Bônus de Natal: 30




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Compêndio III


Bônus de Natal: 30• Ahh! Mete mais forte! Mete mais forte, Marco! - gemeu Izzie, cravando as unhas finas no sofá de couro enquanto ele enfiava fundo no cu dela.

O som surdo de pele contra pele se misturava com o rangido dos móveis novos do escritório. Eu sorri ao ver ela jogar o quadril pra trás pra me encontrar.

- Pô, Izzie, agora você aguenta tudo! - murmurei, segurando ela com mais força pela cintura.

Ninguém na empresa ia acreditar que a elegante e refinada Isabella, a criadora e visionária por trás da última campanha publicitária, tava debruçada no sofá novo do meu escritório igual uma puta de esquina. O cabelo escuro colava nas bochechas coradas, e o batom borrado dava aquele aspecto de bem comida que eu adorava.
Sexo analA respiração dela falhou um pouco quando eu me retirei devagar, só a ponta, antes de meter com força de novo.

• Caralho! — O corpo inteiro dela tremeu. — Deus, adoro como você faz isso!

Dois anos atrás, ela teria se arrepiado só de pensar nisso. Agora? Implorava por mais. Em algum momento entre eu destruir o casamento dela e o primeiro salário aqui, ela se tornou minha de todas as formas obscenas possíveis.
sexo no escritorioQuando a gente se conheceu, numa reunião de pais e mestres meio do nada, a Izzie era uma esposa troféu afiada como navalha, cheia de sorrisos venenosos e provocantes, vestidos de grife e atitude de diva. A corrupção do Víctor era praticamente um segredo aberto, ninguém desconfiava de nada. A paixão da Lily pelo meu filho Bastián me deu uma desculpa pra ficar perto da Izzie. Ela flertava como se fosse um esporte, encostando os lábios manchados de vinho no meu ouvido e sussurrando qual das amigas dela eu queria "comer".provar o super papaiEra fácil esquecer que por dentro ela estava murchando.

Como eu era um dos poucos que dizia não aos encantos dela, ela ficou obcecada por mim. Comecei a foder com ela e com as duas únicas e mais íntimas amigas dela no que poderia ser definido como um
Clube sexual de mães solteirasNo entanto, quando prenderam o Víctor, eu garanti que a Izzie ficasse segura.infidelidade consentidaA Izzie que eu conheci naquela época teria zuado a ideia de um trampo das 9 às 5, ainda mais ter que dar satisfação pra uma mulher como a Edith. Mas o desespero muda as pessoas. Vendo ela agora, com o suor brilhando entre as omoplatas enquanto eu meto nela, é difícil conciliar essa mulher, que geme que nem uma atriz pornô, com a profissional serena que fez uma apresentação corporativa impecável umas semanas atrás. A única pista? A porra do batom. Sempre carmim, como se desafiasse alguém a reparar.

Meus dedos cravaram nos quadris dela enquanto o couro do sofá rangia sob nosso peso.

— Po, isso valeu cada centavo! — sussurrei no ouvido dela.

Ela riu (aquela risada rouca, pós-transa) e mexeu os quadris num círculo lento.

— Não sei se é melhor que sua cadeira de escritório ou sua mesa, mas vou ficar com isso! — brincou, se referindo às nossas primeiras gozadas apressadas no meu escritório.

Respondi mordendo o ombro dela, fazendo-a ofegar. A dualidade me excita: a Isabella da sala de reuniões, com suas saias sob medida e PowerPoints, contra essa Izzie, aberta e sem vergonha, montando em mim como se fosse morrer se parar.

— Nossa, eu precisava disso! — suspirou, enxugando o suor da testa com as costas da mão.

O batom dela tá todo borrado e a máscara de cílios deixou umas manchas esfumaçadas embaixo dos olhos. Passei os dedos pela curva da cintura dela, vendo os peitões balançarem enquanto ela recuperava o fôlego.

— O trampo é tão puxado assim?

Ela balançou a cabeça, com o cabelo escuro grudado na pele úmida.

