Olá, queridos amigos e amigas do Poringa.net. Quero desejar a todos um feliz Natal e um ótimo Ano Novo.
Obrigado por me acompanharem e me incentivarem a contar minhas histórias.
Tentando atender a todos.
E como promessa é dívida, continuo com as segundas partes dos relatos antigos.
Pra quem não viu, aqui vai o link.

https://www.poringa.net/posts/relatos/5277206/Mi-sobrina-claudia-le-gusta-estar-con-el-tio.html
Como sempre peço pra vocês.
Bem, sem mais enrolação, vamos começar. Como contei no relato anterior, a protagonista da minha história é minha doce sobrinha Claudia.
Hoje vou contar como minha amada sobrinha se tornou minha amante por muitos anos.
Naquela noite em que ela conseguiu me seduzir e realizar sua fantasia mais desejada, que era transar comigo.
Depois daquela noite de sexo.
Ao vê-la dormindo ao meu lado, não conseguia acreditar no que tinha acontecido.
Eu estava bem acordado pra ser um sonho.
O cheiro de sexo dentro da barraca, meu pau com vestígios de sexo, gozo e sangue da minha pequena sobrinha.
Era uma imagem muito real pra ser um sonho.
Ao meu lado, me abraçando, ela semi-nua, dormindo e exausta pela fodida que eu dei nela.
Isso me dizia que era tudo real.
Com essa imagem, adormeci, sem saber o que aconteceria no dia seguinte.
No dia seguinte, enquanto tomava uns mates, analisei o que rolou.
Tanto ciúme das minhas amigas que ela ficava insuportável com os caprichos dela.
A foto na câmera, os beijos quase na boca e muitas coisas que me deixavam desconfortável. Mas eu via como algo descuidado da parte dela.
Nunca pensei mal dela.
Ela se levantou pra tomar café comigo como se nada tivesse acontecido e me deu um beijo carinhoso na boca.
Me disse bom dia com cara de safada.
Não sabia o que dizer.
Só perguntei como ela estava e se tava bem.
Ela respondeu:
Claudia: Tô com o cu e a buceta doendo, mas feliz, e você?
Eu: Ué... Sinto muito, princesa...
Me deixei levar pelo tesão...
Você deve me odiar... Meu bem.
Claudia: Não, tio, te amo mais do que nunca...
Tio, espero que isso não acabe...
Isso vai ser nosso segredo, eu prometo...
Espero que agora você me trate como uma mulher.
Te amo.
EU: Tem certeza que quer continuar com isso?
Não basta eu ser seu tio???
Claudia: Não, não basta.
Você é o melhor tio do mundo e sei que ocupou o lugar do meu pai.
Mas agora te vejo como um homem.
Desde pequena, é algo que nasceu em mim.
Ver você foder com suas amigas me fez desejar isso. que fosse eu quem te desse prazer.
Por isso odiava cada mulher que você trazia pra casa ou me deixava com a mamãe pra sair com essas putas.
Sei que não posso ser sua namorada, mas quero ser sua gata na cama.
EU: Isso é uma loucura. Se eu cuidei de você e fui como seu pai, não era pra isso.
Mas isso não muda o fato do que aconteceu.
Me deixei levar pela situação, você não é mais uma criança. Ninguém precisa saber disso.
Claudia: claro que não... Como te falei, quero que isso não acabe e que me ensine tudo.
Gostei de como me ensinou a chupar seu pau, pra te dar prazer e não te fazer doer.
Te dei minha virgindade pra ser sua princesinha mimada na cama.
Conversamos por um bom tempo.
Os dois concordamos que não era um bom lugar pra ficar de agarramento, já que tinha gente por perto e alguns sabiam que éramos tio e sobrinha.
Como se nada tivesse acontecido, voltamos a ser como antes. Mantendo as aparências.
Depois fomos pescar.
Pra tentar refletir sobre o que aconteceu.
Não conseguia parar de olhar pra aquela bunda gostosa que horas antes eu tinha comido com vontade.
A putinha ainda devia ter um pouco do meu leite dentro.
Os pescadores olhavam pra ela com mais desejo do que eu.
