Neste capítulo, a gente tava na casa de campo do Salvador e fizemos o que a gente quis, feito uns amantes sedentos de sexo. Naquela sala enorme, tinha uma lareira igualzinha às que a gente vê nos filmes gringos, uma fogueira linda que esquentava o ambiente, e só faltava uma música romântica de fundo pra selar aquela cena perfeita. Volto a mim quando vejo o Salvador largar minha bolsa de lado, em cima de um sofazinho, e ele tava bem perto de mim, suspirando e gemendo que nem um tarado. As mãos dele subiam e desciam dos meus braços pros meus ombros, e minha respiração começou a mudar. Eu acariciei devagar as bochechas dele, a gente se olhou nos olhos e, sem mais nem menos, a gente se beijou. Nossas línguas se chocavam, num ritmo calmo no começo, depois foi ficando cada vez mais descontrolado. Eu acariciava o peito dele e fui desabotoando a camisa, enquanto ele tirava minha regata junto com o sutiã. Quando viu meus peitos, ele os massageou enquanto terminava de soltar o último botão, e aproximou o rosto, beijando meu pescoço, foi descendo até chegar nos meus peitos grandes e duros de tesão pelo momento que a gente tava vivendo. Ele se jogou num deles pra beijar suave e devagar, e aqueles beijos foram virando lambidas de cima a baixo naquele mesmo peito, e eu comecei a ofegar com força, jogando a cabeça pra trás. Ele, sem querer, me pegou pela mão, sentou no sofá enorme e me guiou pra sentar em cima dele, tirou a camisa e largou de lado junto com a roupa que tinha tirado de mim. Eu beijava bem suave o pescoço dele, devorando devagar enquanto minhas mãos percorriam as costas dele. O Salvador ofegava sem parar, e o pescoço e o corpo inteiro dele tavam na minha mercê. Passei a língua, e ele me levantou um pouco pra conseguir abaixar a calça e a cueca. Eu me levantei com cuidado e tirei minha calça jeans, ficando só de calcinha fio dental, que entre minha barriga saliente e minha bunda, aquela tirinha minúscula sumia. Quando me acomodei de novo, o Salvador passou a mão por ali. e puxou o pano que cobria meus pequenos e inchados lábios da buceta, foi guiando seu pau enorme pra dentro da minha cavidade molhada. Eu me mexia bem devagar, me segurando nos ombros dele e ele me segurava pela cintura. Quando senti que tinha entrado inteiro, eu me mexia como se quisesse tirar e voltava. Vendo que Salvador não ia aguentar mais, cheguei perto do ouvido dele e gemi devagar:
Eu: - Mmmmmmmm... aiii... cê... cê gosta assim..??
Salva: - Aggghh... Aii Yulita... aii pelo amor de deus... - tentava me mexer um pouco mais forte e sinto a primeira descarga dele - não não vou aguentar... - continuei me mexendo devagar enquanto passava a mão nos cabelos dele e ele segurou eles e puxou pra trás - aiii... você é linda... é minha, meu amor???
Eu: - Sim... sou só sua... - quando ele começa a gemer mais forte e a gente se mexe mais - mmmmmmmmm assim... aiii deus...
Salva: - Aii Yulita... aiiiiii... aggggghhhh meu amor... - apertava minha bunda e ofegava. Quando a boca dele cai no meu pescoço e sinto jatos espaçados mas grossos de porra dele dentro da minha pussy - aii meu amor... uffffff...
Eu: - Aiii... que lindo... - enquanto olhava pra ele e sorria
Salva: - Você... você é linda - me ajeitando mais perto dele - gosto muito de estar com você, Yulita... você é tudo pra mim - eu sorri - gosto quando você sorri - ele acariciava minhas bochechas
Eu: - Valeu... mas não sei o que fazer com tudo isso... - enquanto acariciava o peito dele
