NOVA EXPERIÊNCIA.
Sou membro de uma família de costumes mais ou menos religiosos, sem ser muito apegados à religião, mas onde incutem nos filhos o medo de um deus, e onde se devem respeitar os preceitos religiosos.
Atualmente tenho 18 anos e ainda estou no período de estudante do ensino médio, e sou o que se diz um adolescente na extensão da palavra, com todos os traumas e limitações que minha situação impõe.
Meu nome é Armando e tenho uns pais que cuidam de todas as minhas necessidades. Meu pai (Raúl) é um homem de 37 anos, e é um excelente provedor, nos mantendo numa casa bonita nos subúrbios, onde ele sempre chega tarde e às vezes nem chega, usando a desculpa de excesso de trabalho, o que causa brigas e desavenças constantes com minha mãe, que é uma mulher de 35 anos, muito gostosa, chamada Irene, morena de traços muito bonitos e olhos verdes, alta e com um corpo dos sonhos, pois tem uns peitos bem generosos, umas cadeiras largas e umas pernas muito bem torneadas, com quem eu sonho frequentemente, fantasiando que transo com ela e que ela me faz feliz com suas carícias e me deixa acariciar todas as suas curvas.
Na comunidade onde vivemos, eles têm amizade com vários casais, com quem nos reunimos esporadicamente para alguma celebração ou simplesmente para comer um churrasco ou passar uma noite bebendo, conversando ou dançando.
Uns dos mais próximos são meus padrinhos Ernesto e Alicia, que têm mais ou menos as mesmas idades dos meus pais, e eles também têm um único filho da minha idade (Alfredo), com quem vou para a mesma escola, mas em salas diferentes, então não somos muito chegados.
E quando eles se reúnem, ele quase não vem, pois prefere ficar com os amigos, e eu também raramente fico com eles, porque vou ver minha namorada ou me encontrar com meus amigos, e quando chego, eles quase sempre estão se despedindo ou meus pais já estão deitados.
Em alguma das Essas reuniões em que ficaram até mais tarde, eu me juntei ao grupo e fiquei observando eles e notei que o Ernesto é um homem muito atlético, com a pele bem tostada pelo sol, e que minha madrinha Alicia é um pouco mais baixa que minha mãe, mas também é muito esbelta e gostosa, pois é uma loira muito atraente, com uns peitos bem grandes e notei que tanto minha mãe quanto meu pai olhavam de um jeito especial para os compadres deles. Sem mais, me despedi deles e fui me deitar, mas várias horas depois acordei e ouvi música, então desci a escada bem devagar e fui espiar pra ver se meus padrinhos ainda estavam na reunião com meus pais. Ao passar pelo escritório, vi que a luz estava acesa, então espiei um pouco e vi meu pai com minha madrinha completamente nua, com as pernas no ombro, metendo com força o pau nela. Aí pensei que talvez minha mãe pudesse pegar eles e ia dar problema, então fui pra sala ver o que ela tava fazendo. E quando espiei, minha surpresa foi enorme ao ver que minha mãe, também completamente nua, tava montando no meu padrinho, soltando uns gemidos abafados. Ela, que tava de frente pra porta, fez uma pausa quando me viu, mas imediatamente continuou a cavalgada me encarando e sorrindo de um jeito sedutor. E eu fiquei maravilhado vendo como os peitos lindos dela balançavam e como ela tinha a boca aberta com lábios carnudos, como se tivesse me convidando, e eu tive uma ereção enorme. Aí vi que meu padrinho estremeceu e soltou um gemido, e minha mãe se separou dele e, se despedindo, pegou o roupão e foi atrás de mim quando viu que eu tinha virado pra ir pro meu quarto. Quando cheguei no meu quarto, quis fechar a porta, mas minha mãe impediu e, entrando, me abraçou e, passando a mão no meu cabelo, me disse: — Gostou do que viu? E eu respondi: — Você, dando pro meu padrinho? E ela falou: — Não, isso não tem importância, faz de conta que não aconteceu. Tô perguntando se você gostou de me ver pelada.
— Claro, falei, na real já tinha te visto algumas vezes quando você toma banho e, sinceramente, você é muito gostosa, e muitas vezes tive vontade de te pegar no colo e aproveitar com você.
.. Aí ela respondeu: "Então por que não fez isso?" Eu não fazia porque tinha medo de te assustar, mas aqui estou eu, ela disse, me beijando na boca.
