Depois de 11 horas de voo, o avião pousou às 8 da noite. No terminal, a Vanessa estava me esperando. A gente se abraçou forte — já fazia quase 2 anos desde o casamento. Enquanto esperava minha bagagem, não parávamos de conversar. Colocamos as malas no carro e fomos pra cidade. Tava um calorão.
— Cê deve tá com fome, vamos parar pra jantar algo primeiro.
— Não tô com fome, tô muito cansada e prefiro descansar, muitas horas de voo.
— Então vamos direto pra casa.
Chegamos no apartamento dela. Ela puxava uma das minhas malas e uma bolsa, eu com mais duas malas.
— Bem-vinda ao seu novo lar, essa é a sala de jantar.
Sem soltar a mala, ela foi em direção a um corredor do outro lado.
— Aqui é o banheiro, esse é um quarto pequeno com uma cama caso alguém durma aqui, e esse é o nosso quarto.
Era grande, com uma cama de casal, dois criados-mudos, uma penteadeira e um armário enorme.
— Seu lado é o direito. Esvaziei o criado-mudo pra você guardar a roupa íntima e fiz espaço no armário pra suas roupas.
— Não é melhor eu ficar no outro quarto? Não quero ser um incômodo.
— Incômodo nada, cê é boba ou o quê?
— Não, obrigada, mas não tava pensando em desfazer as malas. Minha intenção é alugar um apartamento o mais rápido possível e arrumar um emprego.
— Pois é, cê é boba. Sabe o quanto tão caros os aluguéis pra uma pessoa sozinha? Então você fica aqui comigo. Dividimos o apê e as despesas entre nós duas, e assim também não ficamos sozinhas, fazemos companhia uma pra outra.
— Tá bom, tudo bem. Agora eu queria tomar um banho.
— Cê já sabe onde é o banheiro. Tem toalhas limpas penduradas atrás da porta.
Peguei roupa limpa numa mala e fui tomar banho. Quando saí, a Vanessa tava na cozinha — que eu ainda não tinha visto — preparando algo pra jantar. Quis ajudar, mas ela não deixou e mandou eu sentar e descansar. Depois de jantar e conversar um pouco:
— Vanessa, tô morrendo de vontade de me enfiar na cama.
— Eu também. Tenho que acordar cedo amanhã, vou trabalhar. Vamos.
Já na cama... quarto. — vamo ver em qual mala eu coloquei as camisolas. — com esse calorão você vai usar camisola? dorme melhor de calcinha. — cê tem razão. Me deitei do meu lado da cama, me despi, fiquei só de calcinha e me deitei na cama onde a Vanessa já tava deitada. — boa noite, Vanessa. Falei olhando pra ela, ela chegou o rosto perto e me beijou na boca. — boa noite. Adormeci na hora, mas umas duas horas depois acordei por causa do fuso horário e não consegui dormir a noite inteira. Às 7 tocou o despertador da Vanessa. — bom dia, não dormi nada a noite toda. — Bom dia, normal, o fuso horário te deixou bagunçada. Ela levantou e saiu só de calcinha pro banheiro, eu fiquei na cama e uns minutos depois ela apareceu na porta. — vou fazer café, quer um? — quero. Levantei, fui no banheiro primeiro e depois pra cozinha, o café já tava pronto. A gente sentou uns 20 minutos, as duas só de calcinha, tomando café. — vou me vestir que tenho que ir. — sim, eu vou tentar dormir pra ver se consigo. Ela foi embora e eu, depois de quase uma hora rolando na cama sem pregar o olho, levantei, fiz outro café. Depois, sem me vestir, desfiz as malas e coloquei tudo nos armários. Tava muito calor e com a umidade eu tava toda suada. Tomei banho e me vesti com um vestido curto. Era pouco mais das 10, não sabia o que fazer, tinha o dia inteiro pela frente até as 5, quando a Vanessa chegava. Também não podia sair porque não tinha chave pra entrar, então procurei os produtos de limpeza e comecei a tirar o pó, varrer e passar pano. No almoço, preparei comida. Comecei a sentir sono, fui pra cama e dormi na hora. Acordei quando ouvi os passos da Vanessa, já eram mais das 5, tinha dormido umas 4 horas. Levantei e a gente conversou sobre como tinha sido o dia. — aliás, cê tinha que me dar umas chaves pra eu poder sair. — sim, esqueci de te falar que tem umas no armário da entrada. — e também, vê se cê pode me emprestar o computador pra eu procurar trabalho. — claro. enquanto procuro, já cuido das tarefas do apartamento. — me parece bem. Passamos a tarde no sofá conversando até a hora do jantar, depois fomos pra cama esperar um novo dia. Essa noite dormi um pouco mais. Naquela manhã, limpei o banheiro e saí pra comprar umas coisas que faltavam de comida. A tarde foi igual à anterior. Na sexta, ela sai ao meio-dia, então preparei comida pra nós duas e à tarde fomos ao shopping fazer compras e, de quebra, fizemos as unhas. No sábado de manhã, limpamos e colocamos a lavadora, almoçamos e vimos uns filmes até quase às 7. — Pili, que tal a gente se arrumar e sair pra jantar e tomar algo depois? — perfeito. Depois de jantar e tomar uns drinks, voltamos pra casa. Já na cama, Vanessa começou a me tocar. — Para, não continua, não quero. — Por quê? — Porque faz pouco tempo que ele morreu e ainda não superei. — Desculpa, me perdoa. Ela me abraçou, me deu um beijo no ombro e assim fiquei dormindo. No domingo, passamos em casa; aproveitei pra fazer meu currículo, o que não foi fácil porque minha única experiência era de entregador e como homem. Como mulher, nunca tinha trabalhado — bom, na sex shop, mas não ia colocar isso. Na segunda, comecei a procurar emprego sem saber o que procurava. Comecei a ler vagas e mandei currículo pra uns supermercados, uma empresa de limpeza e várias fábricas. A semana passou rápido entre as tarefas de casa e a busca por trabalho. Não recebi resposta nenhuma. No sábado, Vanessa disse que ia sair à noite porque tinha encontro com um foda-amigo e fiquei sozinha. Já fazia um mês da minha busca por emprego quando recebi um e-mail de um supermercado pra uma entrevista no dia seguinte. Fui muito nervosa pra entrevista. Quem me entrevistou foi uma