Arequipa, Peru. Era uma sexta à noite, o clima ameno típico de agosto enchia o ar com uma brisa leve. A gente caminhava perto da Plaza de Armas, por um daqueles becos cheios de luzes fracas e música que escapava dos bares. Eu já tava meio tonta das bebidas, extasiada com o clima, e sem saber, prestes a viver uma experiência que mudaria meu jeito de sentir desejo. Tudo começou assim..."
Desde muito nova, eu sabia que meu corpo chamava atenção. Não só pelo jeito que me olhavam na rua, mas por como eu me sentia ao me mexer, ao dançar, ao me vestir. Adorava me ver no espelho, explorar o que provocava nos outros. Não sabia se aquilo era sensualidade, provocação ou simples curiosidade... mas eu gostava. Me fazia sentir viva.
Meu nome é Karen. Tenho 18 anos, 1,65 de altura, e meu corpo sempre chamou atenção. Sou de pele clara, curvas marcadas, quadris suaves mas firmes, uma bunda redonda que se empina como se estivesse numa bandeja. Minha cintura é fina, e embora meus peitos não sejam grandes, têm aquela firmeza provocante que costuma prender olhares... e mãos. Sempre me dizem que meu sorriso é angelical, mas às vezes sinto que meu corpo diz coisas bem diferentes.
Tudo aconteceu numa noite qualquer em Arequipa, Peru, perto da Plaza de Armas, onde eu moro. Minhas amigas me chamaram pra sair. Eu sou a mais nova do grupo, mas isso nunca foi problema. Acabamos numa balada tranquila, meio escondida, daquelas que só quem mora na área conhece. Já era umas 8 da noite, e entre drinks e gargalhadas, alguém sugeriu ir pra outro lugar, algo mais agitado. Naquela hora já estávamos um pouco altinhas e topamos na hora. A noite ainda tava no começo.
A próxima balada era diferente: gente mais velha, ambiente mais pesado, mais sexual. Na entrada quase não nos deixaram passar, mas uma das minhas amigas conhecia o segurança e, com um sorriso e um pouco de flerte, conseguimos entrar. Mal cruzamos a porta, a mudança de energia foi evidente: as luzes, a música mais intensa, os corpos mais colados, o ar denso, carregado de desejo. Tudo era novo pra mim… e excitante. Tinha caras e minas realmente gostosos, com corpos que chamavam a atenção. Embora eu não me considere lésbica, não pude deixar de notar que algumas minas tinham uma figura de dar inveja. Me peguei olhando pra elas mais do que devia… e curtindo. A música nos envolveu na hora. A gente dançava entre nós, rindo, rebolando como se o mundo não existisse. Nossas danças chamaram atenção, e de repente um grupo de caras e minas chegou educadamente, nos convidou pra mesa deles e prometeu mais bebida. Eram três caras e duas minas, todos mais velhos que eu, claro… mas muito gostosos.
Nós nos juntamos na mesa dela e rapidinho viramos amigas — sabe como é, álcool faz milagre —. Depois de uns drinks e umas risadas, minhas amigas foram as primeiras a levantar pra dançar de novo, me deixaram pra trás. Eu fiquei com as minas, a Karla e a Daniela. Elas eram legais, divertidas… e safadinhas. A atitude delas era super sem vergonha, e isso me deixava meio nervosa. Quando chegavam perto pra falar comigo, tinham que sussurrar no meu ouvido por causa do som alto. Eu sentia o hálito quente delas na minha pele, e uma vez, juro, a Karla me deu um beijo na orelha. Eu tremi. Achei que era só o álcool… mas eu gostei. Estranhei… mas não falei nada. Só ri, como se nada tivesse rolado. Aí, sem pensar muito, fomos dançar as três.

Já estávamos bem ligadas. Eu tava usando uma saia longa, fininha, daquelas que grudam no corpo como se fossem parte da pele. Por baixo, uma calcinha fio dental minúscula… e nada mais. Não uso sutiã; gosto de sentir meus bicos roçando no tecido, de eles aparecerem quando endurecem. E aquele contato de corpos entre mulheres, do jeito que a Karla e a Daniela dançavam comigo, tava conseguindo isso. Os peitos delas roçavam nos meus, as mãos delas brincavam na minha cintura, na minha lombar… até na minha bunda. Eu fingia que não percebia, sorria tímida… mas por dentro, meu corpo respondia a cada carícia.
Foi naquele vai e vem de passos, música e risadas que percebi: elas tinham uns corpos incrivelmente gostosos. Não sei se antes eu não tinha notado, mas já com a bebida na cabeça… elas me pareciam irresistíveis. Pensei que talvez tivessem operado os peitos ou colocado alguma coisa na bunda. Tinham uma figura perfeita. Num dos roçados de peitos, me aproximei do ouvido da Daniela, por causa do barulho, e falei que ela tinha um decote muito sexy. Ela me olhou e respondeu com um sorriso safado: — Você gosta dos meus peitos?
Eu corei e soltei uma risada nervosa, como se não soubesse o que dizer. Mas a verdade… é que eu tava curiosa. Não sei por quê. Eu gosto de homens, sempre gostei, mas com elas… tinha algo diferente. Talvez fosse a bebida, a música, o clima, o calor, a bagunça, os olhares. Talvez fosse tudo junto. O fato é que, dançando no meio de mulheres daquelas, eu sentia que chamávamos a atenção de todo mundo. Os olhares pousavam na gente: caras, minas, casais. As cadeiras, os peitos, as bundas da Karla e da Daniela eram um imã. E eu, no meio delas, me sentia parte desse imã também.
Enquanto a gente continuava dançando entre risadas e roçadas, numa dessas viradas senti uma mão, não sei de quem, passar pela minha cintura baixa e roçar a parte onde mal cobria minha calcinha fio dental. Me arrepiei toda, mas não me afastei. A Daniela chegou por trás, e no meu ouvido falou com malícia:
— Você não tá usando Sutiã, né? Virei e sorri, meio tímida, mas divertida. —Não… assim que eu gosto. —A gente também gosta —disse a Karla, me olhando de cima a baixo sem vergonha—. É super gostosa. Senti que fiquei vermelha. Não sabia se era o comentário, o álcool ou o calor da pista… mas tudo parecia excitante. A música, os corpos, as palavras dela. A noite tava diferente.

E nesse ponto, falei que precisava ir ao banheiro. Karla e Daniela insistiram em me acompanhar. Não entendi por quê, mas não me incomodou. Na verdade… gostei. Caminhamos juntas, entre risadas, e elas continuavam com seus comentários provocantes:
—Que corpaço você tem, Karen… —dizia Karla.
—Você é tão provocante e nem percebe… —completava Daniela.
Eu ria, nervosa. Falei, talvez pra esclarecer as coisas:
—Só pra constar, não sou lésbica…
Elas se olharam e sorriram sem dizer nada. Só caminharam mais perto, como se fôssemos amigas de infância.
O banheiro estava meio vazio. Só umas minas retocando a maquiagem e duas portas fechadas. Entramos as três e nos olhamos por um instante, como se esperássemos alguém falar algo… mas ninguém falou. Karla ficou perto do espelho, Daniela fechou a porta atrás da gente. Eu fui direto pro vaso.
—Não olha, não —falei brincando, enquanto levantava um pouco a saia pra baixar a calcinha fio dental.
—E se a gente quiser olhar? —respondeu Daniela, divertida.
Soltei uma risada nervosa enquanto me sentava. Elas estavam me olhando, e embora uma parte de mim sentisse vergonha… outra parte sentia um frio diferente, algo entre a timidez e a safadeza. Me senti excitada, meio tonta. O álcool, a música que ainda ecoava lá fora, a atitude delas… tudo me deixava meio bêbada, mas também toda arrepiada.
Terminei, me limpei, e quando levantei, Karla se aproximou de repente. Me olhou nos olhos, bem de pertinho, e sem dizer nada, me beijou. Não foi longo, mas foi direto. Macio, molhado, com uma segurança que me desmontou.
Atrás, Daniela acariciava minha cintura, minha bunda. As mãos dela subiam e desciam devagar, sem pressa. Eu, ainda com a calcinha baixada, não me mexi. Só olhei pra elas, confusa… mas curiosa.
—Meninas… —falei, quase sem voz— o que vocês tão fazendo?
—Nada que você não vá gostar… —respondeu Karla, enquanto a mão dela também descia.
Foi aí que senti o dedo dela roçar meus lábios íntimos, só um toque. Me arrepiei toda. Tentei me fechar, por instinto, mas não consegui. Daniela me abraçou por trás, sussurrando no meu ouvido:
—Você tá molhada, Karen… pra caralho.
Eu não soube o que dizer. Meu corpo ardia, minha cabeça não entendia nada… mas eu não me afastei. Fechei os olhos. E quando abri, Karla segurou meu queixo com delicadeza.
Sem dizer nada, ela pegou minha mão e me fez sentar num daqueles banquinhos do banheiro, altos, finos, onde mal cabe uma pessoa… e sempre deixam a bunda meio de fora. Eu ri baixinho, nervosa, excitada. Fechei os olhos de novo, como se quisesse parar o tempo. Tava confusa… mas também toda arrepiada.
Karla começou a me beijar de novo, dessa vez mais devagar, com mais fome. Os lábios macios dela, a língua brincalhona. Daniela, enquanto isso, passava a ponta dos dedos pelas minhas costas. Depois desceu… acariciando minha bunda que tava de fora. Minhas pernas tremiam.
Aí, sem eu esperar, Daniela deslizou uma mão entre minhas coxas. O toque dela era quente, firme. Meus lábios íntimos pulsavam, sensíveis, molhados. Eu só respirava ofegante, de olhos fechados, enquanto Karla continuava me beijando… até que parou.
Abri os olhos, meio perdida, procurando o olhar dela.
Foi aí que ela falou, com aquela voz baixa que me dava arrepios:
—Posso te dar algo mais *tasty*?
Eu não disse nada. Só olhei pra ela, e ela sorriu com malícia.
—Fecha os olhos e abre a boca… —sussurrou.
E eu obedeci.
Quando abri a boca, senti algo estranho. Abri os olhos, confusa… e ali estava: uma rola dura, firme, morna, tocando meus lábios. Congelei por um segundo. Isso é real? Não soube o que dizer, fiquei surpresa… mas não conseguia parar. Algo mais forte que a razão me empurrava pra continuar.
Senti ela quente… úmida… deliciosa. Mal tocou minha língua, eu soube que aquilo não era brincadeira. Era real. Era a rola da Karla. Minha mente gritou confusa: “Isso tá acontecendo de verdade?”… mas meu corpo não resistia. Pelo contrário… se entregava. Minha língua explorava como se já tivesse feito aquilo antes, como se minha curiosidade sempre tivesse estado adormecida, esperando esse momento. Momento. Não sabia o que fazer com as mãos. Uma delas estava na coxa de Karla, firme, trêmula. A outra acariciava a cintura de Daniela, que continuava atrás de mim, colada, os peitos dela apertados contra minhas costas, a respiração ofegante no meu ouvido. "Não sou lésbica… não sou lésbica…" repetia na minha cabeça, como se isso pudesse parar o que eu estava sentindo. Mas o corpo… o corpo não mente. Eu estava molhada, quente, vibrante. O gosto de Karla, o calor de Daniela, as mãos que me tocavam sem parar… era coisa demais ao mesmo tempo.
