Olá!
No relato anterior, esqueci de esclarecer uma coisa que é óbvia pelo título, mas vamos lá: meu amigo tava se preparando pra prova de entrada na carreira de polícia, que exige passar numa parte teórica escrita e numa parte física de exigência moderada, mas nada fácil se você não tiver uma preparação prévia. Resolvido esse detalhe, seguimos…
Jere tinha ido tomar banho porque o calor tava insuportável e ele tinha se mijado todo no colchão. Anto dormia tranquilamente, com aquele sono pesado que é a marca registrada dela, toda encolhidinha na beirada do lado dela da cama. Tinha espaço de sobra pra Jere, mesmo ele sendo bem maior que a gente. Me acomodei, peguei o lençol que tinha caído e cobri a gente com ele, principalmente porque eu tinha vergonha de Jere ver a Anto pelada, já que ela tinha dormido sem vestir o conjunto de renda de novo. Então me virei e abracei ela de conchinha, ou melhor, quase dormi quando senti o Jere se deitar, tentando ocupar o menor espaço possível na cama.
F- Fica à vontade, amigão, já se refrescou?
J- Fua sim, aqui pelo menos corre um pouco mais de ar, kkk.
F- hahaha sim, um pouco.
J- Filho da puta, como você meteu o pau na sua namorada, não coube uma, kkkk
F- Lpm, cê ouviu? Desculpa, mano.
J- Não tem problema, se eu tivesse namorada também comeria ela todo dia, mas sou muito filho da puta, não duram nada comigo.
F- haha, sempre foi uma peste, parceiro
J- haha é deboa, então não vou mais encher teu saco, até amanhã — falou enquanto se virava pra sair da cama — Desculpa se eu te der um chute, é que me mexo pra caralho dormindo — completou
F- haha, desde que não me foder, tá tudo bem.
J- Kkkkk também pode rolar, morde o travesseiro, sei lá, faz o que quiser.
Acabei pegando no sono pesado depois de um tempo, mas fui acordado pela Anto. Ela começou a se mexer, inquieta, a murmurar umas coisas sem sentido até que acordou. Eu, que tava abraçando ela, não reagi, continuei de olhos fechados.
— Amor, não aguento mais esse calor, sai pra lá um pouco — disse ela tirando meu braço que a abraçava. — Amor, puta merda, me dá mais espaço. — Eu virei de barriga pra cima, ainda fingindo que tava dormindo. — Nossa, amor, acordou? Vou tomar um banho. — Não reagi, mas pelo canto do olho vi ela pegar uma camiseta velha no criado-mudo pra vestir, lembrando que tava pelada.
Anto foi pro banheiro, e minha cabeça começou a tramar de novo: Jere indo no banheiro e comendo ela, Jere esperando ela do lado de fora do banheiro com a pica dura, Jere chamando ela pra um hotel amanhã, inventando alguma desculpa pra mim… Virei pro lado que a Anto chupava, de bruços porque tava com uma barraca de tesão que tinha me dado.
J- Mano, beleza, tá acordado? - sussurrou Jere, me surpreendi que ele tivesse acordado e me deixou ainda mais excitado - Mano, ei, vou descer? - ele virou pro meu lado - Cara de pica, mexe um pouco pra cá que não tem espaço pra sua mina - Ele tocou minhas costas duas vezes, com pouca força
Ouvi minha namorada saindo do banheiro e pegando água fresca. Ao ouvir, Jere voltou pro lugar dele.
A- Facu, cê tá no meu lugar, sai fora - Disse minha namorada e me puxou pelo ombro, eu não reagi - Facundo, pelo amor de Deus, já foi - sussurrou ela ajoelhada na cama.
