
Uma noite cheguei acompanhada. No elevador, ele enfiou o dedo no meu cu. Enquanto íamos pelo corredor, ele arrancou minha roupa e me comeu na porta. Consegui abrir e ele começou a me beijar e enfiar os dedos no meu cu. Eu não sabia que meu filho tinha voltado. E ele nos viu. Nos espionou.

Quando tudo acabou, minha aventura foi embora. Fui dormir e então sinto alguém metendo no meu cu. Reconheci o tamanho do meu filho. Sua puta, não se aguentou. Não conseguiu me esperar, tinha que dar pro porteiro do prédio.

Ele me puxou pelo cabelo e, com raiva, me virei. Ele enfiou o pau no meu cu de novo. Enquanto isso, com as mãos, agarrava meus peitos. Puxava meus bicos, ele sabe que isso me excita. Tirei meu chicote e ele começou a me açoitar. Cada golpe me dava mais prazer na penetração. Meus orgasmos começaram a aparecer. Mais, mais, me bate mais.

Ele continuou me batendo, isso me excitava cada vez mais. Me virei. Queria ver o rosto dele de raiva, de decepção, de corno. Ele me penetrou até o fundo. Mais. Mais. Mete mais fundo, eu implorava. Ele pegou meu pescoço com as duas mãos. E devagar começou a apertar cada vez mais. Eu estava no clima certo. Via estrelinhas por todo lado, quase não conseguia respirar, e foi aí que comecei a ter orgasmos um atrás do outro, comecei a gemer quase gritando. Sim. Assim. Meu amor aaaaagggf, dá mais pra mamãe. Quero seu pau bem dentro. Mais, mais. Assim, assim. Assii. Senti o gozo quentinho escorrendo pelo meu... pussy. Ele tirou, precisei de um tempo para me recuperar. Recuperar o fôlego. Meu filho me comeu como nunca. Como evitar que isso aconteça. Preciso dele, quero ele. Quero que ele esteja dentro de mim e de mais ninguém. Quero que ele me coma de novo, só do jeito que ele faz. Com ternura, com força, como uma besta. Olhei pra ele, acariciei e pedi que aquela noite ele ficasse na minha cama.

Até amanhã, bebê.
1 comentários - A fúria do meu filho