O que aconteceu comigo ontem à noite, ou melhor, hoje cedo, ainda não consigo acreditar. Preciso escrever agora enquanto está fresquinho na memória. Tô aqui no celular digitando como dá. Preciso compartilhar isso.
Chegou o 24-12-2025 e esse ano a gente passou com a família da minha esposa. Nos reunimos na casa dos pais dela, na zona norte, e íamos dormir lá pra não ter que dirigir de volta.
É uma casa enorme, ainda mais agora que eles moram sozinhos. Muito espaçosa embaixo e com vários quartos em cima, onde a gente ia dormir, eu e minha esposa, e meu cunhado com a mulher dele também.
Chegamos cedo pra evitar o trânsito e começamos a dar uma mão. Enquanto isso, já foram preparando drinks e petiscando umas coisinhas.
Meu cunhado começou a beber desde muito cedo, o que já era um sinal de que ia aprontar alguma e, quem sabe, apagar num sofá antes da meia-noite.
A gente tinha combinado que os homens vestiriam branco e as mulheres, vermelho. Era uma espécie de brincadeira que a gente fazia todo fim de ano.
Estávamos comendo o Vitel Toné e ele já tava bem solto, a mulher dele, Clara (a gente chamava ela de Carinha), olhava pra ele preocupada.
Deixa eu descrever a Clarita rapidinho. Ela é novinha, uns 27 anos, loira, bem magrinha e com os peitos siliconados que ficaram realmente uma delícia. Dessa vez, diferente do normal, ela não tava de sutiã e usava um vestido longo vermelho de botão que colava no corpo.
Minha sogra ria das piadas do filhão e meu sogro tava completamente por fora, já que é meio surdo.
Quando a gente tava no prato principal, minha sogra trouxe o leitão com maionese. No meio da comida, meu cunhado bêbado solta que a porção de porco dele tem pelo e manda a seguinte frase que ecoou na mesa e não passou despercebida, principalmente pra mim: O leitão tem pelo nessa parte e tem que estar completamente depilado, haha – meu cunhado já tava totalmente bêbado e eram 22h30. Bom, come mesmo assim – a mulher fala com um tom de irritação que não conseguiu evitar, o que pareceu não ter agradado ele. Como vocês estão?" – disse ele, olhando para sua mulher gostosa, que também tinha bebido demais, mas não chegava a estar tão mal quanto ele. Como eu, o quê?" – ela disse Que você tá toda depilada… Fez-se um silêncio e o ar ficou tenso pra caralho. Mati, você bebeu demais — minha mulher me segura. Não tô mentindo, né? – ele fala, olhando pra Clarita, que devolve o olhar com uma cara de ódio total.
Eu olho pra ela naquele momento e ela cruza o olhar comigo. Me deu um arrepio só de olhar nos olhos dela e saber que ela se depilava toda.
A partir daquele momento, não sei por que motivo, mas me deu uma espécie de obsessão e eu ficava olhando pra ela toda hora. Ela pareceu perceber e sustentou o olhar comigo mais de uma vez.
Eu tava a mil. Sabia que eles iam dormir lá também e comecei a imaginar a Clarita e a buceta dela totalmente lisinha, sem nenhum pelo. Sabia que as chances de rolar alguma coisa eram zero ou menos, mas mesmo assim não consegui evitar de me imaginar com ela.
Lá pelas 23h30, meu cunhado sentou na mesa e não levantou mais. Continuava bebendo vinho e, sempre que alguém pedia pra ele parar um pouco, respondia com um “qual é o problema? Vou dormir aqui mesmo”.
Chegou a hora do brinde e meu cunhado já tava mostrando os problemas motores causados pelo álcool. Abraços, beijos, brindes e o cumprimento com a Clarita: Muitos parabéns, Claritinha – falei e peguei ela pela cintura Pra você também, cunhado – ela disse
Quando tirei a mão, passei por suas costas fingindo um carinho afetivo e pude confirmar minhas suspeitas. A Clarita não tava de sutiã. Senti uma pontada lá embaixo.
Chegaram os torrones, o panetone, mais um champanhe e muitas risadas. Só meu cunhado que não aguentou mais e foi cambaleando pro sofá da sala.
Ficamos na mesa: eu, minha mulher, a Clarita e minha sogra. Meu sogro foi dormir.
Quando a gente tava levantando as coisas da mesa, minha mulher tava na cozinha com minha sogra, que aos berros de “deixa, deixa” começou a colocar tudo na lava-louças.