mulher de uns 40 anos. Fui sincera e expliquei por que fiquei tanto tempo sem trabalhar: minha transição e meu casamento com Ramiro, mas só como união estável. Ela disse que, se eu fosse a escolhida, me ligaria no dia seguinte. E às 10 da manhã recebi uma ligação do supermercado pra me apresentar naquela mesma tarde pra assinar contrato de 6 meses e pegar o uniforme. Depois de assinar, me deixaram escolher se queria o uniforme de saia ou calça. Tava há mais de 3 anos sem usar calça, então escolhi a saia — era azul, acima do joelho, blusa branca e colete azul. Me entregaram 3 uniformes e no dia seguinte tinha que estar lá às 8 da manhã. No primeiro dia, só fiquei repondo produtos. No outro, me ensinaram a função de caixa e a partir daí fui alternando uma coisa e outra a cada dia. Meu turno era de 8 horas e variava: umas semanas de manhã, outras de tarde. Folgava domingo e segunda. Em casa, dividíamos as tarefas e a convivência era muito boa. Algum sábado a gente saía pra jantar e tomar uns drinks, e outros dias ela saía com algum amigo. Passaram quase 3 meses. Num sábado à noite, depois de tomar uns drinks, ao deitar na cama, Vanessa me deu o beijo na boca de toda noite. Eu tava de barriga pra cima, ela passou um braço sobre minha barriga começando a acariciar, e eu me deixei levar — acabamos transando. Isso foi se repetindo em outros dias durante a semana, que passaram rápido. Ela, um ou dois sábados por mês, saía com algum cara até que, no meio de uma semana: — Esse sábado marquei de sair com um amigo. Anima e vem, já falei com ele e ele vai trazer um amigo. A gente janta e vai dançar um pouco. O que cê acha? — Vale, parece bom. Chegou o sábado. Encontrei com eles num restaurante. Quando cheguei, já estavam esperando. Ela me apresentou: Julián e Rafael. Na hora, percebi que Rafael era o amigo, porque com Julián eles se beijaram na boca. Rafael era um pouco mais alto que eu, moreno e bonitinho. O jantar foi divertido, mas Rafael quase não falava — dava pra ver que era tímido. Daí fomos pra um bar tomar algo, onde comecei a ficar entediada, e depois pra uma balada, onde me diverti dançando sozinha enquanto Rafael não saía do balcão e os dois ficavam juntos. Dançavam ao meu lado entre beijos, chegou um momento em que já me sentia sufocada. — Vanessa, tô cansada, se não se importar, vou chamar um táxi e ir pra casa. — Como assim, vai embora sozinha? — Tô sufocada, você tá se divertindo e eu aqui sozinha, que amigo mais sem graça esse Rafael. — Verdade, não imaginava que ele fosse assim, não o conhecia. — Então por isso vou embora. — Espera um momento, vou falar com o Julián. Falou um pouco com o Julián. — Vamos todos, o Julián nos leva pra casa. Ao chegar e sair do carro. — Desculpa, Vanessa, te ferrei a noite. — Relaxa, sem problemas, eu teria feito o mesmo que você. — É, mas te atrapalhei de dar uma trepada com o Julián. — Para de se sentir culpada, do mesmo jeito não ia rolar, não ia te deixar sozinha. — Não me importava de ter vindo sozinha. — Olha, vou ser clara: ou a gente fode as duas, ou ninguém fode. — Kkkk, que besta você é. — Kkkk, e sem foda a gente não vai ficar essa noite, não é a mesma coisa que um pau de borracha, mas é o que temos. — Kkkk. Fomos direto pro banheiro e pra cama, onde curtimos uma boa sessão de sexo, dormimos peladas, acordei perto do meio-dia, ela ainda tava dormindo, fiquei mais uns minutos deitada até decidir levantar, e quando me mexi ela acordou, me deu bom dia, coloquei uma calcinha, fui ao banheiro e depois preparei café pra nós duas, quando ela entrou na cozinha já tava na mesa, ficamos comentando sobre a noite anterior. — Na próxima vai ser melhor, tenho dois amigos que já comi os dois, e o Marc é o ideal pra você, depois falo com eles pra marcar um sábado. — Espero que seja mais aberto que o Rafael. — Você vai ver, é o contrário. Tomamos um banho juntas e enquanto a comida ficava pronta, arrumamos a cama, demos uma limpada e colocamos a lavadora, depois de almoçar vendo um filme, a Vanessa falou com o Marc e o amigo dele Miguel. — Marquei com eles sábado que vem, vão nos pegar às 8 pra jantar e depois festa. Chegou o sábado e às 8 estávamos prontas, as duas de vestido preto. Ajustado e curtinho, esperando uma mensagem pra descer, que não demorou muito pra chegar. Eles nos esperavam em pé na frente do carro, fez as apresentações e sentamos as duas atrás. Marc era alto, me passava uma cabeça e olha que eu tava de salto de 10 cm, não era musculoso mas parecia forte, cabelo castanho curto e cacheado, atraente. Miguel era um pouco mais baixo mas mais definido, cabelo moreno e mais bonito. Marc dirigiu, depois de 20 minutos estacionou na área do Porto Olímpico e, depois de andar uns 5 minutos, entramos num restaurante. Nos levaram pra uma mesa reservada, eu fiquei de frente pro Miguel e do lado do Marc. O jantar foi mais animado que o anterior, Marc era o oposto do Rafael, falava muito, parecia um cara com muito caráter. Depois tomamos uma dose num terraço e fomos pra uma balada. Pedimos bebida e ficamos perto do balcão, numa mesa redonda alta pra apoiar a bebida. Continuamos conversando os quatro, mas não demorou pra Vanessa e Miguel ficarem só entre eles, se beijando, e eu conversando com Marc, que me perguntou sobre minha vida. Como a música tava alta, pra ouvir bem tínhamos que chegar perto, até que ele passou a mão por trás de mim, colocando suavemente na minha cintura. Uns minutos depois, me agarrou com força e me puxou pra perto, encostou os lábios no meu ouvido. — Quando tenho minhas slutty assim, gosto que não estejam de calcinha. — hahaha, mas eu não sou sua slut. — Vanessa me contou umas coisas sobre você, que você gosta de ser