E me falando:
.. Eu também já te vi quando você tá tomando banho e reparei que você se acaricia e bate uma quando me vê pelada, e eu não sabia como me aproximar de você, porque faz tempo que quero te falar pra não se masturbar, que aqui estou eu, louca pra acariciar esse pauzão que já me deixou doida de tesão. E ela começou a me despir, me acariciar e beijar o corpo todo, e quando chegou no meu pau, beijou ele com gosto e enfiou na boca, chupando até eu gozar. Aí ela me abraçou de novo, aproximou os peitos lindos dela e pediu pra eu chupar os bicos e lamber as aréolas uma por uma. Assim, ela se deitou e foi me guiando pra eu beijar o torso dela, e quando cheguei no umbigo, mandou eu enfiar a língua nele e continuar descendo pra lamber a virilha. Nessa hora, eu já tava com o pau bem duro e queria meter, mas ela disse que ainda não, que eu beijasse os lábios da buceta molhada dela. Eu falei que não, porque ela tinha transado com meu padrinho e me dava nojo. Ela respondeu:
— Não se preocupa, a gente usou camisinha e eu tô limpinha.
E disse: "Vem, abre meus lábios e procura meu clitóris pra lamber ele com a língua." Aí ela tremeu toda e teve um orgasmo que fez ela se revirar de prazer. Na hora, ela mandou eu enfiar os dedos na buceta dela e achar o ponto G, me ensinando como massagear ele devagar. Foi quando ela abriu as pernas, pediu pra eu segurar elas e meter o pau bem devagar. Eu fiz isso e comecei a bombar suave, até sentir que ia gozar. metendo até o fundo, e quando gozei, ela soltou um gritinho de prazer e também gozou ao sentir a porrada de porra jorrando dentro dela, inundando e transbordando.
Depois de terminar, ela me cobriu, me beijou na boca com paixão, vestiu o roupão e voltou pra reunião dela, mas os compadres já tinham ido embora e meu pai tinha ido pra cama depois de ter ficado satisfeito com a comadre dele.
No dia seguinte, meu pai foi trabalhar cedo como sempre, e minha mãe veio me acordar pra eu tomar banho e ir pra escola. Mas, pra me acordar, ela enfiou a mão debaixo das cobertas e começou a acariciar meu pau, que reagiu na hora com uma ereção foda. Ela, sem perder tempo, tirou o roupão — por baixo não tinha nada — e se meteu na minha cama, colando o corpo nu no meu, começando a me acariciar e beijar inteiro, e chupando meu pau, mas sem deixar eu gozar. Ela montou em mim de frango assado e começou a cavalgar pra eu gozar dentro dela, dizendo que a jorrada que inundava ela por dentro fazia ela gozar, mas que ia ficar com vontade e que eu não demorasse porque ela ia ficar me esperando.
Quando voltei da escola, ela já estava me esperando na sala, toda arrumada, e me disse pra ir tirando a roupa dela devagar, acariciando e beijando onde eu fosse desnudando. Ela chupou meu pau de novo e me disse como eu tinha que descer e acariciar a buceta dela. Quando já estava bem excitada, ela ficou de quatro pra eu meter o pau, e depois subiu em mim pra foder de frango assado. Quando gozei, ela já tinha gozado, mas ao sentir minha gozada, ela também gozou com um grito de prazer. Depois, ela me reanimou chupando meu pau de novo, e a gente transou de novo, mas agora comigo por cima, e ela enroscou as pernas em mim.
E depois, já tranquilos, ela disse que isso ia ser nosso segredo, que eu não contasse pra ninguém, porque se meu pai descobrisse, ela não sabia como ele ia reagir, e que ela ia. tentar não dormir mais com o compadre dela, mas como meu pai estava muito obcecado pela comadre, talvez fosse um pouco difícil, mas que ela não ia mais precisar de ninguém enquanto me tivesse.
Naquele dia, a Sra. Alicia, minha madrinha, veio visitar a comadre dela, e ao passar pela sala, nos viu, eu e minha mãe, transando, e pensou:
.. (Com quem a puta da minha comadre está trepando e não me falou nada nem me convidou).
E pensando nisso, tocou a campainha insistentemente, e como não recebeu resposta, foi embora, mas mais tarde ligou para minha mãe, que estava conversando e acariciando a gente ainda pelados, fazendo minha mãe vestir o roupão para atender o telefone, e ao ver que era a comadre, disse que estava ocupada, que ligaria depois, ao que a comadre respondeu:
.. Já vi que te deixaram bem ocupada, por que não me falou nada, quem é o gato?