Uma corrente elétrica percorreu minha espinha quando Karla gemeu baixinho, e Daniela mordeu meu pescoço com ternura. Era prazer puro. Uma mistura de sensações que eu nunca tinha experimentado. Me sentia viva, desejada, safada… e amava aquilo.
Não sei quanto tempo passou, mas sentia que o mundo girava mais devagar. Todo o resto desapareceu: a música do lado de fora do banheiro, os murmúrios, até o eco do lugar. Só existíamos nós três. Karla empurrava suavemente o quadril em direção à minha boca, e eu a recebia sem medo, como se minha língua tivesse nascido pra isso. A cock dela entrava e saía devagar, molhada, vibrante, como se cada roçada me hipnotizasse mais.
Daniela me acariciava sem parar, como se soubesse exatamente o que fazer. Uma das mãos dela desceu até minha buceta, e ao me tocar, soltou um suspiro.
— Você tá encharcada… — sussurrou no meu ouvido, quase rouca.
Mordi os lábios, fechei os olhos de novo. Não sabia se queria parar ou me deixar levar até o fim. Cada beijo, cada toque, cada gemido delas me empurrava mais fundo naquele abismo gostoso onde tudo parecia proibido… mas delicioso.
Elas estavam me desmontando, e eu não fazia nada pra evitar. Pelo contrário. Me abria mais. Deixava meu corpo falar por mim. Nunca imaginei estar num banheiro, no centro de Arequipa, com duas mulheres gostosas, uma delas com uma cock deliciosa entre meus lábios… e a outra com os dedos dentro de mim.
Exatamente quando senti que não aguentava mais, que Meu corpo estava prestes a explodir de prazer, quando alguém bateu na porta do banheiro com insistência.
— Tem alguém aí? — perguntou uma voz feminina do lado de fora, com um tom impaciente. A gente congelou. Karla se afastou na hora, e Daniela me ajudou a subir a calcinha fio-dental com um sorriso safado. Todas nós nos olhamos por um segundo, entre suspiros, risadas abafadas e olhares carregados de desejo. Meu coração batia tão forte que achei que fosse aparecer no meu peito.
— Acho que é hora de sair — disse Karla, ainda com a voz ofegante.
A gente se arrumou como deu. Me olhei no espelho, estava com os lábios inchados, o cabelo meio bagunçado, e uma mistura de rubor e brilho no rosto que não dava pra esconder. Me sentia diferente. Como se algo dentro de mim tivesse se aberto.
Saímos do banheiro como se nada tivesse acontecido, embora eu soubesse que tudo tinha mudado.
Voltamos pra pista como se fôssemos as mesmas… mas não éramos. Eu não era. Sentia as pernas ainda trêmulas, a boca levemente molhada, e um formigamento insistente entre as pernas que não passava. Caminhávamos entre o povo, rindo, tentando parecer normais. Mas por dentro, o fogo continuava. Chegamos perto da mesa, e Karla me ofereceu outra dose como se nada. Daniela sentou bem pertinho de mim, nossas pernas se roçavam, e de vez em quando, a mão dela encontrava minha coxa, como quem não quer nada.
A gente se olhava. Sorria. Não dizia nada… mas sabia tudo.
— Tá bem? — perguntou Karla, me olhando com um sorriso suave.
Balancei a cabeça, me sentindo mais viva do que nunca. Os caras nos olhavam com interesse, as minas do grupo sorriam com cumplicidade. Tudo era mais lento, mais elétrico. E então, Daniela encostou a boca no meu ouvido e sussurrou:
— Gostou, Karen?
Eu ri baixinho, meio corada. Olhei de lado pra ela e respondi, quase sem pensar:
— Não sei o que tá acontecendo comigo…
— Só se deixa levar — disse, e me deu um beijo rápido na bochecha.
Voltamos pra pista. Dessa vez, dançamos mais juntas. Mais grudadas. Mais ousadas. Os olhares grudavam na gente como se fôssemos um show particular. E talvez… Éramos. Mas eu não ligava. Porque pela primeira vez, eu tava descobrindo algo que me acendia por dentro. Algo novo. Algo proibido. E aquilo… era só o começo.
A música continuava vibrando nos nossos corpos, mas agora a gente não dançava mais por diversão… a gente dançava com desejo. Karla se mexia atrás de mim, as mãos dela percorriam minha cintura sem vergonha enquanto os quadris seguiam o ritmo, e Daniela dançava na minha frente, me encarando nos olhos, mordendo o lábio inferior de vez em quando. Cada roçada era intencional. Cada carícia, um convite pra algo mais.
Eu não sabia se eram as mãos delas ou as minhas, mas meus peitos estavam sendo apertados de novo entre os corpos delas. Os lábios delas sussurravam putarias no meu ouvido:
— Você tá tremendo, Karen… — Karla falava. — Gosta quando a gente te toca assim?
— Sua pele tá queimando… — Daniela completava, deslizando a mão pela minha lombar.
Eu só conseguia rir nervosa, toda molhada entre as pernas, completamente sem vergonha. Uma parte de mim queria parar, mas outra, muito mais forte, só queria que elas continuassem.
— Parece que você gostou do banho… — Karla brincou, acariciando minha coxa por baixo da saia.
— Que tal a gente ir pra um lugar mais calmo? — Daniela perguntou, com aquele sorriso dela que já sabia que me desmontava.
Olhei pras duas. Tava tonta, excitada, confusa… mas estranhamente segura. Aproximei meus lábios das orelhas delas, brincalhona, e falei:
— Com uma condição… comprem algo pra comer e continuar bebendo.
Elas riram como se tivessem ganhado uma aposta. Karla levantou a mão e pediu mais uma dose. Daniela já tava chamando um táxi.
E eu… eu já não queria mais parar.
Subimos no táxi entre risadas, as três abraçadas como se fôssemos amigas de uma vida inteira. Eu no meio, com os corpos delas colados no meu, as mãos ainda brincando com carícias. O álcool continuava fazendo o efeito dele, mas o que eu sentia já não era só embriaguez. Era desejo, curiosidade… uma entrega que não tinha planejado, mas que já não queria parar. No banco de trás do táxi, eu ia no meio das duas. A Karla tinha a mão dela na minha coxa, acariciando devagar, como se medisse minha temperatura… ou meu tesão. A Daniela, por sua vez, se aproximou do meu pescoço e começou a me beijar suave, como se o carro fosse só nosso. Fechei os olhos por um momento, sentia o calor subir da minha barriga até o peito. Mordi os lábios quando a Karla deslizou os dedos por baixo do meu vestido, mal roçando minha buceta. Foi aí que abri os olhos e, por um segundo, nossos olhares se cruzaram no espelho retrovisor. O motorista, um cara de uns quarenta, fingia olhar pra frente… mas a expressão dele denunciava. Ele tava me observando. Se fazia de desinteressado, mas não conseguia evitar. Senti aquele arrepiozinho nas costas, entre o pudor e a excitação. Saber que ele tava nos olhando, que tava presenciando aquela cena sem poder tocar, sem dizer nada… me deixou mais molhada do que eu imaginava. Fechei os olhos de novo. Ri baixinho, excitada, surpresa comigo mesma. — Não pensei que você fosse tão safada, Karen — murmurou a Daniela, bem perto. — Nem eu… — respondi, sem fôlego. Descemos do táxi entre risadas cúmplices, caminhando as três como se fôssemos amigas de uma vida inteira. O motorista ficou nos encarando enquanto a gente se afastava, com os olhos cravados nos nossos corpos, especialmente em como elas me seguravam pela cintura. Pensar no tesão que a gente deixou ele sentiu nos fez rir as três, como se compartilhássemos um segredinho perverso. A Karla me segurava pela cintura, e a Daniela não parava de acariciar minha lombar, com aqueles toques sutis que arrepiaram minha pele. Subimos as Escadas do prédio, passos trôpegos, entre o álcool, a adrenalina e a vontade. Sentia as mãos dele subindo e descendo pelo meu corpo, roçando meus peitos, apertando minha bunda sem vergonha por baixo do vestido. E eu… não dizia nada. Só ria, deixava rolar, me sentia outra pessoa.
Entramos no elevador. As portas fecharam e tudo ficou mais íntimo. Daniela me beijou com fome, a língua dela procurando a minha com urgência, enquanto Karla guiava minha mão até a virilha dela. Me surpreendi ao sentir o pau duro dela por baixo do vestido, grosso, pulsando. Meus olhos se arregalaram, mas não tirei a mão… pelo contrário, acariciei com timidez. Daniela aproveitou pra levantar meu vestido e puxar minha calcinha pra baixo. Fez devagar, como se fosse um ritual, como se saboreasse cada segundo.
Eu não resisti.
Na verdade… ajudei ela.
O elevador parou no décimo andar. Saímos quase tropeçando, entre risadas, beijos e mãos que não paravam de explorar.
Antes de entrar no apartamento, enquanto Karla procurava as chaves, ela não parava de me beijar. Me deixou encurralada contra a parede, os lábios famintos nos meus e as mãos apertando minha cintura com firmeza. Sentia o pau duro dela pulsando bem perto, mal contido pelo tecido do vestido justo. Aquela pressão me dava arrepios. Daniela observava de lado, divertida, como se soubesse que a noite estava só começando.
Assim que entramos, depois do primeiro gole, os carinhos continuaram. De pé, depois sentadas, e eu, cada vez mais entregue. Abri as pernas sem pensar, e as duas começaram a me tocar por todo lado. Meus peitos, minhas coxas, minha buceta. Já não tinha mais calcinha — tinham tirado no elevador — e eu estava encharcada. Procurei a pica da Karla por cima da roupa, acariciei com suavidade, e depois deslizei por baixo da calcinha dela. Tava tão quente, tão dura… mordi os lábios ao sentir ela inteira na mão.
Mas bem quando eu tava mais excitada, elas se afastaram um pouco, se olharam com um sorriso safado, e começaram a tirar os vestidos devagar. Jogaram no chão, mostrando os corpos: peitos grandes, redondos, bem desenhados; quadril largo, pernas lindas. As duas estavam de tanguinhas minúsculas que não deixavam nada pra imaginação.
E foi aí que percebi.
Eu tinha assumido que a Karla era a trans… mas a Daniela também era. Fiquei sem reação. Me surpreendi, claro, mas mais do que isso… fiquei com ainda mais tesão.
Fiquei olhando pra elas, sem dizer nada. O desejo fervia na minha pele. A Karla se aproximou e, com uma ternura ardente, começou a levantar a parte de cima da minha roupa. Eu levantei os braços, me deixando levar. A Daniela se ajoelhou na minha frente, beijando minhas coxas enquanto deslizava o vestido pelo meu corpo até deixar cair no chão. Já sem roupa, meus mamilos duros e minha pele quente falavam por si. Eu estava nua entre as duas, completamente exposta, com os olhos delas me devorando como se eu fosse um banquete.
A Karla segurou meu rosto e me beijou devagar, com uma mistura de carinho e safadeza que me desmontou. A Daniela, atrás de mim, acariciava minhas costas, descendo até minha bunda e separando com cuidado, me arrepiando inteira. Eu não sabia pra onde olhar, só conseguia fechar os olhos e me deixar levar.
