Era um dia de setembro e, como toda sexta-feira, sempre vou na casa do meu namorado e fico pra dormir. Naquela noite, a gente tinha ficado sozinho com a minha namorada e a irmã dela, porque os pais tinham viajado e não iam estar no fim de semana. Cheguei na casa da minha namorada umas 20:43, porque tinha saído pra fazer umas coisas e acabei me atrasando. Ela tava me esperando pra jantar, tinha preparado milanesa, e eu, que tava morrendo de fome, achei a melhor coisa do mundo. Terminamos de comer e perguntei pela Juli, a irmã, porque sabia que ela ia estar em casa e também pra saber se a gente tava sozinho, já que ela nunca descia pra cumprimentar nem nada, não tinha visto ela.
Eu: "Eu e sua irmã?"
Brisa, minha namorada: "Ela tá no quarto, pegou a comida e foi comer lá."
Eu: "Ah, tranquilo, a mina, kkkk."
Bri: "É, aproveita que meus pais não tão, porque senão tavam enchendo o saco dela."
Eu: "Bom, já foi, deixa ela. Sabe que tô com uma vontade de te comer, kkkk", provocando minha namorada pra subir pro quarto dela, já que a gente tinha combinado de aproveitar que os pais não estavam.
Bri: "Sim, eu também. Me ajuda a arrumar a mesa e foda-se, sua recompensa vem."
Eu: "Pronto, bora."
Levantei rápido e comecei a levar os pratos enquanto minha namorada lavava eles rápido pra gente subir pra "dormir". Nisso, minha namorada me fala pra ir subindo e colocar algo na TV pra ver. Quando tô subindo, a Juli sai com uma regata curta tipo top e uma tanga que me deixou de pau duro. Eu tava de short esportivo e comecei a ficar ereto, e a Juli percebeu e ficou me olhando, sorrindo.
juli: boa noite, disse ela olhando pro volume que eu tinha criado. Eu fiquei paralisado, não consegui responder, e ela continuou andando em direção ao banheiro. A verdade é que me surpreendeu, porque nunca pensei em ver a irmã da minha namorada assim. Sempre nos tratamos com bastante respeito, mas não posso negar que ela tem um corpo muito gostoso e provocava qualquer um. E dessa vez, fui eu. Continuei andando até o quarto da minha namorada, entrei e tirei o short, ficando só de cueca com o pau duro esperando a Brisa. Uns minutos depois, minha namorada entra, me vê ainda com o pau ereto e diz:
Bri: parece que você tava com vontade.
Eu: é, viu o que você provoca? Vem deitar e me ajudar a escolher o que vamos ver.
Bri: verdade, já não tô mais a fim de ver nada com isso desse jeito.
Antes de deitar, ela tira a camiseta e o short, ficando só de biquíni fio dental.
que me mato se já tava dura com isso, já me sentia super tarado e ela deita do meu lado acariciando meu pau por cima da cueca e eu abraço ela e acaricio a bunda dela. depois de um tempo a gente começa a se beijar apaixonadamente, já que entre tantas carícias a gente não aguentou mais e começou a tirar tudo. ela me ajudou com a cueca e a camiseta, eu com o biquíni, ficando pelados. a gente continuou se tocando até que ela desce com a boca e começa a me chupar, e eu não conseguia aguentar muito, comecei a gemer e em poucos segundos gozei na boca dela. ela subiu e me deu um beijo, e agora era minha vez. comecei a descer pelo pescoço, depois pros peitos, onde fiquei um tempão porque ela adorava e apertava minha cabeça contra o peito dela, como se tivesse dando de mamar pra um bebê. depois disso, continuei descendo até chegar na buceta dela, que já tava super molhada. comecei a chupar ela e ela também não aguentou, começou a gemir quase gritando como se a gente tivesse sozinho, mas a irmã dela tava no quarto ao lado. e com esses gemidos, meu pau começou a endurecer de novo. então, quando minha namorada gozou na minha boca, aproveitei e agarrei as pernas dela, coloquei no meu ombro. cê imagina a vista que eu tinha, né?
Comecei a acariciar a buceta dela com meu pau de cima pra baixo até que a cabeça ficou na entrada daquela buceta toda molhada. Dei uma leve mexida de quadril e entrei de uma vez, sem fazer muito esforço, já que ela estava super lubrificada. Minha namorada começou a gemer de novo.