Minha mãe respondeu:
.. É um segredo, não posso te contar agora, mas prometo que depois te conto.
No dia seguinte, a comadre voltou a visitar minha mãe, pois estava morrendo de curiosidade, e puxando o assunto perguntou:
.. E quem era o rapaz com quem você estava ontem? Parecia bem novinho, ouve, comadre, apresenta ele pra ver se eu agrado ele e também como ele.
.. E minha mãe, um pouco ciumenta, disse: não sei se ele vai querer, mas o que posso te dizer é que com ele tive a melhor experiência sexual da minha vida, o maior prazer que nunca senti, nenhum homem me fez sentir o que sinto com ele. . . . . . Pois é, não vai acreditar, mas vou fazer uma confissão, espero que seja bem discreta e não conte pra ninguém, o que acontece é que não consigo mais guardar isso, estou muito confusa, mas é que só de lembrar do que aconteceu, já estou gozando.
Vou te dar um contexto. É que uma amiga já tinha me dito que o maior prazer que se podia sentir era quando você trepava com seu filho, e eu não acreditava, mas faz Uns dias vi meu filho me espiando enquanto eu tomava banho, e não falei nada, mas quando saí, vi ele correndo pro quarto dele e fui espiar ele. Vi ele batendo uma punheta e me senti lisonjeada e com muito tesão, com vontade de sentir dentro de mim aquela rola grande e linda. E no outro dia, quando eu tava dando pro seu marido, ele nos viu, e eu fiz seu marido gozar rápido pra poder aproveitar a oportunidade e segui-lo, realizando meu desejo de dar pra ele. Eu sei, comadre, que é errado, mas não me segurei e não me arrependo. E sabe o que é? Te recomendo, é a melhor coisa que você pode viver.
Alicia, toda nervosa, disse:
— Ah, comadre, como assim, você comeu seu filho?! Não acredito. Olha, naquele dia que te vi dando na sua sala, pensei: "Com quem será que a puta da minha comadre tá dando agora?" E senti ciúmes porque você não me chamou. Mas nunca imaginei isso. Que barbaridade, isso já não é putaria, isso é o auge.
— Preciso confessar, comadre — disse Alicia —, que eu também já peguei meu filho Alfredo me espiando. E vai acreditar que também fiquei com essa vontade? Às vezes, quando entro no quarto dele de noite pra cobri-lo, vejo a rola dele bem dura e já o peguei murmurando meu nome. E com tudo que você me disse, agora sei que ele me quer, e não sei o que vou fazer... É, já tava com esse bichinho me mordendo. Não sei se agora vou conseguir segurar a vontade de comer meu filho.
— Vou indo, já me deixou toda excitada. Vou ver se encontro uma oportunidade ou não... Depois te conto.
Naquela noite, Alicia foi cobrir o filho como sempre fazia e o encontrou, como de costume, destapado e com uma ereção enorme. Lembrando do que conversou com a comadre, não se conteve. Pegou a rola do filho com muita suavidade e começou a acariciar. Quando ele acordou e ficou olhando pra ela, surpreso, ela fez sinal pra ele não fazer barulho, beijou ele na boca e montou nele, tirando a camisola que Ela ficou completamente nua diante do espanto do filho, beijou-o ardentemente e disse:
… amor, não se assuste, eu também te desejo, deixa eu te fazer feliz, me aproveita como eu vou te aproveitar, e imediatamente montou no filho, cavalgando ele como pica no lombo, e quando ele gozou dentro dela com uma gozada impressionante e com a pressão da juventude, ela, sem se conter, também gozou copiosamente, sentindo o imenso prazer de estar trepando com o filho e se abraçando forte nele, tratou logo de guiá-lo como a comadre tinha ensinado e sentiu, se é que isso era possível, a ereção do filho ficar ainda maior e mais poderosa, e então beijou a pica dele e começou a chupar com prazer e luxúria, fazendo ele gozar na boca dela, e ela teve um delicioso orgasmo e continuou chupando a pica até ele ficar duro de novo, e então montou nele outra vez e cavalgou até ele gozar dentro dela, sentindo de novo o que a comadre tinha falado sobre a gozada potente que fez ela também gozar, enlouquecendo de prazer e querendo continuar, reanimou ele de novo pra seguir trepando com o filho, depois do que, completamente satisfeita, deu boa noite, beijou ele apaixonadamente e foi pro quarto dela.