Eu tava tomando o último gole de champanhe quando a Clarita, de repente, me agarra o braço e sussurra no meu ouvido: Vou ter que te pedir um favor.
Aproveitei que minha mulher tava longe e não tava me vendo e me arrisquei: Você pode me pedir o que quiser – soltei, totalmente sem noção.
Ela sorriu pra mim e, olhando na direção do marido dela, que descansava praticamente morto no sofá, me disse:
– Você vai ter que me ajudar a subir isso. Ah, era isso? Sim – falei feito um idiota. Que outro favor eu poderia te pedir?
A garota tava brincando com fogo ou era impressão minha? A verdade é que aproveitei pra responder Podia me pedir qualquer favor que você quisesse, que eu não ia recusar – soltei pra ela. Quem quiser?
Eu mantive o olhar fixo nela, sério e tentando deixar claro que aquilo não era brincadeira. E se fosse, era um jogo muito perigoso. o que você quiser Agora mesmo Agora não, mas daqui a pouco, quando todo mundo tiver dormindo, sim. Você é que tem culhão – ela me disse Normalmente não sou muito ousado, mas nesse caso – naquele momento eu olhei ela de cima a baixo – acho que a situação merece.
De repente, a voz da minha esposa surge de trás e diz:
- Não sobrou nada pra levantar? Não – respondemos nós dois. Bom, vamos dormir – diz minha mulher Eu acompanho a Clara pra levar seu irmão pela escada – falo pra ela. Sim, vai ser melhor – reconhece minha mulher Bom, subam vocês primeiro, porque acho que vamos demorar pra subir ele. Você vai dar conta?" – pergunta minha sogra Sim, sim, subam – falo pra elas
Minha mulher e minha sogra sobem. Clara fica me olhando de pé. Paro pra encará-la e a acho gostosa. Tenta acordar ele pra você conseguir ajuda pra subir um pouco – falo
A real é que meu cunhado parece desmaiado ou morto. Eu aproveito pra subir pro quarto da minha mulher e encontro ela terminando de arrumar a cama pra nós. Minha sogra no outro quarto tá arrumando a cama pro meu cunhado e pra Clarita.
Vejo minha mulher de costas, curvada, e chego nela. Agarro os peitos dela por trás e falo no ouvido: “vai me esperar?” “Cê tá louco?” ela responde. Assunto encerrado, minha única esperança é a Clarita.
Desço de novo e ela tá tentando acordar ele. Parece missão impossível. Volto pra cozinha e encontro uma garrafa de champanhe pela metade. Quando me viro pra voltar pra sala, a Clara tá atrás de mim me encarando. Parece impossível acordar ele – ela me diz Quer um pouco de champanhe? – ofereço a ela Bom, no fim das contas não sei quanto tempo vou levar pra acordar ele e conseguir subir. Não precisa acordar ele, a gente coloca ele no sofá e pronto. Ah, boa ideia
Agora ela senta na bancada da cozinha e eu fico de pé olhando pra ela. Não me seguro, fico olhando mesmo. Se ela não gostar, que vá dormir. Ela ajeita o vestido e ele sobe, mostrando as pernas quase inteiras. Eu olho direto pra buceta dela e ela me encara. O que que tu tá olhando? Quero ver se é verdade essa história da tradição das calcinhas rosa. Quer ver de que cor é a calcinha que eu tô usando? Claro – respondo pra ela
Ela abre as pernas e eu vejo um triângulo branco que me deixa louco. Fico paralisado, igual os policiais em Instinto Selvagem quando a Sharon Stone cruza as pernas.
Ela pega a taça de champanhe e dá um gole. Me encara com um olhar desafiador.
– Bom, já viu, não é rosa
Ela desce da bancada com um pulinho, larga a taça e me diz: Vou dormir. Espera – falo, segurando o braço dela e puxando ela pra perto de mim. O quê?" – ela diz a centímetros do meu rosto. Não vá – meu tom é de súplica Pra que você quer que eu fique? Nesse momento eu percebo que nunca soltei o braço dela e ainda tô segurando. Ela não faz força pra se soltar, pelo contrário, parece que se aproxima e busca o contato com o meu corpo. Já te falei, não me acovardo – falei na cara dela Aqui? Agora?" – ela me pergunta Dá uma espiada pra ver se ele ainda tá dormindo.