E aí, foi minha vez de tocar nelas. Levei minhas mãos até as virilhas delas, acariciando as picas por cima das tanguinhas. Eu sentia elas duras, palpitantes, e isso me excitava ainda mais. Eu as percorria com desejo, sentindo como respondiam aos meus carinhos. Uma parte de mim ainda não conseguia acreditar no que estava acontecendo… mas outra, mais profunda e ousada, desejava aquilo de toda a alma. Eu me sentia adorada. Desejada. E pronta pra tudo. Karla pegou minha mão e, com um olhar carregado de intenção, me conduziu até o sofá. Daniela me seguia de perto, acariciando minhas costas e minha cintura com aquela suavidade que já me fazia tremer. Elas me sentaram no meio, como se eu fosse o presente delas. Uma de cada lado, me rodeavam com carícias, beijos, sussurros. Karla lambia meus mamilos, molhada e devagar, enquanto Daniela percorria com a língua meu pescoço e descia, traçando um caminho ardente entre meus seios e minha barriga. Eu abri as pernas sem que elas pedissem, instintivamente, querendo mais. Daniela se acomodou entre elas e começou a beijar minha buceta com uma entrega deliciosa. Eu gemi e, ao mesmo tempo, minha mão buscou novamente a pica da Karla, que aparecia inchada por baixo da calcinha fio dental. Dessa vez não parei: enfiei a mão por baixo e a envolvi com meus dedos. Estava quente, dura, vibrante. Eu acariciei devagar, sentindo como ela reagia a cada toque. Karla me beijava enquanto eu a masturbava, e Daniela me devorava como se não houvesse amanhã. Eu sentia línguas, mãos, seus corpos junto ao meu, e o mundo lá fora do apartamento deixou de existir. Ficamos assim por um tempo, entre beijos, carícias e línguas. Minhas pernas tremiam, e minha respiração era entrecortada. Num momento, não consegui evitar: levei ambas as mãos até as virilhas delas. Acariciei suas picas por cima das calcinhas fio dental, sentindo como pulsavam com força. Um desejo incontrolável me invadiu… e comecei a brincar com as duas ao mesmo tempo, uma em cada mão. Elas se olharam, sorridentes, e Karla foi quem perguntou: — Quer que a gente tire as calcinhas? Eu assenti, mordendo o lábio, completamente corada, encharcada de desejo. Assim que vi elas começarem a baixar aquelas peças pequenas, fui tomada por uma mistura de curiosidade, nervosismo e excitação. E então… eu vi. A Daniela tinha uma rola mais curta, mas tão grossa que me deu água na boca. Já a da Karla era grande, cheia de veias, imponente. Daquelas que te fazem hesitar um segundo… e depois te incendeiam por dentro.
Senti medo… e tesão. Muito tesão. Meus olhos iam de uma pra outra, minhas mãos tremiam. Tinha na minha frente dois corpos incríveis, femininos, sensuais… com aquelas rolas deliciosas que me provocavam mais do que eu queria admitir.
Não sabia por onde começar… mas não queria parar. Me ajoelhei devagar entre elas, minhas mãos ainda tremendo enquanto acariciava, dessa vez sem pano no meio. Sentia o calor, a dureza. Meus dedos percorriam cada centímetro, explorando, brincando. Olhei pra elas de baixo… e elas me encaravam com aquela mistura de ternura e luxúria que me derretia.
Me inclinei primeiro pra rola grossa da Daniela. Beijei, tímida no começo. A ponta tava quente, pulsando. Segurei com as duas mãos, enquanto meus lábios se abriam pra envolver. Senti o peso na minha língua, a intensidade da forma dela. Gemi baixinho quando coloquei na boca.
Aí a Karla se aproximou pelo outro lado. A dela era maior, mais desafiadora. Mas não quis esperar. Alternava entre uma e outra, com fome, com necessidade. Lambe, beijava, chupava. Minhas mãos não paravam de acariciar. Ouvia as respirações ofegantes delas, os gemidos, as palavras sujas no ouvido… e isso só me acendia mais.
As línguas das duas começaram a percorrer minhas costas, meus ombros, meus peitos. Uma segurava meu cabelo, enquanto a outra acariciava minha bunda com os dedos. Eu já não era mais a Karen, a tímida… era uma puta feliz, entregue ao prazer. Queria elas dentro de mim, queria elas por completo.
Mas ainda tinha muito mais por vir…
Elas me guiaram até o quarto como se eu fosse um tesouro. Ao entrar, a primeira coisa que notei foi a cama enorme com lençóis brancos impecáveis e, logo atrás, uma janela enorme que dava pra cidade iluminada. As luzes da Os prédios passavam pelo vidro, criando sombras suaves que brincavam com nossos corpos. Me deitaram no meio da cama, e as duas se demoraram me admirando. Eu, completamente nua, ainda com a maquiagem perfeita e o cabelo meio bagunçado, me sentia como numa fantasia. Daniela se ajoelhou ao meu lado e começou a beijar minhas coxas com suavidade, subindo devagar, enquanto Karla se acomodava no meu peito, beijando, mordendo de leve. — Você está uma gostosa... — murmurou Karla, enquanto a língua dela girava em volta do meu mamilo duro. Daniela, por sua vez, soprava no meu clitóris, sem tocar, como se soubesse que isso me deixava louca. Aí a língua dela finalmente me alcançou... e eu gemi. A língua dela era grossa, lenta, precisa. Karla segurava meus pulsos, me beijando com fome, enquanto o corpo dela se acomodava sobre o meu. Eu me contorcia entre as duas, completamente entregue. As carícias eram infinitas: lábios, língua, dedos. Daniela passava do meu clitóris pra minha bunda, provando, explorando. Eu não dizia nada... só gemia, me agarrava aos lençóis e deixava elas fazerem. De relance, eu via o reflexo dos nossos corpos nus contra a janela. Me ver assim, sendo adorada por essas duas mulheres de pau, com os corpos tão sensuais, as tetas grandes, as mãos macias e as intenções tão claras... me fazia sentir irresistível. — Cê tá pronta pra mais? — sussurrou Daniela, enquanto os dedos dela brincavam na minha entrada, molhada e aberta. — Sim... por favor — falei quase sem voz —. Não para... Daniela foi a primeira a se posicionar atrás de mim. Me levantaram um pouco, colocando travesseiros debaixo da minha barriga pra me erguer, enquanto Karla se ajoelhava na frente, o pau dela duro apontando pra minha boca. — Devagar... — sussurrei, nervosa mas ardendo. Daniela me abriu com os dedos, se certificando de que eu tava molhada o suficiente. Tava. Mal encostou a ponta do pau na minha entrada e eu já senti minhas pernas tremerem. Ela começou a entrar devagar, Enquanto Karla acariciava meu rosto e me guiava em direção à pica dela. Eu estava tão perto que o cheiro dela me embriagava. Abri a boca pra recebê-la bem na hora que senti Daniela rompendo a barreira do prazer. A grossura dela me fazia gemer alto, mas eu tinha a boca ocupada. Ela me preenchia aos poucos, enquanto meus lábios se fechavam em volta da pica da Karla, chupando com desejo. O vai e vem começou. Daniela me penetrava com força rítmica, enquanto Karla me segurava pelo cabelo e gemia a cada movimento da minha língua. Eu não aguentava mais. Estava sendo possuída por completo, corpo e mente. Me sentia usada… adorada… completamente desejada. — Você está linda assim… — sussurrou Karla, ofegante. Daniela não parava, cada estocada me fazia tremer. A pica dela era tão grossa que eu sentia ela me abrindo de um jeito delicioso, enquanto a da Karla endurecia ainda mais na minha boca. Eu, entre gemidos, saliva e calor, só podia me render àquele prazer brutal. A vista da cama, a janela grande, as luzes da cidade… tudo parecia um filme erótico onde eu era a protagonista. E a gente mal tinha começado. Daniela aumentou o ritmo, me metendo com força, enquanto Karla se inclinava pra me beijar. Ela segurou meu rosto com uma mão firme, e com a outra acariciava meus peitos, apertando, beliscando meus mamilos duros e sensíveis. Gemi alto, o som abafado entre beijos e ofegos. De repente, Daniela saiu de mim devagar, fazendo eu soltar um suspiro profundo. Me viraram com cuidado, de barriga pra cima dessa vez, e Karla tomou o lugar entre minhas pernas. Levantou minhas pernas, apoiando elas nos ombros dela. O olhar dela era intenso, as mãos firmes, a pica dura… e enorme. Senti um arrepio de desejo puro. — Pronta? — ela perguntou com aquela voz rouca que me derretia. Não respondi com palavras. Só balancei a cabeça, mordendo o lábio inferior, cheia de vontade. Karla empurrou, e a pica dela foi entrando devagar, me esticando, me preenchendo de um jeito diferente da Daniela. Era mais fundo, mais intenso… mais selvagem. Minhas pernas tremiam sobre os ombros dela, e a Karla não parava de olhar nos meus olhos enquanto me penetrava. Ela aumentava o ritmo devagar, depois rápido, e voltava pro vai e vem suave, como se estivesse brincando com meu corpo. Enquanto isso, a Daniela estava do meu lado, beijando meus peitos, acariciando meu clitóris com ternura. Essa brincadeira de ritmos, de carícias suaves e estocadas fortes, de uma lambendo meus mamilos enquanto a outra me comia com fúria, me deixava num estado de delírio. Meu corpo estava em chamas, minha pele queimava, meus gemidos enchiam o quarto. — Assim você tá tão gostosa… — disse a Daniela, enquanto a língua dela percorria meu abdômen, descendo devagar. E eu… eu não sabia se ia chorar, gritar ou gozar de novo. A Karla saiu de dentro de mim com um gemido grave, e me deitaram de lado na cama. A Daniela se deitou na minha frente, me beijando suave, enquanto a Karla ficou atrás. Ela levantou minha perna e entrou de novo… dessa vez com movimentos mais profundos, mais lentos. A combinação era deliciosa: uma me penetrava com força contida, e a outra me beijava com ternura, acariciando meu rosto, meus peitos, minha alma. Depois de alguns minutos, elas trocaram de novo. A Karla me pegou pelas mãos e me guiou até ficar de joelhos no meio da cama. Ela ficou na minha frente, com a piroca pulsando a poucos centímetros do meu rosto. Eu olhei pra ela com desejo, abri a boca e recebi. A Karla soltou um suspiro rouco, profundo, e começou a se mover devagar, segurando minha cabeça com as duas mãos. Enquanto eu chupava a piroca da Karla de joelhos na cama, a Daniela também subiu no colchão e se colocou atrás de mim, de cócoras, acariciando minhas nádegas, beijando minhas costas, deslizando por todo meu corpo com fome. Ela me pegou pela cintura e começou a esfregar a piroca grossa dela entre minhas coxas, molhando minha pele com o líquido pré-gozo. Eu gemia de boca cheia, saboreando a Karla enquanto sentia a Daniela brincar com meu corpo por trás, preparando o próximo ataque. Senti como Daniela alinhava sua piroca grossa na minha entrada, e eu me agarrei com força nos quadris de Karla, ainda com a piroca dura dela na minha boca. Quando Daniela começou a entrar, eu gemi abafada, estremecida pela invasão lenta, poderosa… tão cheia. Ela me penetrava com ritmo profundo e constante, me segurando pela cintura enquanto os quadris dela batiam nos meus, enchendo o quarto com o som molhado e selvagem dos nossos corpos. Meu corpo tremia, sacudido entre as duas. Karla acariciava meu rosto, meus cabelos, me olhava com desejo puro enquanto eu continuava chupando ela, sentindo o gosto, a dureza pulsante. Daniela, atrás, começava a me meter com mais força, mais fome, e meu corpo só sabia se abrir, se render, receber.