Anto se deitou de barriga pra cima, suspirou duas ou três vezes. Jere tinha optado por fingir que tava dormindo, já que não falou nada, eu pensei que ele ia se mandar sozinho pro colchão, mas não. Dava pra ver pouco, porque Anto tinha deixado a porta do banheiro entreaberta e entrava uma claridade. Eu virei pro lado de dentro, tava morrendo de curiosidade. Vi Anto de barriga pra cima, e Jere também, ele com a cabeça virada pra fora e ela olhando pra ele. Parecia besta com o abdômen dele, o caminho dos poucos pelos do corpo dele iam descendo pro púbis e o volume que se destacava. Aparentemente Jere tinha dormido com uma mão bem perto do volume, na coxa esquerda dele, uma mão grande e forte, com uma veia grossa percorrendo ela.
Anto virou pro lado dela e colocou uma perna em cima do volume e da mão do Jere. Não teve reação na hora, ela suspirou e eu quase gozei na hora. A perna da Anto começou a se mexer de leve, quase imperceptível, e depois voltou pra posição original. Anto tirou a regata e virou pro meu lado. Eu tinha virado pro lado dela uns minutos atrás, empinando minha bunda pra fora pra disfarçar ao máximo minha ereção. Jere continuava de barriga pra cima, com a cabeça virada pra fora, mas no lugar do volume tinha outra coisa: a pica enorme do Jere escapando por um lado da cueca, quase toda a cabeça de fora, brilhando de tão molhada que tava. A mão esquerda do Jere fez o elástico da cueca estalar pra cima, enquanto ele virava a cabeça devagar pra cima. Naquele momento, Anto deu uma olhada na cueca e depois, assustada, pra mim, que tava fingindo dormir. Ela não se mexeu mais.
Passaram-se dois ou três minutos bem longos, eu ouvia o Jere se mexendo, mas não conseguia enxergar direito até perceber que ele virou pro lado da Anto. Passam alguns segundos e ela se mexe, empinando a bunda pro lado dele, como quem se oferece. Por um minuto, nada. Ela se mexe de novo, e eu escuto uns estalinhos, ele parecia estar brincando... batendo o pau em alguma coisa... Na própria barriga dele? Na bunda da minha mina? Na própria mão?
Então, ele começa a passar devagar a mão direita por baixo do travesseiro que a Anto usava. Apertou ela contra o peito e com a outra mão levantava a perna dela.
J- Você vai ter o que tá procurando desde que me viu, sua puta - sussurrou no ouvido dela - Eu vou fazer você gozar do jeito certo, vou dar uma força pro meu amigo…
A- Ai, espera aí, o Facu tá aqui, vamos pro banheiro ou pro chão- Jere tapou a boca dela
J— Vamos pro banheiro depois, ou amanhã se você me obedecer — ele dizia enquanto chupava o pescoço dela e ela se contorcia — olha como você fica e nem meti ainda…
A- Espera, se você tem muito grande, vai me machucar - Ela fez aquela voz de menininha putinha que me deixa louco
J- Qual é, não tá acostumada com a pica de um macho? - Ela se ajeitou e começou lentamente a se enfiar.
A- Ai, é muito grossa, não seja filho da puta
J- Essa é só a cabeça, olha como você tá molhada, mesmo assim aperta bastante.
A- É que é muito grande, você vai me deixar toda arrebentada
J- Qual é, cê não aguenta o pau do meu amigo, hein? - Enquanto perguntava, enfiou até o fundo e ela deu um grito, enquanto ele tapava a boca dela rapidinho - Shhh, cê não vê que meu amigo tá dormindo? Se acordar, cê fica sem prêmio, aproveita que não come uma rola dessa todo dia…
A- Rápido eu gosto, cê goza rápido se fizer rápido?
J- Você não sabe o que te espera - Começou a meter forte, mas tomando cuidado pra não fazer muito barulho, foram uns 5 minutos no relógio, bombando forte até ela começar a tremer que nem uma condenada, e ele pressionava a boca dela com força - Olha que eu tô carente de putaria, bati uma hoje cedo enquanto o precoce da sua namorada tentava te meter o pau.
A- Ai, fazia tempo que eu não gozava assim, filho da puta.