Salva: - Com o quê? Com a gente?? - pegou minha mão e beijou - Agora vamos aproveitar esse momento e você sabe que se você disser sim pra aquilo que eu propus, eu posso fazer o papel de marido e pai excelente. Mas deixa isso pra outro momento... quero te aproveitar e aproveitar todo o tempo que a gente tem - sentiu que no peito peludo dele tinha a umidade dos nossos corpos e também umas gotinhas brancas e se jogou pra lamber meus peitos, tentava enfiar inteiro na boca e não cabia. Segurou um enquanto com a outra mão me mexia pela cintura, sentindo que de novo o pau dele não tinha murchado tanto tamanho voltava a endurecer, mas dentro de mim. Ao ver ele devorando meu peito e sentir o pau dele crescendo dentro de mim, fiquei com uma excitação tremenda e comecei a me mexer cada vez mais. Sentia a boca do Salvador "comendo" meu peito enquanto uma das mãos dele estava nas minhas costas e a outra segurava meu peito com força. A sensação foi tão gostosa que eu estava no auge do tesão. Salvador, ao me ver assim, soltou e olhou pra mim de novo, mas a mão dele continuava no meu peito, beliscando. A sensação da mão dele e dos pelos roçando nos meus peitos fez meu orgasmo ser inevitável. Eu: - Aiii... Salvi... aaaggghhh... Salva: - Ai, meu amor... sim... sim, assim, minha gostosa... Desabei no peito dele, enquanto sentia meu orgasmo jorrar. Respirava ofegante, tentando me recuperar. Depois de um orgasmo tão selvagem, tentei ajeitar meu cabelo, que tinha ido todo pra frente. Salvador segurou meu cabelo com ternura e doçura, pegando aos poucos e puxando com força pra trás. Quando senti aquele puxão, sorri com malícia. Ele percebeu, virou e enrolou o cabelo com mais força. Salva: - Não sabia que você gostava dessa coisa de ser um pouco bruto. Eu: - Nunca experimentei nada fora do sexo comum. Salva: - Nunca te dominaram puxando teu cabelo assim? Eu: - Não, não... só li em algum artigo que é excitante, mas quando senti você pegando assim, gostei pra caramba - sorri de novo. Salva: - Pelo seu estado de grávida, não posso ser muito bruto, mas posso ser um pouco... se você gosta e eu não te machuco, a gente pode continuar. Eu: - Sim... eu gostaria... Ao ouvir minha resposta, ele me fez levantar e tirou completamente a calça e a cueca, deixando tudo junto com minhas roupas. Me pegou pela mão e me levou pro quarto. Ao chegar, abriu a cama e me fez ficar de quatro, com os joelhos na borda da cama e as mãos apoiadas, tendo do lado um espelho que mostrava tudo o que Salvador ia fazer comigo daquela posição. Ele se aproximou, me... Tirou minha mini calcinha fio dental e, com a mão no pau duro, passou ele todinho pela minha bunda, roçando e dando uns tapinhas leves com a cabeça do pau. Aquela sensação foi elétrica e muito excitante. Comecei a ofegar e a respirar mais pesado. Vendo que eu tava gostando, ele passou o pau pelo meu cu e, com uma mão, dava uns tapas bem suaves. Meus gemidos aumentavam, e minha respiração já tava super acelerada. Enfiou dois dedos dentro da minha boceta molhada, e eu soltei um gemido louco de tesão.
Eu: — Aaaaiii... Salva... aaaaagggghhhhh...
Sentia o pau dele entre minhas coxas, roçando os lábios da minha buceta inchada. Não aguentei mais e gritei pedindo:
— Mete... mete até o fundo...
Ele foi enfiando devagar e tirando, de novo, enfiava um pouco mais fundo e tirava. Ele me olhava no espelho vendo minha reação, eu não acreditava no que ele tava fazendo: tinha cuspido no meu cu e, pela posição que eu tava, foi escorrendo devagar até tocar os lábios da minha buceta. Aquilo foi indescritível, algo que ninguém nunca tinha feito comigo. Eu caí deitada na cama porque não aguentava mais. Ele continuava enfiando cada vez mais fundo e aumentando os movimentos, mais fortes dentro de mim. Me endireitei de novo quando senti o peito dele nas minhas costas, e ele montava por trás. Sentir os pelos dele na minha costa foi o maior prazer que eu precisava, e comecei a gemer mais alto, quase gozando, quando senti uma das mãos dele apertando de leve meus peitos. Comecei a gritar que nem uma desesperada.
Eu: — Ai.... aghhhh Salvi... ayyyyyy... assim... assiii...
Salva: — Agggghhh minha Yulita... aggggghhhh meu amor... aaaaaaggggghhh...
Eu: — Aaaaaaagggghhhhh Deus... não aguento mais....
Salva: — Ai minha linda... vou... vou...
Eu: — Eu... eu também... eu também....
