Olá, pessoal,
A segunda traição aconteceu quase três meses depois da primeira (relato anterior).
Tudo começou quando um dia pedi um favor pra minha mina Maca levar a moto no mecânico, porque eu tava cheio de trampo e não consegui levar. Ela teve que esperar lá até terminar o conserto. Foi nesse dia que o mecânico, chamado Ramón, começou a jogar uns elogios e a dar em cima dela. Só pra deixar claro, Maca é uma morena maravilhosa, toda voluptuosa, com uma bunda enorme, peitão e boca carnuda.
Aproveitando que eu não tava nessa visita do conserto, Ramón falou que eu devia me sentir orgulhoso por ter uma mulher tão deusa!. Minha mina na hora ficou toda corada e sem graça, mas também se sentiu admirada e desejada.
Maca me contou tudo isso no jantar e isso me levou a perguntar o que ela achava do cara; aí ela respondeu que achava ele meio atraente, era grandão e de camiseta dava pra ver que era musculoso e peludo, e que tinha uma cara de tarado e meio sujo, gerando um tesão estranho nela. Sinceramente, enquanto ela falava dele, percebi que ela tava afim de entrar na brincadeira. Aí perguntei:
- Mana, quer brincar com isso e ver no que dá?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Pode ser…— me disse, corada, baixando o olhar.- Isso te incomoda, sua puta?
- E não, a verdade é que não. Se o cara te dá uma tesãozinha, a gente pode ver qual é a dele...Eu falei pra ela.mas isso sim, quero ver todas as conversas que você tiver com ele no WhatsApp e se vocês trocarem mensagem pelo Instagram também!
Foi assim que começaram a conversar mais seguido, aos poucos aumentando o tom de cada conversa. Foi aí que o Ramón aproveitou a chance pra dizer que ela tava divina, que tinha um rostinho lindo, uma bunda do caralho e que dava pra ver uns peitões muito gostosos. Foi assim que a gente combinou dela voltar na oficina pra instalar a peça que tava pendente da moto, e eu falei pra ela ir bem gostosa, mostrando os peitos lindos num decote.
Pra esse dia que ela ia na oficina, as conversas entre os dois já tinham pegado um clima bem quente, sempre falando com duplo sentido e sempre quando eu não tava por perto, mas claro que minha mina me mostrava tudo no WhatsApp... isso me deixava com um tesão do caralho.
Maca então levou a moto pro mecânico e o Ramón começou a dar em cima dela. Tinha outros clientes e mecânicos na oficina, mas ele deu um jeito e, na surdina, deu um beijo no pescoço dela. Ela, nem lerda nem besta, respondeu na hora com uma piscadinha e um sorriso. Assim, enquanto ele trabalhava na moto, escondido, beijou ela de novo e aproveitou pra dizer que tava com o pau durasso, mostrando o volume que tava inchando na calça dele. Maca pediu pra ele se abaixar um pouco pra ninguém ver, tirou uma foto do volume do Ramón e mandou pra mim no WhatsApp. Uffff! Que fera! Eu tava trabalhando quando recebi a mensagem... Óbvio que abri, e embaixo da foto tinha o texto da Maca dizendo:
- Olha, amor, dá pra ver que ela tem uma bucetona! (carinha babona)- .A piroca ficou dura que nem pedra naquela hora. Tive que me afastar do computador e parar o que tava fazendo. Meu coração começou a bater mais forte.
Naquele dia, o jogo acabou ali mesmo. A verdade é que tinha muita gente, e não dava pra fazer nenhuma merda por tesão.
Depois daquela manhã, as conversas continuaram e cada vez mais intensas. Mais quentes. Conforme os dias passavam, o jogo subia de nível e eles trocavam fotos íntimas. Ela mandava foto dos peitos quando saía do banho, da raba como aparecia com jeans apertado (algumas eu tirava pra ela), e claro, Ramón mandava fotos do volume dele, como ficava duro enquanto trabalhava, com o macacão todo ensebado. Às vezes mandava foto do banheiro todo podre da oficina, o pau dele ereto, que deixou eu e minha namorada mudos de verdade! Porque era um mastro reto, bem rígido, cheio de veias, de uns, sei lá… 20cm (segundo ela), escuro e grosso. Só lembrando: com a Maca até aquele momento a gente só tinha tido uma experiência de corno consentido, no carro na beira da estrada com um cara também bem dotado (relato anterior). A gente nunca mais viu aquele cara. A Maca me disse que ele arrumou uma namorada e sumiu. Acho que foi desde aquela experiência que ficou aquela vontade de repetir com outro cara bem dotado.
Uma semana eu precisei viajar pro interior a trabalho (sou secretário de um empresário) e, numa conversa, a Maca me liga pra contar que o Ramón tinha convidado ela pra se encontrarem num motel.