Já tinha sentido prazer com elas antes, momentos intensos, até umas duas vezes achei que tinha gozado. Mas dessa vez… foi diferente. Senti uma descarga do centro do meu corpo, uma onda que me percorreu inteira, que me deixou sem ar, sem palavras. Me arqueei entre as duas, gemendo de boca cheia, enquanto elas se coordenavam como se soubessem exatamente como me desmanchar. Se aquilo era um orgasmo de verdade… não sabia como tinha vivido sem sentir algo assim antes.
Eu estava ofegante, ensopada, mas também acesa com uma segurança nova. Me levantei devagar, lambendo os lábios e sem tirar os olhos delas. Empurrei as duas de leve para a cama e montei em cima de Karla, guiando a piroca dela para dentro de mim com um movimento lento, provocador. Senti ela se abrindo caminho no meu interior, e gemi sem vergonha, mexendo os quadris com firmeza, cavalgando ela num ritmo que eu mesma marcava.
Enquanto fazia isso, não consegui evitar reparar nos peitos dela… grandes, redondos, macios. Estavam bem na minha frente, tão lindos, tão femininos… e sem pensar, acariciei eles com minhas mãos trêmulas, fascinada. Nunca tinha tocado nos peitos de uma mulher — pelo menos não de um jeito tão consciente, tão intencional —, e mesmo assim ali estava eu, beijando eles com desejo, prendendo os mamilos com meus lábios, me sentindo completamente livre. Era estranho, excitante… e natural ao mesmo tempo. Porque sim, eram mulheres, mas com algo a mais. Com tudo que eu gostava dos dois mundos. E naquele momento, eu queria tudo.
Daniela, parada na beira da cama, me olhava com os lábios entreabertos e o pau pulsando apontado pra mim. Peguei ele com uma mão, enquanto continuava montando na Karla, e puxei ela até minha boca. Lambi, beijei, e depois enfiei fundo com fome, segurando firme enquanto meus quadris continuavam se movendo sem parar.
Elas gemiam, se tocavam, falavam putaria pra mim, mas eu não parava. Tava no controle. Dominando as duas. Sentindo que eram minhas.
Karla começou a se tensar debaixo de mim, as mãos dela agarravam meus quadris como se não quisesse que eu me mexesse tão rápido, mas eu não parei. E a Daniela… gemia cada vez que minha língua envolvia ele, quando eu olhava pra ela de baixo com aquele olhar safado.
— Não aguento mais… — sussurrou Karla, quase num gemido.
— Eu também não… — completou Daniela, com a voz rouca.
Aí, acelerei. Me mexi mais rápido, mais fundo, mais sujo. Minha boca chupava a Daniela com desespero, e meu corpo recebia cada centímetro da Karla como se fosse a única coisa que eu precisasse no mundo.
E então aconteceu. As duas gozaram quase ao mesmo tempo. Karla gemeu e o pau dela tremeu dentro de mim, derramando quente enquanto eu me apertava contra o corpo dela. Daniela empurrou de leve na minha boca e senti as pulsações dela enchendo minha garganta. Engoli tudo enquanto gozava também, entre os corpos delas, tremendo com aquela sensação total de poder, desejo e entrega.
Ficamos um tempão ali, entrelaçadas, suadas, ofegantes… com as pernas bambas e o corpo ainda pulsando com os ecos do orgasmo. Eu tava no meio, deitada no peito da Karla, com o pau dela ainda meio duro dentro de mim, e a Daniela do meu lado, acariciando minha coxa com ternura, como se quisesse manter acesa aquela eletricidade sem quebrar o encanto do momento. Ninguém disse nada por alguns segundos. Só respirávamos. O quarto cheirava a sexo, a pele, a desejo realizado. Lá fora, a cidade continuava pulsando na escuridão da noite, mas dentro daquele apartamento, tudo era calma e calor. A luz fraca do quarto acariciava nossos corpos como se celebrasse o desejo que tínhamos compartilhado.
—Não pensei que você fosse tão gostosa assim —disse Daniela, com uma risadinha surpresa enquanto os dedos dela percorriam minha cintura.
—É que… não é minha primeira vez —respondi com um sorriso de lado, ainda sentindo o rubor nas bochechas, mas sem esconder o orgulho.
—Pois você fez tão gostoso… —disse Karla debaixo de mim, acariciando minhas costas—. Que tenho a sensação de que vamos repetir.
—Mais de uma vez —completou Daniela, dando um tapinha leve na minha bunda, brincalhona.
Rimos as três, relaxadas, cúmplices. E eu me sentia tão à vontade entre elas… tão desejada, tão mulher. Acariciei seus corpos sem pensar, só pelo prazer de tocar aquela pele macia, aqueles peitos firmes, aquelas bocetas que me fizeram tremer de prazer.
—Acho que precisamos de um banho —falei finalmente, me levantando com preguiça.
—É… mas não prometo que vamos só nos lavar —disse Daniela, se levantando e me pegando pela mão.
—Eu prometo… que vamos nos molhar —completou Karla, entre risadas, enquanto a gente ia pro banheiro.
E assim, peladas, cheias de desejo e ainda com o gosto do prazer nos lábios, fomos juntas pro chuveiro, sabendo que a noite ainda não tinha acabado.
A água morna caía sobre nossos corpos como um bálsamo. Entramos juntas no chuveiro, apertadas, rindo como adolescentes depois de uma travessura. A risada se misturava com sussurros e beijos suaves. Karla me abraçou por trás enquanto Daniela acariciava meu cabelo, deixando a água escorrer pelas nossas curvas.
—Você parece uma boneca molhada… —disse Daniela, beijando meu pescoço.
—E vocês… duas deusas —sussurrei, com um sorriso doce.
Nos ensaboamos devagar, aproveitando Cada roçada, cada olhar. Eu acariciava os peitos delas, firmes, cheios, provocantes, e sentia como elas tremiam sob minhas mãos. Me senti feliz por poder explorá-las assim, sem pressa, sem pressão. Karla guiava minhas mãos até os cocks delas, ainda inchados, quentes, e eu os acariciei com ternura, sentindo como reagiam ao toque. Eu beijava uma, depois a outra, enquanto o vapor envolvia nossos corpos e transformava aquele momento numa fantasia molhada e morna. Não tinha pressa, não tinha luxúria intensa… só prazer suave, íntimo, compartilhado.
Saímos do chuveiro envoltas em toalhas e sorrisos, com os corpos limpos mas o desejo ainda quente na pele. Nos secamos ajudando uma à outra, nos olhando nos olhos com cumplicidade. E depois fomos pro quarto, agora mais silenciosas, exaustas mas felizes.
Nos jogamos na cama sem falar muito. Só se ouvia o ritmo calmo das nossas respirações, e de vez em quando, uma risada suave. Daniela apagou a luz. O quarto ficou na penumbra.
— Não imaginei que essa noite terminaria assim — falei, olhando pro teto, ainda processando o que tinha acontecido.
— Nem a gente — respondeu Karla, se aproximando até ficar de frente pra mim.
Daniela se acomodou atrás, me abraçando pelas costas. Nós três estávamos completamente peladas, corpo com corpo, pele contra pele. Eu fiquei no meio, rodeada pelo calorzinho delas, seus peitos macios, seus cocks roçando de leve na minha pele. Me senti protegida, desejada, envolta num calor diferente da paixão… um mais profundo.
— E se a gente ficar assim até amanhecer? — sussurrou Daniela, a voz rouca e meiga.
— Não sairia daqui por nada desse mundo — falei, fechando os olhos.
E foi assim que fizemos. Sem precisar de mais palavras. Só o silêncio compartilhado de quem já disse tudo com o corpo. Adormeci entre os braços delas, sentindo a respiração das duas, o calor dos corpos delas e um sorriso que não cabia no meu rosto.
Ao amanhecer, a gente ainda tava na mesma posição. Acordei tarde, o sol entrava tímido pelas cortinas, e meu celular marcava 11:03 da manhã. Por um segundo, pensei que tudo tinha sido um sonho… daqueles tão vívidos que te deixam molhada e confusa ao acordar. Mas aquele teto branco e desconhecido me lembrou que não tava no meu quarto.
Pisquei devagar, virei a cabeça… e lá estavam elas. Karla na minha frente, Daniela atrás. Peladas. Lindas. Os corpos delas enroscados no meu. Os peitos macios contra minha pele. A respiração calma delas. E quando levantei o lençol de leve…
Os paus delas… grandes, duros de manhã.
Meu coração deu um pulo e eu levantei num pulo, enrolada só num lençol.
— Que foi? — perguntou Karla, abrindo os olhos de leve.
— Tá bem? — disse Daniela, se sentando um pouco, os peitos balançando com o movimento.
— Nada… só… já é tarde, vou nessa — respondi sem jeito, catando minha roupa rápido.
— Não precisa sair correndo — falou Karla, com um sorriso suave.
Mas eu já tava me vestindo. Coloquei o top, a saia, os sapatos… mas faltava algo. Olhei em volta apressada. Não tava em lugar nenhum.
Minha calcinha fio dental.
Não achava.
Elas continuavam na cama, me olhando com aquela mistura de carinho e tesão que me fez hesitar por um segundo.
— A gente vai te ver de novo? — perguntou Daniela, sem se mexer.
Não falei nada no começo. Só fui até o espelho da penteadeira, peguei um batom e escrevi meu número de celular com traço firme. Depois me olhei no reflexo, ainda com o cabelo bagunçado, e sorri.
— A gente se vê… — sussurrei antes de sair do quarto.
Andei pelo corredor até o elevador com o coração a mil. Apertei o botão e me olhei no reflexo das portas de metal. Me sentia diferente. Mais mulher? Mais livre? Mais perdida?
Enquanto descia, não conseguia parar de pensar… Será que eu gostava de homens? Ou de mulheres? Ou será que tudo isso já não importava mais? A verdade é que eu tinha adorado sentir os corpos de Karla e Daniela. Os peitos delas, Os lábios dele... o pau dele. Tudo. Eu tinha ficado maluca. Sorri de novo. Era impossível esconder. Peguei um táxi na esquina e pedi pra me levar pra casa. Me acomodei no banco de trás, fechei os olhos e deixei a lembrança me abraçar.
Passaram-se alguns dias. Numa tarde qualquer, enquanto tomava café na janela, meu celular vibrou. Era uma mensagem de um número salvo apenas como “D ✨”:
Vamos almoçar ou tomar um café essa semana? 😏 Tenho uma coisa sua.
Mordi o lábio. Minha resposta não demorou a sair:
Sim. Adoraria.