Nossos gritos e gemidos se misturaram, desencadeando orgasmos potentes, e todo aquele líquido escorreu pelas minhas coxas até as pernas. Fomos recuperando o fôlego e Salvador beijava devagar minhas costas e passava o nariz entre meus ombros e meu pescoço. Salva: - Ai meu deus... isso... isso foi incrível - soltando um suspiro. Eu: - Sim... verdade... foi sim... gostei... gostei muito - ele continuava beijando minhas costas enquanto os dois tentávamos recuperar o ar com suspiros longos e vozes entrecortadas. Ele tirou devagar o pau dele e se deitou de barriga pra cima, eu me aproximei do lado dele e comecei a acariciá-lo. Ele viu que meus peitos tinham gotas de porra e eu coloquei eles perto da boca dele, ele abriu e começou a lamber e chupar devagar. Me apoiei e arrumei os travesseiros, enquanto colocava meu braço entre os ombros e o pescoço dele pra poder abraçá-lo e tê-lo muito mais perto. Os movimentos da boca dele eram mais com a língua e os dentes, e a gente se olhava nos olhos, teve um flechada. Os dois sorrimos e ele me moveu devagar pra eu ficar por cima dele. O pau dele tava duro de novo, e com aquela mão que tinha me feito subir em cima dele, ele começou a acariciar o próprio pau e tentar enfiar de novo na minha buceta. Entrou de novo e eu sentia como os movimentos dele, com a umidade dos nossos líquidos que já estavam dentro de mim, facilitavam nosso vai e vem devagar. Ele nunca soltou meu peito nem parou de chupar e engolir a porra dos meus peitos. A combinação de Salvador chupando meus peitos e sentir aquela umidade nossa e que ele ainda tava dentro de mim, me dava uma vontade enorme de gozar e comecei a me mover um pouco mais forte, ele continuava me olhando e chupando meu peito. Ao ver aquela imagem de um homem chupando meus peitos, comecei a me mover mais e mais forte. Era inevitável a saída do meu orgasmo. E ele começou a fazer barulho com a boca, já que soltava meu peito e enfiava de novo. Tudo isso fez com que eu soltasse com violência e muita paixão meu orgasmo. Ao ir recuperando devagar minha noção, vi que ele tinha soltado meu peito e a gente tava se beijando enquanto ele continuava me movendo e eu sentia como os movimentos dele ficavam mais e mais fortes. A língua dele brincava dentro da minha boca e a minha dentro da dele, e a gente movia com desespero. Até que sinto ele me soltar pra soltar um gemido enorme. Salva: - Aggggghhh... Yulita... aaaaaaggggghhh... agggggghhh... mmmmmmmmmm... ayyyy... - eu sentia jorros potentes de porra dele saindo de novo na minha boca. Caí exausta em cima dele, me abraçando no travesseiro e no rosto dele. Eu: - Isso foi... foi lindo, foi quente pra caralho... Salva: - Ai, minha linda... não sei como você faz pra deixar meu pau tão duro tantas vezes e fazer eu gozar igual gozo com você, amor... Eu desci de cima dele, tirando devagar e suavemente o pau dele, e caí de bruços, abraçando o travesseiro. Salva: - Ai, linda... se vira direito. Assim você vai machucar o pequeno Jeremias... - eu me ajoelhei de novo pra me virar mais fácil - agora sim. Os dois estão perfeitos. - ele sorriu pra mim - vou preparar algo pra gente comer. Porque com certeza vocês devem estar com fome. Eu: - Um pouco sim... mas se a gente esperar um pouco, a gente prepara o almoço juntos melhor. Salva: - Como você preferir... vou buscar água gelada, quer um pouco? Eu: - Sim, sim... por favor. Salvador foi pra cozinha e eu me cobri enquanto via meu corpo nu e totalmente satisfeito com o sexo tão bom que a gente tinha tido. Daqui a pouco vejo ele voltar com uma bandeja, dois copos d'água e uma tigela com alguma coisa dentro. Deixou tudo apoiado na cama e saiu de novo. Na tigela ele tinha trazido uma porção generosa de salada de frutas. Eu bebia a água enquanto esperava ele. Daqui a pouco ele aparece com o celular na mão, com uma cara de preocupação. Eu: - Você tá bem? Aconteceu alguma coisa? Salva: - É... é um assunto meio confuso... já que... você lembra da Irene? Eu: - Sim, sua namorada de mentira e não sei se é assim mesmo... Salva: - Ela não é minha namorada de verdade. Eu queria que você fosse. Eu: - O que aconteceu com a Irene? Salva: - Ela tava tendo sexo casual com um cara casado e se viam de vez em quando, e esse cara... acredita que ela Grávida?? Eu:- Ai, meu Deus... não me fala... não me fala que... O pai desse bebê é o Dante??? Salva:- Não, nãoooo... esse aí já tem vários filhos e uma fama bem ruim de ter transado com um monte de mulher e de todos os filhos que teve, não reconheceu nenhum. Eu:- E... quantos meses de gestação?? Salva:- Não, sei não... e isso me preocupa... porque como a gente tá junto, vou ter que falar pra todo mundo que esse filho é meu... Eu:- É... talvez seja melhor... você vai realizar esse desejo de ser pai, mas não comigo – sorri forçado – parabéns! Salva:- Eu não queria que uma coisa dessas acontecesse com outra mulher... mas... Eu:- Não se preocupa... o melhor é eu ir embora... Salva:- Não, não, não... por favor, eu preciso de você... Eu:- Esse momento é um alerta de que a nossa parada não vai dar certo Salva:- Mas a Irene ainda não precisa de nada e eu preciso de você, minha linda Yulita Eu:- Por favor, Salvador... já era. A gente teve o que precisava e agora, por favor, você cuida da sua vida e eu cuido da minha e do meu bebê Salva:- Mesmo eu não sendo pai do seu bebê, não vou deixar faltar nada pra vocês Eu:- Não, não Salvador... o Jeremias tem pai e uma mãe que vão cuidar dele, não vai faltar nada e você tem que cuidar da Irene e do bebê dela – eu me segurava pra não chorar e mostrar meu desespero na hora – vou me trocar pra ir embora Salva:- Só quero que você saiba de uma coisa Eu:- O quê? Sobre o quê?? Salva:- Eu amo você e vou amar pra sempre... queria que, se precisar de qualquer coisa, você me mandasse mensagem. Eu sempre vou manter meu número pra você poder falar comigo Eu:- Tá bom... obrigada... obrigada por tudo Comemos em silêncio a salada de frutas. Quando terminamos, me levantei pra pegar minha roupa. Fui me trocando aos poucos quando ouço o celular dele tocar e só escutava a voz do Salvador preocupado respondendo pra outra pessoa: "Sim, sim... fica tranquila... não, não... eu não vou te deixar sozinha. Sim, sim... e você fez algum exame? Precisa que... bom... Bom... sim, sim, mais tarde a gente podia se ver... bom, um beijo... sim, sim, tava com ela... não, não... depois te conto... tchau, um beijinho..." Ao ouvir essas respostas, percebi que tava falando com a Irene, sentia muita amargura e uma dor insuportável que não conseguia esconder, e tentava me segurar pra não chorar. Terminei de me vestir e, quando me viu, Salvador ficou bobão e me olhou com um sorrisão e os olhos brilhando, como se estivesse igual a mim: se segurando pra não chorar. Ele chegou perto e me abraçou. Eu abracei ele forte e desabei a chorar.
