Me chamo Andrés, tenho 24 anos e isso aconteceu comigo há 4 anos.
Na época, eu tava namorando a Júlia, uma morena gostosa pra caralho. Não muito alta, peitos bonitos e a raba muito melhor. Ela adorava academia e postava conteúdo no Instagram, o que me irritava porque ela sempre usava leggings apertadas e os comentários eram terríveis de tesão que sentiam por ela. Principalmente na raba dela.
Naquela época, a Júlia trabalhava num escritório como administrativa. No escritório tava o Eduardo, o chefe dela. Um cinquentão que, segundo a Júlia, era muito mulherengo. Adorava fazer comentários de putaria pra todas as mulheres, o que dava nojo na Júlia.
Naquele ano, fomos nós dois sozinhos passar o verão em Monte Hermoso. Eu tinha alugado por 4 dias um apartamento a 1 quadra do mar. A gente gostava de descer pra praia. No primeiro dia não deu pra fazer muita coisa porque o tempo não ajudou, mas no segundo dia a gente desceu.
Era de tarde, estávamos os dois sentados em duas cadeiras com o guarda-sol perto. A Júlia tava usando um daqueles shorts apertados bem curtos que deixam ver os gominhos da raba. Apertavam tanto que levantavam ainda mais a bunda dela do que já era.
Naquela tarde, perto das 18h, vimos alguém se aproximar de onde estávamos. Eu não conhecia, mas a Júlia cumprimentou. Era um cara de 1,85m, musculoso, bronzeado, sem camisa, com uma sunga tão curta e apertada que parecia uma cueca. Era o chefe dela, Eduardo.
Ela deu um beijo nele, eu apertei a mão.
- Atrapalho se ficar um pouco com vocês?
A Júlia me olhou como quem pede permissão.
- Claro, sem problema. – disse a Júlia.
A gente conversou um pouco sobre o tempo e o lugar, e eles começaram a falar do trabalho. Aí eu enjoei e resolvi dar uma caminhada pela praia.
- Volto daqui a pouco. – falei pra Júlia.
Ela concordou, me deu um beijo e eu fui embora pela beira do mar.
Umas 10 minutos depois, voltei e eles estavam lá, os dois conversando, nas cadeiras debaixo do guarda-sol.
- Esfriou um pouco. – falei e percebi que tinha algo errado.
A Júlia parecia nervosa ou estranha.
- É, sim. Me deu vontade de ir ao banheiro." - disse Eduardo. Mas tô longe do hotel. Posso ir no apê de vocês? Com esse frio...
- Claro, vou com você. - falei, mas a Julia levantou.
- Deixa, eu vou também, vou pegar uma jaqueta.
- Beleza. - falei, e os dois foram embora.
Eduardo tava um pouco atrás e olhava pra baixo. Antes de sair, notei que ele tinha um volume enorme saindo da sunga. Achei que era por causa do frio que o pau tinha ficado daquele jeito. Só fui perceber depois que, enquanto caminhavam, Eduardo tava olhando pra bunda da Julia.
Passaram uns minutos e, como não vi eles voltando, resolvi subir. Fui com as coisas da praia até o apê e entrei. Quando larguei as coisas, ouvi um barulho estranho vindo do quarto. Era tipo um plaf! constante. E ouvi vozes. Até hoje, quando lembro, meu estômago revira:
- Toma, puta. Tomaaa!! Essa buceta é minha.
- Ai, ai, sim, me dá. - Era a voz da Julia, uma voz de puta que eu nunca tinha ouvido.
Espiei o quarto e vi Eduardo de pé, de costas pra mim, completamente pelado, suado, como se tivesse uma espécie de óleo no corpo. Na cama, Julia tava de quatro, com um travesseiro na pélvis pra levantar ainda mais a raba. Ele tava comendo ela, metendo com força na buceta. A cueca dele no chão, a calcinha dela na cama.
- Filha da puta, toma!! Como me excitam seus vídeos do Instagram.
- É? Gosta dos meus vídeos? Do que você gosta?!! - ela falava ofegante e sorrindo.
- Dessa raba que você tem!! - ele disse e deu um tapa forte na bunda dela.
- Aii!!
Julia deu um grito de submissão, como se mostrasse que tava entregue. Ele segurava ela pelo cabelo com a mão esquerda e com a direita, de vez em quando, dava tapas na bunda enquanto metia.
Num momento, pensei em gritar alguma coisa pra eles pararem, mas percebi que era tarde, não tinha mais o que fazer. Fiquei ali, paralisado.
- Puta, tava de olho em você desde que te contrata. Na hora percebi o quão puta você é. Embora nunca pensei que ia te convencer enquanto você tava de férias com seu namorado kkk.
Ela riu, ele deu mais um tapa na bunda dela.
— Gostou quando ele foi embora e eu te fiz tocar na minha pica, puta?