E assim… a história entre a gente começou a ficar mais íntima.
Mais intensa.
Mais perigosa.
Mais gostosa.
Continua…
By Joao Muri
😇Relatos e Ilusões😈
Desde muito nova, eu sabia que meu corpo chamava atenção. Não só pelo jeito que me olhavam na rua, mas por como eu me sentia ao me mexer, ao dançar, ao me vestir. Adorava me ver no espelho, explorar o que provocava nos outros. Não sabia se aquilo era sensualidade, provocação ou simples curiosidade... mas eu gostava. Me fazia sentir viva.
Meu nome é Karen. Tenho 18 anos, 1,65 de altura, e meu corpo sempre chamou atenção. Sou de pele clara, curvas marcadas, quadris suaves mas firmes, uma bunda redonda que se empina como se estivesse numa bandeja. Minha cintura é fina, e embora meus peitos não sejam grandes, têm aquela firmeza provocante que costuma prender olhares... e mãos. Sempre me dizem que meu sorriso é angelical, mas às vezes sinto que meu corpo diz coisas bem diferentes.
Tudo aconteceu numa noite qualquer em Arequipa, Peru, perto da Plaza de Armas, onde eu moro. Minhas amigas me chamaram pra sair. Eu sou a mais nova do grupo, mas isso nunca foi problema. Acabamos numa balada tranquila, meio escondida, daquelas que só quem mora na área conhece. Já era umas 8 da noite, e entre drinks e gargalhadas, alguém sugeriu ir pra outro lugar, algo mais agitado. Naquela hora já estávamos um pouco altinhas e topamos na hora. A noite ainda tava no começo.
A próxima balada era diferente: gente mais velha, ambiente mais pesado, mais sexual. Na entrada quase não nos deixaram passar, mas uma das minhas amigas conhecia o segurança e, com um sorriso e um pouco de flerte, conseguimos entrar. Mal cruzamos a porta, a mudança de energia foi evidente: as luzes, a música mais intensa, os corpos mais colados, o ar denso, carregado de desejo. Tudo era novo pra mim… e excitante. Tinha caras e minas realmente gostosos, com corpos que chamavam a atenção. Embora eu não me considere lésbica, não pude deixar de notar que algumas minas tinham uma figura de dar inveja. Me peguei olhando pra elas mais do que devia… e curtindo. A música nos envolveu na hora. A gente dançava entre nós, rindo, rebolando como se o mundo não existisse. Nossas danças chamaram atenção, e de repente um grupo de caras e minas chegou educadamente, nos convidou pra mesa deles e prometeu mais bebida. Eram três caras e duas minas, todos mais velhos que eu, claro… mas muito gostosos.
Nós nos juntamos na mesa dela e rapidinho viramos amigas — sabe como é, álcool faz milagre —. Depois de uns drinks e umas risadas, minhas amigas foram as primeiras a levantar pra dançar de novo, me deixaram pra trás. Eu fiquei com as minas, a Karla e a Daniela. Elas eram legais, divertidas… e safadinhas. A atitude delas era super sem vergonha, e isso me deixava meio nervosa. Quando chegavam perto pra falar comigo, tinham que sussurrar no meu ouvido por causa do som alto. Eu sentia o hálito quente delas na minha pele, e uma vez, juro, a Karla me deu um beijo na orelha. Eu tremi. Achei que era só o álcool… mas eu gostei. Estranhei… mas não falei nada. Só ri, como se nada tivesse rolado. Aí, sem pensar muito, fomos dançar as três.

Já estávamos bem ligadas. Eu tava usando uma saia longa, fininha, daquelas que grudam no corpo como se fossem parte da pele. Por baixo, uma calcinha fio dental minúscula… e nada mais. Não uso sutiã; gosto de sentir meus bicos roçando no tecido, de eles aparecerem quando endurecem. E aquele contato de corpos entre mulheres, do jeito que a Karla e a Daniela dançavam comigo, tava conseguindo isso. Os peitos delas roçavam nos meus, as mãos delas brincavam na minha cintura, na minha lombar… até na minha bunda. Eu fingia que não percebia, sorria tímida… mas por dentro, meu corpo respondia a cada carícia.Foi naquele vai e vem de passos, música e risadas que percebi: elas tinham uns corpos incrivelmente gostosos. Não sei se antes eu não tinha notado, mas já com a bebida na cabeça… elas me pareciam irresistíveis. Pensei que talvez tivessem operado os peitos ou colocado alguma coisa na bunda. Tinham uma figura perfeita. Num dos roçados de peitos, me aproximei do ouvido da Daniela, por causa do barulho, e falei que ela tinha um decote muito sexy. Ela me olhou e respondeu com um sorriso safado: — Você gosta dos meus peitos?
Eu corei e soltei uma risada nervosa, como se não soubesse o que dizer. Mas a verdade… é que eu tava curiosa. Não sei por quê. Eu gosto de homens, sempre gostei, mas com elas… tinha algo diferente. Talvez fosse a bebida, a música, o clima, o calor, a bagunça, os olhares. Talvez fosse tudo junto. O fato é que, dançando no meio de mulheres daquelas, eu sentia que chamávamos a atenção de todo mundo. Os olhares pousavam na gente: caras, minas, casais. As cadeiras, os peitos, as bundas da Karla e da Daniela eram um imã. E eu, no meio delas, me sentia parte desse imã também.
Enquanto a gente continuava dançando entre risadas e roçadas, numa dessas viradas senti uma mão, não sei de quem, passar pela minha cintura baixa e roçar a parte onde mal cobria minha calcinha fio dental. Me arrepiei toda, mas não me afastei. A Daniela chegou por trás, e no meu ouvido falou com malícia:
— Você não tá usando Sutiã, né? Virei e sorri, meio tímida, mas divertida. —Não… assim que eu gosto. —A gente também gosta —disse a Karla, me olhando de cima a baixo sem vergonha—. É super gostosa. Senti que fiquei vermelha. Não sabia se era o comentário, o álcool ou o calor da pista… mas tudo parecia excitante. A música, os corpos, as palavras dela. A noite tava diferente.


E nesse ponto, falei que precisava ir ao banheiro. Karla e Daniela insistiram em me acompanhar. Não entendi por quê, mas não me incomodou. Na verdade… gostei. Caminhamos juntas, entre risadas, e elas continuavam com seus comentários provocantes: —Que corpaço você tem, Karen… —dizia Karla.
—Você é tão provocante e nem percebe… —completava Daniela.
Eu ria, nervosa. Falei, talvez pra esclarecer as coisas:
—Só pra constar, não sou lésbica…
Elas se olharam e sorriram sem dizer nada. Só caminharam mais perto, como se fôssemos amigas de infância.
O banheiro estava meio vazio. Só umas minas retocando a maquiagem e duas portas fechadas. Entramos as três e nos olhamos por um instante, como se esperássemos alguém falar algo… mas ninguém falou. Karla ficou perto do espelho, Daniela fechou a porta atrás da gente. Eu fui direto pro vaso.
—Não olha, não —falei brincando, enquanto levantava um pouco a saia pra baixar a calcinha fio dental.
—E se a gente quiser olhar? —respondeu Daniela, divertida.
Soltei uma risada nervosa enquanto me sentava. Elas estavam me olhando, e embora uma parte de mim sentisse vergonha… outra parte sentia um frio diferente, algo entre a timidez e a safadeza. Me senti excitada, meio tonta. O álcool, a música que ainda ecoava lá fora, a atitude delas… tudo me deixava meio bêbada, mas também toda arrepiada.
Terminei, me limpei, e quando levantei, Karla se aproximou de repente. Me olhou nos olhos, bem de pertinho, e sem dizer nada, me beijou. Não foi longo, mas foi direto. Macio, molhado, com uma segurança que me desmontou.
Atrás, Daniela acariciava minha cintura, minha bunda. As mãos dela subiam e desciam devagar, sem pressa. Eu, ainda com a calcinha baixada, não me mexi. Só olhei pra elas, confusa… mas curiosa.
—Meninas… —falei, quase sem voz— o que vocês tão fazendo?
—Nada que você não vá gostar… —respondeu Karla, enquanto a mão dela também descia.
Foi aí que senti o dedo dela roçar meus lábios íntimos, só um toque. Me arrepiei toda. Tentei me fechar, por instinto, mas não consegui. Daniela me abraçou por trás, sussurrando no meu ouvido:
—Você tá molhada, Karen… pra caralho.
Eu não soube o que dizer. Meu corpo ardia, minha cabeça não entendia nada… mas eu não me afastei. Fechei os olhos. E quando abri, Karla segurou meu queixo com delicadeza.
Sem dizer nada, ela pegou minha mão e me fez sentar num daqueles banquinhos do banheiro, altos, finos, onde mal cabe uma pessoa… e sempre deixam a bunda meio de fora. Eu ri baixinho, nervosa, excitada. Fechei os olhos de novo, como se quisesse parar o tempo. Tava confusa… mas também toda arrepiada.
Karla começou a me beijar de novo, dessa vez mais devagar, com mais fome. Os lábios macios dela, a língua brincalhona. Daniela, enquanto isso, passava a ponta dos dedos pelas minhas costas. Depois desceu… acariciando minha bunda que tava de fora. Minhas pernas tremiam.
Aí, sem eu esperar, Daniela deslizou uma mão entre minhas coxas. O toque dela era quente, firme. Meus lábios íntimos pulsavam, sensíveis, molhados. Eu só respirava ofegante, de olhos fechados, enquanto Karla continuava me beijando… até que parou.
Abri os olhos, meio perdida, procurando o olhar dela.
Foi aí que ela falou, com aquela voz baixa que me dava arrepios:
—Posso te dar algo mais *tasty*?
Eu não disse nada. Só olhei pra ela, e ela sorriu com malícia.
—Fecha os olhos e abre a boca… —sussurrou.
E eu obedeci.
Quando abri a boca, senti algo estranho. Abri os olhos, confusa… e ali estava: uma rola dura, firme, morna, tocando meus lábios. Congelei por um segundo. Isso é real? Não soube o que dizer, fiquei surpresa… mas não conseguia parar. Algo mais forte que a razão me empurrava pra continuar.
Senti ela quente… úmida… deliciosa. Mal tocou minha língua, eu soube que aquilo não era brincadeira. Era real. Era a rola da Karla. Minha mente gritou confusa: “Isso tá acontecendo de verdade?”… mas meu corpo não resistia. Pelo contrário… se entregava. Minha língua explorava como se já tivesse feito aquilo antes, como se minha curiosidade sempre tivesse estado adormecida, esperando esse momento. Momento. Não sabia o que fazer com as mãos. Uma delas estava na coxa de Karla, firme, trêmula. A outra acariciava a cintura de Daniela, que continuava atrás de mim, colada, os peitos dela apertados contra minhas costas, a respiração ofegante no meu ouvido. "Não sou lésbica… não sou lésbica…" repetia na minha cabeça, como se isso pudesse parar o que eu estava sentindo. Mas o corpo… o corpo não mente. Eu estava molhada, quente, vibrante. O gosto de Karla, o calor de Daniela, as mãos que me tocavam sem parar… era coisa demais ao mesmo tempo.