— Não, de jeito nenhum! Mas ser mãe e funcionária em tempo integral me deixa pouco tempo pra me divertir.

A palavra “
diversão(risada) se enroscou na língua dela como se estivesse saboreando.

Não consegui segurar o riso, e puxei ela pra perto até as costas dela encostarem no meu peito.

- Não acredito que vou poder comer uma gostosa igual você, Izzie!

Ela inclinou a cabeça, com aquele brilho safado nos olhos, o mesmo que fazia os caras tropeçarem nos eventos de caridade. Aí a voz dela virou aquele sussurro de Marilyn Monroe, que faz minha mão apertar mais forte.

- Por que não, amor? - Os dedos dela deslizaram pela minha coxa, cravando as unhas só o suficiente pra doer. - Tá com medo de não dar conta?

- Não, Izzie, é que você tá fora do meu alcance. - falei baixinho. - Você é elegante, gostosa... exigente.

Ela deu uma risadinha, se esfregando em mim, com o calor do corpo dela ainda colado no meu.

- Exigente, amor? Qual é! - Os lábios vermelhos dela se curvaram num sorriso irônico. - Hoje em dia, já fico feliz se consigo andar de ônibus e trem sem levar uma mão na buceta.
Colega de trabalhoAs palavras me acertaram mais forte do que eu esperava. Me afastei devagar, devagar demais, pelo gemido de necessidade que ela tentou engolir, e virei ela pra me encarar. A máscara de rímel tinha borrado e o cabelo tava bagunçado, mas aquele sorriso sumiu quando ela viu minha cara.

— A vida depois do divórcio foi tão dura assim?

Ela piscou e depois soltou uma risada, aquele som gutural e ensaiado que usava quando os homens nos eventos faziam perguntas sem noção. Mas os dedos dela deslizaram pelo meu peito, parando bem em cima do meu coração.
Bônus de Natal: 30• Bom... nada mal, se for sincera. - A luz do teto refletia o suor nas clavículas dela, do jeito que os peitos subiam a cada respiração. - Sinto falta do dinheiro do Víctor? Claro que sim! (As unhas dela roçaram levemente minha barriga.) Se sinto falta daquele filho da puta infiel? Nem fodendo! (Aí a mão dela deslizou pra baixo, me agarrando com firmeza.) Se eu curto dar umas escapadas pra te comer de vez em quando? (Ela se inclinou e roçou os lábios na minha orelha.) Sim. Você me faz sentir viva.

Eu gemi quando ela começou a me acariciar devagar, passando o polegar na ponta.

- Mas...

O aperto dela ficou mais forte, me interrompendo.

• Quer dizer, se for realmente sincera com você, Marco, às vezes sinto falta da minha vida antiga. - ela disse com a voz mais suave. - Os vestidos chiques, as joias, os restaurantes caros... mas agora tenho a Lily... e sim, me mato de trabalhar pra pagar a escola dela e tento manter as aparências, mas é maravilhoso. Minha pequena tá crescendo de verdade, Marco. E agora sei que não teria conseguido se eu e o Víctor tivéssemos continuado naquela vida chata e vazia.

Eu soltei um suspiro forte, empurrando a bunda contra o punho dela.

- E que tal ter um carro? Ia facilitar sua vida? - perguntei, me mexendo desconfortável, ainda pelado sob o toque dela.

O sofá de couro grudava nas minhas coxas enquanto eu me mexia. Ela sorriu, mas era um sorriso que não chegava nos olhos dela, um sorriso ensaiado e polido.

• Marco, ter um carro agora é um sonho distante! - Os dedos dela desaceleraram, passando distraidamente pela veia ao longo do meu pau. - Com o dinheiro que ganho no trampo e o que pago pela escola da Lily, mal sobra pra ajudar a Emma com as compras do mês.
Sexo analO nome da melhor amiga dela escapou com um suspiro:Emma, a mãe solteira que tinha sido sua tábua de salvação desde o divórcio (e, em outros tempos, a rival mais feroz de Izzie).