Me incomodava ver como devoravam ela com os olhos.
Pra evitar problemas, já que alguns estavam bêbados, juntamos tudo e fomos pra piscina do camping.
Onde ela mostrava todos os seus atributos com toda naturalidade.
Minha docinha tinha crescido, e o corpanzil dela não combinava com a idade. Olhando pra ela com tanto detalhe, não entendi como não enlouquecer e me deixar levar como eu fiz.
Com a pouca idade dela e a vontade que ela tinha, era inevitável o que aconteceu.
Mas, como consolo, pensei: quem melhor do que eu pra ser o primeiro homem da minha pequena?
Quando o sol ficou mais pesado e depois de comer, fomos pra nossa barraca.
Lá mesmo ela começou com as brincadeiras dela.
Beijos e carícias foram o começo pra eu perder a cabeça de novo, e a gente acabou trepando outra vez naquela tarde e depois à noite.
Eu rezava pra que os outros campistas e pescadores não ouvissem ela gritar que nem uma louca.
Na manhã seguinte, levantamos a barraca e pegamos a estrada de volta, depois de quase dois dias de sexo.
Entre nós dois, fizemos um pacto de silêncio.
Seria nosso segredo.
Levei ela em casa com a promessa de nos vermos logo.
Os caprichos da minha sobrinha e a vontade de foder eram mais fortes que ela.
Logo começou a ter problema com a mãe.
Como não tinha uma boa relação com o namorado da mãe, começaram os problemas e as brigas.
A mãe dela não sabia o que fazer com ela.
Numa dessas brigas, minha sobrinha chegou uma tarde na minha casa com uma mala, decidida a morar comigo de vez.
Conversei com minha cunhada, que me contou todos os problemas que ela tava causando.
Como eu a entendia e na minha casa ela tinha tudo que precisava, ela me pediu se podia ficar comigo até passar a raiva.
Claro que aceitei, sabendo que era uma desculpa da garota pra ficar mais tempo comigo.
Minha casa era o segundo lar dela, mas virou o único.
Minha sobrinha tinha mil desculpas:
tava mais perto da escola,
não teria mais brigas com a mãe ou o namorado dela.
Mas o melhor pra ela era aprender e foder como a gente não conseguiu na barraca.
Minha cunhada, mais tranquila e sem desconfiar de nada, deixou ela nas minhas mãos.
Mas eu sabia que era de propósito pra ela ficar comigo.
Era um risco. E sabia que era um perigo, mas mesmo assim aceitei.
Com regras claras, a gente se dava super bem, como sempre.
Quando as amiguinhas da escola vinham, ela voltava a ser aquela menina doce e inocente.
Assim que ela devia se comportar sempre, e fazia isso.
Depois do trabalho, ela cozinhava e me esperava, usando lingerie que caía muito bem nela, mesmo não sendo adequada pra idade dela.
Isso me deixava louco.
Ela soltava toda a sua sedução, com aquela mistura de inocência e um corpo descomunal.
Sem vergonha, se mostrava tão sensual quanto a idade dela permitia.
Eu não conseguia resistir aos encantos dela, e ela sabia muito bem disso. A inocência dela misturada com sensualidade era uma combinação irresistível.
Ela adorava me provocar e fazer eu tirar fotos dela.
O veneno do incesto corria nas nossas veias, envenenando nossos dias.
Com toda a vontade de foder a piranha nova e soltinha com o tio que realizava todos os desejos dela.
Ver ela cozinhando daquele jeito, a gente não conseguia evitar o roçamento.
Uma boa esfregada naquele rabo enorme e carnudo dela.
Fazendo ela sentir meu volume e dando uns beijos nas costas.
Claudia: Mmm... tio, não faz isso, que me deixa maluca...
Preparei o banho e a roupa, toma um banho pra gente comer.
EU: Se você vai ficar semi-nua, não tem como evitar.
Mas é melhor eu tomar banho antes de te devorar, hahaha.
Claudia: Hahaha... Pra isso dá tempo, vai, tô morrendo de fome.
Mas me deixa de sobremesa, haha.
Depois do banho e de comer,
lavamos a louça e, entre brincadeiras, tirei os peitos dela pra fora do sutiã.