Uma corrente elétrica percorreu minha espinha quando Karla gemeu baixinho, e Daniela mordeu meu pescoço com ternura. Era prazer puro. Uma mistura de sensações que eu nunca tinha experimentado. Me sentia viva, desejada, safada… e amava aquilo.
Não sei quanto tempo passou, mas sentia que o mundo girava mais devagar. Todo o resto desapareceu: a música do lado de fora do banheiro, os murmúrios, até o eco do lugar. Só existíamos nós três. Karla empurrava suavemente o quadril em direção à minha boca, e eu a recebia sem medo, como se minha língua tivesse nascido pra isso. A cock dela entrava e saía devagar, molhada, vibrante, como se cada roçada me hipnotizasse mais.
Daniela me acariciava sem parar, como se soubesse exatamente o que fazer. Uma das mãos dela desceu até minha buceta, e ao me tocar, soltou um suspiro.
— Você tá encharcada… — sussurrou no meu ouvido, quase rouca.
Mordi os lábios, fechei os olhos de novo. Não sabia se queria parar ou me deixar levar até o fim. Cada beijo, cada toque, cada gemido delas me empurrava mais fundo naquele abismo gostoso onde tudo parecia proibido… mas delicioso.
Elas estavam me desmontando, e eu não fazia nada pra evitar. Pelo contrário. Me abria mais. Deixava meu corpo falar por mim. Nunca imaginei estar num banheiro, no centro de Arequipa, com duas mulheres gostosas, uma delas com uma cock deliciosa entre meus lábios… e a outra com os dedos dentro de mim.
Exatamente quando senti que não aguentava mais, que Meu corpo estava prestes a explodir de prazer, quando alguém bateu na porta do banheiro com insistência.

— Tem alguém aí? — perguntou uma voz feminina do lado de fora, com um tom impaciente. A gente congelou. Karla se afastou na hora, e Daniela me ajudou a subir a calcinha fio-dental com um sorriso safado. Todas nós nos olhamos por um segundo, entre suspiros, risadas abafadas e olhares carregados de desejo. Meu coração batia tão forte que achei que fosse aparecer no meu peito. — Acho que é hora de sair — disse Karla, ainda com a voz ofegante.
A gente se arrumou como deu. Me olhei no espelho, estava com os lábios inchados, o cabelo meio bagunçado, e uma mistura de rubor e brilho no rosto que não dava pra esconder. Me sentia diferente. Como se algo dentro de mim tivesse se aberto.
Saímos do banheiro como se nada tivesse acontecido, embora eu soubesse que tudo tinha mudado.
Voltamos pra pista como se fôssemos as mesmas… mas não éramos. Eu não era. Sentia as pernas ainda trêmulas, a boca levemente molhada, e um formigamento insistente entre as pernas que não passava. Caminhávamos entre o povo, rindo, tentando parecer normais. Mas por dentro, o fogo continuava. Chegamos perto da mesa, e Karla me ofereceu outra dose como se nada. Daniela sentou bem pertinho de mim, nossas pernas se roçavam, e de vez em quando, a mão dela encontrava minha coxa, como quem não quer nada.
A gente se olhava. Sorria. Não dizia nada… mas sabia tudo.
— Tá bem? — perguntou Karla, me olhando com um sorriso suave.
Balancei a cabeça, me sentindo mais viva do que nunca. Os caras nos olhavam com interesse, as minas do grupo sorriam com cumplicidade. Tudo era mais lento, mais elétrico. E então, Daniela encostou a boca no meu ouvido e sussurrou:
— Gostou, Karen?
Eu ri baixinho, meio corada. Olhei de lado pra ela e respondi, quase sem pensar:
— Não sei o que tá acontecendo comigo…
— Só se deixa levar — disse, e me deu um beijo rápido na bochecha.
Voltamos pra pista. Dessa vez, dançamos mais juntas. Mais grudadas. Mais ousadas. Os olhares grudavam na gente como se fôssemos um show particular. E talvez… Éramos. Mas eu não ligava. Porque pela primeira vez, eu tava descobrindo algo que me acendia por dentro. Algo novo. Algo proibido. E aquilo… era só o começo.
A música continuava vibrando nos nossos corpos, mas agora a gente não dançava mais por diversão… a gente dançava com desejo. Karla se mexia atrás de mim, as mãos dela percorriam minha cintura sem vergonha enquanto os quadris seguiam o ritmo, e Daniela dançava na minha frente, me encarando nos olhos, mordendo o lábio inferior de vez em quando. Cada roçada era intencional. Cada carícia, um convite pra algo mais.
Eu não sabia se eram as mãos delas ou as minhas, mas meus peitos estavam sendo apertados de novo entre os corpos delas. Os lábios delas sussurravam putarias no meu ouvido:
— Você tá tremendo, Karen… — Karla falava. — Gosta quando a gente te toca assim?
— Sua pele tá queimando… — Daniela completava, deslizando a mão pela minha lombar.
Eu só conseguia rir nervosa, toda molhada entre as pernas, completamente sem vergonha. Uma parte de mim queria parar, mas outra, muito mais forte, só queria que elas continuassem.
— Parece que você gostou do banho… — Karla brincou, acariciando minha coxa por baixo da saia.
— Que tal a gente ir pra um lugar mais calmo? — Daniela perguntou, com aquele sorriso dela que já sabia que me desmontava.
Olhei pras duas. Tava tonta, excitada, confusa… mas estranhamente segura. Aproximei meus lábios das orelhas delas, brincalhona, e falei:
— Com uma condição… comprem algo pra comer e continuar bebendo.
Elas riram como se tivessem ganhado uma aposta. Karla levantou a mão e pediu mais uma dose. Daniela já tava chamando um táxi.
E eu… eu já não queria mais parar.

Subimos no táxi entre risadas, as três abraçadas como se fôssemos amigas de uma vida inteira. Eu no meio, com os corpos delas colados no meu, as mãos ainda brincando com carícias. O álcool continuava fazendo o efeito dele, mas o que eu sentia já não era só embriaguez. Era desejo, curiosidade… uma entrega que não tinha planejado, mas que já não queria parar. No banco de trás do táxi, eu ia no meio das duas. A Karla tinha a mão dela na minha coxa, acariciando devagar, como se medisse minha temperatura… ou meu tesão. A Daniela, por sua vez, se aproximou do meu pescoço e começou a me beijar suave, como se o carro fosse só nosso. Fechei os olhos por um momento, sentia o calor subir da minha barriga até o peito. Mordi os lábios quando a Karla deslizou os dedos por baixo do meu vestido, mal roçando minha buceta. Foi aí que abri os olhos e, por um segundo, nossos olhares se cruzaram no espelho retrovisor. O motorista, um cara de uns quarenta, fingia olhar pra frente… mas a expressão dele denunciava. Ele tava me observando. Se fazia de desinteressado, mas não conseguia evitar. Senti aquele arrepiozinho nas costas, entre o pudor e a excitação. Saber que ele tava nos olhando, que tava presenciando aquela cena sem poder tocar, sem dizer nada… me deixou mais molhada do que eu imaginava. Fechei os olhos de novo. Ri baixinho, excitada, surpresa comigo mesma. — Não pensei que você fosse tão safada, Karen — murmurou a Daniela, bem perto. — Nem eu… — respondi, sem fôlego. Descemos do táxi entre risadas cúmplices, caminhando as três como se fôssemos amigas de uma vida inteira. O motorista ficou nos encarando enquanto a gente se afastava, com os olhos cravados nos nossos corpos, especialmente em como elas me seguravam pela cintura. Pensar no tesão que a gente deixou ele sentiu nos fez rir as três, como se compartilhássemos um segredinho perverso. A Karla me segurava pela cintura, e a Daniela não parava de acariciar minha lombar, com aqueles toques sutis que arrepiaram minha pele. Subimos as Escadas do prédio, passos trôpegos, entre o álcool, a adrenalina e a vontade. Sentia as mãos dele subindo e descendo pelo meu corpo, roçando meus peitos, apertando minha bunda sem vergonha por baixo do vestido. E eu… não dizia nada. Só ria, deixava rolar, me sentia outra pessoa.Entramos no elevador. As portas fecharam e tudo ficou mais íntimo. Daniela me beijou com fome, a língua dela procurando a minha com urgência, enquanto Karla guiava minha mão até a virilha dela. Me surpreendi ao sentir o pau duro dela por baixo do vestido, grosso, pulsando. Meus olhos se arregalaram, mas não tirei a mão… pelo contrário, acariciei com timidez. Daniela aproveitou pra levantar meu vestido e puxar minha calcinha pra baixo. Fez devagar, como se fosse um ritual, como se saboreasse cada segundo.
Eu não resisti.
Na verdade… ajudei ela.
O elevador parou no décimo andar. Saímos quase tropeçando, entre risadas, beijos e mãos que não paravam de explorar.
Antes de entrar no apartamento, enquanto Karla procurava as chaves, ela não parava de me beijar. Me deixou encurralada contra a parede, os lábios famintos nos meus e as mãos apertando minha cintura com firmeza. Sentia o pau duro dela pulsando bem perto, mal contido pelo tecido do vestido justo. Aquela pressão me dava arrepios. Daniela observava de lado, divertida, como se soubesse que a noite estava só começando.

Assim que entramos, depois do primeiro gole, os carinhos continuaram. De pé, depois sentadas, e eu, cada vez mais entregue. Abri as pernas sem pensar, e as duas começaram a me tocar por todo lado. Meus peitos, minhas coxas, minha buceta. Já não tinha mais calcinha — tinham tirado no elevador — e eu estava encharcada. Procurei a pica da Karla por cima da roupa, acariciei com suavidade, e depois deslizei por baixo da calcinha dela. Tava tão quente, tão dura… mordi os lábios ao sentir ela inteira na mão.Mas bem quando eu tava mais excitada, elas se afastaram um pouco, se olharam com um sorriso safado, e começaram a tirar os vestidos devagar. Jogaram no chão, mostrando os corpos: peitos grandes, redondos, bem desenhados; quadril largo, pernas lindas. As duas estavam de tanguinhas minúsculas que não deixavam nada pra imaginação.
E foi aí que percebi.
Eu tinha assumido que a Karla era a trans… mas a Daniela também era. Fiquei sem reação. Me surpreendi, claro, mas mais do que isso… fiquei com ainda mais tesão.
Fiquei olhando pra elas, sem dizer nada. O desejo fervia na minha pele. A Karla se aproximou e, com uma ternura ardente, começou a levantar a parte de cima da minha roupa. Eu levantei os braços, me deixando levar. A Daniela se ajoelhou na minha frente, beijando minhas coxas enquanto deslizava o vestido pelo meu corpo até deixar cair no chão. Já sem roupa, meus mamilos duros e minha pele quente falavam por si. Eu estava nua entre as duas, completamente exposta, com os olhos delas me devorando como se eu fosse um banquete.
A Karla segurou meu rosto e me beijou devagar, com uma mistura de carinho e safadeza que me desmontou. A Daniela, atrás de mim, acariciava minhas costas, descendo até minha bunda e separando com cuidado, me arrepiando inteira. Eu não sabia pra onde olhar, só conseguia fechar os olhos e me deixar levar.