Ela pega na minha mão e me leva pra área dos sofás, mas para bem antes de entrar e se espreguiça, empinando a raba. Continua bem dormido – me diz.
Eu seguro o quadril dela com as duas mãos e apoio descaradamente no centro da bunda perfeita dela. Esse é o momento em que ela se solta e vai pra cima, eu penso.
O que acontece é exatamente o contrário, ela se mexe procurando o contato. Meu pau fica duro na hora e começo a me esfregar nela com total descaramento. Tô louco, minha mulher pode descer a qualquer momento. O marido dela (meu cunhado) pode acordar, mesmo que seja improvável.
Não sei se é a adrenalina do proibido que me deixa assim, mas o fato é que não consigo parar. Começo a pensar com a cabeça do pau e não com a do corpo. Não aguento mais.
Pra piorar, ela não colabora e se mexe de um jeito tremendo. Ela se vira e me diz:
- Segue que ele continua dormindo – ela solta.
Sinto que isso me dá mais liberdade, mas pra quê? Pra tudo? Vou pra tudo, pensei, e sem hesitar levantei o vestido dela e apareceu aquele rabo lindo com uma fio dental branca bem pequenininha que sumia no meio da bunda dela.
Fico olhando pra bunda dela por um instante. Olho de novo pro rosto dela e ela tá me encarando. Ela morde o lábio. Segui, eu controlo – ela me diz
Não acredito no que estou vivendo. Vou comer minha cunhadinha gostosa. Agora é minha vez, penso.
Me ajoelho no chão e beijo a bunda dela. Uma nádega, depois a outra e agarro as laterais da tanga pra começar a puxar pra baixo. Vou descendo até os joelhos, mas ela faz um movimento pra cair no chão e tira completamente. Pega com a mão e enrola no punho apertado.
Eu fico ajoelhado e a única coisa que me vem é abrir a bunda dela com as duas mãos e olhar o cuzinho franzido e a buceta completamente depilados, como meu cunhado tinha anunciado horas antes.
Não hesito e enterro minha cara na bunda dela, chupo o períneo, o cu e a buceta em várias passadas. Não vou fazer cerimônia e vou ser o mais sujo possível pra ela entender que tô disposto a tudo por ela.
O sabor dela é forte e eu amo. Nunca gostei de mulher que não tem cheiro nem gosto de nada lá embaixo.
Sinto a mão dela acariciando meu cabelo enquanto chupo. De repente, ela agarra meu cabelo com força e me afasta. Vem – ele me diz.
Me levanta e me beija na boca com o gosto da sua buceta. Volta pra cozinha, senta na bancada e se inclina pra frente, me mostrando a buceta rosada e sem um único pelo. Chupa minha buceta agora, assim.
Eu me ajoelho no chão de novo e chupo a buceta dela, dessa vez de frente, e consigo me concentrar no clitóris dela. Aghhhh siiiii Continua… me faz gozar, vai Mmmmm – eu chupava com desespero Sabia que o orgasmo dela tava chegando e não mudei nenhum movimento do que tava fazendo. Insisti na mesma área, mesmo movimento de língua e os gemidos dela aumentavam. Aghhhh aghhhh
Peguei na mão dela, tirei a calcinha enrolada e enfiei na boca dela pra tentar calar ela. Aghhhh Mmmmm siiiii – ela se desmanchou num gemido tremendo.
Levantei. Meus joelhos doíam, mas não tava nem aí. Fiz essa gostosa gozar com minha boca. E agora?
Olhei pra ela e ela me olhou. A gente se beijou. Um beijo longo e apaixonado. Queria continuar, mas o risco era grande demais.
— Vamos dar outra olhada – ela me fala
A gente se aproxima do meu cunhado, que parecia ter despertado um pouco. Ela disse pra ele “vamos pra cima”
Eu ajudei ele e, por sorte, ele colaborou e se agarrou em mim pra subir as escadas. Em dois minutos, nós três estávamos no quarto deles.
Ela tirou a camisa e a calça dele, deixando ele só de cueca. Tudo isso na minha frente. Pude ver que meu cunhado já tava meio duro, porque dava pra ver uma barraca na cueca preta. Dorme – disse ela Bom, vou deixar vocês – eu disse Valeu" – ela disse pra mim e me deu um sorriso. Você me deve uma – eu fui embora.
Pergunto pra vocês: o que eu faço agora na hora do almoço, quando a gente se juntar pra comer e eu ver ela?