Ela, como se nada, lavava a louça daquele jeito.
Ver aqueles peitos lindos e brancos com aqueles biquinhos rosados me deixou louco. Adorava vê-los soltos, balançando fora do sutiã.
Ela curtia minhas sacanagens, como ela mesma dizia.
Ainda mais quando eu abraçava ela por trás e passava a mão.
Eu sentia a maciez e o calor dos peitos dela. Enquanto ela sentia minhas mãos apalpando e explorando ela. Enquanto meu volume se enterrava entre as bundas dela.
Sabendo o que vinha pela frente.
Claudia: mmm... tio, amo quando você me toca...
tá com o pau bem duro... Mmm... que gostoso que parece...
Foi uma boa ideia ter brigado com a mamãe... Mmm...
EU: não, não foi...
Mas vou te dar o gostinho.
Ela se virou e, enquanto nos beijávamos, tirei o sutiã dela.
Liberando completamente os peitos dela, que eram um manjar pra minha boca.
Sem parar de beijá-la, desci pelos lábios dela, pelo pescoço, ouvindo seus gemidos gostosos.
Levei os peitos dela à minha boca, chupando e lambendo os biquinhos gostosos dela.
Claudia: Mmm... Tio, que gostoso... Mmm...Adoro quando você chupa meus peitos... Mmm...
EU: Você me prometeu sobremesa e é isso que eu quero... Mmm...
Que peitos gostosos você tem, neném...
Enquanto eu chupava os peitos dela, ela se pendurou no meu pescoço e enroscou as pernas na minha cintura, ficando agarrada em mim.
Assim, eu a levei até o quarto.
Onde a deitei na minha cama e desci. a calcinha fio dental dela como se fosse um presente de Natal.
Quando fico nua, ela se virou me olhando com sua carinha tão doce e safada, esperando que eu pegue ela com vontade.
Claudia: Mmm... tio... quero que me coma tão gostosa como antes, tô muito tesuda...Mmm... quero devagar no começo e depois com força... Mmm que putinha você me deixa...
EU: Fica tranquila, amor, hoje quero te aproveitar melhor do que na barraca.
Amo essa carinha de puta que você tem.
Afastando mais as pernas dela, me esperava aquela bucetinha doce e molhada.
Que eu chupasse devagar.
Um coro de gemidos começou a sair da boca dela ao sentir minha boca na buceta dela.Eu: Mmm... Que gostosa e quentinha você tá, neném...
Que sobremesa deliciosa pro seu tio...
Vou tomar todo o seu mel... Mmmm...
Você é uma delícia...
Claudia: Tio...... sua língua na minha buceta é uma delícia também....... Ah.....Ha......Mmmm.....
Mais... Mmm Mais.... Chupa ela toda......
Mmm...
Chupando bem a buceta dela, ela tava tão excitada que até o cuzinho dela se abria sozinho ao sentir.
Minha língua se enfiava na buceta dela.
Minha sobrinha se tremia de prazer e gozo.
A buceta dela ficou toda molhada enquanto ela tinha um orgasmo gostoso e barulhento. Como um viciado no sabor incestuoso da minha pequena, não parava de chupá-la.
Ela se ajeitou pra pegar meu pau e levar até a boca.
A língua macia dela e o hálito me davam aquele prazer intenso de um oral bem feito.
Que em poucas práticas ela começou a fazer como toda uma expert.
Ambos nos dávamos prazer. A língua e boca dela deixavam meu pau ainda mais duro.
Saciando o prazer do oral.
Estávamos prontos.
Deitei sobre ela.
Ela abriu as pernas e com uma mão pegou minha rola e ajeitou pra eu meter como ela queria.
Eu não perdi nenhum detalhe do momento, via como o rosto dela se transformava ao sentir minha pica entrando. A carinha de menina dela abrindo a boca com um suspiro.
Com os olhos fechados sentindo minha rola entrando suavemente.
Quando sentiu que bateu no fundo, sem querer.
Ela deu um grito de dor e prazer.
Claudia: Ah... não tão fundo, tio, tá doendo... Ah...Ufs... teu pau é muito grande, tio...