E aí, foi minha vez de tocar nelas. Levei minhas mãos até as virilhas delas, acariciando as picas por cima das tanguinhas. Eu sentia elas duras, palpitantes, e isso me excitava ainda mais. Eu as percorria com desejo, sentindo como respondiam aos meus carinhos. Uma parte de mim ainda não conseguia acreditar no que estava acontecendo… mas outra, mais profunda e ousada, desejava aquilo de toda a alma. Eu me sentia adorada. Desejada. E pronta pra tudo. Karla pegou minha mão e, com um olhar carregado de intenção, me conduziu até o sofá. Daniela me seguia de perto, acariciando minhas costas e minha cintura com aquela suavidade que já me fazia tremer. Elas me sentaram no meio, como se eu fosse o presente delas. Uma de cada lado, me rodeavam com carícias, beijos, sussurros. Karla lambia meus mamilos, molhada e devagar, enquanto Daniela percorria com a língua meu pescoço e descia, traçando um caminho ardente entre meus seios e minha barriga. Eu abri as pernas sem que elas pedissem, instintivamente, querendo mais. Daniela se acomodou entre elas e começou a beijar minha buceta com uma entrega deliciosa. Eu gemi e, ao mesmo tempo, minha mão buscou novamente a pica da Karla, que aparecia inchada por baixo da calcinha fio dental. Dessa vez não parei: enfiei a mão por baixo e a envolvi com meus dedos. Estava quente, dura, vibrante. Eu acariciei devagar, sentindo como ela reagia a cada toque. Karla me beijava enquanto eu a masturbava, e Daniela me devorava como se não houvesse amanhã. Eu sentia línguas, mãos, seus corpos junto ao meu, e o mundo lá fora do apartamento deixou de existir. Ficamos assim por um tempo, entre beijos, carícias e línguas. Minhas pernas tremiam, e minha respiração era entrecortada. Num momento, não consegui evitar: levei ambas as mãos até as virilhas delas. Acariciei suas picas por cima das calcinhas fio dental, sentindo como pulsavam com força. Um desejo incontrolável me invadiu… e comecei a brincar com as duas ao mesmo tempo, uma em cada mão. Elas se olharam, sorridentes, e Karla foi quem perguntou: — Quer que a gente tire as calcinhas? Eu assenti, mordendo o lábio, completamente corada, encharcada de desejo. Assim que vi elas começarem a baixar aquelas peças pequenas, fui tomada por uma mistura de curiosidade, nervosismo e excitação. E então… eu vi. A Daniela tinha uma rola mais curta, mas tão grossa que me deu água na boca. Já a da Karla era grande, cheia de veias, imponente. Daquelas que te fazem hesitar um segundo… e depois te incendeiam por dentro.
Senti medo… e tesão. Muito tesão. Meus olhos iam de uma pra outra, minhas mãos tremiam. Tinha na minha frente dois corpos incríveis, femininos, sensuais… com aquelas rolas deliciosas que me provocavam mais do que eu queria admitir.
Não sabia por onde começar… mas não queria parar. Me ajoelhei devagar entre elas, minhas mãos ainda tremendo enquanto acariciava, dessa vez sem pano no meio. Sentia o calor, a dureza. Meus dedos percorriam cada centímetro, explorando, brincando. Olhei pra elas de baixo… e elas me encaravam com aquela mistura de ternura e luxúria que me derretia.
Me inclinei primeiro pra rola grossa da Daniela. Beijei, tímida no começo. A ponta tava quente, pulsando. Segurei com as duas mãos, enquanto meus lábios se abriam pra envolver. Senti o peso na minha língua, a intensidade da forma dela. Gemi baixinho quando coloquei na boca.
Aí a Karla se aproximou pelo outro lado. A dela era maior, mais desafiadora. Mas não quis esperar. Alternava entre uma e outra, com fome, com necessidade. Lambe, beijava, chupava. Minhas mãos não paravam de acariciar. Ouvia as respirações ofegantes delas, os gemidos, as palavras sujas no ouvido… e isso só me acendia mais.
As línguas das duas começaram a percorrer minhas costas, meus ombros, meus peitos. Uma segurava meu cabelo, enquanto a outra acariciava minha bunda com os dedos. Eu já não era mais a Karen, a tímida… era uma puta feliz, entregue ao prazer. Queria elas dentro de mim, queria elas por completo.
Mas ainda tinha muito mais por vir…
Elas me guiaram até o quarto como se eu fosse um tesouro. Ao entrar, a primeira coisa que notei foi a cama enorme com lençóis brancos impecáveis e, logo atrás, uma janela enorme que dava pra cidade iluminada. As luzes da Os prédios passavam pelo vidro, criando sombras suaves que brincavam com nossos corpos. Me deitaram no meio da cama, e as duas se demoraram me admirando. Eu, completamente nua, ainda com a maquiagem perfeita e o cabelo meio bagunçado, me sentia como numa fantasia. Daniela se ajoelhou ao meu lado e começou a beijar minhas coxas com suavidade, subindo devagar, enquanto Karla se acomodava no meu peito, beijando, mordendo de leve. — Você está uma gostosa... — murmurou Karla, enquanto a língua dela girava em volta do meu mamilo duro. Daniela, por sua vez, soprava no meu clitóris, sem tocar, como se soubesse que isso me deixava louca. Aí a língua dela finalmente me alcançou... e eu gemi. A língua dela era grossa, lenta, precisa. Karla segurava meus pulsos, me beijando com fome, enquanto o corpo dela se acomodava sobre o meu. Eu me contorcia entre as duas, completamente entregue. As carícias eram infinitas: lábios, língua, dedos. Daniela passava do meu clitóris pra minha bunda, provando, explorando. Eu não dizia nada... só gemia, me agarrava aos lençóis e deixava elas fazerem. De relance, eu via o reflexo dos nossos corpos nus contra a janela. Me ver assim, sendo adorada por essas duas mulheres de pau, com os corpos tão sensuais, as tetas grandes, as mãos macias e as intenções tão claras... me fazia sentir irresistível. — Cê tá pronta pra mais? — sussurrou Daniela, enquanto os dedos dela brincavam na minha entrada, molhada e aberta. — Sim... por favor — falei quase sem voz —. Não para... Daniela foi a primeira a se posicionar atrás de mim. Me levantaram um pouco, colocando travesseiros debaixo da minha barriga pra me erguer, enquanto Karla se ajoelhava na frente, o pau dela duro apontando pra minha boca. — Devagar... — sussurrei, nervosa mas ardendo. Daniela me abriu com os dedos, se certificando de que eu tava molhada o suficiente. Tava. Mal encostou a ponta do pau na minha entrada e eu já senti minhas pernas tremerem. Ela começou a entrar devagar, Enquanto Karla acariciava meu rosto e me guiava em direção à pica dela. Eu estava tão perto que o cheiro dela me embriagava. Abri a boca pra recebê-la bem na hora que senti Daniela rompendo a barreira do prazer. A grossura dela me fazia gemer alto, mas eu tinha a boca ocupada. Ela me preenchia aos poucos, enquanto meus lábios se fechavam em volta da pica da Karla, chupando com desejo. O vai e vem começou. Daniela me penetrava com força rítmica, enquanto Karla me segurava pelo cabelo e gemia a cada movimento da minha língua. Eu não aguentava mais. Estava sendo possuída por completo, corpo e mente. Me sentia usada… adorada… completamente desejada. — Você está linda assim… — sussurrou Karla, ofegante. Daniela não parava, cada estocada me fazia tremer. A pica dela era tão grossa que eu sentia ela me abrindo de um jeito delicioso, enquanto a da Karla endurecia ainda mais na minha boca. Eu, entre gemidos, saliva e calor, só podia me render àquele prazer brutal. A vista da cama, a janela grande, as luzes da cidade… tudo parecia um filme erótico onde eu era a protagonista. E a gente mal tinha começado. Daniela aumentou o ritmo, me metendo com força, enquanto Karla se inclinava pra me beijar. Ela segurou meu rosto com uma mão firme, e com a outra acariciava meus peitos, apertando, beliscando meus mamilos duros e sensíveis. Gemi alto, o som abafado entre beijos e ofegos. De repente, Daniela saiu de mim devagar, fazendo eu soltar um suspiro profundo. Me viraram com cuidado, de barriga pra cima dessa vez, e Karla tomou o lugar entre minhas pernas. Levantou minhas pernas, apoiando elas nos ombros dela. O olhar dela era intenso, as mãos firmes, a pica dura… e enorme. Senti um arrepio de desejo puro. — Pronta? — ela perguntou com aquela voz rouca que me derretia. Não respondi com palavras. Só balancei a cabeça, mordendo o lábio inferior, cheia de vontade. Karla empurrou, e a pica dela foi entrando devagar, me esticando, me preenchendo de um jeito diferente da Daniela. Era mais fundo, mais intenso… mais selvagem. Minhas pernas tremiam sobre os ombros dela, e a Karla não parava de olhar nos meus olhos enquanto me penetrava. Ela aumentava o ritmo devagar, depois rápido, e voltava pro vai e vem suave, como se estivesse brincando com meu corpo. Enquanto isso, a Daniela estava do meu lado, beijando meus peitos, acariciando meu clitóris com ternura. Essa brincadeira de ritmos, de carícias suaves e estocadas fortes, de uma lambendo meus mamilos enquanto a outra me comia com fúria, me deixava num estado de delírio. Meu corpo estava em chamas, minha pele queimava, meus gemidos enchiam o quarto. — Assim você tá tão gostosa… — disse a Daniela, enquanto a língua dela percorria meu abdômen, descendo devagar. E eu… eu não sabia se ia chorar, gritar ou gozar de novo. A Karla saiu de dentro de mim com um gemido grave, e me deitaram de lado na cama. A Daniela se deitou na minha frente, me beijando suave, enquanto a Karla ficou atrás. Ela levantou minha perna e entrou de novo… dessa vez com movimentos mais profundos, mais lentos. A combinação era deliciosa: uma me penetrava com força contida, e a outra me beijava com ternura, acariciando meu rosto, meus peitos, minha alma. Depois de alguns minutos, elas trocaram de novo. A Karla me pegou pelas mãos e me guiou até ficar de joelhos no meio da cama. Ela ficou na minha frente, com a piroca pulsando a poucos centímetros do meu rosto. Eu olhei pra ela com desejo, abri a boca e recebi. A Karla soltou um suspiro rouco, profundo, e começou a se mover devagar, segurando minha cabeça com as duas mãos. Enquanto eu chupava a piroca da Karla de joelhos na cama, a Daniela também subiu no colchão e se colocou atrás de mim, de cócoras, acariciando minhas nádegas, beijando minhas costas, deslizando por todo meu corpo com fome. Ela me pegou pela cintura e começou a esfregar a piroca grossa dela entre minhas coxas, molhando minha pele com o líquido pré-gozo. Eu gemia de boca cheia, saboreando a Karla enquanto sentia a Daniela brincar com meu corpo por trás, preparando o próximo ataque. Senti como Daniela alinhava sua piroca grossa na minha entrada, e eu me agarrei com força nos quadris de Karla, ainda com a piroca dura dela na minha boca. Quando Daniela começou a entrar, eu gemi abafada, estremecida pela invasão lenta, poderosa… tão cheia. Ela me penetrava com ritmo profundo e constante, me segurando pela cintura enquanto os quadris dela batiam nos meus, enchendo o quarto com o som molhado e selvagem dos nossos corpos. Meu corpo tremia, sacudido entre as duas. Karla acariciava meu rosto, meus cabelos, me olhava com desejo puro enquanto eu continuava chupando ela, sentindo o gosto, a dureza pulsante. Daniela, atrás, começava a me meter com mais força, mais fome, e meu corpo só sabia se abrir, se render, receber.