chamada de slut, que é submissa e obediente, e por isso você vai no banheiro, tira a calcinha e me entrega. Ele falou sério e com autoridade, me excitou sentir ele falando assim comigo. Me afastei dele e fui pro banheiro, enquanto ia, ia ficando cada vez mais excitada, pensando que com Marc naquela noite eu voltaria a ocupar o lugar que devo como mulher submissa. O banheiro não era longe, mas naqueles poucos metros eu já tinha certeza que tinha molhado a calcinha. Entrei no banheiro, tive que dar uma volta uns minutos, entrei num box... Tirei a calcinha e voltei com ela escondida na mão, o tesão de estar sem calcinha me deixou muito excitada. Fiquei do lado dele e entreguei a calcinha, ele guardou no bolso e me puxou pela cintura com força, me colando nele. — Boa garota, e a Vanessa tinha razão, muito obediente. Ele desceu a mão pela minha bunda e enfiou por baixo do vestido, tocando minha bunda nua. — É, assim que eu gosto que minhas putinhas andem, com a buceta arejada e fresquinha. Ele enfiou a mão entre minhas pernas até tocar minha buceta. — Mas bem fresquinha não está, tá quente e molhadinha, você tá bem excitada, né, putinha? — Sim. Ali de pé, enquanto a Vanessa não parava de beijar o Miguel na boca, o Marc tava me tocando a buceta e enfiando os dedos, e eu deixava, enquanto via na minha frente a balada cheia de gente bebendo e dançando. Ele tirou a mão, me virou pra ele e começou a me beijar. O Miguel perguntou se a gente queria mais alguma coisa, pedimos outro cuba-libre. Eles começaram a conversar, e a Vanessa me pediu pra acompanhar ela no banheiro. Fui com ela, entramos juntas no mesmo box, e mesmo com vontade, não fiz xixi pra ela não ver que eu tava sem calcinha. Na volta, pegamos a bebida e fomos dançar um pouco na pista, nós duas. Enquanto dançávamos, a bexiga foi enchendo e eu não aguentava mais, falei pra Vanessa que ia no banheiro, achando que ela não viria. — Vou com você. — Não precisa. — Eu também tô com vontade de novo. Lá dentro, deixei ela fazer primeiro, e depois eu tentei fazer de tudo pra ela não perceber. Sentei, levantei o vestido, e ela ficou olhando. — Você não colocou calcinha. — Coloquei, depois te explico. — Explica, tô curiosa. — É culpa sua. — Culpa minha, por quê? Expliquei o motivo. — Kkkkk, que filho da puta esse Marc. Expliquei pra ele que você gosta de homens dominadores, que mandam, e algumas coisas e gostos seus. — Ele me falou disso, você é uma safada. — Kkkkk, sim, mas sabia que isso era o que você precisava. — É, verdade, tava sentindo falta. — Bom, vamos voltar pra eles. Fui pra onde Continuavam conversando. Quando me coloquei ao lado dele, ele segurou minha cintura e me puxou pra perto. "Já se cansaram de dançar?" "Não, mas estávamos com saudades da companhia de vocês", respondeu Vanessa. "A gente tava pensando que podíamos ir embora." "Como quiserem, vocês têm que nos levar pra casa." "Então vamos." Ao chegar no carro, dessa vez Miguel sentou atrás com Vanessa e eu na frente. Eles iam se beijando, enquanto Marc, dirigindo com uma mão, acariciava minha coxa. Ele seguia em direção ao nosso apartamento, mas numa esquina desviou e, umas quadras depois, parou na porta de um estacionamento que se abriu automaticamente e entrou com o carro. "Já estamos em casa." Tínhamos chegado no apartamento dele, já tinha achado estranho nos levarem tão rápido pra casa. Subimos. "Vou pegar bagaço pra tomar um shot." Voltaram num instante com quatro copos e serviram os shots. Um brinde e de uma vez pra dentro. Miguel agarrou Vanessa, deu um amasso nela e a levou, sumindo no fundo de um corredor. Marc se aproximou, me agarrou. "Vem que vou te mostrar meu quarto." Me levou até lá, fechou a porta, me puxou pra perto e começou a me beijar, passando a mão na minha bunda. "Vamos ver se você é tão puta quanto a Vanessa me contou." "Agora você vai saber." Continuamos nos beijando. A mão dele na minha bunda foi subindo meu vestido, deixando minha bunda de fora. A outra mão apalpando meus peitos. Uma das minhas mãos desceu pelo peito dele, desabotoou a calça, entrou dentro da cueca e agarrou a pica já meio dura. "Hummm, tá quente." "Gostou?" "Sim. Agora você vai saber o que a sua putinha submisa gosta." Beijei ele nos lábios, descendo pro pescoço enquanto com uma mão desabotoava a camisa dele. Tirei a camisa e continuei descendo, beijando o peito dele, acariciando com uma mão enquanto a outra continuava agarrada na pica. Segui descendo, percorrendo o corpo dele com os lábios até ficar de joelhos. Abaixei a calça e a cueca dele. A pica já dura na frente do meu rosto. Olhei pra cima, buscando o olhar dele. Olhei fixamente nos olhos dele enquanto aproximava a boca. Cara e passava a língua no pau desde a base até a ponta, e prendia ele entre os lábios. — Mmmmm, deliciosa. — É, gostou disso, sua puta? — Sim, adoro. — Então é todo seu. Comecei a chupar devagar, sem tirar os olhos dos dele. — Isso, que gostoso, chupa assim, sua puta, continua, mmmm. Fui enfiando ele na boca aos poucos, curtindo, ele não desviava o olhar, agora quieto, em silêncio. Subi até a ponta e tirei ele da boca. — Gostou? — Sim. — Eu também achei gostoso, fala umas putarias, quero ouvir você enquanto chupo. — Cala a boca e chupa, sua puta, isso, mmm, que gostoso, você é uma boa chupadora de pau, uma verdadeira rabuda. Enquanto ele falava umas sacanagens, me concentrei no serviço até fazer ele gozar na minha boca. Limpei ele todo e me levantei. Sem pensar, tirei o vestido e o sutiã e me joguei na cama. Ele abriu minhas pernas e se meteu entre elas. Não tinham passado nem 2 minutos e ele já estava bem duro. Senti a ponta na entrada da buceta e, de uma só vez, enfiou tudo dentro, começando a me