No mesmo dia, marcaram um encontro pro dia seguinte, onde rolou e eles foram. Ela me mandou fotos antes do que vestiu: calcinha rosa, uma fio dental bem fininha, uma blusa decotada e jeans preto justo. Eu, de outra cidade, na expectativa do que ia rolar, tava morrendo de tesão, de ciúme e de impotência porque não ia poder estar lá! Diferente do primeiro encontro com o outro cara, que eu consegui participar.
Foi então que o Ramón, na noite do dia seguinte, pegou ela na moto e levou pra um motel na capital. Logo depois começou a putaria sem mim, e eu com uma excitação que a pika tava explodindo, e um arrepio ou nervoso de pensar no que tava rolando.
Quando chegaram no motel, o Ramón começou a beijar ela e foi indo até chegar nos peitos dela. Minha mulher, meio nervosa, resolveu deixar a situação fluir e aproveitar. Ela me contou que, quando ele tirou o sutiã, chupava os biquinhos dela de um jeito delicioso e, quando tirou a calça jeans, agarrou ela com força na bunda, com uma pegada violenta. Ela percebeu que ele era muito forte, com braços de carvalho (bem diferente de mim, hein, que tenho braços fininhos). Da parte dela, ela tirou a camisa dele, porque a barriga era muito sexy, e quando puxou a calça dele pra baixo, viu o volume de uma piroca enorme que já dava pra sentir por cima da cueca. Quando ele tirou a cueca, o bagulho saltou feito uma mola, enorme e pesado, moreno, grosso e, claro, com a ponta da cabeça toda molhada. Era muito, mas muito grande. Um verdadeiro animal.
Naquele momento, quase sem se despir, a Maca se ajoelhou e começou a chupar ele de um jeito delicioso, segurava com as duas mãos e lambia o pedaço de pau que sobrava. Ficou tão excitada que teve que tirar uma selfie segurando aquela coisa gigante, dando um beijo na ponta. Claro que me mandou a foto dizendo:Ai, amor, olha que enorme!Eu tava tremendo. Tava no quarto do hotel com meus 12 cm de pau duro na mão, batendo uma punheta daquelas!. As fotos continuavam e as mensagens dela também, ela me escrevia dizendo que era muito grande comparada com a minha, que a minha era uma delícia, macia e que não cabia na boca dela.
Depois de alguns minutos, Ramón fez sexo oral nela de um jeito que ninguém nunca tinha feito antes e conseguiu fazer ela gozar e ter, pela primeira vez, um orgasmo de sexo oral (já que comigo ela nunca chegou lá, mesmo eu tendo chupado ela várias vezes). Dá pra ver que esse cara sabia usar bem os dedos e a língua pra fazer ela gozar. Ramón ficou ainda mais excitado ao sentir os sucos e fluidos dela na boca, e depois começou a penetração, onde ela me disse que aquela pica, por ser maior que a minha, causou uma dor que virou prazer. Foi aí que a Maca começou a gravar e me mandou o primeiro vídeo desse cara metendo nela: que delícia ouvir ela gemer! E ver como esse mano enfiava com força. "Vocês não fazem ideia do estranho e do tesão que dá.
Ele macetou ela por quase 40 minutos em várias posições (me mandou uns dez vídeos) até que gozou uma quantidade enorme de porra grossa na bunda e nas costas da Maca, foi muita mesmo, aquela porra não parava de jorrar leite em cima da minha mulher!.
Terminaram, descansaram um pouco e foram tomar banho, mas a Maca aproveitou no chuveiro pra deixar ele excitado de novo e terem mais uma penetração em pé, pra aproveitar o tamanho do pau dele e fazer aquela posição em pé no banho, porque com o tamanho do meu pau não dava pra dar esse prazer pra ela de pé, já que a gente tinha tentado várias vezes sem sucesso; foi assim que ele comeu ela sem problemas e encheu ela de porra de novo.
Quando estavam se vestindo, Ramón perguntou por que das fotos e dos vídeos, e ela respondeu que era para me mandar. O cara ficou desarmado, surpreso, e ela comentou sobre nossas loucuras e tal. Depois disso, eu mesmo falei com ele pessoalmente, pra depois marcar outro encontro que vou contar mais tarde.
Por último, naquela mesma noite, quando ela voltou pro nosso apê, me fez uma videochamada mostrando como a buceta dela tinha ficado inchada, aberta e com restos de porra. Nessa hora eu já tinha gozado duas vezes e não me restou nada além de bater uma terceira vez virtualmente com ela, morrendo de vontade de estar lá pra limpar a porra dela com a minha língua.
Espero que vocês tenham gostado do conto, depois conto outra história com o mecânico Ramón. Valeu.
