

Olá, obrigado por nos ler e ser nosso amigo. Essa história eu já tinha escrito, mas não sei por que não apareceu de novo aqui. Sobre como eu e minha avó transamos.Um dia no ano de 99, minha avó chegou em casa pra moer queijo no metate da casa e me perguntou se podia. Claro, vó, pode entrar. Ela começou a moer, ajoelhada, eu estava do lado dela, sentado numa cadeira, olhando e conversando. Depois de um tempo, sem querer, olhei pras tetas dela, como pendiam e balançavam no ritmo de quando moía o queijo. Por um tempo, fiquei olhando discretamente e conversando, meu pau ficou duro e pulsando, até que ela percebeu e me disse: "Filho, o que você tá olhando?" "Nada... por quê?" "Vê lá, por que você ficou assim?" "Ah, não é nada, vó." "Olha, não me minta, filho." "Não..." "Diz logo, você viu minhas tetas?" "Não, n... como é que cê pensa?" "Claro que sim." "Tá bom..." Ela continuou moendo. Eu levantei pra pegar água e, ao passar por trás dela, olhei pra bunda dela e parte das pernas, porque o vestido que ela usava tinha subido um pouco. Fiquei olhando, e ela virou: "Filho, o que você tá olhando?" "Nada, eu..." "As pernas?" "Sim." "Hum... não tá certo você me olhar e ficar excitado, sou a mãe da sua mãe." "Eu sei... mas me diz, você nunca viu umas pernas antes?" "Hum... não, bem, sim, mas as normais." "Ok, olha, vou te mostrar, mas vai ser nosso segredo, ninguém pode saber." "Sim, tá bem." Ela se levantou e ergueu o vestido até as coxas. Que pernas! Pros 63 anos dela, estavam muito boas. "Bom, já viu, tá feliz?" "Sim." "Tem certeza?" "Sim." "O que mais você viu?" "Os peitos." "Ah, sim... sim... e..." Ela desabotoou a blusa, ficando de sutiã. Eles estavam lindos, meio caídos e grandes, com estrias por causa da idade. "Você gosta?" "Sim." "Olha, faz anos que ninguém olha pra eles, nem seu avô. Já faz muito tempo que não vejo o pau dele. Quer me mostrar o seu?" "Mas... mas..." "Nada de mas, eu te mostrei, agora você, é justo." Eu abaixei o shorts e a cueca. Meu pau soltou duro e com um pouco de líquido pré-gozo, brilhava. "Olha só, filho, não é grande, mas é grosso e carnudo. Deixa eu ver ele bem." E ela segurou ele por alguns segundos. Passou as mãos por ela... "Olha, isso é nosso segredo..." "Sim..." E se abaixou, olhava pra ela nas mãos e meteu na boca. Era lindo ver ela chupando minha pica como uma louca. Com uma mão, tirou o sutiã e saltaram um par de peitos lindos, com estrias e meio enrugados, mas com uns bicos grandes e pretos. Ela se levantou e minhas mãos abraçavam e pegavam nos peitos dela... "Me fode, filho..." "Sim, vovó." Ela baixou a calcinha e que buceta mais linda, peluda e meio molhada... "Chupa ela, filho." E as mãos dela me guiaram pra me abaixar e começar a chupar ela. Tinha um cheiro que ainda lembro, eu metia a língua... "Come ela, filho da puta, molha a sua avó, filho da puta." Fomos pro quarto e na cama ela montou, enquanto ia enfiando minha pica na buceta peluda dela. Ela se mexia pra cima e pra baixo, impressionante como minha avó Mari se movia na idade dela e me comia, enfiando a pica. Senti algo quente e ela tremia, e se deixou cair em cima de mim... "Obrigada, filho, já fazia anos que não sentia isso. Gostei muito e de agora em diante vamos sempre transar. Você gozou, meu filho?" "Não... acho que não..." "Não saiu porra da sua pica..." "Não, bom, então continua me comendo." E ela se inclinou de quatro. Agarrei as nádegas dela e meti a pica, ela gritava... "Assim, filho da puta, mete, me dá mais, filho, siiiim, meu neto, você é um cachorro, me fode." Eu continuava metendo e tirando a pica, tinha algo espumoso e branco na pica, cada vez que metia e tirava saía mais... "Assim, meu amor, me mete, me dá mais forte." Até que comecei a tremer e senti a porra jorrando dentro dela. Ela se virou de lado e se virou pra onde minha pica ainda estava escorrendo e meteu na boca... "Me dá mais porra." E continuou chupando por uns dois minutos, minha pica ainda dura e bem ereta. De repente, mais porra jorrou na boca dela e ela mamava... "Assim, meu amor, me dá mais..." Ela engoliu tudo até que disse... "De novo, me fode." E se deitou de barriga pra cima e abriu as pernas. Me acomodei e meti a pica devagar, fui dando estocadas mais e mais fortes enquanto olhava a cara de puta dela e a beijei, ela metia a língua na minha boca... "Haaa, que gostoso. Sentir aquilo e, ao mesmo tempo, pegar nas velhas tetas dela de repente... haaaa Siiii, gozei dentro dela, a buceta peluda dela escorrendo meu leite... aiii meu netinho, me enche de porra assim, que quente que é bom. Deitei do lado e ela começou a chupar meu pau, até sentia a respiração dela nas minhas bolas e, de repente, a língua dela no meu cu enquanto com uma mão ela puxava minha pika... cê gosta, meu netinho?... sim, vovó, gosto muito... sentir sua língua haaaa siiiii e um jato de porra saltou do meu pau durão que parecia que ia explodir... aiii meu menino, me deixou bem satisfeita e seu leite tem gosto doce... meu pau começou a ficar mole e a cair... uai, netinho, você foi foda, me sinto mulher de novo e essa não vai ser a última vez... sim, vovó, muitas mais... sim, meu homenzinho, mas isso é só entre eu e você, nada de sua mãe ou mais ninguém saber... eu juro... e ela começou a se vestir, eu fiquei deitado e bem comido pela minha avó... Espero que vocês tenham gostado, vou contar mais...
1 comentários - Mi abuela vaya sorpresa