Era uma noite de julho de 2024, mais precisamente dia 12 de julho. Rafael Muñoz é um garoto de 15 anos, no auge da adolescência, hormônios a mil, a cabeça em outros lugares. "Rafa" tem 1,76m, magro, pele branca, cabelo castanho e olhos castanhos. Naquela noite, ele receberia um convite para ir na casa do amigo, bem na noite de um jogo de futebol que parava o país inteiro. O amigo "Camilo" o chamou pra ver aquele jogo emocionante, ele topou, e quando deu 20h30, chegou na casa do amigo. Lá estavam o pai do Camilo, a mãe e a irmã. O Rafa sempre teve uma quedinha pela mãe do amigo, não era nenhuma maravilha, mas ele gostava, dava tesão e ainda tinha aquele morbo de ser a mãe do amigo, "a Caro". Uns 43 anos, 1,63m, corpo médio, nem gorda nem magra. Cabelo castanho também, olhos pretos e um detalhe que deixava o Rafael maluco: dois peitões bem grandes. Assim que entra, cumprimenta todo mundo e se acomoda. A casa cheirava a comida recém-feita e aquele perfume suave que o Rafa já conhecia. A Caro ia e vinha da cozinha pra sala, conversando numa boa, como se nada fosse. Isso era o pior: pra ela, tudo era normal. O Rafa tentava se concentrar na TV. O jogo tinha acabado de começar, a torcida gritava, mas a cabeça dele tava em outro lugar. Toda vez que a Caro passava perto, ele sentia uma mistura estranha de desconforto e um calor no peito. — Quer alguma coisa pra beber, Rafa? — ela perguntou, sorrindo. Ele demorou um segundo a mais pra responder. — É… sim, água tá bom — falou, baixando o olhar. Percebeu que tava tenso, que não sabia o que fazer com as mãos nem onde colocar os olhos. Se sentiu meio ridículo. "Calma, é só a mãe do seu amigo", repetiu pra si mesmo, mas o corpo dele não parecia ouvir razão. Enquanto a Caro andava, os peitos balançavam, os olhos do Rafa pareciam uma montanha-russa, pra cima e pra baixo num movimento rápido. Rafa não pensava em outra coisa senão ter a Caro por cima, quicando, e poder aproveitar aqueles peitos. pulando pelado. O jogo continua, continua, termina e é só festança, o time que eles queriam ganhou, foi uma alegria total, uma comemoração cheia de álcool, embora Rafa e Camilo não pudessem beber. Já eram 3 da manhã e todo mundo estava indo dormir, o pai do Camilo tinha ido comemorar na casa de um amigo, a irmã dele foi deitar, assim como a Caro. Camilo olha pra ele e diz —cara, vou dormir, e você, o que vai fazer? Rafa olhou pra ele e respondeu —sim, sim, já vou, vou no banheiro antes. Rafa se levantou e foi lavar o rosto no banheiro pra dormir tranquilo, quando cruza com a Caro. Ela estava dormindo de barriga pra cima com os dois braços cruzados sobre os peitos, que estavam cobertos por uma camiseta. Rafa pensou: sim, pelo menos ir lá e apalpar um peito, acariciar, apertar ou chupar. Até que teve a ideia de colocar o pau perto do rosto dela e tirar uma foto. Primeiro, deu uma olhada pra ver se tinha alguém, não viu ninguém, então puxou o pau e começou a se masturbar. Um pau de 21 cm no talo. Quando já tava bem duro, chegou perto da Caro, ajoelhou e colocou o pênis perto da bochecha dela, com a cabeça roçando a pele dela. Ao tirar a foto, não percebeu e saiu com flash. *flash* Ele ficou chocado, rezando pra Caro não acordar. Não deu certo: Caro abre os olhos e rapidamente olha de canto pro pau gigante do lado dela. Ela arregala os olhos e diz —o-o-que... pode me explicar o que você tá fazendo, Rafa? Fuck you, 2 segundos pra pegar suas coisas e vazar. Rafa, chocado e nervoso com o que podia acontecer, conta toda a verdade —hmm, tá bom, Caro, desculpa, a verdade é que-que-que... você tem uns peitões, não vou mentir, você me encanta. Caro ri e diz —tá bom, Rafa, obrigada pelo elogio, entendo que você tá numa fase de hormônios à flor da pele, mas pega suas coisas e some, não quero te ver, mas também não vou contar pra ninguém. Rafa desiludido e triste, já sem nada a perder, decide falar —e se a gente comemorar o jogo? depois de falar isso, começa a dar tapas com a rola enquanto segura o cabelo dela preso pra trás. Caro, com os olhos bem abertos e o olhar fixo na rola, responde —ai Rafa, a gente não pode —claro que pode, Caro, fala sério, eu sei que você quer —mas fica só nessa noite —sim, claro Caro olha pra ele, analisa e começa chupando a cabeça. Rafa olha pro teto e solta um gemidinho, enquanto Caro vai enfiando na boca, olha nos olhos do Rafa. Ele olha pra ela, segura a cabeça dela e começa a fazer um garganta profunda. Foram dois minutos onde o único som era *glock glock*, dava pra ver os olhos da Caro revirando enquanto lágrimas escorriam. Rafa tira, Caro respira e fala —você tem uma rola enorme, cara, não faz mais isso comigo. Rafa ri, e já sem conseguir controlar o tesão, rasga a camiseta da Caro, deixando ver os peitos cobertos pelo sutiã e começa a chupar sem controle. Caro ri e fala —beleza, agora vamos ver se você sabe. Depois de falar isso, fica de quatro, abaixa a calça deixando ver a calcinha fio dental +10 pra pt2
2 comentários - Noite Proibida