Este ano a gente fez a janta de fim de ano do trabalho numa Cantina. Depois do brinde e das fotos de praxe, alguns de nós resolvemos continuar a festa num bar que era praticamente do lado. A gente se acomodou nunsas mesas, pediu uma primeira rodada, depois uma segunda, até que acho que vejo um conhecido lá no fundo do balcão. Tento olhar melhor, porque ele tá de costas, mas sim, é ele, Tomás... Tommy... Eu e meu marido fazemos parte do mesmo grupo de amigos, até tínhamos uma janta marcada pra semana seguinte, antes do Natal, onde todo mundo ia se encontrar. Ia esperar ele me ver pra cumprimentar, mas como ele não vira de jeito nenhum, resolvo me aproximar. Peço licença pra mesa, falando que vou dar um oi pra um conhecido, e levanto. Ele ainda tá de costas quando chego perto, então não me vê chegar, mas quem tá com ele me vê, e avisam. — Mary...! — ele se surpreende ao me ver. Pelo vermelhão na cara e o olhar, dá pra ver que já tá bebendo há um tempão. A gente se cumprimenta com um beijo na bochecha, e ele pergunta se eu tô com meu marido. Falo que não, que tô com uns colegas de trabalho, tomando uns drinks depois da janta de fim de ano. — Alguém tem que ficar com os moleques enquanto eu saio pra me divertir... — brinco. Ele diz que também tá numa reunião do trabalho, e me apresenta pro resto do grupo. — Prazer te conhecer, mas a gente vai se ver semana que vem — lembro, já me despedindo, na maior indireta pra janta de amigos que a gente tinha pendente. — Manda um abraço pra Lily (a esposa dele) — Espera... — ele me para — Você não vai embora sem eu te pagar um drink — Beleza, então... — aceito. A gente vai pra outra ponta do balcão, pede uns Jaggers, e brinda. Falamos de coisas do dia a dia, do ano que passou, do que tá por vir, das nossas expectativas, até que de repente, ele me pergunta, como se fosse algo que tivesse pensando há um tempão: — Por que você e eu nunca transamos? — assim, na lata. Filtro. Fico olhando pra ele, surpresa. —Tá me perguntando isso sério? — respondo. —Me desculpa, tô bêbado... — ele se desculpa. Conheço o Tommy desde antes de casar. Entramos pra trabalhar, bem novinhos, na Seguros Rivadavia quase ao mesmo tempo. Depois cada um seguiu seu rumo, ele foi pro lado imobiliário, eu pro automotivo, mas continuamos muito próximos, tanto que ele veio com a namorada da época no meu casamento, e depois fui no dele com meu marido. Com a Liliana, a esposa dele, fazemos parte daquele grupo de amigos, quatro casais, que tão sempre em contato, e todo fim de ano, sem falta, fazemos um jantar na casa de quem for a vez, só nós oito. Sempre teve uma química boa entre eu e ele, uma certa cumplicidade, e até rolou uns rolês juntos, então a pergunta era válida: Por que nunca comemos? Agora sou eu quem oferece um drink, algo mais forte. —Cê tá pensando em botar chifre na Liliana pra perguntar isso? —Não, nada a ver, com a Lily tá tudo certo, o sexo é fabuloso, só que... — ele tenta se explicar. —O quê...? — apresso ele. —É que... te vejo agora, toda fortíssima, e não entendo como nunca te comi... Sou um idiota! — ele se lamenta. Olho pra ele entre divertida e chocada, não reconhecendo o Tommy de sempre, e embora saiba que é o álcool falando, dizem que crianças e bêbados sempre falam a verdade, então... —Não sei Tommy, não sei por que nunca comemos, cê acha que é hora de me perguntar isso? — respondo. —Me desculpa Mary, mas é que... cê tá muito comível — ele insiste, me olhando com uma vontade que parecia que ia me comer ali mesmo, em cima do balcão. Pego o celular, olho a tela e falo: —M... (meu marido) tá vindo me buscar... —Manda um abraço... — ele pede, dando um gole bom no drink. Abro o WhatsApp e mando um áudio pro meu marido: "Oi meu amor, continuamos na festa, te aviso pra não vir mais me buscar, tamo fazendo um rolê de bares, então não sei a que horas vamos terminar, te aviso, mas vou pegar um táxi, não se preocupa... Beijo... Te amo...". — Pronto... — falo guardando o celular — Agora o que a gente faz? — Ele me olha incrédulo, como se eu estivesse fazendo uma piada. — Se a gente vai tropeçar, Tommy, não tem momento melhor que esse, a gente tem a desculpa perfeita, os dois tão