Avó e o Netinho Doente parte 3

Avó e o Netinho Doente parte 3As semanas seguintes se transformaram numa rotina doce e perversa. Toda noite, depois do jantar, eu fingia que a dor e a ardência voltavam com força. Minha avó, sempre disposta e carinhosa, vinha me "acalmar". Nunca falava de nada sexual. Era só "meu pobre menino" e as mãos e lábios dela me ajudando.peitaoNoite da primeira sexta-feira
Naquela noite, eu só queria sentir a boca dela nos meus ovos. Falei que a ardência estava bem lá embaixo, quase dentro. Minha avó tirou o roupão e ficou só de fio-dental preto e uma camisola fininha. Ela se ajoelhou entre minhas pernas abertas e começou a dar beijinhos suaves por todo o tronco grosso da minha pica de 22 cm. Mas eu pedi pra ela descer mais. Os lábios maduros dela pousaram nas minhas bolas pesadas. Ela beijava com carinho, uma por uma, chupando de leve a pele enrugada. A mão direita dela acariciava devagar minha pica grossa, apertando com força enquanto a boca continuava beijando e lambendo meus ovos. O contraste entre a mão firme dela naquela vara enorme e os beijinhos suaves nas bolas foi demais. Gozei com força, soltando vários jatos grossos que caíram na minha barriga e nos dedos dela. Ela limpou tudo com um lenço umedecido, pensando que era só "líquido acumulado pela irritação".maduraNoite da terça-feira seguinte estava especialmente quente. Pedi pra ela dormir comigo porque "a dor podia voltar a qualquer momento". Ela se deitou ao meu lado com uma calcinha fio-dental vermelha minúscula e uma blusa branca curta. No meio da noite, fingi me mexer desconfortável e me encostei nela de conchinha, meu peito contra as costas dela. Minha piroca grossa e dura ficou presa entre as bundas dela. A calcinha vermelha mal cobria nada. Comecei a me mexer devagar, esfregando essa rola de 22 cm contra a bunda macia e redonda dela. Sentia o calor da pele dela, o tecido fino da calcinha deslizando sobre a minha cabecinha inchada. Minhas mãos (o pouco que conseguia mexer) descansavam no quadril dela enquanto empurrava suavemente. Cada vez mais rápido, esfregava meu pauzão grosso entre as bundas dela até não aguentar mais. Gozei pra caralho, deixando jorros quentes de porra sobre a bunda dela e a parte de baixo das costas. Alguns pingaram na calcinha vermelha. Ela se remexeu um pouco sonolenta e murmurou: — Calma, meu bebê… já passou. De manhã, limpou tudo sem dizer nada.milfNoite de lua cheia (duas semanas depois) Naquela noite, ela vestia um body preto transparente que marcava os peitos caídos e os bicos. Pedi só carícias longas e beijos. Ela sentou ao meu lado na cama e as duas mãos envolveram meu pau grosso. Acariciava com devoção, subindo e descendo por aqueles 22 cm de carne dura e cheia de veias, apertando bem debaixo da cabeça. De vez em quando, se inclinava e dava beijinhos ternos por todo o comprimento: na base, no tronco, no freio… beijos molhados e demorados. — Beijinhos aqui também, vó… onde mais dói — pedi. Ela obedeceu e concentrou os lábios na glande inchada, beijando uma e outra vez, abrindo um pouco a boca pra língua roçar. As mãos não paravam de me masturbar. Quando comecei a gozar, ela manteve os lábios colados na cabeça, recebendo vários jatos direto na boca. Engoliu com naturalidade, como se fosse parte do "alívio".PorraNoite de tempestade (um dia depois) A chuva caía forte lá fora. Minha avó veio de calcinha branca de renda e uma camiseta velha minha que ficava grande nela. Me pediu pra dizer exatamente onde tava doendo. Falei que precisava esfregar meu pau em algo macio pra "distrair a ardência". Ela se deitou de lado na minha frente. Enfiei meu pau grosso entre as coxas macias dela e comecei a me mexer. O atrito era uma delícia. Minhas bolas batiam de leve na calcinha dela enquanto meu pau deslizava entre as pernas. Ela me abraçava e passava a mão nas minhas costas, sussurrando que ia ficar tudo bem. Gozei entre as coxas dela, deixando uma bagunça quente que escorreu pelas pernas dela. Ela só sorriu e me limpou com carinho.incestoEssas sessões se repetiam quase toda noite. Cada vez eu ficava mais ousado, mas ela continuava vendo tudo como cuidado de vó. A inocência dela era a minha maior excitação.

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