J— Levanta com cuidado e vai pro colchão, me espera de quatro, daqui a pouco vou eu, só pra garantir que o Facu não acorde. Ela obedeceu e, bem devagar, foi pro colchão. Ele ficou na cama, me olhando, cada vez mais perto, e sussurrou bem baixinho: — Mano, vi teu olho meio aberto. Escuta como tem que meter nessa puta, vou meter forte porque ela já tá me obedecendo. Olha ela de quatro. Amanhã não seja otário e a gente mete os dois nela. — Eu fiquei surpreso, devo ter ficado pálido, mesmo assim continuei fingindo que tava dormindo.
A- O que foi, sete abaixo? - Ela disse, arqueada de quatro, mostrando a raba e mexendo provocante.
J- Agora você vai ter que chupar antes de meter, porra- E sentou na frente dela, que se desesperou pra chupar, já nenhum dos dois se importava com os barulhos e era um concerto de sons que logo me fizeram gozar, eu que tinha começado a me tocar assim que eles saíram da cama.
Depois de alguns minutos, ele começou a meter nela de quatro. Minha visão estava embaçada por causa da pouca luz e eu só via eles de costas, mas ouvia cada gemido e o bater progressivo dos corpos, cada vez mais rápido e barulhento.
A— Não faz barulho que o Facu tá aí — Com aquela voz de puta, me deixou duro de novo.
Jere continuou por vários minutos até que tirou e encheu as costas dela de porra, ouvi os leves estalos e a respiração ofegante dele.
A- Boludo é um banco de porra, você sempre termina assim?
J— Shh, óbvio. E não gosto de desperdiçar, você engole a próxima, ok? Vai tomar um banho.
Ela obedeceu ele sem reclamar, e em segundos ele foi. Eu fiquei na cama, digerindo o que tinha acontecido, com a piroca mole e até com vontade de chorar. Depois de alguns minutos, comecei a ouvir a Anto engasgar de novo, como nunca conseguia fazer com meu pau que ela chupava inteiro e em poucos minutos pra eu não gozar. O filho da puta do Jere já tava pronto pra outra rodada, não tinha passado nem meia hora. O Jere tinha deixado a porta aberta, de propósito…
Valeu por ler!
Pd, qualquer sugestão é bem-vinda.
No relato anterior, esqueci de esclarecer uma coisa que é óbvia pelo título, mas vamos lá: meu amigo tava se preparando pra prova de entrada na carreira de polícia, que exige passar numa parte teórica escrita e numa parte física de exigência moderada, mas nada fácil se você não tiver uma preparação prévia. Resolvido esse detalhe, seguimos…
Jere tinha ido tomar banho porque o calor tava insuportável e ele tinha se mijado todo no colchão. Anto dormia tranquilamente, com aquele sono pesado que é a marca registrada dela, toda encolhidinha na beirada do lado dela da cama. Tinha espaço de sobra pra Jere, mesmo ele sendo bem maior que a gente. Me acomodei, peguei o lençol que tinha caído e cobri a gente com ele, principalmente porque eu tinha vergonha de Jere ver a Anto pelada, já que ela tinha dormido sem vestir o conjunto de renda de novo. Então me virei e abracei ela de conchinha, ou melhor, quase dormi quando senti o Jere se deitar, tentando ocupar o menor espaço possível na cama.
F- Fica à vontade, amigão, já se refrescou?
J- Fua sim, aqui pelo menos corre um pouco mais de ar, kkk.
F- hahaha sim, um pouco.
J- Filho da puta, como você meteu o pau na sua namorada, não coube uma, kkkk
F- Lpm, cê ouviu? Desculpa, mano.
J- Não tem problema, se eu tivesse namorada também comeria ela todo dia, mas sou muito filho da puta, não duram nada comigo.
F- haha, sempre foi uma peste, parceiro
J- haha é deboa, então não vou mais encher teu saco, até amanhã — falou enquanto se virava pra sair da cama — Desculpa se eu te der um chute, é que me mexo pra caralho dormindo — completou
F- haha, desde que não me foder, tá tudo bem.
J- Kkkkk também pode rolar, morde o travesseiro, sei lá, faz o que quiser.