No dia seguinte, ela também, igual à comadre, foi ao quarto do filho pra acordá-lo e de quebra deu outra trepada com ele, e disse:
… Isso que aconteceu, eu quero que continue acontecendo enquanto você quiser, não quero que se sinta culpado nem comprometido comigo, eu já desejava isso e sei que você também, tenta não comentar com ninguém, porque é algo muito delicado, se arruma pra escola e vou estar te esperando, porque ainda tô com vontade de você.
Alicia chamou Irene pra tomar um café e ela, cheia de curiosidade, foi na casa da comadre pra saber das últimas novidades, e Alicia disse:
… Ai, comadre, cê acredita que ontem à noite fui cobrir meu filho e, como sempre, ele tava todo Descobijado e com o pau bem duro, e como eu já estava muito alterada pelo que você me contou sobre seu filho, não me segurei mais e peguei ele, peguei meu filho!! Peguei o Antonio!! E como você me disse, foi a experiência mais maravilhosa sentir ele gozar dentro de mim. Obrigada, comadre, muito obrigada, amiga. Agora estou esperando ele voltar da escola para deitar com ele e foder até me saciar... E me diz, o que vamos fazer agora com essa paixão que sinto crescendo?
... Então Irene disse: o problema não é com nossos filhos, o problema é com nossos maridos e com a relação que temos. Você sabe que está deixando o Raúl comendo poeira, e que o Ernesto, seu marido, está bem envolvido comigo. Agora nossos filhos vão ficar com ciúmes se nos virem fodendo com nossos maridos, e mais ainda fodendo o marido da outra. Vamos tentar ter muito cuidado para que nem uns nem outros descubram o que estamos fazendo, e garantir que nossos filhos não saibam dos nossos encontros, porque não podemos parar de transar, nem você com meu marido, nem eu com o seu. Além disso, eu adoro foder com o Ernesto.
... Bom, a verdade é que eu adoro como o Raúl me come, e sim, não queria abrir mão dessas noites deliciosas. Ficando pensativa, Alicia disse para Irene: Ei, amiga, acho que somos bem putas, né?
... Dando uma gargalhada, Irene disse: Acho que sim, mas que gostoso, né? Ei, mas para evitar confrontos e problemas entre pais e filhos, por que não propomos aos nossos maridos fazermos nossos encontros em outro lugar? Dando a desculpa de que nossos filhos já estão grandes e vão acabar descobrindo nossas sacanagens. Eu disse ao Armando, meu filho, que ia tentar não transar mais com seu marido, e como ele percebeu que o Raúl estava te comendo, tive que confessar que o pai dele estava muito afim de você. Claro, não falei nada sobre o padrinho dele. O que você acha? Concorda?
... Alicia disse que sim, que eles tinham uma casinha que alugavam e que atualmente estava desocupada, que ia falar com o Ernesto pra eles usarem pros encontros noturnos, porque o filho dela, Alfredo, podia perceber o que eles faziam, e que pagassem o aluguel entre os dois, cê topa?
E Irene disse que sim, que topava.
… Então Alicia falou, o que a gente não faz pra continuar comendo nossos filhos, né?
… A paixão que despertou em nós, disse Irene, tomara que a gente não tenha que pagar caro por ela, e se for assim, paciência, tem que aproveitar enquanto dura, porque eu não quero perder a juventude do meu filho.
… Nem eu a do meu, disse Alicia.
E desse jeito as duas mulheres continuaram curtindo as reuniões com os maridos e os encontros amorosos com os filhos.
Mas aí perceberam que os filhos estavam se apaixonando por elas e com ciúmes, e pra evitar isso, combinaram. Irene falou pra Alicia vir quando ela tivesse comendo o filho dela, pra dizer que Alicia queria transar com ele e que, pra não virar fofoca grande, ele tinha que comer ela. E Armando, que já tinha visto os peitões da madrinha, não teve problema em transar com ela.
E fizeram a mesma coisa com Antonio. E quando já estavam comendo o filho da outra, começaram a se encontrar às vezes os dois casais na casa de uma ou da outra, pra Irene ficar com Antonio (filho da Alicia) e Alicia com Armando (filho da Irene). Depois, fizeram encontros onde comiam os próprios filhos e trocavam pra comer o filho da outra. E em algumas ocasiões em que uma delas não podia estar no encontro, a que ficava comia um enquanto chupava o pau do outro, e depois trocavam. Nessas horas, a que ficava terminava louca de tesão, completamente satisfeita e exausta. E assim continuaram sem problemas.