Podem deixar seus comentários em reybaco2005@gmail.com
Ou no telegram @reybaco2005
Chegou o 24-12-2025 e esse ano a gente passou com a família da minha esposa. Nos reunimos na casa dos pais dela, na zona norte, e íamos dormir lá pra não ter que dirigir de volta.
É uma casa enorme, ainda mais agora que eles moram sozinhos. Muito espaçosa embaixo e com vários quartos em cima, onde a gente ia dormir, eu e minha esposa, e meu cunhado com a mulher dele também.
Chegamos cedo pra evitar o trânsito e começamos a dar uma mão. Enquanto isso, já foram preparando drinks e petiscando umas coisinhas.
Meu cunhado começou a beber desde muito cedo, o que já era um sinal de que ia aprontar alguma e, quem sabe, apagar num sofá antes da meia-noite.
A gente tinha combinado que os homens vestiriam branco e as mulheres, vermelho. Era uma espécie de brincadeira que a gente fazia todo fim de ano.
Estávamos comendo o Vitel Toné e ele já tava bem solto, a mulher dele, Clara (a gente chamava ela de Carinha), olhava pra ele preocupada.
Deixa eu descrever a Clarita rapidinho. Ela é novinha, uns 27 anos, loira, bem magrinha e com os peitos siliconados que ficaram realmente uma delícia. Dessa vez, diferente do normal, ela não tava de sutiã e usava um vestido longo vermelho de botão que colava no corpo.
Minha sogra ria das piadas do filhão e meu sogro tava completamente por fora, já que é meio surdo.
Quando a gente tava no prato principal, minha sogra trouxe o leitão com maionese. No meio da comida, meu cunhado bêbado solta que a porção de porco dele tem pelo e manda a seguinte frase que ecoou na mesa e não passou despercebida, principalmente pra mim: O leitão tem pelo nessa parte e tem que estar completamente depilado, haha – meu cunhado já tava totalmente bêbado e eram 22h30. Bom, come mesmo assim – a mulher fala com um tom de irritação que não conseguiu evitar, o que pareceu não ter agradado ele. Como vocês estão?" – disse ele, olhando para sua mulher gostosa, que também tinha bebido demais, mas não chegava a estar tão mal quanto ele. Como eu, o quê?" – ela disse Que você tá toda depilada… Fez-se um silêncio e o ar ficou tenso pra caralho. Mati, você bebeu demais — minha mulher me segura. Não tô mentindo, né? – ele fala, olhando pra Clarita, que devolve o olhar com uma cara de ódio total.
Eu olho pra ela naquele momento e ela cruza o olhar comigo. Me deu um arrepio só de olhar nos olhos dela e saber que ela se depilava toda.
A partir daquele momento, não sei por que motivo, mas me deu uma espécie de obsessão e eu ficava olhando pra ela toda hora. Ela pareceu perceber e sustentou o olhar comigo mais de uma vez.
Eu tava a mil. Sabia que eles iam dormir lá também e comecei a imaginar a Clarita e a buceta dela totalmente lisinha, sem nenhum pelo. Sabia que as chances de rolar alguma coisa eram zero ou menos, mas mesmo assim não consegui evitar de me imaginar com ela.
Lá pelas 23h30, meu cunhado sentou na mesa e não levantou mais. Continuava bebendo vinho e, sempre que alguém pedia pra ele parar um pouco, respondia com um “qual é o problema? Vou dormir aqui mesmo”.
Chegou a hora do brinde e meu cunhado já tava mostrando os problemas motores causados pelo álcool. Abraços, beijos, brindes e o cumprimento com a Clarita: Muitos parabéns, Claritinha – falei e peguei ela pela cintura Pra você também, cunhado – ela disse
Quando tirei a mão, passei por suas costas fingindo um carinho afetivo e pude confirmar minhas suspeitas. A Clarita não tava de sutiã. Senti uma pontada lá embaixo.
Chegaram os torrones, o panetone, mais um champanhe e muitas risadas. Só meu cunhado que não aguentou mais e foi cambaleando pro sofá da sala.
Ficamos na mesa: eu, minha mulher, a Clarita e minha sogra. Meu sogro foi dormir.
Quando a gente tava levantando as coisas da mesa, minha mulher tava na cozinha com minha sogra, que aos berros de “deixa, deixa” começou a colocar tudo na lava-louças.