A segunda traição aconteceu quase três meses depois da primeira (relato anterior).
Tudo começou quando um dia pedi um favor pra minha mina Maca levar a moto no mecânico, porque eu tava cheio de trampo e não consegui levar. Ela teve que esperar lá até terminar o conserto. Foi nesse dia que o mecânico, chamado Ramón, começou a jogar uns elogios e a dar em cima dela. Só pra deixar claro, Maca é uma morena maravilhosa, toda voluptuosa, com uma bunda enorme, peitão e boca carnuda.
Aproveitando que eu não tava nessa visita do conserto, Ramón falou que eu devia me sentir orgulhoso por ter uma mulher tão deusa!. Minha mina na hora ficou toda corada e sem graça, mas também se sentiu admirada e desejada.
Maca me contou tudo isso no jantar e isso me levou a perguntar o que ela achava do cara; aí ela respondeu que achava ele meio atraente, era grandão e de camiseta dava pra ver que era musculoso e peludo, e que tinha uma cara de tarado e meio sujo, gerando um tesão estranho nela. Sinceramente, enquanto ela falava dele, percebi que ela tava afim de entrar na brincadeira. Aí perguntei:
- Mana, quer brincar com isso e ver no que dá?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Pode ser…— me disse, corada, baixando o olhar.- Isso te incomoda, sua puta?
- E não, a verdade é que não. Se o cara te dá uma tesãozinha, a gente pode ver qual é a dele...Eu falei pra ela.mas isso sim, quero ver todas as conversas que você tiver com ele no WhatsApp e se vocês trocarem mensagem pelo Instagram também!
Foi assim que começaram a conversar mais seguido, aos poucos aumentando o tom de cada conversa. Foi aí que o Ramón aproveitou a chance pra dizer que ela tava divina, que tinha um rostinho lindo, uma bunda do caralho e que dava pra ver uns peitões muito gostosos. Foi assim que a gente combinou dela voltar na oficina pra instalar a peça que tava pendente da moto, e eu falei pra ela ir bem gostosa, mostrando os peitos lindos num decote.
Pra esse dia que ela ia na oficina, as conversas entre os dois já tinham pegado um clima bem quente, sempre falando com duplo sentido e sempre quando eu não tava por perto, mas claro que minha mina me mostrava tudo no WhatsApp... isso me deixava com um tesão do caralho.
Maca então levou a moto pro mecânico e o Ramón começou a dar em cima dela. Tinha outros clientes e mecânicos na oficina, mas ele deu um jeito e, na surdina, deu um beijo no pescoço dela. Ela, nem lerda nem besta, respondeu na hora com uma piscadinha e um sorriso. Assim, enquanto ele trabalhava na moto, escondido, beijou ela de novo e aproveitou pra dizer que tava com o pau durasso, mostrando o volume que tava inchando na calça dele. Maca pediu pra ele se abaixar um pouco pra ninguém ver, tirou uma foto do volume do Ramón e mandou pra mim no WhatsApp. Uffff! Que fera! Eu tava trabalhando quando recebi a mensagem... Óbvio que abri, e embaixo da foto tinha o texto da Maca dizendo:
- Olha, amor, dá pra ver que ela tem uma bucetona! (carinha babona)- .A piroca ficou dura que nem pedra naquela hora. Tive que me afastar do computador e parar o que tava fazendo. Meu coração começou a bater mais forte.
Naquele dia, o jogo acabou ali mesmo. A verdade é que tinha muita gente, e não dava pra fazer nenhuma merda por tesão.
Depois daquela manhã, as conversas continuaram e cada vez mais intensas. Mais quentes. Conforme os dias passavam, o jogo subia de nível e eles trocavam fotos íntimas. Ela mandava foto dos peitos quando saía do banho, da raba como aparecia com jeans apertado (algumas eu tirava pra ela), e claro, Ramón mandava fotos do volume dele, como ficava duro enquanto trabalhava, com o macacão todo ensebado. Às vezes mandava foto do banheiro todo podre da oficina, o pau dele ereto, que deixou eu e minha namorada mudos de verdade! Porque era um mastro reto, bem rígido, cheio de veias, de uns, sei lá… 20cm (segundo ela), escuro e grosso. Só lembrando: com a Maca até aquele momento a gente só tinha tido uma experiência de corno consentido, no carro na beira da estrada com um cara também bem dotado (relato anterior). A gente nunca mais viu aquele cara. A Maca me disse que ele arrumou uma namorada e sumiu. Acho que foi desde aquela experiência que ficou aquela vontade de repetir com outro cara bem dotado.
Uma semana eu precisei viajar pro interior a trabalho (sou secretário de um empresário) e, numa conversa, a Maca me liga pra contar que o Ramón tinha convidado ela pra se encontrarem num motel.