— Sim, sim, papai. Ai, ai, ai.
— Cala a boca, puta, que ainda não te comi!!! É assim que se fode uma puta.
— Ai, ai, ai.
Eduardo começou a penetrar ela mais rápido e num momento parou. Pegou o celular e começou a olhar o Instagram da Julia.
— Olha essa bunda divina. Vou comer ela.
Tirou a pica da buceta e começou a chupar o cu dela. Julia gemeu como nunca, a perninha direita tremia descontrolada.
— Vou te destruir. Agora você vai ver. — disse e logo meteu a pica no cu dela.
— Haaaaaa.
Meteu devagar no começo e depois começou a acelerar.
Ficaram assim um tempo e no final Eduardo disse:
— Puta, vou gozar, quero você de joelhos.
Julia obedeceu. Ajoelhou no chão, abriu a boca e colocou a língua pra fora. Aí vi a pica do Eduardo pela primeira vez. Uns 20 cm, grossa, sem camisinha. Eduardo se masturbou um pouco, me olhou. Sorriu. Julia, de onde estava, não podia me ver. Eduardo soltou um grunhido e, apontando pra língua e os lábios carnudos da Julia, gozou na língua dela. Quase não perdeu uma gota no chão. Ela ficou com o esperma na boca. Ele disse:
— Engole.
Ela obedeceu.
— Agora vou te comer de novo.
Eu andei até a sala derrotado e sentei numa cadeira. Eduardo me seguiu. Tava com a pica duríssima, apontando pra cima.
— Vou ficar com vocês uns dias. Já falei com a Julia. Quero comer ela bastante. Preciso engravidar sua namorada e fazer essa raba saber quem manda. Suponho que você não vai negar.
Eu não falei nada.
— Muito bem, corno. Também vai vir um amigo meu com quem a gente vê vídeos da sua namorada. Se quiser, pode olhar ou escutar. Mas quero que você fique enquanto eu fodo ela ou a gente come ela. Combinado?
Eu continuei sem falar. Ele olhou o celular. O Instagram da Julia tava aberto. Ela fazendo agachamento e a bunda em primeiro plano, com um shortinho bem curto.
- Garota putinha. Que cock quente é sua namorada, cuck. E você sabe disso. - ele me falou enquanto a cock ficava mais dura e ele se masturbava.
Depois voltou pro quarto. Ouvi um tapa, uma palmada na bunda e um gritinho da Julia.
Depois ouvi a campainha.
Na época, eu tava namorando a Júlia, uma morena gostosa pra caralho. Não muito alta, peitos bonitos e a raba muito melhor. Ela adorava academia e postava conteúdo no Instagram, o que me irritava porque ela sempre usava leggings apertadas e os comentários eram terríveis de tesão que sentiam por ela. Principalmente na raba dela.
Naquela época, a Júlia trabalhava num escritório como administrativa. No escritório tava o Eduardo, o chefe dela. Um cinquentão que, segundo a Júlia, era muito mulherengo. Adorava fazer comentários de putaria pra todas as mulheres, o que dava nojo na Júlia.
Naquele ano, fomos nós dois sozinhos passar o verão em Monte Hermoso. Eu tinha alugado por 4 dias um apartamento a 1 quadra do mar. A gente gostava de descer pra praia. No primeiro dia não deu pra fazer muita coisa porque o tempo não ajudou, mas no segundo dia a gente desceu.
Era de tarde, estávamos os dois sentados em duas cadeiras com o guarda-sol perto. A Júlia tava usando um daqueles shorts apertados bem curtos que deixam ver os gominhos da raba. Apertavam tanto que levantavam ainda mais a bunda dela do que já era.
Naquela tarde, perto das 18h, vimos alguém se aproximar de onde estávamos. Eu não conhecia, mas a Júlia cumprimentou. Era um cara de 1,85m, musculoso, bronzeado, sem camisa, com uma sunga tão curta e apertada que parecia uma cueca. Era o chefe dela, Eduardo.
Ela deu um beijo nele, eu apertei a mão.
- Atrapalho se ficar um pouco com vocês?
A Júlia me olhou como quem pede permissão.
- Claro, sem problema. – disse a Júlia.
A gente conversou um pouco sobre o tempo e o lugar, e eles começaram a falar do trabalho. Aí eu enjoei e resolvi dar uma caminhada pela praia.
- Volto daqui a pouco. – falei pra Júlia.
Ela concordou, me deu um beijo e eu fui embora pela beira do mar.
Umas 10 minutos depois, voltei e eles estavam lá, os dois conversando, nas cadeiras debaixo do guarda-sol.
- Esfriou um pouco. – falei e percebi que tinha algo errado.
A Júlia parecia nervosa ou estranha.
- É, sim. Me deu vontade de ir ao banheiro." - disse Eduardo. Mas tô longe do hotel. Posso ir no apê de vocês? Com esse frio...