EU: Ué... Desculpa, amor, me empolguei, cê tá bem...?
Claudia: Sim... doeu... Mas tô bem...
Devagar, sim...
Eu tava comendo ela o mais suave que podia, mas a buceta dela tão estreita e apertada me deixava louco.
Fizesse do jeito que fizesse, toda vez que eu batia fundo, doía nela, mas ao mesmo tempo fazia ela gozar igual uma louca.
Ela já tinha tido vários orgasmos.
A carinha dela tava vermelha, os dois suados, cheirando a sexo incestuoso no quarto.
Com meu pau prestes a explodir, tirei ele bem na hora.
Bati uma punheta nos peitos dela...
Suas lindas tetonas receberam meu leite grosso e abundante. Claudia: aí...... quanto leite, tio.....
Sorte que você não gozou dentro, senão eu ficava grávida, né?
Que sorte que você gozou, não aguentava mais.
Ufa..... foi lindo, você gostou.... Uau....
Mas não me importaria de engravidar.
EU: gostei muito, gata....
Com tanto leite, a gente ia ficar até o talo.
Você não se importaria se eu morresse?
Nem brincando isso pode acontecer.
Mas dá pra resolver, não se preocupa.
Desde aquele dia, tomei mais cuidado.
Até que uma ginecologista amiga deu pílula e uma injeção pra ela.
Nos dias seguintes, fui fazendo ela do meu jeito.
Minha docinha sobrinha virou uma putinha.
Mesmo tendo o quarto dela, ela adorava dormir comigo.
Só usava o quarto pra estudar e quando as amigas dormiam lá.
A vontade dela e a minha eram insanas.
Transávamos a qualquer hora, em qualquer lugar, sem nos importar com nada.
Sentada na cadeira da cozinha, ela aprendeu a cavalgar.
Quando aprendeu a cavalgar, foi uma nova forma de ser comida bem gostosa. Me dando vários orgasmos.
Amava quando eu comia ela de quatro também.
Fazendo o sexo ser mais completo, divertido e durar mais. Cada nova posição aprendida vinha com mais prazer.
Por medo e por não confiar na eficácia dos métodos anticoncepcionais.
Eu continuava usando o cu dela como camisinha e lugar seguro pra descarregar meu gozo.
Os primeiros dias foram dolorosos, mas ao mesmo tempo davam muito prazer pra ela. Até que ela gostou tanto que, com o passar dos dias, ela mesma enfiava sozinha.
Sempre que a gente transava no cu, ela me dizia:Claudia: ufs... cara.... Quando você vai usar minha buceta pra gozar....
Agora que a gente tá protegido, você continua usando meu cu....
Eu gosto, mas ele tá cada vez mais aberto e quero dar um descanso pra ele.
EU: Só mais uns dias.
Além disso, gosto do seu cu como depósito da minha porra....
Ela tinha razão, o cu dela tava bem aberto, mas era tão quente e apertado.
Que eu adorava comer ele e deixar cheio de porra, igual na primeira vez.
Ver a buceta dela aberta pelo meu pau e com meu leite escorrendo me fascinava. Mas pra dar o gosto pra ela e dar um descanso pro rabo dela,
procurei outra alternativa.
Ela adorava me acordar chupando meu pau.
Ela adorava tanto chupar meu pau que um dia, depois de foder, tirei ele da buceta dela e pedi pra ela me chupar.
Eu: Hoje vamos dar um descanso merecido pra sua bunda.
Quero que dessa vez você me chupe até eu gozar.
Claudia: Tá louco, mano?
Por que não usa minha buceta?
Vamos, tá de boa...
Eu: Quero um boquete bem dado.
Faz tempo que não recebo um.
Quero que você me chupe e prove meu leite...
Vai, não seja chata.
Claudia: Claro, aquelas putas faziam isso pra você, já me lembro...
Tá com saudade?
Antes que você vá pedir pras suas vadias, eu faço... Deus...
OK, vou fazer, mas se gozar, a culpa é sua... hahaha
Ela começou a chupar bem gostoso, do jeito que ela sabe.