Eu tava tomando o último gole de champanhe quando a Clarita, de repente, me agarra o braço e sussurra no meu ouvido: Vou ter que te pedir um favor.
Aproveitei que minha mulher tava longe e não tava me vendo e me arrisquei: Você pode me pedir o que quiser – soltei, totalmente sem noção.
Ela sorriu pra mim e, olhando na direção do marido dela, que descansava praticamente morto no sofá, me disse:
– Você vai ter que me ajudar a subir isso. Ah, era isso? Sim – falei feito um idiota. Que outro favor eu poderia te pedir?
A garota tava brincando com fogo ou era impressão minha? A verdade é que aproveitei pra responder Podia me pedir qualquer favor que você quisesse, que eu não ia recusar – soltei pra ela. Quem quiser?
Eu mantive o olhar fixo nela, sério e tentando deixar claro que aquilo não era brincadeira. E se fosse, era um jogo muito perigoso. o que você quiser Agora mesmo Agora não, mas daqui a pouco, quando todo mundo tiver dormindo, sim. Você é que tem culhão – ela me disse Normalmente não sou muito ousado, mas nesse caso – naquele momento eu olhei ela de cima a baixo – acho que a situação merece.
De repente, a voz da minha esposa surge de trás e diz:
- Não sobrou nada pra levantar? Não – respondemos nós dois. Bom, vamos dormir – diz minha mulher Eu acompanho a Clara pra levar seu irmão pela escada – falo pra ela. Sim, vai ser melhor – reconhece minha mulher Bom, subam vocês primeiro, porque acho que vamos demorar pra subir ele. Você vai dar conta?" – pergunta minha sogra Sim, sim, subam – falo pra elas
Minha mulher e minha sogra sobem. Clara fica me olhando de pé. Paro pra encará-la e a acho gostosa. Tenta acordar ele pra você conseguir ajuda pra subir um pouco – falo
A real é que meu cunhado parece desmaiado ou morto. Eu aproveito pra subir pro quarto da minha mulher e encontro ela terminando de arrumar a cama pra nós. Minha sogra no outro quarto tá arrumando a cama pro meu cunhado e pra Clarita.
Vejo minha mulher de costas, curvada, e chego nela. Agarro os peitos dela por trás e falo no ouvido: “vai me esperar?” “Cê tá louco?” ela responde. Assunto encerrado, minha única esperança é a Clarita.
Desço de novo e ela tá tentando acordar ele. Parece missão impossível. Volto pra cozinha e encontro uma garrafa de champanhe pela metade. Quando me viro pra voltar pra sala, a Clara tá atrás de mim me encarando. Parece impossível acordar ele – ela me diz Quer um pouco de champanhe? – ofereço a ela Bom, no fim das contas não sei quanto tempo vou levar pra acordar ele e conseguir subir. Não precisa acordar ele, a gente coloca ele no sofá e pronto. Ah, boa ideia
Agora ela senta na bancada da cozinha e eu fico de pé olhando pra ela. Não me seguro, fico olhando mesmo. Se ela não gostar, que vá dormir. Ela ajeita o vestido e ele sobe, mostrando as pernas quase inteiras. Eu olho direto pra buceta dela e ela me encara. O que que tu tá olhando? Quero ver se é verdade essa história da tradição das calcinhas rosa. Quer ver de que cor é a calcinha que eu tô usando? Claro – respondo pra ela
Ela abre as pernas e eu vejo um triângulo branco que me deixa louco. Fico paralisado, igual os policiais em Instinto Selvagem quando a Sharon Stone cruza as pernas.
Ela pega a taça de champanhe e dá um gole. Me encara com um olhar desafiador.
– Bom, já viu, não é rosa
Ela desce da bancada com um pulinho, larga a taça e me diz: Vou dormir. Espera – falo, segurando o braço dela e puxando ela pra perto de mim. O quê?" – ela diz a centímetros do meu rosto. Não vá – meu tom é de súplica Pra que você quer que eu fique? Nesse momento eu percebo que nunca soltei o braço dela e ainda tô segurando. Ela não faz força pra se soltar, pelo contrário, parece que se aproxima e busca o contato com o meu corpo. Já te falei, não me acovardo – falei na cara dela Aqui? Agora?" – ela me pergunta Dá uma espiada pra ver se ele ainda tá dormindo.
Ela pega na minha mão e me leva pra área dos sofás, mas para bem antes de entrar e se espreguiça, empinando a raba. Continua bem dormido – me diz.