Bri: Nossa… isso… mete tudo.
Eu: Quer tudo?
Bri: quero… manda tudo.
Eu obedeço e dou uma rebolada mais forte, enfiando a pica toda dentro, e ela começou a gemer mais alto. A cama rangia a cada movimento, ela já não aguentava mais, e eu também não. Os gemidos dela estavam me fazendo gozar, mas ela não resistiu e gozou na minha pica. Quando senti ela mais lubrificada com a porra grossa dela, comecei a encher a buceta dela de leite. Depois disso, ficamos exaustos, os dois. Caímos na cama de novo, me deitei ao lado dela, comecei a beijá-la e dormimos. Depois de um tempo, acordei com vontade de transar de novo. Levantei, vesti minha cueca e saí do quarto. Cheguei no banheiro de cima, que fica perto dos quartos da minha namorada, abri a porta e vi a Juli pelada.
A verdade é que eu fiquei congelado, mas meu pau não me deixava passar batido e começou a endurecer de novo. Não podia acreditar: a irmã da minha namorada, pelada, com um corpo infernal que eu nunca tinha imaginado, estava ali. Fiquei uns segundos parado, demorei pra fechar a porta, e a Juli, sem nenhuma intenção de se cobrir, começou a me xingar, mas não tava brava.
Juli: Ah, beleza, não encosta, hein.
Eu: Desculpa, não pensei que você tava acordada.
Comecei a fechar a porta e a Juli gritou:
Juli: Para!
Eu: O quê?
Juli: Já vai? Não gostou do que viu?
Eu: Qual é, Juli, não enche o saco.
Juli: O quê?? Tô te perguntando por que seu amiguinho aí tá todo animado, parece. Agora entendo por que minha irmã grita tanto e fica de olho arregalado.
Ela tinha sacado meu volume. Tampei na hora, e ela, longe de se ofender:
Juli: Agora vai tampar? Vem cá.
Eu: Não, Juli, cê tá louca? Sua irmã tá dormindo ali.
Juli: Qual é, com a porrada que você deu nela, ela não vai acordar. Cê acha que não escuto vocês? Por isso que tô aqui pelada.
Eu: Tá bom, desculpa.
Juli: Eu te perdoo, mas a verdade é que preciso de um favor.
Eu: Que favor? Tô achando super estranho falar com você pelada. Se cobre, vai.
Juli: Ah, é? Estranho?
Ela começou a andar na minha direção, me pegou pelo braço e me puxou pro banheiro, fechando a porta. Começou a acariciar meu pau. Eu já não aguentava mais e me deixei levar.
Juli: Depois de tantas noites aturando vocês fodendo, já tô cansada.
Ela puxou minha cueca de uma vez e começou a me chupar melhor que a irmã. Me comia com tanta euforia que eu não me segurei: agarrei a cabeça dela e comecei a foder a boca dela. Ela engasgava, e isso me deixava ainda mais louco.
Juli: Glo... glo...
O som era lindo. De repente, ela parou e tirou o pau da boca.
Juli: No final, cê é um sem-vergonha.
Eu: Cala a boca e continua, puta.
Agarrei a cabeça dela de novo e continuei comendo. Longe de gozar, ela tirou o pau de novo, se levantou, se apoiou na pia na frente do espelho e me deu a bunda. Eu me aproximei e comecei a meter. mover pra fora brincando com a buceta dela
juli: sim
eu: você gosta do jeito que eu brinco com sua bunda
juli: sim, adoro, me sinto uma puta
eu: de agora em diante você é minha puta
entendeu? e dou um tapa na bunda dela que faz ela pular e me olhar pelo espelho
juli: vai, enfia, quero ela dentro
eu: sim, pede direito
juli: enfia, vagabundo, vai, quero toda a porra
eu, filho da puta, me ajeito e enfio de uma vez até o fundo, fazendo ela soltar um gemido super alto
Juli: Aaahh... Meu Deus, que grande, como tá esticando minha buceta. Deus, me come, vai.
Eu: Isso, sua putinha. Quer que eu te coma gostoso?
Juli: Sim, sim, vai.