foder com força desde o início, fazendo eu gritar e gemer na hora. — Gostou, né, sua puta? — Ahhhh, siiiim. — É assim que se fode uma vagabunda. O filho da puta estava me fodendo muito forte e me deixando louca de prazer. Fazia tempo que não transava e estava precisando sentir um bom pau entre as pernas de novo. — Isso, ahhhhh, não para. Sentia os ovos batendo em mim, meus gemidos eram sem parar. Uns minutos depois, a respiração dele foi ficando mais pesada. — Vou gozar, sua puta, tem problema gozar dentro? — Não, ahhhh, meu Deus, nenhum problema. Uns segundos depois, senti o calor do leite enchendo minha buceta. Ele deu mais quatro metidas, tirou o pau e se deitou ao lado. — Foi muito bom. — Sim. — Tô com vontade de um gole, quer um shot? — Quero. Ele saiu e num instante voltou com a garrafa de orujo e dois copos. Encheu os copos e a gente virou de uma vez, sentados na cama. Ele serviu mais dois, pegou a calça dele no chão e tirou minha calcinha do bolso. — Toma, não vai embora sem elas. Ah, esquecer amanhã. - Cara, eu não ia sair sem calcinha. - Kkkk, sabe, nunca tinha falado pra uma mina tirar a calcinha, menti pra você. - Que otário você é. - Não, sei lá, a Vanessa me falou de você e aí pensei nisso pra te testar, e achei que você ia me mandar tomar no cu, mas não foi assim. Bom, e como você se sentiu fazendo isso? - Ia te mandar pra puta que pariu sim, mas o tesão de fazer isso falou mais alto e foi uma boa experiência. - Mais um shot. Quando a gente bebeu esse, ele me pegou pela cabeça e me puxou pra perto, começou a me beijar na boca, língua com língua, uma mão começou a apalpar meus peitos, eu levei a minha até a rola dele pra masturbar, a mão dele desceu até a buceta, acariciou por cima e foi enfiando os dedos entre os lábios, entrando até sentir vários dedos lá dentro, a rola na minha mão cresceu rápido. Ele parou de me tocar, me pegou por uma perna, me levantando e me sentando de pernas abertas em cima dele. Levantei um pouco, peguei a rola dele, coloquei na entrada da buceta e sentei, enfiando tudo até o fundo. Comecei a pular em cima dela, enquanto olhava nos olhos dele e beijava. - Ahhhh, que gostoso, assim sinto ela ahhhh toda dentro. - Continua, não para, pula na minha rola, putinha. Apoiada com as mãos nos ombros dele, e as mãos dele uma em cada nádega, pulei igual uma louca na rola dele por um bom tempo até o cansaço me vencer. Saí de cima e fiquei de quatro na beira da cama. Ele ficou de pé atrás de mim e meteu, me segurou firme pela cintura, me fodendo com socadas fortes, gozando em uns dois minutos. Deitei na cama, ele sentou por uns minutos em silêncio. - Já volto, vou no banheiro, menina. Demorou uns 5 minutos pra voltar, eu tava sentada na cama, já tinha colocado a calcinha. - Cadê o banheiro? - No fim do corredor, a última porta. Saí do quarto, o outro era na frente e dava pra ouvir os gemidos da Vanessa, eles ainda estavam fodendo. Voltei pro quarto. Quarto. Marc estava sentado tomando um shot. — Quer um? — Não, já bebi demais, tô meio tonta e com sono. — Deita e dorme. Deitei na cama, ele também apagou a luz e não demorei nada pra pegar no sono. Quando acordei, estava sozinha, olhei a hora: 11 da manhã. Levantei, me vesti e, depois de ir ao banheiro, fui pro salão, onde todo mundo já estava. Me serviram um café e, depois de conversar um pouco, Vanessa disse que era hora de ir. Nos despedimos, pegamos um táxi que nos levou pra casa. Entre o trabalho e as coisas de casa, os dias passavam rápido. Eu e Marc trocávamos mensagens direto. Já tinham se passado três semanas desde que fiquei com ele, e ele me mandou uma mensagem à tarde. — Oi, gata, como cê tá? — Bem. — Tem planos pra esse sábado? — Por enquanto não. — Que tal se eu te convidar pra jantar? Miguel vai passar o fim de semana com os pais e não tô afim de ficar sozinho. — Parece ótimo. — Beleza, tudo bem eu passar te pegar às 8? — Sim. — Perfeito, a gente vai se falando até sábado. — Sim, claro. Chegou sábado. Coloquei uma minissaia preta bem curta e justa e uma blusa branca por cima de um conjunto de fio dental e sutiã de renda. 5 minutos antes das 8, recebi uma mensagem que ele já estava lá embaixo. Ele me esperava fora do carro, trocamos um beijo e fomos de carro jantar. Ele tinha uma mesa reservada, sentamos, pediu vinho pra beber e escolhemos o prato. — Marc, me dá licença, vou ao banheiro rapidinho. Voltei, sentei na mesa e levei uma mão até a dele. — Toma. — O que é isso? — Minha calcinha. — Hahaha, cê é louca. — Hahaha, sim, muito louca, mas assim deixo claro que sou sua putinha. — Já deixou bem claro. Durante o jantar, fui sincera com ele e contei minha vida. Ele ficou bem surpreso e disse que, no primeiro jantar, já achava que eu era trans, mas quando na balada ele enfiou a mão entre minhas pernas e me tocou, descartou a ideia. E que não ligava pra isso, que se sentia confortável comigo. O que ele O que me surpreendeu foi que eu tinha sido o par da Vanessa. Depois do jantar, a gente tomou uns drinks até umas 3 da manhã e fechou a noite na cama dela. Ficamos até o meio da tarde de domingo no apartamento dela, que me levou até o meu. A partir desse dia, começamos a conversar todo dia pelo WhatsApp. Nos dois sábados seguintes, saímos de novo, e daí começamos a nos ver em algum dia durante a semana, quando ela vinha me buscar no trabalho. Sem a gente conversar ou falar nada, acabamos virando um casal. 10 meses depois. Eu tava há um mês sem trampo. Naquela manhã, tinha me dedicado a limpar a casa e agora tava preparando a comida, quando ouvi o barulho da porta. — Menina, já cheguei. — Oi, amor, tô terminando de fazer a comida. Aquele dia foi o primeiro dia no nosso novo apê juntos. Fim.
