Vagabunda do bairro 2

Seguimos, depois de ter arrombado a buceta da Sol, começaram os interrogatórios dos caras, "filho da puta, você comeu ela gostoso!" ... "nada a ver" eu dizia, "arrombei o cu dela, não quero engravidar ela, além disso não tinha camisinha e ela mesma entregou o cu". Então, é isso, parece que aquele cu já tinha rodado sei lá quantos quilômetros de pica, tão novinha, tão putinha. "A gente pode tentar a sorte pra ver se dá pra comer ela também?" Sempre urubus, os caras. Falei: "Pô, se a gente não é namorado nem nada, só transamos, aliás é a primeira vez que eu como ela, então talvez foi sorte, só. Quem sabe quantas picas ela tá comendo e vou eu me fazer de namorado". Com a Sol, tudo era normal, a gente se cruzava no noturno, só um oi de amigos, assim ninguém falava nada e a mãe dela não ficava sabendo. Quando dava, pintava um boquete ou uma sentada. A última vez, na casa em construção, a Sol me pediu pra comer a buceta dela. Falei que sim, tudo bem, já tinha arrombado o cu dela, por que não ia fazer a buceta dela? O problema eram as camisinhas, não queria engravidar ela, tarado mas precavido. Então, só numa dessas visitas à mãe dela no kiosque, ela roubou 2 pacotes de Tulipan pra que, segundo ela, "perdesse a virgindade" — coisa que eu não acreditei, se já tomava porra e entregava o cu, seria inocente demais pra acreditar que aquela buceta era virgem. Fim de semana, minha família viajou pra um aniversário em Pedra Boa, me perguntaram se queria ir, mas recusei. Com todas as recomendações, me deixaram a casa sozinha, então dava pra aproveitar e comer a Sol. Cruzei com ela no noturno e entreguei um papel na saída, dizendo que a casa tava sozinha de sexta a domingo à tarde, assim a gente podia transar tranquilo, longe da casa em construção e dos olhos tarados dos meus amigos que ficavam de toca, tentando molhar o biscoito também. Sexta à tarde, bateram na porta, era a Sol, olhando pra todo lado pra ninguém ver ela entrando. Abri rápido. A porta, fiz ela entrar, nos pegamos de boca naquele instante, começamos a nos amassar ali na entrada, os dois tarados, a adolescência tem esse efeito. Tirei o moletom e a camiseta dela juntos e joguei no chão, chupava os peitos dela como se fosse a última vez. Fomos pro sofá andando pra trás sem nos soltar, dando vazão à nossa safadeza. Sol tirou do bolso as camisinhas e me disse: "Hoje você vai me desvirginar". Quase me caguei de rir, mas ia estragar todo o momento, então coloquei minha cara de poker e falei: "Sim, hoje vou ser o primeiro". Quase me mijei depois dessa frase! Tirei toda a minha roupa aos trancos enquanto Sol abaixava a calça jeans e a calcinha fio dental branca. Ela se ajoelhou no chão enquanto eu estava de pé e começou a chupar minha pica como se estivesse possuída, me olhava nos olhos e perguntava se eu tava gostando, que aguentasse a porra porque queria subir na minha pica. Coloquei a camisinha e me sentei no sofá, ela abriu as pernas e subiu em cima de mim, com a mão guiou minha pica até a buceta dela, que já estava toda melada, e se deixou ir com uma só estocada. Hummm, que gostoso! Era assim que eu queria estar, queria sentir sua pica dentro da minha buceta! Gostava que Sol falasse comigo como uma putinha. Ela começou a se mexer devagar no começo enquanto eu chupava os peitos dela, pra frente, pra trás, até que os movimentos dela ganharam força e eu segurei a bunda dela pra mantê-la firme e não cair pra trás. Num momento de pura safadeza, enquanto segurava a bunda dela, enfiei a ponta do dedo médio no cu dela. Ela se surpreendeu, mas não parou de se mexer. Não sei quanto tempo passou, mas gozamos juntos. Entre gemidos e cansaço, ficamos nos olhando, ela em cima da minha pica já bem gozada e eu com os fluidos dela escorrendo pelas minhas bolas. Ela saiu de cima de mim e tirei a camisinha, tinha gozado bastante. Ela olhou e disse: "Que desperdício de porra, podia ter tomado". Essas frases que ela dizia, como era gostoso de ouvir. Que putinha gostosa essa Sol! Fui pegar uma cerveja na geladeira enquanto Ela ficava sentada no sofá, servi dois copos mas ela não quis beber, a mãe dela ia perceber, além disso ela tinha fugido do noturno pra vir foder comigo, tomei a cerveja e a Sol continuava no pique de puta gostosa, ela passava a mão na minha pika enquanto eu bebia, tomei meia garrafa e já tava pronto pra continuar, dessa vez ela se ajoelhou e enfiou minha pika entre os peitos dela, já fizeram isso com você? ela me perguntou, verdade que não mas é gostoso, ela continuou por uns 5 minutos até pedir pra eu comer a buceta dela de quatro, coloquei a camisinha e ela subiu no sofá esperando a estocada, enfiei até o fundo segurando ela pela cintura, com um movimento bom, me sinto uma puta assim! ela dizia, vai que sou sua putinha e você meu cachorro, enche de leite meu cachorro! Fiquei metendo um tempo até que meu dedo escapou pro cu dela de novo, ela não falou nada, se abaixou mais apoiando os peitos na borda do sofá e com as mãos abriu mais o cu, assim, assim, me dá mais que é gostoso, quem dera se você tivesse duas pikas pra fazer isso em mim! A Sol tava solta com as fantasias e o tesão dela, tirei da buceta dela e ela reclamou, mas enfiei no cu dela de uma vez, saiu um hooooo que filha da puta! Eu bombava o cu dela completamente possuído, ela passou uma mão por baixo e se masturbava e de vez em quando passava a mão nas minhas bolas, isso é meu, seu leite é meu ela dizia, já ia gozar e tirei de uma vez, tirei a camisinha, virei ela e falei se meu leite é seu então toma, com umas 5 ou 6 chupadas na pika ela já tinha tirado todo o leite, tomou tudo e disse, sim esse leite é meu e adoro tomar! Depois foi perna no ombro e de lado pela buceta e assim foi a primeira caixa de tulipa roubada do mercadinho, olhamos a hora e já era 00:30, entre uma foda e outra tinha passado a hora, a Sol sempre chegava em casa às 00:15, se vestiu apressada e me perguntou o que ia fazer no sábado, já tava tudo armado. um churrasco com os caras pra aquele dia, perguntei se podia vir, falei que sim mas que trouxesse umas amigas, me deu um beijo rápido e foi pra casa dela, essa foi minha sexta sozinho em casa.

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