Comecei a meter bem forte, fazendo ela gemer alto, quase deixando ela sem voz. Do nada, ela começou a tremer, e aí eu soube que ela tava adorando como eu tava comendo ela. Isso me fez gozar super rápido e encher a buceta dela de porra, igual ela tanto queria. Depois de um tempo com o pau dentro, depois que gozei dentro dela, ela se ajeitou e, como conseguiu, virou e começou a me chupar de um jeito super satisfatório, enquanto eu agarrava os peitos dela.
E deixem o apoio de vocês pra parte 2, porque esse foi um fim de semana agitado.
Eu: "Eu e sua irmã?"
Brisa, minha namorada: "Ela tá no quarto, pegou a comida e foi comer lá."
Eu: "Ah, tranquilo, a mina, kkkk."
Bri: "É, aproveita que meus pais não tão, porque senão tavam enchendo o saco dela."
Eu: "Bom, já foi, deixa ela. Sabe que tô com uma vontade de te comer, kkkk", provocando minha namorada pra subir pro quarto dela, já que a gente tinha combinado de aproveitar que os pais não estavam.
Bri: "Sim, eu também. Me ajuda a arrumar a mesa e foda-se, sua recompensa vem."
Eu: "Pronto, bora."
Levantei rápido e comecei a levar os pratos enquanto minha namorada lavava eles rápido pra gente subir pra "dormir". Nisso, minha namorada me fala pra ir subindo e colocar algo na TV pra ver. Quando tô subindo, a Juli sai com uma regata curta tipo top e uma tanga que me deixou de pau duro. Eu tava de short esportivo e comecei a ficar ereto, e a Juli percebeu e ficou me olhando, sorrindo.
juli: boa noite, disse ela olhando pro volume que eu tinha criado. Eu fiquei paralisado, não consegui responder, e ela continuou andando em direção ao banheiro. A verdade é que me surpreendeu, porque nunca pensei em ver a irmã da minha namorada assim. Sempre nos tratamos com bastante respeito, mas não posso negar que ela tem um corpo muito gostoso e provocava qualquer um. E dessa vez, fui eu. Continuei andando até o quarto da minha namorada, entrei e tirei o short, ficando só de cueca com o pau duro esperando a Brisa. Uns minutos depois, minha namorada entra, me vê ainda com o pau ereto e diz:Bri: parece que você tava com vontade.
Eu: é, viu o que você provoca? Vem deitar e me ajudar a escolher o que vamos ver.
Bri: verdade, já não tô mais a fim de ver nada com isso desse jeito.
Antes de deitar, ela tira a camiseta e o short, ficando só de biquíni fio dental.
que me mato se já tava dura com isso, já me sentia super tarado e ela deita do meu lado acariciando meu pau por cima da cueca e eu abraço ela e acaricio a bunda dela. depois de um tempo a gente começa a se beijar apaixonadamente, já que entre tantas carícias a gente não aguentou mais e começou a tirar tudo. ela me ajudou com a cueca e a camiseta, eu com o biquíni, ficando pelados. a gente continuou se tocando até que ela desce com a boca e começa a me chupar, e eu não conseguia aguentar muito, comecei a gemer e em poucos segundos gozei na boca dela. ela subiu e me deu um beijo, e agora era minha vez. comecei a descer pelo pescoço, depois pros peitos, onde fiquei um tempão porque ela adorava e apertava minha cabeça contra o peito dela, como se tivesse dando de mamar pra um bebê. depois disso, continuei descendo até chegar na buceta dela, que já tava super molhada. comecei a chupar ela e ela também não aguentou, começou a gemir quase gritando como se a gente tivesse sozinho, mas a irmã dela tava no quarto ao lado. e com esses gemidos, meu pau começou a endurecer de novo. então, quando minha namorada gozou na minha boca, aproveitei e agarrei as pernas dela, coloquei no meu ombro. cê imagina a vista que eu tinha, né?
Comecei a acariciar a buceta dela com meu pau de cima pra baixo até que a cabeça ficou na entrada daquela buceta toda molhada. Dei uma leve mexida de quadril e entrei de uma vez, sem fazer muito esforço, já que ela estava super lubrificada. Minha namorada começou a gemer de novo. Bri: Nossa… isso… mete tudo.
Eu: Quer tudo?
Bri: quero… manda tudo.