— Cê deve tá com fome, vamos parar pra jantar algo primeiro.
— Não tô com fome, tô muito cansada e prefiro descansar, muitas horas de voo.
— Então vamos direto pra casa.
Chegamos no apartamento dela. Ela puxava uma das minhas malas e uma bolsa, eu com mais duas malas.
— Bem-vinda ao seu novo lar, essa é a sala de jantar.
Sem soltar a mala, ela foi em direção a um corredor do outro lado.
— Aqui é o banheiro, esse é um quarto pequeno com uma cama caso alguém durma aqui, e esse é o nosso quarto.
Era grande, com uma cama de casal, dois criados-mudos, uma penteadeira e um armário enorme.
— Seu lado é o direito. Esvaziei o criado-mudo pra você guardar a roupa íntima e fiz espaço no armário pra suas roupas.
— Não é melhor eu ficar no outro quarto? Não quero ser um incômodo.
— Incômodo nada, cê é boba ou o quê?
— Não, obrigada, mas não tava pensando em desfazer as malas. Minha intenção é alugar um apartamento o mais rápido possível e arrumar um emprego.
— Pois é, cê é boba. Sabe o quanto tão caros os aluguéis pra uma pessoa sozinha? Então você fica aqui comigo. Dividimos o apê e as despesas entre nós duas, e assim também não ficamos sozinhas, fazemos companhia uma pra outra.
— Tá bom, tudo bem. Agora eu queria tomar um banho.
— Cê já sabe onde é o banheiro. Tem toalhas limpas penduradas atrás da porta.
Peguei roupa limpa numa mala e fui tomar banho. Quando saí, a Vanessa tava na cozinha — que eu ainda não tinha visto — preparando algo pra jantar. Quis ajudar, mas ela não deixou e mandou eu sentar e descansar. Depois de jantar e conversar um pouco:
— Vanessa, tô morrendo de vontade de me enfiar na cama.
— Eu também. Tenho que acordar cedo amanhã, vou trabalhar. Vamos.
Já na cama... quarto. — vamo ver em qual mala eu coloquei as camisolas. — com esse calorão você vai usar camisola? dorme melhor de calcinha. — cê tem razão. Me deitei do meu lado da cama, me despi, fiquei só de calcinha e me deitei na cama onde a Vanessa já tava deitada. — boa noite, Vanessa. Falei olhando pra ela, ela chegou o rosto perto e me beijou na boca. — boa noite. Adormeci na hora, mas umas duas horas depois acordei por causa do fuso horário e não consegui dormir a noite inteira. Às 7 tocou o despertador da Vanessa. — bom dia, não dormi nada a noite toda. — Bom dia, normal, o fuso horário te deixou bagunçada. Ela levantou e saiu só de calcinha pro banheiro, eu fiquei na cama e uns minutos depois ela apareceu na porta. — vou fazer café, quer um? — quero. Levantei, fui no banheiro primeiro e depois pra cozinha, o café já tava pronto. A gente sentou uns 20 minutos, as duas só de calcinha, tomando café. — vou me vestir que tenho que ir. — sim, eu vou tentar dormir pra ver se consigo. Ela foi embora e eu, depois de quase uma hora rolando na cama sem pregar o olho, levantei, fiz outro café. Depois, sem me vestir, desfiz as malas e coloquei tudo nos armários. Tava muito calor e com a umidade eu tava toda suada. Tomei banho e me vesti com um vestido curto. Era pouco mais das 10, não sabia o que fazer, tinha o dia inteiro pela frente até as 5, quando a Vanessa chegava. Também não podia sair porque não tinha chave pra entrar, então procurei os produtos de limpeza e comecei a tirar o pó, varrer e passar pano. No almoço, preparei comida. Comecei a sentir sono, fui pra cama e dormi na hora. Acordei quando ouvi os passos da Vanessa, já eram mais das 5, tinha dormido umas 4 horas. Levantei e a gente conversou sobre como tinha sido o dia. — aliás, cê tinha que me dar umas chaves pra eu poder sair. — sim, esqueci de te falar que tem umas no armário da entrada. — e também, vê se cê pode me emprestar o computador pra eu procurar trabalho. — claro. enquanto procuro, já cuido das tarefas do apartamento. — me parece bem. Passamos a tarde no sofá conversando até a hora do jantar, depois fomos pra cama esperar um novo dia. Essa noite dormi um pouco mais. Naquela manhã, limpei o banheiro e saí pra comprar umas coisas que faltavam de comida. A tarde foi igual à anterior. Na sexta, ela sai ao meio-dia, então preparei comida pra nós duas e à tarde fomos ao shopping fazer compras e, de quebra, fizemos as unhas. No sábado de manhã, limpamos e colocamos a lavadora, almoçamos e vimos uns filmes até quase às 7. — Pili, que tal a gente se arrumar e sair pra jantar e tomar algo depois? — perfeito. Depois de jantar e tomar uns drinks, voltamos pra casa. Já na cama, Vanessa começou a me tocar. — Para, não continua, não quero. — Por quê? — Porque faz pouco tempo que ele morreu e ainda não superei. — Desculpa, me perdoa. Ela me abraçou, me deu um beijo no ombro e assim fiquei dormindo. No domingo, passamos em casa; aproveitei pra fazer meu currículo, o que não foi fácil porque minha única experiência era de entregador e como homem. Como mulher, nunca tinha trabalhado — bom, na sex shop, mas não ia colocar isso. Na segunda, comecei a procurar emprego sem saber o que procurava. Comecei a ler vagas e mandei currículo pra uns supermercados, uma empresa de limpeza e várias fábricas. A semana passou rápido entre as tarefas de casa e a busca por trabalho. Não recebi resposta nenhuma. No sábado, Vanessa disse que ia sair à noite porque tinha encontro com um foda-amigo e fiquei sozinha. Já fazia um mês da minha busca por emprego quando recebi um e-mail de um supermercado pra uma entrevista no dia seguinte. Fui muito nervosa pra entrevista. Quem me entrevistou foi uma mulher de uns 40 anos. Fui sincera e expliquei por que fiquei tanto tempo sem trabalhar: minha transição e meu casamento com Ramiro, mas só como união estável. Ela disse que, se eu fosse a escolhida, me ligaria no dia seguinte. E às 