Eu seguro o quadril dela com as duas mãos e apoio descaradamente no centro da bunda perfeita dela. Esse é o momento em que ela se solta e vai pra cima, eu penso.
O que acontece é exatamente o contrário, ela se mexe procurando o contato. Meu pau fica duro na hora e começo a me esfregar nela com total descaramento. Tô louco, minha mulher pode descer a qualquer momento. O marido dela (meu cunhado) pode acordar, mesmo que seja improvável.
Não sei se é a adrenalina do proibido que me deixa assim, mas o fato é que não consigo parar. Começo a pensar com a cabeça do pau e não com a do corpo. Não aguento mais.
Pra piorar, ela não colabora e se mexe de um jeito tremendo. Ela se vira e me diz:
- Segue que ele continua dormindo – ela solta.
Sinto que isso me dá mais liberdade, mas pra quê? Pra tudo? Vou pra tudo, pensei, e sem hesitar levantei o vestido dela e apareceu aquele rabo lindo com uma fio dental branca bem pequenininha que sumia no meio da bunda dela.
Fico olhando pra bunda dela por um instante. Olho de novo pro rosto dela e ela tá me encarando. Ela morde o lábio. Segui, eu controlo – ela me diz
Não acredito no que estou vivendo. Vou comer minha cunhadinha gostosa. Agora é minha vez, penso.
Me ajoelho no chão e beijo a bunda dela. Uma nádega, depois a outra e agarro as laterais da tanga pra começar a puxar pra baixo. Vou descendo até os joelhos, mas ela faz um movimento pra cair no chão e tira completamente. Pega com a mão e enrola no punho apertado.
Eu fico ajoelhado e a única coisa que me vem é abrir a bunda dela com as duas mãos e olhar o cuzinho franzido e a buceta completamente depilados, como meu cunhado tinha anunciado horas antes.
Não hesito e enterro minha cara na bunda dela, chupo o períneo, o cu e a buceta em várias passadas. Não vou fazer cerimônia e vou ser o mais sujo possível pra ela entender que tô disposto a tudo por ela.
O sabor dela é forte e eu amo. Nunca gostei de mulher que não tem cheiro nem gosto de nada lá embaixo.
Sinto a mão dela acariciando meu cabelo enquanto chupo. De repente, ela agarra meu cabelo com força e me afasta. Vem – ele me diz.
Me levanta e me beija na boca com o gosto da sua buceta. Volta pra cozinha, senta na bancada e se inclina pra frente, me mostrando a buceta rosada e sem um único pelo. Chupa minha buceta agora, assim.
Eu me ajoelho no chão de novo e chupo a buceta dela, dessa vez de frente, e consigo me concentrar no clitóris dela. Aghhhh siiiii Continua… me faz gozar, vai Mmmmm – eu chupava com desespero Sabia que o orgasmo dela tava chegando e não mudei nenhum movimento do que tava fazendo. Insisti na mesma área, mesmo movimento de língua e os gemidos dela aumentavam. Aghhhh aghhhh
Peguei na mão dela, tirei a calcinha enrolada e enfiei na boca dela pra tentar calar ela. Aghhhh Mmmmm siiiii – ela se desmanchou num gemido tremendo.
Levantei. Meus joelhos doíam, mas não tava nem aí. Fiz essa gostosa gozar com minha boca. E agora?
Olhei pra ela e ela me olhou. A gente se beijou. Um beijo longo e apaixonado. Queria continuar, mas o risco era grande demais.
— Vamos dar outra olhada – ela me fala
A gente se aproxima do meu cunhado, que parecia ter despertado um pouco. Ela disse pra ele “vamos pra cima”
Eu ajudei ele e, por sorte, ele colaborou e se agarrou em mim pra subir as escadas. Em dois minutos, nós três estávamos no quarto deles.
Ela tirou a camisa e a calça dele, deixando ele só de cueca. Tudo isso na minha frente. Pude ver que meu cunhado já tava meio duro, porque dava pra ver uma barraca na cueca preta. Dorme – disse ela Bom, vou deixar vocês – eu disse Valeu" – ela disse pra mim e me deu um sorriso. Você me deve uma – eu fui embora.
Pergunto pra vocês: o que eu faço agora na hora do almoço, quando a gente se juntar pra comer e eu ver ela?
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7 comentários - Ceia de Natal com Sobremesa Proibida
gracias loco
Te digo te va a tirar un centro .
Abrazo vampiro .