Eu obedeço e dou uma rebolada mais forte, enfiando a pica toda dentro, e ela começou a gemer mais alto. A cama rangia a cada movimento, ela já não aguentava mais, e eu também não. Os gemidos dela estavam me fazendo gozar, mas ela não resistiu e gozou na minha pica. Quando senti ela mais lubrificada com a porra grossa dela, comecei a encher a buceta dela de leite. Depois disso, ficamos exaustos, os dois. Caímos na cama de novo, me deitei ao lado dela, comecei a beijá-la e dormimos. Depois de um tempo, acordei com vontade de transar de novo. Levantei, vesti minha cueca e saí do quarto. Cheguei no banheiro de cima, que fica perto dos quartos da minha namorada, abri a porta e vi a Juli pelada.
A verdade é que eu fiquei congelado, mas meu pau não me deixava passar batido e começou a endurecer de novo. Não podia acreditar: a irmã da minha namorada, pelada, com um corpo infernal que eu nunca tinha imaginado, estava ali. Fiquei uns segundos parado, demorei pra fechar a porta, e a Juli, sem nenhuma intenção de se cobrir, começou a me xingar, mas não tava brava.Juli: Ah, beleza, não encosta, hein.
Eu: Desculpa, não pensei que você tava acordada.
Comecei a fechar a porta e a Juli gritou:
Juli: Para!
Eu: O quê?
Juli: Já vai? Não gostou do que viu?
Eu: Qual é, Juli, não enche o saco.
Juli: O quê?? Tô te perguntando por que seu amiguinho aí tá todo animado, parece. Agora entendo por que minha irmã grita tanto e fica de olho arregalado.
Ela tinha sacado meu volume. Tampei na hora, e ela, longe de se ofender:
Juli: Agora vai tampar? Vem cá.
Eu: Não, Juli, cê tá louca? Sua irmã tá dormindo ali.
Juli: Qual é, com a porrada que você deu nela, ela não vai acordar. Cê acha que não escuto vocês? Por isso que tô aqui pelada.
Eu: Tá bom, desculpa.
Juli: Eu te perdoo, mas a verdade é que preciso de um favor.
Eu: Que favor? Tô achando super estranho falar com você pelada. Se cobre, vai.
Juli: Ah, é? Estranho?
Ela começou a andar na minha direção, me pegou pelo braço e me puxou pro banheiro, fechando a porta. Começou a acariciar meu pau. Eu já não aguentava mais e me deixei levar.
Juli: Depois de tantas noites aturando vocês fodendo, já tô cansada.
Ela puxou minha cueca de uma vez e começou a me chupar melhor que a irmã. Me comia com tanta euforia que eu não me segurei: agarrei a cabeça dela e comecei a foder a boca dela. Ela engasgava, e isso me deixava ainda mais louco.
Juli: Glo... glo...
O som era lindo. De repente, ela parou e tirou o pau da boca.
Juli: No final, cê é um sem-vergonha.
Eu: Cala a boca e continua, puta.
Agarrei a cabeça dela de novo e continuei comendo. Longe de gozar, ela tirou o pau de novo, se levantou, se apoiou na pia na frente do espelho e me deu a bunda. Eu me aproximei e comecei a meter. mover pra fora brincando com a buceta dela

juli: sim eu: você gosta do jeito que eu brinco com sua bunda
juli: sim, adoro, me sinto uma puta
eu: de agora em diante você é minha puta
entendeu? e dou um tapa na bunda dela que faz ela pular e me olhar pelo espelho
juli: vai, enfia, quero ela dentro
eu: sim, pede direito
juli: enfia, vagabundo, vai, quero toda a porra
eu, filho da puta, me ajeito e enfio de uma vez até o fundo, fazendo ela soltar um gemido super alto

Juli: Aaahh... Meu Deus, que grande, como tá esticando minha buceta. Deus, me come, vai. Eu: Isso, sua putinha. Quer que eu te coma gostoso?
Juli: Sim, sim, vai.
Comecei a meter bem forte, fazendo ela gemer alto, quase deixando ela sem voz. Do nada, ela começou a tremer, e aí eu soube que ela tava adorando como eu tava comendo ela. Isso me fez gozar super rápido e encher a buceta dela de porra, igual ela tanto queria. Depois de um tempo com o pau dentro, depois que gozei dentro dela, ela se ajeitou e, como conseguiu, virou e começou a me chupar de um jeito super satisfatório, enquanto eu agarrava os peitos dela.
E deixem o apoio de vocês pra parte 2, porque esse foi um fim de semana agitado.
4 comentários - A vez que comi a irmã da minha mina