10 da manhã recebi uma ligação do supermercado pra me apresentar naquela mesma tarde pra assinar contrato de 6 meses e pegar o uniforme. Depois de assinar, me deixaram escolher se queria o uniforme de saia ou calça. Tava há mais de 3 anos sem usar calça, então escolhi a saia — era azul, acima do joelho, blusa branca e colete azul. Me entregaram 3 uniformes e no dia seguinte tinha que estar lá às 8 da manhã. No primeiro dia, só fiquei repondo produtos. No outro, me ensinaram a função de caixa e a partir daí fui alternando uma coisa e outra a cada dia. Meu turno era de 8 horas e variava: umas semanas de manhã, outras de tarde. Folgava domingo e segunda. Em casa, dividíamos as tarefas e a convivência era muito boa. Algum sábado a gente saía pra jantar e tomar uns drinks, e outros dias ela saía com algum amigo. Passaram quase 3 meses. Num sábado à noite, depois de tomar uns drinks, ao deitar na cama, Vanessa me deu o beijo na boca de toda noite. Eu tava de barriga pra cima, ela passou um braço sobre minha barriga começando a acariciar, e eu me deixei levar — acabamos transando. Isso foi se repetindo em outros dias durante a semana, que passaram rápido. Ela, um ou dois sábados por mês, saía com algum cara até que, no meio de uma semana: — Esse sábado marquei de sair com um amigo. Anima e vem, já falei com ele e ele vai trazer um amigo. A gente janta e vai dançar um pouco. O que cê acha? — Vale, parece bom. Chegou o sábado. Encontrei com eles num restaurante. Quando cheguei, já estavam esperando. Ela me apresentou: Julián e Rafael. Na hora, percebi que Rafael era o amigo, porque com Julián eles se beijaram na boca. Rafael era um pouco mais alto que eu, moreno e bonitinho. O jantar foi divertido, mas Rafael quase não falava — dava pra ver que era tímido. Daí fomos pra um bar tomar algo, onde comecei a ficar entediada, e depois pra uma balada, onde me diverti dançando sozinha enquanto Rafael não saía do balcão e os dois ficavam juntos. Dançavam ao meu lado entre beijos, chegou um momento em que já me sentia sufocada. — Vanessa, tô cansada, se não se importar, vou chamar um táxi e ir pra casa. — Como assim, vai embora sozinha? — Tô sufocada, você tá se divertindo e eu aqui sozinha, que amigo mais sem graça esse Rafael. — Verdade, não imaginava que ele fosse assim, não o conhecia. — Então por isso vou embora. — Espera um momento, vou falar com o Julián. Falou um pouco com o Julián. — Vamos todos, o Julián nos leva pra casa. Ao chegar e sair do carro. — Desculpa, Vanessa, te ferrei a noite. — Relaxa, sem problemas, eu teria feito o mesmo que você. — É, mas te atrapalhei de dar uma trepada com o Julián. — Para de se sentir culpada, do mesmo jeito não ia rolar, não ia te deixar sozinha. — Não me importava de ter vindo sozinha. — Olha, vou ser clara: ou a gente fode as duas, ou ninguém fode. — Kkkk, que besta você é. — Kkkk, e sem foda a gente não vai ficar essa noite, não é a mesma coisa que um pau de borracha, mas é o que temos. — Kkkk. Fomos direto pro banheiro e pra cama, onde curtimos uma boa sessão de sexo, dormimos peladas, acordei perto do meio-dia, ela ainda tava dormindo, fiquei mais uns minutos deitada até decidir levantar, e quando me mexi ela acordou, me deu bom dia, coloquei uma calcinha, fui ao banheiro e depois preparei café pra nós duas, quando ela entrou na cozinha já tava na mesa, ficamos comentando sobre a noite anterior. — Na próxima vai ser melhor, tenho dois amigos que já comi os dois, e o Marc é o ideal pra você, depois falo com eles pra marcar um sábado. — Espero que seja mais aberto que o Rafael. — Você vai ver, é o contrário. Tomamos um banho juntas e enquanto a comida ficava pronta, arrumamos a cama, demos uma limpada e colocamos a lavadora, depois de almoçar vendo um filme, a Vanessa falou com o Marc e o amigo dele Miguel. — Marquei com eles sábado que vem, vão nos pegar às 8 pra jantar e depois festa. Chegou o sábado e às 8 estávamos prontas, as duas de vestido preto. Ajustado e curtinho, esperando uma mensagem pra descer, que não demorou muito pra chegar. Eles nos esperavam em pé na frente do carro, fez as apresentações e sentamos as duas atrás. Marc era alto, me passava uma cabeça e olha que eu tava de salto de 10 cm, não era musculoso mas parecia forte, cabelo castanho curto e cacheado, atraente. Miguel era um pouco mais baixo mas mais definido, cabelo moreno e mais bonito. Marc dirigiu, depois de 20 minutos estacionou na área do Porto Olímpico e, depois de andar uns 5 minutos, entramos num restaurante. Nos levaram pra uma mesa reservada, eu fiquei de frente pro Miguel e do lado do Marc. O jantar foi mais animado que o anterior, Marc era o oposto do Rafael, falava muito, parecia um cara com muito caráter. Depois tomamos uma dose num terraço e fomos pra uma balada. Pedimos bebida e ficamos perto do balcão, numa mesa redonda alta pra apoiar a bebida. Continuamos conversando os quatro, mas não demorou pra Vanessa e Miguel ficarem só entre eles, se beijando, e eu conversando com Marc, que me perguntou sobre minha vida. Como a música tava alta, pra ouvir bem tínhamos que chegar perto, até que ele passou a mão por trás de mim, colocando suavemente na minha cintura. Uns minutos depois, me agarrou com força e me puxou pra perto, encostou os lábios no meu ouvido. — Quando tenho minhas slutty assim, gosto que não estejam de calcinha. — hahaha, mas eu não sou sua slut. — Vanessa me contou umas coisas sobre você, que você gosta de ser chamada de slut, que é submissa e obediente, e por isso você vai no banheiro, tira a calcinha e me entrega. Ele falou sério e com autoridade, me excitou sentir ele falando