Sou membro de uma família de costumes mais ou menos religiosos, sem ser muito apegados à religião, mas onde incutem nos filhos o medo de um deus, e onde se devem respeitar os preceitos religiosos.
Atualmente tenho 18 anos e ainda estou no período de estudante do ensino médio, e sou o que se diz um adolescente na extensão da palavra, com todos os traumas e limitações que minha situação impõe.
Meu nome é Armando e tenho uns pais que cuidam de todas as minhas necessidades. Meu pai (Raúl) é um homem de 37 anos, e é um excelente provedor, nos mantendo numa casa bonita nos subúrbios, onde ele sempre chega tarde e às vezes nem chega, usando a desculpa de excesso de trabalho, o que causa brigas e desavenças constantes com minha mãe, que é uma mulher de 35 anos, muito gostosa, chamada Irene, morena de traços muito bonitos e olhos verdes, alta e com um corpo dos sonhos, pois tem uns peitos bem generosos, umas cadeiras largas e umas pernas muito bem torneadas, com quem eu sonho frequentemente, fantasiando que transo com ela e que ela me faz feliz com suas carícias e me deixa acariciar todas as suas curvas.
Na comunidade onde vivemos, eles têm amizade com vários casais, com quem nos reunimos esporadicamente para alguma celebração ou simplesmente para comer um churrasco ou passar uma noite bebendo, conversando ou dançando.
Uns dos mais próximos são meus padrinhos Ernesto e Alicia, que têm mais ou menos as mesmas idades dos meus pais, e eles também têm um único filho da minha idade (Alfredo), com quem vou para a mesma escola, mas em salas diferentes, então não somos muito chegados.
E quando eles se reúnem, ele quase não vem, pois prefere ficar com os amigos, e eu também raramente fico com eles, porque vou ver minha namorada ou me encontrar com meus amigos, e quando chego, eles quase sempre estão se despedindo ou meus pais já estão deitados.
Em alguma das Essas reuniões em que ficaram até mais tarde, eu me juntei ao grupo e fiquei observando eles e notei que o Ernesto é um homem muito atlético, com a pele bem tostada pelo sol, e que minha madrinha Alicia é um pouco mais baixa que minha mãe, mas também é muito esbelta e gostosa, pois é uma loira muito atraente, com uns peitos bem grandes e notei que tanto minha mãe quanto meu pai olhavam de um jeito especial para os compadres deles. Sem mais, me despedi deles e fui me deitar, mas várias horas depois acordei e ouvi música, então desci a escada bem devagar e fui espiar pra ver se meus padrinhos ainda estavam na reunião com meus pais. Ao passar pelo escritório, vi que a luz estava acesa, então espiei um pouco e vi meu pai com minha madrinha completamente nua, com as pernas no ombro, metendo com força o pau nela. Aí pensei que talvez minha mãe pudesse pegar eles e ia dar problema, então fui pra sala ver o que ela tava fazendo. E quando espiei, minha surpresa foi enorme ao ver que minha mãe, também completamente nua, tava montando no meu padrinho, soltando uns gemidos abafados. Ela, que tava de frente pra porta, fez uma pausa quando me viu, mas imediatamente continuou a cavalgada me encarando e sorrindo de um jeito sedutor. E eu fiquei maravilhado vendo como os peitos lindos dela balançavam e como ela tinha a boca aberta com lábios carnudos, como se tivesse me convidando, e eu tive uma ereção enorme. Aí vi que meu padrinho estremeceu e soltou um gemido, e minha mãe se separou dele e, se despedindo, pegou o roupão e foi atrás de mim quando viu que eu tinha virado pra ir pro meu quarto. Quando cheguei no meu quarto, quis fechar a porta, mas minha mãe impediu e, entrando, me abraçou e, passando a mão no meu cabelo, me disse: — Gostou do que viu? E eu respondi: — Você, dando pro meu padrinho? E ela falou: — Não, isso não tem importância, faz de conta que não aconteceu. Tô perguntando se você gostou de me ver pelada.
— Claro, falei, na real já tinha te visto algumas vezes quando você toma banho e, sinceramente, você é muito gostosa, e muitas vezes tive vontade de te pegar no colo e aproveitar com você.
.. Aí ela respondeu: "Então por que não fez isso?" Eu não fazia porque tinha medo de te assustar, mas aqui estou eu, ela disse, me beijando na boca.