Salva: - O que que tem, minha linda?
Eu: - Só... só me promete que vai ser feliz.
Salva: - Nunca vou conseguir... só vou tentar levar isso tudo, e se eu for feliz, é porque com você vivi o melhor da minha vida.
Eu: - Não, não fala isso...
Salva: - É que é verdade... você foi e é a mulher que eu amei a vida inteira, quis formar uma família e ser feliz com você... Por favor, qualquer coisa que precisar, me escreve.
Eu: - Sim... vou lembrar... obrigada.
Salva: - Quer que eu te leve?
Eu: - Não, não... prefiro pegar um táxi ou alguém vir me buscar... não vou te expor.
Salva: - Vou chamar o mesmo que te trouxe...
Ele ligou e esperamos juntos lá fora, sentados nuns sofás. Quando vi o carro chegando de longe, me levantei, ele se aproximou e eu sorri pra ele. E, olhando nos olhos dele, me atrevi a dar um beijo na boca, e ele correspondeu, continuando aquele beijo, que foi um dos melhores beijos molhados e mais quentes que alguém já me deu.
Salva: - Te amo, Yulita... se cuida.
Eu: - Você também... tchau... - por dentro, guardei de dizer que tinha começado a amá-lo, achando que aquela seria a última vez que a gente se veria - te quero, Salvi.
Salva: - Te quero muito, minha Yulita.
Ele me abraçou de novo e eu dei um beijo no pescoço dele, e quando ele sentiu minha boca ali, percebi que provoquei uma sensação muito gostosa nele. Porque ele fechou os olhos e sorriu. Entrei no táxi, Salvador colocou minha bolsa e, com um sorriso falso, me acenava como um menino com a mão. E eu... Devolvi o cumprimento. Enquanto me afastava, sentia um nó terrível no peito e chorei durante toda a viagem até a área da casa da minha irmã. Olhei o celular e tinha mensagens do Dante e da minha irmã. "Oi, minha Chulita. Onde você tá? Não sei o que aconteceu, mas quando acordei, tinha dormido no sofá e você não estava. Por favor, meu amor, não me abandona... juro que nunca mais vou tomar uma gota de álcool... mas por favor, volta... volta pra mim" mensagem do Dante "Oi Yuli, cadê você? Tamos todos preocupados com você... O Dante veio aqui e não sabe onde você se meteu, foi ver os velhos e falou que você tinha ido embora, deixando eles agitados. Por favor, dá um sinal..." mensagem da Mariana. Quando me deixaram a umas duas quadras da casa da minha irmã, eu ia andando tranquila e sinto uma dor como uma pontada no abdômen e liguei pro Dante. Como ele não atendeu, deixei um áudio: "Dante... não tô bem, tô na rua e deu uma dor forte na minha barriga... mandei a localização aí. Me busca... tô com medo... medo pelo bebê" Na hora ele me ligou:
- Yuli... Chulita, meu amor... cadê você??
Eu:
- Aiii... - falei me queixando - te mandei a localização, tô a umas duas quadras da casa da minha irmã Mariana...
Dante:
- Já vou...
Eu fiquei segurando a barriga e chorando, uns vizinhos se aproximaram. Dante chegou junto com a minha mãe. Sem dizer nada, me colocaram no carro e fomos pro hospital.
Me internaram, me deram calmantes e falaram que eu precisava me acalmar porque podia arriscar a gravidez, já que minha pressão tinha subido e eu tava com taquicardia. Depois de passar um dia inteiro internada, não pude receber visitas pra não me alterar ou evitar ficar nervosa. No dia seguinte, o primeiro a entrar foi o Dante. Vejo ele entrar com um buquê de jasmins e um ursinho com música.
Dante:
- Minha Chulita... trouxe uma coisinha pra vocês...
Eu:
- Oi e obrigada... o que que há com você?
Dante:
- É que eu não consegui dormir... fiquei muito preocupado com você... sinto que me Eu ia morrer se algo acontecesse com vocês...