Já tinha sentido prazer com elas antes, momentos intensos, até umas duas vezes achei que tinha gozado. Mas dessa vez… foi diferente. Senti uma descarga do centro do meu corpo, uma onda que me percorreu inteira, que me deixou sem ar, sem palavras. Me arqueei entre as duas, gemendo de boca cheia, enquanto elas se coordenavam como se soubessem exatamente como me desmanchar. Se aquilo era um orgasmo de verdade… não sabia como tinha vivido sem sentir algo assim antes.
Eu estava ofegante, ensopada, mas também acesa com uma segurança nova. Me levantei devagar, lambendo os lábios e sem tirar os olhos delas. Empurrei as duas de leve para a cama e montei em cima de Karla, guiando a piroca dela para dentro de mim com um movimento lento, provocador. Senti ela se abrindo caminho no meu interior, e gemi sem vergonha, mexendo os quadris com firmeza, cavalgando ela num ritmo que eu mesma marcava.
Enquanto fazia isso, não consegui evitar reparar nos peitos dela… grandes, redondos, macios. Estavam bem na minha frente, tão lindos, tão femininos… e sem pensar, acariciei eles com minhas mãos trêmulas, fascinada. Nunca tinha tocado nos peitos de uma mulher — pelo menos não de um jeito tão consciente, tão intencional —, e mesmo assim ali estava eu, beijando eles com desejo, prendendo os mamilos com meus lábios, me sentindo completamente livre. Era estranho, excitante… e natural ao mesmo tempo. Porque sim, eram mulheres, mas com algo a mais. Com tudo que eu gostava dos dois mundos. E naquele momento, eu queria tudo.
Daniela, parada na beira da cama, me olhava com os lábios entreabertos e o pau pulsando apontado pra mim. Peguei ele com uma mão, enquanto continuava montando na Karla, e puxei ela até minha boca. Lambi, beijei, e depois enfiei fundo com fome, segurando firme enquanto meus quadris continuavam se movendo sem parar.
Elas gemiam, se tocavam, falavam putaria pra mim, mas eu não parava. Tava no controle. Dominando as duas. Sentindo que eram minhas.
Karla começou a se tensar debaixo de mim, as mãos dela agarravam meus quadris como se não quisesse que eu me mexesse tão rápido, mas eu não parei. E a Daniela… gemia cada vez que minha língua envolvia ele, quando eu olhava pra ela de baixo com aquele olhar safado.
— Não aguento mais… — sussurrou Karla, quase num gemido.
— Eu também não… — completou Daniela, com a voz rouca.
Aí, acelerei. Me mexi mais rápido, mais fundo, mais sujo. Minha boca chupava a Daniela com desespero, e meu corpo recebia cada centímetro da Karla como se fosse a única coisa que eu precisasse no mundo.
E então aconteceu. As duas gozaram quase ao mesmo tempo. Karla gemeu e o pau dela tremeu dentro de mim, derramando quente enquanto eu me apertava contra o corpo dela. Daniela empurrou de leve na minha boca e senti as pulsações dela enchendo minha garganta. Engoli tudo enquanto gozava também, entre os corpos delas, tremendo com aquela sensação total de poder, desejo e entrega.
Ficamos um tempão ali, entrelaçadas, suadas, ofegantes… com as pernas bambas e o corpo ainda pulsando com os ecos do orgasmo. Eu tava no meio, deitada no peito da Karla, com o pau dela ainda meio duro dentro de mim, e a Daniela do meu lado, acariciando minha coxa com ternura, como se quisesse manter acesa aquela eletricidade sem quebrar o encanto do momento. Ninguém disse nada por alguns segundos. Só respirávamos. O quarto cheirava a sexo, a pele, a desejo realizado. Lá fora, a cidade continuava pulsando na escuridão da noite, mas dentro daquele apartamento, tudo era calma e calor. A luz fraca do quarto acariciava nossos corpos como se celebrasse o desejo que tínhamos compartilhado.
—Não pensei que você fosse tão gostosa assim —disse Daniela, com uma risadinha surpresa enquanto os dedos dela percorriam minha cintura.
—É que… não é minha primeira vez —respondi com um sorriso de lado, ainda sentindo o rubor nas bochechas, mas sem esconder o orgulho.
—Pois você fez tão gostoso… —disse Karla debaixo de mim, acariciando minhas costas—. Que tenho a sensação de que vamos repetir.
—Mais de uma vez —completou Daniela, dando um tapinha leve na minha bunda, brincalhona.
Rimos as três, relaxadas, cúmplices. E eu me sentia tão à vontade entre elas… tão desejada, tão mulher. Acariciei seus corpos sem pensar, só pelo prazer de tocar aquela pele macia, aqueles peitos firmes, aquelas bocetas que me fizeram tremer de prazer.
—Acho que precisamos de um banho —falei finalmente, me levantando com preguiça.
—É… mas não prometo que vamos só nos lavar —disse Daniela, se levantando e me pegando pela mão.
—Eu prometo… que vamos nos molhar —completou Karla, entre risadas, enquanto a gente ia pro banheiro.
E assim, peladas, cheias de desejo e ainda com o gosto do prazer nos lábios, fomos juntas pro chuveiro, sabendo que a noite ainda não tinha acabado.
A água morna caía sobre nossos corpos como um bálsamo. Entramos juntas no chuveiro, apertadas, rindo como adolescentes depois de uma travessura. A risada se misturava com sussurros e beijos suaves. Karla me abraçou por trás enquanto Daniela acariciava meu cabelo, deixando a água escorrer pelas nossas curvas.
—Você parece uma boneca molhada… —disse Daniela, beijando meu pescoço.
—E vocês… duas deusas —sussurrei, com um sorriso doce.
Nos ensaboamos devagar, aproveitando Cada roçada, cada olhar. Eu acariciava os peitos delas, firmes, cheios, provocantes, e sentia como elas tremiam sob minhas mãos. Me senti feliz por poder explorá-las assim, sem pressa, sem pressão. Karla guiava minhas mãos até os cocks delas, ainda inchados, quentes, e eu os acariciei com ternura, sentindo como reagiam ao toque. Eu beijava uma, depois a outra, enquanto o vapor envolvia nossos corpos e transformava aquele momento numa fantasia molhada e morna. Não tinha pressa, não tinha luxúria intensa… só prazer suave, íntimo, compartilhado.
Saímos do chuveiro envoltas em toalhas e sorrisos, com os corpos limpos mas o desejo ainda quente na pele. Nos secamos ajudando uma à outra, nos olhando nos olhos com cumplicidade. E depois fomos pro quarto, agora mais silenciosas, exaustas mas felizes.
Nos jogamos na cama sem falar muito. Só se ouvia o ritmo calmo das nossas respirações, e de vez em quando, uma risada suave. Daniela apagou a luz. O quarto ficou na penumbra.
— Não imaginei que essa noite terminaria assim — falei, olhando pro teto, ainda processando o que tinha acontecido.
— Nem a gente — respondeu Karla, se aproximando até ficar de frente pra mim.
Daniela se acomodou atrás, me abraçando pelas costas. Nós três estávamos completamente peladas, corpo com corpo, pele contra pele. Eu fiquei no meio, rodeada pelo calorzinho delas, seus peitos macios, seus cocks roçando de leve na minha pele. Me senti protegida, desejada, envolta num calor diferente da paixão… um mais profundo.
— E se a gente ficar assim até amanhecer? — sussurrou Daniela, a voz rouca e meiga.
— Não sairia daqui por nada desse mundo — falei, fechando os olhos.
E foi assim que fizemos. Sem precisar de mais palavras. Só o silêncio compartilhado de quem já disse tudo com o corpo. Adormeci entre os braços delas, sentindo a respiração das duas, o calor dos corpos delas e um sorriso que não cabia no meu rosto.

Ao amanhecer, a gente ainda tava na mesma posição. Acordei tarde, o sol entrava tímido pelas cortinas, e meu celular marcava 11:03 da manhã. Por um segundo, pensei que tudo tinha sido um sonho… daqueles tão vívidos que te deixam molhada e confusa ao acordar. Mas aquele teto branco e desconhecido me lembrou que não tava no meu quarto.Pisquei devagar, virei a cabeça… e lá estavam elas. Karla na minha frente, Daniela atrás. Peladas. Lindas. Os corpos delas enroscados no meu. Os peitos macios contra minha pele. A respiração calma delas. E quando levantei o lençol de leve…
Os paus delas… grandes, duros de manhã.
Meu coração deu um pulo e eu levantei num pulo, enrolada só num lençol.
— Que foi? — perguntou Karla, abrindo os olhos de leve.
— Tá bem? — disse Daniela, se sentando um pouco, os peitos balançando com o movimento.
— Nada… só… já é tarde, vou nessa — respondi sem jeito, catando minha roupa rápido.
— Não precisa sair correndo — falou Karla, com um sorriso suave.
Mas eu já tava me vestindo. Coloquei o top, a saia, os sapatos… mas faltava algo. Olhei em volta apressada. Não tava em lugar nenhum.
Minha calcinha fio dental.
Não achava.
Elas continuavam na cama, me olhando com aquela mistura de carinho e tesão que me fez hesitar por um segundo.
— A gente vai te ver de novo? — perguntou Daniela, sem se mexer.
Não falei nada no começo. Só fui até o espelho da penteadeira, peguei um batom e escrevi meu número de celular com traço firme. Depois me olhei no reflexo, ainda com o cabelo bagunçado, e sorri.
— A gente se vê… — sussurrei antes de sair do quarto.
Andei pelo corredor até o elevador com o coração a mil. Apertei o botão e me olhei no reflexo das portas de metal. Me sentia diferente. Mais mulher? Mais livre? Mais perdida?
Enquanto descia, não conseguia parar de pensar… Será que eu gostava de homens? Ou de mulheres? Ou será que tudo isso já não importava mais? A verdade é que eu tinha adorado sentir os corpos de Karla e Daniela. Os peitos delas, Os lábios dele... o pau dele. Tudo. Eu tinha ficado maluca. Sorri de novo. Era impossível esconder. Peguei um táxi na esquina e pedi pra me levar pra casa. Me acomodei no banco de trás, fechei os olhos e deixei a lembrança me abraçar.
Passaram-se alguns dias. Numa tarde qualquer, enquanto tomava café na janela, meu celular vibrou. Era uma mensagem de um número salvo apenas como “D ✨”: Vamos almoçar ou tomar um café essa semana? 😏 Tenho uma coisa sua.
Mordi o lábio. Minha resposta não demorou a sair:
Sim. Adoraria.
E assim… a história entre a gente começou a ficar mais íntima.
Mais intensa.
Mais perigosa.
Mais gostosa.
Continua…
By Joao Muri
😇Relatos e Ilusões😈
1 comentários - Karen: Minha primeira vez