• E eu preferiria morrer a trocar a Lily por uma escola mais barata. Meu raio de sol é feliz. — murmurou, acariciando minha glande com o polegar. — E ela está apaixonada pelo seu pequeno e corajoso Bastian, de todas as pessoas.

— É... então isso me coloca numa situação complicada. — comentei com indiferença e um suspiro. Izzie só riu enquanto brincava com meu pau na boca dela.
sexo no escritorio• Por quê? - perguntou ela, com os lábios ainda molhados de saliva e dos meus fluidos.

Soltei o ar bruscamente, me segurando nos braços do sofá enquanto os dedos dela se fechavam em volta do meu pau. A luz do teto refletia o brilho dos cílios da Izzie, manchados de rímel, bem abertos de incredulidade.

- Bem... - minha voz falhou quando o polegar dela roçou minha glande. - Depois que o Víctor tentou espionar meu computador da empresa, eu processei ele. Junto com a empresa. (O aperto dela ficou mais forte.) Nosso time jurídico congelou as contas dele, mas minha advogada pessoal... conseguiu um acordozinho.

A respiração dela prendeu, um som que quase se afogou no deslizar suave da língua dela pela minha glande.

• Marco... - disse ela com a voz trêmula, separando os lábios em volta do meu pau. - O que você tá dizendo?
infidelidade consentidaSorri com um ar debochado, passando os dedos pelo cabelo bagunçado dela.

— Tô dizendo que a paranóia do Víctor deu resultado. — Ela franziu a testa, mas não deixei ela se afastar. — Aquele acordo? Dá pra um Audi novo que eu sei que você ia adorar... (Meu polegar deslizou pelo lábio inferior dela, borrando o batom.) E a boa notícia é que sobra grana suficiente pra mimar a Emma e a pequena Karen por aguentar as duas, e talvez comprar pra Lily aquele pelúcia de pônei que ela vive desenhando no caderno.

Izzie ficou paralisada, sem nem respirar, e de repente levou as mãos à boca, com os olhos já cheios d'água.

— Marco, cê tá falando sério? — As palavras saíram abafadas contra as palmas dela.

— Claro que sim! — Afastei uma mecha de cabelo suado da testa dela. — Quando foi que eu menti pra você?

A respiração da Izzie tremeu contra minha coxa antes dela pular de repente e esmagar os lábios dela nos meus num beijo que tinha gosto de sal e batom borrado. Os dedos dela cravaram nos meus ombros enquanto ela montava em mim, ainda molhada e aberta do que a gente tinha feito antes.

— Cê é um bastardo magnífico! — sussurrou contra minha boca, com o quadril já se mexendo naquela lentidão enlouquecedora que fazia meu pau se contorcer entre a gente.

Depois ela desceu, deslizando pelo meu corpo com uma fome que me deu um arrepio.

— Cê é um menino tão safado!

(You’re such a bad boy!)

As palavras vibraram contra minha pele enquanto a língua dela girava em volta da cabeça, chupando com tanta força que fez eu curvar os dedos do pé. Os dedos dela, ainda com a manicure, ainda profissionais, cravaram nas minhas coxas enquanto ela se movia freneticamente, como se tivesse uma missão.
Colega de trabalho• Você sempre me faz chorar!...

Cada palavra era pontuada por um gole molhado e desesperado, e os olhos escuros dela se erguiam para os meus através dos cílios empastados de rímel.

• Sempre... sempre... sempre...

A garganta dela se abriu num gemido enquanto me engolia até a base, com o nariz pressionando minha barriga. O calor molhado da boca dela era quase demais, especialmente quando a mão livre deslizou entre as próprias pernas, com os dedos trabalhando furiosamente.

Depois, ela se afastou com um obsceno *
pop*, os lábios inchados de saliva e esforço.

• Não aguento mais! Preciso que você me foda! - A exigência explodiu nela, crua e rasgada.
Bônus de Natal: 30Meu cérebro travou: a Izzie não *suplicava*. Pisquei.

- Você precisa que eu te coma? - As palavras saíram da minha boca como se eu nunca tivesse montado uma frase antes.