Eu: – Estamos bem... já passou, love... tá tudo bem
– Sorri pra ele, peguei o ursinho e puxei o cordão, e ele tocou uma melodia
– Que lindo!! Obrigada... pra Jeremias ir se acostumando a ouvir
Dante: – De nada... Simmm... claro...
– Ele foi até a altura da minha barriga
– Como você tá, meu bebê?? Já não precisa mais cuidar da mamãe porque eu vou cuidar e vou proteger vocês dois!
– Ele me olhou, se aproximou e me deu um beijo na testa, foi descendo e me deu um beijo na boca. Eu não queria soltar ele, e tinha algo que me lembrava o Salvador, mas eu ia tentar não pensar nem comparar nada do que o Dante tem com ele.
Naquele mesmo dia, me deram alta e quando a gente tava indo pra saída. Dante me levava pelo braço, virou de repente e viu que de um dos consultórios saía alguém conhecido, porque ele sorriu e acenou de longe
Eu: – O quê? Pra quem você acenou?
Dante: – Pro Salvador... tava com a namorada... saíram de um consultório
Eu: – Ah, olha...
Dante: – Agora você tem que ficar tranquila, que eu sempre vou cuidar de vocês dois...
Fomos pro carro e fomos pra casa
CONTINUA... (Falta pouco pro fim dessa primeira parte)
Eu: - Mmmmmmmm... aiii... cê... cê gosta assim..??
Salva: - Aggghh... Aii Yulita... aii pelo amor de deus... - tentava me mexer um pouco mais forte e sinto a primeira descarga dele - não não vou aguentar... - continuei me mexendo devagar enquanto passava a mão nos cabelos dele e ele segurou eles e puxou pra trás - aiii... você é linda... é minha, meu amor???
Eu: - Sim... sou só sua... - quando ele começa a gemer mais forte e a gente se mexe mais - mmmmmmmmm assim... aiii deus...
Salva: - Aii Yulita... aiiiiii... aggggghhhh meu amor... - apertava minha bunda e ofegava. Quando a boca dele cai no meu pescoço e sinto jatos espaçados mas grossos de porra dele dentro da minha pussy - aii meu amor... uffffff...
Eu: - Aiii... que lindo... - enquanto olhava pra ele e sorria
Salva: - Você... você é linda - me ajeitando mais perto dele - gosto muito de estar com você, Yulita... você é tudo pra mim - eu sorri - gosto quando você sorri - ele acariciava minhas bochechas
Eu: - Valeu... mas não sei o que fazer com tudo isso... - enquanto acariciava o peito dele
Salva: - Com o quê? Com a gente?? - pegou minha mão e beijou - Agora vamos aproveitar esse momento e você sabe que se você disser sim pra aquilo que eu propus, eu posso fazer o papel de marido e pai excelente. Mas deixa isso pra outro momento... quero te aproveitar e aproveitar todo o tempo que a gente tem - sentiu que no peito peludo dele tinha a umidade dos nossos corpos e também umas gotinhas brancas e se jogou pra lamber meus peitos, tentava enfiar inteiro na boca e não cabia. Segurou um enquanto com a outra mão me mexia pela cintura, sentindo que de novo o pau dele não tinha murchado tanto tamanho voltava a endurecer, mas dentro de mim. Ao ver ele devorando meu peito e sentir o pau dele crescendo dentro de mim, fiquei com uma excitação tremenda e comecei a me mexer cada vez mais. Sentia a boca do Salvador "comendo" meu peito enquanto uma das mãos dele estava nas minhas costas e a outra segurava meu peito com força. A sensação foi tão gostosa que eu estava no auge do tesão. Salvador, ao me ver assim, soltou e olhou pra mim de novo, mas a mão dele continuava no meu peito, beliscando. A sensação da mão dele e dos pelos roçando nos meus peitos fez meu orgasmo ser inevitável. Eu: - Aiii... Salvi... aaaggghhh... Salva: - Ai, meu amor... sim... sim, assim, minha gostosa... Desabei no peito dele, enquanto sentia meu orgasmo jorrar. Respirava ofegante, tentando me recuperar. Depois de um orgasmo tão selvagem, tentei ajeitar meu cabelo, que tinha ido todo pra frente. Salvador segurou meu cabelo com ternura e doçura, pegando aos poucos e puxando com força pra trás. Quando senti aquele puxão, sorri com malícia. Ele percebeu, virou e enrolou o cabelo com mais força. Salva: - Não sabia que você gostava dessa coisa de ser um pouco bruto. Eu: - Nunca experimentei nada fora do sexo comum. Salva: - Nunca te dominaram puxando teu cabelo assim? Eu: - Não, não... só li em algum artigo que é excitante, mas quando senti você pegando assim, gostei pra caramba - sorri de novo. Salva: - Pelo seu estado de grávida, não posso ser muito bruto, mas posso ser um pouco... se você gosta e eu não te machuco, a gente pode continuar. Eu: - Sim... eu gostaria... Ao ouvir minha resposta, ele me fez levantar e tirou completamente a calça e a cueca, deixando tudo junto com minhas roupas. Me pegou pela mão e me levou pro quarto. Ao chegar, abriu a cama e me fez ficar de quatro, com os joelhos na borda da cama e as mãos apoiadas, tendo do lado um espelho que mostrava tudo o que Salvador ia fazer comigo daquela posição. Ele se aproximou, me... Tirou minha mini calcinha fio dental e, com a mão no pau duro, passou ele todinho pela minha bunda, roçando e dando uns tapinhas leves com a cabeça do pau. Aquela sensação foi elétrica e muito excitante. Comecei a ofegar e a respirar mais pesado. Vendo que eu tava gostando, ele passou o pau pelo meu cu e, com uma mão, dava uns tapas bem suaves. Meus gemidos aumentavam, e minha respiração já tava super acelerada. Enfiou dois dedos dentro da minha boceta molhada, e eu soltei um gemido louco de tesão.