Acabei pegando no sono pesado depois de um tempo, mas fui acordado pela Anto. Ela começou a se mexer, inquieta, a murmurar umas coisas sem sentido até que acordou. Eu, que tava abraçando ela, não reagi, continuei de olhos fechados.
— Amor, não aguento mais esse calor, sai pra lá um pouco — disse ela tirando meu braço que a abraçava. — Amor, puta merda, me dá mais espaço. — Eu virei de barriga pra cima, ainda fingindo que tava dormindo. — Nossa, amor, acordou? Vou tomar um banho. — Não reagi, mas pelo canto do olho vi ela pegar uma camiseta velha no criado-mudo pra vestir, lembrando que tava pelada.
Anto foi pro banheiro, e minha cabeça começou a tramar de novo: Jere indo no banheiro e comendo ela, Jere esperando ela do lado de fora do banheiro com a pica dura, Jere chamando ela pra um hotel amanhã, inventando alguma desculpa pra mim… Virei pro lado que a Anto chupava, de bruços porque tava com uma barraca de tesão que tinha me dado.
J- Mano, beleza, tá acordado? - sussurrou Jere, me surpreendi que ele tivesse acordado e me deixou ainda mais excitado - Mano, ei, vou descer? - ele virou pro meu lado - Cara de pica, mexe um pouco pra cá que não tem espaço pra sua mina - Ele tocou minhas costas duas vezes, com pouca força
Ouvi minha namorada saindo do banheiro e pegando água fresca. Ao ouvir, Jere voltou pro lugar dele.
A- Facu, cê tá no meu lugar, sai fora - Disse minha namorada e me puxou pelo ombro, eu não reagi - Facundo, pelo amor de Deus, já foi - sussurrou ela ajoelhada na cama.
Anto se deitou de barriga pra cima, suspirou duas ou três vezes. Jere tinha optado por fingir que tava dormindo, já que não falou nada, eu pensei que ele ia se mandar sozinho pro colchão, mas não. Dava pra ver pouco, porque Anto tinha deixado a porta do banheiro entreaberta e entrava uma claridade. Eu virei pro lado de dentro, tava morrendo de curiosidade. Vi Anto de barriga pra cima, e Jere também, ele com a cabeça virada pra fora e ela olhando pra ele. Parecia besta com o abdômen dele, o caminho dos poucos pelos do corpo dele iam descendo pro púbis e o volume que se destacava. Aparentemente Jere tinha dormido com uma mão bem perto do volume, na coxa esquerda dele, uma mão grande e forte, com uma veia grossa percorrendo ela.
Anto virou pro lado dela e colocou uma perna em cima do volume e da mão do Jere. Não teve reação na hora, ela suspirou e eu quase gozei na hora. A perna da Anto começou a se mexer de leve, quase imperceptível, e depois voltou pra posição original. Anto tirou a regata e virou pro meu lado. Eu tinha virado pro lado dela uns minutos atrás, empinando minha bunda pra fora pra disfarçar ao máximo minha ereção. Jere continuava de barriga pra cima, com a cabeça virada pra fora, mas no lugar do volume tinha outra coisa: a pica enorme do Jere escapando por um lado da cueca, quase toda a cabeça de fora, brilhando de tão molhada que tava. A mão esquerda do Jere fez o elástico da cueca estalar pra cima, enquanto ele virava a cabeça devagar pra cima. Naquele momento, Anto deu uma olhada na cueca e depois, assustada, pra mim, que tava fingindo dormir. Ela não se mexeu mais.
Passaram-se dois ou três minutos bem longos, eu ouvia o Jere se mexendo, mas não conseguia enxergar direito até perceber que ele virou pro lado da Anto. Passam alguns segundos e ela se mexe, empinando a bunda pro lado dele, como quem se oferece. Por um minuto, nada. Ela se mexe de novo, e eu escuto uns estalinhos, ele parecia estar brincando... batendo o pau em alguma coisa... Na própria barriga dele? Na bunda da minha mina? Na própria mão?
Então, ele começa a passar devagar a mão direita por baixo do travesseiro que a Anto usava. Apertou ela contra o peito e com a outra mão levantava a perna dela.