- Claro, vou com você. - falei, mas a Julia levantou.
- Deixa, eu vou também, vou pegar uma jaqueta.
- Beleza. - falei, e os dois foram embora.
Eduardo tava um pouco atrás e olhava pra baixo. Antes de sair, notei que ele tinha um volume enorme saindo da sunga. Achei que era por causa do frio que o pau tinha ficado daquele jeito. Só fui perceber depois que, enquanto caminhavam, Eduardo tava olhando pra bunda da Julia.
Passaram uns minutos e, como não vi eles voltando, resolvi subir. Fui com as coisas da praia até o apê e entrei. Quando larguei as coisas, ouvi um barulho estranho vindo do quarto. Era tipo um plaf! constante. E ouvi vozes. Até hoje, quando lembro, meu estômago revira:
- Toma, puta. Tomaaa!! Essa buceta é minha.
- Ai, ai, sim, me dá. - Era a voz da Julia, uma voz de puta que eu nunca tinha ouvido.
Espiei o quarto e vi Eduardo de pé, de costas pra mim, completamente pelado, suado, como se tivesse uma espécie de óleo no corpo. Na cama, Julia tava de quatro, com um travesseiro na pélvis pra levantar ainda mais a raba. Ele tava comendo ela, metendo com força na buceta. A cueca dele no chão, a calcinha dela na cama.
- Filha da puta, toma!! Como me excitam seus vídeos do Instagram.
- É? Gosta dos meus vídeos? Do que você gosta?!! - ela falava ofegante e sorrindo.
- Dessa raba que você tem!! - ele disse e deu um tapa forte na bunda dela.
- Aii!!
Julia deu um grito de submissão, como se mostrasse que tava entregue. Ele segurava ela pelo cabelo com a mão esquerda e com a direita, de vez em quando, dava tapas na bunda enquanto metia.
Num momento, pensei em gritar alguma coisa pra eles pararem, mas percebi que era tarde, não tinha mais o que fazer. Fiquei ali, paralisado.
- Puta, tava de olho em você desde que te contrata. Na hora percebi o quão puta você é. Embora nunca pensei que ia te convencer enquanto você tava de férias com seu namorado kkk.
Ela riu, ele deu mais um tapa na bunda dela.
— Gostou quando ele foi embora e eu te fiz tocar na minha pica, puta?
— Sim, sim, papai. Ai, ai, ai.
— Cala a boca, puta, que ainda não te comi!!! É assim que se fode uma puta.
— Ai, ai, ai.
Eduardo começou a penetrar ela mais rápido e num momento parou. Pegou o celular e começou a olhar o Instagram da Julia.
— Olha essa bunda divina. Vou comer ela.
Tirou a pica da buceta e começou a chupar o cu dela. Julia gemeu como nunca, a perninha direita tremia descontrolada.
— Vou te destruir. Agora você vai ver. — disse e logo meteu a pica no cu dela.
— Haaaaaa.
Meteu devagar no começo e depois começou a acelerar.
Ficaram assim um tempo e no final Eduardo disse:
— Puta, vou gozar, quero você de joelhos.
Julia obedeceu. Ajoelhou no chão, abriu a boca e colocou a língua pra fora. Aí vi a pica do Eduardo pela primeira vez. Uns 20 cm, grossa, sem camisinha. Eduardo se masturbou um pouco, me olhou. Sorriu. Julia, de onde estava, não podia me ver. Eduardo soltou um grunhido e, apontando pra língua e os lábios carnudos da Julia, gozou na língua dela. Quase não perdeu uma gota no chão. Ela ficou com o esperma na boca. Ele disse:
— Engole.
Ela obedeceu.
— Agora vou te comer de novo.
Eu andei até a sala derrotado e sentei numa cadeira. Eduardo me seguiu. Tava com a pica duríssima, apontando pra cima.
— Vou ficar com vocês uns dias. Já falei com a Julia. Quero comer ela bastante. Preciso engravidar sua namorada e fazer essa raba saber quem manda. Suponho que você não vai negar.
Eu não falei nada.
— Muito bem, corno. Também vai vir um amigo meu com quem a gente vê vídeos da sua namorada. Se quiser, pode olhar ou escutar. Mas quero que você fique enquanto eu fodo ela ou a gente come ela. Combinado?
Eu continuei sem falar. Ele olhou o celular. O Instagram da Julia tava aberto. Ela fazendo agachamento e a bunda em primeiro plano, com um shortinho bem curto.
- Garota putinha. Que cock quente é sua namorada, cuck. E você sabe disso. - ele me falou enquanto a cock ficava mais dura e ele se masturbava.
Depois voltou pro quarto. Ouvi um tapa, uma palmada na bunda e um gritinho da Julia.
Depois ouvi a campainha.
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