Os olhos de Izzie se semicerraram na hora, aquela mudança rápida e letal de suplicante para furiosa que sempre fazia meu pulso acelerar.

- SIM! - ela praticamente rosnou, me empurrando contra o sofá com uma força surpreendente. - EU PRECISO DO SEU PAUZÃO BEM FUNDO DENTRO DA MINHA BUÇETA, SEU FILHO DA PUTA INSENSÍVEL!

Mal tive tempo de rir antes que ela montasse em mim, me golpeando com um suspiro que virou um gemido abafado. As unhas dela arranharam meu peito enquanto ela rebolava, selvagem, indomável, com os cachos pulando enquanto jogava a cabeça para trás.

- Meu Deus, meu Deus, meu Deus! - O cântico saiu dos lábios dela entre ofegos, com as coxas tremendo ao meu redor. - Por que você tem que ser tão grande também?
Sexo analA voz dela quebrou no meio da frase, me cavalgando com uma desesperação que beirava a violência.

Como de costume, senti ela apertada e aqueles peitos... o jeito que balançavam. Era difícil acreditar que fossem naturais... e eu já tinha me certificado disso várias vezes.

• Ai! Tô com tanta raiva de você, Marco! - protestou, assim que se acomodou até o fundo. As unhas vermelho-sangue dela cravaram no meu peito como se quisesse gravar o nome na minha pele. - Juro que tô a ponto de te dar um soco no nariz porque agora você não pode me engravidar!

As palavras me acertaram como um tapa, crua e cortante, enquanto os quadris dela se moviam em círculos lentos e deliberados, me espremendo mais fundo. O cabelo escuro grudava na testa suada, os lábios se separavam entre gemidos. Engoli seco.

- Izzie, você sabe...

• SILÊNCIO! - A ordem ecoou no ar como um chicote, com a mão dela tampando minha boca.

As coxas dela tremiam ao meu redor, quentes e escorregadias, enquanto ela se inclinava até os peitos roçarem no meu peito.

• Eu sei! - O hálito dela era quente contra minha orelha, a voz virou um sussurro venenoso. - Você é casado! Tem filhos e não tem chance de largar eles... (Os dentes dela roçaram meu lóbulo, afiados, punitivos.) Então cala essa boca e me fode como deve ser!

E a gente começou a foder, mas era mais como
sexo furioso”: ela mordia meu lábio inferior, eu segurava ela pela cintura, como se a gente tivesse transando por vingança, mas no nível 15. Os peitos dela balançavam como pompons de uma cheerleader enlouquecida, batendo no meu peito a cada estocada frenética. Os gemidos dela não eram sussurros, eram declarações guturais e entrecortadas que reviravam minha alma.

• Meu Deus! Não acredito, caralho! - ela ofegou, cavalgando em mim como uma cowgirl no último rodeio da vida dela. - Você é tão gostoso, me fode tão bem e eu não posso ter um filho seu!
sexo no escritorioAs cadeiras dela se sacudiram, as coxas me apertaram com força, como se pudesse nos fundir só na base da vontade dela. Aí, do nada, a boca dela colou na minha, a língua enfiou fundo como se quisesse roubar meu fôlego, minha sanidade, meu maldito DNA.

• Você sabe que quero ter um filho seu, né? — ela sussurrou contra meus lábios, enrolando meus cabelos nos dedos.
infidelidade consentidaA voz dela se quebrou, revelando algo cru e desesperado por baixo do veneno.

• Sabe que tô prestes a jogar meus remédios no vaso sanitário por sua causa? — Cada palavra vinha acompanhada de um movimento brusco de quadril. — Que se meu salário não fosse uma merreca, eu te ligava agora mesmo pra você me ajudar a dar um irmãozinho pra Lily?... (As unhas dela arranharam meu peito, sem brincadeira nem deboche, provocando fogo.) E você...! (Ela sentou com tanta força que o sofá rangeu.) Você tem a cara de pau de dizer que “
você não tá no meu nível?
O orgasmo dela foi tipo uma explosão: tenso, violento, elétrico. A buceta dela se apertou em volta de mim com uma força que me deixou sem fôlego, e o gemido dela se afogou no meu ombro, onde ela me mordeu. As coxas dela tremiam que nem cabos elétricos, o quadril se mexia em círculos descontrolados enquanto onda após onda passava por ela.
Colega de trabalho• Céus, céus, céus! - Cada palavra saía entre gemidos, com o corpo inteiro tremendo enquanto as unhas cravavam meias-luas na minha pele.

