Transando com o velho da loja

Sou uma garota de 22 anos e meu namorado tem 23, me chamo Lizbeth, acabamos de casar há apenas 6 meses. Onde a gente mora tem uma lojinha cuidada por um senhor gordo e feio, ele sempre aproveita que eu compro lá pra me cantar, eu naturalmente ignoro, não dou importância pros comentários dele até que um dia essas coisas passaram do "normal". — Ai, dona Lizbeth, que gostosa a senhora, tem um rabão bem gostoso de ficar beijando e acariciando o dia inteiro... — Como você ousa me dizer isso... eu sou uma mulher decente e casada, saiba disso... Esses comentários sem vergonha se repetiram sempre que eu ia na loja dele, não conseguia me explicar como mesmo assim eu continuava indo naquela loja, será que eu tava gostando das safadezas dele? Não sabia até que um dia, quando estávamos sozinhos na loja, aquele velho me disse que a mercadoria que eu queria estava nos fundos, pra eu segui-lo até lá. Quando entrei naquele lugar, só coberto por uma cortina, ele já estava lá dentro de costas pra mim e quando se virou pude ver entre as pernas dele o maior pau que já vi na vida, era enorme, grosso e com uma cabeçona descomunal, ele segurava com as mãos enquanto dizia.Transando com o velho da lojaCê gosta... será que já tinha visto uma assim...? Eu não sabia o que fazer, tava hipnotizada por aquela pica enorme que aquele homem tinha entre as pernas. Fingi raiva e tentei sair dali, mas ele me segurou dizendovadiaVamos tocar nele... eu sei que você gosta... seu namorado não tem nem metade disso... toca nele..!
— Não, senhor, por favor... sou casada e amo meu namorado... não posso fazer o que o senhor tá pedindo... não, por favor... não...! Falei sem muita convicção, me aproximei e comecei a tocar naquela pica enorme com minhas mãozinhas, mal conseguia segurar ela com as mãos, era enorme e dura, além de cheia de veias.
— Assim, gostosa... assim... é sua... toca nela... assim... ahhh... que delícia!.. cê gosta, né?..
— Sim... digo, não... não... por favor, Seu Toño... não me faça isso... nãããooo..!
— Ajoelha e mete na boca!... vai, sê bonitinha... chupa... chupa...!
— Não, isso não... por favor... eu não sei... não... não... não seja assim comigo, por favor... sou uma mulher decente... aaggghhh... nãããooo... ahhhh....!
E chupei ele, chupei a pica de outro pela primeira vez, comecei a chupar pica até que ele me levantou e disse:
— Já chega, gostosa... senão vou gozar na sua boquinha e aí não vou poder meter mais...!
— Por favor, Seu Toño... não vá me comer... não meta isso em mim... isso ia me matar e eu grito muito... podem nos ouvir... pode vir alguém e nos ver assim... melhor outro dia, né?
— Não, gostosa... você se fez de difícil demais e daqui não sai até ser bem comida..!
Ele saiu dos fundos, fechou a porta da frente e voltou pra mim.
— Agora sim, gostosa... vou te dar a foda da sua vida... pode gritar à vontade..
— Por favor, Seu Toño, o senhor vai me matar... sua pica é muito grande e eu nunca comi nada assim... não seja mau comigo... me deixa ir, por favor...!
Ele se aproximou de mim e puxou minha calça junto com a calcinha pra me curvar sobre uns sacos, colocou a cabeça da pica enorme na minha bucetinha já molhada, empurrou devagar e eu senti aquela pica abrindo caminho pelos lábios da minha xereca, esticando eles ao máximo, continuou empurrando até que aquela enormidade toda tivesse dentro de mim e então começou a bombar, eu sentia que ia morrer a cada metida de pica e comecei a gritar e gemer.gostosa- Aaaiii, me mata... por favor... aaaahhh... que bárbaro... tá me matando com essa pica enorme... aaaahhh... assim... assim... mete tudo... aaaahhhhh... Perdi o controle nessa foda, gozei uma e outra vez na pica do Seu Toño - Isso, putinha... assim... assim... falei que você ia gostar... aaaahhhhh... toma... toma...! - Já sou sua... sou sua puta... aaaahhh... bruto... selvagem... aaaahhhh...! - Vou gozar, mamacita... vou jogar tudo dentro, putinha... aaaahhhh...! - Não... não... por favor, dentro não!... não tô me cuidando e pode me deixar barriguda...!... melhor na boca... goza na minha boca... aaaahhhh! E com muito pesar, tirei a pica enorme da minha bucetinha dolorida e abri a boca pra receber a porra dele. Quando ele terminou de me foder, fiquei toda cheia de sêmen na cara e com minha bucetinha aberta do jeito que tava, ali estava eu de calça arriada e calcinha também, ainda de pernas abertas e bem fodida. Me vesti e saí da loja, tava dolorida e quase não conseguia andar, fui com o gosto da porra dele na cara e assim cheguei em casa, onde tomei banho pra esperar meu marido.rabaoEsse foi o começo de uma série de fodas que o dono da venda me dava sempre que ele queria. Fui a putinha dele, chupei o pau dele, ele me comeu, me macetou estreando meu cu, aquele que nem pro meu marido eu dei. Fui amante dele por uns três anos, onde ele me comeu quantas vezes quis. Ele me fazia chupar o pau no depósito dos fundos, e quando chegava um cliente, ele atendia e voltava pra eu continuar chupando aquele picaço dele. Um dia, enquanto eu tava empalada no cu, meu marido chegou na venda me procurando. Ele saiu e disse que eu já tinha ido embora, contou pro meu esposo que tava com uma rabuda lá dentro e que tava comendo ela. Meu marido sorriu e foi embora, nunca imaginou que era a própria mulher dele que tava de quatro e empalada no cu. Naquele dia, cheguei em casa sem calcinha e bem arrombada, cheia de porra do meu amante, e meu marido comentou que o dono da venda comia as donas do bairro nos fundos. Eu falei que ele era bem feio, mas nunca contei que o que ele tinha de feio, ele tinha de pau grande e bom de cama, e nem que eu era uma das que ele comia.

3 comentários - Transando com o velho da loja

Excelente relato. Las nenas que empiezan así terminan siendo unas putas descontroladas..👍🏻👍🏻👍🏻 Va un +10
Que rico,yo también té llevaría a la trastienda a darte bien dé verga por todos tus agujeros putita. +10