Eu: — Aaaaiii... Salva... aaaaagggghhhhh...
Sentia o pau dele entre minhas coxas, roçando os lábios da minha buceta inchada. Não aguentei mais e gritei pedindo:
— Mete... mete até o fundo...
Ele foi enfiando devagar e tirando, de novo, enfiava um pouco mais fundo e tirava. Ele me olhava no espelho vendo minha reação, eu não acreditava no que ele tava fazendo: tinha cuspido no meu cu e, pela posição que eu tava, foi escorrendo devagar até tocar os lábios da minha buceta. Aquilo foi indescritível, algo que ninguém nunca tinha feito comigo. Eu caí deitada na cama porque não aguentava mais. Ele continuava enfiando cada vez mais fundo e aumentando os movimentos, mais fortes dentro de mim. Me endireitei de novo quando senti o peito dele nas minhas costas, e ele montava por trás. Sentir os pelos dele na minha costa foi o maior prazer que eu precisava, e comecei a gemer mais alto, quase gozando, quando senti uma das mãos dele apertando de leve meus peitos. Comecei a gritar que nem uma desesperada.
Eu: — Ai.... aghhhh Salvi... ayyyyyy... assim... assiii...
Salva: — Agggghhh minha Yulita... aggggghhhh meu amor... aaaaaaggggghhh...
Eu: — Aaaaaaagggghhhhh Deus... não aguento mais....
Salva: — Ai minha linda... vou... vou...
Eu: — Eu... eu também... eu também....
Nossos gritos e gemidos se misturaram, desencadeando orgasmos potentes, e todo aquele líquido escorreu pelas minhas coxas até as pernas. Fomos recuperando o fôlego e Salvador beijava devagar minhas costas e passava o nariz entre meus ombros e meu pescoço. Salva: - Ai meu deus... isso... isso foi incrível - soltando um suspiro. Eu: - Sim... verdade... foi sim... gostei... gostei muito - ele continuava beijando minhas costas enquanto os dois tentávamos recuperar o ar com suspiros longos e vozes entrecortadas. Ele tirou devagar o pau dele e se deitou de barriga pra cima, eu me aproximei do lado dele e comecei a acariciá-lo. Ele viu que meus peitos tinham gotas de porra e eu coloquei eles perto da boca dele, ele abriu e começou a lamber e chupar devagar. Me apoiei e arrumei os travesseiros, enquanto colocava meu braço entre os ombros e o pescoço dele pra poder abraçá-lo e tê-lo muito mais perto. Os movimentos da boca dele eram mais com a língua e os dentes, e a gente se olhava nos olhos, teve um flechada. Os dois sorrimos e ele me moveu devagar pra eu ficar por cima dele. O pau dele tava duro de novo, e com aquela mão que tinha me feito subir em cima dele, ele começou a acariciar o próprio pau e tentar enfiar de novo na minha buceta. Entrou de novo e eu sentia como os movimentos dele, com a umidade dos nossos líquidos que já estavam dentro de mim, facilitavam nosso vai e vem devagar. Ele nunca soltou meu peito nem parou de chupar e engolir a porra dos meus peitos. A combinação de Salvador chupando meus peitos e sentir aquela umidade nossa e que ele ainda tava dentro de mim, me dava uma vontade enorme de gozar e comecei a me mover um pouco mais forte, ele continuava me olhando e chupando meu peito. Ao ver aquela imagem de um homem chupando meus peitos, comecei a me mover mais e mais forte. Era inevitável a saída do meu orgasmo. E ele começou a fazer barulho com a boca, já que soltava meu peito e enfiava de novo. Tudo isso fez com que eu soltasse com violência e muita paixão meu orgasmo. Ao ir recuperando devagar minha noção, vi que ele tinha soltado meu peito e a gente tava se beijando enquanto ele continuava me movendo e eu sentia como os movimentos dele ficavam mais e mais fortes. A língua dele brincava dentro da minha boca e a minha dentro da dele, e a gente movia com desespero. Até que sinto ele me soltar pra soltar um gemido enorme. Salva: - Aggggghhh... Yulita... aaaaaaggggghhh... agggggghhh... mmmmmmmmmm... ayyyy... - eu sentia jorros potentes de porra dele saindo de novo na minha boca. Caí exausta em cima dele, me abraçando no travesseiro e no rosto dele. Eu: - Isso foi... foi lindo, foi quente pra caralho... Salva: - Ai, minha linda... não sei como você faz pra deixar meu pau tão duro tantas vezes e fazer eu gozar igual gozo com você, amor... Eu desci de cima dele, tirando devagar e suavemente o pau dele, e caí de bruços, abraçando o