Vendo a carinha de puta gulosa dela, não demorei pra sentir aquela sensação tão gostosa de ser chupado e a vontade de esvaziar minhas bolas.
Já tô pronto, gritei.
Ela chupava mais e com mais vontade, me deixando desesperado.
O primeiro jato foi na boca dela.
Ela engasgou quando sentiu meu leite grosso descendo pela garganta.
O resto foi no rostinho lindo e jovem dela.
EU: não foi ruim, né? vai, continua chupando mais um pouco.
Claudia: É, na primeira impressão tinha muito cum e um gosto estranho.
Mas eu gostei.
Agora falta provar teu cum na minha buceta.
Pode ser na próxima???
EU: Beleza, na próxima a gente testa e vê no que dá.
Se der merda, sabe a confusão que vai dar, né?
Teus caprichinhos, neném, vão me matar, sabia?
Claudia: contanto que me coma, pode me chamar do que quiser...
A doutora me garantiu que dava pra fazer.
É, não fala com ela.
Vai, agora não seja ruim.
Só testa uma vez.
Naquela mesma noite, realizei o capricho dela.
Dilatei o máximo possível, comendo ela em todas as posições possíveis.
Me dava um medo danado de engravidar minha própria sobrinha.
Insisti pra fazer no cu dela, mas ela não quis.
Comia a buceta dela tentando não gozar, enquanto ela cavalgava em mim.
Claudia: Vamo tio... ufs... Não aguento mais... me comeu pra caralho...
Me avisa quando gozar, quero aproveitar... Mmm...
Ah... Ha... Ufs...
Não segura mais, vagabundo... Mmm...
Quero sentir seu gozo...
EU: Ok... Cê é exigente...
Melhor não dar merda...
Olha o que me faz fazer, vamo, mexe essa bunda...
Mmm... Isso é uma loucura, sabia?
Entre gemidos, ela foi cavalgando devagar e depois com mais intensidade.
Sentia a buceta apertada, bem lubrificada e tão quente que era um puta prazer pro meu pau.
EU: Mmm, girl, tua buceta é especial...
Dá pra ver que tá pedindo gozo e vou te dar tudo... Mmm...
Claudia: Mmm... sim, tô pronta, me enche, tio...
Me dá todo o gozo que eu mereço...
Os dois prontos, me deixei levar.
Gozando enquanto ela me cavalgava.
Ela percebeu antes de eu falar que ia gozar.
Me dizendo quase aos gritos:
Claudia: Ai... Deus, como esquentou essa buceta...
Uy... Teu pau tá queimando...
Teu pau inteiro parece maior...
Já dá pra sentir que vem... Mmm... Ai...
Como um berro de fera, eu disse:
Toma aí, girl, pega todo o gozo do teu tio...
Vou encher tua buceta... Mmmm...
Ela descrevia a sensação enquanto gemia, tendo orgasmos.
Claudia: Ha... Sim... Te sinto como nunca, buceta... Ha...
Ufs... Entre meus orgasmos e sentir teu pau jorrando gozo... Mmm...
Que sensação gostosa... Mmmm... Deus, isso me amaço...
Enquanto me cavalgava, eu sentia meu gozo escorrendo da buceta dela.
Esvaziei minhas bolas dentro dela. Rezando pra não engravidar, mas ao mesmo tempo curtindo pra caralho.
Com mais algumas tentativas, esperamos pra ver no que dava.
Por sorte ela não engravidou, e ficamos confiantes de que era seguro.
Não temos limites, e gozo tanto na buceta dela quanto em qualquer outro lugar.
Minha linda menina incestuosa virou expert em sexo só pra me dar prazer.
Os caprichos dela não mudaram, nem a vontade de foder.
Assim, aproveitei ela por anos.
Ela foi o relacionamento mais longo que tive.
Somos amantes até hoje.
Com milhares de histórias.
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PS: Bom, espero que tenham gostado dessa história.
Se quiserem mais, já sabem o que fazer.
Leio vocês nos comentários, desde já muito obrigado.
Até a próxima.
Att: Maury-solo-yo.
1 comentários - Sobrinha Cláudia adora ficar com o tio 2