Então, antes que as réplicas sumissem, ela pulou de repente, com os olhos arregalados, os lábios inchados de tanto beijar e manchados de vermelho, e agarrou meu rosto com as duas mãos.

• De novo! - exigiu, com a voz rouca e quebrada. O quadril se movia num vai e vem obsceno e deliberado, arrastando meu pau contra as paredes escorregadias dela. - Dói dessa vez!

O segundo orgasmo dela bateu como um trem desgovernado, violento e implacável, enquanto ela cavalgava em cima de mim com um frenesi que beirava a possessão. O sofá rangia debaixo da gente, o couro chiava sob as unhas dela enquanto ela arqueava as costas, o grito abafado só pelos próprios dentes cravados no meu ombro. A buceta dela se apertava em pulsações ritmadas, cada contração arrancando outro gemido da minha garganta.

E aí, ela começou a se mexer ainda mais frenética, os beijos ficaram mais selvagens, os braços se agarraram a mim como se não quisesse me soltar.
Bônus de Natal: 30Seu orgasmo furioso me atingiu como um tsunami. Sua buceta me apertou como um buraco negro, e o gemido dela era quase poético. O som não era só prazer, era algo cru e gutural, arrancado da garganta como se estivessem rasgando ela. Os quadris dela se moviam contra os meus com um abandono imprudente, as unhas arranhando minhas costas como se quisesse fundir nossa pele.

• Ai, Marco! Me faz gozar! Me faz gozar! Me faz gozar como ninguém antes! – ela cantava com uma desespero implacável, a cintura batendo sem parar, se fudendo no meu pau como se tentasse gravar o nome dela em mim.
Sexo analE quando a ponta da minha vara chegou no útero dela, o tempo pareceu parar. O corpo inteiro dela congelou, só por um instante, com os olhos bem abertos e a respiração cortada. Algo primitivo brilhou no olhar escuro dela, com as pupilas tão dilatadas que engoliam o castanho. Aí ela gemeu, agudo, feito um soco, e os quadris dela balançaram antes de bater com mais força, mais rápido, com os dedos enroscados no meu cabelo.

• Ai, meu Deus! Ai, meu Deus! Isso é...! — A voz dela falhou enquanto se esfregava em mim, mexendo a bunda em círculos lentos e obscenos, como se quisesse me ordenhar até me deixar seco. — Isso! Aí! Dá seus filhos pra mim, Marco! Vou cuidar bem deles!
sexo no escritorioO pedido dela era metade risada, metade soluço, e o corpo dela se movia de repente com um propósito frenético, como se pudesse forçar o destino só com a força da vontade.

O orgasmo dela me acertou como uma réplica: violento, percorrendo o corpo dela em ondas que faziam as coxas tremerem. Ela me apertou com tanta força que quase doeu, e os gemidos dela se afogaram contra minha clavícula, onde ela me mordeu com tanta força que deixou um roxo. A sucção repentina das paredes dela arrancou meu clímax como um maldito exorcismo: quatro jorros grossos e ardentes que deixaram ela ofegante, com as unhas cravadas nos meus ombros.

• Meu Deus!... - ela ofegou, apertando os dedos no meu cabelo enquanto eu me esvaziava dentro dela. - Isso! Assim! É isso... ah! São meus!
infidelidade consentidaAs palavras dela eram ininteligíveis, os quadris se moviam erraticamente enquanto ela perseguia até a última gota, cavalgando em mim através das réplicas com um desespero que beirava a adoração.

Ficamos enroscados assim, suados e trêmulos, com a testa dela pressionada contra a minha enquanto nossas respirações se acalmavam devagar.