J- Você vai ter o que tá procurando desde que me viu, sua puta - sussurrou no ouvido dela - Eu vou fazer você gozar do jeito certo, vou dar uma força pro meu amigo…
A- Ai, espera aí, o Facu tá aqui, vamos pro banheiro ou pro chão- Jere tapou a boca dela
J— Vamos pro banheiro depois, ou amanhã se você me obedecer — ele dizia enquanto chupava o pescoço dela e ela se contorcia — olha como você fica e nem meti ainda…
A- Espera, se você tem muito grande, vai me machucar - Ela fez aquela voz de menininha putinha que me deixa louco
J- Qual é, não tá acostumada com a pica de um macho? - Ela se ajeitou e começou lentamente a se enfiar.
A- Ai, é muito grossa, não seja filho da puta
J- Essa é só a cabeça, olha como você tá molhada, mesmo assim aperta bastante.
A- É que é muito grande, você vai me deixar toda arrebentada
J- Qual é, cê não aguenta o pau do meu amigo, hein? - Enquanto perguntava, enfiou até o fundo e ela deu um grito, enquanto ele tapava a boca dela rapidinho - Shhh, cê não vê que meu amigo tá dormindo? Se acordar, cê fica sem prêmio, aproveita que não come uma rola dessa todo dia…
A- Rápido eu gosto, cê goza rápido se fizer rápido?
J- Você não sabe o que te espera - Começou a meter forte, mas tomando cuidado pra não fazer muito barulho, foram uns 5 minutos no relógio, bombando forte até ela começar a tremer que nem uma condenada, e ele pressionava a boca dela com força - Olha que eu tô carente de putaria, bati uma hoje cedo enquanto o precoce da sua namorada tentava te meter o pau.
A- Ai, fazia tempo que eu não gozava assim, filho da puta.
J— Levanta com cuidado e vai pro colchão, me espera de quatro, daqui a pouco vou eu, só pra garantir que o Facu não acorde. Ela obedeceu e, bem devagar, foi pro colchão. Ele ficou na cama, me olhando, cada vez mais perto, e sussurrou bem baixinho: — Mano, vi teu olho meio aberto. Escuta como tem que meter nessa puta, vou meter forte porque ela já tá me obedecendo. Olha ela de quatro. Amanhã não seja otário e a gente mete os dois nela. — Eu fiquei surpreso, devo ter ficado pálido, mesmo assim continuei fingindo que tava dormindo.
A- O que foi, sete abaixo? - Ela disse, arqueada de quatro, mostrando a raba e mexendo provocante.
J- Agora você vai ter que chupar antes de meter, porra- E sentou na frente dela, que se desesperou pra chupar, já nenhum dos dois se importava com os barulhos e era um concerto de sons que logo me fizeram gozar, eu que tinha começado a me tocar assim que eles saíram da cama.
Depois de alguns minutos, ele começou a meter nela de quatro. Minha visão estava embaçada por causa da pouca luz e eu só via eles de costas, mas ouvia cada gemido e o bater progressivo dos corpos, cada vez mais rápido e barulhento.
A— Não faz barulho que o Facu tá aí — Com aquela voz de puta, me deixou duro de novo.
Jere continuou por vários minutos até que tirou e encheu as costas dela de porra, ouvi os leves estalos e a respiração ofegante dele.
A- Boludo é um banco de porra, você sempre termina assim?
J— Shh, óbvio. E não gosto de desperdiçar, você engole a próxima, ok? Vai tomar um banho.
Ela obedeceu ele sem reclamar, e em segundos ele foi. Eu fiquei na cama, digerindo o que tinha acontecido, com a piroca mole e até com vontade de chorar. Depois de alguns minutos, comecei a ouvir a Anto engasgar de novo, como nunca conseguia fazer com meu pau que ela chupava inteiro e em poucos minutos pra eu não gozar. O filho da puta do Jere já tava pronto pra outra rodada, não tinha passado nem meia hora. O Jere tinha deixado a porta aberta, de propósito…
Valeu por ler!
Pd, qualquer sugestão é bem-vinda.
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