travesseiro. Salva: - Ai, linda... se vira direito. Assim você vai machucar o pequeno Jeremias... - eu me ajoelhei de novo pra me virar mais fácil - agora sim. Os dois estão perfeitos. - ele sorriu pra mim - vou preparar algo pra gente comer. Porque com certeza vocês devem estar com fome. Eu: - Um pouco sim... mas se a gente esperar um pouco, a gente prepara o almoço juntos melhor. Salva: - Como você preferir... vou buscar água gelada, quer um pouco? Eu: - Sim, sim... por favor. Salvador foi pra cozinha e eu me cobri enquanto via meu corpo nu e totalmente satisfeito com o sexo tão bom que a gente tinha tido. Daqui a pouco vejo ele voltar com uma bandeja, dois copos d'água e uma tigela com alguma coisa dentro. Deixou tudo apoiado na cama e saiu de novo. Na tigela ele tinha trazido uma porção generosa de salada de frutas. Eu bebia a água enquanto esperava ele. Daqui a pouco ele aparece com o celular na mão, com uma cara de preocupação. Eu: - Você tá bem? Aconteceu alguma coisa? Salva: - É... é um assunto meio confuso... já que... você lembra da Irene? Eu: - Sim, sua namorada de mentira e não sei se é assim mesmo... Salva: - Ela não é minha namorada de verdade. Eu queria que você fosse. Eu: - O que aconteceu com a Irene? Salva: - Ela tava tendo sexo casual com um cara casado e se viam de vez em quando, e esse cara... acredita que ela Grávida?? Eu:- Ai, meu Deus... não me fala... não me fala que... O pai desse bebê é o Dante??? Salva:- Não, nãoooo... esse aí já tem vários filhos e uma fama bem ruim de ter transado com um monte de mulher e de todos os filhos que teve, não reconheceu nenhum. Eu:- E... quantos meses de gestação?? Salva:- Não, sei não... e isso me preocupa... porque como a gente tá junto, vou ter que falar pra todo mundo que esse filho é meu... Eu:- É... talvez seja melhor... você vai realizar esse desejo de ser pai, mas não comigo – sorri forçado – parabéns! Salva:- Eu não queria que uma coisa dessas acontecesse com outra mulher... mas... Eu:- Não se preocupa... o melhor é eu ir embora... Salva:- Não, não, não... por favor, eu preciso de você... Eu:- Esse momento é um alerta de que a nossa parada não vai dar certo Salva:- Mas a Irene ainda não precisa de nada e eu preciso de você, minha linda Yulita Eu:- Por favor, Salvador... já era. A gente teve o que precisava e agora, por favor, você cuida da sua vida e eu cuido da minha e do meu bebê Salva:- Mesmo eu não sendo pai do seu bebê, não vou deixar faltar nada pra vocês Eu:- Não, não Salvador... o Jeremias tem pai e uma mãe que vão cuidar dele, não vai faltar nada e você tem que cuidar da Irene e do bebê dela – eu me segurava pra não chorar e mostrar meu desespero na hora – vou me trocar pra ir embora Salva:- Só quero que você saiba de uma coisa Eu:- O quê? Sobre o quê?? Salva:- Eu amo você e vou amar pra sempre... queria que, se precisar de qualquer coisa, você me mandasse mensagem. Eu sempre vou manter meu número pra você poder falar comigo Eu:- Tá bom... obrigada... obrigada por tudo Comemos em silêncio a salada de frutas. Quando terminamos, me levantei pra pegar minha roupa. Fui me trocando aos poucos quando ouço o celular dele tocar e só escutava a voz do Salvador preocupado respondendo pra outra pessoa: "Sim, sim... fica tranquila... não, não... eu não vou te deixar sozinha. Sim, sim... e você fez algum exame? Precisa que... bom... Bom... sim, sim, mais tarde a gente podia se ver... bom, um beijo... sim, sim, tava com ela... não, não... depois te conto... tchau, um beijinho..." Ao ouvir essas respostas, percebi que tava falando com a Irene, sentia muita amargura e uma dor insuportável que não conseguia esconder, e tentava me segurar pra não chorar. Terminei de me vestir e, quando me viu, Salvador ficou bobão e me olhou com um sorrisão e os olhos brilhando, como se estivesse igual a mim: se segurando pra não chorar. Ele chegou perto e me abraçou. Eu abracei ele forte e desabei a chorar.
Salva: - O que que tem, minha linda?
Eu: - Só... só me promete que vai ser feliz.
Salva: - Nunca vou conseguir... só vou tentar levar isso tudo, e se eu for feliz, é porque com você vivi o melhor da minha vida.
Eu: - Não, não fala isso...