E me falando:
.. Eu também já te vi quando você tá tomando banho e reparei que você se acaricia e bate uma quando me vê pelada, e eu não sabia como me aproximar de você, porque faz tempo que quero te falar pra não se masturbar, que aqui estou eu, louca pra acariciar esse pauzão que já me deixou doida de tesão. E ela começou a me despir, me acariciar e beijar o corpo todo, e quando chegou no meu pau, beijou ele com gosto e enfiou na boca, chupando até eu gozar. Aí ela me abraçou de novo, aproximou os peitos lindos dela e pediu pra eu chupar os bicos e lamber as aréolas uma por uma. Assim, ela se deitou e foi me guiando pra eu beijar o torso dela, e quando cheguei no umbigo, mandou eu enfiar a língua nele e continuar descendo pra lamber a virilha. Nessa hora, eu já tava com o pau bem duro e queria meter, mas ela disse que ainda não, que eu beijasse os lábios da buceta molhada dela. Eu falei que não, porque ela tinha transado com meu padrinho e me dava nojo. Ela respondeu:
— Não se preocupa, a gente usou camisinha e eu tô limpinha.
E disse: "Vem, abre meus lábios e procura meu clitóris pra lamber ele com a língua." Aí ela tremeu toda e teve um orgasmo que fez ela se revirar de prazer. Na hora, ela mandou eu enfiar os dedos na buceta dela e achar o ponto G, me ensinando como massagear ele devagar. Foi quando ela abriu as pernas, pediu pra eu segurar elas e meter o pau bem devagar. Eu fiz isso e comecei a bombar suave, até sentir que ia gozar. metendo até o fundo, e quando gozei, ela soltou um gritinho de prazer e também gozou ao sentir a porrada de porra jorrando dentro dela, inundando e transbordando.
Depois de terminar, ela me cobriu, me beijou na boca com paixão, vestiu o roupão e voltou pra reunião dela, mas os compadres já tinham ido embora e meu pai tinha ido pra cama depois de ter ficado satisfeito com a comadre dele.
No dia seguinte, meu pai foi trabalhar cedo como sempre, e minha mãe veio me acordar pra eu tomar banho e ir pra escola. Mas, pra me acordar, ela enfiou a mão debaixo das cobertas e começou a acariciar meu pau, que reagiu na hora com uma ereção foda. Ela, sem perder tempo, tirou o roupão — por baixo não tinha nada — e se meteu na minha cama, colando o corpo nu no meu, começando a me acariciar e beijar inteiro, e chupando meu pau, mas sem deixar eu gozar. Ela montou em mim de frango assado e começou a cavalgar pra eu gozar dentro dela, dizendo que a jorrada que inundava ela por dentro fazia ela gozar, mas que ia ficar com vontade e que eu não demorasse porque ela ia ficar me esperando.
Quando voltei da escola, ela já estava me esperando na sala, toda arrumada, e me disse pra ir tirando a roupa dela devagar, acariciando e beijando onde eu fosse desnudando. Ela chupou meu pau de novo e me disse como eu tinha que descer e acariciar a buceta dela. Quando já estava bem excitada, ela ficou de quatro pra eu meter o pau, e depois subiu em mim pra foder de frango assado. Quando gozei, ela já tinha gozado, mas ao sentir minha gozada, ela também gozou com um grito de prazer. Depois, ela me reanimou chupando meu pau de novo, e a gente transou de novo, mas agora comigo por cima, e ela enroscou as pernas em mim.
E depois, já tranquilos, ela disse que isso ia ser nosso segredo, que eu não contasse pra ninguém, porque se meu pai descobrisse, ela não sabia como ele ia reagir, e que ela ia. tentar não dormir mais com o compadre dela, mas como meu pai estava muito obcecado pela comadre, talvez fosse um pouco difícil, mas que ela não ia mais precisar de ninguém enquanto me tivesse.
Naquele dia, a Sra. Alicia, minha madrinha, veio visitar a comadre dela, e ao passar pela sala, nos viu, eu e minha mãe, transando, e pensou:
.. (Com quem a puta da minha comadre está trepando e não me falou nada nem me convidou).
E pensando nisso, tocou a campainha insistentemente, e como não recebeu resposta, foi embora, mas mais tarde ligou para minha mãe, que estava conversando e acariciando a gente ainda pelados, fazendo minha mãe vestir o roupão para atender o telefone, e ao ver que era a comadre, disse que estava ocupada, que ligaria depois, ao que a comadre respondeu:
.. Já vi que te deixaram bem ocupada, por que não me falou nada, quem é o gato?