bêbados... — observo. Na real, é ele que tá bêbado, eu tô no total controle das minhas faculdades. Sei muito bem o que tô fazendo. Cada um se despede dos colegas, pros meus eu falo que meu marido já vem me buscar, os dele, claro, sabem que ele vai comer a gatinha que encontrou no bar. Se não perceberam por conta própria, com certeza ele mesmo contou. Embora a gente vá no carro dele, eu dirijo, já que ele não tá em condições de pegar o volante, então em questão de minutos a gente já tá entrando num motel da região. Só nos damos as mãos no corredor do hotel. Quando entramos no quarto, Tommy me abraça por trás, me apertando contra o corpo dele, fazendo eu sentir a dureza da ereção dele (sim, já tinha subido) enquanto fica beijando meu pescoço. — Você imaginava me ter assim? — pergunto suave, baixinho, quase um ronronar, me esfregando contra o volume dele. — Imaginava... desejava... quero... — responde, agarrando agora meus peitos por cima da roupa, apertando como se quisesse desmanchar eles entre os dedos. — O quê... o que você quer...? — insisto. Quero ouvir, quero que ele fale. — Quero te comer...! — — Eu também quero que você me coma! — falo, me virando e me pendurando no pescoço dele. A gente se beija com vontade, com tesão, soltando as rédeas daquilo que a gente nem sabia que sentia, mas que durante aqueles minutos no bar, tinha crescido até ficar incontrolável. A roupa praticamente voa dos nossos corpos. A gente se joga pelado na cama, se rolando, se esfregando um no outro, ávidos, pegando fogo. Enquanto nos beijamos, os dedos dele se enterram em mim, procurando o quão fundo conseguem chegar. Sem parar de me explorar, ele desce pelo meu pescoço, pelos meus peitos, beijando e mordendo um e outro, continua descendo, pela minha barriga, chupa meu umbigo, percorre com beijos e lambidas meu ventre, chupa os pelinhos da minha púbis, e então... me apunhala a pussy com a língua. O que ele faz lá embaixo...! Ele se coloca com a cabeça entre minhas pernas, levanta elas, e apoiando sobre os ombros dele, me come de um jeito que me faz delirar de prazer. Com a língua ele me saboreia por dentro, enquanto com o lábio superior esfrega meu clitóris, inchando ele, entorpecendo ele, provocando as sensações mais intensas e avassaladoras. Num momento, desesperada, agarro ele pelos cabelos, e esfrego eu mesma a pussy pela boca toda dele. E não paro até que... Ahhhhhhhhhhh...! O orgasmo me atravessa violento, fulminante. Fico como suspensa naquele momento, aproveitando uma onda atrás da outra de prazer, gemendo, suspirando, completamente entregue ao tesão. -Você gozou...!- Tommy me diz, saindo de entre minhas pernas e subindo em cima de mim. Embora ele tenha o rosto todo molhado com meus fluidos vaginais, nos beijamos. -Você me fez gozar...!- eu o corrijo. Faço ele se deitar de costas e descendo agora eu até as pernas dele, me coloco no meio, beijando primeiro as coxas dele, pra depois começar a lamber ele desde as bolas... Mmmmmhhhh... Mmmmmhhhh... Mmmmmhhhh...! ...vou fazendo, lambendo, mordendo, chupando tudo que balança nele, enquanto masturbo ele com uma mão. Subo por todo o mastro dele com a língua, deixando um rastro de baba impregnado no cabo. Beijo ele pelos lados... 💋 💋 💋... sentindo nos lábios como a pele dele arde. Pela ponta já estão saindo gotinhas grossas, carregadas, que saboreio com muita deleitação. Quando levanto o olhar, descubro que Tommy está me olhando fascinado. -Não sabia que você tinha essas habilidades, Mary...- ele exclama. -Isso ainda não é nada...- Digo. Passo a língua por toda a glande, dou um beijo barulhento... CHUPA!... separo os lábios e, sem tirar os olhos dele, chupo o pau até sentir que bate na minha garganta. E aí, quando começo a chupar de verdade, ele joga a cabeça pra trás e fecha os olhos, se entregando mansinho ao prazer. Depois de um boquete nível Premium, coloco uma camisinha, subo em cima dele e enfio a pica toda, soltando um gemido de prazer ao sentir ela TODA dentro. Apoio os braços esticados dos dois lados do corpo dele e, colocando os peitos bem na cara dele, começo a rebolar, deslizando ao longo da vara dele, as mãos dele agarrando minha cintura, a boca dele saboreando