Salva: - É que é verdade... você foi e é a mulher que eu amei a vida inteira, quis formar uma família e ser feliz com você... Por favor, qualquer coisa que precisar, me escreve.
Eu: - Sim... vou lembrar... obrigada.
Salva: - Quer que eu te leve?
Eu: - Não, não... prefiro pegar um táxi ou alguém vir me buscar... não vou te expor.
Salva: - Vou chamar o mesmo que te trouxe...
Ele ligou e esperamos juntos lá fora, sentados nuns sofás. Quando vi o carro chegando de longe, me levantei, ele se aproximou e eu sorri pra ele. E, olhando nos olhos dele, me atrevi a dar um beijo na boca, e ele correspondeu, continuando aquele beijo, que foi um dos melhores beijos molhados e mais quentes que alguém já me deu.
Salva: - Te amo, Yulita... se cuida.
Eu: - Você também... tchau... - por dentro, guardei de dizer que tinha começado a amá-lo, achando que aquela seria a última vez que a gente se veria - te quero, Salvi.
Salva: - Te quero muito, minha Yulita.
Ele me abraçou de novo e eu dei um beijo no pescoço dele, e quando ele sentiu minha boca ali, percebi que provoquei uma sensação muito gostosa nele. Porque ele fechou os olhos e sorriu. Entrei no táxi, Salvador colocou minha bolsa e, com um sorriso falso, me acenava como um menino com a mão. E eu... Devolvi o cumprimento. Enquanto me afastava, sentia um nó terrível no peito e chorei durante toda a viagem até a área da casa da minha irmã. Olhei o celular e tinha mensagens do Dante e da minha irmã. "Oi, minha Chulita. Onde você tá? Não sei o que aconteceu, mas quando acordei, tinha dormido no sofá e você não estava. Por favor, meu amor, não me abandona... juro que nunca mais vou tomar uma gota de álcool... mas por favor, volta... volta pra mim" mensagem do Dante "Oi Yuli, cadê você? Tamos todos preocupados com você... O Dante veio aqui e não sabe onde você se meteu, foi ver os velhos e falou que você tinha ido embora, deixando eles agitados. Por favor, dá um sinal..." mensagem da Mariana. Quando me deixaram a umas duas quadras da casa da minha irmã, eu ia andando tranquila e sinto uma dor como uma pontada no abdômen e liguei pro Dante. Como ele não atendeu, deixei um áudio: "Dante... não tô bem, tô na rua e deu uma dor forte na minha barriga... mandei a localização aí. Me busca... tô com medo... medo pelo bebê" Na hora ele me ligou:
- Yuli... Chulita, meu amor... cadê você??
Eu:
- Aiii... - falei me queixando - te mandei a localização, tô a umas duas quadras da casa da minha irmã Mariana...
Dante:
- Já vou...
Eu fiquei segurando a barriga e chorando, uns vizinhos se aproximaram. Dante chegou junto com a minha mãe. Sem dizer nada, me colocaram no carro e fomos pro hospital.
Me internaram, me deram calmantes e falaram que eu precisava me acalmar porque podia arriscar a gravidez, já que minha pressão tinha subido e eu tava com taquicardia. Depois de passar um dia inteiro internada, não pude receber visitas pra não me alterar ou evitar ficar nervosa. No dia seguinte, o primeiro a entrar foi o Dante. Vejo ele entrar com um buquê de jasmins e um ursinho com música.
Dante:
- Minha Chulita... trouxe uma coisinha pra vocês...
Eu:
- Oi e obrigada... o que que há com você?
Dante:
- É que eu não consegui dormir... fiquei muito preocupado com você... sinto que me Eu ia morrer se algo acontecesse com vocês...
Eu: – Estamos bem... já passou, love... tá tudo bem
– Sorri pra ele, peguei o ursinho e puxei o cordão, e ele tocou uma melodia
– Que lindo!! Obrigada... pra Jeremias ir se acostumando a ouvir
Dante: – De nada... Simmm... claro...
– Ele foi até a altura da minha barriga
– Como você tá, meu bebê?? Já não precisa mais cuidar da mamãe porque eu vou cuidar e vou proteger vocês dois!
– Ele me olhou, se aproximou e me deu um beijo na testa, foi descendo e me deu um beijo na boca. Eu não queria soltar ele, e tinha algo que me lembrava o Salvador, mas eu ia tentar não pensar nem comparar nada do que o Dante tem com ele.
Naquele mesmo dia, me deram alta e quando a gente tava indo pra saída. Dante me levava pelo braço, virou de repente e viu que de um dos consultórios saía alguém conhecido, porque ele sorriu e acenou de longe
Eu: – O quê? Pra quem você acenou?
Dante: – Pro Salvador... tava com a namorada... saíram de um consultório
Eu: – Ah, olha...
Dante: – Agora você tem que ficar tranquila, que eu sempre vou cuidar de vocês dois...
Fomos pro carro e fomos pra casa
CONTINUA... (Falta pouco pro fim dessa primeira parte)
1 comentários - Grávida e infiel. Parte 14