Minha mãe respondeu:
.. É um segredo, não posso te contar agora, mas prometo que depois te conto.
No dia seguinte, a comadre voltou a visitar minha mãe, pois estava morrendo de curiosidade, e puxando o assunto perguntou:
.. E quem era o rapaz com quem você estava ontem? Parecia bem novinho, ouve, comadre, apresenta ele pra ver se eu agrado ele e também como ele.
.. E minha mãe, um pouco ciumenta, disse: não sei se ele vai querer, mas o que posso te dizer é que com ele tive a melhor experiência sexual da minha vida, o maior prazer que nunca senti, nenhum homem me fez sentir o que sinto com ele. . . . . . Pois é, não vai acreditar, mas vou fazer uma confissão, espero que seja bem discreta e não conte pra ninguém, o que acontece é que não consigo mais guardar isso, estou muito confusa, mas é que só de lembrar do que aconteceu, já estou gozando.
Vou te dar um contexto. É que uma amiga já tinha me dito que o maior prazer que se podia sentir era quando você trepava com seu filho, e eu não acreditava, mas faz Uns dias vi meu filho me espiando enquanto eu tomava banho, e não falei nada, mas quando saí, vi ele correndo pro quarto dele e fui espiar ele. Vi ele batendo uma punheta e me senti lisonjeada e com muito tesão, com vontade de sentir dentro de mim aquela rola grande e linda. E no outro dia, quando eu tava dando pro seu marido, ele nos viu, e eu fiz seu marido gozar rápido pra poder aproveitar a oportunidade e segui-lo, realizando meu desejo de dar pra ele. Eu sei, comadre, que é errado, mas não me segurei e não me arrependo. E sabe o que é? Te recomendo, é a melhor coisa que você pode viver.
Alicia, toda nervosa, disse:
— Ah, comadre, como assim, você comeu seu filho?! Não acredito. Olha, naquele dia que te vi dando na sua sala, pensei: "Com quem será que a puta da minha comadre tá dando agora?" E senti ciúmes porque você não me chamou. Mas nunca imaginei isso. Que barbaridade, isso já não é putaria, isso é o auge.
— Preciso confessar, comadre — disse Alicia —, que eu também já peguei meu filho Alfredo me espiando. E vai acreditar que também fiquei com essa vontade? Às vezes, quando entro no quarto dele de noite pra cobri-lo, vejo a rola dele bem dura e já o peguei murmurando meu nome. E com tudo que você me disse, agora sei que ele me quer, e não sei o que vou fazer... É, já tava com esse bichinho me mordendo. Não sei se agora vou conseguir segurar a vontade de comer meu filho.
— Vou indo, já me deixou toda excitada. Vou ver se encontro uma oportunidade ou não... Depois te conto.
Naquela noite, Alicia foi cobrir o filho como sempre fazia e o encontrou, como de costume, destapado e com uma ereção enorme. Lembrando do que conversou com a comadre, não se conteve. Pegou a rola do filho com muita suavidade e começou a acariciar. Quando ele acordou e ficou olhando pra ela, surpreso, ela fez sinal pra ele não fazer barulho, beijou ele na boca e montou nele, tirando a camisola que Ela ficou completamente nua diante do espanto do filho, beijou-o ardentemente e disse:
… amor, não se assuste, eu também te desejo, deixa eu te fazer feliz, me aproveita como eu vou te aproveitar, e imediatamente montou no filho, cavalgando ele como pica no lombo, e quando ele gozou dentro dela com uma gozada impressionante e com a pressão da juventude, ela, sem se conter, também gozou copiosamente, sentindo o imenso prazer de estar trepando com o filho e se abraçando forte nele, tratou logo de guiá-lo como a comadre tinha ensinado e sentiu, se é que isso era possível, a ereção do filho ficar ainda maior e mais poderosa, e então beijou a pica dele e começou a chupar com prazer e luxúria, fazendo ele gozar na boca dela, e ela teve um delicioso orgasmo e continuou chupando a pica até ele ficar duro de novo, e então montou nele outra vez e cavalgou até ele gozar dentro dela, sentindo de novo o que a comadre tinha falado sobre a gozada potente que fez ela também gozar, enlouquecendo de prazer e querendo continuar, reanimou ele de novo pra seguir trepando com o filho, depois do que, completamente satisfeita, deu boa noite, beijou ele apaixonadamente e foi pro quarto dela.