• Então... — ela disse com a voz rouca, passando o polegar no meu lábio inferior, onde eu tinha mordido até deixar em carne viva. — Você me comprou um carro, Marco, né? Não é brincadeira? Não é brincadeira?

O tom maníaco da voz dela me fez sorrir, metade por euforia, metade por aviso.

— Sim, Izzie! Comprei um carro pra você! — Meus dedos deslizaram preguiçosamente pela espinha dela, sentindo a pele arrepiar sob meu toque. — Aliás, se me passar sua conta, vou transferir o que sobrou.

A respiração dela falhou, e então desabou de vez, enquanto ela começava a chorar e afundava o rosto no meu peito.

• Deus, Marco! Porque se você tá mentindo pra mim... — ela soluçou, apertando os punhos contra meu peito. — Juro que vou cortar suas bolas fora!

Eu ri e dei um beijo na têmpora molhada dela.

— Tá tudo bem, Izzie! Comprei um carro urbano bem chique pra você. Não vai te deixar sem grana pra gasolina.

Aí ela começou a chorar desesperadamente, sem vergonha nenhuma, com o corpo tremendo contra o meu.

• Ah, Marco! — ela chorou entre suspiros. — Queria tanto poder ter um filho seu...

A confissão ficou suspensa entre nós, crua como uma ferida aberta. Ficamos assim por uns minutos, ela agarrada em mim, meus dedos passando pelo cabelo bagunçado dela, até que finalmente me separei dela com um gemido suave.

Izzie desabou no sofá ao meu lado, com os membros esticados como uma marionete abandonada. A luz do teto refletia o suor brilhando entre os peitos dela e a mancha de batom borrado na bochecha.

• Sabe?... — ela perguntou com a voz rouca, enquanto os dedos acariciando carinhosamente minha coxa. - Se meu contrato dissesse que tenho que chupar teu pau das 9 às 5, eu ainda acharia que é o melhor trabalho do mundo.
Colega de trabalhoA declaração, dita com seu estilo teatral de sempre, me fez soltar um suspiro enquanto eu puxava a cueca pra cima.

Sorri e puxei ela pra perto de mim.

— Sim, eu sei! — Meu polegar passou pela marca de mordida que ela tinha deixado na minha clavícula. — Mas você também sabe que, se me chupasse das 9 às 5, eu não ia fazer porra de trabalho nenhum.

Nossas risadas se misturaram antes de se fundirem num beijo carinhoso.

Izzie se afastou só o suficiente pra sussurrar no meu ouvido:

• A Emma tá com saudade de você!
Bônus de Natal: 30O nome me acertou como um soco no estômago.Emma. A melhor amiga dela, minha ex-amante, a mulher que uma vez me chupou na cozinha apertada da casa dela enquanto nossos filhos dormiam no quarto da filha dela. Os dedos de Izzie se enroscaram nos meus cabelos, possessivos.

• Ela tem saído com um tal de Michael... – Ela torceu o nariz. – Não está no seu nível. Pensando bem, ninguém está.

A confissão pairou entre nós, densa como o cheiro de sexo e perfume derramado. Emma, a mãe solteira de jeito modesto, boca de atriz pornô e apetite sexual de uma puta, ainda pensava em mim. Perceber isso fez um calor perigoso brotar no fundo das minhas entranhas. O sorriso provocador de Izzie se acentuou; ela sabia exatamente no que eu estava pensando.

• Achei que você devia saber! – Ela ronronou, deslizando uma unha pelo meu esterno.

Depois de me certificar de que Izzie estava tão impecável quanto possível, trocamos olhares mais uma vez.

Ela sabia que isso não era só
Só luxúria.Sabia que isso não erasó uma fantasiaSabia que o que sentia por ela era real, tão real quanto o que sentia pela Emma e tão real quanto o que sinto pela minha esposa. E que o que eu podia dar a ela era tão real quanto possível.
E por isso, a única coisa que me restava era sair do meu escritório.
Sexo anal


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