assim comigo. Me afastei dele e fui pro banheiro, enquanto ia, ia ficando cada vez mais excitada, pensando que com Marc naquela noite eu voltaria a ocupar o lugar que devo como mulher submissa. O banheiro não era longe, mas naqueles poucos metros eu já tinha certeza que tinha molhado a calcinha. Entrei no banheiro, tive que dar uma volta uns minutos, entrei num box... Tirei a calcinha e voltei com ela escondida na mão, o tesão de estar sem calcinha me deixou muito excitada. Fiquei do lado dele e entreguei a calcinha, ele guardou no bolso e me puxou pela cintura com força, me colando nele. — Boa garota, e a Vanessa tinha razão, muito obediente. Ele desceu a mão pela minha bunda e enfiou por baixo do vestido, tocando minha bunda nua. — É, assim que eu gosto que minhas putinhas andem, com a buceta arejada e fresquinha. Ele enfiou a mão entre minhas pernas até tocar minha buceta. — Mas bem fresquinha não está, tá quente e molhadinha, você tá bem excitada, né, putinha? — Sim. Ali de pé, enquanto a Vanessa não parava de beijar o Miguel na boca, o Marc tava me tocando a buceta e enfiando os dedos, e eu deixava, enquanto via na minha frente a balada cheia de gente bebendo e dançando. Ele tirou a mão, me virou pra ele e começou a me beijar. O Miguel perguntou se a gente queria mais alguma coisa, pedimos outro cuba-libre. Eles começaram a conversar, e a Vanessa me pediu pra acompanhar ela no banheiro. Fui com ela, entramos juntas no mesmo box, e mesmo com vontade, não fiz xixi pra ela não ver que eu tava sem calcinha. Na volta, pegamos a bebida e fomos dançar um pouco na pista, nós duas. Enquanto dançávamos, a bexiga foi enchendo e eu não aguentava mais, falei pra Vanessa que ia no banheiro, achando que ela não viria. — Vou com você. — Não precisa. — Eu também tô com vontade de novo. Lá dentro, deixei ela fazer primeiro, e depois eu tentei fazer de tudo pra ela não perceber. Sentei, levantei o vestido, e ela ficou olhando. — Você não colocou calcinha. — Coloquei, depois te explico. — Explica, tô curiosa. — É culpa sua. — Culpa minha, por quê? Expliquei o motivo. — Kkkkk, que filho da puta esse Marc. Expliquei pra ele que você gosta de homens dominadores, que mandam, e algumas coisas e gostos seus. — Ele me falou disso, você é uma safada. — Kkkkk, sim, mas sabia que isso era o que você precisava. — É, verdade, tava sentindo falta. — Bom, vamos voltar pra eles. Fui pra onde Continuavam conversando. Quando me coloquei ao lado dele, ele segurou minha cintura e me puxou pra perto. "Já se cansaram de dançar?" "Não, mas estávamos com saudades da companhia de vocês", respondeu Vanessa. "A gente tava pensando que podíamos ir embora." "Como quiserem, vocês têm que nos levar pra casa." "Então vamos." Ao chegar no carro, dessa vez Miguel sentou atrás com Vanessa e eu na frente. Eles iam se beijando, enquanto Marc, dirigindo com uma mão, acariciava minha coxa. Ele seguia em direção ao nosso apartamento, mas numa esquina desviou e, umas quadras depois, parou na porta de um estacionamento que se abriu automaticamente e entrou com o carro. "Já estamos em casa." Tínhamos chegado no apartamento dele, já tinha achado estranho nos levarem tão rápido pra casa. Subimos. "Vou pegar bagaço pra tomar um shot." Voltaram num instante com quatro copos e serviram os shots. Um brinde e de uma vez pra dentro. Miguel agarrou Vanessa, deu um amasso nela e a levou, sumindo no fundo de um corredor. Marc se aproximou, me agarrou. "Vem que vou te mostrar meu quarto." Me levou até lá, fechou a porta, me puxou pra perto e começou a me beijar, passando a mão na minha bunda. "Vamos ver se você é tão puta quanto a Vanessa me contou." "Agora você vai saber." Continuamos nos beijando. A mão dele na minha bunda foi subindo meu vestido, deixando minha bunda de fora. A outra mão apalpando meus peitos. Uma das minhas mãos desceu pelo peito dele, desabotoou a calça, entrou dentro da cueca e agarrou a pica já meio dura. "Hummm, tá quente." "Gostou?" "Sim. Agora você vai saber o que a sua putinha submisa gosta." Beijei ele nos lábios, descendo pro pescoço enquanto com uma mão desabotoava a camisa dele. Tirei a camisa e continuei descendo, beijando o peito dele, acariciando com uma mão enquanto a outra continuava agarrada na pica. Segui descendo, percorrendo o corpo dele com os lábios até ficar de joelhos. Abaixei a calça e a cueca dele. A pica já dura na frente do meu rosto. Olhei pra cima, buscando o olhar dele. Olhei fixamente nos olhos dele enquanto aproximava a boca. Cara e passava a língua no pau desde a base até a ponta, e prendia ele entre os lábios. — Mmmmm, deliciosa. — É, gostou disso, sua puta? — Sim, adoro. — Então é todo seu. Comecei a chupar devagar, sem tirar os olhos dos dele. — Isso, que gostoso, chupa assim, sua puta, continua, mmmm. Fui enfiando ele na boca aos poucos, curtindo, ele não desviava o olhar, agora quieto, em silêncio. Subi até a ponta e tirei ele da boca. — Gostou? — Sim. — Eu também achei gostoso, fala umas putarias, quero ouvir você enquanto chupo. — Cala a boca e chupa, sua puta, isso, mmm, que gostoso, você é uma boa chupadora de pau, uma verdadeira rabuda. Enquanto ele falava umas sacanagens, me concentrei no serviço até fazer ele gozar na minha boca. Limpei ele todo e me levantei. Sem pensar, tirei o vestido e o sutiã e me joguei na cama. Ele abriu minhas pernas e se meteu entre elas. Não tinham passado nem 2 minutos e ele já estava bem duro. Senti a ponta na entrada da buceta e, de uma só vez, enfiou tudo dentro, começando a me foder com força desde o início, fazendo eu gritar e gemer na hora. — Gostou, né, sua puta? — Ahhhh, siiiim. — É