Viciado em drogas comeu minha irmã

No meu primeiro relato, descrevi minha irmã, mas pra quem não leu, vou fazer de novo. Ela tem peitões enormes, uma barriguinha, coxas grossas e uma bunda grande e gorda. Ela sempre usa blusas de alcinha ou camisetas largas, mas sem sutiã, então os bicos dos peitos ficam bem marcados, e shorts tão curtos que, por causa da bunda enorme dela, parecem fio dental. Bom, o que eu quero contar aconteceu quando ela acabou de fazer 18 anos. Ela tinha um namorado um ano mais velho, que, pra ser sincero, era meio feio e idiota pra ser namorado dela, mas ela jurava que amava ele porque ele era muito fofo e gentil com ela (coisa que quase ninguém acreditava). Enfim, o tal namorado organizou a festa de aniversário dela. Aconteceu na nossa casa, teve muita comida, bebida, e ele convidou um monte de gente, até pessoas do bairro onde a gente mora apareceram. Quem mais chamou minha atenção foi o viciado da quebrada, que depois de um tempo sumiu. Não liguei muito, porque era melhor assim — não precisei mandar ele embora e ele não causou problemas. Depois de um tempo, notei que minha irmã também não estava, então entrei em casa pra procurar ela e ver se tava tudo bem, já que o namorado dela tava lá fora na festa. Cheguei no quarto dela, onde o barulho da festa quase não se ouvia mais. O que dava pra ouvir eram uns gemidos. Quando abri a porta, descobri que eram da minha irmã, e o que mais me surpreendeu foi ver quem tava fazendo ela gemer: o viciado da quebrada. Ele tava deitado na cama, e minha irmã tava montando nele. A cena era deliciosa: minha irmã cavalgando a piroca daquele viciado, enquanto os peitões enormes e lindos dela balançavam. Enquanto isso, ele apertava as nádegas dela, deixando marcas de arranhões. Ela tava louca e pedia pra ele dar tapas na bunda dela, e ele fazia com gosto. Viciado: Assim, putinha? Irmã: Sim, papai, assim, que gostoso... Viciado: Tá gostando do seu presente, putinha? Irmã: Ah, ah, sim, papai, amo essa sua pirocona, ah, amo desde a primeira vez que provei, ah... Ele não respondeu. só começou a meter com força, fazendo minha irmã parar de rebolando, e depois de um tempo assim, ela teve um orgasmo, molhando toda a pica do viciado e a cama dele. Eu tava muito excitado, não só por ver um viciado comendo minha irmã, mas por saber que não era a primeira vez. Fiquei pensando se foi ele quem tirou a virgindade dela ou quem foi. Enquanto pensava nisso, comecei a me masturbar sem perceber. Continuei olhando, e depois do orgasmo tão gostoso que minha irmã teve, ela ficou estirada na cama, mas o viciado ainda não tinha terminado. Então ele se levantou e mandou minha irmã levantar a bunda. Toda submissa, ela obedeceu rápido, empinando a bunda gorda. Ele ficou atrás e meteu a pica, segurando ela pela cintura e dando fortes estocadas, fazendo minha irmã gemer mais alto, começando um segundo orgasmo. Depois, o cara deitou de novo e mandou minha irmã chupar a pica dele. Ela, sem muita força mas com muita submissão, fez isso, chupando meio sem jeito, mas o cara parecia adorar, porque depois de pouco tempo que ela começou a chupar a pica dele, ele gozou, enchendo a boca dela de porra. Ela, sem ele pedir, engoliu tudo e mostrou que não tinha sobrado nada. Depois disso, ela começou a se vestir e disse:
Irmã: Adorei meu presente, papai. Quem sabe outro dia você me come de novo.
Viciado: Quando quiser, pica, é só me procurar, puta — ele disse enquanto balançava a pica já meio murcha.
Minha irmã deu um beijo na ponta e começou a se vestir. Eu guardei a pica e saí pra festa. Depois de um tempo, minha irmã saiu e foi direto dar um beijo no namorado dela. Não sei se por causa da bebida ou se ele era tão otário, mas ele não falou nada sobre o tempo que ela demorou nem sobre o gosto de porra e pica que, imagino, a boca da puta da minha irmã devia ter. Bom, esse é mais um relato sobre minha irmã. Também tenho uma espécie de segunda parte, onde o viciado come ela de novo, mas essa eu conto outro dia.

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