando de porra. Agarrou Laura pelas coxas, levantando as pernas dela com uma facilidade impressionante pra deitar ela em cima da mesa. Laura se agarrou nos ombros suados do cara, cravando as unhas nas costas dele enquanto abria a buceta toda pra ele. Pedro se ajeitou entre as pernas dela, colando o peito peludo nos peitos da minha mulher, e com uma metida bruta e direta, enfiou tudo até o fundo.
Laura: (Soltando um gemido ensurdecedor, arqueando as costas toda) Ahhh! Pedro! Meu Deus, você me parte... é enorme... me dá uma delícia! Vi como os corpos se chocavam com um som molhado e constante que inundou a biblioteca. A bunda da minha esposa batia na madeira da mesa a cada estocada selvagem do pedreiro, que a comia sem piedade, completamente alheio que eu, da escuridão do armário, me masturbava com uma raiva descontrolada, vendo minha fantasia se realizar da forma mais obscena possível.
2 comentários - O Peso da Minha Fantasia 6