No dia seguinte, ela também, igual à comadre, foi ao quarto do filho pra acordá-lo e de quebra deu outra trepada com ele, e disse:
… Isso que aconteceu, eu quero que continue acontecendo enquanto você quiser, não quero que se sinta culpado nem comprometido comigo, eu já desejava isso e sei que você também, tenta não comentar com ninguém, porque é algo muito delicado, se arruma pra escola e vou estar te esperando, porque ainda tô com vontade de você.
Alicia chamou Irene pra tomar um café e ela, cheia de curiosidade, foi na casa da comadre pra saber das últimas novidades, e Alicia disse:
… Ai, comadre, cê acredita que ontem à noite fui cobrir meu filho e, como sempre, ele tava todo Descobijado e com o pau bem duro, e como eu já estava muito alterada pelo que você me contou sobre seu filho, não me segurei mais e peguei ele, peguei meu filho!! Peguei o Antonio!! E como você me disse, foi a experiência mais maravilhosa sentir ele gozar dentro de mim. Obrigada, comadre, muito obrigada, amiga. Agora estou esperando ele voltar da escola para deitar com ele e foder até me saciar... E me diz, o que vamos fazer agora com essa paixão que sinto crescendo?
... Então Irene disse: o problema não é com nossos filhos, o problema é com nossos maridos e com a relação que temos. Você sabe que está deixando o Raúl comendo poeira, e que o Ernesto, seu marido, está bem envolvido comigo. Agora nossos filhos vão ficar com ciúmes se nos virem fodendo com nossos maridos, e mais ainda fodendo o marido da outra. Vamos tentar ter muito cuidado para que nem uns nem outros descubram o que estamos fazendo, e garantir que nossos filhos não saibam dos nossos encontros, porque não podemos parar de transar, nem você com meu marido, nem eu com o seu. Além disso, eu adoro foder com o Ernesto.
... Bom, a verdade é que eu adoro como o Raúl me come, e sim, não queria abrir mão dessas noites deliciosas. Ficando pensativa, Alicia disse para Irene: Ei, amiga, acho que somos bem putas, né?
... Dando uma gargalhada, Irene disse: Acho que sim, mas que gostoso, né? Ei, mas para evitar confrontos e problemas entre pais e filhos, por que não propomos aos nossos maridos fazermos nossos encontros em outro lugar? Dando a desculpa de que nossos filhos já estão grandes e vão acabar descobrindo nossas sacanagens. Eu disse ao Armando, meu filho, que ia tentar não transar mais com seu marido, e como ele percebeu que o Raúl estava te comendo, tive que confessar que o pai dele estava muito afim de você. Claro, não falei nada sobre o padrinho dele. O que você acha? Concorda?
... Alicia disse que sim, que eles tinham uma casinha que alugavam e que atualmente estava desocupada, que ia falar com o Ernesto pra eles usarem pros encontros noturnos, porque o filho dela, Alfredo, podia perceber o que eles faziam, e que pagassem o aluguel entre os dois, cê topa?
E Irene disse que sim, que topava.
… Então Alicia falou, o que a gente não faz pra continuar comendo nossos filhos, né?
… A paixão que despertou em nós, disse Irene, tomara que a gente não tenha que pagar caro por ela, e se for assim, paciência, tem que aproveitar enquanto dura, porque eu não quero perder a juventude do meu filho.
… Nem eu a do meu, disse Alicia.
E desse jeito as duas mulheres continuaram curtindo as reuniões com os maridos e os encontros amorosos com os filhos.
Mas aí perceberam que os filhos estavam se apaixonando por elas e com ciúmes, e pra evitar isso, combinaram. Irene falou pra Alicia vir quando ela tivesse comendo o filho dela, pra dizer que Alicia queria transar com ele e que, pra não virar fofoca grande, ele tinha que comer ela. E Armando, que já tinha visto os peitões da madrinha, não teve problema em transar com ela.
E fizeram a mesma coisa com Antonio. E quando já estavam comendo o filho da outra, começaram a se encontrar às vezes os dois casais na casa de uma ou da outra, pra Irene ficar com Antonio (filho da Alicia) e Alicia com Armando (filho da Irene). Depois, fizeram encontros onde comiam os próprios filhos e trocavam pra comer o filho da outra. E em algumas ocasiões em que uma delas não podia estar no encontro, a que ficava comia um enquanto chupava o pau do outro, e depois trocavam. Nessas horas, a que ficava terminava louca de tesão, completamente satisfeita e exausta. E assim continuaram sem problemas.
1 comentários - Transa entre compadres