meus bicos já quentes e durinhos... — Você é uma gostosa...! — ele confirma, entre chupadas e mordidas. Quando paro de me mexer pra curtir outro orgasmo, ele começa a se mover por baixo, enfiando até o saco a cada metida. Meus gemidos de repente ficam mais intensos, ainda mais quando ele me vira e fica por cima, possessivo, dominador. Puxo ele pelo cabelo, guiando a boca dele até a minha, e quando ele me beija de novo, é com uma mistura de fome e carinho que me desmonta. Sinto o corpo dele se encaixar melhor no meu, aquela pressão firme, crescente, que me faz tremer e querer muito mais. — Adoro quando você me procura assim...! — ele sussurra no meu ouvido, quando levanto minha bunda pra encontrar ele. A gente trepa, golpe por golpe, intensa, enérgica, sem fôlego, deixando o tesão nos consumir por completo. Quando ele me vira de lado, aproveitando um escorregão no meio de tanta metida, pego o pau dele, coloco entre minhas nádegas e, com a voz rouca, excitada, falo: — Mete no meu cu...! Não precisa lubrificar nada, o pau dele tá tão molhado com meus sucos vaginais que, com só uns dois empurrões, desliza de boa pelo meu buraco mais apertado... bom, não tão apertado assim. Ele se surpreende gostoso com meu pedido de levar no cool. Não sei que ideia preconcebida ele tinha de mim. antes de cair na cama, mas qualquer que fosse, desabava completamente naquele momento. Ele me penetra pelo cu, soltando um gemido calmo, avançando firme, brutal, vigoroso, enfiando até o talo. Me agarra forte nos peitos e me come com tudo, me fazendo gritar no ritmo das estocadas. Enquanto ele fode meu cu, eu me esfrego o clitóris, aperto, belisco, sentindo toda a tensão, toda a intensidade daquele momento, convergindo naquele vórtice exato. — Vou... gozar... de novo... outra vez...! — falo, num sussurro extático. Ele não diz, mas também está prestes a estourar. Tira de dentro, troca a camisinha rápido, e se colocando de novo por cima, entre minhas pernas, me maceta até morrer, brutal, delicioso, devastador... Que transa que a gente deu...! Primeiro eu gozo, explodindo em mil e uma exclamações de prazer, ele continua um pouco mais, tentando prolongar o momento culminante, até que não aguenta mais, e se enterrando até o fundo, goza como se a vida dependesse daquele orgasmo. Entre ofegos e gritos, ficamos um tempão abraçados, curtindo, eu com braços e pernas esticados, sentindo aquela sensação de bem-estar, de alegria, se espalhando pelo corpo todo. Aos poucos os suspiros vão diminuindo, as respirações voltando ao normal, a excitação perdendo força. Olhamos nos olhos um do outro, e sorrimos, satisfeitos, realizados. — Impressionante, Mary...! — ele exclama, saindo de dentro de mim e se jogando de lado, soltando um suspiro mais que calmo. Depois fica ali, pensativo, como avaliando as consequências do que acabou de rolar. Ninguém fala, mas com certeza pensamos a mesma coisa: que estragamos uma amizade, tendo tanta gatinha, tanto cara por aí, que necessidade tinha de se pegar? Mas fazer o quê, o tesão não tem juízo. Enquanto ele tira a camisinha, cheia de porra, eu levanto e começo a juntar minhas roupas espalhadas pelo quarto. Um banho rápido, e Saímos do hotel no carro dele. De novo eu dirijo, já que passado o momento de tesão, parece que a bebedeira voltou. Já são quatro da manhã, não tem risco de alguém da família dele nos ver, então vamos até a garagem do prédio dele. Nos despedimos com um beijo, apressado, quase por obrigação, e enquanto ele sobe pro apartamento dele, eu peço um táxi. Não sei o que vai rolar daqui pra frente entre eu e o Tommy. No momento, a gente vai se encontrar no jantar que já marcamos pra semana que vem, onde vou me encontrar não só com ele, mas também com a esposa dele e outros amigos. Obviamente não é a primeira vez que me vejo numa situação dessas, já comi namorados ou maridos de amigas e de não tão amigas também, mas enfim, nem preciso dizer que vai ter um certo climão. Já conto se rolar alguma coisa...

15 comentários - Como acabar com uma amizade...
Lo mismo paso con Diego, en el dia de tu cumpleaños.
Que lindo seria poder ser uno de tus tantos amantes.
Lo que daría por sentir tu piel.
Van 10 pts