No mesmo dia, marcaram um encontro pro dia seguinte, onde rolou e eles foram. Ela me mandou fotos antes do que vestiu: calcinha rosa, uma fio dental bem fininha, uma blusa decotada e jeans preto justo. Eu, de outra cidade, na expectativa do que ia rolar, tava morrendo de tesão, de ciúme e de impotência porque não ia poder estar lá! Diferente do primeiro encontro com o outro cara, que eu consegui participar.
Foi então que o Ramón, na noite do dia seguinte, pegou ela na moto e levou pra um motel na capital. Logo depois começou a putaria sem mim, e eu com uma excitação que a pika tava explodindo, e um arrepio ou nervoso de pensar no que tava rolando.
Quando chegaram no motel, o Ramón começou a beijar ela e foi indo até chegar nos peitos dela. Minha mulher, meio nervosa, resolveu deixar a situação fluir e aproveitar. Ela me contou que, quando ele tirou o sutiã, chupava os biquinhos dela de um jeito delicioso e, quando tirou a calça jeans, agarrou ela com força na bunda, com uma pegada violenta. Ela percebeu que ele era muito forte, com braços de carvalho (bem diferente de mim, hein, que tenho braços fininhos). Da parte dela, ela tirou a camisa dele, porque a barriga era muito sexy, e quando puxou a calça dele pra baixo, viu o volume de uma piroca enorme que já dava pra sentir por cima da cueca. Quando ele tirou a cueca, o bagulho saltou feito uma mola, enorme e pesado, moreno, grosso e, claro, com a ponta da cabeça toda molhada. Era muito, mas muito grande. Um verdadeiro animal.
Naquele momento, quase sem se despir, a Maca se ajoelhou e começou a chupar ele de um jeito delicioso, segurava com as duas mãos e lambia o pedaço de pau que sobrava. Ficou tão excitada que teve que tirar uma selfie segurando aquela coisa gigante, dando um beijo na ponta. Claro que me mandou a foto dizendo:Ai, amor, olha que enorme!Eu tava tremendo. Tava no quarto do hotel com meus 12 cm de pau duro na mão, batendo uma punheta daquelas!. As fotos continuavam e as mensagens dela também, ela me escrevia dizendo que era muito grande comparada com a minha, que a minha era uma delícia, macia e que não cabia na boca dela.
Depois de alguns minutos, Ramón fez sexo oral nela de um jeito que ninguém nunca tinha feito antes e conseguiu fazer ela gozar e ter, pela primeira vez, um orgasmo de sexo oral (já que comigo ela nunca chegou lá, mesmo eu tendo chupado ela várias vezes). Dá pra ver que esse cara sabia usar bem os dedos e a língua pra fazer ela gozar. Ramón ficou ainda mais excitado ao sentir os sucos e fluidos dela na boca, e depois começou a penetração, onde ela me disse que aquela pica, por ser maior que a minha, causou uma dor que virou prazer. Foi aí que a Maca começou a gravar e me mandou o primeiro vídeo desse cara metendo nela: que delícia ouvir ela gemer! E ver como esse mano enfiava com força. "Vocês não fazem ideia do estranho e do tesão que dá.
Ele macetou ela por quase 40 minutos em várias posições (me mandou uns dez vídeos) até que gozou uma quantidade enorme de porra grossa na bunda e nas costas da Maca, foi muita mesmo, aquela porra não parava de jorrar leite em cima da minha mulher!.
Terminaram, descansaram um pouco e foram tomar banho, mas a Maca aproveitou no chuveiro pra deixar ele excitado de novo e terem mais uma penetração em pé, pra aproveitar o tamanho do pau dele e fazer aquela posição em pé no banho, porque com o tamanho do meu pau não dava pra dar esse prazer pra ela de pé, já que a gente tinha tentado várias vezes sem sucesso; foi assim que ele comeu ela sem problemas e encheu ela de porra de novo.
Quando estavam se vestindo, Ramón perguntou por que das fotos e dos vídeos, e ela respondeu que era para me mandar. O cara ficou desarmado, surpreso, e ela comentou sobre nossas loucuras e tal. Depois disso, eu mesmo falei com ele pessoalmente, pra depois marcar outro encontro que vou contar mais tarde.
Por último, naquela mesma noite, quando ela voltou pro nosso apê, me fez uma videochamada mostrando como a buceta dela tinha ficado inchada, aberta e com restos de porra. Nessa hora eu já tinha gozado duas vezes e não me restou nada além de bater uma terceira vez virtualmente com ela, morrendo de vontade de estar lá pra limpar a porra dela com a minha língua.
Espero que vocês tenham gostado do conto, depois conto outra história com o mecânico Ramón. Valeu.
11 comentários - Contos de corno (O mecânico)
Los felicito