assim que se fode uma vagabunda. O filho da puta estava me fodendo muito forte e me deixando louca de prazer. Fazia tempo que não transava e estava precisando sentir um bom pau entre as pernas de novo. — Isso, ahhhhh, não para. Sentia os ovos batendo em mim, meus gemidos eram sem parar. Uns minutos depois, a respiração dele foi ficando mais pesada. — Vou gozar, sua puta, tem problema gozar dentro? — Não, ahhhh, meu Deus, nenhum problema. Uns segundos depois, senti o calor do leite enchendo minha buceta. Ele deu mais quatro metidas, tirou o pau e se deitou ao lado. — Foi muito bom. — Sim. — Tô com vontade de um gole, quer um shot? — Quero. Ele saiu e num instante voltou com a garrafa de orujo e dois copos. Encheu os copos e a gente virou de uma vez, sentados na cama. Ele serviu mais dois, pegou a calça dele no chão e tirou minha calcinha do bolso. — Toma, não vai embora sem elas. Ah, esquecer amanhã. - Cara, eu não ia sair sem calcinha. - Kkkk, sabe, nunca tinha falado pra uma mina tirar a calcinha, menti pra você. - Que otário você é. - Não, sei lá, a Vanessa me falou de você e aí pensei nisso pra te testar, e achei que você ia me mandar tomar no cu, mas não foi assim. Bom, e como você se sentiu fazendo isso? - Ia te mandar pra puta que pariu sim, mas o tesão de fazer isso falou mais alto e foi uma boa experiência. - Mais um shot. Quando a gente bebeu esse, ele me pegou pela cabeça e me puxou pra perto, começou a me beijar na boca, língua com língua, uma mão começou a apalpar meus peitos, eu levei a minha até a rola dele pra masturbar, a mão dele desceu até a buceta, acariciou por cima e foi enfiando os dedos entre os lábios, entrando até sentir vários dedos lá dentro, a rola na minha mão cresceu rápido. Ele parou de me tocar, me pegou por uma perna, me levantando e me sentando de pernas abertas em cima dele. Levantei um pouco, peguei a rola dele, coloquei na entrada da buceta e sentei, enfiando tudo até o fundo. Comecei a pular em cima dela, enquanto olhava nos olhos dele e beijava. - Ahhhh, que gostoso, assim sinto ela ahhhh toda dentro. - Continua, não para, pula na minha rola, putinha. Apoiada com as mãos nos ombros dele, e as mãos dele uma em cada nádega, pulei igual uma louca na rola dele por um bom tempo até o cansaço me vencer. Saí de cima e fiquei de quatro na beira da cama. Ele ficou de pé atrás de mim e meteu, me segurou firme pela cintura, me fodendo com socadas fortes, gozando em uns dois minutos. Deitei na cama, ele sentou por uns minutos em silêncio. - Já volto, vou no banheiro, menina. Demorou uns 5 minutos pra voltar, eu tava sentada na cama, já tinha colocado a calcinha. - Cadê o banheiro? - No fim do corredor, a última porta. Saí do quarto, o outro era na frente e dava pra ouvir os gemidos da Vanessa, eles ainda estavam fodendo. Voltei pro quarto. Quarto. Marc estava sentado tomando um shot. — Quer um? — Não, já bebi demais, tô meio tonta e com sono. — Deita e dorme. Deitei na cama, ele também apagou a luz e não demorei nada pra pegar no sono. Quando acordei, estava sozinha, olhei a hora: 11 da manhã. Levantei, me vesti e, depois de ir ao banheiro, fui pro salão, onde todo mundo já estava. Me serviram um café e, depois de conversar um pouco, Vanessa disse que era hora de ir. Nos despedimos, pegamos um táxi que nos levou pra casa. Entre o trabalho e as coisas de casa, os dias passavam rápido. Eu e Marc trocávamos mensagens direto. Já tinham se passado três semanas desde que fiquei com ele, e ele me mandou uma mensagem à tarde. — Oi, gata, como cê tá? — Bem. — Tem planos pra esse sábado? — Por enquanto não. — Que tal se eu te convidar pra jantar? Miguel vai passar o fim de semana com os pais e não tô afim de ficar sozinho. — Parece ótimo. — Beleza, tudo bem eu passar te pegar às 8? — Sim. — Perfeito, a gente vai se falando até sábado. — Sim, claro. Chegou sábado. Coloquei uma minissaia preta bem curta e justa e uma blusa branca por cima de um conjunto de fio dental e sutiã de renda. 5 minutos antes das 8, recebi uma mensagem que ele já estava lá embaixo. Ele me esperava fora do carro, trocamos um beijo e fomos de carro jantar. Ele tinha uma mesa reservada, sentamos, pediu vinho pra beber e escolhemos o prato. — Marc, me dá licença, vou ao banheiro rapidinho. Voltei, sentei na mesa e levei uma mão até a dele. — Toma. — O que é isso? — Minha calcinha. — Hahaha, cê é louca. — Hahaha, sim, muito louca, mas assim deixo claro que sou sua putinha. — Já deixou bem claro. Durante o jantar, fui sincera com ele e contei minha vida. Ele ficou bem surpreso e disse que, no primeiro jantar, já achava que eu era trans, mas quando na balada ele enfiou a mão entre minhas pernas e me tocou, descartou a ideia. E que não ligava pra isso, que se sentia confortável comigo. O que ele O que me surpreendeu foi que eu tinha sido o par da Vanessa. Depois do jantar, a gente tomou uns drinks até umas 3 da manhã e fechou a noite na cama dela. Ficamos até o meio da tarde de domingo no apartamento dela, que me levou até o meu. A partir desse dia, começamos a conversar todo dia pelo WhatsApp. Nos dois sábados seguintes, saímos de novo, e daí começamos a nos ver em algum dia durante a semana, quando ela vinha me buscar no trabalho. Sem a gente conversar ou falar nada, acabamos virando um casal. 10 meses depois. Eu tava há um mês sem trampo. Naquela manhã, tinha me dedicado a limpar a casa e agora tava preparando a comida, quando ouvi o barulho da porta. — Menina, já cheguei. — Oi, amor, tô terminando de fazer a comida. Aquele dia foi o primeiro dia no nosso novo apê juntos. Fim.
1 comentários - Vanessa 2: Fomos pegos de surpresa